Foram encontradas 365.228 questões.
Leia o texto a seguir.
As redes sociais anestesiam sentimentos
Perdemos a capacidade de refletir e até curtir a solidão. O celular
traz desconexão. E o feed, ruptura
Ruth de Aquino
Tristeza, raiva, desejo, inveja, humor e choque...em menos
de 30 segundos de feed. Você abre o Instagram. Vê uma guerra.
Depois um casal feliz. Um meme. Um corpo perfeito. Violência.
Um cachorro fofo. Alguém chorando. Propaganda. Ódio político.
Tudo em menos de 1 minuto. Mas nosso cérebro não foi feito para
sentir tudo ao mesmo tempo.
[...] A constatação é da psicóloga Fernanda Soibelman [...].
Sem conseguir elaborar emoções na velocidade do feed, nossos
sentimentos dão um nó. A tristeza vira anestesia. A indignação
vira cansaço. O desejo vira comparação. E o choque vira rotina.
Tédio. Estou com tédio, dizem crianças e adolescentes
quando sentem falta de um celular, um jogo, um iPad para se
comunicar ou se divertir.
Ok, o tédio ensina. Mas ficar entediado virou insuportável.
Esperar virou angústia. Silêncio virou vazio. Como diz Fernanda,
“estamos desaprendendo a sustentar experiências que não
estimulam imediatamente”. Daí a dificuldade de ler qualquer texto
mais longo.
No momento, viajo sozinha na Europa. Estar só é uma posição
privilegiada para observar o mundo. E refletir. Fico escandalizada
com a onipresença do celular nas ruas, nos ônibus, nos metrôs,
nos restaurantes, nos aeroportos, nos jardins.
No Rio e em SP, todo mundo tem medo de assalto e por
isso, na rua, o celular não é tão visível. Mas em Paris, Londres,
ou qualquer cidade europeia, o celular tornou-se uma extensão da
mão – não importa a classe social, o figurino, o destino.
O olhar deixou de mirar em volta. As pessoas esbarram forte
umas nas outras e o tal “eye contact” virou uma quimera. Ninguém
enxerga ninguém. Só o aparelhinho. Um desperdício. Não olham
a paisagem, a arquitetura, a moda de rua, as pessoas. No Rio,
você pode até acabar engolido por um bueiro.
O maior efeito das redes não é nos tornar mais distraídos,
diz Fernanda. Mas transformar nossa vida emocional num feed:
rápido, fragmentado e incapaz de permanecer em algo ou alguém
por muito tempo.
Noreena Hertz, britânica, autora do livro “O século da solidão”,
diz que as pessoas vivem um distanciamento perigoso. Estão
mais solitárias do que nunca. Noreena falou à jornalista Cecilia
Malan. “As pessoas sentem que não são vistas nem ouvidas. Sem
conexão”. É uma contradição, num mundo tão conectado.
Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/ruth-de-aquino/coluna/2026/06/as-redes-sociaisanestesiam-sentimentos.ghtml. Excerto.Acesso em 04/06/2026
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As redes sociais anestesiam sentimentos
Perdemos a capacidade de refletir e até curtir a solidão. O celular
traz desconexão. E o feed, ruptura
Ruth de Aquino
Tristeza, raiva, desejo, inveja, humor e choque...em menos
de 30 segundos de feed. Você abre o Instagram. Vê uma guerra.
Depois um casal feliz. Um meme. Um corpo perfeito. Violência.
Um cachorro fofo. Alguém chorando. Propaganda. Ódio político.
Tudo em menos de 1 minuto. Mas nosso cérebro não foi feito para
sentir tudo ao mesmo tempo.
[...] A constatação é da psicóloga Fernanda Soibelman [...].
Sem conseguir elaborar emoções na velocidade do feed, nossos
sentimentos dão um nó. A tristeza vira anestesia. A indignação
vira cansaço. O desejo vira comparação. E o choque vira rotina.
Tédio. Estou com tédio, dizem crianças e adolescentes
quando sentem falta de um celular, um jogo, um iPad para se
comunicar ou se divertir.
Ok, o tédio ensina. Mas ficar entediado virou insuportável.
Esperar virou angústia. Silêncio virou vazio. Como diz Fernanda,
“estamos desaprendendo a sustentar experiências que não
estimulam imediatamente”. Daí a dificuldade de ler qualquer texto
mais longo.
No momento, viajo sozinha na Europa. Estar só é uma posição
privilegiada para observar o mundo. E refletir. Fico escandalizada
com a onipresença do celular nas ruas, nos ônibus, nos metrôs,
nos restaurantes, nos aeroportos, nos jardins.
No Rio e em SP, todo mundo tem medo de assalto e por
isso, na rua, o celular não é tão visível. Mas em Paris, Londres,
ou qualquer cidade europeia, o celular tornou-se uma extensão da
mão – não importa a classe social, o figurino, o destino.
O olhar deixou de mirar em volta. As pessoas esbarram forte
umas nas outras e o tal “eye contact” virou uma quimera. Ninguém
enxerga ninguém. Só o aparelhinho. Um desperdício. Não olham
a paisagem, a arquitetura, a moda de rua, as pessoas. No Rio,
você pode até acabar engolido por um bueiro.
O maior efeito das redes não é nos tornar mais distraídos,
diz Fernanda. Mas transformar nossa vida emocional num feed:
rápido, fragmentado e incapaz de permanecer em algo ou alguém
por muito tempo.
Noreena Hertz, britânica, autora do livro “O século da solidão”,
diz que as pessoas vivem um distanciamento perigoso. Estão
mais solitárias do que nunca. Noreena falou à jornalista Cecilia
Malan. “As pessoas sentem que não são vistas nem ouvidas. Sem
conexão”. É uma contradição, num mundo tão conectado.
Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/ruth-de-aquino/coluna/2026/06/as-redes-sociaisanestesiam-sentimentos.ghtml. Excerto.Acesso em 04/06/2026
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Leia o texto a seguir.
Tetracampeões em 1994 dão dicas para Seleção acabar com
jejum de 24 anos
Romário, Bebeto e Jorginho contam o que jogadores precisam
para superar pressão e desconfiança
Brasil disputa uma Copa do Mundo nos Estados Unidos
e com 24 anos sem conquistar o torneio. É impossível não
relacionar a edição de 2026 que começa em uma semana com
aquela histórica de 1994, quando jogadores do nível de Romário,
Bebeto, Jorginho e Taffarel conviveram com uma pressão enorme
pelo tetra diante do mesmo jejum.
Situação parecida vivem os comandados de Carlo Ancelotti,
que não sofrem tanto com ataques da torcida, mas veem uma
desconfiança ainda maior.
"Acho que a seleção de 94 foi a que saiu mais desacreditada
do Brasil até então. A pressão era gigantesca, pouca gente levava
fé. Mas nós acreditávamos. Pelo menos para mim, e acho que pra
maioria também, aquilo serviu de combustível e de motivação”,
relembra Romário.
Uma diferença marcante entre essas duas seleções
brasileiras está justamente no principal nome de cada elenco.
Romário vivia seu auge em 1994 e foi tratado como a grande
esperança de um time burocrático, forte defensivamente e
criticado por não apresentar grande futebol. E o Baixinho chamou
a responsabilidade à época, prometeu aos brasileiros a conquista
e não só cumpriu como foi o cara do tetra ao lado de Bebeto.
Já em 2026, o principal nome do elenco nem sequer sabe se
estará em campo. Neymar dividiu o país e em seu pior momento
na carreira e é uma grande incógnita por causa da lesão na
panturrilha direita. Mas também é uma das esperanças para
muitos.
A outra é Vini Jr, que pela primeira vez pode ter a
responsabilidade de ser a referência do país na busca pelo hexa
e, enfim, desabrochar com a amarelinha.
"Não tem de driblar a pressão, pelo contrário, tem de usá-la
a seu favor. A pressão faz parte. Em 94, eu cumpri o prometido e
fomos tetra. Agora, o Neymar sabe a responsabilidade que tem,
como maior craque, de liderar tecnicamente o time e trazer o
hexa", aposta o Baixinho.
Fonte: https://odia.ig.com.br/esporte/copa-do-mundo/2026/06/7260280-
tetracampeoes-em-1994-dao-dicas-para-selecao-acabar-com-jejum-de-24-anos.
html. Excerto. Acesso em 04/06/2026
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Tetracampeões em 1994 dão dicas para Seleção acabar com
jejum de 24 anos
Romário, Bebeto e Jorginho contam o que jogadores precisam
para superar pressão e desconfiança
Brasil disputa uma Copa do Mundo nos Estados Unidos
e com 24 anos sem conquistar o torneio. É impossível não
relacionar a edição de 2026 que começa em uma semana com
aquela histórica de 1994, quando jogadores do nível de Romário,
Bebeto, Jorginho e Taffarel conviveram com uma pressão enorme
pelo tetra diante do mesmo jejum.
Situação parecida vivem os comandados de Carlo Ancelotti,
que não sofrem tanto com ataques da torcida, mas veem uma
desconfiança ainda maior.
"Acho que a seleção de 94 foi a que saiu mais desacreditada
do Brasil até então. A pressão era gigantesca, pouca gente levava
fé. Mas nós acreditávamos. Pelo menos para mim, e acho que pra
maioria também, aquilo serviu de combustível e de motivação”,
relembra Romário.
Uma diferença marcante entre essas duas seleções
brasileiras está justamente no principal nome de cada elenco.
Romário vivia seu auge em 1994 e foi tratado como a grande
esperança de um time burocrático, forte defensivamente e
criticado por não apresentar grande futebol. E o Baixinho chamou
a responsabilidade à época, prometeu aos brasileiros a conquista
e não só cumpriu como foi o cara do tetra ao lado de Bebeto.
Já em 2026, o principal nome do elenco nem sequer sabe se
estará em campo. Neymar dividiu o país e em seu pior momento
na carreira e é uma grande incógnita por causa da lesão na
panturrilha direita. Mas também é uma das esperanças para
muitos.
A outra é Vini Jr, que pela primeira vez pode ter a
responsabilidade de ser a referência do país na busca pelo hexa
e, enfim, desabrochar com a amarelinha.
"Não tem de driblar a pressão, pelo contrário, tem de usá-la
a seu favor. A pressão faz parte. Em 94, eu cumpri o prometido e
fomos tetra. Agora, o Neymar sabe a responsabilidade que tem,
como maior craque, de liderar tecnicamente o time e trazer o
hexa", aposta o Baixinho.
Fonte: https://odia.ig.com.br/esporte/copa-do-mundo/2026/06/7260280-
tetracampeoes-em-1994-dao-dicas-para-selecao-acabar-com-jejum-de-24-anos.
html. Excerto. Acesso em 04/06/2026
No trecho “Mas nós acreditávamos. Pelo menos para mim, e acho que pra maioria também, aquilo serviu de combustível e de motivação” (3º parágrafo), o conectivo destacado introduz uma ideia de:
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Tetracampeões em 1994 dão dicas para Seleção acabar com
jejum de 24 anos
Romário, Bebeto e Jorginho contam o que jogadores precisam
para superar pressão e desconfiança
Brasil disputa uma Copa do Mundo nos Estados Unidos
e com 24 anos sem conquistar o torneio. É impossível não
relacionar a edição de 2026 que começa em uma semana com
aquela histórica de 1994, quando jogadores do nível de Romário,
Bebeto, Jorginho e Taffarel conviveram com uma pressão enorme
pelo tetra diante do mesmo jejum.
Situação parecida vivem os comandados de Carlo Ancelotti,
que não sofrem tanto com ataques da torcida, mas veem uma
desconfiança ainda maior.
"Acho que a seleção de 94 foi a que saiu mais desacreditada
do Brasil até então. A pressão era gigantesca, pouca gente levava
fé. Mas nós acreditávamos. Pelo menos para mim, e acho que pra
maioria também, aquilo serviu de combustível e de motivação”,
relembra Romário.
Uma diferença marcante entre essas duas seleções
brasileiras está justamente no principal nome de cada elenco.
Romário vivia seu auge em 1994 e foi tratado como a grande
esperança de um time burocrático, forte defensivamente e
criticado por não apresentar grande futebol. E o Baixinho chamou
a responsabilidade à época, prometeu aos brasileiros a conquista
e não só cumpriu como foi o cara do tetra ao lado de Bebeto.
Já em 2026, o principal nome do elenco nem sequer sabe se
estará em campo. Neymar dividiu o país e em seu pior momento
na carreira e é uma grande incógnita por causa da lesão na
panturrilha direita. Mas também é uma das esperanças para
muitos.
A outra é Vini Jr, que pela primeira vez pode ter a
responsabilidade de ser a referência do país na busca pelo hexa
e, enfim, desabrochar com a amarelinha.
"Não tem de driblar a pressão, pelo contrário, tem de usá-la
a seu favor. A pressão faz parte. Em 94, eu cumpri o prometido e
fomos tetra. Agora, o Neymar sabe a responsabilidade que tem,
como maior craque, de liderar tecnicamente o time e trazer o
hexa", aposta o Baixinho.
Fonte: https://odia.ig.com.br/esporte/copa-do-mundo/2026/06/7260280-
tetracampeoes-em-1994-dao-dicas-para-selecao-acabar-com-jejum-de-24-anos.
html. Excerto. Acesso em 04/06/2026
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- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Retos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
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Tetracampeões em 1994 dão dicas para Seleção acabar com
jejum de 24 anos
Romário, Bebeto e Jorginho contam o que jogadores precisam
para superar pressão e desconfiança
Brasil disputa uma Copa do Mundo nos Estados Unidos
e com 24 anos sem conquistar o torneio. É impossível não
relacionar a edição de 2026 que começa em uma semana com
aquela histórica de 1994, quando jogadores do nível de Romário,
Bebeto, Jorginho e Taffarel conviveram com uma pressão enorme
pelo tetra diante do mesmo jejum.
Situação parecida vivem os comandados de Carlo Ancelotti,
que não sofrem tanto com ataques da torcida, mas veem uma
desconfiança ainda maior.
"Acho que a seleção de 94 foi a que saiu mais desacreditada
do Brasil até então. A pressão era gigantesca, pouca gente levava
fé. Mas nós acreditávamos. Pelo menos para mim, e acho que pra
maioria também, aquilo serviu de combustível e de motivação”,
relembra Romário.
Uma diferença marcante entre essas duas seleções
brasileiras está justamente no principal nome de cada elenco.
Romário vivia seu auge em 1994 e foi tratado como a grande
esperança de um time burocrático, forte defensivamente e
criticado por não apresentar grande futebol. E o Baixinho chamou
a responsabilidade à época, prometeu aos brasileiros a conquista
e não só cumpriu como foi o cara do tetra ao lado de Bebeto.
Já em 2026, o principal nome do elenco nem sequer sabe se
estará em campo. Neymar dividiu o país e em seu pior momento
na carreira e é uma grande incógnita por causa da lesão na
panturrilha direita. Mas também é uma das esperanças para
muitos.
A outra é Vini Jr, que pela primeira vez pode ter a
responsabilidade de ser a referência do país na busca pelo hexa
e, enfim, desabrochar com a amarelinha.
"Não tem de driblar a pressão, pelo contrário, tem de usá-la
a seu favor. A pressão faz parte. Em 94, eu cumpri o prometido e
fomos tetra. Agora, o Neymar sabe a responsabilidade que tem,
como maior craque, de liderar tecnicamente o time e trazer o
hexa", aposta o Baixinho.
Fonte: https://odia.ig.com.br/esporte/copa-do-mundo/2026/06/7260280-
tetracampeoes-em-1994-dao-dicas-para-selecao-acabar-com-jejum-de-24-anos.
html. Excerto. Acesso em 04/06/2026
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Tetracampeões em 1994 dão dicas para Seleção acabar com
jejum de 24 anos
Romário, Bebeto e Jorginho contam o que jogadores precisam
para superar pressão e desconfiança
Brasil disputa uma Copa do Mundo nos Estados Unidos
e com 24 anos sem conquistar o torneio. É impossível não
relacionar a edição de 2026 que começa em uma semana com
aquela histórica de 1994, quando jogadores do nível de Romário,
Bebeto, Jorginho e Taffarel conviveram com uma pressão enorme
pelo tetra diante do mesmo jejum.
Situação parecida vivem os comandados de Carlo Ancelotti,
que não sofrem tanto com ataques da torcida, mas veem uma
desconfiança ainda maior.
"Acho que a seleção de 94 foi a que saiu mais desacreditada
do Brasil até então. A pressão era gigantesca, pouca gente levava
fé. Mas nós acreditávamos. Pelo menos para mim, e acho que pra
maioria também, aquilo serviu de combustível e de motivação”,
relembra Romário.
Uma diferença marcante entre essas duas seleções
brasileiras está justamente no principal nome de cada elenco.
Romário vivia seu auge em 1994 e foi tratado como a grande
esperança de um time burocrático, forte defensivamente e
criticado por não apresentar grande futebol. E o Baixinho chamou
a responsabilidade à época, prometeu aos brasileiros a conquista
e não só cumpriu como foi o cara do tetra ao lado de Bebeto.
Já em 2026, o principal nome do elenco nem sequer sabe se
estará em campo. Neymar dividiu o país e em seu pior momento
na carreira e é uma grande incógnita por causa da lesão na
panturrilha direita. Mas também é uma das esperanças para
muitos.
A outra é Vini Jr, que pela primeira vez pode ter a
responsabilidade de ser a referência do país na busca pelo hexa
e, enfim, desabrochar com a amarelinha.
"Não tem de driblar a pressão, pelo contrário, tem de usá-la
a seu favor. A pressão faz parte. Em 94, eu cumpri o prometido e
fomos tetra. Agora, o Neymar sabe a responsabilidade que tem,
como maior craque, de liderar tecnicamente o time e trazer o
hexa", aposta o Baixinho.
Fonte: https://odia.ig.com.br/esporte/copa-do-mundo/2026/06/7260280-
tetracampeoes-em-1994-dao-dicas-para-selecao-acabar-com-jejum-de-24-anos.
html. Excerto. Acesso em 04/06/2026
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Tetracampeões em 1994 dão dicas para Seleção acabar com
jejum de 24 anos
Romário, Bebeto e Jorginho contam o que jogadores precisam
para superar pressão e desconfiança
Brasil disputa uma Copa do Mundo nos Estados Unidos
e com 24 anos sem conquistar o torneio. É impossível não
relacionar a edição de 2026 que começa em uma semana com
aquela histórica de 1994, quando jogadores do nível de Romário,
Bebeto, Jorginho e Taffarel conviveram com uma pressão enorme
pelo tetra diante do mesmo jejum.
Situação parecida vivem os comandados de Carlo Ancelotti,
que não sofrem tanto com ataques da torcida, mas veem uma
desconfiança ainda maior.
"Acho que a seleção de 94 foi a que saiu mais desacreditada
do Brasil até então. A pressão era gigantesca, pouca gente levava
fé. Mas nós acreditávamos. Pelo menos para mim, e acho que pra
maioria também, aquilo serviu de combustível e de motivação”,
relembra Romário.
Uma diferença marcante entre essas duas seleções
brasileiras está justamente no principal nome de cada elenco.
Romário vivia seu auge em 1994 e foi tratado como a grande
esperança de um time burocrático, forte defensivamente e
criticado por não apresentar grande futebol. E o Baixinho chamou
a responsabilidade à época, prometeu aos brasileiros a conquista
e não só cumpriu como foi o cara do tetra ao lado de Bebeto.
Já em 2026, o principal nome do elenco nem sequer sabe se
estará em campo. Neymar dividiu o país e em seu pior momento
na carreira e é uma grande incógnita por causa da lesão na
panturrilha direita. Mas também é uma das esperanças para
muitos.
A outra é Vini Jr, que pela primeira vez pode ter a
responsabilidade de ser a referência do país na busca pelo hexa
e, enfim, desabrochar com a amarelinha.
"Não tem de driblar a pressão, pelo contrário, tem de usá-la
a seu favor. A pressão faz parte. Em 94, eu cumpri o prometido e
fomos tetra. Agora, o Neymar sabe a responsabilidade que tem,
como maior craque, de liderar tecnicamente o time e trazer o
hexa", aposta o Baixinho.
Fonte: https://odia.ig.com.br/esporte/copa-do-mundo/2026/06/7260280-
tetracampeoes-em-1994-dao-dicas-para-selecao-acabar-com-jejum-de-24-anos.
html. Excerto. Acesso em 04/06/2026
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Romário, Bebeto e Jorginho contam o que jogadores precisam
para superar pressão e desconfiança
Brasil disputa uma Copa do Mundo nos Estados Unidos
e com 24 anos sem conquistar o torneio. É impossível não
relacionar a edição de 2026 que começa em uma semana com
aquela histórica de 1994, quando jogadores do nível de Romário,
Bebeto, Jorginho e Taffarel conviveram com uma pressão enorme
pelo tetra diante do mesmo jejum.
Situação parecida vivem os comandados de Carlo Ancelotti,
que não sofrem tanto com ataques da torcida, mas veem uma
desconfiança ainda maior.
"Acho que a seleção de 94 foi a que saiu mais desacreditada
do Brasil até então. A pressão era gigantesca, pouca gente levava
fé. Mas nós acreditávamos. Pelo menos para mim, e acho que pra
maioria também, aquilo serviu de combustível e de motivação”,
relembra Romário.
Uma diferença marcante entre essas duas seleções
brasileiras está justamente no principal nome de cada elenco.
Romário vivia seu auge em 1994 e foi tratado como a grande
esperança de um time burocrático, forte defensivamente e
criticado por não apresentar grande futebol. E o Baixinho chamou
a responsabilidade à época, prometeu aos brasileiros a conquista
e não só cumpriu como foi o cara do tetra ao lado de Bebeto.
Já em 2026, o principal nome do elenco nem sequer sabe se
estará em campo. Neymar dividiu o país e em seu pior momento
na carreira e é uma grande incógnita por causa da lesão na
panturrilha direita. Mas também é uma das esperanças para
muitos.
A outra é Vini Jr, que pela primeira vez pode ter a
responsabilidade de ser a referência do país na busca pelo hexa
e, enfim, desabrochar com a amarelinha.
"Não tem de driblar a pressão, pelo contrário, tem de usá-la
a seu favor. A pressão faz parte. Em 94, eu cumpri o prometido e
fomos tetra. Agora, o Neymar sabe a responsabilidade que tem,
como maior craque, de liderar tecnicamente o time e trazer o
hexa", aposta o Baixinho.
Fonte: https://odia.ig.com.br/esporte/copa-do-mundo/2026/06/7260280-
tetracampeoes-em-1994-dao-dicas-para-selecao-acabar-com-jejum-de-24-anos.
html. Excerto. Acesso em 04/06/2026
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jejum de 24 anos
Romário, Bebeto e Jorginho contam o que jogadores precisam
para superar pressão e desconfiança
Brasil disputa uma Copa do Mundo nos Estados Unidos
e com 24 anos sem conquistar o torneio. É impossível não
relacionar a edição de 2026 que começa em uma semana com
aquela histórica de 1994, quando jogadores do nível de Romário,
Bebeto, Jorginho e Taffarel conviveram com uma pressão enorme
pelo tetra diante do mesmo jejum.
Situação parecida vivem os comandados de Carlo Ancelotti,
que não sofrem tanto com ataques da torcida, mas veem uma
desconfiança ainda maior.
"Acho que a seleção de 94 foi a que saiu mais desacreditada
do Brasil até então. A pressão era gigantesca, pouca gente levava
fé. Mas nós acreditávamos. Pelo menos para mim, e acho que pra
maioria também, aquilo serviu de combustível e de motivação”,
relembra Romário.
Uma diferença marcante entre essas duas seleções
brasileiras está justamente no principal nome de cada elenco.
Romário vivia seu auge em 1994 e foi tratado como a grande
esperança de um time burocrático, forte defensivamente e
criticado por não apresentar grande futebol. E o Baixinho chamou
a responsabilidade à época, prometeu aos brasileiros a conquista
e não só cumpriu como foi o cara do tetra ao lado de Bebeto.
Já em 2026, o principal nome do elenco nem sequer sabe se
estará em campo. Neymar dividiu o país e em seu pior momento
na carreira e é uma grande incógnita por causa da lesão na
panturrilha direita. Mas também é uma das esperanças para
muitos.
A outra é Vini Jr, que pela primeira vez pode ter a
responsabilidade de ser a referência do país na busca pelo hexa
e, enfim, desabrochar com a amarelinha.
"Não tem de driblar a pressão, pelo contrário, tem de usá-la
a seu favor. A pressão faz parte. Em 94, eu cumpri o prometido e
fomos tetra. Agora, o Neymar sabe a responsabilidade que tem,
como maior craque, de liderar tecnicamente o time e trazer o
hexa", aposta o Baixinho.
Fonte: https://odia.ig.com.br/esporte/copa-do-mundo/2026/06/7260280-
tetracampeoes-em-1994-dao-dicas-para-selecao-acabar-com-jejum-de-24-anos.
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