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Vou ali e já volto
Por Fabrício Carpinejar
- Uma cidade cresce quando você não frequenta os lugares de sempre, os lugares da moda,
- os lugares badalados, os lugares incensados, mas valoriza o comércio do seu bairro.
- Alarga os seus limites quando você prestigia os restaurantes perto de casa, quando ajuda
- os negócios menores a prosperar, quando oferece condições àqueles que escolheram a sua
- esquina, a sua calçada, a sua vizinhança.
- É assim que se ampliam as possibilidades de um bairro: fomentando o consumo dos
- pequenos empresários. Por isso, eu mantenho a minha farmácia, o meu açougue, a minha
- padaria, o meu supermercado, o meu boteco, o meu buffet a quilo, a minha sapataria, a minha
- lavanderia, a minha feirinha, o meu martelinho de ouro, o meu posto de gasolina, a minha
- ferra....em. Não troco por nada. Ficam a algumas quadras do meu apartamento, num
- quadrilátero favorito.
- Resolvo tudo a pé, sem depender de carro. Subo e desço lombas, cumprimentando os meus
- pensamentos. Trato todos os espaços como se fossem meus. Eu protejo a subsistência das
- minhas redondezas. Priorizo quem está próximo, quem conhece os meus filhos, a minha esposa,
- os meus pais. Como se integrasse os galhos da minha árvore genealógica.
- Sei de cor cada caminho, cada beco, cada praça. Jamais recorro à bengala do Google Maps.
- Armazeno fofocas para o momento do café, leite e pãezinhos no fim da tarde com a família.
- Nem preciso me arrumar para passear pelo seu território. Saio com roupas informais e caseiras,
- de chinelo, bermuda e regata. A rua é o pátio que eu não tenho, o quintal que eu não tenho.
- Não me exige a mesma produção dos deslocamentos a um shopping, a um cinema ou a lojas de
- outros centros.
- Mais do que a qualidade do serviço, prepondera a intimidade do atendimento: ser chamado
- pelo nome, ter as urgências compreendidas, ouvir um “deixa comigo”, puxar o reboque das
- lembranças com uma conversa à toa. A afeição não tem preço. Fideliza acima de qualquer
- desconto.
- Só na minha fruteira, o dono me estende gomos de uma bergamota para provar o quanto
- está docinha. Ou me alcança uma fatia de melancia para mostrar que está madura. Só na minha
- fruteira, ainda aceito troco em balas.
- O melhor bairro é o nosso.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2026/02/vou-ali-e-ja-volto-cml9vcnd501nr012tec0oq39s.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que classifica corretamente o pronome “algumas” no trecho “Ficam a algumas quadras do meu apartamento”, retirado do texto.
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Vou ali e já volto
Por Fabrício Carpinejar
- Uma cidade cresce quando você não frequenta os lugares de sempre, os lugares da moda,
- os lugares badalados, os lugares incensados, mas valoriza o comércio do seu bairro.
- Alarga os seus limites quando você prestigia os restaurantes perto de casa, quando ajuda
- os negócios menores a prosperar, quando oferece condições àqueles que escolheram a sua
- esquina, a sua calçada, a sua vizinhança.
- É assim que se ampliam as possibilidades de um bairro: fomentando o consumo dos
- pequenos empresários. Por isso, eu mantenho a minha farmácia, o meu açougue, a minha
- padaria, o meu supermercado, o meu boteco, o meu buffet a quilo, a minha sapataria, a minha
- lavanderia, a minha feirinha, o meu martelinho de ouro, o meu posto de gasolina, a minha
- ferra....em. Não troco por nada. Ficam a algumas quadras do meu apartamento, num
- quadrilátero favorito.
- Resolvo tudo a pé, sem depender de carro. Subo e desço lombas, cumprimentando os meus
- pensamentos. Trato todos os espaços como se fossem meus. Eu protejo a subsistência das
- minhas redondezas. Priorizo quem está próximo, quem conhece os meus filhos, a minha esposa,
- os meus pais. Como se integrasse os galhos da minha árvore genealógica.
- Sei de cor cada caminho, cada beco, cada praça. Jamais recorro à bengala do Google Maps.
- Armazeno fofocas para o momento do café, leite e pãezinhos no fim da tarde com a família.
- Nem preciso me arrumar para passear pelo seu território. Saio com roupas informais e caseiras,
- de chinelo, bermuda e regata. A rua é o pátio que eu não tenho, o quintal que eu não tenho.
- Não me exige a mesma produção dos deslocamentos a um shopping, a um cinema ou a lojas de
- outros centros.
- Mais do que a qualidade do serviço, prepondera a intimidade do atendimento: ser chamado
- pelo nome, ter as urgências compreendidas, ouvir um “deixa comigo”, puxar o reboque das
- lembranças com uma conversa à toa. A afeição não tem preço. Fideliza acima de qualquer
- desconto.
- Só na minha fruteira, o dono me estende gomos de uma bergamota para provar o quanto
- está docinha. Ou me alcança uma fatia de melancia para mostrar que está madura. Só na minha
- fruteira, ainda aceito troco em balas.
- O melhor bairro é o nosso.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2026/02/vou-ali-e-ja-volto-cml9vcnd501nr012tec0oq39s.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica o tempo verbal predominante no texto.
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Vou ali e já volto
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- Uma cidade cresce quando você não frequenta os lugares de sempre, os lugares da moda,
- os lugares badalados, os lugares incensados, mas valoriza o comércio do seu bairro.
- Alarga os seus limites quando você prestigia os restaurantes perto de casa, quando ajuda
- os negócios menores a prosperar, quando oferece condições àqueles que escolheram a sua
- esquina, a sua calçada, a sua vizinhança.
- É assim que se ampliam as possibilidades de um bairro: fomentando o consumo dos
- pequenos empresários. Por isso, eu mantenho a minha farmácia, o meu açougue, a minha
- padaria, o meu supermercado, o meu boteco, o meu buffet a quilo, a minha sapataria, a minha
- lavanderia, a minha feirinha, o meu martelinho de ouro, o meu posto de gasolina, a minha
- ferra....em. Não troco por nada. Ficam a algumas quadras do meu apartamento, num
- quadrilátero favorito.
- Resolvo tudo a pé, sem depender de carro. Subo e desço lombas, cumprimentando os meus
- pensamentos. Trato todos os espaços como se fossem meus. Eu protejo a subsistência das
- minhas redondezas. Priorizo quem está próximo, quem conhece os meus filhos, a minha esposa,
- os meus pais. Como se integrasse os galhos da minha árvore genealógica.
- Sei de cor cada caminho, cada beco, cada praça. Jamais recorro à bengala do Google Maps.
- Armazeno fofocas para o momento do café, leite e pãezinhos no fim da tarde com a família.
- Nem preciso me arrumar para passear pelo seu território. Saio com roupas informais e caseiras,
- de chinelo, bermuda e regata. A rua é o pátio que eu não tenho, o quintal que eu não tenho.
- Não me exige a mesma produção dos deslocamentos a um shopping, a um cinema ou a lojas de
- outros centros.
- Mais do que a qualidade do serviço, prepondera a intimidade do atendimento: ser chamado
- pelo nome, ter as urgências compreendidas, ouvir um “deixa comigo”, puxar o reboque das
- lembranças com uma conversa à toa. A afeição não tem preço. Fideliza acima de qualquer
- desconto.
- Só na minha fruteira, o dono me estende gomos de uma bergamota para provar o quanto
- está docinha. Ou me alcança uma fatia de melancia para mostrar que está madura. Só na minha
- fruteira, ainda aceito troco em balas.
- O melhor bairro é o nosso.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2026/02/vou-ali-e-ja-volto-cml9vcnd501nr012tec0oq39s.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que classifica corretamente o advérbio “jamais” no trecho “Jamais recorro à bengala do Google Maps”, retirado do texto.
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Vou ali e já volto
Por Fabrício Carpinejar
- Uma cidade cresce quando você não frequenta os lugares de sempre, os lugares da moda,
- os lugares badalados, os lugares incensados, mas valoriza o comércio do seu bairro.
- Alarga os seus limites quando você prestigia os restaurantes perto de casa, quando ajuda
- os negócios menores a prosperar, quando oferece condições àqueles que escolheram a sua
- esquina, a sua calçada, a sua vizinhança.
- É assim que se ampliam as possibilidades de um bairro: fomentando o consumo dos
- pequenos empresários. Por isso, eu mantenho a minha farmácia, o meu açougue, a minha
- padaria, o meu supermercado, o meu boteco, o meu buffet a quilo, a minha sapataria, a minha
- lavanderia, a minha feirinha, o meu martelinho de ouro, o meu posto de gasolina, a minha
- ferra....em. Não troco por nada. Ficam a algumas quadras do meu apartamento, num
- quadrilátero favorito.
- Resolvo tudo a pé, sem depender de carro. Subo e desço lombas, cumprimentando os meus
- pensamentos. Trato todos os espaços como se fossem meus. Eu protejo a subsistência das
- minhas redondezas. Priorizo quem está próximo, quem conhece os meus filhos, a minha esposa,
- os meus pais. Como se integrasse os galhos da minha árvore genealógica.
- Sei de cor cada caminho, cada beco, cada praça. Jamais recorro à bengala do Google Maps.
- Armazeno fofocas para o momento do café, leite e pãezinhos no fim da tarde com a família.
- Nem preciso me arrumar para passear pelo seu território. Saio com roupas informais e caseiras,
- de chinelo, bermuda e regata. A rua é o pátio que eu não tenho, o quintal que eu não tenho.
- Não me exige a mesma produção dos deslocamentos a um shopping, a um cinema ou a lojas de
- outros centros.
- Mais do que a qualidade do serviço, prepondera a intimidade do atendimento: ser chamado
- pelo nome, ter as urgências compreendidas, ouvir um “deixa comigo”, puxar o reboque das
- lembranças com uma conversa à toa. A afeição não tem preço. Fideliza acima de qualquer
- desconto.
- Só na minha fruteira, o dono me estende gomos de uma bergamota para provar o quanto
- está docinha. Ou me alcança uma fatia de melancia para mostrar que está madura. Só na minha
- fruteira, ainda aceito troco em balas.
- O melhor bairro é o nosso.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2026/02/vou-ali-e-ja-volto-cml9vcnd501nr012tec0oq39s.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa INCORRETA a respeito da palavra “ferra....em” no trecho a seguir, retirado do texto:
“o meu martelinho de ouro, o meu posto de gasolina, a minha ferra....em. Não troco por nada”.
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Como surgiu o fortificante mais popular do Brasil
Por Leandro Staudt
01 O Biotônico Fontoura marcou a infância de gerações de brasileiros. Os pais ofereciam aos
02 filhos uma colher diária do fortificante para que lhes abrisse o apetite. As crianças ouviam a
03 promessa de ganhar força e beleza. O aclamado tônico
que continua no mercado
foi criado _____
04 mais de cem anos no interior de São Paulo.
05 Após se formar em Farmácia
com a ajuda financeira da mãe e de um irmão
Cândido
06 Fontoura da Silveira abriu a Pharmacia Popular na cidade de Bragança Paulista. Em 1910,
07 buscando a cura para a esposa doente, o farmacêutico trancou-se no pequeno laboratório para
08 preparar um fortificante. Na época, as próprias farmácias produziam grande parte dos
09 medicamentos.
10 A revista Manchete publicou
em 1975
que a receita do tônico reunia “ferro, cálcio,
11 ácido fosfórico, um pouco de ______ e vinho do Porto, obedecendo proporções
12 homeopáticas”. O resultado obtido no tratamento da mulher logo se espalhou entre os moradores
13 da cidade. Diante da procura
Fontoura lançou oficialmente o tônico.
14 O farmacêutico trocou Bragança pela cidade de São Paulo em 1915. Levou na mala um
15 sonho e a receita do preparado e, com sócios, abriu o Instituto Medicamenta, que passou a
16 fabricar o Biotônico Fontoura além de outros produtos.
17 O laboratório sempre investiu em publicidade. Cândido Fontoura também firmou parceria
18 com um amigo, o escritor Monteiro Lobato, que o ajudou na popularização do fortificante, visto
19 que ele criou o Jeca Tatuzinho, personagem do Almanaque do Biotônico.
20 As propagandas da década de 1920 indicavam o produto para combater “anemia![]()
21 neurastenia (______)
debilidade e tuberculose”. O Biotônico já não contém álcool etílico
22 na composição, pois a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, em 2001, a
23 substância em tônicos e fortificantes destinados a estimular o apetite e o crescimento.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/leandro-staudt/noticia/2026/01/biotonico-fontoura-como-surgiu-o-fortificante-mais-popular-do-brasil.html – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa que classifica, correta e respectivamente, as funções sintáticas dos termos destacados no trecho a seguir, retirado do texto:
“Em 1910, buscando a cura para a esposa doente, o farmacêutico trancou-se no pequeno laboratório”.
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Como surgiu o fortificante mais popular do Brasil
Por Leandro Staudt
01 O Biotônico Fontoura marcou a infância de gerações de brasileiros. Os pais ofereciam aos
02 filhos uma colher diária do fortificante para que lhes abrisse o apetite. As crianças ouviam a
03 promessa de ganhar força e beleza. O aclamado tônico
que continua no mercado
foi criado _____
04 mais de cem anos no interior de São Paulo.
05 Após se formar em Farmácia
com a ajuda financeira da mãe e de um irmão
Cândido
06 Fontoura da Silveira abriu a Pharmacia Popular na cidade de Bragança Paulista. Em 1910,
07 buscando a cura para a esposa doente, o farmacêutico trancou-se no pequeno laboratório para
08 preparar um fortificante. Na época, as próprias farmácias produziam grande parte dos
09 medicamentos.
10 A revista Manchete publicou
em 1975
que a receita do tônico reunia “ferro, cálcio,
11 ácido fosfórico, um pouco de ______ e vinho do Porto, obedecendo proporções
12 homeopáticas”. O resultado obtido no tratamento da mulher logo se espalhou entre os moradores
13 da cidade. Diante da procura
Fontoura lançou oficialmente o tônico.
14 O farmacêutico trocou Bragança pela cidade de São Paulo em 1915. Levou na mala um
15 sonho e a receita do preparado e, com sócios, abriu o Instituto Medicamenta, que passou a
16 fabricar o Biotônico Fontoura além de outros produtos.
17 O laboratório sempre investiu em publicidade. Cândido Fontoura também firmou parceria
18 com um amigo, o escritor Monteiro Lobato, que o ajudou na popularização do fortificante, visto
19 que ele criou o Jeca Tatuzinho, personagem do Almanaque do Biotônico.
20 As propagandas da década de 1920 indicavam o produto para combater “anemia![]()
21 neurastenia (______)
debilidade e tuberculose”. O Biotônico já não contém álcool etílico
22 na composição, pois a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, em 2001, a
23 substância em tônicos e fortificantes destinados a estimular o apetite e o crescimento.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/leandro-staudt/noticia/2026/01/biotonico-fontoura-como-surgiu-o-fortificante-mais-popular-do-brasil.html – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa que classifica, correta e respectivamente, as palavras destacadas no trecho a seguir, retirado do texto:
“Após se formar em Farmácia
com a ajuda financeira da mãe e de um irmão”.
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Como surgiu o fortificante mais popular do Brasil
Por Leandro Staudt
01 O Biotônico Fontoura marcou a infância de gerações de brasileiros. Os pais ofereciam aos
02 filhos uma colher diária do fortificante para que lhes abrisse o apetite. As crianças ouviam a
03 promessa de ganhar força e beleza. O aclamado tônico
que continua no mercado
foi criado _____
04 mais de cem anos no interior de São Paulo.
05 Após se formar em Farmácia
com a ajuda financeira da mãe e de um irmão
Cândido
06 Fontoura da Silveira abriu a Pharmacia Popular na cidade de Bragança Paulista. Em 1910,
07 buscando a cura para a esposa doente, o farmacêutico trancou-se no pequeno laboratório para
08 preparar um fortificante. Na época, as próprias farmácias produziam grande parte dos
09 medicamentos.
10 A revista Manchete publicou
em 1975
que a receita do tônico reunia “ferro, cálcio,
11 ácido fosfórico, um pouco de ______ e vinho do Porto, obedecendo proporções
12 homeopáticas”. O resultado obtido no tratamento da mulher logo se espalhou entre os moradores
13 da cidade. Diante da procura
Fontoura lançou oficialmente o tônico.
14 O farmacêutico trocou Bragança pela cidade de São Paulo em 1915. Levou na mala um
15 sonho e a receita do preparado e, com sócios, abriu o Instituto Medicamenta, que passou a
16 fabricar o Biotônico Fontoura além de outros produtos.
17 O laboratório sempre investiu em publicidade. Cândido Fontoura também firmou parceria
18 com um amigo, o escritor Monteiro Lobato, que o ajudou na popularização do fortificante, visto
19 que ele criou o Jeca Tatuzinho, personagem do Almanaque do Biotônico.
20 As propagandas da década de 1920 indicavam o produto para combater “anemia![]()
21 neurastenia (______)
debilidade e tuberculose”. O Biotônico já não contém álcool etílico
22 na composição, pois a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, em 2001, a
23 substância em tônicos e fortificantes destinados a estimular o apetite e o crescimento.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/leandro-staudt/noticia/2026/01/biotonico-fontoura-como-surgiu-o-fortificante-mais-popular-do-brasil.html – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que substituiria corretamente o vocábulo “debilidade” sem causar alterações significativas ao sentido do trecho a seguir, retirado do texto:
“indicavam o produto para combater ‘anemia
neurastenia (___________)
debilidade e tuberculose’”.
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Como surgiu o fortificante mais popular do Brasil
Por Leandro Staudt
01 O Biotônico Fontoura marcou a infância de gerações de brasileiros. Os pais ofereciam aos
02 filhos uma colher diária do fortificante para que lhes abrisse o apetite. As crianças ouviam a
03 promessa de ganhar força e beleza. O aclamado tônico
que continua no mercado
foi criado _____
04 mais de cem anos no interior de São Paulo.
05 Após se formar em Farmácia
com a ajuda financeira da mãe e de um irmão
Cândido
06 Fontoura da Silveira abriu a Pharmacia Popular na cidade de Bragança Paulista. Em 1910,
07 buscando a cura para a esposa doente, o farmacêutico trancou-se no pequeno laboratório para
08 preparar um fortificante. Na época, as próprias farmácias produziam grande parte dos
09 medicamentos.
10 A revista Manchete publicou
em 1975
que a receita do tônico reunia “ferro, cálcio,
11 ácido fosfórico, um pouco de ______ e vinho do Porto, obedecendo proporções
12 homeopáticas”. O resultado obtido no tratamento da mulher logo se espalhou entre os moradores
13 da cidade. Diante da procura
Fontoura lançou oficialmente o tônico.
14 O farmacêutico trocou Bragança pela cidade de São Paulo em 1915. Levou na mala um
15 sonho e a receita do preparado e, com sócios, abriu o Instituto Medicamenta, que passou a
16 fabricar o Biotônico Fontoura além de outros produtos.
17 O laboratório sempre investiu em publicidade. Cândido Fontoura também firmou parceria
18 com um amigo, o escritor Monteiro Lobato, que o ajudou na popularização do fortificante, visto
19 que ele criou o Jeca Tatuzinho, personagem do Almanaque do Biotônico.
20 As propagandas da década de 1920 indicavam o produto para combater “anemia![]()
21 neurastenia (______)
debilidade e tuberculose”. O Biotônico já não contém álcool etílico
22 na composição, pois a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, em 2001, a
23 substância em tônicos e fortificantes destinados a estimular o apetite e o crescimento.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/leandro-staudt/noticia/2026/01/biotonico-fontoura-como-surgiu-o-fortificante-mais-popular-do-brasil.html – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Considerando o emprego correto da vírgula, assinale a alternativa INCORRETA.
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Como surgiu o fortificante mais popular do Brasil
Por Leandro Staudt
01 O Biotônico Fontoura marcou a infância de gerações de brasileiros. Os pais ofereciam aos
02 filhos uma colher diária do fortificante para que lhes abrisse o apetite. As crianças ouviam a
03 promessa de ganhar força e beleza. O aclamado tônico
que continua no mercado
foi criado _____
04 mais de cem anos no interior de São Paulo.
05 Após se formar em Farmácia
com a ajuda financeira da mãe e de um irmão
Cândido
06 Fontoura da Silveira abriu a Pharmacia Popular na cidade de Bragança Paulista. Em 1910,
07 buscando a cura para a esposa doente, o farmacêutico trancou-se no pequeno laboratório para
08 preparar um fortificante. Na época, as próprias farmácias produziam grande parte dos
09 medicamentos.
10 A revista Manchete publicou
em 1975
que a receita do tônico reunia “ferro, cálcio,
11 ácido fosfórico, um pouco de ______ e vinho do Porto, obedecendo proporções
12 homeopáticas”. O resultado obtido no tratamento da mulher logo se espalhou entre os moradores
13 da cidade. Diante da procura
Fontoura lançou oficialmente o tônico.
14 O farmacêutico trocou Bragança pela cidade de São Paulo em 1915. Levou na mala um
15 sonho e a receita do preparado e, com sócios, abriu o Instituto Medicamenta, que passou a
16 fabricar o Biotônico Fontoura além de outros produtos.
17 O laboratório sempre investiu em publicidade. Cândido Fontoura também firmou parceria
18 com um amigo, o escritor Monteiro Lobato, que o ajudou na popularização do fortificante, visto
19 que ele criou o Jeca Tatuzinho, personagem do Almanaque do Biotônico.
20 As propagandas da década de 1920 indicavam o produto para combater “anemia![]()
21 neurastenia (______)
debilidade e tuberculose”. O Biotônico já não contém álcool etílico
22 na composição, pois a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, em 2001, a
23 substância em tônicos e fortificantes destinados a estimular o apetite e o crescimento.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/leandro-staudt/noticia/2026/01/biotonico-fontoura-como-surgiu-o-fortificante-mais-popular-do-brasil.html – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa na qual se identifique o emprego de linguagem figurada.
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