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4027296 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: ARTESP
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.
Um pai autoritário


    No romance Paradiso, o grande escritor cubano José Lezama Lima diz que um ser humano só começa a envelhecer depois da morte do pai. Freud atribui a essa morte um dos grandes traumas de um filho.

    Mas há também pais terríveis, opressores e tirânicos, na vida e na literatura. Carta ao pai, de Franz Kafka, é um dos exemplos notáveis de pai repressivo, que interfere nas relações amorosas e na profissão do filho. Um pai que não se conforma com um grão de felicidade do jovem Franz. A Carta é o inventário de uma vida infernal.

    É difícil saber até que ponto o pai de Kafka na Carta é totalmente verdadeiro. Pode ser uma construção ficcional ou um pai figurado, mais ou menos próximo do verdadeiro. Mas isso atenua o sofrimento do narrador? O leitor acredita na figuração do pai. Em cada página, o que prevalece é uma alternância de sofrimentos e humilhações, imposta por um homem prepotente e autoritário. Um grande escritor não depende de que ele seja inteiramente fiel aos fatos; sua fidelidade é com a força das palavras que é capaz de escrever.


(Adaptado de: HATOUM, Milton. Um solitário à espreita. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 204)
No parágrafo final, o autor do texto considera que
 

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4027295 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: ARTESP
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.
Um pai autoritário


    No romance Paradiso, o grande escritor cubano José Lezama Lima diz que um ser humano só começa a envelhecer depois da morte do pai. Freud atribui a essa morte um dos grandes traumas de um filho.

    Mas há também pais terríveis, opressores e tirânicos, na vida e na literatura. Carta ao pai, de Franz Kafka, é um dos exemplos notáveis de pai repressivo, que interfere nas relações amorosas e na profissão do filho. Um pai que não se conforma com um grão de felicidade do jovem Franz. A Carta é o inventário de uma vida infernal.

    É difícil saber até que ponto o pai de Kafka na Carta é totalmente verdadeiro. Pode ser uma construção ficcional ou um pai figurado, mais ou menos próximo do verdadeiro. Mas isso atenua o sofrimento do narrador? O leitor acredita na figuração do pai. Em cada página, o que prevalece é uma alternância de sofrimentos e humilhações, imposta por um homem prepotente e autoritário. Um grande escritor não depende de que ele seja inteiramente fiel aos fatos; sua fidelidade é com a força das palavras que é capaz de escrever.


(Adaptado de: HATOUM, Milton. Um solitário à espreita. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 204)
Há emprego de linguagem figurada no segmento
 

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4027294 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: ARTESP
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.

Sobre as vaidades


    A vaidade é humana. Em alguma medida, todos somos vaidosos. Há inclusive a vaidade de quem vaidosamente confessa que não é vaidoso. A questão não é se ela está ou não em nós; a questão é o que fazer com ela.

    Antes de mais nada, é preciso distinguir entre as formas pelas quais a vaidade opera. Há aquela que um individuo alimenta por se sentir melhor do que os outros, a vaidade de quem já parece ter nascido como um ser superior. A pessoa justifica sua vaidade pelo simples fato de ser quem é. É o caso de quem costuma dizer para quem não o identifica como um ser especial: "Você não me conhece..." Essa é uma vaidade odiosa, pois por ela a pessoa se impõe apenas por ser quem é, dispensando qualquer razão para se sentir como um deus.

    Mas há também a vaidade de quem se orgulha por algo que efetivamente realizou: uma obra, um apoio afetivo, um trabalho socialmente útil, um gesto de solidariedade, um esforço consequente e positivo, um engajamento, um compromisso sério. É a vaidade de quem expande sua vida na direção do outro, e fica feliz pelo sucesso desse empreendimento. Essa é a vaidade justificável, com base objetiva, que resultou de um ato verdadeiramente virtuoso.

    Em suma: há a vaidade de quem afirma "sou vaidoso pelo que sou" e há a vaidade de quem pode afirmar "estou vaidoso pelo que faço". Não é difícil compreender como é longo esse caminho que vai do "simplesmente ser" para o "aplicar-se num fazer". É a distância entre a vaidade vazia e a vaidade que decorre de uma ação construtiva.
(Leodegário Corsi, a editar)
É adequado o emprego do elemento sublinhado na frase:
 

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4027293 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: ARTESP
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.

Sobre as vaidades


    A vaidade é humana. Em alguma medida, todos somos vaidosos. Há inclusive a vaidade de quem vaidosamente confessa que não é vaidoso. A questão não é se ela está ou não em nós; a questão é o que fazer com ela.

    Antes de mais nada, é preciso distinguir entre as formas pelas quais a vaidade opera. Há aquela que um individuo alimenta por se sentir melhor do que os outros, a vaidade de quem já parece ter nascido como um ser superior. A pessoa justifica sua vaidade pelo simples fato de ser quem é. É o caso de quem costuma dizer para quem não o identifica como um ser especial: "Você não me conhece..." Essa é uma vaidade odiosa, pois por ela a pessoa se impõe apenas por ser quem é, dispensando qualquer razão para se sentir como um deus.

    Mas há também a vaidade de quem se orgulha por algo que efetivamente realizou: uma obra, um apoio afetivo, um trabalho socialmente útil, um gesto de solidariedade, um esforço consequente e positivo, um engajamento, um compromisso sério. É a vaidade de quem expande sua vida na direção do outro, e fica feliz pelo sucesso desse empreendimento. Essa é a vaidade justificável, com base objetiva, que resultou de um ato verdadeiramente virtuoso.

    Em suma: há a vaidade de quem afirma "sou vaidoso pelo que sou" e há a vaidade de quem pode afirmar "estou vaidoso pelo que faço". Não é difícil compreender como é longo esse caminho que vai do "simplesmente ser" para o "aplicar-se num fazer". É a distância entre a vaidade vazia e a vaidade que decorre de uma ação construtiva.
(Leodegário Corsi, a editar)
As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:
 

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4027292 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: ARTESP
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.

Sobre as vaidades


    A vaidade é humana. Em alguma medida, todos somos vaidosos. Há inclusive a vaidade de quem vaidosamente confessa que não é vaidoso. A questão não é se ela está ou não em nós; a questão é o que fazer com ela.

    Antes de mais nada, é preciso distinguir entre as formas pelas quais a vaidade opera. Há aquela que um individuo alimenta por se sentir melhor do que os outros, a vaidade de quem já parece ter nascido como um ser superior. A pessoa justifica sua vaidade pelo simples fato de ser quem é. É o caso de quem costuma dizer para quem não o identifica como um ser especial: "Você não me conhece..." Essa é uma vaidade odiosa, pois por ela a pessoa se impõe apenas por ser quem é, dispensando qualquer razão para se sentir como um deus.

    Mas há também a vaidade de quem se orgulha por algo que efetivamente realizou: uma obra, um apoio afetivo, um trabalho socialmente útil, um gesto de solidariedade, um esforço consequente e positivo, um engajamento, um compromisso sério. É a vaidade de quem expande sua vida na direção do outro, e fica feliz pelo sucesso desse empreendimento. Essa é a vaidade justificável, com base objetiva, que resultou de um ato verdadeiramente virtuoso.

    Em suma: há a vaidade de quem afirma "sou vaidoso pelo que sou" e há a vaidade de quem pode afirmar "estou vaidoso pelo que faço". Não é difícil compreender como é longo esse caminho que vai do "simplesmente ser" para o "aplicar-se num fazer". É a distância entre a vaidade vazia e a vaidade que decorre de uma ação construtiva.
(Leodegário Corsi, a editar)
No segundo parágrafo, analisa-se a forma de vaidade cuja manifestação
 

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4027291 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: ARTESP
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.

Sobre as vaidades


    A vaidade é humana. Em alguma medida, todos somos vaidosos. Há inclusive a vaidade de quem vaidosamente confessa que não é vaidoso. A questão não é se ela está ou não em nós; a questão é o que fazer com ela.

    Antes de mais nada, é preciso distinguir entre as formas pelas quais a vaidade opera. Há aquela que um individuo alimenta por se sentir melhor do que os outros, a vaidade de quem já parece ter nascido como um ser superior. A pessoa justifica sua vaidade pelo simples fato de ser quem é. É o caso de quem costuma dizer para quem não o identifica como um ser especial: "Você não me conhece..." Essa é uma vaidade odiosa, pois por ela a pessoa se impõe apenas por ser quem é, dispensando qualquer razão para se sentir como um deus.

    Mas há também a vaidade de quem se orgulha por algo que efetivamente realizou: uma obra, um apoio afetivo, um trabalho socialmente útil, um gesto de solidariedade, um esforço consequente e positivo, um engajamento, um compromisso sério. É a vaidade de quem expande sua vida na direção do outro, e fica feliz pelo sucesso desse empreendimento. Essa é a vaidade justificável, com base objetiva, que resultou de um ato verdadeiramente virtuoso.

    Em suma: há a vaidade de quem afirma "sou vaidoso pelo que sou" e há a vaidade de quem pode afirmar "estou vaidoso pelo que faço". Não é difícil compreender como é longo esse caminho que vai do "simplesmente ser" para o "aplicar-se num fazer". É a distância entre a vaidade vazia e a vaidade que decorre de uma ação construtiva.
(Leodegário Corsi, a editar)
Ao tratar das duas formas pelas quais a vaidade opera, o autor do texto as distingue claramente,
 

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4027290 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: ARTESP
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto a seguir.

Sobre as vaidades


    A vaidade é humana. Em alguma medida, todos somos vaidosos. Há inclusive a vaidade de quem vaidosamente confessa que não é vaidoso. A questão não é se ela está ou não em nós; a questão é o que fazer com ela.

    Antes de mais nada, é preciso distinguir entre as formas pelas quais a vaidade opera. Há aquela que um individuo alimenta por se sentir melhor do que os outros, a vaidade de quem já parece ter nascido como um ser superior. A pessoa justifica sua vaidade pelo simples fato de ser quem é. É o caso de quem costuma dizer para quem não o identifica como um ser especial: "Você não me conhece..." Essa é uma vaidade odiosa, pois por ela a pessoa se impõe apenas por ser quem é, dispensando qualquer razão para se sentir como um deus.

    Mas há também a vaidade de quem se orgulha por algo que efetivamente realizou: uma obra, um apoio afetivo, um trabalho socialmente útil, um gesto de solidariedade, um esforço consequente e positivo, um engajamento, um compromisso sério. É a vaidade de quem expande sua vida na direção do outro, e fica feliz pelo sucesso desse empreendimento. Essa é a vaidade justificável, com base objetiva, que resultou de um ato verdadeiramente virtuoso.

    Em suma: há a vaidade de quem afirma "sou vaidoso pelo que sou" e há a vaidade de quem pode afirmar "estou vaidoso pelo que faço". Não é difícil compreender como é longo esse caminho que vai do "simplesmente ser" para o "aplicar-se num fazer". É a distância entre a vaidade vazia e a vaidade que decorre de uma ação construtiva.
(Leodegário Corsi, a editar)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
 

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4027062 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IBED
Orgão: Pref. Conceição Canindé-PI
TEXTO I
A educação brasileira, ao longo das últimas décadas, tem sido palco de intensos debates e reformas, buscando incessantemente aprimorar a qualidade do ensino e garantir o acesso equitativo para todos os cidadãos. Um dos pilares centrais dessa discussão é a inclusão escolar, um desafio que transcende a mera matrícula de alunos com necessidades especiais, abrangendo também a adaptação de currículos, a formação continuada de professores e a criação de ambientes acolhedores e didaticamente eficazes. A alfabetização de adultos, por sua vez, emerge como um vetor crucial para a dignidade e a autonomia, combatendo o analfabetismo funcional que ainda persiste em diversas camadas sociais, e abrindo portas para oportunidades de emprego e participação cívica plena. As bibliotecas públicas, embora frequentemente subvalorizadas e com orçamentos limitados, desempenham um papel insubstituível como centros de fomento à leitura, pesquisa e cultura, servindo como espaços democráticos de acesso ao conhecimento, especialmente em comunidades mais carentes. O ensino técnico, com sua vocação para a preparação profissional direta, tem se mostrado uma via promissora para inserir jovens e adultos no mercado de trabalho, reduzindo a lacuna entre a formação acadêmica e as demandas do setor produtivo. Contudo, para que todas essas frentes avancem, a formação de professores se apresenta como o alicerce fundamental. Investir na capacitação, valorização e suporte aos educadores é investir no futuro da nação, pois são eles os agentes transformadores que moldam as mentes e inspiram as próximas gerações. Sem um corpo docente bem preparado e motivado, qualquer política educacional inovadora corre o risco de não alcançar seu potencial máximo. 
(Adaptado de Jornal do Brasil, nov. 2024)
A ocorrência das vírgulas na oração "As bibliotecas públicas, embora frequentemente subvalorizadas e com orçamentos limitados, desempenham um papel insubstituível" justifica-se por isolar uma oração subordinada adverbial concessiva intercalada.
 

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4027061 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IBED
Orgão: Pref. Conceição Canindé-PI
TEXTO I
A educação brasileira, ao longo das últimas décadas, tem sido palco de intensos debates e reformas, buscando incessantemente aprimorar a qualidade do ensino e garantir o acesso equitativo para todos os cidadãos. Um dos pilares centrais dessa discussão é a inclusão escolar, um desafio que transcende a mera matrícula de alunos com necessidades especiais, abrangendo também a adaptação de currículos, a formação continuada de professores e a criação de ambientes acolhedores e didaticamente eficazes. A alfabetização de adultos, por sua vez, emerge como um vetor crucial para a dignidade e a autonomia, combatendo o analfabetismo funcional que ainda persiste em diversas camadas sociais, e abrindo portas para oportunidades de emprego e participação cívica plena. As bibliotecas públicas, embora frequentemente subvalorizadas e com orçamentos limitados, desempenham um papel insubstituível como centros de fomento à leitura, pesquisa e cultura, servindo como espaços democráticos de acesso ao conhecimento, especialmente em comunidades mais carentes. O ensino técnico, com sua vocação para a preparação profissional direta, tem se mostrado uma via promissora para inserir jovens e adultos no mercado de trabalho, reduzindo a lacuna entre a formação acadêmica e as demandas do setor produtivo. Contudo, para que todas essas frentes avancem, a formação de professores se apresenta como o alicerce fundamental. Investir na capacitação, valorização e suporte aos educadores é investir no futuro da nação, pois são eles os agentes transformadores que moldam as mentes e inspiram as próximas gerações. Sem um corpo docente bem preparado e motivado, qualquer política educacional inovadora corre o risco de não alcançar seu potencial máximo. 
(Adaptado de Jornal do Brasil, nov. 2024)
O autor do texto argumenta que a formação de professores é o elemento mais importante para o sucesso das políticas educacionais, pois a falta de investimento nesse setor compromete o avanço de outras iniciativas.
 

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4027060 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IBED
Orgão: Pref. Conceição Canindé-PI
TEXTO I
A educação brasileira, ao longo das últimas décadas, tem sido palco de intensos debates e reformas, buscando incessantemente aprimorar a qualidade do ensino e garantir o acesso equitativo para todos os cidadãos. Um dos pilares centrais dessa discussão é a inclusão escolar, um desafio que transcende a mera matrícula de alunos com necessidades especiais, abrangendo também a adaptação de currículos, a formação continuada de professores e a criação de ambientes acolhedores e didaticamente eficazes. A alfabetização de adultos, por sua vez, emerge como um vetor crucial para a dignidade e a autonomia, combatendo o analfabetismo funcional que ainda persiste em diversas camadas sociais, e abrindo portas para oportunidades de emprego e participação cívica plena. As bibliotecas públicas, embora frequentemente subvalorizadas e com orçamentos limitados, desempenham um papel insubstituível como centros de fomento à leitura, pesquisa e cultura, servindo como espaços democráticos de acesso ao conhecimento, especialmente em comunidades mais carentes. O ensino técnico, com sua vocação para a preparação profissional direta, tem se mostrado uma via promissora para inserir jovens e adultos no mercado de trabalho, reduzindo a lacuna entre a formação acadêmica e as demandas do setor produtivo. Contudo, para que todas essas frentes avancem, a formação de professores se apresenta como o alicerce fundamental. Investir na capacitação, valorização e suporte aos educadores é investir no futuro da nação, pois são eles os agentes transformadores que moldam as mentes e inspiram as próximas gerações. Sem um corpo docente bem preparado e motivado, qualquer política educacional inovadora corre o risco de não alcançar seu potencial máximo. 
(Adaptado de Jornal do Brasil, nov. 2024)
A palavra "insubstituível", presente no terceiro parágrafo, indica que as bibliotecas públicas possuem um valor que não pode ser alcançado por outras instituições, reforçando a importância atribuída a elas pelo autor.
 

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