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Leia o texto a seguir:

A opinião dos brasileiros sobre o uso de câmeras de reconhecimento facial

Lauro Jardim

O debate sobre a regulação do uso de tecnologia de vigilância é um tema que os brasileiros têm acompanhado de perto. Pesquisa inédita realizada pelo coletivo jurídico Aqualtune Lab aponta que mais de 70% dos entrevistados afirmam que esse tipo de ferramenta precisa de regras claras e mecanismos de controle e responsabilização.

O estudo também revela uma forte percepção de desigualdade racial associada ao uso da tecnologia: 70% dos respondentes acreditam que pessoas negras estão mais sujeitas a prisões injustas decorrentes de falsos positivos em sistemas de reconhecimento facial.

Ainda assim, mais de 66% afirmam confiar que essas ferramentas poderão alcançar, no futuro, precisão total na identificação de suspeitos, evidenciando um paradoxo entre confiança tecnológica e percepção de risco.

A pesquisa mostrou ainda que o contato com informações sobre erros da tecnologia aumentou em 12,1% a sensação de vulnerabilidade dos entrevistados, sobretudo entre pessoas brancas, pardas e indígenas. Já a aprovação do uso do reconhecimento facial pela polícia em grandes eventos, como o Carnaval, caiu oito pontos percentuais após a exposição a conteúdos informativos.

O levantamento ouviu 2.934 pessoas, de forma anônima e com recortes diversos de gênero, raça, idade, escolaridade e região do país. A pesquisa foi realizada por meio de aplicativos de celular, na última semana de novembro, e tem precisão de 90%.

Fonte: https://oglobo.globo.com/blogs/lauro-jardim/post/2026/01/a-opiniao-dos-brasileiros-sobre-o-uso-de-cameras-de-reconhecimento-facial.ghtml. Acesso em 13/02/2026

“Pesquisa inédita realizada pelo coletivo jurídico Aqualtune Lab aponta que mais de 70% dos entrevistados afirmam que esse tipo de ferramenta precisa de regras claras e mecanismos de controle e responsabilização” (1º parágrafo). Os dois elementos em destaque são classificados, respectivamente, como:

 

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A opinião dos brasileiros sobre o uso de câmeras de reconhecimento facial

Lauro Jardim

O debate sobre a regulação do uso de tecnologia de vigilância é um tema que os brasileiros têm acompanhado de perto. Pesquisa inédita realizada pelo coletivo jurídico Aqualtune Lab aponta que mais de 70% dos entrevistados afirmam que esse tipo de ferramenta precisa de regras claras e mecanismos de controle e responsabilização.

O estudo também revela uma forte percepção de desigualdade racial associada ao uso da tecnologia: 70% dos respondentes acreditam que pessoas negras estão mais sujeitas a prisões injustas decorrentes de falsos positivos em sistemas de reconhecimento facial.

Ainda assim, mais de 66% afirmam confiar que essas ferramentas poderão alcançar, no futuro, precisão total na identificação de suspeitos, evidenciando um paradoxo entre confiança tecnológica e percepção de risco.

A pesquisa mostrou ainda que o contato com informações sobre erros da tecnologia aumentou em 12,1% a sensação de vulnerabilidade dos entrevistados, sobretudo entre pessoas brancas, pardas e indígenas. Já a aprovação do uso do reconhecimento facial pela polícia em grandes eventos, como o Carnaval, caiu oito pontos percentuais após a exposição a conteúdos informativos.

O levantamento ouviu 2.934 pessoas, de forma anônima e com recortes diversos de gênero, raça, idade, escolaridade e região do país. A pesquisa foi realizada por meio de aplicativos de celular, na última semana de novembro, e tem precisão de 90%.

Fonte: https://oglobo.globo.com/blogs/lauro-jardim/post/2026/01/a-opiniao-dos-brasileiros-sobre-o-uso-de-cameras-de-reconhecimento-facial.ghtml. Acesso em 13/02/2026

A expressão “Ainda assim”, no terceiro parágrafo, estabelece uma relação de:

 

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A opinião dos brasileiros sobre o uso de câmeras de reconhecimento facial

Lauro Jardim

O debate sobre a regulação do uso de tecnologia de vigilância é um tema que os brasileiros têm acompanhado de perto. Pesquisa inédita realizada pelo coletivo jurídico Aqualtune Lab aponta que mais de 70% dos entrevistados afirmam que esse tipo de ferramenta precisa de regras claras e mecanismos de controle e responsabilização.

O estudo também revela uma forte percepção de desigualdade racial associada ao uso da tecnologia: 70% dos respondentes acreditam que pessoas negras estão mais sujeitas a prisões injustas decorrentes de falsos positivos em sistemas de reconhecimento facial.

Ainda assim, mais de 66% afirmam confiar que essas ferramentas poderão alcançar, no futuro, precisão total na identificação de suspeitos, evidenciando um paradoxo entre confiança tecnológica e percepção de risco.

A pesquisa mostrou ainda que o contato com informações sobre erros da tecnologia aumentou em 12,1% a sensação de vulnerabilidade dos entrevistados, sobretudo entre pessoas brancas, pardas e indígenas. Já a aprovação do uso do reconhecimento facial pela polícia em grandes eventos, como o Carnaval, caiu oito pontos percentuais após a exposição a conteúdos informativos.

O levantamento ouviu 2.934 pessoas, de forma anônima e com recortes diversos de gênero, raça, idade, escolaridade e região do país. A pesquisa foi realizada por meio de aplicativos de celular, na última semana de novembro, e tem precisão de 90%.

Fonte: https://oglobo.globo.com/blogs/lauro-jardim/post/2026/01/a-opiniao-dos-brasileiros-sobre-o-uso-de-cameras-de-reconhecimento-facial.ghtml. Acesso em 13/02/2026

a aprovação do uso do reconhecimento facial pela polícia em grandes eventos, como o Carnaval, caiu oito pontos percentuais após a exposição a conteúdos informativos” (4º parágrafo). Considerando o seu contexto de uso, o conectivo em destaque, no texto, estabelece uma relação de:

 

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A opinião dos brasileiros sobre o uso de câmeras de reconhecimento facial

Lauro Jardim

O debate sobre a regulação do uso de tecnologia de vigilância é um tema que os brasileiros têm acompanhado de perto. Pesquisa inédita realizada pelo coletivo jurídico Aqualtune Lab aponta que mais de 70% dos entrevistados afirmam que esse tipo de ferramenta precisa de regras claras e mecanismos de controle e responsabilização.

O estudo também revela uma forte percepção de desigualdade racial associada ao uso da tecnologia: 70% dos respondentes acreditam que pessoas negras estão mais sujeitas a prisões injustas decorrentes de falsos positivos em sistemas de reconhecimento facial.

Ainda assim, mais de 66% afirmam confiar que essas ferramentas poderão alcançar, no futuro, precisão total na identificação de suspeitos, evidenciando um paradoxo entre confiança tecnológica e percepção de risco.

A pesquisa mostrou ainda que o contato com informações sobre erros da tecnologia aumentou em 12,1% a sensação de vulnerabilidade dos entrevistados, sobretudo entre pessoas brancas, pardas e indígenas. Já a aprovação do uso do reconhecimento facial pela polícia em grandes eventos, como o Carnaval, caiu oito pontos percentuais após a exposição a conteúdos informativos.

O levantamento ouviu 2.934 pessoas, de forma anônima e com recortes diversos de gênero, raça, idade, escolaridade e região do país. A pesquisa foi realizada por meio de aplicativos de celular, na última semana de novembro, e tem precisão de 90%.

Fonte: https://oglobo.globo.com/blogs/lauro-jardim/post/2026/01/a-opiniao-dos-brasileiros-sobre-o-uso-de-cameras-de-reconhecimento-facial.ghtml. Acesso em 13/02/2026

No texto, a menção ao número de entrevistados, ao anonimato e à diversidade de recortes tem a função principal de:

 

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A opinião dos brasileiros sobre o uso de câmeras de reconhecimento facial

Lauro Jardim

O debate sobre a regulação do uso de tecnologia de vigilância é um tema que os brasileiros têm acompanhado de perto. Pesquisa inédita realizada pelo coletivo jurídico Aqualtune Lab aponta que mais de 70% dos entrevistados afirmam que esse tipo de ferramenta precisa de regras claras e mecanismos de controle e responsabilização.

O estudo também revela uma forte percepção de desigualdade racial associada ao uso da tecnologia: 70% dos respondentes acreditam que pessoas negras estão mais sujeitas a prisões injustas decorrentes de falsos positivos em sistemas de reconhecimento facial.

Ainda assim, mais de 66% afirmam confiar que essas ferramentas poderão alcançar, no futuro, precisão total na identificação de suspeitos, evidenciando um paradoxo entre confiança tecnológica e percepção de risco.

A pesquisa mostrou ainda que o contato com informações sobre erros da tecnologia aumentou em 12,1% a sensação de vulnerabilidade dos entrevistados, sobretudo entre pessoas brancas, pardas e indígenas. Já a aprovação do uso do reconhecimento facial pela polícia em grandes eventos, como o Carnaval, caiu oito pontos percentuais após a exposição a conteúdos informativos.

O levantamento ouviu 2.934 pessoas, de forma anônima e com recortes diversos de gênero, raça, idade, escolaridade e região do país. A pesquisa foi realizada por meio de aplicativos de celular, na última semana de novembro, e tem precisão de 90%.

Fonte: https://oglobo.globo.com/blogs/lauro-jardim/post/2026/01/a-opiniao-dos-brasileiros-sobre-o-uso-de-cameras-de-reconhecimento-facial.ghtml. Acesso em 13/02/2026

O texto tem como fi nalidade principal:

 

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4099909 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. São Miguel Iguaçu-PR
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Que palavra/expressão tem grafia inadequada às normas ortográficas vigentes?
 

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4099908 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. São Miguel Iguaçu-PR
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    As primeiras observações sobre a história do município perderam-se no tempo e na imperfeição dos registros históricos específicos. Os primórdios do “interesse histórico”, se é que se pode assim denominar o registro da chegada dos primeiros colonizadores, datam da década de 40. O que se sabe é que no início, argentinos e paraguaios exploravam a madeira de lei, igualando as condições de exploração como a de qualquer outra região do Oeste do Paraná anteriores à colonização.
    Porém, se compararmos o início da exploração portuguesa e espanhola na região (1531), com o início da colonização do município, vamos concluir que este está em recente processo de ocupação. Nos registros encontrados, consta que na década de 40, quando as terras desta região pertenciam ao município de Foz do Iguaçu, uma empresa inglesa comandava a exploração de madeira, utilizando mão-de-obra argentina e paraguaia. A madeira mais valiosa era o cedro, encontrado em abundância na região.
    Esses homens uniam as toras formando balsas e desciam o Rio Paraná, com destino a Buenos Aires, na Argentina. Érico Francisco Prunner foi designado a comandar uma equipe de paraguaios e argentinos para abrir uma estrada, a mais ou menos uns cinquenta quilômetros da cidade de Foz do Iguaçu, ligando-a ao Leste do Paraná. Até então, só era conhecida a Estrada Velha de Guarapuava, que margeava o município na divisa com o Parque Nacional do Iguaçu.
Fonte: https://saomiguel.pr.gov.br/o-municipio/historia/

Assinale a alternativa em que o verbo em destaque pede um objeto direto, como neste exemplo:

[...] argentinos e paraguaios exploravam a madeira de lei [...].

 

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4099907 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. São Miguel Iguaçu-PR
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    As primeiras observações sobre a história do município perderam-se no tempo e na imperfeição dos registros históricos específicos. Os primórdios do “interesse histórico”, se é que se pode assim denominar o registro da chegada dos primeiros colonizadores, datam da década de 40. O que se sabe é que no início, argentinos e paraguaios exploravam a madeira de lei, igualando as condições de exploração como a de qualquer outra região do Oeste do Paraná anteriores à colonização.
    Porém, se compararmos o início da exploração portuguesa e espanhola na região (1531), com o início da colonização do município, vamos concluir que este está em recente processo de ocupação. Nos registros encontrados, consta que na década de 40, quando as terras desta região pertenciam ao município de Foz do Iguaçu, uma empresa inglesa comandava a exploração de madeira, utilizando mão-de-obra argentina e paraguaia. A madeira mais valiosa era o cedro, encontrado em abundância na região.
    Esses homens uniam as toras formando balsas e desciam o Rio Paraná, com destino a Buenos Aires, na Argentina. Érico Francisco Prunner foi designado a comandar uma equipe de paraguaios e argentinos para abrir uma estrada, a mais ou menos uns cinquenta quilômetros da cidade de Foz do Iguaçu, ligando-a ao Leste do Paraná. Até então, só era conhecida a Estrada Velha de Guarapuava, que margeava o município na divisa com o Parque Nacional do Iguaçu.
Fonte: https://saomiguel.pr.gov.br/o-municipio/historia/
Assinale a alternativa que apresenta em destaque um verbo conjugado no pretérito perfeito do indicativo.
 

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4099906 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. São Miguel Iguaçu-PR
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    As primeiras observações sobre a história do município perderam-se no tempo e na imperfeição dos registros históricos específicos. Os primórdios do “interesse histórico”, se é que se pode assim denominar o registro da chegada dos primeiros colonizadores, datam da década de 40. O que se sabe é que no início, argentinos e paraguaios exploravam a madeira de lei, igualando as condições de exploração como a de qualquer outra região do Oeste do Paraná anteriores à colonização.
    Porém, se compararmos o início da exploração portuguesa e espanhola na região (1531), com o início da colonização do município, vamos concluir que este está em recente processo de ocupação. Nos registros encontrados, consta que na década de 40, quando as terras desta região pertenciam ao município de Foz do Iguaçu, uma empresa inglesa comandava a exploração de madeira, utilizando mão-de-obra argentina e paraguaia. A madeira mais valiosa era o cedro, encontrado em abundância na região.
    Esses homens uniam as toras formando balsas e desciam o Rio Paraná, com destino a Buenos Aires, na Argentina. Érico Francisco Prunner foi designado a comandar uma equipe de paraguaios e argentinos para abrir uma estrada, a mais ou menos uns cinquenta quilômetros da cidade de Foz do Iguaçu, ligando-a ao Leste do Paraná. Até então, só era conhecida a Estrada Velha de Guarapuava, que margeava o município na divisa com o Parque Nacional do Iguaçu.
Fonte: https://saomiguel.pr.gov.br/o-municipio/historia/
Assinale a alternativa que apresenta desvio no que tange à pontuação.
 

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4099905 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. São Miguel Iguaçu-PR
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    As primeiras observações sobre a história do município perderam-se no tempo e na imperfeição dos registros históricos específicos. Os primórdios do “interesse histórico”, se é que se pode assim denominar o registro da chegada dos primeiros colonizadores, datam da década de 40. O que se sabe é que no início, argentinos e paraguaios exploravam a madeira de lei, igualando as condições de exploração como a de qualquer outra região do Oeste do Paraná anteriores à colonização.
    Porém, se compararmos o início da exploração portuguesa e espanhola na região (1531), com o início da colonização do município, vamos concluir que este está em recente processo de ocupação. Nos registros encontrados, consta que na década de 40, quando as terras desta região pertenciam ao município de Foz do Iguaçu, uma empresa inglesa comandava a exploração de madeira, utilizando mão-de-obra argentina e paraguaia. A madeira mais valiosa era o cedro, encontrado em abundância na região.
    Esses homens uniam as toras formando balsas e desciam o Rio Paraná, com destino a Buenos Aires, na Argentina. Érico Francisco Prunner foi designado a comandar uma equipe de paraguaios e argentinos para abrir uma estrada, a mais ou menos uns cinquenta quilômetros da cidade de Foz do Iguaçu, ligando-a ao Leste do Paraná. Até então, só era conhecida a Estrada Velha de Guarapuava, que margeava o município na divisa com o Parque Nacional do Iguaçu.
Fonte: https://saomiguel.pr.gov.br/o-municipio/historia/
Assinale a alternativa que apresenta uma análise INCORRETA.
 

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