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O sonho da aposentadoria no Brasil está com os dias contados?
Por Welligton Fonseca
Em 2019, o Brasil promoveu uma das mais relevantes alterações em seu sistema
previdenciário desde ___ promulgação da Constituição de 1988. A Emenda
Constitucional nº 103 foi apresentada, no debate público e no âmbito das finanças públicas,
como medida estrutural indispensável à recomposição do equilíbrio atuarial, à contenção do
crescimento das despesas obrigatórias e à preservação da solvência do sistema previdenciário
brasileiro no médio e longo prazo. Cinco anos depois, a pergunta que ecoa nos corredores da
economia pública é inevitável: a reforma resolveu o problema ou apenas ganhou tempo?
A Previdência Social é, hoje, a maior despesa primária da União. O Regime Geral de
Previdência Social opera em déficit estrutural há anos. Isso significa que as contribuições
arrecadadas não são suficientes para pagar os benefícios con...edidos — a diferença é coberta
pelo Tesouro Nacional. O problema não é meramente contábil; é demográfico. O Brasil
envelhece em ritmo acelerado. A taxa de fecundidade caiu drasticamente nas últimas décadas
e a proporção de idosos cresce de forma contínua. Em termos simples: teremos menos
trabalhadores ativos financiando mais aposentados.
A reforma de 2019 atacou parâmetros — idade mínima, tempo de contribuição, fórmula
de cálculo —, mas não alterou a lógica estrutural do modelo de repartição simples. Continuamos
dependentes do equilíbrio entre contribuintes e beneficiários. Quando essa equação se
deteriora, o sistema sente. Além disso, a elevada informalidade no mercado de trabalho
brasileiro compromete a base contributiva. Milhões de trabalhadores não contribuem
regularmente, o que fragili...a ainda mais o financiamento previdenciário.
É nesse conte...to que surge a discussão sobre a necessidade de uma nova reforma.
Não se trata de alarmismo, mas de projeção atuarial. A sustentabilidade previdenciária não é
tema ideológico, é matemática demográfica e fiscal.
Mas a questão central talvez seja outra: estamos preparados para discutir o futuro da
aposentadoria com maturidade social?
O sonho da aposentadoria não está necessariamente com os dias contados. Contudo,
ele pode estar se transformando. A tendência global aponta para aposentadorias mais tardias,
benefícios proporcionais ___ contribuições e maior responsabilidade individual na formação de
uma poupança complementar. O desafio brasileiro é equilibrar responsabilidade fiscal com
proteção social. Reformar não pode significar apenas cortar; precisa significar reorganizar,
modernizar e adaptar o sistema ___ nova realidade demográfica.
Ignorar o debate pode custar caro. Antecipá-lo pode garantir estabilidade.
O tempo, como a demografia, não espera.
(Disponível em: https://movimentoeconomico.com.br/opiniao/artigos/2026/03/09/o-sonho-da-aposentadoria-no-brasil-esta-com-os-dias-contados/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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O sonho da aposentadoria no Brasil está com os dias contados?
Por Welligton Fonseca
Em 2019, o Brasil promoveu uma das mais relevantes alterações em seu sistema
previdenciário desde ___ promulgação da Constituição de 1988. A Emenda
Constitucional nº 103 foi apresentada, no debate público e no âmbito das finanças públicas,
como medida estrutural indispensável à recomposição do equilíbrio atuarial, à contenção do
crescimento das despesas obrigatórias e à preservação da solvência do sistema previdenciário
brasileiro no médio e longo prazo. Cinco anos depois, a pergunta que ecoa nos corredores da
economia pública é inevitável: a reforma resolveu o problema ou apenas ganhou tempo?
A Previdência Social é, hoje, a maior despesa primária da União. O Regime Geral de
Previdência Social opera em déficit estrutural há anos. Isso significa que as contribuições
arrecadadas não são suficientes para pagar os benefícios con...edidos — a diferença é coberta
pelo Tesouro Nacional. O problema não é meramente contábil; é demográfico. O Brasil
envelhece em ritmo acelerado. A taxa de fecundidade caiu drasticamente nas últimas décadas
e a proporção de idosos cresce de forma contínua. Em termos simples: teremos menos
trabalhadores ativos financiando mais aposentados.
A reforma de 2019 atacou parâmetros — idade mínima, tempo de contribuição, fórmula
de cálculo —, mas não alterou a lógica estrutural do modelo de repartição simples. Continuamos
dependentes do equilíbrio entre contribuintes e beneficiários. Quando essa equação se
deteriora, o sistema sente. Além disso, a elevada informalidade no mercado de trabalho
brasileiro compromete a base contributiva. Milhões de trabalhadores não contribuem
regularmente, o que fragili...a ainda mais o financiamento previdenciário.
É nesse conte...to que surge a discussão sobre a necessidade de uma nova reforma.
Não se trata de alarmismo, mas de projeção atuarial. A sustentabilidade previdenciária não é
tema ideológico, é matemática demográfica e fiscal.
Mas a questão central talvez seja outra: estamos preparados para discutir o futuro da
aposentadoria com maturidade social?
O sonho da aposentadoria não está necessariamente com os dias contados. Contudo,
ele pode estar se transformando. A tendência global aponta para aposentadorias mais tardias,
benefícios proporcionais ___ contribuições e maior responsabilidade individual na formação de
uma poupança complementar. O desafio brasileiro é equilibrar responsabilidade fiscal com
proteção social. Reformar não pode significar apenas cortar; precisa significar reorganizar,
modernizar e adaptar o sistema ___ nova realidade demográfica.
Ignorar o debate pode custar caro. Antecipá-lo pode garantir estabilidade.
O tempo, como a demografia, não espera.
(Disponível em: https://movimentoeconomico.com.br/opiniao/artigos/2026/03/09/o-sonho-da-aposentadoria-no-brasil-esta-com-os-dias-contados/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
“A Emenda Constitucional nº 103 foi apresentada, no debate público e no âmbito das finanças públicas, como medida estrutural”.
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O sonho da aposentadoria no Brasil está com os dias contados?
Por Welligton Fonseca
Em 2019, o Brasil promoveu uma das mais relevantes alterações em seu sistema
previdenciário desde ___ promulgação da Constituição de 1988. A Emenda
Constitucional nº 103 foi apresentada, no debate público e no âmbito das finanças públicas,
como medida estrutural indispensável à recomposição do equilíbrio atuarial, à contenção do
crescimento das despesas obrigatórias e à preservação da solvência do sistema previdenciário
brasileiro no médio e longo prazo. Cinco anos depois, a pergunta que ecoa nos corredores da
economia pública é inevitável: a reforma resolveu o problema ou apenas ganhou tempo?
A Previdência Social é, hoje, a maior despesa primária da União. O Regime Geral de
Previdência Social opera em déficit estrutural há anos. Isso significa que as contribuições
arrecadadas não são suficientes para pagar os benefícios con...edidos — a diferença é coberta
pelo Tesouro Nacional. O problema não é meramente contábil; é demográfico. O Brasil
envelhece em ritmo acelerado. A taxa de fecundidade caiu drasticamente nas últimas décadas
e a proporção de idosos cresce de forma contínua. Em termos simples: teremos menos
trabalhadores ativos financiando mais aposentados.
A reforma de 2019 atacou parâmetros — idade mínima, tempo de contribuição, fórmula
de cálculo —, mas não alterou a lógica estrutural do modelo de repartição simples. Continuamos
dependentes do equilíbrio entre contribuintes e beneficiários. Quando essa equação se
deteriora, o sistema sente. Além disso, a elevada informalidade no mercado de trabalho
brasileiro compromete a base contributiva. Milhões de trabalhadores não contribuem
regularmente, o que fragili...a ainda mais o financiamento previdenciário.
É nesse conte...to que surge a discussão sobre a necessidade de uma nova reforma.
Não se trata de alarmismo, mas de projeção atuarial. A sustentabilidade previdenciária não é
tema ideológico, é matemática demográfica e fiscal.
Mas a questão central talvez seja outra: estamos preparados para discutir o futuro da
aposentadoria com maturidade social?
O sonho da aposentadoria não está necessariamente com os dias contados. Contudo,
ele pode estar se transformando. A tendência global aponta para aposentadorias mais tardias,
benefícios proporcionais ___ contribuições e maior responsabilidade individual na formação de
uma poupança complementar. O desafio brasileiro é equilibrar responsabilidade fiscal com
proteção social. Reformar não pode significar apenas cortar; precisa significar reorganizar,
modernizar e adaptar o sistema ___ nova realidade demográfica.
Ignorar o debate pode custar caro. Antecipá-lo pode garantir estabilidade.
O tempo, como a demografia, não espera.
(Disponível em: https://movimentoeconomico.com.br/opiniao/artigos/2026/03/09/o-sonho-da-aposentadoria-no-brasil-esta-com-os-dias-contados/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
• “as contribuições arrecadadas não são suficientes para pagar os benefícios con...edidos”.
• “Milhões de trabalhadores não contribuem regularmente, o que fragili...a ainda mais o financiamento previdenciário”.
• “É nesse conte...to que surge a discussão sobre a necessidade de uma nova reforma”.
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O sonho da aposentadoria no Brasil está com os dias contados?
Por Welligton Fonseca
Em 2019, o Brasil promoveu uma das mais relevantes alterações em seu sistema
previdenciário desde ___ promulgação da Constituição de 1988. A Emenda
Constitucional nº 103 foi apresentada, no debate público e no âmbito das finanças públicas,
como medida estrutural indispensável à recomposição do equilíbrio atuarial, à contenção do
crescimento das despesas obrigatórias e à preservação da solvência do sistema previdenciário
brasileiro no médio e longo prazo. Cinco anos depois, a pergunta que ecoa nos corredores da
economia pública é inevitável: a reforma resolveu o problema ou apenas ganhou tempo?
A Previdência Social é, hoje, a maior despesa primária da União. O Regime Geral de
Previdência Social opera em déficit estrutural há anos. Isso significa que as contribuições
arrecadadas não são suficientes para pagar os benefícios con...edidos — a diferença é coberta
pelo Tesouro Nacional. O problema não é meramente contábil; é demográfico. O Brasil
envelhece em ritmo acelerado. A taxa de fecundidade caiu drasticamente nas últimas décadas
e a proporção de idosos cresce de forma contínua. Em termos simples: teremos menos
trabalhadores ativos financiando mais aposentados.
A reforma de 2019 atacou parâmetros — idade mínima, tempo de contribuição, fórmula
de cálculo —, mas não alterou a lógica estrutural do modelo de repartição simples. Continuamos
dependentes do equilíbrio entre contribuintes e beneficiários. Quando essa equação se
deteriora, o sistema sente. Além disso, a elevada informalidade no mercado de trabalho
brasileiro compromete a base contributiva. Milhões de trabalhadores não contribuem
regularmente, o que fragili...a ainda mais o financiamento previdenciário.
É nesse conte...to que surge a discussão sobre a necessidade de uma nova reforma.
Não se trata de alarmismo, mas de projeção atuarial. A sustentabilidade previdenciária não é
tema ideológico, é matemática demográfica e fiscal.
Mas a questão central talvez seja outra: estamos preparados para discutir o futuro da
aposentadoria com maturidade social?
O sonho da aposentadoria não está necessariamente com os dias contados. Contudo,
ele pode estar se transformando. A tendência global aponta para aposentadorias mais tardias,
benefícios proporcionais ___ contribuições e maior responsabilidade individual na formação de
uma poupança complementar. O desafio brasileiro é equilibrar responsabilidade fiscal com
proteção social. Reformar não pode significar apenas cortar; precisa significar reorganizar,
modernizar e adaptar o sistema ___ nova realidade demográfica.
Ignorar o debate pode custar caro. Antecipá-lo pode garantir estabilidade.
O tempo, como a demografia, não espera.
(Disponível em: https://movimentoeconomico.com.br/opiniao/artigos/2026/03/09/o-sonho-da-aposentadoria-no-brasil-esta-com-os-dias-contados/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
• “Em 2019, o Brasil promoveu uma das mais relevantes alterações em seu sistema previdenciário desde ___ promulgação da Constituição de 1988”.
• “benefícios proporcionais ___ contribuições”.
• “modernizar e adaptar o sistema ___ nova realidade demográfica”.
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O sonho da aposentadoria no Brasil está com os dias contados?
Por Welligton Fonseca
Em 2019, o Brasil promoveu uma das mais relevantes alterações em seu sistema
previdenciário desde ___ promulgação da Constituição de 1988. A Emenda
Constitucional nº 103 foi apresentada, no debate público e no âmbito das finanças públicas,
como medida estrutural indispensável à recomposição do equilíbrio atuarial, à contenção do
crescimento das despesas obrigatórias e à preservação da solvência do sistema previdenciário
brasileiro no médio e longo prazo. Cinco anos depois, a pergunta que ecoa nos corredores da
economia pública é inevitável: a reforma resolveu o problema ou apenas ganhou tempo?
A Previdência Social é, hoje, a maior despesa primária da União. O Regime Geral de
Previdência Social opera em déficit estrutural há anos. Isso significa que as contribuições
arrecadadas não são suficientes para pagar os benefícios con...edidos — a diferença é coberta
pelo Tesouro Nacional. O problema não é meramente contábil; é demográfico. O Brasil
envelhece em ritmo acelerado. A taxa de fecundidade caiu drasticamente nas últimas décadas
e a proporção de idosos cresce de forma contínua. Em termos simples: teremos menos
trabalhadores ativos financiando mais aposentados.
A reforma de 2019 atacou parâmetros — idade mínima, tempo de contribuição, fórmula
de cálculo —, mas não alterou a lógica estrutural do modelo de repartição simples. Continuamos
dependentes do equilíbrio entre contribuintes e beneficiários. Quando essa equação se
deteriora, o sistema sente. Além disso, a elevada informalidade no mercado de trabalho
brasileiro compromete a base contributiva. Milhões de trabalhadores não contribuem
regularmente, o que fragili...a ainda mais o financiamento previdenciário.
É nesse conte...to que surge a discussão sobre a necessidade de uma nova reforma.
Não se trata de alarmismo, mas de projeção atuarial. A sustentabilidade previdenciária não é
tema ideológico, é matemática demográfica e fiscal.
Mas a questão central talvez seja outra: estamos preparados para discutir o futuro da
aposentadoria com maturidade social?
O sonho da aposentadoria não está necessariamente com os dias contados. Contudo,
ele pode estar se transformando. A tendência global aponta para aposentadorias mais tardias,
benefícios proporcionais ___ contribuições e maior responsabilidade individual na formação de
uma poupança complementar. O desafio brasileiro é equilibrar responsabilidade fiscal com
proteção social. Reformar não pode significar apenas cortar; precisa significar reorganizar,
modernizar e adaptar o sistema ___ nova realidade demográfica.
Ignorar o debate pode custar caro. Antecipá-lo pode garantir estabilidade.
O tempo, como a demografia, não espera.
(Disponível em: https://movimentoeconomico.com.br/opiniao/artigos/2026/03/09/o-sonho-da-aposentadoria-no-brasil-esta-com-os-dias-contados/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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O sonho da aposentadoria no Brasil está com os dias contados?
Por Welligton Fonseca
Em 2019, o Brasil promoveu uma das mais relevantes alterações em seu sistema
previdenciário desde ___ promulgação da Constituição de 1988. A Emenda
Constitucional nº 103 foi apresentada, no debate público e no âmbito das finanças públicas,
como medida estrutural indispensável à recomposição do equilíbrio atuarial, à contenção do
crescimento das despesas obrigatórias e à preservação da solvência do sistema previdenciário
brasileiro no médio e longo prazo. Cinco anos depois, a pergunta que ecoa nos corredores da
economia pública é inevitável: a reforma resolveu o problema ou apenas ganhou tempo?
A Previdência Social é, hoje, a maior despesa primária da União. O Regime Geral de
Previdência Social opera em déficit estrutural há anos. Isso significa que as contribuições
arrecadadas não são suficientes para pagar os benefícios con...edidos — a diferença é coberta
pelo Tesouro Nacional. O problema não é meramente contábil; é demográfico. O Brasil
envelhece em ritmo acelerado. A taxa de fecundidade caiu drasticamente nas últimas décadas
e a proporção de idosos cresce de forma contínua. Em termos simples: teremos menos
trabalhadores ativos financiando mais aposentados.
A reforma de 2019 atacou parâmetros — idade mínima, tempo de contribuição, fórmula
de cálculo —, mas não alterou a lógica estrutural do modelo de repartição simples. Continuamos
dependentes do equilíbrio entre contribuintes e beneficiários. Quando essa equação se
deteriora, o sistema sente. Além disso, a elevada informalidade no mercado de trabalho
brasileiro compromete a base contributiva. Milhões de trabalhadores não contribuem
regularmente, o que fragili...a ainda mais o financiamento previdenciário.
É nesse conte...to que surge a discussão sobre a necessidade de uma nova reforma.
Não se trata de alarmismo, mas de projeção atuarial. A sustentabilidade previdenciária não é
tema ideológico, é matemática demográfica e fiscal.
Mas a questão central talvez seja outra: estamos preparados para discutir o futuro da
aposentadoria com maturidade social?
O sonho da aposentadoria não está necessariamente com os dias contados. Contudo,
ele pode estar se transformando. A tendência global aponta para aposentadorias mais tardias,
benefícios proporcionais ___ contribuições e maior responsabilidade individual na formação de
uma poupança complementar. O desafio brasileiro é equilibrar responsabilidade fiscal com
proteção social. Reformar não pode significar apenas cortar; precisa significar reorganizar,
modernizar e adaptar o sistema ___ nova realidade demográfica.
Ignorar o debate pode custar caro. Antecipá-lo pode garantir estabilidade.
O tempo, como a demografia, não espera.
(Disponível em: https://movimentoeconomico.com.br/opiniao/artigos/2026/03/09/o-sonho-da-aposentadoria-no-brasil-esta-com-os-dias-contados/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. Para o autor, os problemas da Previdência Social não são algo novo.
II. Pode-se dizer que a proporção entre idosos e crianças tem se modificado.
III. O autor demonstra incerteza acerca da capacidade do país de discutir a temática de forma adequada.
Quais estão corretas?
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A gentileza da espera
Por Pedro Guerra Kuman
Tem aquela ótima do Legião que diz que “temos nosso próprio tempo”, e acho que é sobre
isso que tenho pensado recentemente. O estopim foi a partir de uma outra frase, essa dita por
um amigo: ele cravou que “a gente é mais rápido do que o nosso próprio tempo muitas vezes”.
E aqui nem estou levantando pauta sobre estarmos acelerados (até porque isso é óbvio), mas,
sim, talvez digerindo a ideia de que a gente se condicionou a burlar o nosso tempo.
Se olho pelo retrovisor e encontro tudo que realizei até aqui, me assusto e me questiono
sobre quando tive tempo para fazer tanta coisa. Talvez eu só tenha acumulado tarefas em cima
de tarefas sem nem aproveitar o processo de cada uma delas. Ao menos, já aceitei que não
entreguei os melhores resultados em todas elas, até porque, aqui sim, entendi que não sou
máquina. Mas, então, por que agi como se fosse?
A frase do meu amigo veio justamente quando eu disse: olha só, acho que agora não é o
melhor momento, vamos deixar esse projeto para depois?
Estou certo de que ele entendeu o subtexto.
Aceitar que não damos conta de tudo faz parte do kit de sobrevivência — ou, ao menos,
deveria. Se a vida que estampamos por aí é cheia de filtros, que façamos uso deles para
escolher o que deve e o que não deve ser vivido. Não como algo determinante, mas como algo
estratégico mesmo. Agora não, talvez depois, quem sabe outra hora, vai ter que ficar para
mais tarde.
É aquela velha ideia de saber escolher as suas batalhas. E isso é um desafio e tanto se
pensarmos que estamos inseridos em uma sociedade hiperprodutiva que demanda exaustão,
além de parecer que nunca descansa. Mais do que se dar ao luxo, entender que não podemos
correr mais do que o nosso próprio tempo é uma questão de gentileza. É, antes de olhar para
a pilha de projetos, olhar para si e se perguntar se dá conta.
E tudo bem se não der.
Estou certo de que existe até certa maturidade em reconhecer isso. Nem toda
oportunidade perdida está realmente perdida. Nem sempre podemos trabalhar com a ideia de
que “precisamos agarrar a chance” porque ela “não passa duas vezes”. Prefiro pensar que
algumas até se aproximam para nos testar, e que ali na frente elas aguardam uma versão
nossa que consiga recebê-las com mais presença.
Até porque, existe uma honestidade ava...aladora e urgente no respeitar-se.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/07/a-gentileza-da-espera-cmrfbma2e01zt013vzslhweto.html – texto especialmente adaptado para esta prova).
Coluna 1
1. Ademais de.
2. A fim de.
3. A respeito de.
Coluna 2
( ) “me questiono sobre quando tive tempo para fazer tanta coisa”.
( ) “E aqui nem estou levantando pauta sobre estarmos acelerados”.
( ) “uma sociedade hiperprodutiva que demanda exaustão, além de parecer que nunca descansa”.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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A gentileza da espera
Por Pedro Guerra Kuman
Tem aquela ótima do Legião que diz que “temos nosso próprio tempo”, e acho que é sobre
isso que tenho pensado recentemente. O estopim foi a partir de uma outra frase, essa dita por
um amigo: ele cravou que “a gente é mais rápido do que o nosso próprio tempo muitas vezes”.
E aqui nem estou levantando pauta sobre estarmos acelerados (até porque isso é óbvio), mas,
sim, talvez digerindo a ideia de que a gente se condicionou a burlar o nosso tempo.
Se olho pelo retrovisor e encontro tudo que realizei até aqui, me assusto e me questiono
sobre quando tive tempo para fazer tanta coisa. Talvez eu só tenha acumulado tarefas em cima
de tarefas sem nem aproveitar o processo de cada uma delas. Ao menos, já aceitei que não
entreguei os melhores resultados em todas elas, até porque, aqui sim, entendi que não sou
máquina. Mas, então, por que agi como se fosse?
A frase do meu amigo veio justamente quando eu disse: olha só, acho que agora não é o
melhor momento, vamos deixar esse projeto para depois?
Estou certo de que ele entendeu o subtexto.
Aceitar que não damos conta de tudo faz parte do kit de sobrevivência — ou, ao menos,
deveria. Se a vida que estampamos por aí é cheia de filtros, que façamos uso deles para
escolher o que deve e o que não deve ser vivido. Não como algo determinante, mas como algo
estratégico mesmo. Agora não, talvez depois, quem sabe outra hora, vai ter que ficar para
mais tarde.
É aquela velha ideia de saber escolher as suas batalhas. E isso é um desafio e tanto se
pensarmos que estamos inseridos em uma sociedade hiperprodutiva que demanda exaustão,
além de parecer que nunca descansa. Mais do que se dar ao luxo, entender que não podemos
correr mais do que o nosso próprio tempo é uma questão de gentileza. É, antes de olhar para
a pilha de projetos, olhar para si e se perguntar se dá conta.
E tudo bem se não der.
Estou certo de que existe até certa maturidade em reconhecer isso. Nem toda
oportunidade perdida está realmente perdida. Nem sempre podemos trabalhar com a ideia de
que “precisamos agarrar a chance” porque ela “não passa duas vezes”. Prefiro pensar que
algumas até se aproximam para nos testar, e que ali na frente elas aguardam uma versão
nossa que consiga recebê-las com mais presença.
Até porque, existe uma honestidade ava...aladora e urgente no respeitar-se.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/07/a-gentileza-da-espera-cmrfbma2e01zt013vzslhweto.html – texto especialmente adaptado para esta prova).
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “se”
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Retos
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
A gentileza da espera
Por Pedro Guerra Kuman
Tem aquela ótima do Legião que diz que “temos nosso próprio tempo”, e acho que é sobre
isso que tenho pensado recentemente. O estopim foi a partir de uma outra frase, essa dita por
um amigo: ele cravou que “a gente é mais rápido do que o nosso próprio tempo muitas vezes”.
E aqui nem estou levantando pauta sobre estarmos acelerados (até porque isso é óbvio), mas,
sim, talvez digerindo a ideia de que a gente se condicionou a burlar o nosso tempo.
Se olho pelo retrovisor e encontro tudo que realizei até aqui, me assusto e me questiono
sobre quando tive tempo para fazer tanta coisa. Talvez eu só tenha acumulado tarefas em cima
de tarefas sem nem aproveitar o processo de cada uma delas. Ao menos, já aceitei que não
entreguei os melhores resultados em todas elas, até porque, aqui sim, entendi que não sou
máquina. Mas, então, por que agi como se fosse?
A frase do meu amigo veio justamente quando eu disse: olha só, acho que agora não é o
melhor momento, vamos deixar esse projeto para depois?
Estou certo de que ele entendeu o subtexto.
Aceitar que não damos conta de tudo faz parte do kit de sobrevivência — ou, ao menos,
deveria. Se a vida que estampamos por aí é cheia de filtros, que façamos uso deles para
escolher o que deve e o que não deve ser vivido. Não como algo determinante, mas como algo
estratégico mesmo. Agora não, talvez depois, quem sabe outra hora, vai ter que ficar para
mais tarde.
É aquela velha ideia de saber escolher as suas batalhas. E isso é um desafio e tanto se
pensarmos que estamos inseridos em uma sociedade hiperprodutiva que demanda exaustão,
além de parecer que nunca descansa. Mais do que se dar ao luxo, entender que não podemos
correr mais do que o nosso próprio tempo é uma questão de gentileza. É, antes de olhar para
a pilha de projetos, olhar para si e se perguntar se dá conta.
E tudo bem se não der.
Estou certo de que existe até certa maturidade em reconhecer isso. Nem toda
oportunidade perdida está realmente perdida. Nem sempre podemos trabalhar com a ideia de
que “precisamos agarrar a chance” porque ela “não passa duas vezes”. Prefiro pensar que
algumas até se aproximam para nos testar, e que ali na frente elas aguardam uma versão
nossa que consiga recebê-las com mais presença.
Até porque, existe uma honestidade ava...aladora e urgente no respeitar-se.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/07/a-gentileza-da-espera-cmrfbma2e01zt013vzslhweto.html – texto especialmente adaptado para esta prova).
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A gentileza da espera
Por Pedro Guerra Kuman
Tem aquela ótima do Legião que diz que “temos nosso próprio tempo”, e acho que é sobre
isso que tenho pensado recentemente. O estopim foi a partir de uma outra frase, essa dita por
um amigo: ele cravou que “a gente é mais rápido do que o nosso próprio tempo muitas vezes”.
E aqui nem estou levantando pauta sobre estarmos acelerados (até porque isso é óbvio), mas,
sim, talvez digerindo a ideia de que a gente se condicionou a burlar o nosso tempo.
Se olho pelo retrovisor e encontro tudo que realizei até aqui, me assusto e me questiono
sobre quando tive tempo para fazer tanta coisa. Talvez eu só tenha acumulado tarefas em cima
de tarefas sem nem aproveitar o processo de cada uma delas. Ao menos, já aceitei que não
entreguei os melhores resultados em todas elas, até porque, aqui sim, entendi que não sou
máquina. Mas, então, por que agi como se fosse?
A frase do meu amigo veio justamente quando eu disse: olha só, acho que agora não é o
melhor momento, vamos deixar esse projeto para depois?
Estou certo de que ele entendeu o subtexto.
Aceitar que não damos conta de tudo faz parte do kit de sobrevivência — ou, ao menos,
deveria. Se a vida que estampamos por aí é cheia de filtros, que façamos uso deles para
escolher o que deve e o que não deve ser vivido. Não como algo determinante, mas como algo
estratégico mesmo. Agora não, talvez depois, quem sabe outra hora, vai ter que ficar para
mais tarde.
É aquela velha ideia de saber escolher as suas batalhas. E isso é um desafio e tanto se
pensarmos que estamos inseridos em uma sociedade hiperprodutiva que demanda exaustão,
além de parecer que nunca descansa. Mais do que se dar ao luxo, entender que não podemos
correr mais do que o nosso próprio tempo é uma questão de gentileza. É, antes de olhar para
a pilha de projetos, olhar para si e se perguntar se dá conta.
E tudo bem se não der.
Estou certo de que existe até certa maturidade em reconhecer isso. Nem toda
oportunidade perdida está realmente perdida. Nem sempre podemos trabalhar com a ideia de
que “precisamos agarrar a chance” porque ela “não passa duas vezes”. Prefiro pensar que
algumas até se aproximam para nos testar, e que ali na frente elas aguardam uma versão
nossa que consiga recebê-las com mais presença.
Até porque, existe uma honestidade ava...aladora e urgente no respeitar-se.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/07/a-gentileza-da-espera-cmrfbma2e01zt013vzslhweto.html – texto especialmente adaptado para esta prova).
Assinale a alternativa que indica a função sintática desempenhada pela oração subordinada substantiva sublinhada no trecho a seguir:
“Estou certo de que ele entendeu o subtexto”.
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Caderno Container