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Saiba como evitar a autossabotagem
Por Erica Sweeney
O prazo de entrega da tarefa está no seu calendário ..... semanas. Mas, na noite anterior,
o trabalho ainda não está concluído. Talvez você tenha __________ o tempo necessário, pensado
demais em como fazer tudo certo ou se preocupado com a recepção do público. Se esse cenário
lhe parece familiar, você pode estar vivenciando uma forma de autossabotagem, um padrão “que
impomos ..... nós mesmos, muitas vezes inconscientemente, e que acaba sabotando nossas
vidas, nossos planos ou até nossos objetivos”, afirma Charlie Heriot-Maitland, psicóloga clínica.
Em vez de uma falta de motivação ou disciplina, a autossabotagem pode ter origem na
forma como o cérebro reage a ameaças percebidas. Heriot-Maitland argumenta que ela pode
“derivar de mecanismos evolutivos de sobrevivência”.
O resultado é um ciclo silencioso: comportamentos que parecem protetores no momento —
adiamento, evitação, autocrítica — podem impedir que as pessoas alcancem os objetivos que
mais lhes importam, muitas vezes sem que elas se _____ conta. “Muitos desses ciclos de medo
apenas os ______ estagnados ou até mesmo os fazem regredir”, acrescenta Heriot-Maitland.
Entender por que a autossabotagem acontece, dizem os pesquisadores, é o primeiro passo
para interrompê-la. A autossabotagem se refere ..... pensamentos e sentimentos que minam
seus objetivos de longo prazo, afirma Tim Pychyl, psicólogo que estuda ..... procrastinação. A
maioria das pessoas experimenta alguma forma de autossabotagem em algum momento, dizem
os pesquisadores, embora para algumas ela permaneça ocasional, enquanto para outras se torna
persistente e prejudicial.
Ela pode assumir muitas formas diferentes, incluindo procrastinação, compulsão alimentar,
gastos excessivos, _______ por jogos de azar ou vícios diversos, afirma Pychyl. Além de
comportamentos nocivos como perfeccionismo, pessimismo, autocrítica ou automutilação,
acrescenta Heriot-Maitland. O estresse é um dos fatores que pode ativar o mecanismo de
autossabotagem e aprender a lidar melhor com as emoções pode contribuir com a saúde mental.
O que leva à autossabotagem? Provavelmente ..... uma profusão de causas, e mais
pesquisas são necessárias para compreendê-la completamente, afirma Philip Jean-Richard Dit
Bressel, professor da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália, que se debruça sobre a
psicobiologia da tomada de decisões e do comportamento.
Um mecanismo fundamental é a resposta de luta ou fuga, ou resposta ao estresse, explica
Pychyl. De uma perspectiva evolutiva, a resposta foi projetada para proteger o indivíduo de
ameaças que representavam risco de morte para os primeiros humanos. Ameaças modernas,
como prazos ou críticas, ainda podem ativar essa resposta, mesmo que não sejam fisicamente
perigosas, acrescenta Pychyl.
desconforto ou proporcionam uma sensação de segurança momentânea, como ignorar prazos,
tomar decisões precipitadas ou ser autocríticas, mesmo quando essas escolhas frequentemente
geram consequências, afirma Heriot-Maitland. Dessa forma, a autossabotagem se torna um
mecanismo de autoproteção. Além disso, sob estresse, a atividade no córtex pré-frontal do
cérebro — responsável pelo planejamento e autocontrole — pode ser reduzida, dificultando a
supressão dos impulsos de evitação gerados pela amígdala.
Quando isso acontece, as pessoas podem recorrer a comportamentos que reduzem o
A autossabotagem também pode ser aprendida e se tornar um hábito. As experiências da
infância podem ser importantes. Algumas pesquisas sugerem que pessoas que sofreram
negligência emocional por parte dos pais ou que tiveram pais emocionalmente imaturos podem
ser mais propensas ..... autossabotagem.
O medo do fracasso é outro fator comum, afirma Hal Hershfield, da Universidade da
Califórnia: “Ironicamente, o medo de fracassar me impede de fazer algo, e então acabo
fracassando”. As pessoas também tendem a ____________ o presente e desconsiderar o futuro,
o que leva à procrastinação, diz Hershfield. Muitas pessoas também “simplesmente ___ muita
dificuldade em associar ações a resultados”, acrescenta Jean-Richard Dit Bressel.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2026/02/o-que-acontece-no-cerebro-quando-procrastinamos-saiba-como-evitar-a-autossabotagem – texto adaptado especialmente para esta prova).
• “você pode estar vivenciando uma forma de autossabotagem, um padrão ‘que impomos ..... nós mesmos’”.
• “A autossabotagem se refere ..... pensamentos e sentimentos que minam seus objetivos de longo prazo”.
• “afirma Tim Pychyl, psicólogo que estuda ..... procrastinação”.
• “pessoas que sofreram negligência emocional por parte dos pais ou que tiveram pais emocionalmente imaturos podem ser mais propensas ..... autossabotagem”.
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Saiba como evitar a autossabotagem
Por Erica Sweeney
O prazo de entrega da tarefa está no seu calendário ..... semanas. Mas, na noite anterior,
o trabalho ainda não está concluído. Talvez você tenha __________ o tempo necessário, pensado
demais em como fazer tudo certo ou se preocupado com a recepção do público. Se esse cenário
lhe parece familiar, você pode estar vivenciando uma forma de autossabotagem, um padrão “que
impomos ..... nós mesmos, muitas vezes inconscientemente, e que acaba sabotando nossas
vidas, nossos planos ou até nossos objetivos”, afirma Charlie Heriot-Maitland, psicóloga clínica.
Em vez de uma falta de motivação ou disciplina, a autossabotagem pode ter origem na
forma como o cérebro reage a ameaças percebidas. Heriot-Maitland argumenta que ela pode
“derivar de mecanismos evolutivos de sobrevivência”.
O resultado é um ciclo silencioso: comportamentos que parecem protetores no momento —
adiamento, evitação, autocrítica — podem impedir que as pessoas alcancem os objetivos que
mais lhes importam, muitas vezes sem que elas se _____ conta. “Muitos desses ciclos de medo
apenas os ______ estagnados ou até mesmo os fazem regredir”, acrescenta Heriot-Maitland.
Entender por que a autossabotagem acontece, dizem os pesquisadores, é o primeiro passo
para interrompê-la. A autossabotagem se refere ..... pensamentos e sentimentos que minam
seus objetivos de longo prazo, afirma Tim Pychyl, psicólogo que estuda ..... procrastinação. A
maioria das pessoas experimenta alguma forma de autossabotagem em algum momento, dizem
os pesquisadores, embora para algumas ela permaneça ocasional, enquanto para outras se torna
persistente e prejudicial.
Ela pode assumir muitas formas diferentes, incluindo procrastinação, compulsão alimentar,
gastos excessivos, _______ por jogos de azar ou vícios diversos, afirma Pychyl. Além de
comportamentos nocivos como perfeccionismo, pessimismo, autocrítica ou automutilação,
acrescenta Heriot-Maitland. O estresse é um dos fatores que pode ativar o mecanismo de
autossabotagem e aprender a lidar melhor com as emoções pode contribuir com a saúde mental.
O que leva à autossabotagem? Provavelmente ..... uma profusão de causas, e mais
pesquisas são necessárias para compreendê-la completamente, afirma Philip Jean-Richard Dit
Bressel, professor da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália, que se debruça sobre a
psicobiologia da tomada de decisões e do comportamento.
Um mecanismo fundamental é a resposta de luta ou fuga, ou resposta ao estresse, explica
Pychyl. De uma perspectiva evolutiva, a resposta foi projetada para proteger o indivíduo de
ameaças que representavam risco de morte para os primeiros humanos. Ameaças modernas,
como prazos ou críticas, ainda podem ativar essa resposta, mesmo que não sejam fisicamente
perigosas, acrescenta Pychyl.
desconforto ou proporcionam uma sensação de segurança momentânea, como ignorar prazos,
tomar decisões precipitadas ou ser autocríticas, mesmo quando essas escolhas frequentemente
geram consequências, afirma Heriot-Maitland. Dessa forma, a autossabotagem se torna um
mecanismo de autoproteção. Além disso, sob estresse, a atividade no córtex pré-frontal do
cérebro — responsável pelo planejamento e autocontrole — pode ser reduzida, dificultando a
supressão dos impulsos de evitação gerados pela amígdala.
Quando isso acontece, as pessoas podem recorrer a comportamentos que reduzem o
A autossabotagem também pode ser aprendida e se tornar um hábito. As experiências da
infância podem ser importantes. Algumas pesquisas sugerem que pessoas que sofreram
negligência emocional por parte dos pais ou que tiveram pais emocionalmente imaturos podem
ser mais propensas ..... autossabotagem.
O medo do fracasso é outro fator comum, afirma Hal Hershfield, da Universidade da
Califórnia: “Ironicamente, o medo de fracassar me impede de fazer algo, e então acabo
fracassando”. As pessoas também tendem a ____________ o presente e desconsiderar o futuro,
o que leva à procrastinação, diz Hershfield. Muitas pessoas também “simplesmente ___ muita
dificuldade em associar ações a resultados”, acrescenta Jean-Richard Dit Bressel.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2026/02/o-que-acontece-no-cerebro-quando-procrastinamos-saiba-como-evitar-a-autossabotagem – texto adaptado especialmente para esta prova).
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Pessoa
Saiba como evitar a autossabotagem
Por Erica Sweeney
O prazo de entrega da tarefa está no seu calendário ..... semanas. Mas, na noite anterior,
o trabalho ainda não está concluído. Talvez você tenha __________ o tempo necessário, pensado
demais em como fazer tudo certo ou se preocupado com a recepção do público. Se esse cenário
lhe parece familiar, você pode estar vivenciando uma forma de autossabotagem, um padrão “que
impomos ..... nós mesmos, muitas vezes inconscientemente, e que acaba sabotando nossas
vidas, nossos planos ou até nossos objetivos”, afirma Charlie Heriot-Maitland, psicóloga clínica.
Em vez de uma falta de motivação ou disciplina, a autossabotagem pode ter origem na
forma como o cérebro reage a ameaças percebidas. Heriot-Maitland argumenta que ela pode
“derivar de mecanismos evolutivos de sobrevivência”.
O resultado é um ciclo silencioso: comportamentos que parecem protetores no momento —
adiamento, evitação, autocrítica — podem impedir que as pessoas alcancem os objetivos que
mais lhes importam, muitas vezes sem que elas se _____ conta. “Muitos desses ciclos de medo
apenas os ______ estagnados ou até mesmo os fazem regredir”, acrescenta Heriot-Maitland.
Entender por que a autossabotagem acontece, dizem os pesquisadores, é o primeiro passo
para interrompê-la. A autossabotagem se refere ..... pensamentos e sentimentos que minam
seus objetivos de longo prazo, afirma Tim Pychyl, psicólogo que estuda ..... procrastinação. A
maioria das pessoas experimenta alguma forma de autossabotagem em algum momento, dizem
os pesquisadores, embora para algumas ela permaneça ocasional, enquanto para outras se torna
persistente e prejudicial.
Ela pode assumir muitas formas diferentes, incluindo procrastinação, compulsão alimentar,
gastos excessivos, _______ por jogos de azar ou vícios diversos, afirma Pychyl. Além de
comportamentos nocivos como perfeccionismo, pessimismo, autocrítica ou automutilação,
acrescenta Heriot-Maitland. O estresse é um dos fatores que pode ativar o mecanismo de
autossabotagem e aprender a lidar melhor com as emoções pode contribuir com a saúde mental.
O que leva à autossabotagem? Provavelmente ..... uma profusão de causas, e mais
pesquisas são necessárias para compreendê-la completamente, afirma Philip Jean-Richard Dit
Bressel, professor da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália, que se debruça sobre a
psicobiologia da tomada de decisões e do comportamento.
Um mecanismo fundamental é a resposta de luta ou fuga, ou resposta ao estresse, explica
Pychyl. De uma perspectiva evolutiva, a resposta foi projetada para proteger o indivíduo de
ameaças que representavam risco de morte para os primeiros humanos. Ameaças modernas,
como prazos ou críticas, ainda podem ativar essa resposta, mesmo que não sejam fisicamente
perigosas, acrescenta Pychyl.
desconforto ou proporcionam uma sensação de segurança momentânea, como ignorar prazos,
tomar decisões precipitadas ou ser autocríticas, mesmo quando essas escolhas frequentemente
geram consequências, afirma Heriot-Maitland. Dessa forma, a autossabotagem se torna um
mecanismo de autoproteção. Além disso, sob estresse, a atividade no córtex pré-frontal do
cérebro — responsável pelo planejamento e autocontrole — pode ser reduzida, dificultando a
supressão dos impulsos de evitação gerados pela amígdala.
Quando isso acontece, as pessoas podem recorrer a comportamentos que reduzem o
A autossabotagem também pode ser aprendida e se tornar um hábito. As experiências da
infância podem ser importantes. Algumas pesquisas sugerem que pessoas que sofreram
negligência emocional por parte dos pais ou que tiveram pais emocionalmente imaturos podem
ser mais propensas ..... autossabotagem.
O medo do fracasso é outro fator comum, afirma Hal Hershfield, da Universidade da
Califórnia: “Ironicamente, o medo de fracassar me impede de fazer algo, e então acabo
fracassando”. As pessoas também tendem a ____________ o presente e desconsiderar o futuro,
o que leva à procrastinação, diz Hershfield. Muitas pessoas também “simplesmente ___ muita
dificuldade em associar ações a resultados”, acrescenta Jean-Richard Dit Bressel.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2026/02/o-que-acontece-no-cerebro-quando-procrastinamos-saiba-como-evitar-a-autossabotagem – texto adaptado especialmente para esta prova).
• “comportamentos que parecem protetores no momento [...] podem impedir que as pessoas alcancem os objetivos que mais lhes importam, muitas vezes sem que elas se _____ conta”.
• “Muitos desses ciclos de medo apenas os ______ estagnados ou até mesmo os fazem regredir”.
• “Muitas pessoas também ‘simplesmente ___ muita dificuldade em associar ações a resultados’”.
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Saiba como evitar a autossabotagem
Por Erica Sweeney
O prazo de entrega da tarefa está no seu calendário ..... semanas. Mas, na noite anterior,
o trabalho ainda não está concluído. Talvez você tenha __________ o tempo necessário, pensado
demais em como fazer tudo certo ou se preocupado com a recepção do público. Se esse cenário
lhe parece familiar, você pode estar vivenciando uma forma de autossabotagem, um padrão “que
impomos ..... nós mesmos, muitas vezes inconscientemente, e que acaba sabotando nossas
vidas, nossos planos ou até nossos objetivos”, afirma Charlie Heriot-Maitland, psicóloga clínica.
Em vez de uma falta de motivação ou disciplina, a autossabotagem pode ter origem na
forma como o cérebro reage a ameaças percebidas. Heriot-Maitland argumenta que ela pode
“derivar de mecanismos evolutivos de sobrevivência”.
O resultado é um ciclo silencioso: comportamentos que parecem protetores no momento —
adiamento, evitação, autocrítica — podem impedir que as pessoas alcancem os objetivos que
mais lhes importam, muitas vezes sem que elas se _____ conta. “Muitos desses ciclos de medo
apenas os ______ estagnados ou até mesmo os fazem regredir”, acrescenta Heriot-Maitland.
Entender por que a autossabotagem acontece, dizem os pesquisadores, é o primeiro passo
para interrompê-la. A autossabotagem se refere ..... pensamentos e sentimentos que minam
seus objetivos de longo prazo, afirma Tim Pychyl, psicólogo que estuda ..... procrastinação. A
maioria das pessoas experimenta alguma forma de autossabotagem em algum momento, dizem
os pesquisadores, embora para algumas ela permaneça ocasional, enquanto para outras se torna
persistente e prejudicial.
Ela pode assumir muitas formas diferentes, incluindo procrastinação, compulsão alimentar,
gastos excessivos, _______ por jogos de azar ou vícios diversos, afirma Pychyl. Além de
comportamentos nocivos como perfeccionismo, pessimismo, autocrítica ou automutilação,
acrescenta Heriot-Maitland. O estresse é um dos fatores que pode ativar o mecanismo de
autossabotagem e aprender a lidar melhor com as emoções pode contribuir com a saúde mental.
O que leva à autossabotagem? Provavelmente ..... uma profusão de causas, e mais
pesquisas são necessárias para compreendê-la completamente, afirma Philip Jean-Richard Dit
Bressel, professor da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália, que se debruça sobre a
psicobiologia da tomada de decisões e do comportamento.
Um mecanismo fundamental é a resposta de luta ou fuga, ou resposta ao estresse, explica
Pychyl. De uma perspectiva evolutiva, a resposta foi projetada para proteger o indivíduo de
ameaças que representavam risco de morte para os primeiros humanos. Ameaças modernas,
como prazos ou críticas, ainda podem ativar essa resposta, mesmo que não sejam fisicamente
perigosas, acrescenta Pychyl.
desconforto ou proporcionam uma sensação de segurança momentânea, como ignorar prazos,
tomar decisões precipitadas ou ser autocríticas, mesmo quando essas escolhas frequentemente
geram consequências, afirma Heriot-Maitland. Dessa forma, a autossabotagem se torna um
mecanismo de autoproteção. Além disso, sob estresse, a atividade no córtex pré-frontal do
cérebro — responsável pelo planejamento e autocontrole — pode ser reduzida, dificultando a
supressão dos impulsos de evitação gerados pela amígdala.
Quando isso acontece, as pessoas podem recorrer a comportamentos que reduzem o
A autossabotagem também pode ser aprendida e se tornar um hábito. As experiências da
infância podem ser importantes. Algumas pesquisas sugerem que pessoas que sofreram
negligência emocional por parte dos pais ou que tiveram pais emocionalmente imaturos podem
ser mais propensas ..... autossabotagem.
O medo do fracasso é outro fator comum, afirma Hal Hershfield, da Universidade da
Califórnia: “Ironicamente, o medo de fracassar me impede de fazer algo, e então acabo
fracassando”. As pessoas também tendem a ____________ o presente e desconsiderar o futuro,
o que leva à procrastinação, diz Hershfield. Muitas pessoas também “simplesmente ___ muita
dificuldade em associar ações a resultados”, acrescenta Jean-Richard Dit Bressel.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2026/02/o-que-acontece-no-cerebro-quando-procrastinamos-saiba-como-evitar-a-autossabotagem – texto adaptado especialmente para esta prova).
• “Talvez você tenha __________ o tempo necessário”.
• “Ela pode assumir muitas formas diferentes, incluindo procrastinação, compulsão alimentar, gastos excessivos, _______ por jogos de azar ou vícios diversos”.
• “As pessoas também tendem a ____________ o presente e desconsiderar o futuro”.
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Saiba como evitar a autossabotagem
Por Erica Sweeney
O prazo de entrega da tarefa está no seu calendário ..... semanas. Mas, na noite anterior,
o trabalho ainda não está concluído. Talvez você tenha __________ o tempo necessário, pensado
demais em como fazer tudo certo ou se preocupado com a recepção do público. Se esse cenário
lhe parece familiar, você pode estar vivenciando uma forma de autossabotagem, um padrão “que
impomos ..... nós mesmos, muitas vezes inconscientemente, e que acaba sabotando nossas
vidas, nossos planos ou até nossos objetivos”, afirma Charlie Heriot-Maitland, psicóloga clínica.
Em vez de uma falta de motivação ou disciplina, a autossabotagem pode ter origem na
forma como o cérebro reage a ameaças percebidas. Heriot-Maitland argumenta que ela pode
“derivar de mecanismos evolutivos de sobrevivência”.
O resultado é um ciclo silencioso: comportamentos que parecem protetores no momento —
adiamento, evitação, autocrítica — podem impedir que as pessoas alcancem os objetivos que
mais lhes importam, muitas vezes sem que elas se _____ conta. “Muitos desses ciclos de medo
apenas os ______ estagnados ou até mesmo os fazem regredir”, acrescenta Heriot-Maitland.
Entender por que a autossabotagem acontece, dizem os pesquisadores, é o primeiro passo
para interrompê-la. A autossabotagem se refere ..... pensamentos e sentimentos que minam
seus objetivos de longo prazo, afirma Tim Pychyl, psicólogo que estuda ..... procrastinação. A
maioria das pessoas experimenta alguma forma de autossabotagem em algum momento, dizem
os pesquisadores, embora para algumas ela permaneça ocasional, enquanto para outras se torna
persistente e prejudicial.
Ela pode assumir muitas formas diferentes, incluindo procrastinação, compulsão alimentar,
gastos excessivos, _______ por jogos de azar ou vícios diversos, afirma Pychyl. Além de
comportamentos nocivos como perfeccionismo, pessimismo, autocrítica ou automutilação,
acrescenta Heriot-Maitland. O estresse é um dos fatores que pode ativar o mecanismo de
autossabotagem e aprender a lidar melhor com as emoções pode contribuir com a saúde mental.
O que leva à autossabotagem? Provavelmente ..... uma profusão de causas, e mais
pesquisas são necessárias para compreendê-la completamente, afirma Philip Jean-Richard Dit
Bressel, professor da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália, que se debruça sobre a
psicobiologia da tomada de decisões e do comportamento.
Um mecanismo fundamental é a resposta de luta ou fuga, ou resposta ao estresse, explica
Pychyl. De uma perspectiva evolutiva, a resposta foi projetada para proteger o indivíduo de
ameaças que representavam risco de morte para os primeiros humanos. Ameaças modernas,
como prazos ou críticas, ainda podem ativar essa resposta, mesmo que não sejam fisicamente
perigosas, acrescenta Pychyl.
desconforto ou proporcionam uma sensação de segurança momentânea, como ignorar prazos,
tomar decisões precipitadas ou ser autocríticas, mesmo quando essas escolhas frequentemente
geram consequências, afirma Heriot-Maitland. Dessa forma, a autossabotagem se torna um
mecanismo de autoproteção. Além disso, sob estresse, a atividade no córtex pré-frontal do
cérebro — responsável pelo planejamento e autocontrole — pode ser reduzida, dificultando a
supressão dos impulsos de evitação gerados pela amígdala.
Quando isso acontece, as pessoas podem recorrer a comportamentos que reduzem o
A autossabotagem também pode ser aprendida e se tornar um hábito. As experiências da
infância podem ser importantes. Algumas pesquisas sugerem que pessoas que sofreram
negligência emocional por parte dos pais ou que tiveram pais emocionalmente imaturos podem
ser mais propensas ..... autossabotagem.
O medo do fracasso é outro fator comum, afirma Hal Hershfield, da Universidade da
Califórnia: “Ironicamente, o medo de fracassar me impede de fazer algo, e então acabo
fracassando”. As pessoas também tendem a ____________ o presente e desconsiderar o futuro,
o que leva à procrastinação, diz Hershfield. Muitas pessoas também “simplesmente ___ muita
dificuldade em associar ações a resultados”, acrescenta Jean-Richard Dit Bressel.
(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2026/02/o-que-acontece-no-cerebro-quando-procrastinamos-saiba-como-evitar-a-autossabotagem – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Estudo aponta os comportamentos mais ligados ao equilíbrio emocional
Por Arthur Almeida
A felicidade pode depender menos da conta bancária e mais da forma como as pessoas se
relacionam com o mundo e com os outros. Pelo menos, é o que sugere a pesquisa internacional
publicada no dia 22 de maio no International Journal of Happiness and Development,
que identificou uma associação consistente entre satisfação com a vida e características como
confiança, altruísmo, paciência e cooperação em indivíduos de 76 países.
Para chegar a tais conclusões, o estudo, conduzido pela Universidade de Oxford, no Reino
Unido, analisou dados de aproximadamente 80 mil pessoas coletados em 2012 por meio de
Pesquisa Global de Preferências e da Pesquisa Mundial Gallup, que analisaram seis traços
comportamentais: paciência, disposição para correr riscos, reciprocidade positiva, reciprocidade
negativa, altruísmo e confiança. O objetivo do levantamento era entender de que forma os
padrões de comportamento se relacionam com o chamado bem-estar subjetivo.
Os resultados mostraram uma tendência clara: pessoas mais pacientes, confiantes,
altruístas e cooperativas relataram níveis mais elevados de felicidade e satisfação com a vida. Já
indicadores negativos como preocupação e tristeza estavam associados em sentido oposto.
Entre os fatores analisados, confiança e altruísmo chamaram atenção pela força da
associação com satisfação pessoal. Segundo os pesquisadores, isso pode ocorrer porque
sociedades mais cooperativas favorecem conexões sociais mais sólidas e reduzem níveis de
estresse individual.
O estudo também sugere que o altruísmo pode aumentar o _____ de propósito e
pertencimento. Na prática, pessoas __________ a ajudar os outros ou contribuir para causas
coletivas tendem .... experimentar emoções positivas com maior frequência. Os autores citam
pesquisas anteriores indicando que gastos pró-sociais e atitudes cooperativas podem gerar
ganhos emocionais relevantes.
A paciência apareceu como outro elemento importante. O traço foi definido pelos
pesquisadores como a capacidade de abrir mão de recompensas imediatas em favor de benefícios
futuros. De acordo com o estudo, indivíduos mais pacientes tendem a tomar decisões mais
estáveis e associadas .... melhores resultados de longo prazo, o que pode influenciar
positivamente .... sensação de se sentir bem.
Um dos aspectos que foram considerados deveras relevantes pelos autores é a consistência
dos resultados em diferentes regiões do planeta. Apesar das diferenças econômicas, culturais e
sociais entre os países analisados, a relação entre traços comportamentais e satisfação pessoal
se manteve relativamente próxima da homogeneidade.
As associações foram observadas tanto em países ricos quanto em regiões menos
desenvolvidas, embora algumas diferenças tenham surgido. A América do Norte apresentou
correspondências mais fortes entre paciência e satisfação com a vida, enquanto países da África
Subsaariana registraram associações mais fracas em determinados indicadores.
O levantamento também reforça um movimento crescente entre pesquisadores
interessados em compreender a felicidade para além de fatores econômicos tradicionais.
Segundo os autores, boa parte da literatura sobre o sentir-se bem ainda concentra atenção em
renda, emprego e saúde, ao passo que aspectos comportamentais permanecem pouco
explorados.
Apesar dos resultados expressivos, os autores destacam uma limitação importante: o
estudo é ____________. Isso significa que os dados não permitem concluir se pessoas altruístas
e confiantes se tornam mais felizes ou se indivíduos felizes passam a desenvolver esses
comportamentos com maior frequência.
O próprio artigo cita evidências anteriores distintas: alguns sugerem que felicidade aumenta
paciência e cooperação; outros indicam que comportamentos altruístas e relações de confiança
podem melhorar o equilíbrio emocional ao longo do tempo.
Mesmo assim, os autores defendem que os resultados ajudam a ampliar o debate sobre
qualidade de vida e podem ter implicações para políticas públicas e ambientes corporativos.
“Uma possível lição para governos e empresas seria promover iniciativas que fortaleçam essas
preferências comportamentais para aumentar o estado de satisfação geral”, conclui o estudo.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/ciencia-da-felicidade-estudo-aponta-os-comportamentos-mais-ligados-ao-bem-estar.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “se”
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
Estudo aponta os comportamentos mais ligados ao equilíbrio emocional
Por Arthur Almeida
A felicidade pode depender menos da conta bancária e mais da forma como as pessoas se
relacionam com o mundo e com os outros. Pelo menos, é o que sugere a pesquisa internacional
publicada no dia 22 de maio no International Journal of Happiness and Development,
que identificou uma associação consistente entre satisfação com a vida e características como
confiança, altruísmo, paciência e cooperação em indivíduos de 76 países.
Para chegar a tais conclusões, o estudo, conduzido pela Universidade de Oxford, no Reino
Unido, analisou dados de aproximadamente 80 mil pessoas coletados em 2012 por meio de
Pesquisa Global de Preferências e da Pesquisa Mundial Gallup, que analisaram seis traços
comportamentais: paciência, disposição para correr riscos, reciprocidade positiva, reciprocidade
negativa, altruísmo e confiança. O objetivo do levantamento era entender de que forma os
padrões de comportamento se relacionam com o chamado bem-estar subjetivo.
Os resultados mostraram uma tendência clara: pessoas mais pacientes, confiantes,
altruístas e cooperativas relataram níveis mais elevados de felicidade e satisfação com a vida. Já
indicadores negativos como preocupação e tristeza estavam associados em sentido oposto.
Entre os fatores analisados, confiança e altruísmo chamaram atenção pela força da
associação com satisfação pessoal. Segundo os pesquisadores, isso pode ocorrer porque
sociedades mais cooperativas favorecem conexões sociais mais sólidas e reduzem níveis de
estresse individual.
O estudo também sugere que o altruísmo pode aumentar o _____ de propósito e
pertencimento. Na prática, pessoas __________ a ajudar os outros ou contribuir para causas
coletivas tendem .... experimentar emoções positivas com maior frequência. Os autores citam
pesquisas anteriores indicando que gastos pró-sociais e atitudes cooperativas podem gerar
ganhos emocionais relevantes.
A paciência apareceu como outro elemento importante. O traço foi definido pelos
pesquisadores como a capacidade de abrir mão de recompensas imediatas em favor de benefícios
futuros. De acordo com o estudo, indivíduos mais pacientes tendem a tomar decisões mais
estáveis e associadas .... melhores resultados de longo prazo, o que pode influenciar
positivamente .... sensação de se sentir bem.
Um dos aspectos que foram considerados deveras relevantes pelos autores é a consistência
dos resultados em diferentes regiões do planeta. Apesar das diferenças econômicas, culturais e
sociais entre os países analisados, a relação entre traços comportamentais e satisfação pessoal
se manteve relativamente próxima da homogeneidade.
As associações foram observadas tanto em países ricos quanto em regiões menos
desenvolvidas, embora algumas diferenças tenham surgido. A América do Norte apresentou
correspondências mais fortes entre paciência e satisfação com a vida, enquanto países da África
Subsaariana registraram associações mais fracas em determinados indicadores.
O levantamento também reforça um movimento crescente entre pesquisadores
interessados em compreender a felicidade para além de fatores econômicos tradicionais.
Segundo os autores, boa parte da literatura sobre o sentir-se bem ainda concentra atenção em
renda, emprego e saúde, ao passo que aspectos comportamentais permanecem pouco
explorados.
Apesar dos resultados expressivos, os autores destacam uma limitação importante: o
estudo é ____________. Isso significa que os dados não permitem concluir se pessoas altruístas
e confiantes se tornam mais felizes ou se indivíduos felizes passam a desenvolver esses
comportamentos com maior frequência.
O próprio artigo cita evidências anteriores distintas: alguns sugerem que felicidade aumenta
paciência e cooperação; outros indicam que comportamentos altruístas e relações de confiança
podem melhorar o equilíbrio emocional ao longo do tempo.
Mesmo assim, os autores defendem que os resultados ajudam a ampliar o debate sobre
qualidade de vida e podem ter implicações para políticas públicas e ambientes corporativos.
“Uma possível lição para governos e empresas seria promover iniciativas que fortaleçam essas
preferências comportamentais para aumentar o estado de satisfação geral”, conclui o estudo.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/ciencia-da-felicidade-estudo-aponta-os-comportamentos-mais-ligados-ao-bem-estar.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Isso significa que os dados não permitem concluir se (1) pessoas altruístas e confiantes se (2) tornam mais felizes ou se (3) indivíduos felizes passam a desenvolver esses comportamentos com maior frequência”.
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- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxeColocação Pronominal
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
Estudo aponta os comportamentos mais ligados ao equilíbrio emocional
Por Arthur Almeida
A felicidade pode depender menos da conta bancária e mais da forma como as pessoas se
relacionam com o mundo e com os outros. Pelo menos, é o que sugere a pesquisa internacional
publicada no dia 22 de maio no International Journal of Happiness and Development,
que identificou uma associação consistente entre satisfação com a vida e características como
confiança, altruísmo, paciência e cooperação em indivíduos de 76 países.
Para chegar a tais conclusões, o estudo, conduzido pela Universidade de Oxford, no Reino
Unido, analisou dados de aproximadamente 80 mil pessoas coletados em 2012 por meio de
Pesquisa Global de Preferências e da Pesquisa Mundial Gallup, que analisaram seis traços
comportamentais: paciência, disposição para correr riscos, reciprocidade positiva, reciprocidade
negativa, altruísmo e confiança. O objetivo do levantamento era entender de que forma os
padrões de comportamento se relacionam com o chamado bem-estar subjetivo.
Os resultados mostraram uma tendência clara: pessoas mais pacientes, confiantes,
altruístas e cooperativas relataram níveis mais elevados de felicidade e satisfação com a vida. Já
indicadores negativos como preocupação e tristeza estavam associados em sentido oposto.
Entre os fatores analisados, confiança e altruísmo chamaram atenção pela força da
associação com satisfação pessoal. Segundo os pesquisadores, isso pode ocorrer porque
sociedades mais cooperativas favorecem conexões sociais mais sólidas e reduzem níveis de
estresse individual.
O estudo também sugere que o altruísmo pode aumentar o _____ de propósito e
pertencimento. Na prática, pessoas __________ a ajudar os outros ou contribuir para causas
coletivas tendem .... experimentar emoções positivas com maior frequência. Os autores citam
pesquisas anteriores indicando que gastos pró-sociais e atitudes cooperativas podem gerar
ganhos emocionais relevantes.
A paciência apareceu como outro elemento importante. O traço foi definido pelos
pesquisadores como a capacidade de abrir mão de recompensas imediatas em favor de benefícios
futuros. De acordo com o estudo, indivíduos mais pacientes tendem a tomar decisões mais
estáveis e associadas .... melhores resultados de longo prazo, o que pode influenciar
positivamente .... sensação de se sentir bem.
Um dos aspectos que foram considerados deveras relevantes pelos autores é a consistência
dos resultados em diferentes regiões do planeta. Apesar das diferenças econômicas, culturais e
sociais entre os países analisados, a relação entre traços comportamentais e satisfação pessoal
se manteve relativamente próxima da homogeneidade.
As associações foram observadas tanto em países ricos quanto em regiões menos
desenvolvidas, embora algumas diferenças tenham surgido. A América do Norte apresentou
correspondências mais fortes entre paciência e satisfação com a vida, enquanto países da África
Subsaariana registraram associações mais fracas em determinados indicadores.
O levantamento também reforça um movimento crescente entre pesquisadores
interessados em compreender a felicidade para além de fatores econômicos tradicionais.
Segundo os autores, boa parte da literatura sobre o sentir-se bem ainda concentra atenção em
renda, emprego e saúde, ao passo que aspectos comportamentais permanecem pouco
explorados.
Apesar dos resultados expressivos, os autores destacam uma limitação importante: o
estudo é ____________. Isso significa que os dados não permitem concluir se pessoas altruístas
e confiantes se tornam mais felizes ou se indivíduos felizes passam a desenvolver esses
comportamentos com maior frequência.
O próprio artigo cita evidências anteriores distintas: alguns sugerem que felicidade aumenta
paciência e cooperação; outros indicam que comportamentos altruístas e relações de confiança
podem melhorar o equilíbrio emocional ao longo do tempo.
Mesmo assim, os autores defendem que os resultados ajudam a ampliar o debate sobre
qualidade de vida e podem ter implicações para políticas públicas e ambientes corporativos.
“Uma possível lição para governos e empresas seria promover iniciativas que fortaleçam essas
preferências comportamentais para aumentar o estado de satisfação geral”, conclui o estudo.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/ciencia-da-felicidade-estudo-aponta-os-comportamentos-mais-ligados-ao-bem-estar.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
“O levantamento também reforça um movimento crescente entre pesquisadores interessados em compreender a felicidade para além de fatores econômicos tradicionais”.
I. A expressão “a felicidade” poderia ser substituída por “-la”, desde que o verbo “compreender” assumisse a forma “compreendê-la”.
II. O pronome oblíquo “lhe” seria adequado para substituir “a felicidade”.
III. A expressão “a ela” não seria adequado para substituir “a felicidade”, pois, segundo a norma-padrão, deve-se evitar o uso de preposição antes de pronome pessoal reto.
Quais estão corretas?
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Estudo aponta os comportamentos mais ligados ao equilíbrio emocional
Por Arthur Almeida
A felicidade pode depender menos da conta bancária e mais da forma como as pessoas se
relacionam com o mundo e com os outros. Pelo menos, é o que sugere a pesquisa internacional
publicada no dia 22 de maio no International Journal of Happiness and Development,
que identificou uma associação consistente entre satisfação com a vida e características como
confiança, altruísmo, paciência e cooperação em indivíduos de 76 países.
Para chegar a tais conclusões, o estudo, conduzido pela Universidade de Oxford, no Reino
Unido, analisou dados de aproximadamente 80 mil pessoas coletados em 2012 por meio de
Pesquisa Global de Preferências e da Pesquisa Mundial Gallup, que analisaram seis traços
comportamentais: paciência, disposição para correr riscos, reciprocidade positiva, reciprocidade
negativa, altruísmo e confiança. O objetivo do levantamento era entender de que forma os
padrões de comportamento se relacionam com o chamado bem-estar subjetivo.
Os resultados mostraram uma tendência clara: pessoas mais pacientes, confiantes,
altruístas e cooperativas relataram níveis mais elevados de felicidade e satisfação com a vida. Já
indicadores negativos como preocupação e tristeza estavam associados em sentido oposto.
Entre os fatores analisados, confiança e altruísmo chamaram atenção pela força da
associação com satisfação pessoal. Segundo os pesquisadores, isso pode ocorrer porque
sociedades mais cooperativas favorecem conexões sociais mais sólidas e reduzem níveis de
estresse individual.
O estudo também sugere que o altruísmo pode aumentar o _____ de propósito e
pertencimento. Na prática, pessoas __________ a ajudar os outros ou contribuir para causas
coletivas tendem .... experimentar emoções positivas com maior frequência. Os autores citam
pesquisas anteriores indicando que gastos pró-sociais e atitudes cooperativas podem gerar
ganhos emocionais relevantes.
A paciência apareceu como outro elemento importante. O traço foi definido pelos
pesquisadores como a capacidade de abrir mão de recompensas imediatas em favor de benefícios
futuros. De acordo com o estudo, indivíduos mais pacientes tendem a tomar decisões mais
estáveis e associadas .... melhores resultados de longo prazo, o que pode influenciar
positivamente .... sensação de se sentir bem.
Um dos aspectos que foram considerados deveras relevantes pelos autores é a consistência
dos resultados em diferentes regiões do planeta. Apesar das diferenças econômicas, culturais e
sociais entre os países analisados, a relação entre traços comportamentais e satisfação pessoal
se manteve relativamente próxima da homogeneidade.
As associações foram observadas tanto em países ricos quanto em regiões menos
desenvolvidas, embora algumas diferenças tenham surgido. A América do Norte apresentou
correspondências mais fortes entre paciência e satisfação com a vida, enquanto países da África
Subsaariana registraram associações mais fracas em determinados indicadores.
O levantamento também reforça um movimento crescente entre pesquisadores
interessados em compreender a felicidade para além de fatores econômicos tradicionais.
Segundo os autores, boa parte da literatura sobre o sentir-se bem ainda concentra atenção em
renda, emprego e saúde, ao passo que aspectos comportamentais permanecem pouco
explorados.
Apesar dos resultados expressivos, os autores destacam uma limitação importante: o
estudo é ____________. Isso significa que os dados não permitem concluir se pessoas altruístas
e confiantes se tornam mais felizes ou se indivíduos felizes passam a desenvolver esses
comportamentos com maior frequência.
O próprio artigo cita evidências anteriores distintas: alguns sugerem que felicidade aumenta
paciência e cooperação; outros indicam que comportamentos altruístas e relações de confiança
podem melhorar o equilíbrio emocional ao longo do tempo.
Mesmo assim, os autores defendem que os resultados ajudam a ampliar o debate sobre
qualidade de vida e podem ter implicações para políticas públicas e ambientes corporativos.
“Uma possível lição para governos e empresas seria promover iniciativas que fortaleçam essas
preferências comportamentais para aumentar o estado de satisfação geral”, conclui o estudo.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/ciencia-da-felicidade-estudo-aponta-os-comportamentos-mais-ligados-ao-bem-estar.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Provas
Estudo aponta os comportamentos mais ligados ao equilíbrio emocional
Por Arthur Almeida
A felicidade pode depender menos da conta bancária e mais da forma como as pessoas se
relacionam com o mundo e com os outros. Pelo menos, é o que sugere a pesquisa internacional
publicada no dia 22 de maio no International Journal of Happiness and Development,
que identificou uma associação consistente entre satisfação com a vida e características como
confiança, altruísmo, paciência e cooperação em indivíduos de 76 países.
Para chegar a tais conclusões, o estudo, conduzido pela Universidade de Oxford, no Reino
Unido, analisou dados de aproximadamente 80 mil pessoas coletados em 2012 por meio de
Pesquisa Global de Preferências e da Pesquisa Mundial Gallup, que analisaram seis traços
comportamentais: paciência, disposição para correr riscos, reciprocidade positiva, reciprocidade
negativa, altruísmo e confiança. O objetivo do levantamento era entender de que forma os
padrões de comportamento se relacionam com o chamado bem-estar subjetivo.
Os resultados mostraram uma tendência clara: pessoas mais pacientes, confiantes,
altruístas e cooperativas relataram níveis mais elevados de felicidade e satisfação com a vida. Já
indicadores negativos como preocupação e tristeza estavam associados em sentido oposto.
Entre os fatores analisados, confiança e altruísmo chamaram atenção pela força da
associação com satisfação pessoal. Segundo os pesquisadores, isso pode ocorrer porque
sociedades mais cooperativas favorecem conexões sociais mais sólidas e reduzem níveis de
estresse individual.
O estudo também sugere que o altruísmo pode aumentar o _____ de propósito e
pertencimento. Na prática, pessoas __________ a ajudar os outros ou contribuir para causas
coletivas tendem .... experimentar emoções positivas com maior frequência. Os autores citam
pesquisas anteriores indicando que gastos pró-sociais e atitudes cooperativas podem gerar
ganhos emocionais relevantes.
A paciência apareceu como outro elemento importante. O traço foi definido pelos
pesquisadores como a capacidade de abrir mão de recompensas imediatas em favor de benefícios
futuros. De acordo com o estudo, indivíduos mais pacientes tendem a tomar decisões mais
estáveis e associadas .... melhores resultados de longo prazo, o que pode influenciar
positivamente .... sensação de se sentir bem.
Um dos aspectos que foram considerados deveras relevantes pelos autores é a consistência
dos resultados em diferentes regiões do planeta. Apesar das diferenças econômicas, culturais e
sociais entre os países analisados, a relação entre traços comportamentais e satisfação pessoal
se manteve relativamente próxima da homogeneidade.
As associações foram observadas tanto em países ricos quanto em regiões menos
desenvolvidas, embora algumas diferenças tenham surgido. A América do Norte apresentou
correspondências mais fortes entre paciência e satisfação com a vida, enquanto países da África
Subsaariana registraram associações mais fracas em determinados indicadores.
O levantamento também reforça um movimento crescente entre pesquisadores
interessados em compreender a felicidade para além de fatores econômicos tradicionais.
Segundo os autores, boa parte da literatura sobre o sentir-se bem ainda concentra atenção em
renda, emprego e saúde, ao passo que aspectos comportamentais permanecem pouco
explorados.
Apesar dos resultados expressivos, os autores destacam uma limitação importante: o
estudo é ____________. Isso significa que os dados não permitem concluir se pessoas altruístas
e confiantes se tornam mais felizes ou se indivíduos felizes passam a desenvolver esses
comportamentos com maior frequência.
O próprio artigo cita evidências anteriores distintas: alguns sugerem que felicidade aumenta
paciência e cooperação; outros indicam que comportamentos altruístas e relações de confiança
podem melhorar o equilíbrio emocional ao longo do tempo.
Mesmo assim, os autores defendem que os resultados ajudam a ampliar o debate sobre
qualidade de vida e podem ter implicações para políticas públicas e ambientes corporativos.
“Uma possível lição para governos e empresas seria promover iniciativas que fortaleçam essas
preferências comportamentais para aumentar o estado de satisfação geral”, conclui o estudo.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/ciencia-da-felicidade-estudo-aponta-os-comportamentos-mais-ligados-ao-bem-estar.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Segundo os autores, boa parte da literatura sobre o sentir-se bem ainda concentra atenção em renda, emprego e saúde, ao passo que aspectos comportamentais permanecem pouco explorados”.
Sobre o conector “ao passo que”, analise as seguintes assertivas:
I. Pode ser substituído por “enquanto”. II. É um operador argumentativo que revela um fato que reitera o anterior. III. Evidencia a ideia de generalização em relação ao período que o antecede.
Quais estão corretas?
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