Foram encontradas 365.228 questões.
Há muitos séculos, o homem começou a estudar
os fenômenos químicos. Os alquimistas podiam estar
buscando a transmutação de metais. Outros buscavam
o elixir da longa vida. Mas o fato é que, ao misturarem
extratos de plantas e substâncias retiradas de animais,
nossos primeiros químicos também já estavam procurando
encontrar poções que curassem doenças ou que, pelo
menos, aliviassem as dores dos pobres mortais. Com
seus experimentos, eles davam início a uma ciência que
amplia constantemente os horizontes do homem. Com o
tempo, foram sendo descobertos novos produtos, novas
aplicações, novas substâncias. O homem foi aprendendo a
sintetizar elementos presentes na natureza, a desenvolver
novas moléculas, a modificar a composição de materiais.
A química foi se tornando mais e mais importante até ter
uma presença tão grande em nosso dia a dia, que nós nem
nos damos mais conta do que é ou não é química.
Veículos totalmente recicláveis, construídos com
materiais mais resistentes, porém mais leves do que o aço.
Moradias seguras e confortáveis, erguidas rapidamente e
de baixo custo. Produtos que, ao entrar em contato com
o solo, são degradados e se transformam em substâncias
que ajudam a recuperar a fertilidade da terra. Plantações
de vegetais que produzem plásticos. Combustíveis de
alto rendimento energético e não-poluentes. Substâncias
capazes de tornar inertes os esgotos de toda uma
cidade. Recuperação de áreas devastadas por séculos de
exploração. Sonhos? Não para a química, uma ciência que
constantemente amplia as fronteiras do conhecimento.
Voltada para o futuro, a indústria química
investe grande parte do seu faturamento em pesquisa
e desenvolvimento. Foi a indústria química que, com as
fibras sintéticas, permitiu ao setor têxtil ampliar a produção
e baratear os preços das roupas. Com os plásticos, foram
criadas embalagens que conservam alimentos e remédios
por longos períodos, tubos resistentes à corrosão e peças
e componentes utilizados pelas mais diferentes indústrias.
Isto para ficar apenas em alguns exemplos. Da mesma
forma, será a indústria química que facilitará ao homem
desenvolver processos e materiais que lhe permitirão
assegurar alimento, moradia e conforto às novas gerações.
Muito do futuro do homem e do planeta está sendo
desenhado hoje pela química.
Internet:<abiquim.org.br> (com adaptações).
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Há muitos séculos, o homem começou a estudar
os fenômenos químicos. Os alquimistas podiam estar
buscando a transmutação de metais. Outros buscavam
o elixir da longa vida. Mas o fato é que, ao misturarem
extratos de plantas e substâncias retiradas de animais,
nossos primeiros químicos também já estavam procurando
encontrar poções que curassem doenças ou que, pelo
menos, aliviassem as dores dos pobres mortais. Com
seus experimentos, eles davam início a uma ciência que
amplia constantemente os horizontes do homem. Com o
tempo, foram sendo descobertos novos produtos, novas
aplicações, novas substâncias. O homem foi aprendendo a
sintetizar elementos presentes na natureza, a desenvolver
novas moléculas, a modificar a composição de materiais.
A química foi se tornando mais e mais importante até ter
uma presença tão grande em nosso dia a dia, que nós nem
nos damos mais conta do que é ou não é química.
Veículos totalmente recicláveis, construídos com
materiais mais resistentes, porém mais leves do que o aço.
Moradias seguras e confortáveis, erguidas rapidamente e
de baixo custo. Produtos que, ao entrar em contato com
o solo, são degradados e se transformam em substâncias
que ajudam a recuperar a fertilidade da terra. Plantações
de vegetais que produzem plásticos. Combustíveis de
alto rendimento energético e não-poluentes. Substâncias
capazes de tornar inertes os esgotos de toda uma
cidade. Recuperação de áreas devastadas por séculos de
exploração. Sonhos? Não para a química, uma ciência que
constantemente amplia as fronteiras do conhecimento.
Voltada para o futuro, a indústria química
investe grande parte do seu faturamento em pesquisa
e desenvolvimento. Foi a indústria química que, com as
fibras sintéticas, permitiu ao setor têxtil ampliar a produção
e baratear os preços das roupas. Com os plásticos, foram
criadas embalagens que conservam alimentos e remédios
por longos períodos, tubos resistentes à corrosão e peças
e componentes utilizados pelas mais diferentes indústrias.
Isto para ficar apenas em alguns exemplos. Da mesma
forma, será a indústria química que facilitará ao homem
desenvolver processos e materiais que lhe permitirão
assegurar alimento, moradia e conforto às novas gerações.
Muito do futuro do homem e do planeta está sendo
desenhado hoje pela química.
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Há muitos séculos, o homem começou a estudar
os fenômenos químicos. Os alquimistas podiam estar
buscando a transmutação de metais. Outros buscavam
o elixir da longa vida. Mas o fato é que, ao misturarem
extratos de plantas e substâncias retiradas de animais,
nossos primeiros químicos também já estavam procurando
encontrar poções que curassem doenças ou que, pelo
menos, aliviassem as dores dos pobres mortais. Com
seus experimentos, eles davam início a uma ciência que
amplia constantemente os horizontes do homem. Com o
tempo, foram sendo descobertos novos produtos, novas
aplicações, novas substâncias. O homem foi aprendendo a
sintetizar elementos presentes na natureza, a desenvolver
novas moléculas, a modificar a composição de materiais.
A química foi se tornando mais e mais importante até ter
uma presença tão grande em nosso dia a dia, que nós nem
nos damos mais conta do que é ou não é química.
Veículos totalmente recicláveis, construídos com
materiais mais resistentes, porém mais leves do que o aço.
Moradias seguras e confortáveis, erguidas rapidamente e
de baixo custo. Produtos que, ao entrar em contato com
o solo, são degradados e se transformam em substâncias
que ajudam a recuperar a fertilidade da terra. Plantações
de vegetais que produzem plásticos. Combustíveis de
alto rendimento energético e não-poluentes. Substâncias
capazes de tornar inertes os esgotos de toda uma
cidade. Recuperação de áreas devastadas por séculos de
exploração. Sonhos? Não para a química, uma ciência que
constantemente amplia as fronteiras do conhecimento.
Voltada para o futuro, a indústria química
investe grande parte do seu faturamento em pesquisa
e desenvolvimento. Foi a indústria química que, com as
fibras sintéticas, permitiu ao setor têxtil ampliar a produção
e baratear os preços das roupas. Com os plásticos, foram
criadas embalagens que conservam alimentos e remédios
por longos períodos, tubos resistentes à corrosão e peças
e componentes utilizados pelas mais diferentes indústrias.
Isto para ficar apenas em alguns exemplos. Da mesma
forma, será a indústria química que facilitará ao homem
desenvolver processos e materiais que lhe permitirão
assegurar alimento, moradia e conforto às novas gerações.
Muito do futuro do homem e do planeta está sendo
desenhado hoje pela química.
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Há muitos séculos, o homem começou a estudar
os fenômenos químicos. Os alquimistas podiam estar
buscando a transmutação de metais. Outros buscavam
o elixir da longa vida. Mas o fato é que, ao misturarem
extratos de plantas e substâncias retiradas de animais,
nossos primeiros químicos também já estavam procurando
encontrar poções que curassem doenças ou que, pelo
menos, aliviassem as dores dos pobres mortais. Com
seus experimentos, eles davam início a uma ciência que
amplia constantemente os horizontes do homem. Com o
tempo, foram sendo descobertos novos produtos, novas
aplicações, novas substâncias. O homem foi aprendendo a
sintetizar elementos presentes na natureza, a desenvolver
novas moléculas, a modificar a composição de materiais.
A química foi se tornando mais e mais importante até ter
uma presença tão grande em nosso dia a dia, que nós nem
nos damos mais conta do que é ou não é química.
Veículos totalmente recicláveis, construídos com
materiais mais resistentes, porém mais leves do que o aço.
Moradias seguras e confortáveis, erguidas rapidamente e
de baixo custo. Produtos que, ao entrar em contato com
o solo, são degradados e se transformam em substâncias
que ajudam a recuperar a fertilidade da terra. Plantações
de vegetais que produzem plásticos. Combustíveis de
alto rendimento energético e não-poluentes. Substâncias
capazes de tornar inertes os esgotos de toda uma
cidade. Recuperação de áreas devastadas por séculos de
exploração. Sonhos? Não para a química, uma ciência que
constantemente amplia as fronteiras do conhecimento.
Voltada para o futuro, a indústria química
investe grande parte do seu faturamento em pesquisa
e desenvolvimento. Foi a indústria química que, com as
fibras sintéticas, permitiu ao setor têxtil ampliar a produção
e baratear os preços das roupas. Com os plásticos, foram
criadas embalagens que conservam alimentos e remédios
por longos períodos, tubos resistentes à corrosão e peças
e componentes utilizados pelas mais diferentes indústrias.
Isto para ficar apenas em alguns exemplos. Da mesma
forma, será a indústria química que facilitará ao homem
desenvolver processos e materiais que lhe permitirão
assegurar alimento, moradia e conforto às novas gerações.
Muito do futuro do homem e do planeta está sendo
desenhado hoje pela química.
Internet:<abiquim.org.br> (com adaptações).
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Todo cuidado é pouco com as misturas
caseiras para limpeza!
A combinação de produtos seguros pode levar a um
resultado tóxico e colocar em risco a sua saúde.
É comum ter em casa álcool e água sanitária para
limpeza e desinfecção dos ambientes. Quando regularizados
pela Anvisa e utilizados conforme as recomendações do
fabricante, são dois produtos seguros. Mas você sabia que
a mistura desses dois produtos pode resultar na criação do
clorofórmio gasoso, um gás com alto poder de intoxicação?
Sobram vídeos nas redes sociais sobre misturas
caseiras que, supostamente, limpam com mais eficiência e
com baixo custo financeiro. O que esses vídeos não dizem
é que essas misturas podem ter um grande impacto na
saúde das pessoas e dos animais, com riscos de internações
e morte.
A Anvisa está alerta e tem tomado providências
para combater esses vídeos. Uma dessas iniciativas é o
“Mistura Explosiva: limpando conceitos, clareando ideias”,
projeto do Conselho Federal de Química e da Associação
Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza (Abipla),
que tem o apoio da Agência. O objetivo do projeto é conter
a viralização dos vídeos que incentivam a sociedade a
realizar misturas caseiras para limpeza e outras finalidades.
É fundamental que todos tenham em mente que
a manipulação de produtos de limpeza deve ser feita de
acordo com as orientações estritas do fabricante, descritas
no rótulo dos produtos. Deve-se observar a indicação
correta de uso, ou seja, a finalidade do produto, para que
ele serve, os respectivos cuidados e se há a necessidade
de se utilizar equipamentos de proteção individual, como
luvas, máscara e óculos. Vale ressaltar que, também nos
rótulos, é possível encontrar as providências que devem ser
adotadas em caso de acidentes.
A regra número 1 é adquirir produtos
regularizados. Isso porque esses produtos passaram por
avaliações que comprovaram sua eficácia e segurança para
os usos aprovados. A regra número 2 é seguir à risca as
orientações do fabricante. E agora, com a popularização
das plataformas digitais e redes sociais, a regra número
3 é evitar misturinhas caseiras ensinadas por supostos
profissionais ou donas de casa.
Internet: <gov.br> (com adaptações).
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Todo cuidado é pouco com as misturas
caseiras para limpeza!
A combinação de produtos seguros pode levar a um
resultado tóxico e colocar em risco a sua saúde.
É comum ter em casa álcool e água sanitária para
limpeza e desinfecção dos ambientes. Quando regularizados
pela Anvisa e utilizados conforme as recomendações do
fabricante, são dois produtos seguros. Mas você sabia que
a mistura desses dois produtos pode resultar na criação do
clorofórmio gasoso, um gás com alto poder de intoxicação?
Sobram vídeos nas redes sociais sobre misturas
caseiras que, supostamente, limpam com mais eficiência e
com baixo custo financeiro. O que esses vídeos não dizem
é que essas misturas podem ter um grande impacto na
saúde das pessoas e dos animais, com riscos de internações
e morte.
A Anvisa está alerta e tem tomado providências
para combater esses vídeos. Uma dessas iniciativas é o
“Mistura Explosiva: limpando conceitos, clareando ideias”,
projeto do Conselho Federal de Química e da Associação
Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza (Abipla),
que tem o apoio da Agência. O objetivo do projeto é conter
a viralização dos vídeos que incentivam a sociedade a
realizar misturas caseiras para limpeza e outras finalidades.
É fundamental que todos tenham em mente que
a manipulação de produtos de limpeza deve ser feita de
acordo com as orientações estritas do fabricante, descritas
no rótulo dos produtos. Deve-se observar a indicação
correta de uso, ou seja, a finalidade do produto, para que
ele serve, os respectivos cuidados e se há a necessidade
de se utilizar equipamentos de proteção individual, como
luvas, máscara e óculos. Vale ressaltar que, também nos
rótulos, é possível encontrar as providências que devem ser
adotadas em caso de acidentes.
A regra número 1 é adquirir produtos
regularizados. Isso porque esses produtos passaram por
avaliações que comprovaram sua eficácia e segurança para
os usos aprovados. A regra número 2 é seguir à risca as
orientações do fabricante. E agora, com a popularização
das plataformas digitais e redes sociais, a regra número
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profissionais ou donas de casa.
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caseiras para limpeza!
A combinação de produtos seguros pode levar a um
resultado tóxico e colocar em risco a sua saúde.
É comum ter em casa álcool e água sanitária para
limpeza e desinfecção dos ambientes. Quando regularizados
pela Anvisa e utilizados conforme as recomendações do
fabricante, são dois produtos seguros. Mas você sabia que
a mistura desses dois produtos pode resultar na criação do
clorofórmio gasoso, um gás com alto poder de intoxicação?
Sobram vídeos nas redes sociais sobre misturas
caseiras que, supostamente, limpam com mais eficiência e
com baixo custo financeiro. O que esses vídeos não dizem
é que essas misturas podem ter um grande impacto na
saúde das pessoas e dos animais, com riscos de internações
e morte.
A Anvisa está alerta e tem tomado providências
para combater esses vídeos. Uma dessas iniciativas é o
“Mistura Explosiva: limpando conceitos, clareando ideias”,
projeto do Conselho Federal de Química e da Associação
Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza (Abipla),
que tem o apoio da Agência. O objetivo do projeto é conter
a viralização dos vídeos que incentivam a sociedade a
realizar misturas caseiras para limpeza e outras finalidades.
É fundamental que todos tenham em mente que
a manipulação de produtos de limpeza deve ser feita de
acordo com as orientações estritas do fabricante, descritas
no rótulo dos produtos. Deve-se observar a indicação
correta de uso, ou seja, a finalidade do produto, para que
ele serve, os respectivos cuidados e se há a necessidade
de se utilizar equipamentos de proteção individual, como
luvas, máscara e óculos. Vale ressaltar que, também nos
rótulos, é possível encontrar as providências que devem ser
adotadas em caso de acidentes.
A regra número 1 é adquirir produtos
regularizados. Isso porque esses produtos passaram por
avaliações que comprovaram sua eficácia e segurança para
os usos aprovados. A regra número 2 é seguir à risca as
orientações do fabricante. E agora, com a popularização
das plataformas digitais e redes sociais, a regra número
3 é evitar misturinhas caseiras ensinadas por supostos
profissionais ou donas de casa.
Internet: <gov.br> (com adaptações).
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caseiras para limpeza!
A combinação de produtos seguros pode levar a um
resultado tóxico e colocar em risco a sua saúde.
É comum ter em casa álcool e água sanitária para
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pela Anvisa e utilizados conforme as recomendações do
fabricante, são dois produtos seguros. Mas você sabia que
a mistura desses dois produtos pode resultar na criação do
clorofórmio gasoso, um gás com alto poder de intoxicação?
Sobram vídeos nas redes sociais sobre misturas
caseiras que, supostamente, limpam com mais eficiência e
com baixo custo financeiro. O que esses vídeos não dizem
é que essas misturas podem ter um grande impacto na
saúde das pessoas e dos animais, com riscos de internações
e morte.
A Anvisa está alerta e tem tomado providências
para combater esses vídeos. Uma dessas iniciativas é o
“Mistura Explosiva: limpando conceitos, clareando ideias”,
projeto do Conselho Federal de Química e da Associação
Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza (Abipla),
que tem o apoio da Agência. O objetivo do projeto é conter
a viralização dos vídeos que incentivam a sociedade a
realizar misturas caseiras para limpeza e outras finalidades.
É fundamental que todos tenham em mente que
a manipulação de produtos de limpeza deve ser feita de
acordo com as orientações estritas do fabricante, descritas
no rótulo dos produtos. Deve-se observar a indicação
correta de uso, ou seja, a finalidade do produto, para que
ele serve, os respectivos cuidados e se há a necessidade
de se utilizar equipamentos de proteção individual, como
luvas, máscara e óculos. Vale ressaltar que, também nos
rótulos, é possível encontrar as providências que devem ser
adotadas em caso de acidentes.
A regra número 1 é adquirir produtos
regularizados. Isso porque esses produtos passaram por
avaliações que comprovaram sua eficácia e segurança para
os usos aprovados. A regra número 2 é seguir à risca as
orientações do fabricante. E agora, com a popularização
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3 é evitar misturinhas caseiras ensinadas por supostos
profissionais ou donas de casa.
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É comum ter em casa álcool e água sanitária para
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fabricante, são dois produtos seguros. Mas você sabia que
a mistura desses dois produtos pode resultar na criação do
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caseiras que, supostamente, limpam com mais eficiência e
com baixo custo financeiro. O que esses vídeos não dizem
é que essas misturas podem ter um grande impacto na
saúde das pessoas e dos animais, com riscos de internações
e morte.
A Anvisa está alerta e tem tomado providências
para combater esses vídeos. Uma dessas iniciativas é o
“Mistura Explosiva: limpando conceitos, clareando ideias”,
projeto do Conselho Federal de Química e da Associação
Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza (Abipla),
que tem o apoio da Agência. O objetivo do projeto é conter
a viralização dos vídeos que incentivam a sociedade a
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É fundamental que todos tenham em mente que
a manipulação de produtos de limpeza deve ser feita de
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no rótulo dos produtos. Deve-se observar a indicação
correta de uso, ou seja, a finalidade do produto, para que
ele serve, os respectivos cuidados e se há a necessidade
de se utilizar equipamentos de proteção individual, como
luvas, máscara e óculos. Vale ressaltar que, também nos
rótulos, é possível encontrar as providências que devem ser
adotadas em caso de acidentes.
A regra número 1 é adquirir produtos
regularizados. Isso porque esses produtos passaram por
avaliações que comprovaram sua eficácia e segurança para
os usos aprovados. A regra número 2 é seguir à risca as
orientações do fabricante. E agora, com a popularização
das plataformas digitais e redes sociais, a regra número
3 é evitar misturinhas caseiras ensinadas por supostos
profissionais ou donas de casa.
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Todo cuidado é pouco com as misturas
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resultado tóxico e colocar em risco a sua saúde.
É comum ter em casa álcool e água sanitária para
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pela Anvisa e utilizados conforme as recomendações do
fabricante, são dois produtos seguros. Mas você sabia que
a mistura desses dois produtos pode resultar na criação do
clorofórmio gasoso, um gás com alto poder de intoxicação?
Sobram vídeos nas redes sociais sobre misturas
caseiras que, supostamente, limpam com mais eficiência e
com baixo custo financeiro. O que esses vídeos não dizem
é que essas misturas podem ter um grande impacto na
saúde das pessoas e dos animais, com riscos de internações
e morte.
A Anvisa está alerta e tem tomado providências
para combater esses vídeos. Uma dessas iniciativas é o
“Mistura Explosiva: limpando conceitos, clareando ideias”,
projeto do Conselho Federal de Química e da Associação
Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza (Abipla),
que tem o apoio da Agência. O objetivo do projeto é conter
a viralização dos vídeos que incentivam a sociedade a
realizar misturas caseiras para limpeza e outras finalidades.
É fundamental que todos tenham em mente que
a manipulação de produtos de limpeza deve ser feita de
acordo com as orientações estritas do fabricante, descritas
no rótulo dos produtos. Deve-se observar a indicação
correta de uso, ou seja, a finalidade do produto, para que
ele serve, os respectivos cuidados e se há a necessidade
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luvas, máscara e óculos. Vale ressaltar que, também nos
rótulos, é possível encontrar as providências que devem ser
adotadas em caso de acidentes.
A regra número 1 é adquirir produtos
regularizados. Isso porque esses produtos passaram por
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os usos aprovados. A regra número 2 é seguir à risca as
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