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4223296 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IPAM-Caxias
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A gentileza da espera

Por Pedro Guerra Kuman

Tem aquela ótima do Legião que diz que “temos nosso próprio tempo”, e acho que é sobre

isso que tenho pensado recentemente. O estopim foi a partir de uma outra frase, essa dita por

um amigo: ele cravou que “a gente é mais rápido do que o nosso próprio tempo muitas vezes”.

E aqui nem estou levantando pauta sobre estarmos acelerados (até porque isso é óbvio), mas,

sim, talvez digerindo a ideia de que a gente se condicionou a burlar o nosso tempo.

Se olho pelo retrovisor e encontro tudo que realizei até aqui, me assusto e me questiono

sobre quando tive tempo para fazer tanta coisa. Talvez eu só tenha acumulado tarefas em cima

de tarefas sem nem aproveitar o processo de cada uma delas. Ao menos, já aceitei que não

entreguei os melhores resultados em todas elas, até porque, aqui sim, entendi que não sou

máquina. Mas, então, por que agi como se fosse?

A frase do meu amigo veio justamente quando eu disse: olha só, acho que agora não é o

melhor momento, vamos deixar esse projeto para depois?

Estou certo de que ele entendeu o subtexto.

Aceitar que não damos conta de tudo faz parte do kit de sobrevivência — ou, ao menos,

deveria. Se a vida que estampamos por aí é cheia de filtros, que façamos uso deles para

escolher o que deve e o que não deve ser vivido. Não como algo determinante, mas como algo

estratégico mesmo. Agora não, talvez depois, quem sabe outra hora, vai ter que ficar para

mais tarde.

É aquela velha ideia de saber escolher as suas batalhas. E isso é um desafio e tanto se

pensarmos que estamos inseridos em uma sociedade hiperprodutiva que demanda exaustão,

além de parecer que nunca descansa. Mais do que se dar ao luxo, entender que não podemos

correr mais do que o nosso próprio tempo é uma questão de gentileza. É, antes de olhar para

a pilha de projetos, olhar para si e se perguntar se dá conta.

E tudo bem se não der.

Estou certo de que existe até certa maturidade em reconhecer isso. Nem toda

oportunidade perdida está realmente perdida. Nem sempre podemos trabalhar com a ideia de

que “precisamos agarrar a chance” porque ela “não passa duas vezes”. Prefiro pensar que

algumas até se aproximam para nos testar, e que ali na frente elas aguardam uma versão

nossa que consiga recebê-las com mais presença.

Até porque, existe uma honestidade ava...aladora e urgente no respeitar-se.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/07/a-gentileza-da-espera-cmrfbma2e01zt013vzslhweto.html – texto especialmente adaptado para esta prova).

Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta a palavra que se classifica como preposição.

“Talvez eu só tenha acumulado tarefas em cima de tarefas sem nem aproveitar o processo de cada

uma delas”.

 

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4223295 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IPAM-Caxias
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A gentileza da espera

Por Pedro Guerra Kuman

Tem aquela ótima do Legião que diz que “temos nosso próprio tempo”, e acho que é sobre

isso que tenho pensado recentemente. O estopim foi a partir de uma outra frase, essa dita por

um amigo: ele cravou que “a gente é mais rápido do que o nosso próprio tempo muitas vezes”.

E aqui nem estou levantando pauta sobre estarmos acelerados (até porque isso é óbvio), mas,

sim, talvez digerindo a ideia de que a gente se condicionou a burlar o nosso tempo.

Se olho pelo retrovisor e encontro tudo que realizei até aqui, me assusto e me questiono

sobre quando tive tempo para fazer tanta coisa. Talvez eu só tenha acumulado tarefas em cima

de tarefas sem nem aproveitar o processo de cada uma delas. Ao menos, já aceitei que não

entreguei os melhores resultados em todas elas, até porque, aqui sim, entendi que não sou

máquina. Mas, então, por que agi como se fosse?

A frase do meu amigo veio justamente quando eu disse: olha só, acho que agora não é o

melhor momento, vamos deixar esse projeto para depois?

Estou certo de que ele entendeu o subtexto.

Aceitar que não damos conta de tudo faz parte do kit de sobrevivência — ou, ao menos,

deveria. Se a vida que estampamos por aí é cheia de filtros, que façamos uso deles para

escolher o que deve e o que não deve ser vivido. Não como algo determinante, mas como algo

estratégico mesmo. Agora não, talvez depois, quem sabe outra hora, vai ter que ficar para

mais tarde.

É aquela velha ideia de saber escolher as suas batalhas. E isso é um desafio e tanto se

pensarmos que estamos inseridos em uma sociedade hiperprodutiva que demanda exaustão,

além de parecer que nunca descansa. Mais do que se dar ao luxo, entender que não podemos

correr mais do que o nosso próprio tempo é uma questão de gentileza. É, antes de olhar para

a pilha de projetos, olhar para si e se perguntar se dá conta.

E tudo bem se não der.

Estou certo de que existe até certa maturidade em reconhecer isso. Nem toda

oportunidade perdida está realmente perdida. Nem sempre podemos trabalhar com a ideia de

que “precisamos agarrar a chance” porque ela “não passa duas vezes”. Prefiro pensar que

algumas até se aproximam para nos testar, e que ali na frente elas aguardam uma versão

nossa que consiga recebê-las com mais presença.

Até porque, existe uma honestidade ava...aladora e urgente no respeitar-se.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/07/a-gentileza-da-espera-cmrfbma2e01zt013vzslhweto.html – texto especialmente adaptado para esta prova).

Analise as seguintes propostas de alteração em trechos retirados do texto:

I. Substituição da forma verbal “Tem” por “existe” no trecho “Tem aquela ótima do Legião que diz que ‘temos nosso próprio tempo’”.

II. Substituição de “por que” por “por qual motivo” em “Mas, então, por que agi como se fosse?”.

III. Inversão da ordem das palavras “velha” e “ideia” em “É aquela velha ideia de saber escolher as suas batalhas".

Quais NÃO causam alterações de sentido ou incorreções ao trecho em que ocorrem?

 

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4223294 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IPAM-Caxias
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A gentileza da espera

Por Pedro Guerra Kuman

Tem aquela ótima do Legião que diz que “temos nosso próprio tempo”, e acho que é sobre

isso que tenho pensado recentemente. O estopim foi a partir de uma outra frase, essa dita por

um amigo: ele cravou que “a gente é mais rápido do que o nosso próprio tempo muitas vezes”.

E aqui nem estou levantando pauta sobre estarmos acelerados (até porque isso é óbvio), mas,

sim, talvez digerindo a ideia de que a gente se condicionou a burlar o nosso tempo.

Se olho pelo retrovisor e encontro tudo que realizei até aqui, me assusto e me questiono

sobre quando tive tempo para fazer tanta coisa. Talvez eu só tenha acumulado tarefas em cima

de tarefas sem nem aproveitar o processo de cada uma delas. Ao menos, já aceitei que não

entreguei os melhores resultados em todas elas, até porque, aqui sim, entendi que não sou

máquina. Mas, então, por que agi como se fosse?

A frase do meu amigo veio justamente quando eu disse: olha só, acho que agora não é o

melhor momento, vamos deixar esse projeto para depois?

Estou certo de que ele entendeu o subtexto.

Aceitar que não damos conta de tudo faz parte do kit de sobrevivência — ou, ao menos,

deveria. Se a vida que estampamos por aí é cheia de filtros, que façamos uso deles para

escolher o que deve e o que não deve ser vivido. Não como algo determinante, mas como algo

estratégico mesmo. Agora não, talvez depois, quem sabe outra hora, vai ter que ficar para

mais tarde.

É aquela velha ideia de saber escolher as suas batalhas. E isso é um desafio e tanto se

pensarmos que estamos inseridos em uma sociedade hiperprodutiva que demanda exaustão,

além de parecer que nunca descansa. Mais do que se dar ao luxo, entender que não podemos

correr mais do que o nosso próprio tempo é uma questão de gentileza. É, antes de olhar para

a pilha de projetos, olhar para si e se perguntar se dá conta.

E tudo bem se não der.

Estou certo de que existe até certa maturidade em reconhecer isso. Nem toda

oportunidade perdida está realmente perdida. Nem sempre podemos trabalhar com a ideia de

que “precisamos agarrar a chance” porque ela “não passa duas vezes”. Prefiro pensar que

algumas até se aproximam para nos testar, e que ali na frente elas aguardam uma versão

nossa que consiga recebê-las com mais presença.

Até porque, existe uma honestidade ava...aladora e urgente no respeitar-se.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/07/a-gentileza-da-espera-cmrfbma2e01zt013vzslhweto.html – texto especialmente adaptado para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta palavra que poderia substituir corretamente o vocábulo “burlar” no trecho a seguir, retirado do texto.

“talvez digerindo a ideia de que a gente se condicionou a burlar o nosso tempo”.

 

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4223293 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IPAM-Caxias
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A gentileza da espera

Por Pedro Guerra Kuman

Tem aquela ótima do Legião que diz que “temos nosso próprio tempo”, e acho que é sobre

isso que tenho pensado recentemente. O estopim foi a partir de uma outra frase, essa dita por

um amigo: ele cravou que “a gente é mais rápido do que o nosso próprio tempo muitas vezes”.

E aqui nem estou levantando pauta sobre estarmos acelerados (até porque isso é óbvio), mas,

sim, talvez digerindo a ideia de que a gente se condicionou a burlar o nosso tempo.

Se olho pelo retrovisor e encontro tudo que realizei até aqui, me assusto e me questiono

sobre quando tive tempo para fazer tanta coisa. Talvez eu só tenha acumulado tarefas em cima

de tarefas sem nem aproveitar o processo de cada uma delas. Ao menos, já aceitei que não

entreguei os melhores resultados em todas elas, até porque, aqui sim, entendi que não sou

máquina. Mas, então, por que agi como se fosse?

A frase do meu amigo veio justamente quando eu disse: olha só, acho que agora não é o

melhor momento, vamos deixar esse projeto para depois?

Estou certo de que ele entendeu o subtexto.

Aceitar que não damos conta de tudo faz parte do kit de sobrevivência — ou, ao menos,

deveria. Se a vida que estampamos por aí é cheia de filtros, que façamos uso deles para

escolher o que deve e o que não deve ser vivido. Não como algo determinante, mas como algo

estratégico mesmo. Agora não, talvez depois, quem sabe outra hora, vai ter que ficar para

mais tarde.

É aquela velha ideia de saber escolher as suas batalhas. E isso é um desafio e tanto se

pensarmos que estamos inseridos em uma sociedade hiperprodutiva que demanda exaustão,

além de parecer que nunca descansa. Mais do que se dar ao luxo, entender que não podemos

correr mais do que o nosso próprio tempo é uma questão de gentileza. É, antes de olhar para

a pilha de projetos, olhar para si e se perguntar se dá conta.

E tudo bem se não der.

Estou certo de que existe até certa maturidade em reconhecer isso. Nem toda

oportunidade perdida está realmente perdida. Nem sempre podemos trabalhar com a ideia de

que “precisamos agarrar a chance” porque ela “não passa duas vezes”. Prefiro pensar que

algumas até se aproximam para nos testar, e que ali na frente elas aguardam uma versão

nossa que consiga recebê-las com mais presença.

Até porque, existe uma honestidade ava...aladora e urgente no respeitar-se.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/07/a-gentileza-da-espera-cmrfbma2e01zt013vzslhweto.html – texto especialmente adaptado para esta prova).

Considerando a palavra que apresenta uma lacuna pontilhada no trecho a seguir, retirado do texto, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
“Até porque, existe uma honestidade ava...aladora e urgente no respeitar-se”.
( ) A lacuna pontilhada deve ser preenchida com “ss”.
( ) Um sinônimo possível para a palavra é “devastadora”.
( ) É um adjetivo biforme formado por derivação prefixal.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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4223292 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IPAM-Caxias
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A gentileza da espera

Por Pedro Guerra Kuman

Tem aquela ótima do Legião que diz que “temos nosso próprio tempo”, e acho que é sobre

isso que tenho pensado recentemente. O estopim foi a partir de uma outra frase, essa dita por

um amigo: ele cravou que “a gente é mais rápido do que o nosso próprio tempo muitas vezes”.

E aqui nem estou levantando pauta sobre estarmos acelerados (até porque isso é óbvio), mas,

sim, talvez digerindo a ideia de que a gente se condicionou a burlar o nosso tempo.

Se olho pelo retrovisor e encontro tudo que realizei até aqui, me assusto e me questiono

sobre quando tive tempo para fazer tanta coisa. Talvez eu só tenha acumulado tarefas em cima

de tarefas sem nem aproveitar o processo de cada uma delas. Ao menos, já aceitei que não

entreguei os melhores resultados em todas elas, até porque, aqui sim, entendi que não sou

máquina. Mas, então, por que agi como se fosse?

A frase do meu amigo veio justamente quando eu disse: olha só, acho que agora não é o

melhor momento, vamos deixar esse projeto para depois?

Estou certo de que ele entendeu o subtexto.

Aceitar que não damos conta de tudo faz parte do kit de sobrevivência — ou, ao menos,

deveria. Se a vida que estampamos por aí é cheia de filtros, que façamos uso deles para

escolher o que deve e o que não deve ser vivido. Não como algo determinante, mas como algo

estratégico mesmo. Agora não, talvez depois, quem sabe outra hora, vai ter que ficar para

mais tarde.

É aquela velha ideia de saber escolher as suas batalhas. E isso é um desafio e tanto se

pensarmos que estamos inseridos em uma sociedade hiperprodutiva que demanda exaustão,

além de parecer que nunca descansa. Mais do que se dar ao luxo, entender que não podemos

correr mais do que o nosso próprio tempo é uma questão de gentileza. É, antes de olhar para

a pilha de projetos, olhar para si e se perguntar se dá conta.

E tudo bem se não der.

Estou certo de que existe até certa maturidade em reconhecer isso. Nem toda

oportunidade perdida está realmente perdida. Nem sempre podemos trabalhar com a ideia de

que “precisamos agarrar a chance” porque ela “não passa duas vezes”. Prefiro pensar que

algumas até se aproximam para nos testar, e que ali na frente elas aguardam uma versão

nossa que consiga recebê-las com mais presença.

Até porque, existe uma honestidade ava...aladora e urgente no respeitar-se.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/07/a-gentileza-da-espera-cmrfbma2e01zt013vzslhweto.html – texto especialmente adaptado para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta um trecho, retirado do texto, do qual se possa depreender a ideia de analisar o passado.
 

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4223291 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IPAM-Caxias
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A gentileza da espera

Por Pedro Guerra Kuman

Tem aquela ótima do Legião que diz que “temos nosso próprio tempo”, e acho que é sobre

isso que tenho pensado recentemente. O estopim foi a partir de uma outra frase, essa dita por

um amigo: ele cravou que “a gente é mais rápido do que o nosso próprio tempo muitas vezes”.

E aqui nem estou levantando pauta sobre estarmos acelerados (até porque isso é óbvio), mas,

sim, talvez digerindo a ideia de que a gente se condicionou a burlar o nosso tempo.

Se olho pelo retrovisor e encontro tudo que realizei até aqui, me assusto e me questiono

sobre quando tive tempo para fazer tanta coisa. Talvez eu só tenha acumulado tarefas em cima

de tarefas sem nem aproveitar o processo de cada uma delas. Ao menos, já aceitei que não

entreguei os melhores resultados em todas elas, até porque, aqui sim, entendi que não sou

máquina. Mas, então, por que agi como se fosse?

A frase do meu amigo veio justamente quando eu disse: olha só, acho que agora não é o

melhor momento, vamos deixar esse projeto para depois?

Estou certo de que ele entendeu o subtexto.

Aceitar que não damos conta de tudo faz parte do kit de sobrevivência — ou, ao menos,

deveria. Se a vida que estampamos por aí é cheia de filtros, que façamos uso deles para

escolher o que deve e o que não deve ser vivido. Não como algo determinante, mas como algo

estratégico mesmo. Agora não, talvez depois, quem sabe outra hora, vai ter que ficar para

mais tarde.

É aquela velha ideia de saber escolher as suas batalhas. E isso é um desafio e tanto se

pensarmos que estamos inseridos em uma sociedade hiperprodutiva que demanda exaustão,

além de parecer que nunca descansa. Mais do que se dar ao luxo, entender que não podemos

correr mais do que o nosso próprio tempo é uma questão de gentileza. É, antes de olhar para

a pilha de projetos, olhar para si e se perguntar se dá conta.

E tudo bem se não der.

Estou certo de que existe até certa maturidade em reconhecer isso. Nem toda

oportunidade perdida está realmente perdida. Nem sempre podemos trabalhar com a ideia de

que “precisamos agarrar a chance” porque ela “não passa duas vezes”. Prefiro pensar que

algumas até se aproximam para nos testar, e que ali na frente elas aguardam uma versão

nossa que consiga recebê-las com mais presença.

Até porque, existe uma honestidade ava...aladora e urgente no respeitar-se.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/07/a-gentileza-da-espera-cmrfbma2e01zt013vzslhweto.html – texto especialmente adaptado para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. Pode-se inferir que o autor, no passado, não dispunha de tempo suficiente para realizar suas demandas de modo qualificado.
II. O autor chama de gentileza a capacidade de não culparmos as pessoas por não conseguirem se incumbir de colocar tudo que elas sonham em prática.
III. Segundo o autor, quando declinamos uma proposta, é possível que possamos ter uma segunda chance de realizá-la com mais dedicação.
Quais estão corretas?
 

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4223106 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRQ-20
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Texto para o item.

Quando a clareza se torna lei: a linguagem simples como porta de entrada do cidadão

A Lei nº 15.263/2025 institui a Política Nacional de Linguagem Simples em toda a Administração Pública. É importante destacar que se trata de uma mudança estrutural, pois, a partir de agora, o Estado brasileiro tem o dever jurídico de falar com as pessoas de forma objetiva, direta e compreensível.

A lei parte de uma constatação óbvia, mas historicamente ignorada: se o cidadão não entende o que o Estado diz, o direito existe somente no papel. A Política Nacional de Linguagem Simples tem, dentre outros, os objetivos de permitir que qualquer pessoa consiga encontrar, entender e usar as informações públicas; reduzir a dependência de intermediários para interpretar textos oficiais; e facilitar a participação social e o controle das políticas públicas. Logo, a linguagem simples proporciona redução de burocracia, ruídos na comunicação e retrabalho.

A linguagem simples não significa a “infantilização” do discurso público. É, ao contrário, o reconhecimento de que a maturidade democrática exige que o Estado fale a mesma língua dos cidadãos.

A lei define linguagem simples como um conjunto de técnicas que envolve frases em ordem direta; períodos curtos; uma ideia por parágrafo; uso de palavras comuns; explicação de termos técnicos; necessidade de evitar estrangeirismos desnecessários; organização da informação mais importante logo no início do texto; e uso de listas, tabelas e recursos gráficos. Também exige testar a compreensão do público-alvo e prevê cuidados específicos para a acessibilidade e para a comunicação com povos indígenas em suas línguas, sempre que for possível.

Quando o governo passa a se comunicar na “mesma língua” dos cidadãos, as regras passam a ser mais bem entendidas como parte de um contrato social ao qual nos submetemos. Por esse motivo, a linguagem simples se materializa como um recurso eficiente, pois aproxima a sociedade do governo que a representa e se torna um poderoso instrumento de cidadania.

Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

Considerando o trecho “as regras passam a ser mais bem entendidas como parte de um contrato social ao qual nos submetemos.”, os vocábulos “bem” e “entendidas” deveriam ser, obrigatoriamente, unidos por hífen, uma vez que o advérbio antecede uma palavra iniciada por vogal.
 

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4223105 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRQ-20
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Texto para o item.

Quando a clareza se torna lei: a linguagem simples como porta de entrada do cidadão

A Lei nº 15.263/2025 institui a Política Nacional de Linguagem Simples em toda a Administração Pública. É importante destacar que se trata de uma mudança estrutural, pois, a partir de agora, o Estado brasileiro tem o dever jurídico de falar com as pessoas de forma objetiva, direta e compreensível.

A lei parte de uma constatação óbvia, mas historicamente ignorada: se o cidadão não entende o que o Estado diz, o direito existe somente no papel. A Política Nacional de Linguagem Simples tem, dentre outros, os objetivos de permitir que qualquer pessoa consiga encontrar, entender e usar as informações públicas; reduzir a dependência de intermediários para interpretar textos oficiais; e facilitar a participação social e o controle das políticas públicas. Logo, a linguagem simples proporciona redução de burocracia, ruídos na comunicação e retrabalho.

A linguagem simples não significa a “infantilização” do discurso público. É, ao contrário, o reconhecimento de que a maturidade democrática exige que o Estado fale a mesma língua dos cidadãos.

A lei define linguagem simples como um conjunto de técnicas que envolve frases em ordem direta; períodos curtos; uma ideia por parágrafo; uso de palavras comuns; explicação de termos técnicos; necessidade de evitar estrangeirismos desnecessários; organização da informação mais importante logo no início do texto; e uso de listas, tabelas e recursos gráficos. Também exige testar a compreensão do público-alvo e prevê cuidados específicos para a acessibilidade e para a comunicação com povos indígenas em suas línguas, sempre que for possível.

Quando o governo passa a se comunicar na “mesma língua” dos cidadãos, as regras passam a ser mais bem entendidas como parte de um contrato social ao qual nos submetemos. Por esse motivo, a linguagem simples se materializa como um recurso eficiente, pois aproxima a sociedade do governo que a representa e se torna um poderoso instrumento de cidadania.

Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

A partir da leitura dos trechos “A linguagem simples não significa a ‘infantilização’ do discurso público.” e “Quando o governo passa a se comunicar na ‘mesma língua’ dos cidadãos,”, constata-se que os termos “infantilização” e “mesma língua” foram destacados para sinalizar o emprego de expressões de cunho irônico e satírico.
 

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4223104 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRQ-20
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Texto para o item.

Quando a clareza se torna lei: a linguagem simples como porta de entrada do cidadão

A Lei nº 15.263/2025 institui a Política Nacional de Linguagem Simples em toda a Administração Pública. É importante destacar que se trata de uma mudança estrutural, pois, a partir de agora, o Estado brasileiro tem o dever jurídico de falar com as pessoas de forma objetiva, direta e compreensível.

A lei parte de uma constatação óbvia, mas historicamente ignorada: se o cidadão não entende o que o Estado diz, o direito existe somente no papel. A Política Nacional de Linguagem Simples tem, dentre outros, os objetivos de permitir que qualquer pessoa consiga encontrar, entender e usar as informações públicas; reduzir a dependência de intermediários para interpretar textos oficiais; e facilitar a participação social e o controle das políticas públicas. Logo, a linguagem simples proporciona redução de burocracia, ruídos na comunicação e retrabalho.

A linguagem simples não significa a “infantilização” do discurso público. É, ao contrário, o reconhecimento de que a maturidade democrática exige que o Estado fale a mesma língua dos cidadãos.

A lei define linguagem simples como um conjunto de técnicas que envolve frases em ordem direta; períodos curtos; uma ideia por parágrafo; uso de palavras comuns; explicação de termos técnicos; necessidade de evitar estrangeirismos desnecessários; organização da informação mais importante logo no início do texto; e uso de listas, tabelas e recursos gráficos. Também exige testar a compreensão do público-alvo e prevê cuidados específicos para a acessibilidade e para a comunicação com povos indígenas em suas línguas, sempre que for possível.

Quando o governo passa a se comunicar na “mesma língua” dos cidadãos, as regras passam a ser mais bem entendidas como parte de um contrato social ao qual nos submetemos. Por esse motivo, a linguagem simples se materializa como um recurso eficiente, pois aproxima a sociedade do governo que a representa e se torna um poderoso instrumento de cidadania.

Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

Na construção “Por esse motivo, a linguagem simples se materializa como um recurso eficiente, pois aproxima a sociedade do governo que a representa e se torna um poderoso instrumento de cidadania.”, a forma verbal “aproxima” é bitransitiva, pois exige um complemento direto (“a sociedade”) e um complemento indireto (“do governo”).
 

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4223103 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRQ-20
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Texto para o item.

Quando a clareza se torna lei: a linguagem simples como porta de entrada do cidadão

A Lei nº 15.263/2025 institui a Política Nacional de Linguagem Simples em toda a Administração Pública. É importante destacar que se trata de uma mudança estrutural, pois, a partir de agora, o Estado brasileiro tem o dever jurídico de falar com as pessoas de forma objetiva, direta e compreensível.

A lei parte de uma constatação óbvia, mas historicamente ignorada: se o cidadão não entende o que o Estado diz, o direito existe somente no papel. A Política Nacional de Linguagem Simples tem, dentre outros, os objetivos de permitir que qualquer pessoa consiga encontrar, entender e usar as informações públicas; reduzir a dependência de intermediários para interpretar textos oficiais; e facilitar a participação social e o controle das políticas públicas. Logo, a linguagem simples proporciona redução de burocracia, ruídos na comunicação e retrabalho.

A linguagem simples não significa a “infantilização” do discurso público. É, ao contrário, o reconhecimento de que a maturidade democrática exige que o Estado fale a mesma língua dos cidadãos.

A lei define linguagem simples como um conjunto de técnicas que envolve frases em ordem direta; períodos curtos; uma ideia por parágrafo; uso de palavras comuns; explicação de termos técnicos; necessidade de evitar estrangeirismos desnecessários; organização da informação mais importante logo no início do texto; e uso de listas, tabelas e recursos gráficos. Também exige testar a compreensão do público-alvo e prevê cuidados específicos para a acessibilidade e para a comunicação com povos indígenas em suas línguas, sempre que for possível.

Quando o governo passa a se comunicar na “mesma língua” dos cidadãos, as regras passam a ser mais bem entendidas como parte de um contrato social ao qual nos submetemos. Por esse motivo, a linguagem simples se materializa como um recurso eficiente, pois aproxima a sociedade do governo que a representa e se torna um poderoso instrumento de cidadania.

Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

Em “É, ao contrário, o reconhecimento de que a maturidade democrática exige que o Estado fale a mesma língua dos cidadãos.”, a estrutura “de que a maturidade democrática exige” exerce a função de adjunto adnominal do substantivo “reconhecimento”, tendo em vista que o termo preposicionado tem natureza restritiva e caracteriza um nome anterior.
 

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