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4040398 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Barra Bugres-MT
Orgão: Pref. Barra Bugres-MT
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Em textos argumentativos, é comum que o autor recorra a discursos de outras esferas sociais, como o científico, o jurídico, o religioso ou o midiático, a fim de fortalecer seus argumentos. Mesmo sem mencionar explicitamente a fonte desses discursos, o texto se apropria de suas formas de dizer, de seus valores e de sua autoridade simbólica, produzindo sentidos que ultrapassam o texto em si.
Esse mecanismo de construção de sentido corresponde ao conceito de:
 

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4040397 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Barra Bugres-MT
Orgão: Pref. Barra Bugres-MT
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Nenhum texto se constrói a partir de uma única voz isolada. Mesmo quando o autor aparenta expressar uma opinião individual, seu discurso é atravessado por enunciados anteriores, posições ideológicas, valores sociais e saberes historicamente constituídos. Esses diferentes pontos de vista podem aparecer de forma explícita, como citações diretas, ou implícita, por meio de ironias, alusões e reformulações discursivas, criando um jogo de vozes que dialogam, se complementam ou entram em conflito dentro do texto.
O fenômeno discursivo descrito no texto denomina-se:
 

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4040396 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Barra Bugres-MT
Orgão: Pref. Barra Bugres-MT
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Ao longo da história, a palavra escrita desempenhou papel fundamental na organização das sociedades. Por meio dela, valores foram transmitidos, conflitos registrados e identidades construídas. Ler, portanto, não se resume à decodificação de signos gráficos, mas envolve a capacidade de inferir sentidos, reconhecer implícitos e estabelecer relações entre o texto e o contexto em que foi produzido.
Considerando o texto, compreender a leitura implica, sobretudo:
 

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4040284 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Barra Bugres-MT
Orgão: Pref. Barra Bugres-MT
Texto II
A experiência da paternidade, ao longo da história, foi marcada por uma formação menos sistematizada do que a maternidade. Enquanto as mulheres, desde cedo, são socialmente educadas para exercer o papel de mãe, os homens acabam construindo sua identidade paterna de maneira improvisada, baseada em vivências pessoais, erros e acertos. Essa ausência de um modelo rígido resulta em múltiplas formas de ser pai, cada uma marcada por singularidades, contradições e afetos próprios.
Nesse sentido, o pai não se configura como uma figura padronizada, mas como alguém que se constitui na relação com os filhos e com o contexto social em que está inserido. Tal diversidade não diminui sua importância; ao contrário, revela a riqueza e a complexidade do exercício da paternidade na contemporaneidade.
A palavra “singularidades”, no contexto em que aparece, pode ser corretamente substituída, sem prejuízo de sentido, por:
 

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4040283 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Barra Bugres-MT
Orgão: Pref. Barra Bugres-MT
Texto II
A experiência da paternidade, ao longo da história, foi marcada por uma formação menos sistematizada do que a maternidade. Enquanto as mulheres, desde cedo, são socialmente educadas para exercer o papel de mãe, os homens acabam construindo sua identidade paterna de maneira improvisada, baseada em vivências pessoais, erros e acertos. Essa ausência de um modelo rígido resulta em múltiplas formas de ser pai, cada uma marcada por singularidades, contradições e afetos próprios.
Nesse sentido, o pai não se configura como uma figura padronizada, mas como alguém que se constitui na relação com os filhos e com o contexto social em que está inserido. Tal diversidade não diminui sua importância; ao contrário, revela a riqueza e a complexidade do exercício da paternidade na contemporaneidade.
Do ponto de vista linguístico, o texto caracteriza-se predominantemente pelo uso de:
 

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4040282 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Barra Bugres-MT
Orgão: Pref. Barra Bugres-MT
Texto II
A experiência da paternidade, ao longo da história, foi marcada por uma formação menos sistematizada do que a maternidade. Enquanto as mulheres, desde cedo, são socialmente educadas para exercer o papel de mãe, os homens acabam construindo sua identidade paterna de maneira improvisada, baseada em vivências pessoais, erros e acertos. Essa ausência de um modelo rígido resulta em múltiplas formas de ser pai, cada uma marcada por singularidades, contradições e afetos próprios.
Nesse sentido, o pai não se configura como uma figura padronizada, mas como alguém que se constitui na relação com os filhos e com o contexto social em que está inserido. Tal diversidade não diminui sua importância; ao contrário, revela a riqueza e a complexidade do exercício da paternidade na contemporaneidade.
No desenvolvimento do texto, a autora sustenta a tese de que não existe um modelo único de paternidade, utilizando, como estratégia argumentativa predominante,
 

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4040281 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Barra Bugres-MT
Orgão: Pref. Barra Bugres-MT
Texto I
A água constitui um recurso natural de elevado valor econômico, social e ambiental, sendo essencial para a manutenção da vida humana e para o equilíbrio dos ecossistemas. Embora o planeta Terra apresente grande quantidade de água em sua composição, a distribuição desse recurso ocorre de maneira desigual, o que compromete o acesso de populações inteiras ao consumo adequado. Tal desigualdade revela que a aparente abundância hídrica não corresponde à realidade vivenciada por grande parte da humanidade.
Segundo dados da Agência Nacional de Águas, aproximadamente 97,5% da água existente no planeta é salgada, o que a torna imprópria para o consumo humano direto. Dos 2,5% de água doce disponíveis, a maior parte encontra-se concentrada em geleiras ou aquíferos subterrâneos de difícil acesso. Além disso, fatores como poluição, desperdício e má gestão dos recursos hídricos intensificam a crise da água, sobretudo em países em desenvolvimento. 
A afirmação de que fatores como poluição, desperdício e má gestão intensificam a crise hídrica revela uma relação semântica de
 

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4040280 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Barra Bugres-MT
Orgão: Pref. Barra Bugres-MT
Texto I
A água constitui um recurso natural de elevado valor econômico, social e ambiental, sendo essencial para a manutenção da vida humana e para o equilíbrio dos ecossistemas. Embora o planeta Terra apresente grande quantidade de água em sua composição, a distribuição desse recurso ocorre de maneira desigual, o que compromete o acesso de populações inteiras ao consumo adequado. Tal desigualdade revela que a aparente abundância hídrica não corresponde à realidade vivenciada por grande parte da humanidade.
Segundo dados da Agência Nacional de Águas, aproximadamente 97,5% da água existente no planeta é salgada, o que a torna imprópria para o consumo humano direto. Dos 2,5% de água doce disponíveis, a maior parte encontra-se concentrada em geleiras ou aquíferos subterrâneos de difícil acesso. Além disso, fatores como poluição, desperdício e má gestão dos recursos hídricos intensificam a crise da água, sobretudo em países em desenvolvimento. 
Considerando o primeiro parágrafo do texto, observa-se que o autor constrói sua argumentação a partir da contraposição entre a ideia de abundância natural da água e a realidade social vivenciada por grande parte da população mundial. A ideia central do parágrafo estabelece-se, portanto, a partir da relação entre
 

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4040255 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Barra Bugres-MT
Orgão: Pref. Barra Bugres-MT

O SILÊNCIO DA ESTAÇÃO


A estação ferroviária de Pedra Clara sempre foi um lugar de passagens, despedidas e reencontros. Construída no final do século XIX, guardava em seus trilhos não apenas o peso dos trens que por ali cruzavam, mas também fragmentos de histórias que o tempo insistia em preservar. Havia, no ar, um cheiro permanente de ferro misturado ao perfume das laranjeiras que cresciam no pátio lateral, como se a própria natureza tentasse suavizar a aspereza do cotidiano.


Numa tarde de junho, enquanto a luz dourada do sol atravessava os vitrais antigos, um homem de casaco escuro caminhou lentamente até o banco central da plataforma. Chamava-se Augusto, e há mais de vinte anos não voltava à cidade. Partira jovem, levando consigo ambições grandiosas e a firme promessa de retornar apenas quando sua vida estivesse plenamente construída. No entanto, ali estava ele, regressando não por triunfo, mas pela sensação de que algo essencial tinha ficado preso no passado, esperando por ele.


Sentou-se, observando o ritmo monótono dos funcionários que carregavam caixas e organizavam horários. Em algum ponto da memória, ele ainda podia ouvir risos antigos ecoando entre as pilastras de pedra. Pensou em Helena, sua melhor amiga de infância, com quem compartilhara sonhos e segredos. Nunca mais a viu depois de sua partida apressada. Perguntou-se se ela teria permanecido na cidade, se teria construído a vida que desejava, se lembrava dele.


O anúncio de um trem interrompeu seus devaneios. O vento soprou forte, carregando folhas secas pela plataforma. Augusto percebeu então que as mudanças do tempo não atingiam apenas paisagens e estruturas; também moldavam pessoas, silenciando algumas memórias e intensificando outras. Pela primeira vez em décadas, sentiu que talvez não tivesse fugido da cidade, mas de si mesmo.

Leia o fragmento:


“O silêncio envolvia Augusto enquanto ele observava a movimentação suave dos funcionários da estação.”

Considerando que, na língua portuguesa, nem sempre há correspondência direta entre letras e fonemas, especialmente em palavras que apresentam dígrafos, encontros consonantais ou encontros vocálicos, assinale a alternativa cuja palavra apresenta igualdade entre o número de letras e o número de fonemas, sem ocorrência de dígrafo ou ditongo.

 

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4040254 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Barra Bugres-MT
Orgão: Pref. Barra Bugres-MT

O SILÊNCIO DA ESTAÇÃO


A estação ferroviária de Pedra Clara sempre foi um lugar de passagens, despedidas e reencontros. Construída no final do século XIX, guardava em seus trilhos não apenas o peso dos trens que por ali cruzavam, mas também fragmentos de histórias que o tempo insistia em preservar. Havia, no ar, um cheiro permanente de ferro misturado ao perfume das laranjeiras que cresciam no pátio lateral, como se a própria natureza tentasse suavizar a aspereza do cotidiano.


Numa tarde de junho, enquanto a luz dourada do sol atravessava os vitrais antigos, um homem de casaco escuro caminhou lentamente até o banco central da plataforma. Chamava-se Augusto, e há mais de vinte anos não voltava à cidade. Partira jovem, levando consigo ambições grandiosas e a firme promessa de retornar apenas quando sua vida estivesse plenamente construída. No entanto, ali estava ele, regressando não por triunfo, mas pela sensação de que algo essencial tinha ficado preso no passado, esperando por ele.


Sentou-se, observando o ritmo monótono dos funcionários que carregavam caixas e organizavam horários. Em algum ponto da memória, ele ainda podia ouvir risos antigos ecoando entre as pilastras de pedra. Pensou em Helena, sua melhor amiga de infância, com quem compartilhara sonhos e segredos. Nunca mais a viu depois de sua partida apressada. Perguntou-se se ela teria permanecido na cidade, se teria construído a vida que desejava, se lembrava dele.


O anúncio de um trem interrompeu seus devaneios. O vento soprou forte, carregando folhas secas pela plataforma. Augusto percebeu então que as mudanças do tempo não atingiam apenas paisagens e estruturas; também moldavam pessoas, silenciando algumas memórias e intensificando outras. Pela primeira vez em décadas, sentiu que talvez não tivesse fugido da cidade, mas de si mesmo.

O uso do tempo verbal no texto contribui para expressar lembranças e percepções do protagonista. Nesse sentido, a expressão “ele ainda podia ouvir risos antigos” indica:
 

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