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4025985 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Medicilândia-PA

Leia a charge:


TEXTO II 

Enunciado 4957685-1

Observe o enunciado presente na charge: “Inteligência artificial pode extinguir diversas profissões no futuro…”. Considerando a estrutura sintática dessa oração e a relação de sentido com a cena representada (o meteoro com “I.A.” se aproximando dos trabalhadores), assinale a alternativa que classifica corretamente os termos da oração.
 

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4025984 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Medicilândia-PA

Leia a charge:


TEXTO II 

Enunciado 4957684-1

A charge apresenta dois momentos paralelos: no primeiro, dinossauros observam um meteoro prestes a colidir com a Terra; no segundo, trabalhadores contemporâneos observam um meteoro idêntico, mas com as letras “I.A.” inscritas. Considerando o alerta de Stephen Hawking sobre os riscos da evolução descontrolada da inteligência artificial, especialmente no que diz respeito à “extinção” de profissões e à possível desestabilização social, assinale a alternativa que melhor estabelece a relação crítica entre o texto I e a charge.
 

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4025983 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Medicilândia-PA
A partir do texto abaixo, leia-o com atenção para responder à questão.

TEXTO I.
Alerta de Stephen Hawking sobre IA parece cada vez mais próximo da realidade
        Em 2014, o renomado físico Stephen Hawking alertou para os perigos do avanço descontrolado da inteligência artificial. Na época, suas palavras pareciam saídas de um enredo de ficção científica, ao descrever máquinas capazes de se aprimorar sozinhas, reescrevendo seus próprios códigos e superando a inteligência humana em pouco tempo.
        Hawking afirmou à BBC que o desenvolvimento completo da IA poderia representar o fim da humanidade. Segundo ele, enquanto as formas iniciais de inteligência artificial já se mostravam úteis, a evolução para sistemas autônomos e mais rápidos que o cérebro humano poderia criar um cenário perigoso e sem precedentes.
        O cientista não temia que a IA desenvolvesse uma vontade própria maliciosa, mas sim que sua capacidade superior de processamento colocasse os humanos em desvantagem. Ele alertava que, se a IA evoluísse em um ritmo que os humanos não conseguissem acompanhar, o equilíbrio de poder seria profundamente alterado.
        Além disso, Hawking também chamou atenção para os impactos sociais e econômicos da automação em larga escala. Ele previa que empregos desapareceriam em massa e que o controle da tecnologia concentraria ainda mais poder nas mãos de poucos, ampliando desigualdades.
        Na época, os sistemas de IA ainda estavam em estágios iniciais, mas o avanço acelerado de tecnologias como machine learning e deep learning encurtou a distância entre o imaginado e o real. Hoje, especialistas consideram que os riscos apontados por Hawking não são apenas teóricos, mas uma possibilidade concreta.
        Três fatores críticos são mencionados por estudiosos: o surgimento de uma IA que consiga se aprimorar continuamente, a falta de alinhamento com valores humanos e a ausência de mecanismos eficazes de controle. Ignorar esses pontos pode levar a consequências irreversíveis, conforme alertava o físico.
        Hawking resumiu sua visão com uma frase marcante: o sucesso na criação da IA pode ser o maior feito da humanidade — ou seu último, caso não saibamos lidar com os riscos envolvidos.
DISPONÍVEL EM: www.msn.com/pt-br/noticias/ciencia-e-tecnologia/alerta-de-stephen-hawking
Analise os trechos nos itens a seguir e suas respectivas explicações sobre as conjunções destacadas:
I. “...máquinas capazes de se aprimorar sozinhas, reescrevendo seus próprios códigos e superando a inteligência humana...” – Conjunção coordenativa aditiva, estabelece acréscimo, continuidade e encadeamento lógico entre duas ações ou características.
II. “...não temia que a IA desenvolvesse uma vontade própria maliciosa, mas que sua capacidade superior de processamento colocasse os humanos em desvantagem.” – Conjunção coordenativa adversativa, introduz contraste, oposição parcial ou ressalva ao enunciado anterior.
III. “...o sucesso na criação da IA pode ser o maior feito da humanidade — ou seu último...” – Conjunção subordinativa alternativa, indica possibilidade excludente ou duas vias opostas de desenvolvimento.
Assinale a alternativa correta.
 

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4025982 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Medicilândia-PA
A partir do texto abaixo, leia-o com atenção para responder à questão.

TEXTO I.
Alerta de Stephen Hawking sobre IA parece cada vez mais próximo da realidade
        Em 2014, o renomado físico Stephen Hawking alertou para os perigos do avanço descontrolado da inteligência artificial. Na época, suas palavras pareciam saídas de um enredo de ficção científica, ao descrever máquinas capazes de se aprimorar sozinhas, reescrevendo seus próprios códigos e superando a inteligência humana em pouco tempo.
        Hawking afirmou à BBC que o desenvolvimento completo da IA poderia representar o fim da humanidade. Segundo ele, enquanto as formas iniciais de inteligência artificial já se mostravam úteis, a evolução para sistemas autônomos e mais rápidos que o cérebro humano poderia criar um cenário perigoso e sem precedentes.
        O cientista não temia que a IA desenvolvesse uma vontade própria maliciosa, mas sim que sua capacidade superior de processamento colocasse os humanos em desvantagem. Ele alertava que, se a IA evoluísse em um ritmo que os humanos não conseguissem acompanhar, o equilíbrio de poder seria profundamente alterado.
        Além disso, Hawking também chamou atenção para os impactos sociais e econômicos da automação em larga escala. Ele previa que empregos desapareceriam em massa e que o controle da tecnologia concentraria ainda mais poder nas mãos de poucos, ampliando desigualdades.
        Na época, os sistemas de IA ainda estavam em estágios iniciais, mas o avanço acelerado de tecnologias como machine learning e deep learning encurtou a distância entre o imaginado e o real. Hoje, especialistas consideram que os riscos apontados por Hawking não são apenas teóricos, mas uma possibilidade concreta.
        Três fatores críticos são mencionados por estudiosos: o surgimento de uma IA que consiga se aprimorar continuamente, a falta de alinhamento com valores humanos e a ausência de mecanismos eficazes de controle. Ignorar esses pontos pode levar a consequências irreversíveis, conforme alertava o físico.
        Hawking resumiu sua visão com uma frase marcante: o sucesso na criação da IA pode ser o maior feito da humanidade — ou seu último, caso não saibamos lidar com os riscos envolvidos.
DISPONÍVEL EM: www.msn.com/pt-br/noticias/ciencia-e-tecnologia/alerta-de-stephen-hawking
Qual alternativa aborda as implicações socioeconômicas previstas por Hawking no contexto da automação avançada?
 

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4025981 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Medicilândia-PA
A partir do texto abaixo, leia-o com atenção para responder à questão.

TEXTO I.
Alerta de Stephen Hawking sobre IA parece cada vez mais próximo da realidade
        Em 2014, o renomado físico Stephen Hawking alertou para os perigos do avanço descontrolado da inteligência artificial. Na época, suas palavras pareciam saídas de um enredo de ficção científica, ao descrever máquinas capazes de se aprimorar sozinhas, reescrevendo seus próprios códigos e superando a inteligência humana em pouco tempo.
        Hawking afirmou à BBC que o desenvolvimento completo da IA poderia representar o fim da humanidade. Segundo ele, enquanto as formas iniciais de inteligência artificial já se mostravam úteis, a evolução para sistemas autônomos e mais rápidos que o cérebro humano poderia criar um cenário perigoso e sem precedentes.
        O cientista não temia que a IA desenvolvesse uma vontade própria maliciosa, mas sim que sua capacidade superior de processamento colocasse os humanos em desvantagem. Ele alertava que, se a IA evoluísse em um ritmo que os humanos não conseguissem acompanhar, o equilíbrio de poder seria profundamente alterado.
        Além disso, Hawking também chamou atenção para os impactos sociais e econômicos da automação em larga escala. Ele previa que empregos desapareceriam em massa e que o controle da tecnologia concentraria ainda mais poder nas mãos de poucos, ampliando desigualdades.
        Na época, os sistemas de IA ainda estavam em estágios iniciais, mas o avanço acelerado de tecnologias como machine learning e deep learning encurtou a distância entre o imaginado e o real. Hoje, especialistas consideram que os riscos apontados por Hawking não são apenas teóricos, mas uma possibilidade concreta.
        Três fatores críticos são mencionados por estudiosos: o surgimento de uma IA que consiga se aprimorar continuamente, a falta de alinhamento com valores humanos e a ausência de mecanismos eficazes de controle. Ignorar esses pontos pode levar a consequências irreversíveis, conforme alertava o físico.
        Hawking resumiu sua visão com uma frase marcante: o sucesso na criação da IA pode ser o maior feito da humanidade — ou seu último, caso não saibamos lidar com os riscos envolvidos.
DISPONÍVEL EM: www.msn.com/pt-br/noticias/ciencia-e-tecnologia/alerta-de-stephen-hawking
Qual alternativa expressa o risco estrutural apontado pelo físico quanto à evolução acelerada desses sistemas?
 

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Texto CG1A1-II
    No admirável mundo novo da inteligência artificial (IA), o ano de 2025 representou um salto — os robôs movidos a algoritmos, que já faziam parte do cotidiano das relações profissionais, invadiram, sem pompa nem circunstância, recantos íntimos, em meio ao intenso e inescapável debate ético. “O risco é criar uma intimidade sem reciprocidade, em que parece haver relação humana, mas não há”, dizem os psicólogos. A IA trabalha com uma proximidade confortável e sem consequências, mas carrega o risco de afastar usuários das complexidades dos relacionamentos reais. O estrondoso debate que atravessou o ano deixa uma questão central: o que perdemos ao delegar a vida aos algoritmos? No caso das consultas médicas, um argumento a favor da IA tem sido o acesso aos profissionais. “Talvez o melhor médico do mundo seja muito melhor do que o ChatGPT. Mas, se não há alternativa, se não é possível pagar por um médico, especialmente em regiões mais pobres, será muito melhor do que nada”. É um ponto, mas não há dúvida: a IA precisa ser levada ao divã.
Lígia Morais. A IA no divã. In: Veja, 24/12/2025, p. 49 (com adaptações). 
Assinale a opção correta acerca de aspectos linguísticos pertinentes ao seguinte trecho do texto CG1A1-II: “A IA trabalha com uma proximidade confortável e sem consequências, mas carrega o risco de afastar usuários das complexidades dos relacionamentos reais”.
 

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Texto CG1A1-II
    No admirável mundo novo da inteligência artificial (IA), o ano de 2025 representou um salto — os robôs movidos a algoritmos, que já faziam parte do cotidiano das relações profissionais, invadiram, sem pompa nem circunstância, recantos íntimos, em meio ao intenso e inescapável debate ético. “O risco é criar uma intimidade sem reciprocidade, em que parece haver relação humana, mas não há”, dizem os psicólogos. A IA trabalha com uma proximidade confortável e sem consequências, mas carrega o risco de afastar usuários das complexidades dos relacionamentos reais. O estrondoso debate que atravessou o ano deixa uma questão central: o que perdemos ao delegar a vida aos algoritmos? No caso das consultas médicas, um argumento a favor da IA tem sido o acesso aos profissionais. “Talvez o melhor médico do mundo seja muito melhor do que o ChatGPT. Mas, se não há alternativa, se não é possível pagar por um médico, especialmente em regiões mais pobres, será muito melhor do que nada”. É um ponto, mas não há dúvida: a IA precisa ser levada ao divã.
Lígia Morais. A IA no divã. In: Veja, 24/12/2025, p. 49 (com adaptações). 
No quarto período do texto CG1A1-II, a expressão “ao delegar a vida aos algoritmos” poderia ser substituída, preservados os sentidos do texto e a correção gramatical, por
 

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Texto CG1A1-II
    No admirável mundo novo da inteligência artificial (IA), o ano de 2025 representou um salto — os robôs movidos a algoritmos, que já faziam parte do cotidiano das relações profissionais, invadiram, sem pompa nem circunstância, recantos íntimos, em meio ao intenso e inescapável debate ético. “O risco é criar uma intimidade sem reciprocidade, em que parece haver relação humana, mas não há”, dizem os psicólogos. A IA trabalha com uma proximidade confortável e sem consequências, mas carrega o risco de afastar usuários das complexidades dos relacionamentos reais. O estrondoso debate que atravessou o ano deixa uma questão central: o que perdemos ao delegar a vida aos algoritmos? No caso das consultas médicas, um argumento a favor da IA tem sido o acesso aos profissionais. “Talvez o melhor médico do mundo seja muito melhor do que o ChatGPT. Mas, se não há alternativa, se não é possível pagar por um médico, especialmente em regiões mais pobres, será muito melhor do que nada”. É um ponto, mas não há dúvida: a IA precisa ser levada ao divã.
Lígia Morais. A IA no divã. In: Veja, 24/12/2025, p. 49 (com adaptações). 
Assinale a opção correta em relação ao seguinte trecho do texto CG1A1-II: ‘Talvez o melhor médico do mundo seja muito melhor do que o ChatGPT. Mas, se não há alternativa, se não é possível pagar por um médico, especialmente em regiões mais pobres, será muito melhor do que nada’.
 

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Texto CG1A1-II
    No admirável mundo novo da inteligência artificial (IA), o ano de 2025 representou um salto — os robôs movidos a algoritmos, que já faziam parte do cotidiano das relações profissionais, invadiram, sem pompa nem circunstância, recantos íntimos, em meio ao intenso e inescapável debate ético. “O risco é criar uma intimidade sem reciprocidade, em que parece haver relação humana, mas não há”, dizem os psicólogos. A IA trabalha com uma proximidade confortável e sem consequências, mas carrega o risco de afastar usuários das complexidades dos relacionamentos reais. O estrondoso debate que atravessou o ano deixa uma questão central: o que perdemos ao delegar a vida aos algoritmos? No caso das consultas médicas, um argumento a favor da IA tem sido o acesso aos profissionais. “Talvez o melhor médico do mundo seja muito melhor do que o ChatGPT. Mas, se não há alternativa, se não é possível pagar por um médico, especialmente em regiões mais pobres, será muito melhor do que nada”. É um ponto, mas não há dúvida: a IA precisa ser levada ao divã.
Lígia Morais. A IA no divã. In: Veja, 24/12/2025, p. 49 (com adaptações). 
Em relação às ideias e às características do texto CG1A1-II, julgue os itens a seguir.

I Conforme o texto, a IA tem ajudado a população que reside em regiões mais pobres a conseguir atendimento por profissionais de saúde.
II Das características discursivas do texto é correto concluir que ele se enquadra na tipologia dissertativa. 
III É possível inferir do texto que a IA foi usada como ferramenta profissional no ano de 2025.

Assinale a opção correta.
 

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Texto CG1A1-II
    No admirável mundo novo da inteligência artificial (IA), o ano de 2025 representou um salto — os robôs movidos a algoritmos, que já faziam parte do cotidiano das relações profissionais, invadiram, sem pompa nem circunstância, recantos íntimos, em meio ao intenso e inescapável debate ético. “O risco é criar uma intimidade sem reciprocidade, em que parece haver relação humana, mas não há”, dizem os psicólogos. A IA trabalha com uma proximidade confortável e sem consequências, mas carrega o risco de afastar usuários das complexidades dos relacionamentos reais. O estrondoso debate que atravessou o ano deixa uma questão central: o que perdemos ao delegar a vida aos algoritmos? No caso das consultas médicas, um argumento a favor da IA tem sido o acesso aos profissionais. “Talvez o melhor médico do mundo seja muito melhor do que o ChatGPT. Mas, se não há alternativa, se não é possível pagar por um médico, especialmente em regiões mais pobres, será muito melhor do que nada”. É um ponto, mas não há dúvida: a IA precisa ser levada ao divã.
Lígia Morais. A IA no divã. In: Veja, 24/12/2025, p. 49 (com adaptações). 
Da leitura do texto CG1A1-II conclui-se que
 

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