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Como surgiu o fortificante mais popular do Brasil

Por Leandro Staudt

01 O Biotônico Fontoura marcou a infância de gerações de brasileiros. Os pais ofereciam aos

02 filhos uma colher diária do fortificante para que lhes abrisse o apetite. As crianças ouviam a

03 promessa de ganhar força e beleza. O aclamado tônicoEnunciado 4595364-1 que continua no mercadoEnunciado 4595364-2 foi criado _____

04 mais de cem anos no interior de São Paulo.

05 Após se formar em FarmáciaEnunciado 4595364-3 com a ajuda financeira da mãe e de um irmãoEnunciado 4595364-4 Cândido

06 Fontoura da Silveira abriu a Pharmacia Popular na cidade de Bragança Paulista. Em 1910,

07 buscando a cura para a esposa doente, o farmacêutico trancou-se no pequeno laboratório para

08 preparar um fortificante. Na época, as próprias farmácias produziam grande parte dos

09 medicamentos.

10 A revista Manchete publicouEnunciado 4595364-5em 1975Enunciado 4595364-6que a receita do tônico reunia “ferro, cálcio,

11 ácido fosfórico, um pouco de ______ e vinho do Porto, obedecendo proporções

12 homeopáticas”. O resultado obtido no tratamento da mulher logo se espalhou entre os moradores

13 da cidade. Diante da procuraEnunciado 4595364-7 Fontoura lançou oficialmente o tônico.

14 O farmacêutico trocou Bragança pela cidade de São Paulo em 1915. Levou na mala um

15 sonho e a receita do preparado e, com sócios, abriu o Instituto Medicamenta, que passou a

16 fabricar o Biotônico Fontoura além de outros produtos.

17 O laboratório sempre investiu em publicidade. Cândido Fontoura também firmou parceria

18 com um amigo, o escritor Monteiro Lobato, que o ajudou na popularização do fortificante, visto

19 que ele criou o Jeca Tatuzinho, personagem do Almanaque do Biotônico.

20 As propagandas da década de 1920 indicavam o produto para combater “anemiaEnunciado 4595364-8

21 neurastenia (______)Enunciado 4595364-9 debilidade e tuberculose”. O Biotônico já não contém álcool etílico

22 na composição, pois a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, em 2001, a

23 substância em tônicos e fortificantes destinados a estimular o apetite e o crescimento.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/leandro-staudt/noticia/2026/01/biotonico-fontoura-como-surgiu-o-fortificante-mais-popular-do-brasil.html – texto adaptado especialmente para esta prova.)

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as conjunções destacadas aos sentidos que elas estabelecem nos trechos retirados do texto.

Coluna 1

1. Causa.

2. Finalidade.

3. Explicação.

Coluna 2

( ) “Os pais ofereciam aos filhos uma colher diária do fortificante para que lhes abrisse o apetite” (l. 01-02).

( ) “que o ajudou na popularização do fortificante, visto que ele criou o Jeca Tatuzinho” (l. 18-19).

( ) “O Biotônico já não contém álcool etílico na composição, pois a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu” (l. 21-22).

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Como surgiu o fortificante mais popular do Brasil

Por Leandro Staudt

01 O Biotônico Fontoura marcou a infância de gerações de brasileiros. Os pais ofereciam aos

02 filhos uma colher diária do fortificante para que lhes abrisse o apetite. As crianças ouviam a

03 promessa de ganhar força e beleza. O aclamado tônicoEnunciado 4595354-1 que continua no mercadoEnunciado 4595354-2 foi criado _____

04 mais de cem anos no interior de São Paulo.

05 Após se formar em FarmáciaEnunciado 4595354-3 com a ajuda financeira da mãe e de um irmãoEnunciado 4595354-4 Cândido

06 Fontoura da Silveira abriu a Pharmacia Popular na cidade de Bragança Paulista. Em 1910,

07 buscando a cura para a esposa doente, o farmacêutico trancou-se no pequeno laboratório para

08 preparar um fortificante. Na época, as próprias farmácias produziam grande parte dos

09 medicamentos.

10 A revista Manchete publicouEnunciado 4595354-5em 1975Enunciado 4595354-6que a receita do tônico reunia “ferro, cálcio,

11 ácido fosfórico, um pouco de ______ e vinho do Porto, obedecendo proporções

12 homeopáticas”. O resultado obtido no tratamento da mulher logo se espalhou entre os moradores

13 da cidade. Diante da procuraEnunciado 4595354-7 Fontoura lançou oficialmente o tônico.

14 O farmacêutico trocou Bragança pela cidade de São Paulo em 1915. Levou na mala um

15 sonho e a receita do preparado e, com sócios, abriu o Instituto Medicamenta, que passou a

16 fabricar o Biotônico Fontoura além de outros produtos.

17 O laboratório sempre investiu em publicidade. Cândido Fontoura também firmou parceria

18 com um amigo, o escritor Monteiro Lobato, que o ajudou na popularização do fortificante, visto

19 que ele criou o Jeca Tatuzinho, personagem do Almanaque do Biotônico.

20 As propagandas da década de 1920 indicavam o produto para combater “anemiaEnunciado 4595354-8

21 neurastenia (______)Enunciado 4595354-9 debilidade e tuberculose”. O Biotônico já não contém álcool etílico

22 na composição, pois a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, em 2001, a

23 substância em tônicos e fortificantes destinados a estimular o apetite e o crescimento.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/leandro-staudt/noticia/2026/01/biotonico-fontoura-como-surgiu-o-fortificante-mais-popular-do-brasil.html – texto adaptado especialmente para esta prova.)

Analise a figura a seguir e as asserções a respeito de sua relação com o texto-base desta prova:

Enunciado 4595354-10

Fonte: https://www.instagram.com/p/DHJBSuptlln/

I. A figura pode ser classificada como um meme que tem uma relação intertextual direta com o tema central do texto-base desta prova.

POIS

II. Empregando uma propaganda do produto sobre o qual versa o texto, o humorista usa uma das características do Biotônico para fazer uma piada transmitida em meio digital.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.

 

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Como surgiu o fortificante mais popular do Brasil

Por Leandro Staudt

01 O Biotônico Fontoura marcou a infância de gerações de brasileiros. Os pais ofereciam aos

02 filhos uma colher diária do fortificante para que lhes abrisse o apetite. As crianças ouviam a

03 promessa de ganhar força e beleza. O aclamado tônicoEnunciado 4595350-1 que continua no mercadoEnunciado 4595350-2 foi criado _____

04 mais de cem anos no interior de São Paulo.

05 Após se formar em FarmáciaEnunciado 4595350-3 com a ajuda financeira da mãe e de um irmãoEnunciado 4595350-4 Cândido

06 Fontoura da Silveira abriu a Pharmacia Popular na cidade de Bragança Paulista. Em 1910,

07 buscando a cura para a esposa doente, o farmacêutico trancou-se no pequeno laboratório para

08 preparar um fortificante. Na época, as próprias farmácias produziam grande parte dos

09 medicamentos.

10 A revista Manchete publicouEnunciado 4595350-5em 1975Enunciado 4595350-6que a receita do tônico reunia “ferro, cálcio,

11 ácido fosfórico, um pouco de ______ e vinho do Porto, obedecendo proporções

12 homeopáticas”. O resultado obtido no tratamento da mulher logo se espalhou entre os moradores

13 da cidade. Diante da procuraEnunciado 4595350-7 Fontoura lançou oficialmente o tônico.

14 O farmacêutico trocou Bragança pela cidade de São Paulo em 1915. Levou na mala um

15 sonho e a receita do preparado e, com sócios, abriu o Instituto Medicamenta, que passou a

16 fabricar o Biotônico Fontoura além de outros produtos.

17 O laboratório sempre investiu em publicidade. Cândido Fontoura também firmou parceria

18 com um amigo, o escritor Monteiro Lobato, que o ajudou na popularização do fortificante, visto

19 que ele criou o Jeca Tatuzinho, personagem do Almanaque do Biotônico.

20 As propagandas da década de 1920 indicavam o produto para combater “anemiaEnunciado 4595350-8

21 neurastenia (______)Enunciado 4595350-9 debilidade e tuberculose”. O Biotônico já não contém álcool etílico

22 na composição, pois a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, em 2001, a

23 substância em tônicos e fortificantes destinados a estimular o apetite e o crescimento.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/leandro-staudt/noticia/2026/01/biotonico-fontoura-como-surgiu-o-fortificante-mais-popular-do-brasil.html – texto adaptado especialmente para esta prova.)

Considerando a ortografia das palavras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos a seguir, retirados do texto:

“foi criado ___ mais de cem anos no interior de São Paulo”.

“um pouco de ___________ e vinho do Porto”.

“anemia, neurastenia (___________), debilidade e tuberculose”.

 

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Por Leandro Staudt

01 O Biotônico Fontoura marcou a infância de gerações de brasileiros. Os pais ofereciam aos

02 filhos uma colher diária do fortificante para que lhes abrisse o apetite. As crianças ouviam a

03 promessa de ganhar força e beleza. O aclamado tônicoEnunciado 4595348-1 que continua no mercadoEnunciado 4595348-2 foi criado _____

04 mais de cem anos no interior de São Paulo.

05 Após se formar em FarmáciaEnunciado 4595348-3 com a ajuda financeira da mãe e de um irmãoEnunciado 4595348-4 Cândido

06 Fontoura da Silveira abriu a Pharmacia Popular na cidade de Bragança Paulista. Em 1910,

07 buscando a cura para a esposa doente, o farmacêutico trancou-se no pequeno laboratório para

08 preparar um fortificante. Na época, as próprias farmácias produziam grande parte dos

09 medicamentos.

10 A revista Manchete publicouEnunciado 4595348-5em 1975Enunciado 4595348-6que a receita do tônico reunia “ferro, cálcio,

11 ácido fosfórico, um pouco de ______ e vinho do Porto, obedecendo proporções

12 homeopáticas”. O resultado obtido no tratamento da mulher logo se espalhou entre os moradores

13 da cidade. Diante da procuraEnunciado 4595348-7 Fontoura lançou oficialmente o tônico.

14 O farmacêutico trocou Bragança pela cidade de São Paulo em 1915. Levou na mala um

15 sonho e a receita do preparado e, com sócios, abriu o Instituto Medicamenta, que passou a

16 fabricar o Biotônico Fontoura além de outros produtos.

17 O laboratório sempre investiu em publicidade. Cândido Fontoura também firmou parceria

18 com um amigo, o escritor Monteiro Lobato, que o ajudou na popularização do fortificante, visto

19 que ele criou o Jeca Tatuzinho, personagem do Almanaque do Biotônico.

20 As propagandas da década de 1920 indicavam o produto para combater “anemiaEnunciado 4595348-8

21 neurastenia (______)Enunciado 4595348-9 debilidade e tuberculose”. O Biotônico já não contém álcool etílico

22 na composição, pois a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, em 2001, a

23 substância em tônicos e fortificantes destinados a estimular o apetite e o crescimento.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/leandro-staudt/noticia/2026/01/biotonico-fontoura-como-surgiu-o-fortificante-mais-popular-do-brasil.html – texto adaptado especialmente para esta prova.)

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. O texto pode ser caracterizado como expositivo, uma vez que se propõe a apresentar fatos de maneira clara e objetiva.

II. O Biotônico Fontoura somente começou a ser produzido em larga escala décadas após ter sido criado no laboratório do farmacêutico, como afirmou uma revista.

III. Cândido Fontoura teve como um de seus sócios na empresa que passou a fabricar o Biotônico o escritor Monteiro Lobato, que investiu financeiramente nela.

Quais estão corretas?

 

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No banco dos réus

Por Cláudia Laitano

  1. Médicos fumando no consultório, enfermeiras acendendo um cigarrinho para relaxar,
  2. dentistas recomendando sua marca preferida de tabaco: figuras como essas povoavam jornais
  3. e revistas até o início dos anos 1960. Alguns anúncios chegavam a sugerir que fumar ajudava
  4. na digestão, aliviava dores de garganta e garantia aquela dose extra de fôlego indispensável
  5. para enfrentar o dia ___ dia.
  6. O primeiro relatório reunindo estudos que apontavam a ligação entre o cigarro e o câncer
  7. foi publicado em 1964. O piloto da série Mad Men, que se passa em 1960, retrata a ginástica do
  8. publicitário Don Draper para tornar atraente um produto que já começava a soar como cilada.
  9. Em 1998, as quatro maiores empresas de tabaco dos EUA assinaram um acordo para encerrar
  10. dezenas de processos judiciais que tentavam recuperar bilhões de dólares gastos com assistência
  11. médica de fumantes. Ou seja: entre o médico baforando sem culpa no nariz do paciente e a
  12. responsabilização de quem lucrava com uma mercadoria perigosa e altamente viciante,
  13. passaram-se mais ou menos 40 anos.
  14. Então, o “momento tabaco” parece estar batendo ___ porta das big techs em 2026. O
  15. julgamento do primeiro de dois grandes lotes de ações coletivas contra empresas de tecnologia
  16. previstos para este ano começou em Los Angeles na semana passada. Até aqui, empresas como
  17. Meta, Tik Tok, Snapchat e YouTube conseguiram escapar das acusações que envolvem conteúdo
  18. apelando para leis que isentam as plataformas de responsabilidade com relação ao que os
  19. usuários publicam. As novas ações atacam por outro flanco. O que está em jogo agora são as
  20. estratégias usadas por essas plataformas para gerar engajamento a qualquer custo – inclusive
  21. de crianças e adolescentes.
  22. A acusação deve seguir duas linhas de argumentação. A primeira é a de que as big techs
  23. formataram suas plataformas para serem viciantes mesmo. “Quanto mais engajamento, mais
  24. publicidade” é o novo “quanto mais fumantes, mais lucro”. A segunda busca apoio em estudos
  25. que relacionam o aumento dos casos de depressão e ansiedade em crianças e adolescentes ao
  26. advento das mídias sociais.
  27. Ao contrário da montanha de evidências provando que fumar pode causar câncer, os efeitos
  28. das redes sociais sobre a saúde mental dos nossos filhos ainda não estão provados. Ainda assim,
  29. é difícil encontrar um pai ou mãe de adolescente que não esteja preocupado (o fato de que o
  30. livro Geração Ansiosa está há mais de 90 semanas na lista de best-sellers do New York Times
  31. dá a dimensão dessa preocupação).
  32. ___ esta altura do campeonato, nem Don Draper conseguiria nos convencer de que está
  33. tudo bem com as crianças.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/claudia-laitano/noticia/2026/02/no-banco-dos-reus-cml3q4kl40086012yz36sq4a4.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta um trecho no qual há a ocorrência da figura de linguagem hipérbole.

 

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No banco dos réus

Por Cláudia Laitano

  1. Médicos fumando no consultório, enfermeiras acendendo um cigarrinho para relaxar,
  2. dentistas recomendando sua marca preferida de tabaco: figuras como essas povoavam jornais
  3. e revistas até o início dos anos 1960. Alguns anúncios chegavam a sugerir que fumar ajudava
  4. na digestão, aliviava dores de garganta e garantia aquela dose extra de fôlego indispensável
  5. para enfrentar o dia ___ dia.
  6. O primeiro relatório reunindo estudos que apontavam a ligação entre o cigarro e o câncer
  7. foi publicado em 1964. O piloto da série Mad Men, que se passa em 1960, retrata a ginástica do
  8. publicitário Don Draper para tornar atraente um produto que já começava a soar como cilada.
  9. Em 1998, as quatro maiores empresas de tabaco dos EUA assinaram um acordo para encerrar
  10. dezenas de processos judiciais que tentavam recuperar bilhões de dólares gastos com assistência
  11. médica de fumantes. Ou seja: entre o médico baforando sem culpa no nariz do paciente e a
  12. responsabilização de quem lucrava com uma mercadoria perigosa e altamente viciante,
  13. passaram-se mais ou menos 40 anos.
  14. Então, o “momento tabaco” parece estar batendo ___ porta das big techs em 2026. O
  15. julgamento do primeiro de dois grandes lotes de ações coletivas contra empresas de tecnologia
  16. previstos para este ano começou em Los Angeles na semana passada. Até aqui, empresas como
  17. Meta, Tik Tok, Snapchat e YouTube conseguiram escapar das acusações que envolvem conteúdo
  18. apelando para leis que isentam as plataformas de responsabilidade com relação ao que os
  19. usuários publicam. As novas ações atacam por outro flanco. O que está em jogo agora são as
  20. estratégias usadas por essas plataformas para gerar engajamento a qualquer custo – inclusive
  21. de crianças e adolescentes.
  22. A acusação deve seguir duas linhas de argumentação. A primeira é a de que as big techs
  23. formataram suas plataformas para serem viciantes mesmo. “Quanto mais engajamento, mais
  24. publicidade” é o novo “quanto mais fumantes, mais lucro”. A segunda busca apoio em estudos
  25. que relacionam o aumento dos casos de depressão e ansiedade em crianças e adolescentes ao
  26. advento das mídias sociais.
  27. Ao contrário da montanha de evidências provando que fumar pode causar câncer, os efeitos
  28. das redes sociais sobre a saúde mental dos nossos filhos ainda não estão provados. Ainda assim,
  29. é difícil encontrar um pai ou mãe de adolescente que não esteja preocupado (o fato de que o
  30. livro Geração Ansiosa está há mais de 90 semanas na lista de best-sellers do New York Times
  31. dá a dimensão dessa preocupação).
  32. ___ esta altura do campeonato, nem Don Draper conseguiria nos convencer de que está
  33. tudo bem com as crianças.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/claudia-laitano/noticia/2026/02/no-banco-dos-reus-cml3q4kl40086012yz36sq4a4.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que poderia substituir corretamente a palavra “flanco” em “As novas ações atacam por outro flanco” (l. 19), sem causar alterações significativas ao sentido do trecho a seguir. Desconsidere eventuais necessidades de alteração da estrutura do trecho.

 

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No banco dos réus

Por Cláudia Laitano

  1. Médicos fumando no consultório, enfermeiras acendendo um cigarrinho para relaxar,
  2. dentistas recomendando sua marca preferida de tabaco: figuras como essas povoavam jornais
  3. e revistas até o início dos anos 1960. Alguns anúncios chegavam a sugerir que fumar ajudava
  4. na digestão, aliviava dores de garganta e garantia aquela dose extra de fôlego indispensável
  5. para enfrentar o dia ___ dia.
  6. O primeiro relatório reunindo estudos que apontavam a ligação entre o cigarro e o câncer
  7. foi publicado em 1964. O piloto da série Mad Men, que se passa em 1960, retrata a ginástica do
  8. publicitário Don Draper para tornar atraente um produto que já começava a soar como cilada.
  9. Em 1998, as quatro maiores empresas de tabaco dos EUA assinaram um acordo para encerrar
  10. dezenas de processos judiciais que tentavam recuperar bilhões de dólares gastos com assistência
  11. médica de fumantes. Ou seja: entre o médico baforando sem culpa no nariz do paciente e a
  12. responsabilização de quem lucrava com uma mercadoria perigosa e altamente viciante,
  13. passaram-se mais ou menos 40 anos.
  14. Então, o “momento tabaco” parece estar batendo ___ porta das big techs em 2026. O
  15. julgamento do primeiro de dois grandes lotes de ações coletivas contra empresas de tecnologia
  16. previstos para este ano começou em Los Angeles na semana passada. Até aqui, empresas como
  17. Meta, Tik Tok, Snapchat e YouTube conseguiram escapar das acusações que envolvem conteúdo
  18. apelando para leis que isentam as plataformas de responsabilidade com relação ao que os
  19. usuários publicam. As novas ações atacam por outro flanco. O que está em jogo agora são as
  20. estratégias usadas por essas plataformas para gerar engajamento a qualquer custo – inclusive
  21. de crianças e adolescentes.
  22. A acusação deve seguir duas linhas de argumentação. A primeira é a de que as big techs
  23. formataram suas plataformas para serem viciantes mesmo. “Quanto mais engajamento, mais
  24. publicidade” é o novo “quanto mais fumantes, mais lucro”. A segunda busca apoio em estudos
  25. que relacionam o aumento dos casos de depressão e ansiedade em crianças e adolescentes ao
  26. advento das mídias sociais.
  27. Ao contrário da montanha de evidências provando que fumar pode causar câncer, os efeitos
  28. das redes sociais sobre a saúde mental dos nossos filhos ainda não estão provados. Ainda assim,
  29. é difícil encontrar um pai ou mãe de adolescente que não esteja preocupado (o fato de que o
  30. livro Geração Ansiosa está há mais de 90 semanas na lista de best-sellers do New York Times
  31. dá a dimensão dessa preocupação).
  32. ___ esta altura do campeonato, nem Don Draper conseguiria nos convencer de que está
  33. tudo bem com as crianças.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/claudia-laitano/noticia/2026/02/no-banco-dos-reus-cml3q4kl40086012yz36sq4a4.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as seguintes propostas de alteração de trechos do texto-base:

1. Em “Médicos fumando no consultório, enfermeiras acendendo um cigarrinho para relaxar, dentistas recomendando sua marca preferida de tabaco (1): figuras como essas povoavam jornais e revistas até o início dos anos 1960 (2)”, caso os trechos 1 e 2 sejam invertidos, o pronome “essas” deve ser substituído por “estas” e o emprego dos dois-pontos deve ser mantido para separar os dois trechos.

2. Em “O primeiro relatório reunindo estudos que apontavam a ligação entre o cigarro e o câncer foi publicado em 1964”, é possível reduzir a oração adjetiva expandida “que apontavam” omitindo-se o pronome relativo e empregando a forma verbal no gerúndio sem causar alterações ao sentido e à correção do trecho.

3. Em “entre o médico baforando sem culpa no nariz do paciente e a responsabilização de quem lucrava com uma mercadoria perigosa e altamente viciante, passaram-se mais ou menos 40 anos”, é possível substituir a forma verbal “passaram-se” por “transcorreram-se” sem causar alterações ao sentido e à correção do trecho.

4. Em “A primeira é a de que as big techs formataram suas plataformas para serem viciantes mesmo”, é possível expandir a oração reduzida “para serem” substituindo-se a preposição “para” pela locução conjuntiva “para que”, o que demandaria a adequação da forma verbal “serem”.

O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:

 

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  1. Médicos fumando no consultório, enfermeiras acendendo um cigarrinho para relaxar,
  2. dentistas recomendando sua marca preferida de tabaco: figuras como essas povoavam jornais
  3. e revistas até o início dos anos 1960. Alguns anúncios chegavam a sugerir que fumar ajudava
  4. na digestão, aliviava dores de garganta e garantia aquela dose extra de fôlego indispensável
  5. para enfrentar o dia ___ dia.
  6. O primeiro relatório reunindo estudos que apontavam a ligação entre o cigarro e o câncer
  7. foi publicado em 1964. O piloto da série Mad Men, que se passa em 1960, retrata a ginástica do
  8. publicitário Don Draper para tornar atraente um produto que já começava a soar como cilada.
  9. Em 1998, as quatro maiores empresas de tabaco dos EUA assinaram um acordo para encerrar
  10. dezenas de processos judiciais que tentavam recuperar bilhões de dólares gastos com assistência
  11. médica de fumantes. Ou seja: entre o médico baforando sem culpa no nariz do paciente e a
  12. responsabilização de quem lucrava com uma mercadoria perigosa e altamente viciante,
  13. passaram-se mais ou menos 40 anos.
  14. Então, o “momento tabaco” parece estar batendo ___ porta das big techs em 2026. O
  15. julgamento do primeiro de dois grandes lotes de ações coletivas contra empresas de tecnologia
  16. previstos para este ano começou em Los Angeles na semana passada. Até aqui, empresas como
  17. Meta, Tik Tok, Snapchat e YouTube conseguiram escapar das acusações que envolvem conteúdo
  18. apelando para leis que isentam as plataformas de responsabilidade com relação ao que os
  19. usuários publicam. As novas ações atacam por outro flanco. O que está em jogo agora são as
  20. estratégias usadas por essas plataformas para gerar engajamento a qualquer custo – inclusive
  21. de crianças e adolescentes.
  22. A acusação deve seguir duas linhas de argumentação. A primeira é a de que as big techs
  23. formataram suas plataformas para serem viciantes mesmo. “Quanto mais engajamento, mais
  24. publicidade” é o novo “quanto mais fumantes, mais lucro”. A segunda busca apoio em estudos
  25. que relacionam o aumento dos casos de depressão e ansiedade em crianças e adolescentes ao
  26. advento das mídias sociais.
  27. Ao contrário da montanha de evidências provando que fumar pode causar câncer, os efeitos
  28. das redes sociais sobre a saúde mental dos nossos filhos ainda não estão provados. Ainda assim,
  29. é difícil encontrar um pai ou mãe de adolescente que não esteja preocupado (o fato de que o
  30. livro Geração Ansiosa está há mais de 90 semanas na lista de best-sellers do New York Times
  31. dá a dimensão dessa preocupação).
  32. ___ esta altura do campeonato, nem Don Draper conseguiria nos convencer de que está
  33. tudo bem com as crianças.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/claudia-laitano/noticia/2026/02/no-banco-dos-reus-cml3q4kl40086012yz36sq4a4.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as duas figuras a seguir e as asserções a respeito de sua relação com o texto-base desta prova:

Enunciado 4595267-1

I. A Figura 1 apresenta um dos assuntos abordados pelo texto, ilustrando de que forma a propaganda construía uma imagem positiva de um produto nocivo ao seu consumidor.

CONTUDO

II. A Figura 2 apresenta um assunto apenas implícito no texto, uma vez que o vício nas redes sociais não pode ser associado ao vício em tabaco de acordo com as linhas de argumentação estabelecidas pelo texto.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.

 

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Questão presente nas seguintes provas
4083734 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Nova Esperança Sul-RS
Provas:

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

O combinado que nunca fizemos

No restaurante, da mesa ao lado, eu via o pai no celular, os dois filhos no celular e a mãe ali, presente, comendo sozinha no meio da própria família. Não consegui me desligar da cena. Ela já desistiu de competir com as telas? Está com raiva? Está acostumada? Nem percebe mais?

Eu não a conheço, mas reconheço o que vi. Você, provavelmente, também.

Aquela mesa é um retrato silencioso de algo que aconteceu sem que ninguém tenha decidido que deveria acontecer. O celular não está na vida das famílias brasileiras por decisão pedagógica, recomendação médica ou escolha consciente. Está por conveniência, por cansaço, porque a criança está entediada, porque a refeição fica mais tranquila, porque os pais precisavam de dez minutos de paz... E o celular entrega isso de graça, na hora, sem esforço.

Nunca combinamos nada. E quando não se combina nada, o padrão vence. O padrão, hoje, é tela.

E o Brasil já tem números para provar que essa não é uma impressão de quem almoça ao lado de uma família fora da regra. Segundo a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Cetic.br, 93% das crianças e adolescentes de nove a 17 anos usam a internet. São 24,5 milhões de pessoas. Dessas, 98% acessam pelo celular. Aos nove anos, 60% têm perfil em rede social. Aos 15, são 99%.

Mas o dado que mais me assusta não é esse.

É que 72% das crianças e adolescentes têm permissão dos pais para usar redes sociais quando estão sozinhos. E apenas um quarto dos responsáveis usa alguma ferramenta para limitar o tempo de uso.

A maioria das famílias brasileiras não tem um combinado claro. E, sem combinado, o padrão vence.

Para piorar: quando os próprios jovens tentam reagir, não conseguem. A mesma pesquisa mostra que 24% dos adolescentes de 11 a 17 anos tentaram passar menos tempo na internet e falharam. Cerca de um em cada cinco admite ter passado menos tempo com família, amigos ou lição de casa por causa do uso excessivo. Uma parcela semelhante relata ter deixado de comer ou dormir.

Esses não são adultos com anos de hábito acumulado. São crianças e adolescentes que já se percebem presos em um vício, que não conseguem sair sozinhos.

A situação começa antes do que a maioria imagina. Uma pesquisa da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal com o Datafolha, publicada em 2025, revelou que 78% das crianças de zero a três anos já estão expostas a telas todos os dias. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, para essa faixa etária, zero. Não é uma hora, nem meia. É zero.

Estamos tão longe da recomendação que ela virou ficção.

E aqui preciso fazer uma pausa para falar de algo que os dados brasileiros deixam claro e que poucos comentam: a solidão das mães nessa luta. Em praticamente todas as perguntas da TIC Kids Online sobre quem orienta, quem conversa, quem supervisiona o uso de internet dos filhos, as mães aparecem em maioria. São elas que mais checam o celular dos filhos, que mais estabelecem regras, que mais tentam acompanhar o que acontece nas telas. A mãe daquele restaurante, comendo sozinha enquanto o marido e os filhos estão presos em seus aparelhos, não é uma exceção. É um padrão.

Em janeiro de 2025, a Lei 15.100 restringiu o uso de celulares por estudantes nas escolas brasileiras. Foi um passo importante: a escola fez o combinado que podia fazer. Mas a lei termina no portão da escola. Quando a criança chega em casa, quem decide?

Não estou aqui para culpar os pais. Eu consigo me colocar no lugar de um pai. Sei o que é o fim de um dia longo, o cansaço que transforma qualquer tela num salva-vidas. Sei que muitas vezes o celular é a única ferramenta disponível para entreter enquanto se cozinha, se trabalha, se sobrevive. Não é justo fingir que a realidade é simples.

Mas também não podemos fingir que não há consequências.

O combinado que falta não precisa seguir manual. Precisa existir. Uma conversa entre os adultos da casa sobre quanto tempo é razoável. Uma conversa com os filhos, adequada ____ idade, sobre o que é permitido e o que não é. Zonas da casa e momentos do dia em que o celular deve ficar guardado. Durante refeições, por exemplo. Na hora de dormir. No trajeto até ____ escola.

São coisas pequenas, mas são decisões fundamentais. E decisão é o oposto do que temos hoje, que é rendição.

 

Autor: Rafael Parente - GZH (adaptado).

No encerramento do texto, o autor contrapõe decisão e rendição ao afirmar que, na prática cotidiana, decisão é o oposto do que temos hoje, que é rendição. Considerando o contexto argumentativo e a crítica ao uso do celular por conveniência, assinale a alternativa que expressa CORRETAMENTE o sentido de rendição nesse trecho.
 

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4083733 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Nova Esperança Sul-RS
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.

O combinado que nunca fizemos

No restaurante, da mesa ao lado, eu via o pai no celular, os dois filhos no celular e a mãe ali, presente, comendo sozinha no meio da própria família. Não consegui me desligar da cena. Ela já desistiu de competir com as telas? Está com raiva? Está acostumada? Nem percebe mais?

Eu não a conheço, mas reconheço o que vi. Você, provavelmente, também.

Aquela mesa é um retrato silencioso de algo que aconteceu sem que ninguém tenha decidido que deveria acontecer. O celular não está na vida das famílias brasileiras por decisão pedagógica, recomendação médica ou escolha consciente. Está por conveniência, por cansaço, porque a criança está entediada, porque a refeição fica mais tranquila, porque os pais precisavam de dez minutos de paz... E o celular entrega isso de graça, na hora, sem esforço.

Nunca combinamos nada. E quando não se combina nada, o padrão vence. O padrão, hoje, é tela.

E o Brasil já tem números para provar que essa não é uma impressão de quem almoça ao lado de uma família fora da regra. Segundo a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Cetic.br, 93% das crianças e adolescentes de nove a 17 anos usam a internet. São 24,5 milhões de pessoas. Dessas, 98% acessam pelo celular. Aos nove anos, 60% têm perfil em rede social. Aos 15, são 99%.

Mas o dado que mais me assusta não é esse.

É que 72% das crianças e adolescentes têm permissão dos pais para usar redes sociais quando estão sozinhos. E apenas um quarto dos responsáveis usa alguma ferramenta para limitar o tempo de uso.

A maioria das famílias brasileiras não tem um combinado claro. E, sem combinado, o padrão vence.

Para piorar: quando os próprios jovens tentam reagir, não conseguem. A mesma pesquisa mostra que 24% dos adolescentes de 11 a 17 anos tentaram passar menos tempo na internet e falharam. Cerca de um em cada cinco admite ter passado menos tempo com família, amigos ou lição de casa por causa do uso excessivo. Uma parcela semelhante relata ter deixado de comer ou dormir.

Esses não são adultos com anos de hábito acumulado. São crianças e adolescentes que já se percebem presos em um vício, que não conseguem sair sozinhos.

A situação começa antes do que a maioria imagina. Uma pesquisa da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal com o Datafolha, publicada em 2025, revelou que 78% das crianças de zero a três anos já estão expostas a telas todos os dias. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, para essa faixa etária, zero. Não é uma hora, nem meia. É zero.

Estamos tão longe da recomendação que ela virou ficção.

E aqui preciso fazer uma pausa para falar de algo que os dados brasileiros deixam claro e que poucos comentam: a solidão das mães nessa luta. Em praticamente todas as perguntas da TIC Kids Online sobre quem orienta, quem conversa, quem supervisiona o uso de internet dos filhos, as mães aparecem em maioria. São elas que mais checam o celular dos filhos, que mais estabelecem regras, que mais tentam acompanhar o que acontece nas telas. A mãe daquele restaurante, comendo sozinha enquanto o marido e os filhos estão presos em seus aparelhos, não é uma exceção. É um padrão.

Em janeiro de 2025, a Lei 15.100 restringiu o uso de celulares por estudantes nas escolas brasileiras. Foi um passo importante: a escola fez o combinado que podia fazer. Mas a lei termina no portão da escola. Quando a criança chega em casa, quem decide?

Não estou aqui para culpar os pais. Eu consigo me colocar no lugar de um pai. Sei o que é o fim de um dia longo, o cansaço que transforma qualquer tela num salva-vidas. Sei que muitas vezes o celular é a única ferramenta disponível para entreter enquanto se cozinha, se trabalha, se sobrevive. Não é justo fingir que a realidade é simples.

Mas também não podemos fingir que não há consequências.

O combinado que falta não precisa seguir manual. Precisa existir. Uma conversa entre os adultos da casa sobre quanto tempo é razoável. Uma conversa com os filhos, adequada ____ idade, sobre o que é permitido e o que não é. Zonas da casa e momentos do dia em que o celular deve ficar guardado. Durante refeições, por exemplo. Na hora de dormir. No trajeto até ____ escola.

São coisas pequenas, mas são decisões fundamentais. E decisão é o oposto do que temos hoje, que é rendição.

 

Autor: Rafael Parente - GZH (adaptado).

No texto, a palavra salva-vidas exemplifica a grafia com hífen em compostos da língua portuguesa. Considerando as regras ortográficas vigentes, assinale a alternativa que apresenta uma palavra CORRETAMENTE grafada com hífen.
 

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