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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O mito da força de vontade — e por que algumas
pessoas têm mais dificuldade para perder peso
A ideia de que a obesidade resulta apenas de falta de
força de vontade é amplamente difundida no debate
público, inclusive entre profissionais de saúde.
Comentários como "basta comer menos" ou "é uma
questão de responsabilidade pessoal" revelam uma
visão simplificada de um fenômeno complexo. Um
estudo internacional publicado na revista The Lancet
mostrou que oito em cada dez pessoas acreditam que a
obesidade poderia ser totalmente evitada apenas por
escolhas individuais de estilo de vida.
Especialistas contestam essa interpretação. A
nutricionista Bini Suresh afirma que acompanha
pacientes altamente motivados que, apesar do esforço
contínuo, enfrentam grandes dificuldades para controlar
o peso. Para a médica Kim Boyd, o foco exclusivo em
autocontrole ignora fatores biológicos, psicológicos e
ambientais que influenciam o ganho de peso, tornando
injusta a ideia de que todos competem em condições
iguais.
Pesquisas indicam que a genética desempenha papel
central na obesidade. Genes influenciam os circuitos
cerebrais responsáveis pela fome, pela saciedade e pelo
metabolismo, fazendo com que algumas pessoas sintam
mais fome ou armazenem mais gordura consumindo a
mesma quantidade de alimento que outras. O gene
MC4R, por exemplo, está alterado em parte significativa
da população mundial e está associado à alimentação
excessiva e à menor saciedade. Medicamentos recentes
para perda de peso atuam justamente nesses
mecanismos biológicos.
Outro conceito relevante é o do "set point", segundo o
qual o cérebro tende a defender uma faixa de peso
considerada ideal. Quando o peso cai abaixo desse
ponto, o organismo reage, aumentando a fome e
reduzindo o metabolismo, o que ajuda a explicar o efeito
sanfona das dietas. Hormônios como a leptina participam
desse processo, mas seu funcionamento pode ser
comprometido em ambientes alimentares ricos em
ultraprocessados.
O aumento da obesidade também está ligado a fatores
ambientais. A ampla oferta de alimentos calóricos, o
marketing agressivo, o aumento das porções e a
dificuldade de praticar atividade física criam um ambiente
obesogênico, no qual até pessoas motivadas têm
dificuldade para manter um peso saudável. Medidas
governamentais, como restrições à publicidade de
alimentos não saudáveis, são vistas por alguns como
necessárias, embora consideradas insuficientes por
outros.
Nesse cenário, especialistas defendem uma abordagem
mais equilibrada. A força de vontade tem seu papel, mas
não é constante nem suficiente por si só. Estratégias
flexíveis, apoio psicológico, informação científica e
mudanças sustentáveis no estilo de vida aumentam as
chances de sucesso. A obesidade, portanto, não é falha
moral, mas uma condição crônica e multifatorial, que
exige compreensão e políticas baseadas em evidências,
e não apenas julgamentos sobre disciplina pessoal.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4l9wg4vlxo.adaptado.
Quanto à regência verbal do verbo destacado, assinale a alternativa correta.
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Turbulência em voos pode triplicar até 2050; veja como a aviação está se preparando
Casos de fortes turbulências em voos comerciais têm se tornado mais frequentes nos últimos anos. Em 2024, um avião da Singapore Airlines enfrentou severa instabilidade ao sobrevoar o sul de Mianmar, e, pouco depois, um Boeing 787 passou por situação semelhante nas Filipinas, resultando em ferimentos a uma comissária de bordo. Episódios como esses evidenciam um fenômeno crescente associado às mudanças climáticas provocadas pela ação humana.
Pesquisas indicam que a turbulência severa em céu claro — caracterizada por movimentos caóticos do ar invisíveis a radares e satélites — aumentou cerca de 55% desde 1979. A previsão é que esse tipo de turbulência triplique globalmente até a década de 2050, afetando especialmente rotas no leste da Ásia e no Atlântico Norte. Esse cenário reforça o medo de voar, frequentemente associado à sensação de perda de controle e a experiências anteriores com instabilidade durante o voo.
Além do desconforto aos passageiros, a turbulência gera custos relevantes para a aviação, pois acelera o desgaste das aeronaves e obriga pilotos a desviar rotas, elevando o consumo de combustível e as emissões. Diante disso, companhias aéreas, cientistas e engenheiros intensificam a busca por soluções para reduzir seus impactos.
Uma das iniciativas envolve pequenos mecanismos adicionais acoplados às asas, capazes de ajustar automaticamente o ângulo em resposta a variações no fluxo de ar, estabilizando a aeronave de forma semelhante ao voo das aves. Essa tecnologia já demonstrou potencial para reduzir significativamente a turbulência percebida, embora ainda esteja em fase de adaptação para aeronaves de grande porte.
O enfrentamento da turbulência também depende de avanços em matemática, dinâmica dos fluidos e inteligência artificial. Sistemas baseados em aprendizado de máquina vêm sendo testados para simular e prever o comportamento do ar a partir de medições realizadas diretamente nas asas. Outras abordagens incluem sensores de infrassom e tecnologias como o Lidar, capazes de mapear o ar à frente da aeronave, ainda que limitações técnicas restrinjam seu uso em aviões comerciais.
Enquanto essas inovações não se consolidam, pilotos recorrem a previsões meteorológicas cada vez mais precisas, que hoje conseguem antecipar cerca de 75% dos episódios de turbulência, número superior ao observado há duas décadas.
Com o avanço das mudanças climáticas, a aviação enfrenta o desafio de combinar ciência, tecnologia e planejamento operacional para lidar com um ambiente atmosférico mais instável, tornando os voos do futuro mais seguros e previsíveis.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce9yzrzdzr0o.adaptado.
Assinale a alternativa que contenha adjetivo seguido de substantivo, respectivamente:
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Turbulência em voos pode triplicar até 2050; veja como a aviação está se preparando
Casos de fortes turbulências em voos comerciais têm se tornado mais frequentes nos últimos anos. Em 2024, um avião da Singapore Airlines enfrentou severa instabilidade ao sobrevoar o sul de Mianmar, e, pouco depois, um Boeing 787 passou por situação semelhante nas Filipinas, resultando em ferimentos a uma comissária de bordo. Episódios como esses evidenciam um fenômeno crescente associado às mudanças climáticas provocadas pela ação humana.
Pesquisas indicam que a turbulência severa em céu claro — caracterizada por movimentos caóticos do ar invisíveis a radares e satélites — aumentou cerca de 55% desde 1979. A previsão é que esse tipo de turbulência triplique globalmente até a década de 2050, afetando especialmente rotas no leste da Ásia e no Atlântico Norte. Esse cenário reforça o medo de voar, frequentemente associado à sensação de perda de controle e a experiências anteriores com instabilidade durante o voo.
Além do desconforto aos passageiros, a turbulência gera custos relevantes para a aviação, pois acelera o desgaste das aeronaves e obriga pilotos a desviar rotas, elevando o consumo de combustível e as emissões. Diante disso, companhias aéreas, cientistas e engenheiros intensificam a busca por soluções para reduzir seus impactos.
Uma das iniciativas envolve pequenos mecanismos adicionais acoplados às asas, capazes de ajustar automaticamente o ângulo em resposta a variações no fluxo de ar, estabilizando a aeronave de forma semelhante ao voo das aves. Essa tecnologia já demonstrou potencial para reduzir significativamente a turbulência percebida, embora ainda esteja em fase de adaptação para aeronaves de grande porte.
O enfrentamento da turbulência também depende de avanços em matemática, dinâmica dos fluidos e inteligência artificial. Sistemas baseados em aprendizado de máquina vêm sendo testados para simular e prever o comportamento do ar a partir de medições realizadas diretamente nas asas. Outras abordagens incluem sensores de infrassom e tecnologias como o Lidar, capazes de mapear o ar à frente da aeronave, ainda que limitações técnicas restrinjam seu uso em aviões comerciais.
Enquanto essas inovações não se consolidam, pilotos recorrem a previsões meteorológicas cada vez mais precisas, que hoje conseguem antecipar cerca de 75% dos episódios de turbulência, número superior ao observado há duas décadas.
Com o avanço das mudanças climáticas, a aviação enfrenta o desafio de combinar ciência, tecnologia e planejamento operacional para lidar com um ambiente atmosférico mais instável, tornando os voos do futuro mais seguros e previsíveis.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce9yzrzdzr0o.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação, sem alteração do sentido original da frase:
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Turbulência em voos pode triplicar até 2050; veja como a aviação está se preparando
Casos de fortes turbulências em voos comerciais têm se tornado mais frequentes nos últimos anos. Em 2024, um avião da Singapore Airlines enfrentou severa instabilidade ao sobrevoar o sul de Mianmar, e, pouco depois, um Boeing 787 passou por situação semelhante nas Filipinas, resultando em ferimentos a uma comissária de bordo. Episódios como esses evidenciam um fenômeno crescente associado às mudanças climáticas provocadas pela ação humana.
Pesquisas indicam que a turbulência severa em céu claro — caracterizada por movimentos caóticos do ar invisíveis a radares e satélites — aumentou cerca de 55% desde 1979. A previsão é que esse tipo de turbulência triplique globalmente até a década de 2050, afetando especialmente rotas no leste da Ásia e no Atlântico Norte. Esse cenário reforça o medo de voar, frequentemente associado à sensação de perda de controle e a experiências anteriores com instabilidade durante o voo.
Além do desconforto aos passageiros, a turbulência gera custos relevantes para a aviação, pois acelera o desgaste das aeronaves e obriga pilotos a desviar rotas, elevando o consumo de combustível e as emissões. Diante disso, companhias aéreas, cientistas e engenheiros intensificam a busca por soluções para reduzir seus impactos.
Uma das iniciativas envolve pequenos mecanismos adicionais acoplados às asas, capazes de ajustar automaticamente o ângulo em resposta a variações no fluxo de ar, estabilizando a aeronave de forma semelhante ao voo das aves. Essa tecnologia já demonstrou potencial para reduzir significativamente a turbulência percebida, embora ainda esteja em fase de adaptação para aeronaves de grande porte.
O enfrentamento da turbulência também depende de avanços em matemática, dinâmica dos fluidos e inteligência artificial. Sistemas baseados em aprendizado de máquina vêm sendo testados para simular e prever o comportamento do ar a partir de medições realizadas diretamente nas asas. Outras abordagens incluem sensores de infrassom e tecnologias como o Lidar, capazes de mapear o ar à frente da aeronave, ainda que limitações técnicas restrinjam seu uso em aviões comerciais.
Enquanto essas inovações não se consolidam, pilotos recorrem a previsões meteorológicas cada vez mais precisas, que hoje conseguem antecipar cerca de 75% dos episódios de turbulência, número superior ao observado há duas décadas.
Com o avanço das mudanças climáticas, a aviação enfrenta o desafio de combinar ciência, tecnologia e planejamento operacional para lidar com um ambiente atmosférico mais instável, tornando os voos do futuro mais seguros e previsíveis.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce9yzrzdzr0o.adaptado.
De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
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Turbulência em voos pode triplicar até 2050; veja como a aviação está se preparando
Casos de fortes turbulências em voos comerciais têm se tornado mais frequentes nos últimos anos. Em 2024, um avião da Singapore Airlines enfrentou severa instabilidade ao sobrevoar o sul de Mianmar, e, pouco depois, um Boeing 787 passou por situação semelhante nas Filipinas, resultando em ferimentos a uma comissária de bordo. Episódios como esses evidenciam um fenômeno crescente associado às mudanças climáticas provocadas pela ação humana.
Pesquisas indicam que a turbulência severa em céu claro — caracterizada por movimentos caóticos do ar invisíveis a radares e satélites — aumentou cerca de 55% desde 1979. A previsão é que esse tipo de turbulência triplique globalmente até a década de 2050, afetando especialmente rotas no leste da Ásia e no Atlântico Norte. Esse cenário reforça o medo de voar, frequentemente associado à sensação de perda de controle e a experiências anteriores com instabilidade durante o voo.
Além do desconforto aos passageiros, a turbulência gera custos relevantes para a aviação, pois acelera o desgaste das aeronaves e obriga pilotos a desviar rotas, elevando o consumo de combustível e as emissões. Diante disso, companhias aéreas, cientistas e engenheiros intensificam a busca por soluções para reduzir seus impactos.
Uma das iniciativas envolve pequenos mecanismos adicionais acoplados às asas, capazes de ajustar automaticamente o ângulo em resposta a variações no fluxo de ar, estabilizando a aeronave de forma semelhante ao voo das aves. Essa tecnologia já demonstrou potencial para reduzir significativamente a turbulência percebida, embora ainda esteja em fase de adaptação para aeronaves de grande porte.
O enfrentamento da turbulência também depende de avanços em matemática, dinâmica dos fluidos e inteligência artificial. Sistemas baseados em aprendizado de máquina vêm sendo testados para simular e prever o comportamento do ar a partir de medições realizadas diretamente nas asas. Outras abordagens incluem sensores de infrassom e tecnologias como o Lidar, capazes de mapear o ar à frente da aeronave, ainda que limitações técnicas restrinjam seu uso em aviões comerciais.
Enquanto essas inovações não se consolidam, pilotos recorrem a previsões meteorológicas cada vez mais precisas, que hoje conseguem antecipar cerca de 75% dos episódios de turbulência, número superior ao observado há duas décadas.
Com o avanço das mudanças climáticas, a aviação enfrenta o desafio de combinar ciência, tecnologia e planejamento operacional para lidar com um ambiente atmosférico mais instável, tornando os voos do futuro mais seguros e previsíveis.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce9yzrzdzr0o.adaptado.
Quanto às vozes verbais presentes na forma verbal destacada, é correto afirmar que:
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Turbulência em voos pode triplicar até 2050; veja como a aviação está se preparando
Casos de fortes turbulências em voos comerciais têm se tornado mais frequentes nos últimos anos. Em 2024, um avião da Singapore Airlines enfrentou severa instabilidade ao sobrevoar o sul de Mianmar, e, pouco depois, um Boeing 787 passou por situação semelhante nas Filipinas, resultando em ferimentos a uma comissária de bordo. Episódios como esses evidenciam um fenômeno crescente associado às mudanças climáticas provocadas pela ação humana.
Pesquisas indicam que a turbulência severa em céu claro — caracterizada por movimentos caóticos do ar invisíveis a radares e satélites — aumentou cerca de 55% desde 1979. A previsão é que esse tipo de turbulência triplique globalmente até a década de 2050, afetando especialmente rotas no leste da Ásia e no Atlântico Norte. Esse cenário reforça o medo de voar, frequentemente associado à sensação de perda de controle e a experiências anteriores com instabilidade durante o voo.
Além do desconforto aos passageiros, a turbulência gera custos relevantes para a aviação, pois acelera o desgaste das aeronaves e obriga pilotos a desviar rotas, elevando o consumo de combustível e as emissões. Diante disso, companhias aéreas, cientistas e engenheiros intensificam a busca por soluções para reduzir seus impactos.
Uma das iniciativas envolve pequenos mecanismos adicionais acoplados às asas, capazes de ajustar automaticamente o ângulo em resposta a variações no fluxo de ar, estabilizando a aeronave de forma semelhante ao voo das aves. Essa tecnologia já demonstrou potencial para reduzir significativamente a turbulência percebida, embora ainda esteja em fase de adaptação para aeronaves de grande porte.
O enfrentamento da turbulência também depende de avanços em matemática, dinâmica dos fluidos e inteligência artificial. Sistemas baseados em aprendizado de máquina vêm sendo testados para simular e prever o comportamento do ar a partir de medições realizadas diretamente nas asas. Outras abordagens incluem sensores de infrassom e tecnologias como o Lidar, capazes de mapear o ar à frente da aeronave, ainda que limitações técnicas restrinjam seu uso em aviões comerciais.
Enquanto essas inovações não se consolidam, pilotos recorrem a previsões meteorológicas cada vez mais precisas, que hoje conseguem antecipar cerca de 75% dos episódios de turbulência, número superior ao observado há duas décadas.
Com o avanço das mudanças climáticas, a aviação enfrenta o desafio de combinar ciência, tecnologia e planejamento operacional para lidar com um ambiente atmosférico mais instável, tornando os voos do futuro mais seguros e previsíveis.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce9yzrzdzr0o.adaptado.
Quanto à regência verbal do verbo destacado, assinale a alternativa correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As pessoas que não abrem mão dos disquetes
O último disquete foi fabricado há mais de uma década e
não tem capacidade para armazenar sequer uma foto
produzida por um celular moderno. Ainda assim,
algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo.
Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber
norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes
sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o
ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e
aguardar o carregamento faz parte do processo criativo,
despertando uma sensação de nostalgia e expectativa
que considera essencial.
Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante
cerca de trinta anos, foram o principal meio de
armazenamento de dados em computadores. Programas
e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de
hoje representarem uma tecnologia ultrapassada,
mantêm apelo duradouro para determinados grupos.
Com o avanço do século XXI, foram gradualmente
substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e,
posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu
uso tornou-se inviável para o público geral, já que a
capacidade máxima não compete com os padrões
atuais.
Mesmo assim, disquetes continuam presentes em
sistemas industriais e governamentais. Alguns
equipamentos de transporte urbano, aeronaves e
máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar,
inclusive para carregar atualizações críticas de software.
Como não são mais fabricados desde 2011, existe um
número limitado desses discos em circulação, o que os
torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários
como Tom Persky mantêm esse mercado ativo,
vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais
em diversas partes do mundo.
Uma das razões para a permanência desse formato está
relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico,
isolado de redes digitais, o disquete reduz as
possibilidades de ataques externos, já que qualquer
interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim,
muitas instituições vêm planejando a substituição
definitiva desses sistemas por soluções digitais mais
modernas, baseadas em conexões sem fio.
Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos
disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva
milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas
ao longo de décadas, muitas das quais seriam
impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os
ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no
a produzir músicas que soam autênticas, como se
realmente pertencessem ao passado.
Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego.
Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais,
enquanto comunidades de fãs de computadores antigos
continuam a desenvolver e distribuir novos softwares
nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente
funcionam e cumprem o propósito para o qual foram
criados, sem exigir investimentos caros em atualização
tecnológica.
Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas
baseados em disquetes, o formato persiste na vida de
algumas pessoas por suas características únicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.
Quanto à colocação pronominal presente na forma destacada, assinale a alternativa correta:
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As pessoas que não abrem mão dos disquetes
O último disquete foi fabricado há mais de uma década e
não tem capacidade para armazenar sequer uma foto
produzida por um celular moderno. Ainda assim,
algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo.
Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber
norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes
sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o
ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e
aguardar o carregamento faz parte do processo criativo,
despertando uma sensação de nostalgia e expectativa
que considera essencial.
Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante
cerca de trinta anos, foram o principal meio de
armazenamento de dados em computadores. Programas
e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de
hoje representarem uma tecnologia ultrapassada,
mantêm apelo duradouro para determinados grupos.
Com o avanço do século XXI, foram gradualmente
substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e,
posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu
uso tornou-se inviável para o público geral, já que a
capacidade máxima não compete com os padrões
atuais.
Mesmo assim, disquetes continuam presentes em
sistemas industriais e governamentais. Alguns
equipamentos de transporte urbano, aeronaves e
máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar,
inclusive para carregar atualizações críticas de software.
Como não são mais fabricados desde 2011, existe um
número limitado desses discos em circulação, o que os
torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários
como Tom Persky mantêm esse mercado ativo,
vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais
em diversas partes do mundo.
Uma das razões para a permanência desse formato está
relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico,
isolado de redes digitais, o disquete reduz as
possibilidades de ataques externos, já que qualquer
interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim,
muitas instituições vêm planejando a substituição
definitiva desses sistemas por soluções digitais mais
modernas, baseadas em conexões sem fio.
Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos
disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva
milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas
ao longo de décadas, muitas das quais seriam
impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os
ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no
a produzir músicas que soam autênticas, como se
realmente pertencessem ao passado.
Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego.
Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais,
enquanto comunidades de fãs de computadores antigos
continuam a desenvolver e distribuir novos softwares
nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente
funcionam e cumprem o propósito para o qual foram
criados, sem exigir investimentos caros em atualização
tecnológica.
Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas
baseados em disquetes, o formato persiste na vida de
algumas pessoas por suas características únicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.
Quanto à regência verbal do verbo destacado, assinale a alternativa correta:
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As pessoas que não abrem mão dos disquetes
O último disquete foi fabricado há mais de uma década e
não tem capacidade para armazenar sequer uma foto
produzida por um celular moderno. Ainda assim,
algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo.
Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber
norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes
sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o
ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e
aguardar o carregamento faz parte do processo criativo,
despertando uma sensação de nostalgia e expectativa
que considera essencial.
Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante
cerca de trinta anos, foram o principal meio de
armazenamento de dados em computadores. Programas
e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de
hoje representarem uma tecnologia ultrapassada,
mantêm apelo duradouro para determinados grupos.
Com o avanço do século XXI, foram gradualmente
substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e,
posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu
uso tornou-se inviável para o público geral, já que a
capacidade máxima não compete com os padrões
atuais.
Mesmo assim, disquetes continuam presentes em
sistemas industriais e governamentais. Alguns
equipamentos de transporte urbano, aeronaves e
máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar,
inclusive para carregar atualizações críticas de software.
Como não são mais fabricados desde 2011, existe um
número limitado desses discos em circulação, o que os
torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários
como Tom Persky mantêm esse mercado ativo,
vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais
em diversas partes do mundo.
Uma das razões para a permanência desse formato está
relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico,
isolado de redes digitais, o disquete reduz as
possibilidades de ataques externos, já que qualquer
interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim,
muitas instituições vêm planejando a substituição
definitiva desses sistemas por soluções digitais mais
modernas, baseadas em conexões sem fio.
Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos
disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva
milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas
ao longo de décadas, muitas das quais seriam
impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os
ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no
a produzir músicas que soam autênticas, como se
realmente pertencessem ao passado.
Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego.
Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais,
enquanto comunidades de fãs de computadores antigos
continuam a desenvolver e distribuir novos softwares
nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente
funcionam e cumprem o propósito para o qual foram
criados, sem exigir investimentos caros em atualização
tecnológica.
Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas
baseados em disquetes, o formato persiste na vida de
algumas pessoas por suas características únicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.
Quanto à classe gramatical do termo destacado, assinale a alternativa correta:
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As pessoas que não abrem mão dos disquetes
O último disquete foi fabricado há mais de uma década e
não tem capacidade para armazenar sequer uma foto
produzida por um celular moderno. Ainda assim,
algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo.
Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber
norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes
sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o
ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e
aguardar o carregamento faz parte do processo criativo,
despertando uma sensação de nostalgia e expectativa
que considera essencial.
Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante
cerca de trinta anos, foram o principal meio de
armazenamento de dados em computadores. Programas
e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de
hoje representarem uma tecnologia ultrapassada,
mantêm apelo duradouro para determinados grupos.
Com o avanço do século XXI, foram gradualmente
substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e,
posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu
uso tornou-se inviável para o público geral, já que a
capacidade máxima não compete com os padrões
atuais.
Mesmo assim, disquetes continuam presentes em
sistemas industriais e governamentais. Alguns
equipamentos de transporte urbano, aeronaves e
máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar,
inclusive para carregar atualizações críticas de software.
Como não são mais fabricados desde 2011, existe um
número limitado desses discos em circulação, o que os
torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários
como Tom Persky mantêm esse mercado ativo,
vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais
em diversas partes do mundo.
Uma das razões para a permanência desse formato está
relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico,
isolado de redes digitais, o disquete reduz as
possibilidades de ataques externos, já que qualquer
interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim,
muitas instituições vêm planejando a substituição
definitiva desses sistemas por soluções digitais mais
modernas, baseadas em conexões sem fio.
Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos
disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva
milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas
ao longo de décadas, muitas das quais seriam
impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os
ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no
a produzir músicas que soam autênticas, como se
realmente pertencessem ao passado.
Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego.
Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais,
enquanto comunidades de fãs de computadores antigos
continuam a desenvolver e distribuir novos softwares
nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente
funcionam e cumprem o propósito para o qual foram
criados, sem exigir investimentos caros em atualização
tecnológica.
Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas
baseados em disquetes, o formato persiste na vida de
algumas pessoas por suas características únicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.
Considerando o sentido empregado na expressão destacada do texto, assinale a alternativa correta.
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