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As janelas iluminadas
Por Magali Moraes
Não sei por quê, as luzes acesas nos prédios à noite me encantam. Em cada janela
iluminada, a vida se apresenta de um jeito diferente. Durante o dia, as janelas são as mesmas,
o entorno também. Só falta a magia que a noite traz. Quando o céu muda de cor e a escuridão
chega, os pontinhos de luz vão surgindo aqui e ali. É como se o cotidiano ficasse mais
interessante. Queria ser um mosquitinho e sair voando por aí, bisbilhotando.
Você também repara nas janelas iluminadas? Se não, começa a prestar atenção. Pode pular
os prédios comerciais. Se a luz está acesa é porque o pessoal segue trabalhando até mais tarde.
Zero poesia. Melhor direcionar seu olhar pra casas e edifícios residenciais. Mantendo um certo
afastamento que desperta a curiosidade, sem invasão de privacidade. Estamos falando de magia,
lembra? E a distância contribui. É o conjunto de luzes urbanas formando uma constelação.
Nos locais descampados, só as estrelas iluminam. Já na cidade, as casas brilham por causa
das pessoas que as habitam. Gosto de imaginar quem chega da rua buscando refúgio no lar.
Circular pelos cômodos, acendendo um a um. As luzes das TVs colorindo as salas, os abajures
criando pontos de luz indireta. Quem são essas pessoas ▲seus nomes ▲ suas histórias? Nunca
vou saber. Mas agradeço por suas janelas iluminadas feito vaga-lumes no meu campo de visão.
Nesse grande palco em que a cidade se transforma à noite, tenho um ponto fraco: os varais
de luzinhas em calçadas de restaurantes, terraços e quintais. Me sinto um inseto subitamente
atraído à luz, sabe? Quero chegar perto, quero ver os detalhes. Mas, voltando às janelas, faltou
falar das cortinas. Se forem de tecido fino, se tornam quase um elemento cênico. Um jogo de
esconde-esconde. É outra forma de poesia urbana. Ou já estou vendo demais?
(Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2026/07/magali-moraes-e-as-janelas-iluminadas-cmrjf1n5t004k013a0p7hp1xu.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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As janelas iluminadas
Por Magali Moraes
Não sei por quê, as luzes acesas nos prédios à noite me encantam. Em cada janela
iluminada, a vida se apresenta de um jeito diferente. Durante o dia, as janelas são as mesmas,
o entorno também. Só falta a magia que a noite traz. Quando o céu muda de cor e a escuridão
chega, os pontinhos de luz vão surgindo aqui e ali. É como se o cotidiano ficasse mais
interessante. Queria ser um mosquitinho e sair voando por aí, bisbilhotando.
Você também repara nas janelas iluminadas? Se não, começa a prestar atenção. Pode pular
os prédios comerciais. Se a luz está acesa é porque o pessoal segue trabalhando até mais tarde.
Zero poesia. Melhor direcionar seu olhar pra casas e edifícios residenciais. Mantendo um certo
afastamento que desperta a curiosidade, sem invasão de privacidade. Estamos falando de magia,
lembra? E a distância contribui. É o conjunto de luzes urbanas formando uma constelação.
Nos locais descampados, só as estrelas iluminam. Já na cidade, as casas brilham por causa
das pessoas que as habitam. Gosto de imaginar quem chega da rua buscando refúgio no lar.
Circular pelos cômodos, acendendo um a um. As luzes das TVs colorindo as salas, os abajures
criando pontos de luz indireta. Quem são essas pessoas ▲seus nomes ▲ suas histórias? Nunca
vou saber. Mas agradeço por suas janelas iluminadas feito vaga-lumes no meu campo de visão.
Nesse grande palco em que a cidade se transforma à noite, tenho um ponto fraco: os varais
de luzinhas em calçadas de restaurantes, terraços e quintais. Me sinto um inseto subitamente
atraído à luz, sabe? Quero chegar perto, quero ver os detalhes. Mas, voltando às janelas, faltou
falar das cortinas. Se forem de tecido fino, se tornam quase um elemento cênico. Um jogo de
esconde-esconde. É outra forma de poesia urbana. Ou já estou vendo demais?
(Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2026/07/magali-moraes-e-as-janelas-iluminadas-cmrjf1n5t004k013a0p7hp1xu.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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As janelas iluminadas
Por Magali Moraes
Não sei por quê, as luzes acesas nos prédios à noite me encantam. Em cada janela
iluminada, a vida se apresenta de um jeito diferente. Durante o dia, as janelas são as mesmas,
o entorno também. Só falta a magia que a noite traz. Quando o céu muda de cor e a escuridão
chega, os pontinhos de luz vão surgindo aqui e ali. É como se o cotidiano ficasse mais
interessante. Queria ser um mosquitinho e sair voando por aí, bisbilhotando.
Você também repara nas janelas iluminadas? Se não, começa a prestar atenção. Pode pular
os prédios comerciais. Se a luz está acesa é porque o pessoal segue trabalhando até mais tarde.
Zero poesia. Melhor direcionar seu olhar pra casas e edifícios residenciais. Mantendo um certo
afastamento que desperta a curiosidade, sem invasão de privacidade. Estamos falando de magia,
lembra? E a distância contribui. É o conjunto de luzes urbanas formando uma constelação.
Nos locais descampados, só as estrelas iluminam. Já na cidade, as casas brilham por causa
das pessoas que as habitam. Gosto de imaginar quem chega da rua buscando refúgio no lar.
Circular pelos cômodos, acendendo um a um. As luzes das TVs colorindo as salas, os abajures
criando pontos de luz indireta. Quem são essas pessoas ▲seus nomes ▲ suas histórias? Nunca
vou saber. Mas agradeço por suas janelas iluminadas feito vaga-lumes no meu campo de visão.
Nesse grande palco em que a cidade se transforma à noite, tenho um ponto fraco: os varais
de luzinhas em calçadas de restaurantes, terraços e quintais. Me sinto um inseto subitamente
atraído à luz, sabe? Quero chegar perto, quero ver os detalhes. Mas, voltando às janelas, faltou
falar das cortinas. Se forem de tecido fino, se tornam quase um elemento cênico. Um jogo de
esconde-esconde. É outra forma de poesia urbana. Ou já estou vendo demais?
(Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2026/07/magali-moraes-e-as-janelas-iluminadas-cmrjf1n5t004k013a0p7hp1xu.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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As janelas iluminadas
Por Magali Moraes
Não sei por quê, as luzes acesas nos prédios à noite me encantam. Em cada janela
iluminada, a vida se apresenta de um jeito diferente. Durante o dia, as janelas são as mesmas,
o entorno também. Só falta a magia que a noite traz. Quando o céu muda de cor e a escuridão
chega, os pontinhos de luz vão surgindo aqui e ali. É como se o cotidiano ficasse mais
interessante. Queria ser um mosquitinho e sair voando por aí, bisbilhotando.
Você também repara nas janelas iluminadas? Se não, começa a prestar atenção. Pode pular
os prédios comerciais. Se a luz está acesa é porque o pessoal segue trabalhando até mais tarde.
Zero poesia. Melhor direcionar seu olhar pra casas e edifícios residenciais. Mantendo um certo
afastamento que desperta a curiosidade, sem invasão de privacidade. Estamos falando de magia,
lembra? E a distância contribui. É o conjunto de luzes urbanas formando uma constelação.
Nos locais descampados, só as estrelas iluminam. Já na cidade, as casas brilham por causa
das pessoas que as habitam. Gosto de imaginar quem chega da rua buscando refúgio no lar.
Circular pelos cômodos, acendendo um a um. As luzes das TVs colorindo as salas, os abajures
criando pontos de luz indireta. Quem são essas pessoas ▲seus nomes ▲ suas histórias? Nunca
vou saber. Mas agradeço por suas janelas iluminadas feito vaga-lumes no meu campo de visão.
Nesse grande palco em que a cidade se transforma à noite, tenho um ponto fraco: os varais
de luzinhas em calçadas de restaurantes, terraços e quintais. Me sinto um inseto subitamente
atraído à luz, sabe? Quero chegar perto, quero ver os detalhes. Mas, voltando às janelas, faltou
falar das cortinas. Se forem de tecido fino, se tornam quase um elemento cênico. Um jogo de
esconde-esconde. É outra forma de poesia urbana. Ou já estou vendo demais?
(Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2026/07/magali-moraes-e-as-janelas-iluminadas-cmrjf1n5t004k013a0p7hp1xu.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Não sei por quê, as luzes acesas nos prédios à noite me encantam. Em cada janela
iluminada, a vida se apresenta de um jeito diferente. Durante o dia, as janelas são as mesmas,
o entorno também. Só falta a magia que a noite traz. Quando o céu muda de cor e a escuridão
chega, os pontinhos de luz vão surgindo aqui e ali. É como se o cotidiano ficasse mais
interessante. Queria ser um mosquitinho e sair voando por aí, bisbilhotando.
Você também repara nas janelas iluminadas? Se não, começa a prestar atenção. Pode pular
os prédios comerciais. Se a luz está acesa é porque o pessoal segue trabalhando até mais tarde.
Zero poesia. Melhor direcionar seu olhar pra casas e edifícios residenciais. Mantendo um certo
afastamento que desperta a curiosidade, sem invasão de privacidade. Estamos falando de magia,
lembra? E a distância contribui. É o conjunto de luzes urbanas formando uma constelação.
Nos locais descampados, só as estrelas iluminam. Já na cidade, as casas brilham por causa
das pessoas que as habitam. Gosto de imaginar quem chega da rua buscando refúgio no lar.
Circular pelos cômodos, acendendo um a um. As luzes das TVs colorindo as salas, os abajures
criando pontos de luz indireta. Quem são essas pessoas ▲seus nomes ▲ suas histórias? Nunca
vou saber. Mas agradeço por suas janelas iluminadas feito vaga-lumes no meu campo de visão.
Nesse grande palco em que a cidade se transforma à noite, tenho um ponto fraco: os varais
de luzinhas em calçadas de restaurantes, terraços e quintais. Me sinto um inseto subitamente
atraído à luz, sabe? Quero chegar perto, quero ver os detalhes. Mas, voltando às janelas, faltou
falar das cortinas. Se forem de tecido fino, se tornam quase um elemento cênico. Um jogo de
esconde-esconde. É outra forma de poesia urbana. Ou já estou vendo demais?
(Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2026/07/magali-moraes-e-as-janelas-iluminadas-cmrjf1n5t004k013a0p7hp1xu.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Não sei por quê, as luzes acesas nos prédios à noite me encantam. Em cada janela
iluminada, a vida se apresenta de um jeito diferente. Durante o dia, as janelas são as mesmas,
o entorno também. Só falta a magia que a noite traz. Quando o céu muda de cor e a escuridão
chega, os pontinhos de luz vão surgindo aqui e ali. É como se o cotidiano ficasse mais
interessante. Queria ser um mosquitinho e sair voando por aí, bisbilhotando.
Você também repara nas janelas iluminadas? Se não, começa a prestar atenção. Pode pular
os prédios comerciais. Se a luz está acesa é porque o pessoal segue trabalhando até mais tarde.
Zero poesia. Melhor direcionar seu olhar pra casas e edifícios residenciais. Mantendo um certo
afastamento que desperta a curiosidade, sem invasão de privacidade. Estamos falando de magia,
lembra? E a distância contribui. É o conjunto de luzes urbanas formando uma constelação.
Nos locais descampados, só as estrelas iluminam. Já na cidade, as casas brilham por causa
das pessoas que as habitam. Gosto de imaginar quem chega da rua buscando refúgio no lar.
Circular pelos cômodos, acendendo um a um. As luzes das TVs colorindo as salas, os abajures
criando pontos de luz indireta. Quem são essas pessoas ▲seus nomes ▲ suas histórias? Nunca
vou saber. Mas agradeço por suas janelas iluminadas feito vaga-lumes no meu campo de visão.
Nesse grande palco em que a cidade se transforma à noite, tenho um ponto fraco: os varais
de luzinhas em calçadas de restaurantes, terraços e quintais. Me sinto um inseto subitamente
atraído à luz, sabe? Quero chegar perto, quero ver os detalhes. Mas, voltando às janelas, faltou
falar das cortinas. Se forem de tecido fino, se tornam quase um elemento cênico. Um jogo de
esconde-esconde. É outra forma de poesia urbana. Ou já estou vendo demais?
(Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2026/07/magali-moraes-e-as-janelas-iluminadas-cmrjf1n5t004k013a0p7hp1xu.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Não sei por quê, as luzes acesas nos prédios à noite me encantam. Em cada janela
iluminada, a vida se apresenta de um jeito diferente. Durante o dia, as janelas são as mesmas,
o entorno também. Só falta a magia que a noite traz. Quando o céu muda de cor e a escuridão
chega, os pontinhos de luz vão surgindo aqui e ali. É como se o cotidiano ficasse mais
interessante. Queria ser um mosquitinho e sair voando por aí, bisbilhotando.
Você também repara nas janelas iluminadas? Se não, começa a prestar atenção. Pode pular
os prédios comerciais. Se a luz está acesa é porque o pessoal segue trabalhando até mais tarde.
Zero poesia. Melhor direcionar seu olhar pra casas e edifícios residenciais. Mantendo um certo
afastamento que desperta a curiosidade, sem invasão de privacidade. Estamos falando de magia,
lembra? E a distância contribui. É o conjunto de luzes urbanas formando uma constelação.
Nos locais descampados, só as estrelas iluminam. Já na cidade, as casas brilham por causa
das pessoas que as habitam. Gosto de imaginar quem chega da rua buscando refúgio no lar.
Circular pelos cômodos, acendendo um a um. As luzes das TVs colorindo as salas, os abajures
criando pontos de luz indireta. Quem são essas pessoas ▲seus nomes ▲ suas histórias? Nunca
vou saber. Mas agradeço por suas janelas iluminadas feito vaga-lumes no meu campo de visão.
Nesse grande palco em que a cidade se transforma à noite, tenho um ponto fraco: os varais
de luzinhas em calçadas de restaurantes, terraços e quintais. Me sinto um inseto subitamente
atraído à luz, sabe? Quero chegar perto, quero ver os detalhes. Mas, voltando às janelas, faltou
falar das cortinas. Se forem de tecido fino, se tornam quase um elemento cênico. Um jogo de
esconde-esconde. É outra forma de poesia urbana. Ou já estou vendo demais?
(Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2026/07/magali-moraes-e-as-janelas-iluminadas-cmrjf1n5t004k013a0p7hp1xu.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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I. A categoria erros por falha no conversor fonema-grafema consiste na escolha incorreta da letra para representar o som, ocorrendo substituições, omissões, adições, transposições ou inversões.
II. Os erros por desconhecimento das regras contextuais representam a falta de consideração da existência de determinadas regras que definem o valor da letra em função do contexto.
III. Erros decorrentes do desconhecimento das irregularidades da língua ocorrem quando há dificuldade em identificar qual consoante deve ser utilizada para representar determinado som, considerando a origem da palavra.
Quais estão corretas?
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I. Ocorre de forma gradativa. II. Ocorre de forma linear. III. Apresenta variantes individuais.
Quais estão INCORRETAS?
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