Foram encontradas 365.228 questões.
Leia o texto a seguir.
Tetracampeões em 1994 dão dicas para Seleção acabar com
jejum de 24 anos
Romário, Bebeto e Jorginho contam o que jogadores precisam
para superar pressão e desconfiança
Brasil disputa uma Copa do Mundo nos Estados Unidos
e com 24 anos sem conquistar o torneio. É impossível não
relacionar a edição de 2026 que começa em uma semana com
aquela histórica de 1994, quando jogadores do nível de Romário,
Bebeto, Jorginho e Taffarel conviveram com uma pressão enorme
pelo tetra diante do mesmo jejum.
Situação parecida vivem os comandados de Carlo Ancelotti,
que não sofrem tanto com ataques da torcida, mas veem uma
desconfiança ainda maior.
"Acho que a seleção de 94 foi a que saiu mais desacreditada
do Brasil até então. A pressão era gigantesca, pouca gente levava
fé. Mas nós acreditávamos. Pelo menos para mim, e acho que pra
maioria também, aquilo serviu de combustível e de motivação”,
relembra Romário.
Uma diferença marcante entre essas duas seleções
brasileiras está justamente no principal nome de cada elenco.
Romário vivia seu auge em 1994 e foi tratado como a grande
esperança de um time burocrático, forte defensivamente e
criticado por não apresentar grande futebol. E o Baixinho chamou
a responsabilidade à época, prometeu aos brasileiros a conquista
e não só cumpriu como foi o cara do tetra ao lado de Bebeto.
Já em 2026, o principal nome do elenco nem sequer sabe se
estará em campo. Neymar dividiu o país e em seu pior momento
na carreira e é uma grande incógnita por causa da lesão na
panturrilha direita. Mas também é uma das esperanças para
muitos.
A outra é Vini Jr, que pela primeira vez pode ter a
responsabilidade de ser a referência do país na busca pelo hexa
e, enfim, desabrochar com a amarelinha.
"Não tem de driblar a pressão, pelo contrário, tem de usá-la
a seu favor. A pressão faz parte. Em 94, eu cumpri o prometido e
fomos tetra. Agora, o Neymar sabe a responsabilidade que tem,
como maior craque, de liderar tecnicamente o time e trazer o
hexa", aposta o Baixinho.
Fonte: https://odia.ig.com.br/esporte/copa-do-mundo/2026/06/7260280-
tetracampeoes-em-1994-dao-dicas-para-selecao-acabar-com-jejum-de-24-anos.
html. Excerto. Acesso em 04/06/2026
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Tetracampeões em 1994 dão dicas para Seleção acabar com
jejum de 24 anos
Romário, Bebeto e Jorginho contam o que jogadores precisam
para superar pressão e desconfiança
Brasil disputa uma Copa do Mundo nos Estados Unidos
e com 24 anos sem conquistar o torneio. É impossível não
relacionar a edição de 2026 que começa em uma semana com
aquela histórica de 1994, quando jogadores do nível de Romário,
Bebeto, Jorginho e Taffarel conviveram com uma pressão enorme
pelo tetra diante do mesmo jejum.
Situação parecida vivem os comandados de Carlo Ancelotti,
que não sofrem tanto com ataques da torcida, mas veem uma
desconfiança ainda maior.
"Acho que a seleção de 94 foi a que saiu mais desacreditada
do Brasil até então. A pressão era gigantesca, pouca gente levava
fé. Mas nós acreditávamos. Pelo menos para mim, e acho que pra
maioria também, aquilo serviu de combustível e de motivação”,
relembra Romário.
Uma diferença marcante entre essas duas seleções
brasileiras está justamente no principal nome de cada elenco.
Romário vivia seu auge em 1994 e foi tratado como a grande
esperança de um time burocrático, forte defensivamente e
criticado por não apresentar grande futebol. E o Baixinho chamou
a responsabilidade à época, prometeu aos brasileiros a conquista
e não só cumpriu como foi o cara do tetra ao lado de Bebeto.
Já em 2026, o principal nome do elenco nem sequer sabe se
estará em campo. Neymar dividiu o país e em seu pior momento
na carreira e é uma grande incógnita por causa da lesão na
panturrilha direita. Mas também é uma das esperanças para
muitos.
A outra é Vini Jr, que pela primeira vez pode ter a
responsabilidade de ser a referência do país na busca pelo hexa
e, enfim, desabrochar com a amarelinha.
"Não tem de driblar a pressão, pelo contrário, tem de usá-la
a seu favor. A pressão faz parte. Em 94, eu cumpri o prometido e
fomos tetra. Agora, o Neymar sabe a responsabilidade que tem,
como maior craque, de liderar tecnicamente o time e trazer o
hexa", aposta o Baixinho.
Fonte: https://odia.ig.com.br/esporte/copa-do-mundo/2026/06/7260280-
tetracampeoes-em-1994-dao-dicas-para-selecao-acabar-com-jejum-de-24-anos.
html. Excerto. Acesso em 04/06/2026
De acordo com o texto, a principal semelhança entre as seleções brasileiras de 1994 e de 2026 é o fato de ambas:
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Jantar para emagrecer e desinchar
após as festas de fim de ano
Ajustes simples no jantar ajudam a reduzir o inchaço,
melhorar a digestão e retomar o equilíbrio alimentar
após os excessos das festas de fim de ano
Com a alimentação típica das festas de fim de ano, é comum
o corpo reter mais líquido, o intestino ficar um pouco mais
lento e o peso subir. A nutricionista e coordenadora do curso
semipresencial de Nutrição da UNINASSAU Recife, Julyanne
Goes, destaca que o segredo não é passar fome, mas fornecer ao
corpo os nutrientes certos para ajudar a filtrar os excessos de uma
alimentação rica em açúcares, sódio, gorduras e, muitas vezes,
álcool. A profissional orienta como montar uma alimentação para
emagrecer e desinchar [...]
Um jantar eficiente precisa ser leve e nutritivo. É indicado
visualizar o seu prato e dividi-lo em partes. A base deve ser 25%
do prato de proteína magra, como filé de peixe, peito de frango
grelhado ou ovos mexidos. Essa refeição ajuda na saciedade e na
recuperação muscular. Complete o restante com 50% do prato de
fibras, sendo legumes e verduras, de preferência cozidos ou no
vapor, pois facilitam a digestão noturna, como abobrinha, chuchu,
vagem, brócolis ou folhas verde-escuras.
Todos eles são ricos em fibras, água e minerais que auxiliam
na redução do inchaço. Por fim, complete 25% do prato com
carboidratos na medida certa, ajustados à rotina e ao gasto
energético de cada pessoa. Batata-doce, arroz, macaxeira
(conhecida como aipim e mandioca), inhame, cará e até mesmo
o cuscuz, desde que sem exageros nas quantidades, são ótimas
opções. [...]
Fonte: https://receitas.globo.com/blog/alimentacao-e-saude/jantar-para-emagrecere-desinchar-apos-as-festas-de-fim-de-ano.ghtml. Acesso em 10/06/2026. Excerto
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Jantar para emagrecer e desinchar
após as festas de fim de ano
Ajustes simples no jantar ajudam a reduzir o inchaço,
melhorar a digestão e retomar o equilíbrio alimentar
após os excessos das festas de fim de ano
Com a alimentação típica das festas de fim de ano, é comum
o corpo reter mais líquido, o intestino ficar um pouco mais
lento e o peso subir. A nutricionista e coordenadora do curso
semipresencial de Nutrição da UNINASSAU Recife, Julyanne
Goes, destaca que o segredo não é passar fome, mas fornecer ao
corpo os nutrientes certos para ajudar a filtrar os excessos de uma
alimentação rica em açúcares, sódio, gorduras e, muitas vezes,
álcool. A profissional orienta como montar uma alimentação para
emagrecer e desinchar [...]
Um jantar eficiente precisa ser leve e nutritivo. É indicado
visualizar o seu prato e dividi-lo em partes. A base deve ser 25%
do prato de proteína magra, como filé de peixe, peito de frango
grelhado ou ovos mexidos. Essa refeição ajuda na saciedade e na
recuperação muscular. Complete o restante com 50% do prato de
fibras, sendo legumes e verduras, de preferência cozidos ou no
vapor, pois facilitam a digestão noturna, como abobrinha, chuchu,
vagem, brócolis ou folhas verde-escuras.
Todos eles são ricos em fibras, água e minerais que auxiliam
na redução do inchaço. Por fim, complete 25% do prato com
carboidratos na medida certa, ajustados à rotina e ao gasto
energético de cada pessoa. Batata-doce, arroz, macaxeira
(conhecida como aipim e mandioca), inhame, cará e até mesmo
o cuscuz, desde que sem exageros nas quantidades, são ótimas
opções. [...]
Fonte: https://receitas.globo.com/blog/alimentacao-e-saude/jantar-para-emagrecere-desinchar-apos-as-festas-de-fim-de-ano.ghtml. Acesso em 10/06/2026. Excerto
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Jantar para emagrecer e desinchar
após as festas de fim de ano
Ajustes simples no jantar ajudam a reduzir o inchaço,
melhorar a digestão e retomar o equilíbrio alimentar
após os excessos das festas de fim de ano
Com a alimentação típica das festas de fim de ano, é comum
o corpo reter mais líquido, o intestino ficar um pouco mais
lento e o peso subir. A nutricionista e coordenadora do curso
semipresencial de Nutrição da UNINASSAU Recife, Julyanne
Goes, destaca que o segredo não é passar fome, mas fornecer ao
corpo os nutrientes certos para ajudar a filtrar os excessos de uma
alimentação rica em açúcares, sódio, gorduras e, muitas vezes,
álcool. A profissional orienta como montar uma alimentação para
emagrecer e desinchar [...]
Um jantar eficiente precisa ser leve e nutritivo. É indicado
visualizar o seu prato e dividi-lo em partes. A base deve ser 25%
do prato de proteína magra, como filé de peixe, peito de frango
grelhado ou ovos mexidos. Essa refeição ajuda na saciedade e na
recuperação muscular. Complete o restante com 50% do prato de
fibras, sendo legumes e verduras, de preferência cozidos ou no
vapor, pois facilitam a digestão noturna, como abobrinha, chuchu,
vagem, brócolis ou folhas verde-escuras.
Todos eles são ricos em fibras, água e minerais que auxiliam
na redução do inchaço. Por fim, complete 25% do prato com
carboidratos na medida certa, ajustados à rotina e ao gasto
energético de cada pessoa. Batata-doce, arroz, macaxeira
(conhecida como aipim e mandioca), inhame, cará e até mesmo
o cuscuz, desde que sem exageros nas quantidades, são ótimas
opções. [...]
Fonte: https://receitas.globo.com/blog/alimentacao-e-saude/jantar-para-emagrecere-desinchar-apos-as-festas-de-fim-de-ano.ghtml. Acesso em 10/06/2026. Excerto
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Jantar para emagrecer e desinchar
após as festas de fim de ano
Ajustes simples no jantar ajudam a reduzir o inchaço,
melhorar a digestão e retomar o equilíbrio alimentar
após os excessos das festas de fim de ano
Com a alimentação típica das festas de fim de ano, é comum
o corpo reter mais líquido, o intestino ficar um pouco mais
lento e o peso subir. A nutricionista e coordenadora do curso
semipresencial de Nutrição da UNINASSAU Recife, Julyanne
Goes, destaca que o segredo não é passar fome, mas fornecer ao
corpo os nutrientes certos para ajudar a filtrar os excessos de uma
alimentação rica em açúcares, sódio, gorduras e, muitas vezes,
álcool. A profissional orienta como montar uma alimentação para
emagrecer e desinchar [...]
Um jantar eficiente precisa ser leve e nutritivo. É indicado
visualizar o seu prato e dividi-lo em partes. A base deve ser 25%
do prato de proteína magra, como filé de peixe, peito de frango
grelhado ou ovos mexidos. Essa refeição ajuda na saciedade e na
recuperação muscular. Complete o restante com 50% do prato de
fibras, sendo legumes e verduras, de preferência cozidos ou no
vapor, pois facilitam a digestão noturna, como abobrinha, chuchu,
vagem, brócolis ou folhas verde-escuras.
Todos eles são ricos em fibras, água e minerais que auxiliam
na redução do inchaço. Por fim, complete 25% do prato com
carboidratos na medida certa, ajustados à rotina e ao gasto
energético de cada pessoa. Batata-doce, arroz, macaxeira
(conhecida como aipim e mandioca), inhame, cará e até mesmo
o cuscuz, desde que sem exageros nas quantidades, são ótimas
opções. [...]
Fonte: https://receitas.globo.com/blog/alimentacao-e-saude/jantar-para-emagrecere-desinchar-apos-as-festas-de-fim-de-ano.ghtml. Acesso em 10/06/2026. Excerto
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Jantar para emagrecer e desinchar
após as festas de fim de ano
Ajustes simples no jantar ajudam a reduzir o inchaço,
melhorar a digestão e retomar o equilíbrio alimentar
após os excessos das festas de fim de ano
Com a alimentação típica das festas de fim de ano, é comum
o corpo reter mais líquido, o intestino ficar um pouco mais
lento e o peso subir. A nutricionista e coordenadora do curso
semipresencial de Nutrição da UNINASSAU Recife, Julyanne
Goes, destaca que o segredo não é passar fome, mas fornecer ao
corpo os nutrientes certos para ajudar a filtrar os excessos de uma
alimentação rica em açúcares, sódio, gorduras e, muitas vezes,
álcool. A profissional orienta como montar uma alimentação para
emagrecer e desinchar [...]
Um jantar eficiente precisa ser leve e nutritivo. É indicado
visualizar o seu prato e dividi-lo em partes. A base deve ser 25%
do prato de proteína magra, como filé de peixe, peito de frango
grelhado ou ovos mexidos. Essa refeição ajuda na saciedade e na
recuperação muscular. Complete o restante com 50% do prato de
fibras, sendo legumes e verduras, de preferência cozidos ou no
vapor, pois facilitam a digestão noturna, como abobrinha, chuchu,
vagem, brócolis ou folhas verde-escuras.
Todos eles são ricos em fibras, água e minerais que auxiliam
na redução do inchaço. Por fim, complete 25% do prato com
carboidratos na medida certa, ajustados à rotina e ao gasto
energético de cada pessoa. Batata-doce, arroz, macaxeira
(conhecida como aipim e mandioca), inhame, cará e até mesmo
o cuscuz, desde que sem exageros nas quantidades, são ótimas
opções. [...]
Fonte: https://receitas.globo.com/blog/alimentacao-e-saude/jantar-para-emagrecere-desinchar-apos-as-festas-de-fim-de-ano.ghtml. Acesso em 10/06/2026. Excerto
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STF invalida lei do Espírito Santo que limita ensino sobre gênero nas escolas
O Supremo Tribunal Federal (STF) declarou inconstitucional uma lei do Espírito Santo que autorizava pais, mães e
responsáveis legais a impedir a participação de filhas e filhos em atividades escolares relacionadas a gênero, sexualidade e
diversidade sexual. O entendimento, por maioria, foi firmado no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI)
7847, na sessão plenária virtual encerrada no último dia 11.
Com o julgamento, o STF invalidou a Lei estadual 12.479/2025. A norma foi questionada pela Aliança Nacional LGBTI+, pela Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas (Abrafh) e pela Associação Comunitária, Cultural e de Apoio
Social — Fórum Nacional de Travestis e Transexuais Negras e Negros (Fonatrans).
De acordo com a relatora, ministra Cármen Lúcia, o Legislativo capixaba extrapolou sua competência constitucional
ao tratar de diretrizes e bases da educação, matéria reservada à União. Na avaliação da ministra, a norma interfere indevidamente no currículo pedagógico, cujas regras são disciplinadas pela Lei 9.394/1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional).
Cármen Lúcia também afirmou que a norma afronta princípios constitucionais como a promoção da igualdade, a
dignidade da pessoa humana e a liberdade de expressão, além de contrariar o objetivo de garantir o bem de todos, sem
preconceitos ou discriminações, e o compromisso constitucional de construção de uma sociedade livre, justa e solidária.
Acompanharam a relatora os ministros Edson Fachin, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Cristiano
Zanin, Luiz Fux e Flávio Dino. Ficaram vencidos os ministros André Mendonça e Nunes Marques.
Linguagem neutra
Na mesma sessão, o STF também declarou inconstitucional a Lei 7.015/2022 do município de Betim (MG), que proibia o uso da chamada linguagem neutra nas escolas. O caso foi analisado na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1153.
Relator da ação, o ministro Luiz Fux afirmou que o Tribunal tem jurisdição consolidada segundo a qual estados e
municípios não podem proibir o uso de linguagem neutra em instituições públicas ou privadas de ensino, por se tratar de
matéria vinculada às diretrizes educacionais, cuja competência é da União.
O relator foi acompanhado pela ministra Cármen Lúcia e pelos ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Edson
Fachin, Flávio Dino e Gilmar Mendes. Divergiram os ministros Cristiano Zanin, Nunes Marques e André Mendonça, para
quem a lei municipal se limitava a garantir o ensino da língua portuguesa conforme as normas oficiais no sistema educacional.
ANDES-SN em luta
Desde 2014, o ANDES-SN tem se posicionado contra o movimento Escola sem Partido, que, apesar de existir desde
2004, iniciou, a partir de 2014, discussões em nível nacional sobre o que chama de “doutrinação ideológica” nas instituições
de ensino. O Sindicato Nacional entende que esse movimento representa uma tentativa de censura, colocando em risco a
liberdade de ensino e a pluralidade de ideias nas escolas e universidades, pilares fundamentais da educação crítica e democrática.
Desde 2016, o Sindicato Nacional participa da Frente Nacional Escola Sem Mordaça, ao lado de diversas entidades
ligadas à educação pública e movimentos populares, na luta contra o controle ideológico e a censura nas escolas públicas.
Fonte: STF, com edição e acréscimos de informações do ANDES-SN.
Publicado em 18 de Maio de 2026 às 14h22.
I. O emprego dos termos “julgamento”, “invalidou” e “Lei estadual” insere o texto em um campo semântico predominantemente jurídico-institucional.
II. A enumeração das entidades responsáveis pelo questionamento da norma contribui para a construção de um efeito de representatividade social e legitimidade processual.
III. A construção “A norma foi questionada” exemplifica o uso da voz passiva analítica, recurso que desloca o foco informativo para o paciente da ação, em detrimento dos agentes responsáveis pelo questionamento.
IV. O texto apresenta marcas explícitas de subjetividade, evidenciadas por adjetivos valorativos que expressam aprovação da decisão do STF.
V. A organização das informações favorece a progressão temática, apresentando inicialmente o resultado do julgamento e, em seguida, os sujeitos responsáveis pela contestação da lei.
Assinale a alternativa correta.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros Textuais
STF invalida lei do Espírito Santo que limita ensino sobre gênero nas escolas
O Supremo Tribunal Federal (STF) declarou inconstitucional uma lei do Espírito Santo que autorizava pais, mães e
responsáveis legais a impedir a participação de filhas e filhos em atividades escolares relacionadas a gênero, sexualidade e
diversidade sexual. O entendimento, por maioria, foi firmado no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI)
7847, na sessão plenária virtual encerrada no último dia 11.
Com o julgamento, o STF invalidou a Lei estadual 12.479/2025. A norma foi questionada pela Aliança Nacional LGBTI+, pela Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas (Abrafh) e pela Associação Comunitária, Cultural e de Apoio
Social — Fórum Nacional de Travestis e Transexuais Negras e Negros (Fonatrans).
De acordo com a relatora, ministra Cármen Lúcia, o Legislativo capixaba extrapolou sua competência constitucional
ao tratar de diretrizes e bases da educação, matéria reservada à União. Na avaliação da ministra, a norma interfere indevidamente no currículo pedagógico, cujas regras são disciplinadas pela Lei 9.394/1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional).
Cármen Lúcia também afirmou que a norma afronta princípios constitucionais como a promoção da igualdade, a
dignidade da pessoa humana e a liberdade de expressão, além de contrariar o objetivo de garantir o bem de todos, sem
preconceitos ou discriminações, e o compromisso constitucional de construção de uma sociedade livre, justa e solidária.
Acompanharam a relatora os ministros Edson Fachin, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Cristiano
Zanin, Luiz Fux e Flávio Dino. Ficaram vencidos os ministros André Mendonça e Nunes Marques.
Linguagem neutra
Na mesma sessão, o STF também declarou inconstitucional a Lei 7.015/2022 do município de Betim (MG), que proibia o uso da chamada linguagem neutra nas escolas. O caso foi analisado na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1153.
Relator da ação, o ministro Luiz Fux afirmou que o Tribunal tem jurisdição consolidada segundo a qual estados e
municípios não podem proibir o uso de linguagem neutra em instituições públicas ou privadas de ensino, por se tratar de
matéria vinculada às diretrizes educacionais, cuja competência é da União.
O relator foi acompanhado pela ministra Cármen Lúcia e pelos ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Edson
Fachin, Flávio Dino e Gilmar Mendes. Divergiram os ministros Cristiano Zanin, Nunes Marques e André Mendonça, para
quem a lei municipal se limitava a garantir o ensino da língua portuguesa conforme as normas oficiais no sistema educacional.
ANDES-SN em luta
Desde 2014, o ANDES-SN tem se posicionado contra o movimento Escola sem Partido, que, apesar de existir desde
2004, iniciou, a partir de 2014, discussões em nível nacional sobre o que chama de “doutrinação ideológica” nas instituições
de ensino. O Sindicato Nacional entende que esse movimento representa uma tentativa de censura, colocando em risco a
liberdade de ensino e a pluralidade de ideias nas escolas e universidades, pilares fundamentais da educação crítica e democrática.
Desde 2016, o Sindicato Nacional participa da Frente Nacional Escola Sem Mordaça, ao lado de diversas entidades
ligadas à educação pública e movimentos populares, na luta contra o controle ideológico e a censura nas escolas públicas.
Fonte: STF, com edição e acréscimos de informações do ANDES-SN.
Publicado em 18 de Maio de 2026 às 14h22.
I. O trecho pertence ao gênero notícia jornalística, apresentando predominância da sequência expositiva-informativa. O objetivo comunicativo é informar o leitor sobre uma decisão judicial recente, priorizando a objetividade e a impessoalidade.
II. Observa-se a presença de um léxico geral da língua portuguesa, sem predominância de campo semântico por área, como por exemplo: “declarou inconstitucional”; “Ação Direta de Inconstitucionalidade”; “ADI 7847”; “sessão plenária”.
III. Há uma oração principal: “O Supremo Tribunal Federal declarou inconstitucional uma lei do Espírito Santo” e uma oração subordinada adjetiva restritiva: “que autorizava pais, mães e responsáveis legais...”, essa subordinada especifica a lei mencionada.
Qual(is) o(s) item(ns) correto(s)?
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STF invalida lei do Espírito Santo que limita ensino sobre gênero nas escolas
O Supremo Tribunal Federal (STF) declarou inconstitucional uma lei do Espírito Santo que autorizava pais, mães e
responsáveis legais a impedir a participação de filhas e filhos em atividades escolares relacionadas a gênero, sexualidade e
diversidade sexual. O entendimento, por maioria, foi firmado no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI)
7847, na sessão plenária virtual encerrada no último dia 11.
Com o julgamento, o STF invalidou a Lei estadual 12.479/2025. A norma foi questionada pela Aliança Nacional LGBTI+, pela Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas (Abrafh) e pela Associação Comunitária, Cultural e de Apoio
Social — Fórum Nacional de Travestis e Transexuais Negras e Negros (Fonatrans).
De acordo com a relatora, ministra Cármen Lúcia, o Legislativo capixaba extrapolou sua competência constitucional
ao tratar de diretrizes e bases da educação, matéria reservada à União. Na avaliação da ministra, a norma interfere indevidamente no currículo pedagógico, cujas regras são disciplinadas pela Lei 9.394/1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional).
Cármen Lúcia também afirmou que a norma afronta princípios constitucionais como a promoção da igualdade, a
dignidade da pessoa humana e a liberdade de expressão, além de contrariar o objetivo de garantir o bem de todos, sem
preconceitos ou discriminações, e o compromisso constitucional de construção de uma sociedade livre, justa e solidária.
Acompanharam a relatora os ministros Edson Fachin, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Cristiano
Zanin, Luiz Fux e Flávio Dino. Ficaram vencidos os ministros André Mendonça e Nunes Marques.
Linguagem neutra
Na mesma sessão, o STF também declarou inconstitucional a Lei 7.015/2022 do município de Betim (MG), que proibia o uso da chamada linguagem neutra nas escolas. O caso foi analisado na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1153.
Relator da ação, o ministro Luiz Fux afirmou que o Tribunal tem jurisdição consolidada segundo a qual estados e
municípios não podem proibir o uso de linguagem neutra em instituições públicas ou privadas de ensino, por se tratar de
matéria vinculada às diretrizes educacionais, cuja competência é da União.
O relator foi acompanhado pela ministra Cármen Lúcia e pelos ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Edson
Fachin, Flávio Dino e Gilmar Mendes. Divergiram os ministros Cristiano Zanin, Nunes Marques e André Mendonça, para
quem a lei municipal se limitava a garantir o ensino da língua portuguesa conforme as normas oficiais no sistema educacional.
ANDES-SN em luta
Desde 2014, o ANDES-SN tem se posicionado contra o movimento Escola sem Partido, que, apesar de existir desde
2004, iniciou, a partir de 2014, discussões em nível nacional sobre o que chama de “doutrinação ideológica” nas instituições
de ensino. O Sindicato Nacional entende que esse movimento representa uma tentativa de censura, colocando em risco a
liberdade de ensino e a pluralidade de ideias nas escolas e universidades, pilares fundamentais da educação crítica e democrática.
Desde 2016, o Sindicato Nacional participa da Frente Nacional Escola Sem Mordaça, ao lado de diversas entidades
ligadas à educação pública e movimentos populares, na luta contra o controle ideológico e a censura nas escolas públicas.
Fonte: STF, com edição e acréscimos de informações do ANDES-SN.
Publicado em 18 de Maio de 2026 às 14h22.
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