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4207307 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Getúlio Vargas-RS
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Pior que o 7 x 1

Por Rafael Battaglia Popp

Meu avô acompanhou a Copa de 1958 no radinho da oficina em que trabalhava. Meu pai

assistiu à de 1982 com a família em volta da TV. Viram Zico, Sócrates e cia. ao vivo e em cores.

Mágico, até sermos eliminados pela Itália. Eu acompanhei a de 2014 entre uma aula e outra do

colégio. Durante algumas delas também, confesso. Era ensino integral, foi difícil resistir. Mas não

fui o único: no laboratório de informática, a professora pediu a todos que desligassem as abas

com o minuto a minuto de Espanha x Austrália. Só que ela se esqueceu de mutar o próprio

computador, que foi o primeiro a gritar “gol” pelo alto-falante. Eu e meus amigos também

assistimos aos jogos nos sofás de uma loja de eletrodomésticos num shopping perto da escola,

no Centro de São Paulo. Era clima de Copa, e ninguém se importou com a nossa presença – até

um de nós deitar no chão em frente à TV. Não dá pra culpar o vendedor por expulsar um bando

de adolescentes caras de pau, ainda mais em uma época crucial para o varejo, em que as pessoas

aproveitam a data para dar um upgrade na TV de casa.

Parte da beleza da Copa é o sentimento de que todo mundo está ligado na mesma coisa.

Mas, neste ano, não será bem assim. Na matéria de capa, o editor Bruno Carbinatto mostra em

detalhes como a ascensão do futebol nos EUA contrasta com as restrições do evento, de

ingressos a preços impraticáveis às barreiras migratórias, que impedirão torcedores de

acompanhar os seus times. Mas há um outro tipo de barreira, que extrapola os estádios: a falta

de tempo. De que adianta uma TV nova se a impressão é a de que os dias estão cada vez mais

curtos? São expedientes com mais de dez horas diárias, muito comuns entre motoristas e

entregadores de aplicativo. Tempo perdido no trânsito e no transporte público. Poucas folgas nos

fins de semana.

A atual discussão sobre a redução da jornada de trabalho é uma das mais importantes

desta geração. É impossível falar em envelhecimento de qualidade, saúde mental e prática de

atividade física se _____ sobra tempo para aspirar a casa, preparar a marmita e ver um episódio

de The Office no fim do dia. Pior do que o 7 x 1 é a 6 x 1. O impacto econômico precisa ser

considerado, é claro. Mas dá pra fechar essa conta priorizando o bem-estar do

trabalhador, seja ele CLT ou autônomo. Está na Constituição Federal e na Declaração dos Direitos

Humanos: todo mundo tem direito a repouso e ______. Um tempo adequado para fazer o que

quiser – inclusive (e especialmente) assistir a Arábia Saudita x Cabo Verde numa sexta à noite.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/pior-que-o-7-x-1/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto no texto, é correto afirmar que:

 

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4207292 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Getúlio Vargas-RS
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Assinale a alternativa que apresenta corretamente o gentílico de quem nasce no município de Getúlio Vargas.
 

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4207276 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Getúlio Vargas-RS
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“Pesava três quilos com o suor”: o que mudou na camisa da Seleção Brasileira desde Pelé

Por Juliana Bublitz

Já imaginou correr 90 minutos em um jogo de futebol com três quilos a mais sobre o

corpo? Era o que acontecia com os jogadores da Seleção Brasileira na época em que as

camisetas oficiais eram feitas de algodão – tecido conhecido por absorver o suor. Isso mudou.

O manto oficial do time de Ancelotti na Copa do Mundo 2026 representa o que há de mais atual

e tecnológico no mercado têxtil.

A tecnologia nas camisetas oficiais da Seleção Brasileira mudou bastante. No passado, as

camisetas eram feitas de algodão, um tecido hidrófilo, altamente absorvente. Em média, um

jogador corre 10 quilômetros por jogo e perde em torno de três litros de suor. As antigas

camisas absorviam tudo. Era como se os jogadores corressem com três quilos a mais sobre o

corpo. A camiseta não dissipava o suor. O poliéster, que seria a virada de chave, só apareceu

no fim da década de 1990.

No início, as camisetas de poliéster também não eram como hoje, pareciam sacos

plásticos. Não absorviam o suor como o algodão, mas também tinham dificuldade de

dissipá-lo, o que acabava abafando o corpo dos jogadores. Hoje é diferente.

A camisa de uma seleção é basicamente um laboratório vestível. O grande segredo é uma

tecnologia de transporte de umidade que trabalha a física e a química dos tecidos, com fibras

hidrofóbicas, que não absorvem água, e que têm microcanais que ajudam a drenar o suor para

fora da camiseta. É como se tivesse uma espécie de ar-condicionado embutido. Também

entraram inovações químicas para prevenir o aparecimento de bactérias e evitar o mau cheiro,

entre outras coisas.

Em termos de sustentabilidade, o tecido também evoluiu bastante. Antes, as camisas

vinham de garrafa PET, agora são feitas de resíduos, a partir da reciclagem de tecidos. E é

interessante observar que, ao longo da história, eventos como a Copa e as Olimpíadas sempre

trouxeram as principais inovações.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/juliana-bublitz/noticia/2026/06/pesava-tres-quilos-com-o-suor-o-que-mudou-na-camisa-da-selecao-brasileira-desde-pele-cmqawxtx90203016tlf1ty6l6.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho retirado do texto “A camisa de uma seleção é basicamente um laboratório vestível”, a palavra “camisa” é classificada como:
 

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4207275 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Getúlio Vargas-RS
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“Pesava três quilos com o suor”: o que mudou na camisa da Seleção Brasileira desde Pelé

Por Juliana Bublitz

Já imaginou correr 90 minutos em um jogo de futebol com três quilos a mais sobre o

corpo? Era o que acontecia com os jogadores da Seleção Brasileira na época em que as

camisetas oficiais eram feitas de algodão – tecido conhecido por absorver o suor. Isso mudou.

O manto oficial do time de Ancelotti na Copa do Mundo 2026 representa o que há de mais atual

e tecnológico no mercado têxtil.

A tecnologia nas camisetas oficiais da Seleção Brasileira mudou bastante. No passado, as

camisetas eram feitas de algodão, um tecido hidrófilo, altamente absorvente. Em média, um

jogador corre 10 quilômetros por jogo e perde em torno de três litros de suor. As antigas

camisas absorviam tudo. Era como se os jogadores corressem com três quilos a mais sobre o

corpo. A camiseta não dissipava o suor. O poliéster, que seria a virada de chave, só apareceu

no fim da década de 1990.

No início, as camisetas de poliéster também não eram como hoje, pareciam sacos

plásticos. Não absorviam o suor como o algodão, mas também tinham dificuldade de

dissipá-lo, o que acabava abafando o corpo dos jogadores. Hoje é diferente.

A camisa de uma seleção é basicamente um laboratório vestível. O grande segredo é uma

tecnologia de transporte de umidade que trabalha a física e a química dos tecidos, com fibras

hidrofóbicas, que não absorvem água, e que têm microcanais que ajudam a drenar o suor para

fora da camiseta. É como se tivesse uma espécie de ar-condicionado embutido. Também

entraram inovações químicas para prevenir o aparecimento de bactérias e evitar o mau cheiro,

entre outras coisas.

Em termos de sustentabilidade, o tecido também evoluiu bastante. Antes, as camisas

vinham de garrafa PET, agora são feitas de resíduos, a partir da reciclagem de tecidos. E é

interessante observar que, ao longo da história, eventos como a Copa e as Olimpíadas sempre

trouxeram as principais inovações.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/juliana-bublitz/noticia/2026/06/pesava-tres-quilos-com-o-suor-o-que-mudou-na-camisa-da-selecao-brasileira-desde-pele-cmqawxtx90203016tlf1ty6l6.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o trecho retirado do texto “Em média, um jogador corre 10 quilômetros por jogo e perde em torno de três litros de suor”, assinale a alternativa que apresenta um termo que NÃO poderia substituir a locução “em torno de”, pois acarretaria mudança de sentido ao trecho.
 

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4207274 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Getúlio Vargas-RS
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“Pesava três quilos com o suor”: o que mudou na camisa da Seleção Brasileira desde Pelé

Por Juliana Bublitz

Já imaginou correr 90 minutos em um jogo de futebol com três quilos a mais sobre o

corpo? Era o que acontecia com os jogadores da Seleção Brasileira na época em que as

camisetas oficiais eram feitas de algodão – tecido conhecido por absorver o suor. Isso mudou.

O manto oficial do time de Ancelotti na Copa do Mundo 2026 representa o que há de mais atual

e tecnológico no mercado têxtil.

A tecnologia nas camisetas oficiais da Seleção Brasileira mudou bastante. No passado, as

camisetas eram feitas de algodão, um tecido hidrófilo, altamente absorvente. Em média, um

jogador corre 10 quilômetros por jogo e perde em torno de três litros de suor. As antigas

camisas absorviam tudo. Era como se os jogadores corressem com três quilos a mais sobre o

corpo. A camiseta não dissipava o suor. O poliéster, que seria a virada de chave, só apareceu

no fim da década de 1990.

No início, as camisetas de poliéster também não eram como hoje, pareciam sacos

plásticos. Não absorviam o suor como o algodão, mas também tinham dificuldade de

dissipá-lo, o que acabava abafando o corpo dos jogadores. Hoje é diferente.

A camisa de uma seleção é basicamente um laboratório vestível. O grande segredo é uma

tecnologia de transporte de umidade que trabalha a física e a química dos tecidos, com fibras

hidrofóbicas, que não absorvem água, e que têm microcanais que ajudam a drenar o suor para

fora da camiseta. É como se tivesse uma espécie de ar-condicionado embutido. Também

entraram inovações químicas para prevenir o aparecimento de bactérias e evitar o mau cheiro,

entre outras coisas.

Em termos de sustentabilidade, o tecido também evoluiu bastante. Antes, as camisas

vinham de garrafa PET, agora são feitas de resíduos, a partir da reciclagem de tecidos. E é

interessante observar que, ao longo da história, eventos como a Copa e as Olimpíadas sempre

trouxeram as principais inovações.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/juliana-bublitz/noticia/2026/06/pesava-tres-quilos-com-o-suor-o-que-mudou-na-camisa-da-selecao-brasileira-desde-pele-cmqawxtx90203016tlf1ty6l6.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra paroxítona.
 

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4207273 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Getúlio Vargas-RS
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“Pesava três quilos com o suor”: o que mudou na camisa da Seleção Brasileira desde Pelé

Por Juliana Bublitz

Já imaginou correr 90 minutos em um jogo de futebol com três quilos a mais sobre o

corpo? Era o que acontecia com os jogadores da Seleção Brasileira na época em que as

camisetas oficiais eram feitas de algodão – tecido conhecido por absorver o suor. Isso mudou.

O manto oficial do time de Ancelotti na Copa do Mundo 2026 representa o que há de mais atual

e tecnológico no mercado têxtil.

A tecnologia nas camisetas oficiais da Seleção Brasileira mudou bastante. No passado, as

camisetas eram feitas de algodão, um tecido hidrófilo, altamente absorvente. Em média, um

jogador corre 10 quilômetros por jogo e perde em torno de três litros de suor. As antigas

camisas absorviam tudo. Era como se os jogadores corressem com três quilos a mais sobre o

corpo. A camiseta não dissipava o suor. O poliéster, que seria a virada de chave, só apareceu

no fim da década de 1990.

No início, as camisetas de poliéster também não eram como hoje, pareciam sacos

plásticos. Não absorviam o suor como o algodão, mas também tinham dificuldade de

dissipá-lo, o que acabava abafando o corpo dos jogadores. Hoje é diferente.

A camisa de uma seleção é basicamente um laboratório vestível. O grande segredo é uma

tecnologia de transporte de umidade que trabalha a física e a química dos tecidos, com fibras

hidrofóbicas, que não absorvem água, e que têm microcanais que ajudam a drenar o suor para

fora da camiseta. É como se tivesse uma espécie de ar-condicionado embutido. Também

entraram inovações químicas para prevenir o aparecimento de bactérias e evitar o mau cheiro,

entre outras coisas.

Em termos de sustentabilidade, o tecido também evoluiu bastante. Antes, as camisas

vinham de garrafa PET, agora são feitas de resíduos, a partir da reciclagem de tecidos. E é

interessante observar que, ao longo da história, eventos como a Copa e as Olimpíadas sempre

trouxeram as principais inovações.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/juliana-bublitz/noticia/2026/06/pesava-tres-quilos-com-o-suor-o-que-mudou-na-camisa-da-selecao-brasileira-desde-pele-cmqawxtx90203016tlf1ty6l6.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com o texto, é correto concluir que:
 

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4207272 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Getúlio Vargas-RS
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“Pesava três quilos com o suor”: o que mudou na camisa da Seleção Brasileira desde Pelé

Por Juliana Bublitz

Já imaginou correr 90 minutos em um jogo de futebol com três quilos a mais sobre o

corpo? Era o que acontecia com os jogadores da Seleção Brasileira na época em que as

camisetas oficiais eram feitas de algodão – tecido conhecido por absorver o suor. Isso mudou.

O manto oficial do time de Ancelotti na Copa do Mundo 2026 representa o que há de mais atual

e tecnológico no mercado têxtil.

A tecnologia nas camisetas oficiais da Seleção Brasileira mudou bastante. No passado, as

camisetas eram feitas de algodão, um tecido hidrófilo, altamente absorvente. Em média, um

jogador corre 10 quilômetros por jogo e perde em torno de três litros de suor. As antigas

camisas absorviam tudo. Era como se os jogadores corressem com três quilos a mais sobre o

corpo. A camiseta não dissipava o suor. O poliéster, que seria a virada de chave, só apareceu

no fim da década de 1990.

No início, as camisetas de poliéster também não eram como hoje, pareciam sacos

plásticos. Não absorviam o suor como o algodão, mas também tinham dificuldade de

dissipá-lo, o que acabava abafando o corpo dos jogadores. Hoje é diferente.

A camisa de uma seleção é basicamente um laboratório vestível. O grande segredo é uma

tecnologia de transporte de umidade que trabalha a física e a química dos tecidos, com fibras

hidrofóbicas, que não absorvem água, e que têm microcanais que ajudam a drenar o suor para

fora da camiseta. É como se tivesse uma espécie de ar-condicionado embutido. Também

entraram inovações químicas para prevenir o aparecimento de bactérias e evitar o mau cheiro,

entre outras coisas.

Em termos de sustentabilidade, o tecido também evoluiu bastante. Antes, as camisas

vinham de garrafa PET, agora são feitas de resíduos, a partir da reciclagem de tecidos. E é

interessante observar que, ao longo da história, eventos como a Copa e as Olimpíadas sempre

trouxeram as principais inovações.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/juliana-bublitz/noticia/2026/06/pesava-tres-quilos-com-o-suor-o-que-mudou-na-camisa-da-selecao-brasileira-desde-pele-cmqawxtx90203016tlf1ty6l6.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa em que as palavras estão apresentadas em ordem alfabética.
 

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4207271 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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“Pesava três quilos com o suor”: o que mudou na camisa da Seleção Brasileira desde Pelé

Por Juliana Bublitz

Já imaginou correr 90 minutos em um jogo de futebol com três quilos a mais sobre o

corpo? Era o que acontecia com os jogadores da Seleção Brasileira na época em que as

camisetas oficiais eram feitas de algodão – tecido conhecido por absorver o suor. Isso mudou.

O manto oficial do time de Ancelotti na Copa do Mundo 2026 representa o que há de mais atual

e tecnológico no mercado têxtil.

A tecnologia nas camisetas oficiais da Seleção Brasileira mudou bastante. No passado, as

camisetas eram feitas de algodão, um tecido hidrófilo, altamente absorvente. Em média, um

jogador corre 10 quilômetros por jogo e perde em torno de três litros de suor. As antigas

camisas absorviam tudo. Era como se os jogadores corressem com três quilos a mais sobre o

corpo. A camiseta não dissipava o suor. O poliéster, que seria a virada de chave, só apareceu

no fim da década de 1990.

No início, as camisetas de poliéster também não eram como hoje, pareciam sacos

plásticos. Não absorviam o suor como o algodão, mas também tinham dificuldade de

dissipá-lo, o que acabava abafando o corpo dos jogadores. Hoje é diferente.

A camisa de uma seleção é basicamente um laboratório vestível. O grande segredo é uma

tecnologia de transporte de umidade que trabalha a física e a química dos tecidos, com fibras

hidrofóbicas, que não absorvem água, e que têm microcanais que ajudam a drenar o suor para

fora da camiseta. É como se tivesse uma espécie de ar-condicionado embutido. Também

entraram inovações químicas para prevenir o aparecimento de bactérias e evitar o mau cheiro,

entre outras coisas.

Em termos de sustentabilidade, o tecido também evoluiu bastante. Antes, as camisas

vinham de garrafa PET, agora são feitas de resíduos, a partir da reciclagem de tecidos. E é

interessante observar que, ao longo da história, eventos como a Copa e as Olimpíadas sempre

trouxeram as principais inovações.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/juliana-bublitz/noticia/2026/06/pesava-tres-quilos-com-o-suor-o-que-mudou-na-camisa-da-selecao-brasileira-desde-pele-cmqawxtx90203016tlf1ty6l6.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa em que a palavra contém um dígrafo consonantal (duas letras que representam um único som).
 

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4207270 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Getúlio Vargas-RS
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“Pesava três quilos com o suor”: o que mudou na camisa da Seleção Brasileira desde Pelé

Por Juliana Bublitz

Já imaginou correr 90 minutos em um jogo de futebol com três quilos a mais sobre o

corpo? Era o que acontecia com os jogadores da Seleção Brasileira na época em que as

camisetas oficiais eram feitas de algodão – tecido conhecido por absorver o suor. Isso mudou.

O manto oficial do time de Ancelotti na Copa do Mundo 2026 representa o que há de mais atual

e tecnológico no mercado têxtil.

A tecnologia nas camisetas oficiais da Seleção Brasileira mudou bastante. No passado, as

camisetas eram feitas de algodão, um tecido hidrófilo, altamente absorvente. Em média, um

jogador corre 10 quilômetros por jogo e perde em torno de três litros de suor. As antigas

camisas absorviam tudo. Era como se os jogadores corressem com três quilos a mais sobre o

corpo. A camiseta não dissipava o suor. O poliéster, que seria a virada de chave, só apareceu

no fim da década de 1990.

No início, as camisetas de poliéster também não eram como hoje, pareciam sacos

plásticos. Não absorviam o suor como o algodão, mas também tinham dificuldade de

dissipá-lo, o que acabava abafando o corpo dos jogadores. Hoje é diferente.

A camisa de uma seleção é basicamente um laboratório vestível. O grande segredo é uma

tecnologia de transporte de umidade que trabalha a física e a química dos tecidos, com fibras

hidrofóbicas, que não absorvem água, e que têm microcanais que ajudam a drenar o suor para

fora da camiseta. É como se tivesse uma espécie de ar-condicionado embutido. Também

entraram inovações químicas para prevenir o aparecimento de bactérias e evitar o mau cheiro,

entre outras coisas.

Em termos de sustentabilidade, o tecido também evoluiu bastante. Antes, as camisas

vinham de garrafa PET, agora são feitas de resíduos, a partir da reciclagem de tecidos. E é

interessante observar que, ao longo da história, eventos como a Copa e as Olimpíadas sempre

trouxeram as principais inovações.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/juliana-bublitz/noticia/2026/06/pesava-tres-quilos-com-o-suor-o-que-mudou-na-camisa-da-selecao-brasileira-desde-pele-cmqawxtx90203016tlf1ty6l6.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação ao trecho retirado do texto “No passado, as camisetas eram feitas de algodão, um tecido hidrófilo, altamente absorvente”, assinale a alternativa que apresenta uma palavra que pode substituir o termo “altamente”, sem prejuízo de sentido ao trecho em que ocorre.
 

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4207269 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
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“Pesava três quilos com o suor”: o que mudou na camisa da Seleção Brasileira desde Pelé

Por Juliana Bublitz

Já imaginou correr 90 minutos em um jogo de futebol com três quilos a mais sobre o

corpo? Era o que acontecia com os jogadores da Seleção Brasileira na época em que as

camisetas oficiais eram feitas de algodão – tecido conhecido por absorver o suor. Isso mudou.

O manto oficial do time de Ancelotti na Copa do Mundo 2026 representa o que há de mais atual

e tecnológico no mercado têxtil.

A tecnologia nas camisetas oficiais da Seleção Brasileira mudou bastante. No passado, as

camisetas eram feitas de algodão, um tecido hidrófilo, altamente absorvente. Em média, um

jogador corre 10 quilômetros por jogo e perde em torno de três litros de suor. As antigas

camisas absorviam tudo. Era como se os jogadores corressem com três quilos a mais sobre o

corpo. A camiseta não dissipava o suor. O poliéster, que seria a virada de chave, só apareceu

no fim da década de 1990.

No início, as camisetas de poliéster também não eram como hoje, pareciam sacos

plásticos. Não absorviam o suor como o algodão, mas também tinham dificuldade de

dissipá-lo, o que acabava abafando o corpo dos jogadores. Hoje é diferente.

A camisa de uma seleção é basicamente um laboratório vestível. O grande segredo é uma

tecnologia de transporte de umidade que trabalha a física e a química dos tecidos, com fibras

hidrofóbicas, que não absorvem água, e que têm microcanais que ajudam a drenar o suor para

fora da camiseta. É como se tivesse uma espécie de ar-condicionado embutido. Também

entraram inovações químicas para prevenir o aparecimento de bactérias e evitar o mau cheiro,

entre outras coisas.

Em termos de sustentabilidade, o tecido também evoluiu bastante. Antes, as camisas

vinham de garrafa PET, agora são feitas de resíduos, a partir da reciclagem de tecidos. E é

interessante observar que, ao longo da história, eventos como a Copa e as Olimpíadas sempre

trouxeram as principais inovações.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/juliana-bublitz/noticia/2026/06/pesava-tres-quilos-com-o-suor-o-que-mudou-na-camisa-da-selecao-brasileira-desde-pele-cmqawxtx90203016tlf1ty6l6.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa em que a separação silábica da palavra está correta.
 

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