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O terceiro menor país do mundo mudou de nome: conheça Naoero
Por Bela Lobato
Um dos países mais discretos do planeta acaba de dar um passo importante para
reafirmar sua identidade. O governo da ilha do Pacífico até então chamada de Nauru anunciou
que o nome oficial do país passa a ser República de Naoero, grafia que reflete como o nome é
pronunciado no idioma local.
A mudança foi comunicada pelo presidente do país em uma publicação nas redes sociais
oficiais do governo. Segundo a nota, trata-se de um resgate: o nome tradicional sempre existiu,
mas acabou sendo substituído internacionalmente por uma versão mais fácil de pronunciar para
vários estrangeiros.
A pronúncia brasileira se aproxima da correta: o que era conhecido como “Nau-ru” passa
a ser dito como “Nau-êro”.
Com apenas 21 quilômetros quadrados, Naoero é o terceiro menor país do mundo em
extensão territorial, atrá... do Vaticano e de Mônaco. Há cerca de 12 mil pessoas na ilha, uma
população menor apenas que a de Tuvalu e a do Vaticano.
Diferentemente de outros casos de mudança de nome de países, a decisão da mudança
veio do Congresso, e não de um referendo popular.
“A decisão de não realizar um referendo foi tomada após uma deliberação cuidadosa,
tendo-se concluído que Naoero não é um nome novo que precise ser aceito pelo povo”, afirma
um comunicado oficial do governo no Facebook. “Trata-se, de fato, da identidade do povo, está
presente no bra...ão nacional e é utilizado na comunidade; e, o que é mais importante, é
permitido pela Constituição”.
Segundo o comunicado, organizações internacionais e outros países já foram avisados
sobre a mudança e começaram a fazer a transição para o novo nome.
Com a atualização, o código internacional do país passa de NRU para NRO, e o gentílico
também muda: em vez de “nauruanos”, os habitantes agora serão chamados de dei-Naoero,
pelo menos em teoria. Ainda não há clare...a de qual será o gentílico em português.
Esse tipo de mudança não é exatamente novo. Basta olhar para um atlas ou globo
terrestre mais antigo para encontrar nomes que caíram em desuso: Pérsia virou Irã, Zaire
tornou-se República Democrática do Congo e, em 2018, a Suazilândia, no sul da África, adotou
o nome Essuatíni.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-terceiro-menor-pais-do-mundo-mudou-de-nome-conheca-naoero/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Provas
O terceiro menor país do mundo mudou de nome: conheça Naoero
Por Bela Lobato
Um dos países mais discretos do planeta acaba de dar um passo importante para
reafirmar sua identidade. O governo da ilha do Pacífico até então chamada de Nauru anunciou
que o nome oficial do país passa a ser República de Naoero, grafia que reflete como o nome é
pronunciado no idioma local.
A mudança foi comunicada pelo presidente do país em uma publicação nas redes sociais
oficiais do governo. Segundo a nota, trata-se de um resgate: o nome tradicional sempre existiu,
mas acabou sendo substituído internacionalmente por uma versão mais fácil de pronunciar para
vários estrangeiros.
A pronúncia brasileira se aproxima da correta: o que era conhecido como “Nau-ru” passa
a ser dito como “Nau-êro”.
Com apenas 21 quilômetros quadrados, Naoero é o terceiro menor país do mundo em
extensão territorial, atrá... do Vaticano e de Mônaco. Há cerca de 12 mil pessoas na ilha, uma
população menor apenas que a de Tuvalu e a do Vaticano.
Diferentemente de outros casos de mudança de nome de países, a decisão da mudança
veio do Congresso, e não de um referendo popular.
“A decisão de não realizar um referendo foi tomada após uma deliberação cuidadosa,
tendo-se concluído que Naoero não é um nome novo que precise ser aceito pelo povo”, afirma
um comunicado oficial do governo no Facebook. “Trata-se, de fato, da identidade do povo, está
presente no bra...ão nacional e é utilizado na comunidade; e, o que é mais importante, é
permitido pela Constituição”.
Segundo o comunicado, organizações internacionais e outros países já foram avisados
sobre a mudança e começaram a fazer a transição para o novo nome.
Com a atualização, o código internacional do país passa de NRU para NRO, e o gentílico
também muda: em vez de “nauruanos”, os habitantes agora serão chamados de dei-Naoero,
pelo menos em teoria. Ainda não há clare...a de qual será o gentílico em português.
Esse tipo de mudança não é exatamente novo. Basta olhar para um atlas ou globo
terrestre mais antigo para encontrar nomes que caíram em desuso: Pérsia virou Irã, Zaire
tornou-se República Democrática do Congo e, em 2018, a Suazilândia, no sul da África, adotou
o nome Essuatíni.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-terceiro-menor-pais-do-mundo-mudou-de-nome-conheca-naoero/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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O terceiro menor país do mundo mudou de nome: conheça Naoero
Por Bela Lobato
Um dos países mais discretos do planeta acaba de dar um passo importante para
reafirmar sua identidade. O governo da ilha do Pacífico até então chamada de Nauru anunciou
que o nome oficial do país passa a ser República de Naoero, grafia que reflete como o nome é
pronunciado no idioma local.
A mudança foi comunicada pelo presidente do país em uma publicação nas redes sociais
oficiais do governo. Segundo a nota, trata-se de um resgate: o nome tradicional sempre existiu,
mas acabou sendo substituído internacionalmente por uma versão mais fácil de pronunciar para
vários estrangeiros.
A pronúncia brasileira se aproxima da correta: o que era conhecido como “Nau-ru” passa
a ser dito como “Nau-êro”.
Com apenas 21 quilômetros quadrados, Naoero é o terceiro menor país do mundo em
extensão territorial, atrá... do Vaticano e de Mônaco. Há cerca de 12 mil pessoas na ilha, uma
população menor apenas que a de Tuvalu e a do Vaticano.
Diferentemente de outros casos de mudança de nome de países, a decisão da mudança
veio do Congresso, e não de um referendo popular.
“A decisão de não realizar um referendo foi tomada após uma deliberação cuidadosa,
tendo-se concluído que Naoero não é um nome novo que precise ser aceito pelo povo”, afirma
um comunicado oficial do governo no Facebook. “Trata-se, de fato, da identidade do povo, está
presente no bra...ão nacional e é utilizado na comunidade; e, o que é mais importante, é
permitido pela Constituição”.
Segundo o comunicado, organizações internacionais e outros países já foram avisados
sobre a mudança e começaram a fazer a transição para o novo nome.
Com a atualização, o código internacional do país passa de NRU para NRO, e o gentílico
também muda: em vez de “nauruanos”, os habitantes agora serão chamados de dei-Naoero,
pelo menos em teoria. Ainda não há clare...a de qual será o gentílico em português.
Esse tipo de mudança não é exatamente novo. Basta olhar para um atlas ou globo
terrestre mais antigo para encontrar nomes que caíram em desuso: Pérsia virou Irã, Zaire
tornou-se República Democrática do Congo e, em 2018, a Suazilândia, no sul da África, adotou
o nome Essuatíni.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-terceiro-menor-pais-do-mundo-mudou-de-nome-conheca-naoero/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
“atrá... do Vaticano e de Mônaco”. “está presente no bra...ão nacional”. “Ainda não há clare...a de qual será o gentílico em português”.
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Por Bela Lobato
Um dos países mais discretos do planeta acaba de dar um passo importante para
reafirmar sua identidade. O governo da ilha do Pacífico até então chamada de Nauru anunciou
que o nome oficial do país passa a ser República de Naoero, grafia que reflete como o nome é
pronunciado no idioma local.
A mudança foi comunicada pelo presidente do país em uma publicação nas redes sociais
oficiais do governo. Segundo a nota, trata-se de um resgate: o nome tradicional sempre existiu,
mas acabou sendo substituído internacionalmente por uma versão mais fácil de pronunciar para
vários estrangeiros.
A pronúncia brasileira se aproxima da correta: o que era conhecido como “Nau-ru” passa
a ser dito como “Nau-êro”.
Com apenas 21 quilômetros quadrados, Naoero é o terceiro menor país do mundo em
extensão territorial, atrá... do Vaticano e de Mônaco. Há cerca de 12 mil pessoas na ilha, uma
população menor apenas que a de Tuvalu e a do Vaticano.
Diferentemente de outros casos de mudança de nome de países, a decisão da mudança
veio do Congresso, e não de um referendo popular.
“A decisão de não realizar um referendo foi tomada após uma deliberação cuidadosa,
tendo-se concluído que Naoero não é um nome novo que precise ser aceito pelo povo”, afirma
um comunicado oficial do governo no Facebook. “Trata-se, de fato, da identidade do povo, está
presente no bra...ão nacional e é utilizado na comunidade; e, o que é mais importante, é
permitido pela Constituição”.
Segundo o comunicado, organizações internacionais e outros países já foram avisados
sobre a mudança e começaram a fazer a transição para o novo nome.
Com a atualização, o código internacional do país passa de NRU para NRO, e o gentílico
também muda: em vez de “nauruanos”, os habitantes agora serão chamados de dei-Naoero,
pelo menos em teoria. Ainda não há clare...a de qual será o gentílico em português.
Esse tipo de mudança não é exatamente novo. Basta olhar para um atlas ou globo
terrestre mais antigo para encontrar nomes que caíram em desuso: Pérsia virou Irã, Zaire
tornou-se República Democrática do Congo e, em 2018, a Suazilândia, no sul da África, adotou
o nome Essuatíni.
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Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra “grafia” no trecho a seguir, retirado do texto:
“o nome oficial do país passa a ser República de Naoero, grafia que reflete como o nome é pronunciado no idioma local”.
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Por Bela Lobato
Um dos países mais discretos do planeta acaba de dar um passo importante para
reafirmar sua identidade. O governo da ilha do Pacífico até então chamada de Nauru anunciou
que o nome oficial do país passa a ser República de Naoero, grafia que reflete como o nome é
pronunciado no idioma local.
A mudança foi comunicada pelo presidente do país em uma publicação nas redes sociais
oficiais do governo. Segundo a nota, trata-se de um resgate: o nome tradicional sempre existiu,
mas acabou sendo substituído internacionalmente por uma versão mais fácil de pronunciar para
vários estrangeiros.
A pronúncia brasileira se aproxima da correta: o que era conhecido como “Nau-ru” passa
a ser dito como “Nau-êro”.
Com apenas 21 quilômetros quadrados, Naoero é o terceiro menor país do mundo em
extensão territorial, atrá... do Vaticano e de Mônaco. Há cerca de 12 mil pessoas na ilha, uma
população menor apenas que a de Tuvalu e a do Vaticano.
Diferentemente de outros casos de mudança de nome de países, a decisão da mudança
veio do Congresso, e não de um referendo popular.
“A decisão de não realizar um referendo foi tomada após uma deliberação cuidadosa,
tendo-se concluído que Naoero não é um nome novo que precise ser aceito pelo povo”, afirma
um comunicado oficial do governo no Facebook. “Trata-se, de fato, da identidade do povo, está
presente no bra...ão nacional e é utilizado na comunidade; e, o que é mais importante, é
permitido pela Constituição”.
Segundo o comunicado, organizações internacionais e outros países já foram avisados
sobre a mudança e começaram a fazer a transição para o novo nome.
Com a atualização, o código internacional do país passa de NRU para NRO, e o gentílico
também muda: em vez de “nauruanos”, os habitantes agora serão chamados de dei-Naoero,
pelo menos em teoria. Ainda não há clare...a de qual será o gentílico em português.
Esse tipo de mudança não é exatamente novo. Basta olhar para um atlas ou globo
terrestre mais antigo para encontrar nomes que caíram em desuso: Pérsia virou Irã, Zaire
tornou-se República Democrática do Congo e, em 2018, a Suazilândia, no sul da África, adotou
o nome Essuatíni.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-terceiro-menor-pais-do-mundo-mudou-de-nome-conheca-naoero/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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O terceiro menor país do mundo mudou de nome: conheça Naoero
Por Bela Lobato
Um dos países mais discretos do planeta acaba de dar um passo importante para
reafirmar sua identidade. O governo da ilha do Pacífico até então chamada de Nauru anunciou
que o nome oficial do país passa a ser República de Naoero, grafia que reflete como o nome é
pronunciado no idioma local.
A mudança foi comunicada pelo presidente do país em uma publicação nas redes sociais
oficiais do governo. Segundo a nota, trata-se de um resgate: o nome tradicional sempre existiu,
mas acabou sendo substituído internacionalmente por uma versão mais fácil de pronunciar para
vários estrangeiros.
A pronúncia brasileira se aproxima da correta: o que era conhecido como “Nau-ru” passa
a ser dito como “Nau-êro”.
Com apenas 21 quilômetros quadrados, Naoero é o terceiro menor país do mundo em
extensão territorial, atrá... do Vaticano e de Mônaco. Há cerca de 12 mil pessoas na ilha, uma
população menor apenas que a de Tuvalu e a do Vaticano.
Diferentemente de outros casos de mudança de nome de países, a decisão da mudança
veio do Congresso, e não de um referendo popular.
“A decisão de não realizar um referendo foi tomada após uma deliberação cuidadosa,
tendo-se concluído que Naoero não é um nome novo que precise ser aceito pelo povo”, afirma
um comunicado oficial do governo no Facebook. “Trata-se, de fato, da identidade do povo, está
presente no bra...ão nacional e é utilizado na comunidade; e, o que é mais importante, é
permitido pela Constituição”.
Segundo o comunicado, organizações internacionais e outros países já foram avisados
sobre a mudança e começaram a fazer a transição para o novo nome.
Com a atualização, o código internacional do país passa de NRU para NRO, e o gentílico
também muda: em vez de “nauruanos”, os habitantes agora serão chamados de dei-Naoero,
pelo menos em teoria. Ainda não há clare...a de qual será o gentílico em português.
Esse tipo de mudança não é exatamente novo. Basta olhar para um atlas ou globo
terrestre mais antigo para encontrar nomes que caíram em desuso: Pérsia virou Irã, Zaire
tornou-se República Democrática do Congo e, em 2018, a Suazilândia, no sul da África, adotou
o nome Essuatíni.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-terceiro-menor-pais-do-mundo-mudou-de-nome-conheca-naoero/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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O sonho da aposentadoria no Brasil está com os dias contados?
Por Welligton Fonseca
Em 2019, o Brasil promoveu uma das mais relevantes alterações em seu sistema
previdenciário desde ___ promulgação da Constituição de 1988. A Emenda
Constitucional nº 103 foi apresentada, no debate público e no âmbito das finanças públicas,
como medida estrutural indispensável à recomposição do equilíbrio atuarial, à contenção do
crescimento das despesas obrigatórias e à preservação da solvência do sistema previdenciário
brasileiro no médio e longo prazo. Cinco anos depois, a pergunta que ecoa nos corredores da
economia pública é inevitável: a reforma resolveu o problema ou apenas ganhou tempo?
A Previdência Social é, hoje, a maior despesa primária da União. O Regime Geral de
Previdência Social opera em déficit estrutural há anos. Isso significa que as contribuições
arrecadadas não são suficientes para pagar os benefícios con...edidos — a diferença é coberta
pelo Tesouro Nacional. O problema não é meramente contábil; é demográfico. O Brasil
envelhece em ritmo acelerado. A taxa de fecundidade caiu drasticamente nas últimas décadas
e a proporção de idosos cresce de forma contínua. Em termos simples: teremos menos
trabalhadores ativos financiando mais aposentados.
A reforma de 2019 atacou parâmetros — idade mínima, tempo de contribuição, fórmula
de cálculo —, mas não alterou a lógica estrutural do modelo de repartição simples. Continuamos
dependentes do equilíbrio entre contribuintes e beneficiários. Quando essa equação se
deteriora, o sistema sente. Além disso, a elevada informalidade no mercado de trabalho
brasileiro compromete a base contributiva. Milhões de trabalhadores não contribuem
regularmente, o que fragili...a ainda mais o financiamento previdenciário.
É nesse conte...to que surge a discussão sobre a necessidade de uma nova reforma.
Não se trata de alarmismo, mas de projeção atuarial. A sustentabilidade previdenciária não é
tema ideológico, é matemática demográfica e fiscal.
Mas a questão central talvez seja outra: estamos preparados para discutir o futuro da
aposentadoria com maturidade social?
O sonho da aposentadoria não está necessariamente com os dias contados. Contudo,
ele pode estar se transformando. A tendência global aponta para aposentadorias mais tardias,
benefícios proporcionais ___ contribuições e maior responsabilidade individual na formação de
uma poupança complementar. O desafio brasileiro é equilibrar responsabilidade fiscal com
proteção social. Reformar não pode significar apenas cortar; precisa significar reorganizar,
modernizar e adaptar o sistema ___ nova realidade demográfica.
Ignorar o debate pode custar caro. Antecipá-lo pode garantir estabilidade.
O tempo, como a demografia, não espera.
(Disponível em: https://movimentoeconomico.com.br/opiniao/artigos/2026/03/09/o-sonho-da-aposentadoria-no-brasil-esta-com-os-dias-contados/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Isso significa que as contribuições arrecadadas não são suficientes para pagar os benefícios”.
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O sonho da aposentadoria no Brasil está com os dias contados?
Por Welligton Fonseca
Em 2019, o Brasil promoveu uma das mais relevantes alterações em seu sistema
previdenciário desde ___ promulgação da Constituição de 1988. A Emenda
Constitucional nº 103 foi apresentada, no debate público e no âmbito das finanças públicas,
como medida estrutural indispensável à recomposição do equilíbrio atuarial, à contenção do
crescimento das despesas obrigatórias e à preservação da solvência do sistema previdenciário
brasileiro no médio e longo prazo. Cinco anos depois, a pergunta que ecoa nos corredores da
economia pública é inevitável: a reforma resolveu o problema ou apenas ganhou tempo?
A Previdência Social é, hoje, a maior despesa primária da União. O Regime Geral de
Previdência Social opera em déficit estrutural há anos. Isso significa que as contribuições
arrecadadas não são suficientes para pagar os benefícios con...edidos — a diferença é coberta
pelo Tesouro Nacional. O problema não é meramente contábil; é demográfico. O Brasil
envelhece em ritmo acelerado. A taxa de fecundidade caiu drasticamente nas últimas décadas
e a proporção de idosos cresce de forma contínua. Em termos simples: teremos menos
trabalhadores ativos financiando mais aposentados.
A reforma de 2019 atacou parâmetros — idade mínima, tempo de contribuição, fórmula
de cálculo —, mas não alterou a lógica estrutural do modelo de repartição simples. Continuamos
dependentes do equilíbrio entre contribuintes e beneficiários. Quando essa equação se
deteriora, o sistema sente. Além disso, a elevada informalidade no mercado de trabalho
brasileiro compromete a base contributiva. Milhões de trabalhadores não contribuem
regularmente, o que fragili...a ainda mais o financiamento previdenciário.
É nesse conte...to que surge a discussão sobre a necessidade de uma nova reforma.
Não se trata de alarmismo, mas de projeção atuarial. A sustentabilidade previdenciária não é
tema ideológico, é matemática demográfica e fiscal.
Mas a questão central talvez seja outra: estamos preparados para discutir o futuro da
aposentadoria com maturidade social?
O sonho da aposentadoria não está necessariamente com os dias contados. Contudo,
ele pode estar se transformando. A tendência global aponta para aposentadorias mais tardias,
benefícios proporcionais ___ contribuições e maior responsabilidade individual na formação de
uma poupança complementar. O desafio brasileiro é equilibrar responsabilidade fiscal com
proteção social. Reformar não pode significar apenas cortar; precisa significar reorganizar,
modernizar e adaptar o sistema ___ nova realidade demográfica.
Ignorar o debate pode custar caro. Antecipá-lo pode garantir estabilidade.
O tempo, como a demografia, não espera.
(Disponível em: https://movimentoeconomico.com.br/opiniao/artigos/2026/03/09/o-sonho-da-aposentadoria-no-brasil-esta-com-os-dias-contados/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Não se trata de alarmismo, mas de projeção atuarial. A sustentabilidade previdenciária não é tema ideológico; é matemática demográfica e fiscal”.
Provas
O sonho da aposentadoria no Brasil está com os dias contados?
Por Welligton Fonseca
Em 2019, o Brasil promoveu uma das mais relevantes alterações em seu sistema
previdenciário desde ___ promulgação da Constituição de 1988. A Emenda
Constitucional nº 103 foi apresentada, no debate público e no âmbito das finanças públicas,
como medida estrutural indispensável à recomposição do equilíbrio atuarial, à contenção do
crescimento das despesas obrigatórias e à preservação da solvência do sistema previdenciário
brasileiro no médio e longo prazo. Cinco anos depois, a pergunta que ecoa nos corredores da
economia pública é inevitável: a reforma resolveu o problema ou apenas ganhou tempo?
A Previdência Social é, hoje, a maior despesa primária da União. O Regime Geral de
Previdência Social opera em déficit estrutural há anos. Isso significa que as contribuições
arrecadadas não são suficientes para pagar os benefícios con...edidos — a diferença é coberta
pelo Tesouro Nacional. O problema não é meramente contábil; é demográfico. O Brasil
envelhece em ritmo acelerado. A taxa de fecundidade caiu drasticamente nas últimas décadas
e a proporção de idosos cresce de forma contínua. Em termos simples: teremos menos
trabalhadores ativos financiando mais aposentados.
A reforma de 2019 atacou parâmetros — idade mínima, tempo de contribuição, fórmula
de cálculo —, mas não alterou a lógica estrutural do modelo de repartição simples. Continuamos
dependentes do equilíbrio entre contribuintes e beneficiários. Quando essa equação se
deteriora, o sistema sente. Além disso, a elevada informalidade no mercado de trabalho
brasileiro compromete a base contributiva. Milhões de trabalhadores não contribuem
regularmente, o que fragili...a ainda mais o financiamento previdenciário.
É nesse conte...to que surge a discussão sobre a necessidade de uma nova reforma.
Não se trata de alarmismo, mas de projeção atuarial. A sustentabilidade previdenciária não é
tema ideológico, é matemática demográfica e fiscal.
Mas a questão central talvez seja outra: estamos preparados para discutir o futuro da
aposentadoria com maturidade social?
O sonho da aposentadoria não está necessariamente com os dias contados. Contudo,
ele pode estar se transformando. A tendência global aponta para aposentadorias mais tardias,
benefícios proporcionais ___ contribuições e maior responsabilidade individual na formação de
uma poupança complementar. O desafio brasileiro é equilibrar responsabilidade fiscal com
proteção social. Reformar não pode significar apenas cortar; precisa significar reorganizar,
modernizar e adaptar o sistema ___ nova realidade demográfica.
Ignorar o debate pode custar caro. Antecipá-lo pode garantir estabilidade.
O tempo, como a demografia, não espera.
(Disponível em: https://movimentoeconomico.com.br/opiniao/artigos/2026/03/09/o-sonho-da-aposentadoria-no-brasil-esta-com-os-dias-contados/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
O sonho da aposentadoria no Brasil está com os dias contados?
Por Welligton Fonseca
Em 2019, o Brasil promoveu uma das mais relevantes alterações em seu sistema
previdenciário desde ___ promulgação da Constituição de 1988. A Emenda
Constitucional nº 103 foi apresentada, no debate público e no âmbito das finanças públicas,
como medida estrutural indispensável à recomposição do equilíbrio atuarial, à contenção do
crescimento das despesas obrigatórias e à preservação da solvência do sistema previdenciário
brasileiro no médio e longo prazo. Cinco anos depois, a pergunta que ecoa nos corredores da
economia pública é inevitável: a reforma resolveu o problema ou apenas ganhou tempo?
A Previdência Social é, hoje, a maior despesa primária da União. O Regime Geral de
Previdência Social opera em déficit estrutural há anos. Isso significa que as contribuições
arrecadadas não são suficientes para pagar os benefícios con...edidos — a diferença é coberta
pelo Tesouro Nacional. O problema não é meramente contábil; é demográfico. O Brasil
envelhece em ritmo acelerado. A taxa de fecundidade caiu drasticamente nas últimas décadas
e a proporção de idosos cresce de forma contínua. Em termos simples: teremos menos
trabalhadores ativos financiando mais aposentados.
A reforma de 2019 atacou parâmetros — idade mínima, tempo de contribuição, fórmula
de cálculo —, mas não alterou a lógica estrutural do modelo de repartição simples. Continuamos
dependentes do equilíbrio entre contribuintes e beneficiários. Quando essa equação se
deteriora, o sistema sente. Além disso, a elevada informalidade no mercado de trabalho
brasileiro compromete a base contributiva. Milhões de trabalhadores não contribuem
regularmente, o que fragili...a ainda mais o financiamento previdenciário.
É nesse conte...to que surge a discussão sobre a necessidade de uma nova reforma.
Não se trata de alarmismo, mas de projeção atuarial. A sustentabilidade previdenciária não é
tema ideológico, é matemática demográfica e fiscal.
Mas a questão central talvez seja outra: estamos preparados para discutir o futuro da
aposentadoria com maturidade social?
O sonho da aposentadoria não está necessariamente com os dias contados. Contudo,
ele pode estar se transformando. A tendência global aponta para aposentadorias mais tardias,
benefícios proporcionais ___ contribuições e maior responsabilidade individual na formação de
uma poupança complementar. O desafio brasileiro é equilibrar responsabilidade fiscal com
proteção social. Reformar não pode significar apenas cortar; precisa significar reorganizar,
modernizar e adaptar o sistema ___ nova realidade demográfica.
Ignorar o debate pode custar caro. Antecipá-lo pode garantir estabilidade.
O tempo, como a demografia, não espera.
(Disponível em: https://movimentoeconomico.com.br/opiniao/artigos/2026/03/09/o-sonho-da-aposentadoria-no-brasil-esta-com-os-dias-contados/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
“O sonho da aposentadoria não está necessariamente com os dias contados. Contudo, ele pode estar se transformando”.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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