Foram encontradas 355.605 questões.
Assinalar a alternativa em que o uso dos “porquês” está
CORRETO.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Aristóteles afirmava que o coração era o órgão
responsável pela consciência, pela sensação e pelo
movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador”
que servia apenas para resfriar o coração.
Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada
imediatamente por estudos na área das neurociências: é o
cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas,
dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as
“automáticas”, como os batimentos do coração e a
respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que
postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos
maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias
falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo
neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta
muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos
estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de
controle, e quem vem ganhando força é uma região quase
tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo
cérebro”, e de fato existe uma abundância de células
nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios
intestinais mantêm um contato direto com o cérebro,
podendo ter impacto em nosso comportamento.
O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos
ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer
que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e
vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa
voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem
potencial de ficar ainda mais interessante: existem
evidências científicas de que as bactérias intestinais
comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que
parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de
Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram
que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso
comportamento. O intestino humano é colonizado por nada
mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de
microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
Estudos recentes reforçam a ideia de que a
microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar
uma revolução no tratamento de distúrbios mentais,
especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia
em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais.
A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio
do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como
mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento
de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito
de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem
exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e
comportamentos.
Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.
(1) Conjunção integrante.
(2) Pronome relativo.
( ) “Aristóteles afirmava que o coração era o órgão responsável pela consciência [...]” (1º parágrafo).
( ) “[...] e que o cérebro era uma espécie de ‘radiador’ [...]” (1º parágrafo).
( ) “‘[...] a ciência produz teorias falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas’.” (2º parágrafo).
( ) “O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles [...]” (6º parágrafo).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Aristóteles afirmava que o coração era o órgão
responsável pela consciência, pela sensação e pelo
movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador”
que servia apenas para resfriar o coração.
Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada
imediatamente por estudos na área das neurociências: é o
cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas,
dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as
“automáticas”, como os batimentos do coração e a
respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que
postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos
maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias
falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo
neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta
muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos
estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de
controle, e quem vem ganhando força é uma região quase
tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo
cérebro”, e de fato existe uma abundância de células
nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios
intestinais mantêm um contato direto com o cérebro,
podendo ter impacto em nosso comportamento.
O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos
ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer
que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e
vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa
voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem
potencial de ficar ainda mais interessante: existem
evidências científicas de que as bactérias intestinais
comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que
parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de
Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram
que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso
comportamento. O intestino humano é colonizado por nada
mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de
microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
Estudos recentes reforçam a ideia de que a
microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar
uma revolução no tratamento de distúrbios mentais,
especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia
em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais.
A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio
do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como
mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento
de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito
de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem
exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e
comportamentos.
Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Aristóteles afirmava que o coração era o órgão
responsável pela consciência, pela sensação e pelo
movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador”
que servia apenas para resfriar o coração.
Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada
imediatamente por estudos na área das neurociências: é o
cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas,
dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as
“automáticas”, como os batimentos do coração e a
respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que
postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos
maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias
falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo
neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta
muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos
estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de
controle, e quem vem ganhando força é uma região quase
tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo
cérebro”, e de fato existe uma abundância de células
nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios
intestinais mantêm um contato direto com o cérebro,
podendo ter impacto em nosso comportamento.
O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos
ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer
que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e
vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa
voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem
potencial de ficar ainda mais interessante: existem
evidências científicas de que as bactérias intestinais
comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que
parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de
Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram
que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso
comportamento. O intestino humano é colonizado por nada
mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de
microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
Estudos recentes reforçam a ideia de que a
microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar
uma revolução no tratamento de distúrbios mentais,
especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia
em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais.
A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio
do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como
mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento
de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito
de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem
exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e
comportamentos.
Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Aristóteles afirmava que o coração era o órgão
responsável pela consciência, pela sensação e pelo
movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador”
que servia apenas para resfriar o coração.
Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada
imediatamente por estudos na área das neurociências: é o
cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas,
dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as
“automáticas”, como os batimentos do coração e a
respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que
postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos
maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias
falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo
neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta
muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos
estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de
controle, e quem vem ganhando força é uma região quase
tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo
cérebro”, e de fato existe uma abundância de células
nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios
intestinais mantêm um contato direto com o cérebro,
podendo ter impacto em nosso comportamento.
O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos
ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer
que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e
vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa
voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem
potencial de ficar ainda mais interessante: existem
evidências científicas de que as bactérias intestinais
comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que
parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de
Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram
que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso
comportamento. O intestino humano é colonizado por nada
mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de
microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
Estudos recentes reforçam a ideia de que a
microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar
uma revolução no tratamento de distúrbios mentais,
especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia
em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais.
A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio
do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como
mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento
de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito
de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem
exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e
comportamentos.
Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Aristóteles afirmava que o coração era o órgão
responsável pela consciência, pela sensação e pelo
movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador”
que servia apenas para resfriar o coração.
Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada
imediatamente por estudos na área das neurociências: é o
cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas,
dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as
“automáticas”, como os batimentos do coração e a
respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que
postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos
maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias
falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo
neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta
muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos
estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de
controle, e quem vem ganhando força é uma região quase
tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo
cérebro”, e de fato existe uma abundância de células
nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios
intestinais mantêm um contato direto com o cérebro,
podendo ter impacto em nosso comportamento.
O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos
ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer
que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e
vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa
voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem
potencial de ficar ainda mais interessante: existem
evidências científicas de que as bactérias intestinais
comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que
parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de
Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram
que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso
comportamento. O intestino humano é colonizado por nada
mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de
microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
Estudos recentes reforçam a ideia de que a
microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar
uma revolução no tratamento de distúrbios mentais,
especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia
em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais.
A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio
do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como
mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento
de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito
de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem
exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e
comportamentos.
Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.
I. Segundo os cientistas, o órgão que, de fato, controla nossas ações e pensamentos é o intestino.
II. As células nervosas do intestino estão sempre em contato direto com o cérebro.
III. O intestino pode interferir no funcionamento do cérebro e vice-versa.
Está CORRETO o que se afirma:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Desde 2009, a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade
Federal de Goiás mantém o projeto Música no Câmpus.
Aberto ao público em geral, o evento conta com shows de
artistas da música popular brasileira a preços acessíveis,
rodas de conversas com os músicos e ações direcionadas a
estudantes do ensino médio e da educação de jovens e
adultos de escolas públicas, que podem assistir aos
espetáculos gratuitamente. Considerando especificamente
as ações do projeto nas escolas públicas, o Música no
Campus promove
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
A importância do ato de escrever
Ao escrever, vivenciamos um deslocamento da nossa
interioridade para exterioridade: vamos do gesto da escrita para
o gesto da leitura e voltamos, mais uma vez, para a (re)escrita.
Assim, vivenciamos um movimento de ir e vir entre os atos de
escrever e ler.
Escrever é revelar o que existe dentro do nosso mundo
interno, e só podemos saber o que vai vir lá de dentro quando,
de fato, escrevemos, pois se trata de um conhecimento que se
completa com essa passagem do “dentro” para o “fora”.
Os atos de ler e de escrever (as palavras e o mundo) são
imprescindíveis para se conhecer a vida, a sociedade e o
próprio “eu”. Dessa forma, como a leitura do mundo vem antes
da leitura da palavra – como nos ensina Paulo Freire – e sempre
está imbricada nesta, escrever a palavra, com marcas de
autoria, exige de quem escreve uma postura ativa, própria de
uma pessoa que se engaja, age e transforma o mundo.
Escrevemos o mundo, escrevemos nossos dias, escrevemos
nossos desejos, nossas crenças, nossas vontades e nossas
ideologias todos os dias quando vivemos nossas vidas. É
preciso ampliar esse olhar para o que é escrever, o que é ser
autor/a, a fim de que possamos ter mais consciência das
escolhas que fazemos ao produzir um texto. Quando
assumimos uma postural autoral ativa, fazemos algo que vai
muito além do que simplesmente preencher uma folha (ou uma
tela) com palavras.
DIAS, Juliana de Freitas. Leitura e produção de textos. São Paulo: Contexto,
2023. p. 56. [Adaptado]
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
A importância do ato de escrever
Ao escrever, vivenciamos um deslocamento da nossa
interioridade para exterioridade: vamos do gesto da escrita para
o gesto da leitura e voltamos, mais uma vez, para a (re)escrita.
Assim, vivenciamos um movimento de ir e vir entre os atos de
escrever e ler.
Escrever é revelar o que existe dentro do nosso mundo
interno, e só podemos saber o que vai vir lá de dentro quando,
de fato, escrevemos, pois se trata de um conhecimento que se
completa com essa passagem do “dentro” para o “fora”.
Os atos de ler e de escrever (as palavras e o mundo) são
imprescindíveis para se conhecer a vida, a sociedade e o
próprio “eu”. Dessa forma, como a leitura do mundo vem antes
da leitura da palavra – como nos ensina Paulo Freire – e sempre
está imbricada nesta, escrever a palavra, com marcas de
autoria, exige de quem escreve uma postura ativa, própria de
uma pessoa que se engaja, age e transforma o mundo.
Escrevemos o mundo, escrevemos nossos dias, escrevemos
nossos desejos, nossas crenças, nossas vontades e nossas
ideologias todos os dias quando vivemos nossas vidas. É
preciso ampliar esse olhar para o que é escrever, o que é ser
autor/a, a fim de que possamos ter mais consciência das
escolhas que fazemos ao produzir um texto. Quando
assumimos uma postural autoral ativa, fazemos algo que vai
muito além do que simplesmente preencher uma folha (ou uma
tela) com palavras.
DIAS, Juliana de Freitas. Leitura e produção de textos. São Paulo: Contexto,
2023. p. 56. [Adaptado]
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
A importância do ato de escrever
Ao escrever, vivenciamos um deslocamento da nossa
interioridade para exterioridade: vamos do gesto da escrita para
o gesto da leitura e voltamos, mais uma vez, para a (re)escrita.
Assim, vivenciamos um movimento de ir e vir entre os atos de
escrever e ler.
Escrever é revelar o que existe dentro do nosso mundo
interno, e só podemos saber o que vai vir lá de dentro quando,
de fato, escrevemos, pois se trata de um conhecimento que se
completa com essa passagem do “dentro” para o “fora”.
Os atos de ler e de escrever (as palavras e o mundo) são
imprescindíveis para se conhecer a vida, a sociedade e o
próprio “eu”. Dessa forma, como a leitura do mundo vem antes
da leitura da palavra – como nos ensina Paulo Freire – e sempre
está imbricada nesta, escrever a palavra, com marcas de
autoria, exige de quem escreve uma postura ativa, própria de
uma pessoa que se engaja, age e transforma o mundo.
Escrevemos o mundo, escrevemos nossos dias, escrevemos
nossos desejos, nossas crenças, nossas vontades e nossas
ideologias todos os dias quando vivemos nossas vidas. É
preciso ampliar esse olhar para o que é escrever, o que é ser
autor/a, a fim de que possamos ter mais consciência das
escolhas que fazemos ao produzir um texto. Quando
assumimos uma postural autoral ativa, fazemos algo que vai
muito além do que simplesmente preencher uma folha (ou uma
tela) com palavras.
DIAS, Juliana de Freitas. Leitura e produção de textos. São Paulo: Contexto,
2023. p. 56. [Adaptado]
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container