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- O Fórum Econômico Mundial de Davos 2026 foi claro: a inteligência artificial (IA) deixou
- de ser tendência e passou a ser estratégia central nas organizações. A discussão já não gira em
- torno de "se" a IA será adotada, mas "como" ela será integrada aos modelos de negócio, aos
- processos decisórios e à forma como o trabalho é estruturado.
- Tratar a inteligência artificial como um projeto paralelo, um laboratório isolado de inovação
- ou uma simples iniciativa de tecnologia é um erro estratégico. Os debates e relatórios
- apresentados em Davos mostram que as organizações que geram valor consistente são aquelas
- que conectam a IA à execução, à governança e ao desenho organizacional. A IA não pode ser
- encarada como uma ferramenta acessória, mas como uma infraestrutura de competitividade,
- comparável à eletricidade ou à internet em outros momentos da história econômica.
- [...] O Fórum Econômico Mundial estima que cerca de 1,1 bilhão de empregos serão
- transformados pela tecnologia na próxima década e que 86% das empresas globais serão
- impactadas diretamente por IA e processamento de dados até 2030. A própria instituição ressalta
- que a inteligência artificial tende a criar mais postos de trabalho do que eliminar, desde que haja
- investimento deliberado em requalificação profissional, redesenho das funções e novas formas de
- organização do trabalho.
- Davos também apresentou quatro cenários possíveis para o futuro do trabalho até 2030. [...]
- Em todos os cenários, há um ponto comum: sem desenvolvimento consistente de talentos, não há
- ganho sustentável de produtividade nem crescimento econômico de longo prazo.
- No Brasil, esse movimento é visível. Levantamento do Infojobs aponta que as vagas que
- exigem conhecimentos em inteligência artificial cresceram 65% em 2025, consolidando a IA
- como uma qualificação concreta para geração de emprego e renda. Dados do LinkedIn reforçam
- essa tendência: o percentual de profissionais que utilizam IA diariamente no trabalho no país
- saltou de 17% para 35% em apenas 18 meses. Além disso, 78% dos trabalhadores brasileiros
- afirmam que pretendem aprender novas habilidades ligadas à IA, sinalizando uma mudança
- acelerada de mentalidade no mercado nacional. [...].
ALMEIDA, P.O recado de Davos sobre inteligência artificial. Correio Brasilienze. 24 fev. 2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2026/02/7360879-o-recado-de-davos-sobre-inteligencia-artificial.html
De acordo com o texto, o emprego de inteligência artificial nas organizações:
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- O Fórum Econômico Mundial de Davos 2026 foi claro: a inteligência artificial (IA) deixou
- de ser tendência e passou a ser estratégia central nas organizações. A discussão já não gira em
- torno de "se" a IA será adotada, mas "como" ela será integrada aos modelos de negócio, aos
- processos decisórios e à forma como o trabalho é estruturado.
- Tratar a inteligência artificial como um projeto paralelo, um laboratório isolado de inovação
- ou uma simples iniciativa de tecnologia é um erro estratégico. Os debates e relatórios
- apresentados em Davos mostram que as organizações que geram valor consistente são aquelas
- que conectam a IA à execução, à governança e ao desenho organizacional. A IA não pode ser
- encarada como uma ferramenta acessória, mas como uma infraestrutura de competitividade,
- comparável à eletricidade ou à internet em outros momentos da história econômica.
- [...] O Fórum Econômico Mundial estima que cerca de 1,1 bilhão de empregos serão
- transformados pela tecnologia na próxima década e que 86% das empresas globais serão
- impactadas diretamente por IA e processamento de dados até 2030. A própria instituição ressalta
- que a inteligência artificial tende a criar mais postos de trabalho do que eliminar, desde que haja
- investimento deliberado em requalificação profissional, redesenho das funções e novas formas de
- organização do trabalho.
- Davos também apresentou quatro cenários possíveis para o futuro do trabalho até 2030. [...]
- Em todos os cenários, há um ponto comum: sem desenvolvimento consistente de talentos, não há
- ganho sustentável de produtividade nem crescimento econômico de longo prazo.
- No Brasil, esse movimento é visível. Levantamento do Infojobs aponta que as vagas que
- exigem conhecimentos em inteligência artificial cresceram 65% em 2025, consolidando a IA
- como uma qualificação concreta para geração de emprego e renda. Dados do LinkedIn reforçam
- essa tendência: o percentual de profissionais que utilizam IA diariamente no trabalho no país
- saltou de 17% para 35% em apenas 18 meses. Além disso, 78% dos trabalhadores brasileiros
- afirmam que pretendem aprender novas habilidades ligadas à IA, sinalizando uma mudança
- acelerada de mentalidade no mercado nacional. [...].
ALMEIDA, P.O recado de Davos sobre inteligência artificial. Correio Brasilienze. 24 fev. 2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2026/02/7360879-o-recado-de-davos-sobre-inteligencia-artificial.html
Assinale a alternativa em que girar foi empregado com mesmo sentido que em: "A discussão já não gira em torno de..." (linhas 02-03).
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- O Fórum Econômico Mundial de Davos 2026 foi claro: a inteligência artificial (IA) deixou
- de ser tendência e passou a ser estratégia central nas organizações. A discussão já não gira em
- torno de "se" a IA será adotada, mas "como" ela será integrada aos modelos de negócio, aos
- processos decisórios e à forma como o trabalho é estruturado.
- Tratar a inteligência artificial como um projeto paralelo, um laboratório isolado de inovação
- ou uma simples iniciativa de tecnologia é um erro estratégico. Os debates e relatórios
- apresentados em Davos mostram que as organizações que geram valor consistente são aquelas
- que conectam a IA à execução, à governança e ao desenho organizacional. A IA não pode ser
- encarada como uma ferramenta acessória, mas como uma infraestrutura de competitividade,
- comparável à eletricidade ou à internet em outros momentos da história econômica.
- [...] O Fórum Econômico Mundial estima que cerca de 1,1 bilhão de empregos serão
- transformados pela tecnologia na próxima década e que 86% das empresas globais serão
- impactadas diretamente por IA e processamento de dados até 2030. A própria instituição ressalta
- que a inteligência artificial tende a criar mais postos de trabalho do que eliminar, desde que haja
- investimento deliberado em requalificação profissional, redesenho das funções e novas formas de
- organização do trabalho.
- Davos também apresentou quatro cenários possíveis para o futuro do trabalho até 2030. [...]
- Em todos os cenários, há um ponto comum: sem desenvolvimento consistente de talentos, não há
- ganho sustentável de produtividade nem crescimento econômico de longo prazo.
- No Brasil, esse movimento é visível. Levantamento do Infojobs aponta que as vagas que
- exigem conhecimentos em inteligência artificial cresceram 65% em 2025, consolidando a IA
- como uma qualificação concreta para geração de emprego e renda. Dados do LinkedIn reforçam
- essa tendência: o percentual de profissionais que utilizam IA diariamente no trabalho no país
- saltou de 17% para 35% em apenas 18 meses. Além disso, 78% dos trabalhadores brasileiros
- afirmam que pretendem aprender novas habilidades ligadas à IA, sinalizando uma mudança
- acelerada de mentalidade no mercado nacional. [...].
ALMEIDA, P.O recado de Davos sobre inteligência artificial. Correio Brasilienze. 24 fev. 2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2026/02/7360879-o-recado-de-davos-sobre-inteligencia-artificial.html
O propósito comunicativo central do texto é:
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Santa Catarina registra a segunda menor taxa de analfabetismo do país entre pessoas com 15 anos de idade ou mais. Os dados compõem a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada pelo IBGE. A modalidade educação é anual e os últimos resultados referem-se ao segundo trimestre de 2024.
O estado registrou taxa de analfabetismo de 1,9%, ficando atrás somente do Distrito Federal, que apresentou 1,8%. No Brasil, a média de analfabetismo foi de 5,3%, três vezes maior que a registrada pelo estado catarinense.
A taxa de analfabetismo indica a proporção de pessoas que, em determinada faixa etária, não possuem habilidades básicas de leitura e escrita. O índice mostra quantas pessoas ainda enfrentam desafios para ler ou escrever um simples recado ou bilhete no idioma que conhecem.
O secretário de Estado do Planejamento, Fabricio Oliveira, ressalta que os resultados refletem mais um marco no desenvolvimento social do estado. "Acreditamos que alfabetização e qualificação caminham juntas para preparar indivíduos para os desafios de um mercado de trabalho cada vez mais qualificado e exigente. O avanço na alfabetização representa, sobretudo, dignidade, inclusão social e novas oportunidades", declarou o secretário.
Internet: <www.sed.sc.gov.br> (com adaptações).
Com relação à tipologia textual, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto antecedente, julgue os itens subsequentes.
No segundo período do terceiro parágrafo, o vocábulo "ainda" expressa uma ideia de tempo e poderia, sem prejuízo dos sentidos originais do texto, ser deslocado para imediatamente depois de "mostra".
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[entrevistador]: O que lhe proporciona maior satisfação?
O fato de trabalhar em uma instituição de ensino, contribuir para a formação das pessoas. Isso acontece quando auxilio um aluno. Ou em atividades externas ao trabalho, como a questão da extensão. Ou na preocupação com a qualidade dos dados, que pode servir como uma fonte científica. No caso do meu setor atual, a questão do caráter assistencial, poder ajudar alguém a se recuperar. E também a oportunidade de eu poder estudar, de poder ter este espaço para estudar.
Thiago Loureiro, Glauco Henrique de Sousa Mendes e Eduardo Pinto e Silva. Estigma, invisibilidade e intensificação do trabalho: estratégias de enfrentamento do sofrimento pelos Assistentes em administração. In: Trab. Educ. Saúde, Rio de Janeiro, v. 16 n. 2, p. 703-728, maio-ago./2018.
A respeito do texto e de suas construções linguísticas, julgue os itens seguintes.
Em "Isso acontece quando auxilio um aluno", a forma pronominal isso retoma a ideia de "satisfação".
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[entrevistador]: O que lhe proporciona maior satisfação?
O fato de trabalhar em uma instituição de ensino, contribuir para a formação das pessoas. Isso acontece quando auxilio um aluno. Ou em atividades externas ao trabalho, como a questão da extensão. Ou na preocupação com a qualidade dos dados, que pode servir como uma fonte científica. No caso do meu setor atual, a questão do caráter assistencial, poder ajudar alguém a se recuperar. E também a oportunidade de eu poder estudar, de poder ter este espaço para estudar.
Thiago Loureiro, Glauco Henrique de Sousa Mendes e Eduardo Pinto e Silva. Estigma, invisibilidade e intensificação do trabalho: estratégias de enfrentamento do sofrimento pelos Assistentes em administração. In: Trab. Educ. Saúde, Rio de Janeiro, v. 16 n. 2, p. 703-728, maio-ago./2018.
A respeito do texto e de suas construções linguísticas, julgue os itens seguintes.
A construção em períodos curtos, a repetição de vocábulos e o reiterado emprego de verbos no infinitivo são alguns dos elementos que evidenciam a primazia da oralidade no texto, característica do gênero entrevista.
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[entrevistador]: O que lhe proporciona maior satisfação?
O fato de trabalhar em uma instituição de ensino, contribuir para a formação das pessoas. Isso acontece quando auxilio um aluno. Ou em atividades externas ao trabalho, como a questão da extensão. Ou na preocupação com a qualidade dos dados, que pode servir como uma fonte científica. No caso do meu setor atual, a questão do caráter assistencial, poder ajudar alguém a se recuperar. E também a oportunidade de eu poder estudar, de poder ter este espaço para estudar.
Thiago Loureiro, Glauco Henrique de Sousa Mendes e Eduardo Pinto e Silva. Estigma, invisibilidade e intensificação do trabalho: estratégias de enfrentamento do sofrimento pelos Assistentes em administração. In: Trab. Educ. Saúde, Rio de Janeiro, v. 16 n. 2, p. 703-728, maio-ago./2018.
A respeito do texto e de suas construções linguísticas, julgue os itens seguintes.
O pronome átono "lhe", na pergunta do entrevistador, poderia ser corretamente substituído, sem prejuízo para os sentidos do texto, pela forma pronominal o.
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[entrevistador]: O que lhe proporciona maior satisfação?
O fato de trabalhar em uma instituição de ensino, contribuir para a formação das pessoas. Isso acontece quando auxilio um aluno. Ou em atividades externas ao trabalho, como a questão da extensão. Ou na preocupação com a qualidade dos dados, que pode servir como uma fonte científica. No caso do meu setor atual, a questão do caráter assistencial, poder ajudar alguém a se recuperar. E também a oportunidade de eu poder estudar, de poder ter este espaço para estudar.
Thiago Loureiro, Glauco Henrique de Sousa Mendes e Eduardo Pinto e Silva. Estigma, invisibilidade e intensificação do trabalho: estratégias de enfrentamento do sofrimento pelos Assistentes em administração. In: Trab. Educ. Saúde, Rio de Janeiro, v. 16 n. 2, p. 703-728, maio-ago./2018.
A respeito do texto e de suas construções linguísticas, julgue os itens seguintes.
A prevalência da linguagem informal prejudica a progressão textual, como atesta a repetição da conjunção "Ou", o que dificulta o entendimento do texto.
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Dentro do quadro de transformações nas relações de trabalho observado nas últimas décadas, podem-se destacar aquelas decorrentes da crise do Estado e suas implicações para os trabalhadores públicos. Nesse contexto, realizou-se uma pesquisa com o objetivo de investigar os sentidos atribuídos ao trabalho por servidores técnico-administrativos de uma universidade pública. Foram entrevistados 12 trabalhadores que atuam na manutenção. A análise de conteúdo do material coletado possibilitou a sua organização em quatro categorias, das quais são apresentadas aqui duas: sentidos do trabalho e conhecimento adquirido na prática. Os entrevistados associaram o saber à prática profissional adquirida pela tutoria dos colegas mais antigos. Os servidores atribuíram sentidos positivos aos seus trabalhos, tais como: estabilidade profissional e sustento pessoal e familiar. Os participantes relataram que os usuários, muitas vezes, ignoram que suas atividades interferem na rotina da universidade. Entretanto, consideram seus desempenhos como base para as atividades fins da instituição.
Palavras-chave: servidores públicos; sentidos do trabalho; conhecimento tácito; universidade
Maria Chalfin Coutinho, Maria Fernanda Diogo, Emanuelle de Paula Joaquim. Sentidos do trabalho e saber tácito: estudo de caso em universidade pública. In: PSIC - Revista de Psicologia da Vetor Editora, v. 9, nº 1, p. 99-108, jan.-jun./2008. Internet: <pepsic.bvsalud.org>.
Julgue os itens a seguir, acerca da classificação, dos sentidos e das construções linguísticas do texto anterior.
No quarto período, o emprego dos dois pontos se justifica pela introdução de uma enumeração explicativa, central para os sentidos do texto.
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Dentro do quadro de transformações nas relações de trabalho observado nas últimas décadas, podem-se destacar aquelas decorrentes da crise do Estado e suas implicações para os trabalhadores públicos. Nesse contexto, realizou-se uma pesquisa com o objetivo de investigar os sentidos atribuídos ao trabalho por servidores técnico-administrativos de uma universidade pública. Foram entrevistados 12 trabalhadores que atuam na manutenção. A análise de conteúdo do material coletado possibilitou a sua organização em quatro categorias, das quais são apresentadas aqui duas: sentidos do trabalho e conhecimento adquirido na prática. Os entrevistados associaram o saber à prática profissional adquirida pela tutoria dos colegas mais antigos. Os servidores atribuíram sentidos positivos aos seus trabalhos, tais como: estabilidade profissional e sustento pessoal e familiar. Os participantes relataram que os usuários, muitas vezes, ignoram que suas atividades interferem na rotina da universidade. Entretanto, consideram seus desempenhos como base para as atividades fins da instituição.
Palavras-chave: servidores públicos; sentidos do trabalho; conhecimento tácito; universidade
Maria Chalfin Coutinho, Maria Fernanda Diogo, Emanuelle de Paula Joaquim. Sentidos do trabalho e saber tácito: estudo de caso em universidade pública. In: PSIC - Revista de Psicologia da Vetor Editora, v. 9, nº 1, p. 99-108, jan.-jun./2008. Internet: <pepsic.bvsalud.org>.
Julgue os itens a seguir, acerca da classificação, dos sentidos e das construções linguísticas do texto anterior.
No terceiro período, a oração subordinada iniciada por "que" tem caráter adjetivo e restritivo, caracterizando e restringindo o termo "trabalhadores".
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