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4096502 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-SC

UNIVERSO NÃO É UMA SIMULAÇÃO, DIZ ESTUDO

Análise matemática aponta falhas nessa tese intrigante – e recorrente

E se a realidade for apenas uma simulação de computador, dentro da qual existimos? Essa hipótese foi proposta diversas vezes (a mais famosa em 2003, pelo filósofo sueco Nick Bostrom), e vive sendo citada em debates online. Ela soa absurda, mas é surpreendentemente difícil de refutar – se estivermos dentro de uma simulação, não temos como enxergar isso. Um grupo de cientistas canadenses decidiu tentar: publicou um estudo provando matematicamente que o universo não é uma simulação. O mais interessante é como eles chegaram a essa conclusão. “Nós demonstramos que é impossível descrever todos os aspectos da realidade física usando uma teoria computacional da gravidade quântica”, disse Mir Faizal, professor da Universidade da Colúmbia Britânica e autor do estudo, em nota. A gravidade quântica é um campo de estudos que tenta unificar a física newtoniana com a física quântica – o que poderia levar à chamada “teoria de tudo”, capaz de explicar o funcionamento do Universo. Faizal e seus colegas mostraram que é impossível fazer isso de forma puramente matemática. “Nenhuma teoria de tudo pode ser derivada da computação”, disse ele. “Portanto, este universo não pode ser uma simulação.”

Revista Superinteressante. N° 482. Dez/2025

No fragmento “Nós demonstramos que é impossível descrever todos os aspectos da realidade física”, a oração em negrito é classificada sintaticamente como:

 

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4096501 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-SC

UNIVERSO NÃO É UMA SIMULAÇÃO, DIZ ESTUDO

Análise matemática aponta falhas nessa tese intrigante – e recorrente

E se a realidade for apenas uma simulação de computador, dentro da qual existimos? Essa hipótese foi proposta diversas vezes (a mais famosa em 2003, pelo filósofo sueco Nick Bostrom), e vive sendo citada em debates online. Ela soa absurda, mas é surpreendentemente difícil de refutar – se estivermos dentro de uma simulação, não temos como enxergar isso. Um grupo de cientistas canadenses decidiu tentar: publicou um estudo provando matematicamente que o universo não é uma simulação. O mais interessante é como eles chegaram a essa conclusão. “Nós demonstramos que é impossível descrever todos os aspectos da realidade física usando uma teoria computacional da gravidade quântica”, disse Mir Faizal, professor da Universidade da Colúmbia Britânica e autor do estudo, em nota. A gravidade quântica é um campo de estudos que tenta unificar a física newtoniana com a física quântica – o que poderia levar à chamada “teoria de tudo”, capaz de explicar o funcionamento do Universo. Faizal e seus colegas mostraram que é impossível fazer isso de forma puramente matemática. “Nenhuma teoria de tudo pode ser derivada da computação”, disse ele. “Portanto, este universo não pode ser uma simulação.”

Revista Superinteressante. N° 482. Dez/2025

Considerando os princípios de clareza e correção gramatical exigidos na Redação Oficial, assinale a alternativa que apresenta uma proposta de reescritura para o trecho “Nenhuma teoria de tudo pode ser derivada da computação”, mantendo o sentido original e o padrão culto.

 

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4096500 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-SC

UNIVERSO NÃO É UMA SIMULAÇÃO, DIZ ESTUDO

Análise matemática aponta falhas nessa tese intrigante – e recorrente

E se a realidade for apenas uma simulação de computador, dentro da qual existimos? Essa hipótese foi proposta diversas vezes (a mais famosa em 2003, pelo filósofo sueco Nick Bostrom), e vive sendo citada em debates online. Ela soa absurda, mas é surpreendentemente difícil de refutar – se estivermos dentro de uma simulação, não temos como enxergar isso. Um grupo de cientistas canadenses decidiu tentar: publicou um estudo provando matematicamente que o universo não é uma simulação. O mais interessante é como eles chegaram a essa conclusão. “Nós demonstramos que é impossível descrever todos os aspectos da realidade física usando uma teoria computacional da gravidade quântica”, disse Mir Faizal, professor da Universidade da Colúmbia Britânica e autor do estudo, em nota. A gravidade quântica é um campo de estudos que tenta unificar a física newtoniana com a física quântica – o que poderia levar à chamada “teoria de tudo”, capaz de explicar o funcionamento do Universo. Faizal e seus colegas mostraram que é impossível fazer isso de forma puramente matemática. “Nenhuma teoria de tudo pode ser derivada da computação”, disse ele. “Portanto, este universo não pode ser uma simulação.”

Revista Superinteressante. N° 482. Dez/2025

A partir da leitura global do texto, depreende-se que a conclusão alcançada pelo grupo de cientistas canadenses, de que o universo não é uma simulação, sustenta-se em uma:

 

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  1. O Fórum Econômico Mundial de Davos 2026 foi claro: a inteligência artificial (IA) deixou
  2. de ser tendência e passou a ser estratégia central nas organizações. A discussão já não gira em
  3. torno de "se" a IA será adotada, mas "como" ela será integrada aos modelos de negócio, aos
  4. processos decisórios e à forma como o trabalho é estruturado.
  5. Tratar a inteligência artificial como um projeto paralelo, um laboratório isolado de inovação
  6. ou uma simples iniciativa de tecnologia é um erro estratégico. Os debates e relatórios
  7. apresentados em Davos mostram que as organizações que geram valor consistente são aquelas
  8. que conectam a IA à execução, à governança e ao desenho organizacional. A IA não pode ser
  9. encarada como uma ferramenta acessória, mas como uma infraestrutura de competitividade,
  10. comparável à eletricidade ou à internet em outros momentos da história econômica.
  11. [...] O Fórum Econômico Mundial estima que cerca de 1,1 bilhão de empregos serão
  12. transformados pela tecnologia na próxima década e que 86% das empresas globais serão
  13. impactadas diretamente por IA e processamento de dados até 2030. A própria instituição ressalta
  14. que a inteligência artificial tende a criar mais postos de trabalho do que eliminar, desde que haja
  15. investimento deliberado em requalificação profissional, redesenho das funções e novas formas de
  16. organização do trabalho.
  17. Davos também apresentou quatro cenários possíveis para o futuro do trabalho até 2030. [...]
  18. Em todos os cenários, há um ponto comum: sem desenvolvimento consistente de talentos, não há
  19. ganho sustentável de produtividade nem crescimento econômico de longo prazo.
  20. No Brasil, esse movimento é visível. Levantamento do Infojobs aponta que as vagas que
  21. exigem conhecimentos em inteligência artificial cresceram 65% em 2025, consolidando a IA
  22. como uma qualificação concreta para geração de emprego e renda. Dados do LinkedIn reforçam
  23. essa tendência: o percentual de profissionais que utilizam IA diariamente no trabalho no país
  24. saltou de 17% para 35% em apenas 18 meses. Além disso, 78% dos trabalhadores brasileiros
  25. afirmam que pretendem aprender novas habilidades ligadas à IA, sinalizando uma mudança
  26. acelerada de mentalidade no mercado nacional. [...].

ALMEIDA, P.O recado de Davos sobre inteligência artificial. Correio Brasilienze. 24 fev. 2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2026/02/7360879-o-recado-de-davos-sobre-inteligencia-artificial.html

Assinale a alternativa cuja palavra, como “infraestrutura” (linha 09), está corretamente grafada conforme as normas vigentes.

 

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  1. O Fórum Econômico Mundial de Davos 2026 foi claro: a inteligência artificial (IA) deixou
  2. de ser tendência e passou a ser estratégia central nas organizações. A discussão já não gira em
  3. torno de "se" a IA será adotada, mas "como" ela será integrada aos modelos de negócio, aos
  4. processos decisórios e à forma como o trabalho é estruturado.
  5. Tratar a inteligência artificial como um projeto paralelo, um laboratório isolado de inovação
  6. ou uma simples iniciativa de tecnologia é um erro estratégico. Os debates e relatórios
  7. apresentados em Davos mostram que as organizações que geram valor consistente são aquelas
  8. que conectam a IA à execução, à governança e ao desenho organizacional. A IA não pode ser
  9. encarada como uma ferramenta acessória, mas como uma infraestrutura de competitividade,
  10. comparável à eletricidade ou à internet em outros momentos da história econômica.
  11. [...] O Fórum Econômico Mundial estima que cerca de 1,1 bilhão de empregos serão
  12. transformados pela tecnologia na próxima década e que 86% das empresas globais serão
  13. impactadas diretamente por IA e processamento de dados até 2030. A própria instituição ressalta
  14. que a inteligência artificial tende a criar mais postos de trabalho do que eliminar, desde que haja
  15. investimento deliberado em requalificação profissional, redesenho das funções e novas formas de
  16. organização do trabalho.
  17. Davos também apresentou quatro cenários possíveis para o futuro do trabalho até 2030. [...]
  18. Em todos os cenários, há um ponto comum: sem desenvolvimento consistente de talentos, não há
  19. ganho sustentável de produtividade nem crescimento econômico de longo prazo.
  20. No Brasil, esse movimento é visível. Levantamento do Infojobs aponta que as vagas que
  21. exigem conhecimentos em inteligência artificial cresceram 65% em 2025, consolidando a IA
  22. como uma qualificação concreta para geração de emprego e renda. Dados do LinkedIn reforçam
  23. essa tendência: o percentual de profissionais que utilizam IA diariamente no trabalho no país
  24. saltou de 17% para 35% em apenas 18 meses. Além disso, 78% dos trabalhadores brasileiros
  25. afirmam que pretendem aprender novas habilidades ligadas à IA, sinalizando uma mudança
  26. acelerada de mentalidade no mercado nacional. [...].

ALMEIDA, P.O recado de Davos sobre inteligência artificial. Correio Brasilienze. 24 fev. 2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2026/02/7360879-o-recado-de-davos-sobre-inteligencia-artificial.html

Assinale a alternativa cuja oração exerce a mesma função sintática que o termo destacado em "Em todos os cenários, há um ponto comum" (linha 18).

 

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  1. O Fórum Econômico Mundial de Davos 2026 foi claro: a inteligência artificial (IA) deixou
  2. de ser tendência e passou a ser estratégia central nas organizações. A discussão já não gira em
  3. torno de "se" a IA será adotada, mas "como" ela será integrada aos modelos de negócio, aos
  4. processos decisórios e à forma como o trabalho é estruturado.
  5. Tratar a inteligência artificial como um projeto paralelo, um laboratório isolado de inovação
  6. ou uma simples iniciativa de tecnologia é um erro estratégico. Os debates e relatórios
  7. apresentados em Davos mostram que as organizações que geram valor consistente são aquelas
  8. que conectam a IA à execução, à governança e ao desenho organizacional. A IA não pode ser
  9. encarada como uma ferramenta acessória, mas como uma infraestrutura de competitividade,
  10. comparável à eletricidade ou à internet em outros momentos da história econômica.
  11. [...] O Fórum Econômico Mundial estima que cerca de 1,1 bilhão de empregos serão
  12. transformados pela tecnologia na próxima década e que 86% das empresas globais serão
  13. impactadas diretamente por IA e processamento de dados até 2030. A própria instituição ressalta
  14. que a inteligência artificial tende a criar mais postos de trabalho do que eliminar, desde que haja
  15. investimento deliberado em requalificação profissional, redesenho das funções e novas formas de
  16. organização do trabalho.
  17. Davos também apresentou quatro cenários possíveis para o futuro do trabalho até 2030. [...]
  18. Em todos os cenários, há um ponto comum: sem desenvolvimento consistente de talentos, não há
  19. ganho sustentável de produtividade nem crescimento econômico de longo prazo.
  20. No Brasil, esse movimento é visível. Levantamento do Infojobs aponta que as vagas que
  21. exigem conhecimentos em inteligência artificial cresceram 65% em 2025, consolidando a IA
  22. como uma qualificação concreta para geração de emprego e renda. Dados do LinkedIn reforçam
  23. essa tendência: o percentual de profissionais que utilizam IA diariamente no trabalho no país
  24. saltou de 17% para 35% em apenas 18 meses. Além disso, 78% dos trabalhadores brasileiros
  25. afirmam que pretendem aprender novas habilidades ligadas à IA, sinalizando uma mudança
  26. acelerada de mentalidade no mercado nacional. [...].

ALMEIDA, P.O recado de Davos sobre inteligência artificial. Correio Brasilienze. 24 fev. 2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2026/02/7360879-o-recado-de-davos-sobre-inteligencia-artificial.html

Em "...desde que haja investimento deliberado em requalificação profissional..." (linhas 14-15), a locução destacada poderia ser substituída, mantendo o mesmo sentido, por:

 

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  1. O Fórum Econômico Mundial de Davos 2026 foi claro: a inteligência artificial (IA) deixou
  2. de ser tendência e passou a ser estratégia central nas organizações. A discussão já não gira em
  3. torno de "se" a IA será adotada, mas "como" ela será integrada aos modelos de negócio, aos
  4. processos decisórios e à forma como o trabalho é estruturado.
  5. Tratar a inteligência artificial como um projeto paralelo, um laboratório isolado de inovação
  6. ou uma simples iniciativa de tecnologia é um erro estratégico. Os debates e relatórios
  7. apresentados em Davos mostram que as organizações que geram valor consistente são aquelas
  8. que conectam a IA à execução, à governança e ao desenho organizacional. A IA não pode ser
  9. encarada como uma ferramenta acessória, mas como uma infraestrutura de competitividade,
  10. comparável à eletricidade ou à internet em outros momentos da história econômica.
  11. [...] O Fórum Econômico Mundial estima que cerca de 1,1 bilhão de empregos serão
  12. transformados pela tecnologia na próxima década e que 86% das empresas globais serão
  13. impactadas diretamente por IA e processamento de dados até 2030. A própria instituição ressalta
  14. que a inteligência artificial tende a criar mais postos de trabalho do que eliminar, desde que haja
  15. investimento deliberado em requalificação profissional, redesenho das funções e novas formas de
  16. organização do trabalho.
  17. Davos também apresentou quatro cenários possíveis para o futuro do trabalho até 2030. [...]
  18. Em todos os cenários, há um ponto comum: sem desenvolvimento consistente de talentos, não há
  19. ganho sustentável de produtividade nem crescimento econômico de longo prazo.
  20. No Brasil, esse movimento é visível. Levantamento do Infojobs aponta que as vagas que
  21. exigem conhecimentos em inteligência artificial cresceram 65% em 2025, consolidando a IA
  22. como uma qualificação concreta para geração de emprego e renda. Dados do LinkedIn reforçam
  23. essa tendência: o percentual de profissionais que utilizam IA diariamente no trabalho no país
  24. saltou de 17% para 35% em apenas 18 meses. Além disso, 78% dos trabalhadores brasileiros
  25. afirmam que pretendem aprender novas habilidades ligadas à IA, sinalizando uma mudança
  26. acelerada de mentalidade no mercado nacional. [...].

ALMEIDA, P.O recado de Davos sobre inteligência artificial. Correio Brasilienze. 24 fev. 2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2026/02/7360879-o-recado-de-davos-sobre-inteligencia-artificial.html

Assinale a alternativa cuja concordância verbal está conforme a norma gramatical.

 

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  1. O Fórum Econômico Mundial de Davos 2026 foi claro: a inteligência artificial (IA) deixou
  2. de ser tendência e passou a ser estratégia central nas organizações. A discussão já não gira em
  3. torno de "se" a IA será adotada, mas "como" ela será integrada aos modelos de negócio, aos
  4. processos decisórios e à forma como o trabalho é estruturado.
  5. Tratar a inteligência artificial como um projeto paralelo, um laboratório isolado de inovação
  6. ou uma simples iniciativa de tecnologia é um erro estratégico. Os debates e relatórios
  7. apresentados em Davos mostram que as organizações que geram valor consistente são aquelas
  8. que conectam a IA à execução, à governança e ao desenho organizacional. A IA não pode ser
  9. encarada como uma ferramenta acessória, mas como uma infraestrutura de competitividade,
  10. comparável à eletricidade ou à internet em outros momentos da história econômica.
  11. [...] O Fórum Econômico Mundial estima que cerca de 1,1 bilhão de empregos serão
  12. transformados pela tecnologia na próxima década e que 86% das empresas globais serão
  13. impactadas diretamente por IA e processamento de dados até 2030. A própria instituição ressalta
  14. que a inteligência artificial tende a criar mais postos de trabalho do que eliminar, desde que haja
  15. investimento deliberado em requalificação profissional, redesenho das funções e novas formas de
  16. organização do trabalho.
  17. Davos também apresentou quatro cenários possíveis para o futuro do trabalho até 2030. [...]
  18. Em todos os cenários, há um ponto comum: sem desenvolvimento consistente de talentos, não há
  19. ganho sustentável de produtividade nem crescimento econômico de longo prazo.
  20. No Brasil, esse movimento é visível. Levantamento do Infojobs aponta que as vagas que
  21. exigem conhecimentos em inteligência artificial cresceram 65% em 2025, consolidando a IA
  22. como uma qualificação concreta para geração de emprego e renda. Dados do LinkedIn reforçam
  23. essa tendência: o percentual de profissionais que utilizam IA diariamente no trabalho no país
  24. saltou de 17% para 35% em apenas 18 meses. Além disso, 78% dos trabalhadores brasileiros
  25. afirmam que pretendem aprender novas habilidades ligadas à IA, sinalizando uma mudança
  26. acelerada de mentalidade no mercado nacional. [...].

ALMEIDA, P.O recado de Davos sobre inteligência artificial. Correio Brasilienze. 24 fev. 2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2026/02/7360879-o-recado-de-davos-sobre-inteligencia-artificial.html

Assinale a alternativa que contém um adjetivo derivado de verbo.

 

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  1. O Fórum Econômico Mundial de Davos 2026 foi claro: a inteligência artificial (IA) deixou
  2. de ser tendência e passou a ser estratégia central nas organizações. A discussão já não gira em
  3. torno de "se" a IA será adotada, mas "como" ela será integrada aos modelos de negócio, aos
  4. processos decisórios e à forma como o trabalho é estruturado.
  5. Tratar a inteligência artificial como um projeto paralelo, um laboratório isolado de inovação
  6. ou uma simples iniciativa de tecnologia é um erro estratégico. Os debates e relatórios
  7. apresentados em Davos mostram que as organizações que geram valor consistente são aquelas
  8. que conectam a IA à execução, à governança e ao desenho organizacional. A IA não pode ser
  9. encarada como uma ferramenta acessória, mas como uma infraestrutura de competitividade,
  10. comparável à eletricidade ou à internet em outros momentos da história econômica.
  11. [...] O Fórum Econômico Mundial estima que cerca de 1,1 bilhão de empregos serão
  12. transformados pela tecnologia na próxima década e que 86% das empresas globais serão
  13. impactadas diretamente por IA e processamento de dados até 2030. A própria instituição ressalta
  14. que a inteligência artificial tende a criar mais postos de trabalho do que eliminar, desde que haja
  15. investimento deliberado em requalificação profissional, redesenho das funções e novas formas de
  16. organização do trabalho.
  17. Davos também apresentou quatro cenários possíveis para o futuro do trabalho até 2030. [...]
  18. Em todos os cenários, há um ponto comum: sem desenvolvimento consistente de talentos, não há
  19. ganho sustentável de produtividade nem crescimento econômico de longo prazo.
  20. No Brasil, esse movimento é visível. Levantamento do Infojobs aponta que as vagas que
  21. exigem conhecimentos em inteligência artificial cresceram 65% em 2025, consolidando a IA
  22. como uma qualificação concreta para geração de emprego e renda. Dados do LinkedIn reforçam
  23. essa tendência: o percentual de profissionais que utilizam IA diariamente no trabalho no país
  24. saltou de 17% para 35% em apenas 18 meses. Além disso, 78% dos trabalhadores brasileiros
  25. afirmam que pretendem aprender novas habilidades ligadas à IA, sinalizando uma mudança
  26. acelerada de mentalidade no mercado nacional. [...].

ALMEIDA, P.O recado de Davos sobre inteligência artificial. Correio Brasilienze. 24 fev. 2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2026/02/7360879-o-recado-de-davos-sobre-inteligencia-artificial.html

Assinale a alternativa em que a palavra destacada poderia trocar de posição com a que se combina, sem alterar o significado no contexto.

 

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  2. de ser tendência e passou a ser estratégia central nas organizações. A discussão já não gira em
  3. torno de "se" a IA será adotada, mas "como" ela será integrada aos modelos de negócio, aos
  4. processos decisórios e à forma como o trabalho é estruturado.
  5. Tratar a inteligência artificial como um projeto paralelo, um laboratório isolado de inovação
  6. ou uma simples iniciativa de tecnologia é um erro estratégico. Os debates e relatórios
  7. apresentados em Davos mostram que as organizações que geram valor consistente são aquelas
  8. que conectam a IA à execução, à governança e ao desenho organizacional. A IA não pode ser
  9. encarada como uma ferramenta acessória, mas como uma infraestrutura de competitividade,
  10. comparável à eletricidade ou à internet em outros momentos da história econômica.
  11. [...] O Fórum Econômico Mundial estima que cerca de 1,1 bilhão de empregos serão
  12. transformados pela tecnologia na próxima década e que 86% das empresas globais serão
  13. impactadas diretamente por IA e processamento de dados até 2030. A própria instituição ressalta
  14. que a inteligência artificial tende a criar mais postos de trabalho do que eliminar, desde que haja
  15. investimento deliberado em requalificação profissional, redesenho das funções e novas formas de
  16. organização do trabalho.
  17. Davos também apresentou quatro cenários possíveis para o futuro do trabalho até 2030. [...]
  18. Em todos os cenários, há um ponto comum: sem desenvolvimento consistente de talentos, não há
  19. ganho sustentável de produtividade nem crescimento econômico de longo prazo.
  20. No Brasil, esse movimento é visível. Levantamento do Infojobs aponta que as vagas que
  21. exigem conhecimentos em inteligência artificial cresceram 65% em 2025, consolidando a IA
  22. como uma qualificação concreta para geração de emprego e renda. Dados do LinkedIn reforçam
  23. essa tendência: o percentual de profissionais que utilizam IA diariamente no trabalho no país
  24. saltou de 17% para 35% em apenas 18 meses. Além disso, 78% dos trabalhadores brasileiros
  25. afirmam que pretendem aprender novas habilidades ligadas à IA, sinalizando uma mudança
  26. acelerada de mentalidade no mercado nacional. [...].

ALMEIDA, P.O recado de Davos sobre inteligência artificial. Correio Brasilienze. 24 fev. 2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2026/02/7360879-o-recado-de-davos-sobre-inteligencia-artificial.html

Segundo o texto, as discussões do Fórum consideram que a inteligência artificial:

 

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