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4041039 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Arcoverde-PE
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que celebramos o Natal usando árvores artificiais?
Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio por necessidade. "As árvores naturais apresentavam problemas e os inventores buscaram maneiras de resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris Cascio, curador do Hagley Museum and Library, entidade em Wilmington, no estado norte-americano do Delaware.
Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para manter as festas alegres e animadas, os alemães criaram suas próprias árvores, organizando hastes de metal como galhos e enfeitando-as com penas de pássaros — todas pintadas de verde, é claro.
Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos e por outras nações que celebravam o Natal.
Pessoas em todo o mundo também começaram a se preocupar com o perigo de incêndios domésticos causados por galhos secos. Em 1899, o jornal "Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum inventor se apresentar com uma árvore de Natal de arame que garanta um presente para cada membro da família e seja absolutamente à prova de fogo".
Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas um dos muitos inventores ao redor do mundo.
Os primeiros inventores criaram árvores falsas com todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal que podiam segurar galhos reais cortados ou toques artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde, árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de cores que mudava de tonalidade à medida que girava.
Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e o alumínio estava em declínio, havia um interesse crescente por árvores realistas e um homem estava pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial. Spiegel era mecânico na empresa The American Brush Machine Company, que havia tentado, sem sucesso, durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como modelos, finalmente conseguiu o processo.
A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da empresa, chamada American Tree and Wreath, e na década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas", explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo — justamente quando os americanos estavam prontos."
https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/12/arvor e-de-natal-artificial-ou-verdadeira-qual-e-a-mais-sustentavel-para-a-natureza
Além das questões ambientais, o texto destaca preocupações relacionadas à segurança doméstica que impulsionaram inovações no design das árvores natalinas. Essas preocupações influenciaram tanto a opinião pública quanto o trabalho de inventores.

De acordo com o texto, que fator contribuiu para reforçar a aceitação social das árvores artificiais no final do século XIX?
 

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4041038 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Arcoverde-PE
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que celebramos o Natal usando árvores artificiais?
Assim como as árvores de Natal naturais, as árvores artificiais surgiram na Alemanha. Mas sua criação veio por necessidade. "As árvores naturais apresentavam problemas e os inventores buscaram maneiras de resolvê-los, criar algo melhor e lucrar com isso", diz Chris Cascio, curador do Hagley Museum and Library, entidade em Wilmington, no estado norte-americano do Delaware.
Uma dessas questões era o desmatamento, que levou à escassez de árvores de Natal reais no século 19. Para manter as festas alegres e animadas, os alemães criaram suas próprias árvores, organizando hastes de metal como galhos e enfeitando-as com penas de pássaros — todas pintadas de verde, é claro.
Esse protótipo inicial de árvore de Natal artificial logo se espalhou pela Inglaterra vitoriana, pelos Estados Unidos e por outras nações que celebravam o Natal.
Pessoas em todo o mundo também começaram a se preocupar com o perigo de incêndios domésticos causados por galhos secos. Em 1899, o jornal "Minneapolis Times" apelou: "Agora é a hora de algum inventor se apresentar com uma árvore de Natal de arame que garanta um presente para cada membro da família e seja absolutamente à prova de fogo".
Mas os inventores já estavam trabalhando nisso. A primeira patente nos Estados Unidos para uma árvore artificial foi concedida a August Wengenroth, da cidade de Troy, em Nova York, no ano de 1882. Ele era apenas um dos muitos inventores ao redor do mundo.
Os primeiros inventores criaram árvores falsas com todos os tipos de materiais: troncos de madeira ou metal que podiam segurar galhos reais cortados ou toques artificiais, como "folhagem" de papel alumínio verde, árvores feitas de cabelos reutilizados ou escovas de vaso sanitário de arame e "árvores de enfeites" feitas de alumínio que podiam até ser iluminadas por uma roda de cores que mudava de tonalidade à medida que girava.
Mas, à medida que a década de 1960 chegava ao fim e o alumínio estava em declínio, havia um interesse crescente por árvores realistas e um homem estava pronto para aproveitar o momento: Si Spiegel, um ex-piloto de bombardeiro da Segunda Guerra Mundial. Spiegel era mecânico na empresa The American Brush Machine Company, que havia tentado, sem sucesso, durante anos, reutilizar suas escovas para árvores de Natal — até que Spiegel, usando árvores reais como modelos, finalmente conseguiu o processo.
A partir disso, Spiegel recebeu sua própria divisão da empresa, chamada American Tree and Wreath, e na década de 1970 ela já produzia 800 mil árvores por ano — uma a cada quatro minutos. "Não foi apenas o fato de ele ter projetado a maquinaria para fabricar árvores de melhor qualidade, rapidamente e com menos despesas", explica Cascio. "Ele fez isso no momento certo — justamente quando os americanos estavam prontos."
https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/12/arvor e-de-natal-artificial-ou-verdadeira-qual-e-a-mais-sustentavel-para-a-natureza
A consolidação das árvores artificiais no mercado, conforme relatado no texto, não se deveu apenas à inovação tecnológica, mas também à leitura precisa do contexto histórico e cultural de consumo.

Qual combinação de fatores explica o sucesso de Si Spiegel na popularização das árvores de Natal artificiais?
 

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4041002 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: CONSAMU-PR
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Considere as frases a seguir como parte da mensagem de um memorando. Todos os períodos deveriam ser revisados por apresentarem desvios (ortográficos, de pontuação ou de norma culta), EXCETO:
 

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4041001 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: CONSAMU-PR
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Considere o fragmento a seguir para a questão.

Enchi dois sacos na rua Alfredo Maia. Levei um até ao ponto e depois voltei para levar outro. Percorri outras ruas. Conversei um pouco com o senhor João Pedro. Fui na casa de uma preta levar umas latas que ela havia pedido. Latas grandes para plantar flores. Fiquei conhecendo uma pretinha muito limpinha que falava muito bem. Disse ser costureira, mas que não gostava da profissão. E que admirava-me. Catar papel e cantar.

Eu sou muito alegre. Todas manhãs eu canto. Sou como as aves, que cantam apenas ao amanhecer. De manhã eu estou sempre alegre. A primeira coisa que faço é abrir a janela e contemplar o espaço.

Fonte: JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. 10. ed. São Paulo: Ática, 2014.

Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta do texto acima.
 

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4041000 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: CONSAMU-PR
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Considere o fragmento a seguir para a questão.

Enchi dois sacos na rua Alfredo Maia. Levei um até ao ponto e depois voltei para levar outro. Percorri outras ruas. Conversei um pouco com o senhor João Pedro. Fui na casa de uma preta levar umas latas que ela havia pedido. Latas grandes para plantar flores. Fiquei conhecendo uma pretinha muito limpinha que falava muito bem. Disse ser costureira, mas que não gostava da profissão. E que admirava-me. Catar papel e cantar.

Eu sou muito alegre. Todas manhãs eu canto. Sou como as aves, que cantam apenas ao amanhecer. De manhã eu estou sempre alegre. A primeira coisa que faço é abrir a janela e contemplar o espaço.

Fonte: JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. 10. ed. São Paulo: Ática, 2014.

Assinale a alternativa que apresenta uma análise INCORRETA em relação ao fragmento acima.
 

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4040999 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: CONSAMU-PR
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Considere o fragmento a seguir para a questão.

Enunciado 4974173-1

Fonte: https://saibamais.jor.br/2023/11/consciencia-negracharges-como-porrada-para-iniciar-debate-diz-brum/

Considerando o uso da vírgula e das reticências no texto acima, assinale a alternativa correta.
 

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4040998 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: CONSAMU-PR
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Considere o fragmento a seguir para a questão.

Enunciado 4974172-1

Fonte: https://saibamais.jor.br/2023/11/consciencia-negracharges-como-porrada-para-iniciar-debate-diz-brum/

Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta do texto acima.
 

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4040965 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Sertão Santana-RS
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Para responder à questão, leia o texto a baixo.
Enunciado 4972759-1
Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/meioambiente/2025/04/um-mundo-oculto-sob-o-gelo-da-antartida-cientistasrevelam-o-lugar-onde-os-rios-correm-para-cima (com adaptações)
Analise as partes que seguem, relativas ao valor semântico de prefixos empregados em palavras do texto.

(1ª parte): Na palavra coautora (I.21), o prefixo сo-expressa a ideia de participação conjunta, indicando compartilhamento da autoria do trabalho
(2ª parte): Na palavra desestabilizar (I16), o prefixo des-indica repetição da ação de estabilizar, sugerindo reforço da estabilidade das geleiras.
(3ª parte): Na palavra imperceptíveis (I.5), o prefixo im-acrescenta valor de negação, indicando aquilo que não pode ser percebido.

Pode-se afirmar que:
 

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4040964 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Sertão Santana-RS
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Para responder à questão, leia o texto a baixo.
Enunciado 4972758-1
Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/meioambiente/2025/04/um-mundo-oculto-sob-o-gelo-da-antartida-cientistasrevelam-o-lugar-onde-os-rios-correm-para-cima (com adaptações)
Acerca de aspectos sintáticos, morfológicos e fonológicos, assinale a alternativa cuja análise está INCORRETA.
 

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4040963 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Sertão Santana-RS
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Para responder à questão, leia o texto a baixo.
Enunciado 4972757-1
Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/meioambiente/2025/04/um-mundo-oculto-sob-o-gelo-da-antartida-cientistasrevelam-o-lugar-onde-os-rios-correm-para-cima (com adaptações)
Considere o trecho do texto: A enorme camada de gelo da Antártida parece plana (/.1-2). O termo sublinhado cumpre a função sintática de:
 

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