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Pressão arterial com valor de 12/8 passa a ser considerada
pré-hipertensão
A leitura de 12/8, antes vista como sinônimo de
pressão arterial perfeita, agora é classificada como préhipertensão, de acordo com as novas diretrizes elaboradas
pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, Nefrologia e
Hipertensão.
As novas diretrizes indicam que quem está na faixa de
pré-hipertensão deve adotar mudanças no estilo de vida,
como reduzir o consumo de sal, controlar o peso, praticar
atividades físicas e gerenciar o estresse. O uso de
medicamentos, no entanto, só é considerado em casos
específicos — como em pessoas com pressão acima de 13/8
associada a diabetes ou doenças renais.
A hipertensão raramente aparece sozinha. Em grande
parte dos casos ela vem acompanhada de obesidade,
colesterol alto e glicemia elevada, o que multiplica os riscos.
Por isso, a diretriz reforça a importância de observar o
paciente como um todo, e não apenas o número no
medidor.
A hipertensão não controlada é a principal causa de
mortes no mundo, direta ou indiretamente. Por isso, o
recado é simples: medir a pressão ao menos uma vez por
ano e procurar acompanhamento médico regular. É uma
doença silenciosa, mas que pode ser prevenida com atitudes
simples. O importante é não esperar os sintomas
aparecerem.
Fonte: Jornal da USP no Ar. Adaptado.
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Pressão arterial com valor de 12/8 passa a ser considerada
pré-hipertensão
A leitura de 12/8, antes vista como sinônimo de
pressão arterial perfeita, agora é classificada como préhipertensão, de acordo com as novas diretrizes elaboradas
pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, Nefrologia e
Hipertensão.
As novas diretrizes indicam que quem está na faixa de
pré-hipertensão deve adotar mudanças no estilo de vida,
como reduzir o consumo de sal, controlar o peso, praticar
atividades físicas e gerenciar o estresse. O uso de
medicamentos, no entanto, só é considerado em casos
específicos — como em pessoas com pressão acima de 13/8
associada a diabetes ou doenças renais.
A hipertensão raramente aparece sozinha. Em grande
parte dos casos ela vem acompanhada de obesidade,
colesterol alto e glicemia elevada, o que multiplica os riscos.
Por isso, a diretriz reforça a importância de observar o
paciente como um todo, e não apenas o número no
medidor.
A hipertensão não controlada é a principal causa de
mortes no mundo, direta ou indiretamente. Por isso, o
recado é simples: medir a pressão ao menos uma vez por
ano e procurar acompanhamento médico regular. É uma
doença silenciosa, mas que pode ser prevenida com atitudes
simples. O importante é não esperar os sintomas
aparecerem.
Fonte: Jornal da USP no Ar. Adaptado.
( ) A nova faixa de hipertensão está abaixo da antiga de 12/8.
( ) Não controlar a hipertensão é a principal causa de mortes no mundo.
( ) É recomendado medir a pressão ao menos uma vez por ano e ter acompanhamento médico regular.
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Pressão arterial com valor de 12/8 passa a ser considerada
pré-hipertensão
A leitura de 12/8, antes vista como sinônimo de
pressão arterial perfeita, agora é classificada como préhipertensão, de acordo com as novas diretrizes elaboradas
pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, Nefrologia e
Hipertensão.
As novas diretrizes indicam que quem está na faixa de
pré-hipertensão deve adotar mudanças no estilo de vida,
como reduzir o consumo de sal, controlar o peso, praticar
atividades físicas e gerenciar o estresse. O uso de
medicamentos, no entanto, só é considerado em casos
específicos — como em pessoas com pressão acima de 13/8
associada a diabetes ou doenças renais.
A hipertensão raramente aparece sozinha. Em grande
parte dos casos ela vem acompanhada de obesidade,
colesterol alto e glicemia elevada, o que multiplica os riscos.
Por isso, a diretriz reforça a importância de observar o
paciente como um todo, e não apenas o número no
medidor.
A hipertensão não controlada é a principal causa de
mortes no mundo, direta ou indiretamente. Por isso, o
recado é simples: medir a pressão ao menos uma vez por
ano e procurar acompanhamento médico regular. É uma
doença silenciosa, mas que pode ser prevenida com atitudes
simples. O importante é não esperar os sintomas
aparecerem.
Fonte: Jornal da USP no Ar. Adaptado.
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Aristóteles afirmava que o coração era o órgão
responsável pela consciência, pela sensação e pelo
movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador”
que servia apenas para resfriar o coração.
Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada
imediatamente por estudos na área das neurociências: é o
cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas,
dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as
“automáticas”, como os batimentos do coração e a
respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que
postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos
maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias
falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.
Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.
Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.
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Aristóteles afirmava que o coração era o órgão
responsável pela consciência, pela sensação e pelo
movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador”
que servia apenas para resfriar o coração.
Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada
imediatamente por estudos na área das neurociências: é o
cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas,
dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as
“automáticas”, como os batimentos do coração e a
respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que
postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos
maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias
falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.
Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.
Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.
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Aristóteles afirmava que o coração era o órgão
responsável pela consciência, pela sensação e pelo
movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador”
que servia apenas para resfriar o coração.
Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada
imediatamente por estudos na área das neurociências: é o
cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas,
dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as
“automáticas”, como os batimentos do coração e a
respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que
postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos
maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias
falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.
Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.
Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.
( ) “[...] novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia [...]” (3º parágrafo). Nesse período, temos voz passiva analítica.
( ) No 3º parágrafo, “qual” inicia uma oração com valor adjetivo.
( ) A expressão “uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas.” (4º parágrafo) exerce a função sintática de sujeito da forma verbal “existe”.
( ) A expressão “100 trilhões de microrganismos vivos” (6º parágrafo) exerce função sintática de agente da passiva.
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Questão presente nas seguintes provas
A partir do emprego simultâneo de pronomes pessoais
do caso reto e oblíquo, assinalar a alternativa CORRETA.
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Questão presente nas seguintes provas
Sobre o emprego de “senão” e “se não”, analisar os
itens.
I. Maria só mora em lugares onde se não vive tranquilamente.
II. Estude, senão será reprovado!
III. Não passará nunca, senão estudar!
Está CORRETO o que se afirma:
I. Maria só mora em lugares onde se não vive tranquilamente.
II. Estude, senão será reprovado!
III. Não passará nunca, senão estudar!
Está CORRETO o que se afirma:
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Considerar as orações abaixo e assinalar a alternativa
CORRETA.
I. O mecânico cheira a gasolina.
II. O mecânico cheira à gasolina.
I. O mecânico cheira a gasolina.
II. O mecânico cheira à gasolina.
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Considerando o emprego dos “porquês”, assinalar a
alternativa CORRETA.
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