Foram encontradas 350.217 questões.
A Gramática Funcional analisa a língua como
instrumento de interação social. Assinale a alternativa
que explica corretamente a diferença entre "Tema" e
"Rema" na estrutura da oração em espanhol e sua
relevância para a progressão informativa.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Canetas emagrecedoras: o que acontece quando você para de usar?
Ellen e Tanya seguiram trajetórias semelhantes ao usar medicamentos da classe GLP-1 para emagrecer, mas viveram experiências distintas ao tentar interromper o tratamento. As canetas emagrecedoras reduziram o impulso constante de comer e proporcionaram resultados que dietas não haviam alcançado, trazendo mudanças físicas, emocionais e de perspectiva de vida.
Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam o hormônio GLP-1, que controla o apetite e prolonga a saciedade. Embora eficazes, são fármacos novos, com efeitos de longo prazo ainda em estudo, além de custos elevados, o que levanta a questão sobre o que ocorre quando o uso é interrompido.
Tanya Hall, gerente de vendas no setor fitness, começou a usar Wegovy para verificar se seria mais valorizada profissionalmente após emagrecer. De fato, passou a receber elogios, mas enfrentou efeitos adversos como insônia, náuseas, dores de cabeça e queda de cabelo. Ao longo de dezoito meses, perdeu cerca de trinta e oito quilos. Toda tentativa de parar, porém, foi seguida por fome intensa e compulsão alimentar, o que a levou a manter a medicação por medo de recuperar peso, apesar do desconforto e da sensação ambígua de controle.
O clínico Hussain Al-Zubaidi alerta que a interrupção abrupta pode provocar um retorno intenso do apetite e que estudos indicam a recuperação de 60% a 80% do peso perdido entre um e três anos após a suspensão. Por isso, defende uma estratégia de saída com acompanhamento adequado.
Ellen Ogley iniciou o Mounjaro em um momento crítico de saúde. Com histórico de compulsão alimentar emocional, relatou o desaparecimento do desejo compulsivo por comida, o que lhe permitiu reorganizar hábitos, aprender sobre nutrição e adotar uma rotina mais ativa. Após reduzir gradualmente a dose, perdeu mais de vinte quilos e continuou emagrecendo mesmo depois de parar, superando cinquenta quilos eliminados.
Segundo Al-Zubaidi, manter resultados depende de apoio, mudanças sustentáveis no estilo de vida e do contexto social. Diretrizes no Reino Unido recomendam acompanhamento por um ano após o fim do tratamento, algo nem sempre disponível para quem paga pelos medicamentos.
As histórias de Ellen e Tanya mostram que não há um desfecho único. Para alguns, a transição é sustentável; para outros, interromper o uso se torna arriscado. Fabricantes afirmam priorizar a segurança, mas especialistas ressaltam que a obesidade não se resume à falta de GLP-1 e que, sem ambientes que favoreçam a saúde, os desafios persistem.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62l15le9gdo.adaptado.
Morfologicamente, o termo destacado é:
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Canetas emagrecedoras: o que acontece quando você para de usar?
Ellen e Tanya seguiram trajetórias semelhantes ao usar medicamentos da classe GLP-1 para emagrecer, mas viveram experiências distintas ao tentar interromper o tratamento. As canetas emagrecedoras reduziram o impulso constante de comer e proporcionaram resultados que dietas não haviam alcançado, trazendo mudanças físicas, emocionais e de perspectiva de vida.
Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam o hormônio GLP-1, que controla o apetite e prolonga a saciedade. Embora eficazes, são fármacos novos, com efeitos de longo prazo ainda em estudo, além de custos elevados, o que levanta a questão sobre o que ocorre quando o uso é interrompido.
Tanya Hall, gerente de vendas no setor fitness, começou a usar Wegovy para verificar se seria mais valorizada profissionalmente após emagrecer. De fato, passou a receber elogios, mas enfrentou efeitos adversos como insônia, náuseas, dores de cabeça e queda de cabelo. Ao longo de dezoito meses, perdeu cerca de trinta e oito quilos. Toda tentativa de parar, porém, foi seguida por fome intensa e compulsão alimentar, o que a levou a manter a medicação por medo de recuperar peso, apesar do desconforto e da sensação ambígua de controle.
O clínico Hussain Al-Zubaidi alerta que a interrupção abrupta pode provocar um retorno intenso do apetite e que estudos indicam a recuperação de 60% a 80% do peso perdido entre um e três anos após a suspensão. Por isso, defende uma estratégia de saída com acompanhamento adequado.
Ellen Ogley iniciou o Mounjaro em um momento crítico de saúde. Com histórico de compulsão alimentar emocional, relatou o desaparecimento do desejo compulsivo por comida, o que lhe permitiu reorganizar hábitos, aprender sobre nutrição e adotar uma rotina mais ativa. Após reduzir gradualmente a dose, perdeu mais de vinte quilos e continuou emagrecendo mesmo depois de parar, superando cinquenta quilos eliminados.
Segundo Al-Zubaidi, manter resultados depende de apoio, mudanças sustentáveis no estilo de vida e do contexto social. Diretrizes no Reino Unido recomendam acompanhamento por um ano após o fim do tratamento, algo nem sempre disponível para quem paga pelos medicamentos.
As histórias de Ellen e Tanya mostram que não há um desfecho único. Para alguns, a transição é sustentável; para outros, interromper o uso se torna arriscado. Fabricantes afirmam priorizar a segurança, mas especialistas ressaltam que a obesidade não se resume à falta de GLP-1 e que, sem ambientes que favoreçam a saúde, os desafios persistem.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62l15le9gdo.adaptado.
Considerando o sentido da palavra destacada no contexto da frase, assinale a alternativa que apresenta sinônimo adequado:
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Canetas emagrecedoras: o que acontece quando você para de usar?
Ellen e Tanya seguiram trajetórias semelhantes ao usar medicamentos da classe GLP-1 para emagrecer, mas viveram experiências distintas ao tentar interromper o tratamento. As canetas emagrecedoras reduziram o impulso constante de comer e proporcionaram resultados que dietas não haviam alcançado, trazendo mudanças físicas, emocionais e de perspectiva de vida.
Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam o hormônio GLP-1, que controla o apetite e prolonga a saciedade. Embora eficazes, são fármacos novos, com efeitos de longo prazo ainda em estudo, além de custos elevados, o que levanta a questão sobre o que ocorre quando o uso é interrompido.
Tanya Hall, gerente de vendas no setor fitness, começou a usar Wegovy para verificar se seria mais valorizada profissionalmente após emagrecer. De fato, passou a receber elogios, mas enfrentou efeitos adversos como insônia, náuseas, dores de cabeça e queda de cabelo. Ao longo de dezoito meses, perdeu cerca de trinta e oito quilos. Toda tentativa de parar, porém, foi seguida por fome intensa e compulsão alimentar, o que a levou a manter a medicação por medo de recuperar peso, apesar do desconforto e da sensação ambígua de controle.
O clínico Hussain Al-Zubaidi alerta que a interrupção abrupta pode provocar um retorno intenso do apetite e que estudos indicam a recuperação de 60% a 80% do peso perdido entre um e três anos após a suspensão. Por isso, defende uma estratégia de saída com acompanhamento adequado.
Ellen Ogley iniciou o Mounjaro em um momento crítico de saúde. Com histórico de compulsão alimentar emocional, relatou o desaparecimento do desejo compulsivo por comida, o que lhe permitiu reorganizar hábitos, aprender sobre nutrição e adotar uma rotina mais ativa. Após reduzir gradualmente a dose, perdeu mais de vinte quilos e continuou emagrecendo mesmo depois de parar, superando cinquenta quilos eliminados.
Segundo Al-Zubaidi, manter resultados depende de apoio, mudanças sustentáveis no estilo de vida e do contexto social. Diretrizes no Reino Unido recomendam acompanhamento por um ano após o fim do tratamento, algo nem sempre disponível para quem paga pelos medicamentos.
As histórias de Ellen e Tanya mostram que não há um desfecho único. Para alguns, a transição é sustentável; para outros, interromper o uso se torna arriscado. Fabricantes afirmam priorizar a segurança, mas especialistas ressaltam que a obesidade não se resume à falta de GLP-1 e que, sem ambientes que favoreçam a saúde, os desafios persistem.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62l15le9gdo.adaptado.
O verbo destacado encontra-se conjugado no tempo e modo do:
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Canetas emagrecedoras: o que acontece quando você para de usar?
Ellen e Tanya seguiram trajetórias semelhantes ao usar medicamentos da classe GLP-1 para emagrecer, mas viveram experiências distintas ao tentar interromper o tratamento. As canetas emagrecedoras reduziram o impulso constante de comer e proporcionaram resultados que dietas não haviam alcançado, trazendo mudanças físicas, emocionais e de perspectiva de vida.
Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam o hormônio GLP-1, que controla o apetite e prolonga a saciedade. Embora eficazes, são fármacos novos, com efeitos de longo prazo ainda em estudo, além de custos elevados, o que levanta a questão sobre o que ocorre quando o uso é interrompido.
Tanya Hall, gerente de vendas no setor fitness, começou a usar Wegovy para verificar se seria mais valorizada profissionalmente após emagrecer. De fato, passou a receber elogios, mas enfrentou efeitos adversos como insônia, náuseas, dores de cabeça e queda de cabelo. Ao longo de dezoito meses, perdeu cerca de trinta e oito quilos. Toda tentativa de parar, porém, foi seguida por fome intensa e compulsão alimentar, o que a levou a manter a medicação por medo de recuperar peso, apesar do desconforto e da sensação ambígua de controle.
O clínico Hussain Al-Zubaidi alerta que a interrupção abrupta pode provocar um retorno intenso do apetite e que estudos indicam a recuperação de 60% a 80% do peso perdido entre um e três anos após a suspensão. Por isso, defende uma estratégia de saída com acompanhamento adequado.
Ellen Ogley iniciou o Mounjaro em um momento crítico de saúde. Com histórico de compulsão alimentar emocional, relatou o desaparecimento do desejo compulsivo por comida, o que lhe permitiu reorganizar hábitos, aprender sobre nutrição e adotar uma rotina mais ativa. Após reduzir gradualmente a dose, perdeu mais de vinte quilos e continuou emagrecendo mesmo depois de parar, superando cinquenta quilos eliminados.
Segundo Al-Zubaidi, manter resultados depende de apoio, mudanças sustentáveis no estilo de vida e do contexto social. Diretrizes no Reino Unido recomendam acompanhamento por um ano após o fim do tratamento, algo nem sempre disponível para quem paga pelos medicamentos.
As histórias de Ellen e Tanya mostram que não há um desfecho único. Para alguns, a transição é sustentável; para outros, interromper o uso se torna arriscado. Fabricantes afirmam priorizar a segurança, mas especialistas ressaltam que a obesidade não se resume à falta de GLP-1 e que, sem ambientes que favoreçam a saúde, os desafios persistem.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62l15le9gdo.adaptado.
De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Canetas emagrecedoras: o que acontece quando você para de usar?
Ellen e Tanya seguiram trajetórias semelhantes ao usar medicamentos da classe GLP-1 para emagrecer, mas viveram experiências distintas ao tentar interromper o tratamento. As canetas emagrecedoras reduziram o impulso constante de comer e proporcionaram resultados que dietas não haviam alcançado, trazendo mudanças físicas, emocionais e de perspectiva de vida.
Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam o hormônio GLP-1, que controla o apetite e prolonga a saciedade. Embora eficazes, são fármacos novos, com efeitos de longo prazo ainda em estudo, além de custos elevados, o que levanta a questão sobre o que ocorre quando o uso é interrompido.
Tanya Hall, gerente de vendas no setor fitness, começou a usar Wegovy para verificar se seria mais valorizada profissionalmente após emagrecer. De fato, passou a receber elogios, mas enfrentou efeitos adversos como insônia, náuseas, dores de cabeça e queda de cabelo. Ao longo de dezoito meses, perdeu cerca de trinta e oito quilos. Toda tentativa de parar, porém, foi seguida por fome intensa e compulsão alimentar, o que a levou a manter a medicação por medo de recuperar peso, apesar do desconforto e da sensação ambígua de controle.
O clínico Hussain Al-Zubaidi alerta que a interrupção abrupta pode provocar um retorno intenso do apetite e que estudos indicam a recuperação de 60% a 80% do peso perdido entre um e três anos após a suspensão. Por isso, defende uma estratégia de saída com acompanhamento adequado.
Ellen Ogley iniciou o Mounjaro em um momento crítico de saúde. Com histórico de compulsão alimentar emocional, relatou o desaparecimento do desejo compulsivo por comida, o que lhe permitiu reorganizar hábitos, aprender sobre nutrição e adotar uma rotina mais ativa. Após reduzir gradualmente a dose, perdeu mais de vinte quilos e continuou emagrecendo mesmo depois de parar, superando cinquenta quilos eliminados.
Segundo Al-Zubaidi, manter resultados depende de apoio, mudanças sustentáveis no estilo de vida e do contexto social. Diretrizes no Reino Unido recomendam acompanhamento por um ano após o fim do tratamento, algo nem sempre disponível para quem paga pelos medicamentos.
As histórias de Ellen e Tanya mostram que não há um desfecho único. Para alguns, a transição é sustentável; para outros, interromper o uso se torna arriscado. Fabricantes afirmam priorizar a segurança, mas especialistas ressaltam que a obesidade não se resume à falta de GLP-1 e que, sem ambientes que favoreçam a saúde, os desafios persistem.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62l15le9gdo.adaptado.
De acordo com as regras de concordância verbal, é correto afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O mito da força de vontade — e por que algumas
pessoas têm mais dificuldade para perder peso
A ideia de que a obesidade resulta apenas de falta de
força de vontade é amplamente difundida no debate
público, inclusive entre profissionais de saúde.
Comentários como "basta comer menos" ou "é uma
questão de responsabilidade pessoal" revelam uma
visão simplificada de um fenômeno complexo. Um
estudo internacional publicado na revista The Lancet
mostrou que oito em cada dez pessoas acreditam que a
obesidade poderia ser totalmente evitada apenas por
escolhas individuais de estilo de vida.
Especialistas contestam essa interpretação. A
nutricionista Bini Suresh afirma que acompanha
pacientes altamente motivados que, apesar do esforço
contínuo, enfrentam grandes dificuldades para controlar
o peso. Para a médica Kim Boyd, o foco exclusivo em
autocontrole ignora fatores biológicos, psicológicos e
ambientais que influenciam o ganho de peso, tornando
injusta a ideia de que todos competem em condições
iguais.
Pesquisas indicam que a genética desempenha papel
central na obesidade. Genes influenciam os circuitos
cerebrais responsáveis pela fome, pela saciedade e pelo
metabolismo, fazendo com que algumas pessoas sintam
mais fome ou armazenem mais gordura consumindo a
mesma quantidade de alimento que outras. O gene
MC4R, por exemplo, está alterado em parte significativa
da população mundial e está associado à alimentação
excessiva e à menor saciedade. Medicamentos recentes
para perda de peso atuam justamente nesses
mecanismos biológicos.
Outro conceito relevante é o do "set point", segundo o
qual o cérebro tende a defender uma faixa de peso
considerada ideal. Quando o peso cai abaixo desse
ponto, o organismo reage, aumentando a fome e
reduzindo o metabolismo, o que ajuda a explicar o efeito
sanfona das dietas. Hormônios como a leptina participam
desse processo, mas seu funcionamento pode ser
comprometido em ambientes alimentares ricos em
ultraprocessados.
O aumento da obesidade também está ligado a fatores
ambientais. A ampla oferta de alimentos calóricos, o
marketing agressivo, o aumento das porções e a
dificuldade de praticar atividade física criam um ambiente
obesogênico, no qual até pessoas motivadas têm
dificuldade para manter um peso saudável. Medidas
governamentais, como restrições à publicidade de
alimentos não saudáveis, são vistas por alguns como
necessárias, embora consideradas insuficientes por
outros.
Nesse cenário, especialistas defendem uma abordagem
mais equilibrada. A força de vontade tem seu papel, mas
não é constante nem suficiente por si só. Estratégias
flexíveis, apoio psicológico, informação científica e
mudanças sustentáveis no estilo de vida aumentam as
chances de sucesso. A obesidade, portanto, não é falha
moral, mas uma condição crônica e multifatorial, que
exige compreensão e políticas baseadas em evidências,
e não apenas julgamentos sobre disciplina pessoal.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4l9wg4vlxo.adaptado.
Quanto à classe de palavras do termo destacado, assinale a alternativa correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O mito da força de vontade — e por que algumas
pessoas têm mais dificuldade para perder peso
A ideia de que a obesidade resulta apenas de falta de
força de vontade é amplamente difundida no debate
público, inclusive entre profissionais de saúde.
Comentários como "basta comer menos" ou "é uma
questão de responsabilidade pessoal" revelam uma
visão simplificada de um fenômeno complexo. Um
estudo internacional publicado na revista The Lancet
mostrou que oito em cada dez pessoas acreditam que a
obesidade poderia ser totalmente evitada apenas por
escolhas individuais de estilo de vida.
Especialistas contestam essa interpretação. A
nutricionista Bini Suresh afirma que acompanha
pacientes altamente motivados que, apesar do esforço
contínuo, enfrentam grandes dificuldades para controlar
o peso. Para a médica Kim Boyd, o foco exclusivo em
autocontrole ignora fatores biológicos, psicológicos e
ambientais que influenciam o ganho de peso, tornando
injusta a ideia de que todos competem em condições
iguais.
Pesquisas indicam que a genética desempenha papel
central na obesidade. Genes influenciam os circuitos
cerebrais responsáveis pela fome, pela saciedade e pelo
metabolismo, fazendo com que algumas pessoas sintam
mais fome ou armazenem mais gordura consumindo a
mesma quantidade de alimento que outras. O gene
MC4R, por exemplo, está alterado em parte significativa
da população mundial e está associado à alimentação
excessiva e à menor saciedade. Medicamentos recentes
para perda de peso atuam justamente nesses
mecanismos biológicos.
Outro conceito relevante é o do "set point", segundo o
qual o cérebro tende a defender uma faixa de peso
considerada ideal. Quando o peso cai abaixo desse
ponto, o organismo reage, aumentando a fome e
reduzindo o metabolismo, o que ajuda a explicar o efeito
sanfona das dietas. Hormônios como a leptina participam
desse processo, mas seu funcionamento pode ser
comprometido em ambientes alimentares ricos em
ultraprocessados.
O aumento da obesidade também está ligado a fatores
ambientais. A ampla oferta de alimentos calóricos, o
marketing agressivo, o aumento das porções e a
dificuldade de praticar atividade física criam um ambiente
obesogênico, no qual até pessoas motivadas têm
dificuldade para manter um peso saudável. Medidas
governamentais, como restrições à publicidade de
alimentos não saudáveis, são vistas por alguns como
necessárias, embora consideradas insuficientes por
outros.
Nesse cenário, especialistas defendem uma abordagem
mais equilibrada. A força de vontade tem seu papel, mas
não é constante nem suficiente por si só. Estratégias
flexíveis, apoio psicológico, informação científica e
mudanças sustentáveis no estilo de vida aumentam as
chances de sucesso. A obesidade, portanto, não é falha
moral, mas uma condição crônica e multifatorial, que
exige compreensão e políticas baseadas em evidências,
e não apenas julgamentos sobre disciplina pessoal.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4l9wg4vlxo.adaptado.
De acordo com as regras de colocação pronominal, as formas corretas dos pronomes oblíquos para substituir os termos destacados são:
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O mito da força de vontade — e por que algumas
pessoas têm mais dificuldade para perder peso
A ideia de que a obesidade resulta apenas de falta de
força de vontade é amplamente difundida no debate
público, inclusive entre profissionais de saúde.
Comentários como "basta comer menos" ou "é uma
questão de responsabilidade pessoal" revelam uma
visão simplificada de um fenômeno complexo. Um
estudo internacional publicado na revista The Lancet
mostrou que oito em cada dez pessoas acreditam que a
obesidade poderia ser totalmente evitada apenas por
escolhas individuais de estilo de vida.
Especialistas contestam essa interpretação. A
nutricionista Bini Suresh afirma que acompanha
pacientes altamente motivados que, apesar do esforço
contínuo, enfrentam grandes dificuldades para controlar
o peso. Para a médica Kim Boyd, o foco exclusivo em
autocontrole ignora fatores biológicos, psicológicos e
ambientais que influenciam o ganho de peso, tornando
injusta a ideia de que todos competem em condições
iguais.
Pesquisas indicam que a genética desempenha papel
central na obesidade. Genes influenciam os circuitos
cerebrais responsáveis pela fome, pela saciedade e pelo
metabolismo, fazendo com que algumas pessoas sintam
mais fome ou armazenem mais gordura consumindo a
mesma quantidade de alimento que outras. O gene
MC4R, por exemplo, está alterado em parte significativa
da população mundial e está associado à alimentação
excessiva e à menor saciedade. Medicamentos recentes
para perda de peso atuam justamente nesses
mecanismos biológicos.
Outro conceito relevante é o do "set point", segundo o
qual o cérebro tende a defender uma faixa de peso
considerada ideal. Quando o peso cai abaixo desse
ponto, o organismo reage, aumentando a fome e
reduzindo o metabolismo, o que ajuda a explicar o efeito
sanfona das dietas. Hormônios como a leptina participam
desse processo, mas seu funcionamento pode ser
comprometido em ambientes alimentares ricos em
ultraprocessados.
O aumento da obesidade também está ligado a fatores
ambientais. A ampla oferta de alimentos calóricos, o
marketing agressivo, o aumento das porções e a
dificuldade de praticar atividade física criam um ambiente
obesogênico, no qual até pessoas motivadas têm
dificuldade para manter um peso saudável. Medidas
governamentais, como restrições à publicidade de
alimentos não saudáveis, são vistas por alguns como
necessárias, embora consideradas insuficientes por
outros.
Nesse cenário, especialistas defendem uma abordagem
mais equilibrada. A força de vontade tem seu papel, mas
não é constante nem suficiente por si só. Estratégias
flexíveis, apoio psicológico, informação científica e
mudanças sustentáveis no estilo de vida aumentam as
chances de sucesso. A obesidade, portanto, não é falha
moral, mas uma condição crônica e multifatorial, que
exige compreensão e políticas baseadas em evidências,
e não apenas julgamentos sobre disciplina pessoal.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4l9wg4vlxo.adaptado.
De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O mito da força de vontade — e por que algumas
pessoas têm mais dificuldade para perder peso
A ideia de que a obesidade resulta apenas de falta de
força de vontade é amplamente difundida no debate
público, inclusive entre profissionais de saúde.
Comentários como "basta comer menos" ou "é uma
questão de responsabilidade pessoal" revelam uma
visão simplificada de um fenômeno complexo. Um
estudo internacional publicado na revista The Lancet
mostrou que oito em cada dez pessoas acreditam que a
obesidade poderia ser totalmente evitada apenas por
escolhas individuais de estilo de vida.
Especialistas contestam essa interpretação. A
nutricionista Bini Suresh afirma que acompanha
pacientes altamente motivados que, apesar do esforço
contínuo, enfrentam grandes dificuldades para controlar
o peso. Para a médica Kim Boyd, o foco exclusivo em
autocontrole ignora fatores biológicos, psicológicos e
ambientais que influenciam o ganho de peso, tornando
injusta a ideia de que todos competem em condições
iguais.
Pesquisas indicam que a genética desempenha papel
central na obesidade. Genes influenciam os circuitos
cerebrais responsáveis pela fome, pela saciedade e pelo
metabolismo, fazendo com que algumas pessoas sintam
mais fome ou armazenem mais gordura consumindo a
mesma quantidade de alimento que outras. O gene
MC4R, por exemplo, está alterado em parte significativa
da população mundial e está associado à alimentação
excessiva e à menor saciedade. Medicamentos recentes
para perda de peso atuam justamente nesses
mecanismos biológicos.
Outro conceito relevante é o do "set point", segundo o
qual o cérebro tende a defender uma faixa de peso
considerada ideal. Quando o peso cai abaixo desse
ponto, o organismo reage, aumentando a fome e
reduzindo o metabolismo, o que ajuda a explicar o efeito
sanfona das dietas. Hormônios como a leptina participam
desse processo, mas seu funcionamento pode ser
comprometido em ambientes alimentares ricos em
ultraprocessados.
O aumento da obesidade também está ligado a fatores
ambientais. A ampla oferta de alimentos calóricos, o
marketing agressivo, o aumento das porções e a
dificuldade de praticar atividade física criam um ambiente
obesogênico, no qual até pessoas motivadas têm
dificuldade para manter um peso saudável. Medidas
governamentais, como restrições à publicidade de
alimentos não saudáveis, são vistas por alguns como
necessárias, embora consideradas insuficientes por
outros.
Nesse cenário, especialistas defendem uma abordagem
mais equilibrada. A força de vontade tem seu papel, mas
não é constante nem suficiente por si só. Estratégias
flexíveis, apoio psicológico, informação científica e
mudanças sustentáveis no estilo de vida aumentam as
chances de sucesso. A obesidade, portanto, não é falha
moral, mas uma condição crônica e multifatorial, que
exige compreensão e políticas baseadas em evidências,
e não apenas julgamentos sobre disciplina pessoal.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4l9wg4vlxo.adaptado.
Conjugando os verbos destacados no futuro do pretérito do indicativo, pretérito imperfeito do indicativo e pretérito imperfeito do subjuntivo, respectivamente, tem-se:
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