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4041390 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Calçado-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A história inspiradora da mulher que sobreviveu por 40 anos após receber transplante de coração e pulmão

A britânica Katie Mitchell passou a ser considerada a paciente de transplante combinado de coração e pulmão com maior tempo de sobrevivência do Reino Unido.

Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há 38 anos, com apenas 15 anos de idade. Mitchell havia sido diagnosticada com uma estranha doença, conhecida como síndrome de Eisenmenger.

Ela destaca que passou o aniversário do seu transplante pensando muito na sua doadora. "Só sei que era uma mulher jovem", conta Mitchell.

"Sua família tomou a decisão de doar seus órgãos em um momento muito doloroso para eles. Por isso, sou muito agradecida."

O porta-voz do escritório de transplantes do serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS), Anthony Clarkson, descreveu o procedimento realizado por Mitchell como "raro e complexo". Ele destaca que sua história demonstra a importância da doação de órgãos.

A síndrome de Eisenmenger é uma complicação associada a uma doença congênita do coração. Mitchell recebeu o diagnóstico aos 11 anos de idade.

Ela tinha pressão alta nas artérias pulmonares, o que causava resistência do fluxo sanguíneo através dos pulmões. Isso gerou danos pulmonares irreversíveis e insuficiência cardíaca.

Quando Mitchell foi diagnosticada, mais de 40 anos atrás, não havia tratamento.

Ela recorda que se sentia tão doente, antes do transplante, que mal conseguia subir escadas. Seus lábios, bochechas e unhas permaneciam azuis, devido à falta de oxigênio no corpo.

"Eu não conseguia respirar", relembra ela. "Levava quase 15 minutos para subir ou descer as escadas e, ali, acabava o meu dia. Depois, precisava ficar quieta."

"Mas, assim que voltei do transplante, eu estava rosada. Todos observaram. A melhora da respiração foi imediata."

O transplante de Mitchell ocorreu em setembro de 1987. E, segundo o NHS, quase 40 anos depois, o transplante combinado de coração e pulmão ainda é um procedimento raro e complexo.

No Reino Unido, ocorrem apenas cinco destes procedimentos por ano.

Para Mitchell, "é difícil colocar em palavras como me sinto agora, que sou a pessoa que mais viveu com um transplante duplo no meu país".

"Meus sentimentos são contraditórios. Conhecidos meus, que passaram pelo mesmo transplante, morreram antes de mim."

"Penso na família da doadora e no que eles devem ter sentido naquele momento", destaca ela. "Graças ao transplante de órgãos, ganhei de presente uma vida normal."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo

O relato de Mitchell revela um contraste entre sua condição antes e depois da cirurgia. A principal diferença evidenciada por suas palavras diz respeito:
 

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4041389 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Calçado-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A história inspiradora da mulher que sobreviveu por 40 anos após receber transplante de coração e pulmão

A britânica Katie Mitchell passou a ser considerada a paciente de transplante combinado de coração e pulmão com maior tempo de sobrevivência do Reino Unido.

Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há 38 anos, com apenas 15 anos de idade. Mitchell havia sido diagnosticada com uma estranha doença, conhecida como síndrome de Eisenmenger.

Ela destaca que passou o aniversário do seu transplante pensando muito na sua doadora. "Só sei que era uma mulher jovem", conta Mitchell.

"Sua família tomou a decisão de doar seus órgãos em um momento muito doloroso para eles. Por isso, sou muito agradecida."

O porta-voz do escritório de transplantes do serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS), Anthony Clarkson, descreveu o procedimento realizado por Mitchell como "raro e complexo". Ele destaca que sua história demonstra a importância da doação de órgãos.

A síndrome de Eisenmenger é uma complicação associada a uma doença congênita do coração. Mitchell recebeu o diagnóstico aos 11 anos de idade.

Ela tinha pressão alta nas artérias pulmonares, o que causava resistência do fluxo sanguíneo através dos pulmões. Isso gerou danos pulmonares irreversíveis e insuficiência cardíaca.

Quando Mitchell foi diagnosticada, mais de 40 anos atrás, não havia tratamento.

Ela recorda que se sentia tão doente, antes do transplante, que mal conseguia subir escadas. Seus lábios, bochechas e unhas permaneciam azuis, devido à falta de oxigênio no corpo.

"Eu não conseguia respirar", relembra ela. "Levava quase 15 minutos para subir ou descer as escadas e, ali, acabava o meu dia. Depois, precisava ficar quieta."

"Mas, assim que voltei do transplante, eu estava rosada. Todos observaram. A melhora da respiração foi imediata."

O transplante de Mitchell ocorreu em setembro de 1987. E, segundo o NHS, quase 40 anos depois, o transplante combinado de coração e pulmão ainda é um procedimento raro e complexo.

No Reino Unido, ocorrem apenas cinco destes procedimentos por ano.

Para Mitchell, "é difícil colocar em palavras como me sinto agora, que sou a pessoa que mais viveu com um transplante duplo no meu país".

"Meus sentimentos são contraditórios. Conhecidos meus, que passaram pelo mesmo transplante, morreram antes de mim."

"Penso na família da doadora e no que eles devem ter sentido naquele momento", destaca ela. "Graças ao transplante de órgãos, ganhei de presente uma vida normal."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo

O texto apresenta uma narrativa pessoal, mas com relevância pública. Nesse sentido, a história de Mitchell pode ser interpretada como:
 

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4041388 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Calçado-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A história inspiradora da mulher que sobreviveu por 40 anos após receber transplante de coração e pulmão

A britânica Katie Mitchell passou a ser considerada a paciente de transplante combinado de coração e pulmão com maior tempo de sobrevivência do Reino Unido.

Moradora de Londres, ela passou pela cirurgia há 38 anos, com apenas 15 anos de idade. Mitchell havia sido diagnosticada com uma estranha doença, conhecida como síndrome de Eisenmenger.

Ela destaca que passou o aniversário do seu transplante pensando muito na sua doadora. "Só sei que era uma mulher jovem", conta Mitchell.

"Sua família tomou a decisão de doar seus órgãos em um momento muito doloroso para eles. Por isso, sou muito agradecida."

O porta-voz do escritório de transplantes do serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS), Anthony Clarkson, descreveu o procedimento realizado por Mitchell como "raro e complexo". Ele destaca que sua história demonstra a importância da doação de órgãos.

A síndrome de Eisenmenger é uma complicação associada a uma doença congênita do coração. Mitchell recebeu o diagnóstico aos 11 anos de idade.

Ela tinha pressão alta nas artérias pulmonares, o que causava resistência do fluxo sanguíneo através dos pulmões. Isso gerou danos pulmonares irreversíveis e insuficiência cardíaca.

Quando Mitchell foi diagnosticada, mais de 40 anos atrás, não havia tratamento.

Ela recorda que se sentia tão doente, antes do transplante, que mal conseguia subir escadas. Seus lábios, bochechas e unhas permaneciam azuis, devido à falta de oxigênio no corpo.

"Eu não conseguia respirar", relembra ela. "Levava quase 15 minutos para subir ou descer as escadas e, ali, acabava o meu dia. Depois, precisava ficar quieta."

"Mas, assim que voltei do transplante, eu estava rosada. Todos observaram. A melhora da respiração foi imediata."

O transplante de Mitchell ocorreu em setembro de 1987. E, segundo o NHS, quase 40 anos depois, o transplante combinado de coração e pulmão ainda é um procedimento raro e complexo.

No Reino Unido, ocorrem apenas cinco destes procedimentos por ano.

Para Mitchell, "é difícil colocar em palavras como me sinto agora, que sou a pessoa que mais viveu com um transplante duplo no meu país".

"Meus sentimentos são contraditórios. Conhecidos meus, que passaram pelo mesmo transplante, morreram antes de mim."

"Penso na família da doadora e no que eles devem ter sentido naquele momento", destaca ela. "Graças ao transplante de órgãos, ganhei de presente uma vida normal."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg7pj5n35yo

A conclusão do texto, em que Mitchell afirma ter "ganho de presente uma vida normal", sugere uma reflexão que ultrapassa o campo médico e científico. Essa reflexão está ligada:
 

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4041363 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Calçado-PE

O bullying é uma prática devastadora que, segundo dados da Unesco, no documento Violência escolar e bullying: relatório sobre a situação mundial (UNESCO, 2019), constitui-se como "[...] o tipo de violência mais comum nas escolas." As consequências dessa prática são graves e abrangem desde a baixa autoestima, queda no desempenho escolar e medo de frequentar a escola, até evasão escolar, depressão, automutilação, ideação suicida e suicídio. Além das vítimas diretas, o ambiente escolar também é afetado, pois a presença da violência e do clima de insegurança provoca mal-estar coletivo. Foi o caso do suicídio de três adolescentes na Noruega, na década de 1970, que motivou os estudos pioneiros do professor Dan Olweus sobre o fenômeno. Em 2011, o psiquiatra Timothy Brewerton, em entrevista à Folha de São Paulo, analisou os ataques em escolas, como os da Escola de Columbine (1999) e da Universidade Estadual da Virgínia (2007), nos Estados Unidos, e os casos brasileiros da Escola Municipal Tasso da Silveira (2011) e da Escola Estadual Professor Raul Brasil (2019), entre outros. Segundo Brewerton, tais episódios têm origem multifatorial, envolvendo aspectos biológicos, familiares, sociais e culturais, sendo o bullying um denominador comum.

Fonte: Faria, D. F.; Fernandes, C. H.; da Silveira Nunes, S. (06 de abril de 2023). Violência escolar e bullying: Redação. Universidade Federal de Alfenas − UNIFAL-MG.

De acordo com o texto, é possível AFIRMAR que:

 

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4041355 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Calçado-PE

O diálogo é uma ferramenta eficiente, econômica e construtiva para que as organizações e escolas, superem obstáculos, inclusive na mediação de conflitos, promovam ações colaborativas entre as pessoas e, sobretudo, resolvam conflitos de forma simples e efetiva. Ele é essencial para a transformação das relações humanas e para o desenvolvimento da sociedade. A construção de um bom diálogo é, portanto, a principal estratégia para lidar com os conflitos.

Fonte: Diálogos e Mediação de Conflitos nas Escolas - Guia Prático para Educadores. Conselho Nacional do Ministério Público. Brasília, 2014.

Sobre o diálogo, julgue os itens a seguir:

I. O diálogo é uma troca de entendimentos, e quem o inicia deve buscar o retorno da outra pessoa para certificar-se de que a mensagem foi recebida e compreendida.

II. Somente as palavras fazem parte do diálogo, excluindo-se desse contexto as emoções, expressões faciais, gestos e o tom de voz, que geralmente são irrelevantes diante das palavras.

A partir da análise dos itens, é possível AFIRMAR que:

 

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4041354 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Calçado-PE

A escola é um espaço de diversidade e convivência, no qual se manifestam diferentes tipos de conflitos, especialmente os de relacionamento, em razão da presença de pessoas de distintas idades, origens, etnias, gêneros e condições socioculturais. Todos na escola devem estar preparados para lidar com as diferenças, as tensões da convivência e os desentendimentos cotidianos, que podem, em alguns casos, gerar dissenso e desarmonia. Entretanto, a escola também tem o papel de formar valores e habilidades para a convivência, promovendo o diálogo e o respeito mútuo. Os conflitos, quando bem conduzidos, podem ser práticas saudáveis de desenvolvimento humano, mas, se mal administrados, podem resultar em agressividade, indisciplina, depredação ou atitudes preconceituosas.

Fonte: Diálogos e Mediação de Conflitos nas Escolas − Guia Prático para Educadores. Conselho Nacional do Ministério Público, Brasília, 2014.

Sobre as relações interpessoais no ambiente escolar, assinale a alternativa que destoa do texto.

 

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4041337 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Calçado-PE

Analise as afirmações abaixo:

I. Grande parte dos alunos entregaram os relatórios no prazo combinado.

II. Fui eu quem chegou mais cedo à reunião, antes mesmo do diretor.

III. Vende-se apartamentos de alto padrão nesta região valorizada da cidade.

IV. Nem a secretária nem o coordenador estavam presentes na conferência.

V. São uma hora e trinta minutos de viagem até o destino final.

Identifique em quais afirmativas o uso da concordância verbal está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.

 

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4041336 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Calçado-PE

Considerando as regras de acentuação gráfica na língua portuguesa e, em especial, a classificação das palavras quanto à posição da sílaba tônica, analise o seguinte trecho:

"O diagnóstico clínico revelou padrões tóxicos e níveis anômalos de substâncias químicas que comprometem a integridade do organismo."

Com base na norma ortográfica vigente, avalie a correção da acentuação gráfica das palavras destacadas e a classificação de suas tonicidades, e assinale a alternativa correta:

 

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4041335 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Calçado-PE
A concordância nominal é um dos aspectos mais sutis da norma-padrão do português, exigindo atenção às relações de gênero e número entre adjetivos, pronomes e substantivos. Diversas expressões apresentam comportamento variável conforme o valor sintático ou semântico que assumem na frase. Assim, levando em conta as regras gerais e as exceções da concordância nominal, assinale a alternativa em que a ocorrência de concordância nominal está de acordo com a norma culta da língua portuguesa.
 

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4041334 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Calçado-PE

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia

No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube.

Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano".

No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode.

A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca.

O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião.

O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha.

Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse.

O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes.

Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais.

Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina".

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/ovo-de-dinossauro-de-70-milho es-de-anos-e-achado-intacto-na-patagonia/

A postura cautelosa de Muñoz diante da hipótese de existência de um embrião mostra uma característica essencial da prática científica. Essa característica é:
 

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