Foram encontradas 365.141 questões.
Leia o excerto a seguir:
“Já temos MEMÓRIA desde o primeiro dia em que nos deram
à luz! Temos lembranças assim que acordamos, lembramos que o
mundo é magnífico, sentimos um vazio no estômago, uma fralda
pesada, molhada, e lembramos que, se chorarmos,
milagrosamente aparece alguém que nos livra do desconforto.
Somos um pi-to-qui-nho de gente pe-ti-ti-ti-ca e temos
memória, referências, jogamos com elas, calculamos nossas
ações nos apoiando em lembranças (já) solidificadas. No entanto,
não nos lembraremos de nada disso anos depois.”
(PAIVA, Marcelo Rubens. Ainda estou aqui. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2015. p. 16)
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Leia o texto a seguir:
“Ainda sem acreditar completamente em como Ivan poderia ter
confundido nós duas daquela maneira, continuei o papo, apenas
com o esclarecimento de que não poderia ajudar com nenhuma
matéria jornalística. Ela foi até o início da noite detalhando seu
sonho de ser a primeira mulher negra a alcançar o posto mais
alto da República. Reconhecia que estava longe e que não via no
Brasil nada que prometesse grande coisa, mas também achava
que tudo no mundo começa por um sonho, por qualquer coisa
que não se diz. Na despedida, trocamos telefones por
cordialidade e partimos com a certeza de que jamais nos
encontraríamos de novo.”
MATOS, Lucas. As coisas cômodas e as incômodas: [seguidas de dedos].
Rio de Janeiro: 7 Letras, 2021. p. 83.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Leia o texto a seguir:
“A alegação de empobrecimento lexical nas línguas de sinais
surgiu a partir de uma situação sociolinguística marcada pela
proibição e intolerância em relação aos sinais na sociedade e, em
especial, na educação. Entretanto, sabe-se que tais línguas
desenvolvem itens lexicais apropriados a situações em que são
usados. À medida em que as línguas de sinais garantem maior
aceitação, especialmente em círculos escolares, registra-se
aumento no vocabulário denotando referentes técnicos.”
QUADROS, Ronice Müller de. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto
Alegre: Artmed, 2004. p. 35.
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Leia o excerto a seguir:
“Além do mais, o incidente da noite de núpcias serviu para deixálo mais alto, fazendo com que precisasse baixar a cabeça ao se
dirigir à esposa. Lá de baixo, Eurídice aceitava. Ela sempre achou
que não valia muito. Ninguém vale muito quando diz ao moço do
censo que no campo de profissão ele deve escrever as palavras
‘Do lar’.”
BATALHA, Martha. A vida invisível de Eurídice Gusmão.
São Paulo: Cia das Letras, 2016. p. 7 (versão digital).
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A palavra “descaridades” constitui um neologismo criado a partir
da palavra “caridades”.
Considerando os sentidos produzidos no contexto, o processo de criação desse neologismo mostra que a palavra foi formada
Considerando os sentidos produzidos no contexto, o processo de criação desse neologismo mostra que a palavra foi formada
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Leia a notícia a seguir:
Agenda Viva SP destaca aniversário do Museu da
Imigração, Projeto Guri na BSP e exposição
“Brasil em Todas” no MIS Experience
Eventos gratuitos e acessíveis em diferentes regiões do estado
celebram a história do futebol, a música e marcos históricos do
Estado
23/06/2026
Da capital ao interior, a Agenda Viva SP desta semana
apresenta uma seleção de experiências culturais que agitam a
programação dos espaços da Secretaria da Cultura, Economia e
Indústria Criativas do Estado de São Paulo. A agenda contempla
iniciativas que valorizam o acesso à cultura para todos os
públicos. (...)
(https://www.cultura.sp.gov.br/sec_cultura/Institucional)
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Leia a notícia a seguir, observando os verbos sublinhados:
Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de
Barbacena tem novo Comandante
Publicada em: 11/02/2026 10:59
Fonte: EPCAR, por Sargento Domingos
Edição: Agência Força Aérea, Tenente Myrea Calazans
O Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Barbacena
(DTCEA-BQ) realizou, no dia 10/02, a cerimônia militar de
transmissão do cargo de Comandante, do Capitão Especialista em
Serviços de Engenharia Leonardo José Copati ao Tenente
Especialista em Serviços Administrativos Claudinei Moreira. A
solenidade foi presidida pelo Comandante da Escola Preparatória
de Cadetes do Ar (EPCAR), Brigadeiro do Ar André Luiz Alves
Ferreira, e contou com a presença do Comandante Interino do
Primeiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego
Aéreo (CINDACTA I), Coronel Aviador Felipe Moreira Faulhaber, e
demais autoridades militares e civis. [...]
(Fonte: https://www.fab.mil.br/noticias)
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Leia o texto a seguir.
O bairro Waldsiedlung é atualmente um local muito desejado para se viver na Alemanha. Mas viver ali também significa lidar com o passado do país: o bairro foi construído no período da Segunda Guerra Mundial como uma comunidade para a guarda de elite do Reich nazista, cujas responsabilidades incluíam executar o Holocausto. O conjunto foi projetado para incorporar a ideologia nazista que exaltava a relação mística dos arianos com sua terra ancestral. A forma como os atuais moradores lidam com esse passado acompanha tendências culturais mais amplas. Durante décadas, o tema foi varrido para debaixo do tapete. Como resultado, alguns moradores desconhecem a história do lugar até serem informados por vizinhos. “Algumas pessoas dizem: ‘Isso foi há 80 anos, não tem nada a ver comigo’”, disse uma moradora que se mudou para lá em 2000. “Para mim, é o contrário. Quero saber o que aconteceu na minha casa. Não é possível avançar com o silêncio.” À medida que o tempo passa e as últimas testemunhas morrem, os lugares físicos tornam-se cada vez mais importantes para a memória do Holocausto. O lugar é uma conexão.
Adaptado de https://www.nytimes.com/2025/05/27/realestate/berlin-holocaustnazis-neighborhood.html
Com base no texto, assinale a opção que analisa corretamente a relação entre espaço e memória.
O bairro Waldsiedlung é atualmente um local muito desejado para se viver na Alemanha. Mas viver ali também significa lidar com o passado do país: o bairro foi construído no período da Segunda Guerra Mundial como uma comunidade para a guarda de elite do Reich nazista, cujas responsabilidades incluíam executar o Holocausto. O conjunto foi projetado para incorporar a ideologia nazista que exaltava a relação mística dos arianos com sua terra ancestral. A forma como os atuais moradores lidam com esse passado acompanha tendências culturais mais amplas. Durante décadas, o tema foi varrido para debaixo do tapete. Como resultado, alguns moradores desconhecem a história do lugar até serem informados por vizinhos. “Algumas pessoas dizem: ‘Isso foi há 80 anos, não tem nada a ver comigo’”, disse uma moradora que se mudou para lá em 2000. “Para mim, é o contrário. Quero saber o que aconteceu na minha casa. Não é possível avançar com o silêncio.” À medida que o tempo passa e as últimas testemunhas morrem, os lugares físicos tornam-se cada vez mais importantes para a memória do Holocausto. O lugar é uma conexão.
Adaptado de https://www.nytimes.com/2025/05/27/realestate/berlin-holocaustnazis-neighborhood.html
Com base no texto, assinale a opção que analisa corretamente a relação entre espaço e memória.
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Leia o trecho a seguir.
A força da história oral é a mesma de qualquer história que possua seriedade metodológica. Essa força decorre da diversidade das fontes consultadas e da inteligência com que foram utilizadas. A informação oral serve para verificar a confiabilidade de outras fontes, da mesma forma que estas são sua garantia. Também pode fornecer detalhes minuciosos que, de outro modo, seriam inacessíveis. A história oral, com sua riqueza de detalhes, sua humanidade, sua frequente emoção e sempre com seu ceticismo em relação ao fazer histórico, encontra-se melhor preparada para esses componentes vitais da tarefa do historiador: a tradição e a memória, o passado e o presente.
Adaptado de PRINS, Gwyn. “Historia oral”, em Formas de hacer Historia. Madri: Alianza Universidad, 1996, pp. 174- 176.
Com base no trecho, assinale a opção que interpreta corretamente a história oral segundo o autor.
A força da história oral é a mesma de qualquer história que possua seriedade metodológica. Essa força decorre da diversidade das fontes consultadas e da inteligência com que foram utilizadas. A informação oral serve para verificar a confiabilidade de outras fontes, da mesma forma que estas são sua garantia. Também pode fornecer detalhes minuciosos que, de outro modo, seriam inacessíveis. A história oral, com sua riqueza de detalhes, sua humanidade, sua frequente emoção e sempre com seu ceticismo em relação ao fazer histórico, encontra-se melhor preparada para esses componentes vitais da tarefa do historiador: a tradição e a memória, o passado e o presente.
Adaptado de PRINS, Gwyn. “Historia oral”, em Formas de hacer Historia. Madri: Alianza Universidad, 1996, pp. 174- 176.
Com base no trecho, assinale a opção que interpreta corretamente a história oral segundo o autor.
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Leia o trecho a seguir.
Cortar o tempo em períodos é necessário para a história, seja ela entendida como o estudo da evolução das sociedades, como um tipo particular de saber e ensino, ou mesmo como a simples passagem do tempo. No entanto, esse recorte não é um mero fato cronológico, mas também expressa a ideia de transição, de mudança e até de contradição em relação à sociedade e aos valores do período precedente. Os períodos têm, portanto, um significado particular em sua própria sucessão, na continuidade temporal ou nas rupturas que tal sucessão evoca, e constituem um objeto fundamental de reflexão para o historiador.
Adaptado de LE GOFF, Jacques. ¿Realmente es necesario cortar la historia en rebanadas? México: Fondo de Cultura Económica, 2016, pp. 11-12.
Com base no trecho, assinale a opção que apresenta corretamente a interpretação do autor sobre a periodização na história.
Cortar o tempo em períodos é necessário para a história, seja ela entendida como o estudo da evolução das sociedades, como um tipo particular de saber e ensino, ou mesmo como a simples passagem do tempo. No entanto, esse recorte não é um mero fato cronológico, mas também expressa a ideia de transição, de mudança e até de contradição em relação à sociedade e aos valores do período precedente. Os períodos têm, portanto, um significado particular em sua própria sucessão, na continuidade temporal ou nas rupturas que tal sucessão evoca, e constituem um objeto fundamental de reflexão para o historiador.
Adaptado de LE GOFF, Jacques. ¿Realmente es necesario cortar la historia en rebanadas? México: Fondo de Cultura Económica, 2016, pp. 11-12.
Com base no trecho, assinale a opção que apresenta corretamente a interpretação do autor sobre a periodização na história.
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