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4223346 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IPAM-Caxias

O sonho da aposentadoria no Brasil está com os dias contados?

Por Welligton Fonseca

Em 2019, o Brasil promoveu uma das mais relevantes alterações em seu sistema

previdenciário desde ___ promulgação da Constituição de 1988. A Emenda

Constitucional nº 103 foi apresentada, no debate público e no âmbito das finanças públicas,

como medida estrutural indispensável à recomposição do equilíbrio atuarial, à contenção do

crescimento das despesas obrigatórias e à preservação da solvência do sistema previdenciário

brasileiro no médio e longo prazo. Cinco anos depois, a pergunta que ecoa nos corredores da

economia pública é inevitável: a reforma resolveu o problema ou apenas ganhou tempo?

A Previdência Social é, hoje, a maior despesa primária da União. O Regime Geral de

Previdência Social opera em déficit estrutural há anos. Isso significa que as contribuições

arrecadadas não são suficientes para pagar os benefícios con...edidos — a diferença é coberta

pelo Tesouro Nacional. O problema não é meramente contábil; é demográfico. O Brasil

envelhece em ritmo acelerado. A taxa de fecundidade caiu drasticamente nas últimas décadas

e a proporção de idosos cresce de forma contínua. Em termos simples: teremos menos

trabalhadores ativos financiando mais aposentados.

A reforma de 2019 atacou parâmetros — idade mínima, tempo de contribuição, fórmula

de cálculo —, mas não alterou a lógica estrutural do modelo de repartição simples. Continuamos

dependentes do equilíbrio entre contribuintes e beneficiários. Quando essa equação se

deteriora, o sistema sente. Além disso, a elevada informalidade no mercado de trabalho

brasileiro compromete a base contributiva. Milhões de trabalhadores não contribuem

regularmente, o que fragili...a ainda mais o financiamento previdenciário.

É nesse conte...to que surge a discussão sobre a necessidade de uma nova reforma.

Não se trata de alarmismo, mas de projeção atuarial. A sustentabilidade previdenciária não é

tema ideológico, é matemática demográfica e fiscal.

Mas a questão central talvez seja outra: estamos preparados para discutir o futuro da

aposentadoria com maturidade social?

O sonho da aposentadoria não está necessariamente com os dias contados. Contudo,

ele pode estar se transformando. A tendência global aponta para aposentadorias mais tardias,

benefícios proporcionais ___ contribuições e maior responsabilidade individual na formação de

uma poupança complementar. O desafio brasileiro é equilibrar responsabilidade fiscal com

proteção social. Reformar não pode significar apenas cortar; precisa significar reorganizar,

modernizar e adaptar o sistema ___ nova realidade demográfica.

Ignorar o debate pode custar caro. Antecipá-lo pode garantir estabilidade.

O tempo, como a demografia, não espera.

(Disponível em: https://movimentoeconomico.com.br/opiniao/artigos/2026/03/09/o-sonho-da-aposentadoria-no-brasil-esta-com-os-dias-contados/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa na qual a palavra sublinhada NÃO pertença à classe gramatical dos advérbios.
 

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4223345 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IPAM-Caxias

O sonho da aposentadoria no Brasil está com os dias contados?

Por Welligton Fonseca

Em 2019, o Brasil promoveu uma das mais relevantes alterações em seu sistema

previdenciário desde ___ promulgação da Constituição de 1988. A Emenda

Constitucional nº 103 foi apresentada, no debate público e no âmbito das finanças públicas,

como medida estrutural indispensável à recomposição do equilíbrio atuarial, à contenção do

crescimento das despesas obrigatórias e à preservação da solvência do sistema previdenciário

brasileiro no médio e longo prazo. Cinco anos depois, a pergunta que ecoa nos corredores da

economia pública é inevitável: a reforma resolveu o problema ou apenas ganhou tempo?

A Previdência Social é, hoje, a maior despesa primária da União. O Regime Geral de

Previdência Social opera em déficit estrutural há anos. Isso significa que as contribuições

arrecadadas não são suficientes para pagar os benefícios con...edidos — a diferença é coberta

pelo Tesouro Nacional. O problema não é meramente contábil; é demográfico. O Brasil

envelhece em ritmo acelerado. A taxa de fecundidade caiu drasticamente nas últimas décadas

e a proporção de idosos cresce de forma contínua. Em termos simples: teremos menos

trabalhadores ativos financiando mais aposentados.

A reforma de 2019 atacou parâmetros — idade mínima, tempo de contribuição, fórmula

de cálculo —, mas não alterou a lógica estrutural do modelo de repartição simples. Continuamos

dependentes do equilíbrio entre contribuintes e beneficiários. Quando essa equação se

deteriora, o sistema sente. Além disso, a elevada informalidade no mercado de trabalho

brasileiro compromete a base contributiva. Milhões de trabalhadores não contribuem

regularmente, o que fragili...a ainda mais o financiamento previdenciário.

É nesse conte...to que surge a discussão sobre a necessidade de uma nova reforma.

Não se trata de alarmismo, mas de projeção atuarial. A sustentabilidade previdenciária não é

tema ideológico, é matemática demográfica e fiscal.

Mas a questão central talvez seja outra: estamos preparados para discutir o futuro da

aposentadoria com maturidade social?

O sonho da aposentadoria não está necessariamente com os dias contados. Contudo,

ele pode estar se transformando. A tendência global aponta para aposentadorias mais tardias,

benefícios proporcionais ___ contribuições e maior responsabilidade individual na formação de

uma poupança complementar. O desafio brasileiro é equilibrar responsabilidade fiscal com

proteção social. Reformar não pode significar apenas cortar; precisa significar reorganizar,

modernizar e adaptar o sistema ___ nova realidade demográfica.

Ignorar o debate pode custar caro. Antecipá-lo pode garantir estabilidade.

O tempo, como a demografia, não espera.

(Disponível em: https://movimentoeconomico.com.br/opiniao/artigos/2026/03/09/o-sonho-da-aposentadoria-no-brasil-esta-com-os-dias-contados/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que poderia substituir corretamente o vocábulo “âmbito”, sem causar alterações significativas ao sentido do trecho a seguir, retirado do texto:
“A Emenda Constitucional nº 103 foi apresentada, no debate público e no âmbito das finanças públicas, como medida estrutural”.
 

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4223344 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IPAM-Caxias

O sonho da aposentadoria no Brasil está com os dias contados?

Por Welligton Fonseca

Em 2019, o Brasil promoveu uma das mais relevantes alterações em seu sistema

previdenciário desde ___ promulgação da Constituição de 1988. A Emenda

Constitucional nº 103 foi apresentada, no debate público e no âmbito das finanças públicas,

como medida estrutural indispensável à recomposição do equilíbrio atuarial, à contenção do

crescimento das despesas obrigatórias e à preservação da solvência do sistema previdenciário

brasileiro no médio e longo prazo. Cinco anos depois, a pergunta que ecoa nos corredores da

economia pública é inevitável: a reforma resolveu o problema ou apenas ganhou tempo?

A Previdência Social é, hoje, a maior despesa primária da União. O Regime Geral de

Previdência Social opera em déficit estrutural há anos. Isso significa que as contribuições

arrecadadas não são suficientes para pagar os benefícios con...edidos — a diferença é coberta

pelo Tesouro Nacional. O problema não é meramente contábil; é demográfico. O Brasil

envelhece em ritmo acelerado. A taxa de fecundidade caiu drasticamente nas últimas décadas

e a proporção de idosos cresce de forma contínua. Em termos simples: teremos menos

trabalhadores ativos financiando mais aposentados.

A reforma de 2019 atacou parâmetros — idade mínima, tempo de contribuição, fórmula

de cálculo —, mas não alterou a lógica estrutural do modelo de repartição simples. Continuamos

dependentes do equilíbrio entre contribuintes e beneficiários. Quando essa equação se

deteriora, o sistema sente. Além disso, a elevada informalidade no mercado de trabalho

brasileiro compromete a base contributiva. Milhões de trabalhadores não contribuem

regularmente, o que fragili...a ainda mais o financiamento previdenciário.

É nesse conte...to que surge a discussão sobre a necessidade de uma nova reforma.

Não se trata de alarmismo, mas de projeção atuarial. A sustentabilidade previdenciária não é

tema ideológico, é matemática demográfica e fiscal.

Mas a questão central talvez seja outra: estamos preparados para discutir o futuro da

aposentadoria com maturidade social?

O sonho da aposentadoria não está necessariamente com os dias contados. Contudo,

ele pode estar se transformando. A tendência global aponta para aposentadorias mais tardias,

benefícios proporcionais ___ contribuições e maior responsabilidade individual na formação de

uma poupança complementar. O desafio brasileiro é equilibrar responsabilidade fiscal com

proteção social. Reformar não pode significar apenas cortar; precisa significar reorganizar,

modernizar e adaptar o sistema ___ nova realidade demográfica.

Ignorar o debate pode custar caro. Antecipá-lo pode garantir estabilidade.

O tempo, como a demografia, não espera.

(Disponível em: https://movimentoeconomico.com.br/opiniao/artigos/2026/03/09/o-sonho-da-aposentadoria-no-brasil-esta-com-os-dias-contados/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a ortografia das palavras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas nos trechos a seguir, retirados do texto:
• “as contribuições arrecadadas não são suficientes para pagar os benefícios con...edidos”.
• “Milhões de trabalhadores não contribuem regularmente, o que fragili...a ainda mais o financiamento previdenciário”.
• “É nesse conte...to que surge a discussão sobre a necessidade de uma nova reforma”.
 

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4223343 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IPAM-Caxias

O sonho da aposentadoria no Brasil está com os dias contados?

Por Welligton Fonseca

Em 2019, o Brasil promoveu uma das mais relevantes alterações em seu sistema

previdenciário desde ___ promulgação da Constituição de 1988. A Emenda

Constitucional nº 103 foi apresentada, no debate público e no âmbito das finanças públicas,

como medida estrutural indispensável à recomposição do equilíbrio atuarial, à contenção do

crescimento das despesas obrigatórias e à preservação da solvência do sistema previdenciário

brasileiro no médio e longo prazo. Cinco anos depois, a pergunta que ecoa nos corredores da

economia pública é inevitável: a reforma resolveu o problema ou apenas ganhou tempo?

A Previdência Social é, hoje, a maior despesa primária da União. O Regime Geral de

Previdência Social opera em déficit estrutural há anos. Isso significa que as contribuições

arrecadadas não são suficientes para pagar os benefícios con...edidos — a diferença é coberta

pelo Tesouro Nacional. O problema não é meramente contábil; é demográfico. O Brasil

envelhece em ritmo acelerado. A taxa de fecundidade caiu drasticamente nas últimas décadas

e a proporção de idosos cresce de forma contínua. Em termos simples: teremos menos

trabalhadores ativos financiando mais aposentados.

A reforma de 2019 atacou parâmetros — idade mínima, tempo de contribuição, fórmula

de cálculo —, mas não alterou a lógica estrutural do modelo de repartição simples. Continuamos

dependentes do equilíbrio entre contribuintes e beneficiários. Quando essa equação se

deteriora, o sistema sente. Além disso, a elevada informalidade no mercado de trabalho

brasileiro compromete a base contributiva. Milhões de trabalhadores não contribuem

regularmente, o que fragili...a ainda mais o financiamento previdenciário.

É nesse conte...to que surge a discussão sobre a necessidade de uma nova reforma.

Não se trata de alarmismo, mas de projeção atuarial. A sustentabilidade previdenciária não é

tema ideológico, é matemática demográfica e fiscal.

Mas a questão central talvez seja outra: estamos preparados para discutir o futuro da

aposentadoria com maturidade social?

O sonho da aposentadoria não está necessariamente com os dias contados. Contudo,

ele pode estar se transformando. A tendência global aponta para aposentadorias mais tardias,

benefícios proporcionais ___ contribuições e maior responsabilidade individual na formação de

uma poupança complementar. O desafio brasileiro é equilibrar responsabilidade fiscal com

proteção social. Reformar não pode significar apenas cortar; precisa significar reorganizar,

modernizar e adaptar o sistema ___ nova realidade demográfica.

Ignorar o debate pode custar caro. Antecipá-lo pode garantir estabilidade.

O tempo, como a demografia, não espera.

(Disponível em: https://movimentoeconomico.com.br/opiniao/artigos/2026/03/09/o-sonho-da-aposentadoria-no-brasil-esta-com-os-dias-contados/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas nos trechos a seguir, retirados do texto:
• “Em 2019, o Brasil promoveu uma das mais relevantes alterações em seu sistema previdenciário desde ___ promulgação da Constituição de 1988”.
• “benefícios proporcionais ___ contribuições”.
• “modernizar e adaptar o sistema ___ nova realidade demográfica”.
 

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4223342 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IPAM-Caxias

O sonho da aposentadoria no Brasil está com os dias contados?

Por Welligton Fonseca

Em 2019, o Brasil promoveu uma das mais relevantes alterações em seu sistema

previdenciário desde ___ promulgação da Constituição de 1988. A Emenda

Constitucional nº 103 foi apresentada, no debate público e no âmbito das finanças públicas,

como medida estrutural indispensável à recomposição do equilíbrio atuarial, à contenção do

crescimento das despesas obrigatórias e à preservação da solvência do sistema previdenciário

brasileiro no médio e longo prazo. Cinco anos depois, a pergunta que ecoa nos corredores da

economia pública é inevitável: a reforma resolveu o problema ou apenas ganhou tempo?

A Previdência Social é, hoje, a maior despesa primária da União. O Regime Geral de

Previdência Social opera em déficit estrutural há anos. Isso significa que as contribuições

arrecadadas não são suficientes para pagar os benefícios con...edidos — a diferença é coberta

pelo Tesouro Nacional. O problema não é meramente contábil; é demográfico. O Brasil

envelhece em ritmo acelerado. A taxa de fecundidade caiu drasticamente nas últimas décadas

e a proporção de idosos cresce de forma contínua. Em termos simples: teremos menos

trabalhadores ativos financiando mais aposentados.

A reforma de 2019 atacou parâmetros — idade mínima, tempo de contribuição, fórmula

de cálculo —, mas não alterou a lógica estrutural do modelo de repartição simples. Continuamos

dependentes do equilíbrio entre contribuintes e beneficiários. Quando essa equação se

deteriora, o sistema sente. Além disso, a elevada informalidade no mercado de trabalho

brasileiro compromete a base contributiva. Milhões de trabalhadores não contribuem

regularmente, o que fragili...a ainda mais o financiamento previdenciário.

É nesse conte...to que surge a discussão sobre a necessidade de uma nova reforma.

Não se trata de alarmismo, mas de projeção atuarial. A sustentabilidade previdenciária não é

tema ideológico, é matemática demográfica e fiscal.

Mas a questão central talvez seja outra: estamos preparados para discutir o futuro da

aposentadoria com maturidade social?

O sonho da aposentadoria não está necessariamente com os dias contados. Contudo,

ele pode estar se transformando. A tendência global aponta para aposentadorias mais tardias,

benefícios proporcionais ___ contribuições e maior responsabilidade individual na formação de

uma poupança complementar. O desafio brasileiro é equilibrar responsabilidade fiscal com

proteção social. Reformar não pode significar apenas cortar; precisa significar reorganizar,

modernizar e adaptar o sistema ___ nova realidade demográfica.

Ignorar o debate pode custar caro. Antecipá-lo pode garantir estabilidade.

O tempo, como a demografia, não espera.

(Disponível em: https://movimentoeconomico.com.br/opiniao/artigos/2026/03/09/o-sonho-da-aposentadoria-no-brasil-esta-com-os-dias-contados/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa INCORRETA em relação à estruturação do texto.
 

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4223341 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IPAM-Caxias

O sonho da aposentadoria no Brasil está com os dias contados?

Por Welligton Fonseca

Em 2019, o Brasil promoveu uma das mais relevantes alterações em seu sistema

previdenciário desde ___ promulgação da Constituição de 1988. A Emenda

Constitucional nº 103 foi apresentada, no debate público e no âmbito das finanças públicas,

como medida estrutural indispensável à recomposição do equilíbrio atuarial, à contenção do

crescimento das despesas obrigatórias e à preservação da solvência do sistema previdenciário

brasileiro no médio e longo prazo. Cinco anos depois, a pergunta que ecoa nos corredores da

economia pública é inevitável: a reforma resolveu o problema ou apenas ganhou tempo?

A Previdência Social é, hoje, a maior despesa primária da União. O Regime Geral de

Previdência Social opera em déficit estrutural há anos. Isso significa que as contribuições

arrecadadas não são suficientes para pagar os benefícios con...edidos — a diferença é coberta

pelo Tesouro Nacional. O problema não é meramente contábil; é demográfico. O Brasil

envelhece em ritmo acelerado. A taxa de fecundidade caiu drasticamente nas últimas décadas

e a proporção de idosos cresce de forma contínua. Em termos simples: teremos menos

trabalhadores ativos financiando mais aposentados.

A reforma de 2019 atacou parâmetros — idade mínima, tempo de contribuição, fórmula

de cálculo —, mas não alterou a lógica estrutural do modelo de repartição simples. Continuamos

dependentes do equilíbrio entre contribuintes e beneficiários. Quando essa equação se

deteriora, o sistema sente. Além disso, a elevada informalidade no mercado de trabalho

brasileiro compromete a base contributiva. Milhões de trabalhadores não contribuem

regularmente, o que fragili...a ainda mais o financiamento previdenciário.

É nesse conte...to que surge a discussão sobre a necessidade de uma nova reforma.

Não se trata de alarmismo, mas de projeção atuarial. A sustentabilidade previdenciária não é

tema ideológico, é matemática demográfica e fiscal.

Mas a questão central talvez seja outra: estamos preparados para discutir o futuro da

aposentadoria com maturidade social?

O sonho da aposentadoria não está necessariamente com os dias contados. Contudo,

ele pode estar se transformando. A tendência global aponta para aposentadorias mais tardias,

benefícios proporcionais ___ contribuições e maior responsabilidade individual na formação de

uma poupança complementar. O desafio brasileiro é equilibrar responsabilidade fiscal com

proteção social. Reformar não pode significar apenas cortar; precisa significar reorganizar,

modernizar e adaptar o sistema ___ nova realidade demográfica.

Ignorar o debate pode custar caro. Antecipá-lo pode garantir estabilidade.

O tempo, como a demografia, não espera.

(Disponível em: https://movimentoeconomico.com.br/opiniao/artigos/2026/03/09/o-sonho-da-aposentadoria-no-brasil-esta-com-os-dias-contados/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. Para o autor, os problemas da Previdência Social não são algo novo.
II. Pode-se dizer que a proporção entre idosos e crianças tem se modificado.
III. O autor demonstra incerteza acerca da capacidade do país de discutir a temática de forma adequada.
Quais estão corretas?
 

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4223300 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IPAM-Caxias
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A gentileza da espera

Por Pedro Guerra Kuman

Tem aquela ótima do Legião que diz que “temos nosso próprio tempo”, e acho que é sobre

isso que tenho pensado recentemente. O estopim foi a partir de uma outra frase, essa dita por

um amigo: ele cravou que “a gente é mais rápido do que o nosso próprio tempo muitas vezes”.

E aqui nem estou levantando pauta sobre estarmos acelerados (até porque isso é óbvio), mas,

sim, talvez digerindo a ideia de que a gente se condicionou a burlar o nosso tempo.

Se olho pelo retrovisor e encontro tudo que realizei até aqui, me assusto e me questiono

sobre quando tive tempo para fazer tanta coisa. Talvez eu só tenha acumulado tarefas em cima

de tarefas sem nem aproveitar o processo de cada uma delas. Ao menos, já aceitei que não

entreguei os melhores resultados em todas elas, até porque, aqui sim, entendi que não sou

máquina. Mas, então, por que agi como se fosse?

A frase do meu amigo veio justamente quando eu disse: olha só, acho que agora não é o

melhor momento, vamos deixar esse projeto para depois?

Estou certo de que ele entendeu o subtexto.

Aceitar que não damos conta de tudo faz parte do kit de sobrevivência — ou, ao menos,

deveria. Se a vida que estampamos por aí é cheia de filtros, que façamos uso deles para

escolher o que deve e o que não deve ser vivido. Não como algo determinante, mas como algo

estratégico mesmo. Agora não, talvez depois, quem sabe outra hora, vai ter que ficar para

mais tarde.

É aquela velha ideia de saber escolher as suas batalhas. E isso é um desafio e tanto se

pensarmos que estamos inseridos em uma sociedade hiperprodutiva que demanda exaustão,

além de parecer que nunca descansa. Mais do que se dar ao luxo, entender que não podemos

correr mais do que o nosso próprio tempo é uma questão de gentileza. É, antes de olhar para

a pilha de projetos, olhar para si e se perguntar se dá conta.

E tudo bem se não der.

Estou certo de que existe até certa maturidade em reconhecer isso. Nem toda

oportunidade perdida está realmente perdida. Nem sempre podemos trabalhar com a ideia de

que “precisamos agarrar a chance” porque ela “não passa duas vezes”. Prefiro pensar que

algumas até se aproximam para nos testar, e que ali na frente elas aguardam uma versão

nossa que consiga recebê-las com mais presença.

Até porque, existe uma honestidade ava...aladora e urgente no respeitar-se.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/07/a-gentileza-da-espera-cmrfbma2e01zt013vzslhweto.html – texto especialmente adaptado para esta prova).

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as preposições e a locução conjuntiva sublinhadas nos trechos, retirados do texto, às locuções que lhes sejam equivalentes em sentido.

Coluna 1
1. Ademais de.
2. A fim de.
3. A respeito de. 

Coluna 2
( ) “me questiono sobre quando tive tempo para fazer tanta coisa”.
( ) “E aqui nem estou levantando pauta sobre estarmos acelerados”.
( ) “uma sociedade hiperprodutiva que demanda exaustão, além de parecer que nunca descansa”.


 A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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4223299 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IPAM-Caxias
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A gentileza da espera

Por Pedro Guerra Kuman

Tem aquela ótima do Legião que diz que “temos nosso próprio tempo”, e acho que é sobre

isso que tenho pensado recentemente. O estopim foi a partir de uma outra frase, essa dita por

um amigo: ele cravou que “a gente é mais rápido do que o nosso próprio tempo muitas vezes”.

E aqui nem estou levantando pauta sobre estarmos acelerados (até porque isso é óbvio), mas,

sim, talvez digerindo a ideia de que a gente se condicionou a burlar o nosso tempo.

Se olho pelo retrovisor e encontro tudo que realizei até aqui, me assusto e me questiono

sobre quando tive tempo para fazer tanta coisa. Talvez eu só tenha acumulado tarefas em cima

de tarefas sem nem aproveitar o processo de cada uma delas. Ao menos, já aceitei que não

entreguei os melhores resultados em todas elas, até porque, aqui sim, entendi que não sou

máquina. Mas, então, por que agi como se fosse?

A frase do meu amigo veio justamente quando eu disse: olha só, acho que agora não é o

melhor momento, vamos deixar esse projeto para depois?

Estou certo de que ele entendeu o subtexto.

Aceitar que não damos conta de tudo faz parte do kit de sobrevivência — ou, ao menos,

deveria. Se a vida que estampamos por aí é cheia de filtros, que façamos uso deles para

escolher o que deve e o que não deve ser vivido. Não como algo determinante, mas como algo

estratégico mesmo. Agora não, talvez depois, quem sabe outra hora, vai ter que ficar para

mais tarde.

É aquela velha ideia de saber escolher as suas batalhas. E isso é um desafio e tanto se

pensarmos que estamos inseridos em uma sociedade hiperprodutiva que demanda exaustão,

além de parecer que nunca descansa. Mais do que se dar ao luxo, entender que não podemos

correr mais do que o nosso próprio tempo é uma questão de gentileza. É, antes de olhar para

a pilha de projetos, olhar para si e se perguntar se dá conta.

E tudo bem se não der.

Estou certo de que existe até certa maturidade em reconhecer isso. Nem toda

oportunidade perdida está realmente perdida. Nem sempre podemos trabalhar com a ideia de

que “precisamos agarrar a chance” porque ela “não passa duas vezes”. Prefiro pensar que

algumas até se aproximam para nos testar, e que ali na frente elas aguardam uma versão

nossa que consiga recebê-las com mais presença.

Até porque, existe uma honestidade ava...aladora e urgente no respeitar-se.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/07/a-gentileza-da-espera-cmrfbma2e01zt013vzslhweto.html – texto especialmente adaptado para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta palavra em que a omissão do acento agudo resultaria em uma palavra inexistente em Língua Portuguesa.
 

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Questão presente nas seguintes provas
4223298 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IPAM-Caxias
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A gentileza da espera

Por Pedro Guerra Kuman

Tem aquela ótima do Legião que diz que “temos nosso próprio tempo”, e acho que é sobre

isso que tenho pensado recentemente. O estopim foi a partir de uma outra frase, essa dita por

um amigo: ele cravou que “a gente é mais rápido do que o nosso próprio tempo muitas vezes”.

E aqui nem estou levantando pauta sobre estarmos acelerados (até porque isso é óbvio), mas,

sim, talvez digerindo a ideia de que a gente se condicionou a burlar o nosso tempo.

Se olho pelo retrovisor e encontro tudo que realizei até aqui, me assusto e me questiono

sobre quando tive tempo para fazer tanta coisa. Talvez eu só tenha acumulado tarefas em cima

de tarefas sem nem aproveitar o processo de cada uma delas. Ao menos, já aceitei que não

entreguei os melhores resultados em todas elas, até porque, aqui sim, entendi que não sou

máquina. Mas, então, por que agi como se fosse?

A frase do meu amigo veio justamente quando eu disse: olha só, acho que agora não é o

melhor momento, vamos deixar esse projeto para depois?

Estou certo de que ele entendeu o subtexto.

Aceitar que não damos conta de tudo faz parte do kit de sobrevivência — ou, ao menos,

deveria. Se a vida que estampamos por aí é cheia de filtros, que façamos uso deles para

escolher o que deve e o que não deve ser vivido. Não como algo determinante, mas como algo

estratégico mesmo. Agora não, talvez depois, quem sabe outra hora, vai ter que ficar para

mais tarde.

É aquela velha ideia de saber escolher as suas batalhas. E isso é um desafio e tanto se

pensarmos que estamos inseridos em uma sociedade hiperprodutiva que demanda exaustão,

além de parecer que nunca descansa. Mais do que se dar ao luxo, entender que não podemos

correr mais do que o nosso próprio tempo é uma questão de gentileza. É, antes de olhar para

a pilha de projetos, olhar para si e se perguntar se dá conta.

E tudo bem se não der.

Estou certo de que existe até certa maturidade em reconhecer isso. Nem toda

oportunidade perdida está realmente perdida. Nem sempre podemos trabalhar com a ideia de

que “precisamos agarrar a chance” porque ela “não passa duas vezes”. Prefiro pensar que

algumas até se aproximam para nos testar, e que ali na frente elas aguardam uma versão

nossa que consiga recebê-las com mais presença.

Até porque, existe uma honestidade ava...aladora e urgente no respeitar-se.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/07/a-gentileza-da-espera-cmrfbma2e01zt013vzslhweto.html – texto especialmente adaptado para esta prova).

Assinale a alternativa na qual a palavra “se”, sublinhada nos trechos a seguir, retirados do texto, NÃO tenha sido empregada como pronome pessoal.
 

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Questão presente nas seguintes provas
4223297 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IPAM-Caxias
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A gentileza da espera

Por Pedro Guerra Kuman

Tem aquela ótima do Legião que diz que “temos nosso próprio tempo”, e acho que é sobre

isso que tenho pensado recentemente. O estopim foi a partir de uma outra frase, essa dita por

um amigo: ele cravou que “a gente é mais rápido do que o nosso próprio tempo muitas vezes”.

E aqui nem estou levantando pauta sobre estarmos acelerados (até porque isso é óbvio), mas,

sim, talvez digerindo a ideia de que a gente se condicionou a burlar o nosso tempo.

Se olho pelo retrovisor e encontro tudo que realizei até aqui, me assusto e me questiono

sobre quando tive tempo para fazer tanta coisa. Talvez eu só tenha acumulado tarefas em cima

de tarefas sem nem aproveitar o processo de cada uma delas. Ao menos, já aceitei que não

entreguei os melhores resultados em todas elas, até porque, aqui sim, entendi que não sou

máquina. Mas, então, por que agi como se fosse?

A frase do meu amigo veio justamente quando eu disse: olha só, acho que agora não é o

melhor momento, vamos deixar esse projeto para depois?

Estou certo de que ele entendeu o subtexto.

Aceitar que não damos conta de tudo faz parte do kit de sobrevivência — ou, ao menos,

deveria. Se a vida que estampamos por aí é cheia de filtros, que façamos uso deles para

escolher o que deve e o que não deve ser vivido. Não como algo determinante, mas como algo

estratégico mesmo. Agora não, talvez depois, quem sabe outra hora, vai ter que ficar para

mais tarde.

É aquela velha ideia de saber escolher as suas batalhas. E isso é um desafio e tanto se

pensarmos que estamos inseridos em uma sociedade hiperprodutiva que demanda exaustão,

além de parecer que nunca descansa. Mais do que se dar ao luxo, entender que não podemos

correr mais do que o nosso próprio tempo é uma questão de gentileza. É, antes de olhar para

a pilha de projetos, olhar para si e se perguntar se dá conta.

E tudo bem se não der.

Estou certo de que existe até certa maturidade em reconhecer isso. Nem toda

oportunidade perdida está realmente perdida. Nem sempre podemos trabalhar com a ideia de

que “precisamos agarrar a chance” porque ela “não passa duas vezes”. Prefiro pensar que

algumas até se aproximam para nos testar, e que ali na frente elas aguardam uma versão

nossa que consiga recebê-las com mais presença.

Até porque, existe uma honestidade ava...aladora e urgente no respeitar-se.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2026/07/a-gentileza-da-espera-cmrfbma2e01zt013vzslhweto.html – texto especialmente adaptado para esta prova).

Assinale a alternativa que indica a função sintática desempenhada pela oração subordinada substantiva sublinhada no trecho a seguir:

“Estou certo de que ele entendeu o subtexto”.

 

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