Foram encontradas 355.429 questões.
Embora as influências e expressões artísticas tenham
permanecido diversificadas ao longo da trajetória da escola
Bauhaus, o discurso do pós-guerra a simplificou para formas
geométricas simples, uma preferência pelas cores branca, azul,
vermelha e amarela, e uma ênfase em linhas horizontais e
perspectivas.
Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8e7w5xxnngo>. Acesso em 12/2/2026, com adaptações.
Dados os sentidos do texto, a conjunção “Embora” expressa uma
Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8e7w5xxnngo>. Acesso em 12/2/2026, com adaptações.
Dados os sentidos do texto, a conjunção “Embora” expressa uma
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A primeira conferência do clima realizada na Amazônia
teve a maior participação indígena da história. Milhares de
representantes dos povos originários brasileiros foram a Belém,
embora menos de 400 tenham sido credenciados para participar
oficialmente do evento. Pela primeira vez, os indígenas foram
testemunhas do reconhecimento público, expresso numa
decisão da COP, sobre seu papel no enfrentamento da mudança
climática com a proteção da floresta e da biodiversidade em
seus territórios.
Revista Piauí, dez/2025.
Infere-se do texto que a primeira conferência do clima realizada na Amazônia
Revista Piauí, dez/2025.
Infere-se do texto que a primeira conferência do clima realizada na Amazônia
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A arquitetura como arte e técnica também tem
necessidade de uma orientação. Necessária, não poderia bastar
a si mesma, nem poderia o arquiteto fixar suas finalidades e
determinar sua estratégia. Por outras palavras, o futuro da arte
não é artístico, mas urbano. Isto porque o futuro do "homem"
não se descobre nem no cosmo, nem no povo, nem na
produção, mas na sociedade urbana. [...]
O direito à cidade se manifesta como forma superior dos
direitos: direito à liberdade, à individualização na socialização,
ao habitat e ao habitar. O direito à obra (à atividade
participante) e o direito à apropriação (bem distinto do direito à
propriedade) estão implicados no direito à cidade.
LEFEBVRE, Henri. O direito à cidade. Trad.: Rubens Eduardo Frias. São
Paulo: Centauro, 2001.
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A arquitetura como arte e técnica também tem
necessidade de uma orientação. Necessária, não poderia bastar
a si mesma, nem poderia o arquiteto fixar suas finalidades e
determinar sua estratégia. Por outras palavras, o futuro da arte
não é artístico, mas urbano. Isto porque o futuro do "homem"
não se descobre nem no cosmo, nem no povo, nem na
produção, mas na sociedade urbana. [...]
O direito à cidade se manifesta como forma superior dos
direitos: direito à liberdade, à individualização na socialização,
ao habitat e ao habitar. O direito à obra (à atividade
participante) e o direito à apropriação (bem distinto do direito à
propriedade) estão implicados no direito à cidade.
LEFEBVRE, Henri. O direito à cidade. Trad.: Rubens Eduardo Frias. São
Paulo: Centauro, 2001.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como agir ao presenciar uma crise convulsiva
Saber reconhecer os sinais e agir com calma pode evitar ferimentos e
salvar vidas em um momento que costuma assustar quem presencia
Uma pessoa cai no chão, perde a consciência e o corpo
começa a se mover de forma descontrolada. A cena
causa medo, silêncio e, muitas vezes, atitudes
impulsivas. Em situações como essa, informação é
cuidado e faz toda a diferença para a segurança de
quem está passando pela crise.
Segundo Débora Lima, fisioterapeuta especialista em
neurologia e professora da UNISUAM, uma convulsão
ocorre quando há uma descarga elétrica anormal no
cérebro, o que provoca alterações súbitas no movimento,
consciência e comportamento do indivíduo. "Dentre os
sinais mais comuns que podemos observar, temos:
perda de consciência, queda súbita, rigidez do corpo
(fase tônica) seguida de movimentos repetitivos e
involuntários dos braços e pernas (fase clônica)", explica.
Durante a crise, ainda podem surgir outros sinais que
aumentam a apreensão de quem está por perto, como
olhos revirados, salivação excessiva, espuma pela boca,
respiração irregular e, às vezes, eliminação involuntária
de urina ou fezes.
Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão
acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos
sinais do corpo, segundo a profissional. "A pessoa pode
relatar uma aura (que é uma sensação estranha, como
cheiro diferente, tontura ou formigamento), indicando que
uma convulsão está prestes a começar."
Como ajudar
Ao presenciar uma convulsão, a primeira atitude deve
ser conter o impulso de intervir de forma brusca: não se
deve tentar imobilizar o corpo, já que isso pode causar
lesões musculares, luxações ou fraturas na pessoa em
crise. Outros comportamentos comuns também precisam
ser evitados:
• Nunca se deve colocar objetos ou dedos na boca da
pessoa. "Isso não evita que ela 'engula a língua' (o que é
um mito) e pode causar fraturas dentárias, engasgo ou
mordidas graves";
• Oferecer líquidos, alimentos ou medicamentos é igualmente contraindicado, já que aumenta o risco de aspiração pulmonar.
"A primeira conduta é proteger a pessoa contra lesões",
orienta Débora. Isso envolve cuidados simples, como
afastar objetos, colocar algo macio sob a cabeça e, se
possível, deitar a pessoa de lado para evitar que saliva
ou vômito sejam aspirados para os pulmões.
"É importante afrouxar roupas apertadas no pescoço,
como gravatas ou colarinhos, e marcar o tempo da crise, pois crises com duração maior que 5 minutos podem
indicar estado de mal epiléptico, uma emergência
médica", alerta.
Depois que a convulsão termina, o cuidado deve
continuar, isso porque após a crise, a pessoa entra no
chamado período pós-ictal, caracterizado por confusão
mental, sonolência, dor de cabeça e desorientação.
Nesse momento, a orientação é clara: "mantenha a
pessoa deitada de lado, observe sua respiração, fale de
forma calma e não force que ela se levante".
Atenção redobrada é necessária se surgirem sinais de
gravidade, como sangramentos, quedas ou ferimentos.
"Se a pessoa não recuperar a consciência, tiver outra
crise em seguida ou apresentar dificuldade respiratória, o
serviço de emergência deve ser acionado
imediatamente."
"Crianças, idosos e gestantes são mais vulneráveis a
complicações", afirma. "Em crianças, convulsões podem
estar associadas à febre alta (convulsão febril) e devem
ser sempre avaliadas por um profissional de saúde". Nos
idosos, o risco de traumatismos cranianos, fraturas e
causas neurológicas graves (como AVC) é maior, o que
exige avaliação médica mesmo após crises
aparentemente simples. Já nas gestantes, a convulsão
pode estar relacionada à eclâmpsia, uma condição grave
associada à hipertensão da gravidez, que coloca em
risco tanto a mãe quanto o bebê. Nesses casos, a
convulsão é sempre uma emergência médica.
(Júlia Custódio. Disponível em:
https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-agir-ao-presenciar-uma-cri
se-convulsiva/. Acesso em 09 mar. 2026.)
( ) Na formação de palavras com prefixos como: contra-, anti-, semi-, usa-se hífen quando o segundo elemento se inicia por -h ou pela mesma letra do prefixo, como acontece em "contra-harmônico", "contra-argumentar", "anti-higiênico", "anti-humano", "semi-interno". Não é o caso de "contraindicado".
( ) Na palavra "pós-ictal", o uso do hífen acontece porque o prefixo tônico acentuado graficamente (pós-) é acompanhado de um elemento que tem vida à parte. É o que acontece também em "pós-graduação", "pós-parto".
( ) Considerando a regra da formação de palavras com o prefixo hiper-, está correta a grafia de "hipertensão", assim como de "hiper-resistente", "hipersensível".
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como agir ao presenciar uma crise convulsiva
Saber reconhecer os sinais e agir com calma pode evitar ferimentos e
salvar vidas em um momento que costuma assustar quem presencia
Uma pessoa cai no chão, perde a consciência e o corpo
começa a se mover de forma descontrolada. A cena
causa medo, silêncio e, muitas vezes, atitudes
impulsivas. Em situações como essa, informação é
cuidado e faz toda a diferença para a segurança de
quem está passando pela crise.
Segundo Débora Lima, fisioterapeuta especialista em
neurologia e professora da UNISUAM, uma convulsão
ocorre quando há uma descarga elétrica anormal no
cérebro, o que provoca alterações súbitas no movimento,
consciência e comportamento do indivíduo. "Dentre os
sinais mais comuns que podemos observar, temos:
perda de consciência, queda súbita, rigidez do corpo
(fase tônica) seguida de movimentos repetitivos e
involuntários dos braços e pernas (fase clônica)", explica.
Durante a crise, ainda podem surgir outros sinais que
aumentam a apreensão de quem está por perto, como
olhos revirados, salivação excessiva, espuma pela boca,
respiração irregular e, às vezes, eliminação involuntária
de urina ou fezes.
Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão
acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos
sinais do corpo, segundo a profissional. "A pessoa pode
relatar uma aura (que é uma sensação estranha, como
cheiro diferente, tontura ou formigamento), indicando que
uma convulsão está prestes a começar."
Como ajudar
Ao presenciar uma convulsão, a primeira atitude deve
ser conter o impulso de intervir de forma brusca: não se
deve tentar imobilizar o corpo, já que isso pode causar
lesões musculares, luxações ou fraturas na pessoa em
crise. Outros comportamentos comuns também precisam
ser evitados:
• Nunca se deve colocar objetos ou dedos na boca da
pessoa. "Isso não evita que ela 'engula a língua' (o que é
um mito) e pode causar fraturas dentárias, engasgo ou
mordidas graves";
• Oferecer líquidos, alimentos ou medicamentos é igualmente contraindicado, já que aumenta o risco de aspiração pulmonar.
"A primeira conduta é proteger a pessoa contra lesões",
orienta Débora. Isso envolve cuidados simples, como
afastar objetos, colocar algo macio sob a cabeça e, se
possível, deitar a pessoa de lado para evitar que saliva
ou vômito sejam aspirados para os pulmões.
"É importante afrouxar roupas apertadas no pescoço,
como gravatas ou colarinhos, e marcar o tempo da crise, pois crises com duração maior que 5 minutos podem
indicar estado de mal epiléptico, uma emergência
médica", alerta.
Depois que a convulsão termina, o cuidado deve
continuar, isso porque após a crise, a pessoa entra no
chamado período pós-ictal, caracterizado por confusão
mental, sonolência, dor de cabeça e desorientação.
Nesse momento, a orientação é clara: "mantenha a
pessoa deitada de lado, observe sua respiração, fale de
forma calma e não force que ela se levante".
Atenção redobrada é necessária se surgirem sinais de
gravidade, como sangramentos, quedas ou ferimentos.
"Se a pessoa não recuperar a consciência, tiver outra
crise em seguida ou apresentar dificuldade respiratória, o
serviço de emergência deve ser acionado
imediatamente."
"Crianças, idosos e gestantes são mais vulneráveis a
complicações", afirma. "Em crianças, convulsões podem
estar associadas à febre alta (convulsão febril) e devem
ser sempre avaliadas por um profissional de saúde". Nos
idosos, o risco de traumatismos cranianos, fraturas e
causas neurológicas graves (como AVC) é maior, o que
exige avaliação médica mesmo após crises
aparentemente simples. Já nas gestantes, a convulsão
pode estar relacionada à eclâmpsia, uma condição grave
associada à hipertensão da gravidez, que coloca em
risco tanto a mãe quanto o bebê. Nesses casos, a
convulsão é sempre uma emergência médica.
(Júlia Custódio. Disponível em:
https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-agir-ao-presenciar-uma-cri
se-convulsiva/. Acesso em 09 mar. 2026.)
"Oferecer líquidos, alimentos ou medicamentos é igualmente contraindicado, já que aumenta o risco de aspiração pulmonar."
A respeito do uso da palavra no excerto, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
( ) Tem o sentido de sucção, ou seja, de atrair, absorver para o interior, no caso do texto, do pulmão gases, líquidos, etc.
( ) Pode ser entendida como intenção, ansiedade, por atingir algo em determinada situação; claramente, ansiedade por sair da crise convulsiva.
( ) Pode ser substituída por "expiração", mantendo o sentido dado no contexto analisado.
( ) Foi usada em sentido figurado, cabendo ao leitor perceber esse uso e compreender o sentido desejado pelo autor, que é de absorção.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como agir ao presenciar uma crise convulsiva
Saber reconhecer os sinais e agir com calma pode evitar ferimentos e
salvar vidas em um momento que costuma assustar quem presencia
Uma pessoa cai no chão, perde a consciência e o corpo
começa a se mover de forma descontrolada. A cena
causa medo, silêncio e, muitas vezes, atitudes
impulsivas. Em situações como essa, informação é
cuidado e faz toda a diferença para a segurança de
quem está passando pela crise.
Segundo Débora Lima, fisioterapeuta especialista em
neurologia e professora da UNISUAM, uma convulsão
ocorre quando há uma descarga elétrica anormal no
cérebro, o que provoca alterações súbitas no movimento,
consciência e comportamento do indivíduo. "Dentre os
sinais mais comuns que podemos observar, temos:
perda de consciência, queda súbita, rigidez do corpo
(fase tônica) seguida de movimentos repetitivos e
involuntários dos braços e pernas (fase clônica)", explica.
Durante a crise, ainda podem surgir outros sinais que
aumentam a apreensão de quem está por perto, como
olhos revirados, salivação excessiva, espuma pela boca,
respiração irregular e, às vezes, eliminação involuntária
de urina ou fezes.
Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão
acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos
sinais do corpo, segundo a profissional. "A pessoa pode
relatar uma aura (que é uma sensação estranha, como
cheiro diferente, tontura ou formigamento), indicando que
uma convulsão está prestes a começar."
Como ajudar
Ao presenciar uma convulsão, a primeira atitude deve
ser conter o impulso de intervir de forma brusca: não se
deve tentar imobilizar o corpo, já que isso pode causar
lesões musculares, luxações ou fraturas na pessoa em
crise. Outros comportamentos comuns também precisam
ser evitados:
• Nunca se deve colocar objetos ou dedos na boca da
pessoa. "Isso não evita que ela 'engula a língua' (o que é
um mito) e pode causar fraturas dentárias, engasgo ou
mordidas graves";
• Oferecer líquidos, alimentos ou medicamentos é igualmente contraindicado, já que aumenta o risco de aspiração pulmonar.
"A primeira conduta é proteger a pessoa contra lesões",
orienta Débora. Isso envolve cuidados simples, como
afastar objetos, colocar algo macio sob a cabeça e, se
possível, deitar a pessoa de lado para evitar que saliva
ou vômito sejam aspirados para os pulmões.
"É importante afrouxar roupas apertadas no pescoço,
como gravatas ou colarinhos, e marcar o tempo da crise, pois crises com duração maior que 5 minutos podem
indicar estado de mal epiléptico, uma emergência
médica", alerta.
Depois que a convulsão termina, o cuidado deve
continuar, isso porque após a crise, a pessoa entra no
chamado período pós-ictal, caracterizado por confusão
mental, sonolência, dor de cabeça e desorientação.
Nesse momento, a orientação é clara: "mantenha a
pessoa deitada de lado, observe sua respiração, fale de
forma calma e não force que ela se levante".
Atenção redobrada é necessária se surgirem sinais de
gravidade, como sangramentos, quedas ou ferimentos.
"Se a pessoa não recuperar a consciência, tiver outra
crise em seguida ou apresentar dificuldade respiratória, o
serviço de emergência deve ser acionado
imediatamente."
"Crianças, idosos e gestantes são mais vulneráveis a
complicações", afirma. "Em crianças, convulsões podem
estar associadas à febre alta (convulsão febril) e devem
ser sempre avaliadas por um profissional de saúde". Nos
idosos, o risco de traumatismos cranianos, fraturas e
causas neurológicas graves (como AVC) é maior, o que
exige avaliação médica mesmo após crises
aparentemente simples. Já nas gestantes, a convulsão
pode estar relacionada à eclâmpsia, uma condição grave
associada à hipertensão da gravidez, que coloca em
risco tanto a mãe quanto o bebê. Nesses casos, a
convulsão é sempre uma emergência médica.
(Júlia Custódio. Disponível em:
https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-agir-ao-presenciar-uma-cri
se-convulsiva/. Acesso em 09 mar. 2026.)
"Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos sinais do corpo, segundo a profissional."
I."Em alguns casos" exerce a função de adjunto adverbial, servindo para particularizar a informação que ele acompanha, delimitando-a.
II."segundo a profissional" exerce a função de adjunto adverbial. Nesse caso, ele tem o objetivo de definir o ponto de vista ou domínio do conhecimento que valida o conteúdo da oração.
III.A oração introduzida por "por isso" tem uma relação de coordenação com a oração principal, exprimindo sentido de conclusão.
É correto o que se afirma em:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como agir ao presenciar uma crise convulsiva
Saber reconhecer os sinais e agir com calma pode evitar ferimentos e
salvar vidas em um momento que costuma assustar quem presencia
Uma pessoa cai no chão, perde a consciência e o corpo
começa a se mover de forma descontrolada. A cena
causa medo, silêncio e, muitas vezes, atitudes
impulsivas. Em situações como essa, informação é
cuidado e faz toda a diferença para a segurança de
quem está passando pela crise.
Segundo Débora Lima, fisioterapeuta especialista em
neurologia e professora da UNISUAM, uma convulsão
ocorre quando há uma descarga elétrica anormal no
cérebro, o que provoca alterações súbitas no movimento,
consciência e comportamento do indivíduo. "Dentre os
sinais mais comuns que podemos observar, temos:
perda de consciência, queda súbita, rigidez do corpo
(fase tônica) seguida de movimentos repetitivos e
involuntários dos braços e pernas (fase clônica)", explica.
Durante a crise, ainda podem surgir outros sinais que
aumentam a apreensão de quem está por perto, como
olhos revirados, salivação excessiva, espuma pela boca,
respiração irregular e, às vezes, eliminação involuntária
de urina ou fezes.
Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão
acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos
sinais do corpo, segundo a profissional. "A pessoa pode
relatar uma aura (que é uma sensação estranha, como
cheiro diferente, tontura ou formigamento), indicando que
uma convulsão está prestes a começar."
Como ajudar
Ao presenciar uma convulsão, a primeira atitude deve
ser conter o impulso de intervir de forma brusca: não se
deve tentar imobilizar o corpo, já que isso pode causar
lesões musculares, luxações ou fraturas na pessoa em
crise. Outros comportamentos comuns também precisam
ser evitados:
• Nunca se deve colocar objetos ou dedos na boca da
pessoa. "Isso não evita que ela 'engula a língua' (o que é
um mito) e pode causar fraturas dentárias, engasgo ou
mordidas graves";
• Oferecer líquidos, alimentos ou medicamentos é igualmente contraindicado, já que aumenta o risco de aspiração pulmonar.
"A primeira conduta é proteger a pessoa contra lesões",
orienta Débora. Isso envolve cuidados simples, como
afastar objetos, colocar algo macio sob a cabeça e, se
possível, deitar a pessoa de lado para evitar que saliva
ou vômito sejam aspirados para os pulmões.
"É importante afrouxar roupas apertadas no pescoço,
como gravatas ou colarinhos, e marcar o tempo da crise, pois crises com duração maior que 5 minutos podem
indicar estado de mal epiléptico, uma emergência
médica", alerta.
Depois que a convulsão termina, o cuidado deve
continuar, isso porque após a crise, a pessoa entra no
chamado período pós-ictal, caracterizado por confusão
mental, sonolência, dor de cabeça e desorientação.
Nesse momento, a orientação é clara: "mantenha a
pessoa deitada de lado, observe sua respiração, fale de
forma calma e não force que ela se levante".
Atenção redobrada é necessária se surgirem sinais de
gravidade, como sangramentos, quedas ou ferimentos.
"Se a pessoa não recuperar a consciência, tiver outra
crise em seguida ou apresentar dificuldade respiratória, o
serviço de emergência deve ser acionado
imediatamente."
"Crianças, idosos e gestantes são mais vulneráveis a
complicações", afirma. "Em crianças, convulsões podem
estar associadas à febre alta (convulsão febril) e devem
ser sempre avaliadas por um profissional de saúde". Nos
idosos, o risco de traumatismos cranianos, fraturas e
causas neurológicas graves (como AVC) é maior, o que
exige avaliação médica mesmo após crises
aparentemente simples. Já nas gestantes, a convulsão
pode estar relacionada à eclâmpsia, uma condição grave
associada à hipertensão da gravidez, que coloca em
risco tanto a mãe quanto o bebê. Nesses casos, a
convulsão é sempre uma emergência médica.
(Júlia Custódio. Disponível em:
https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-agir-ao-presenciar-uma-cri
se-convulsiva/. Acesso em 09 mar. 2026.)
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como agir ao presenciar uma crise convulsiva
Saber reconhecer os sinais e agir com calma pode evitar ferimentos e
salvar vidas em um momento que costuma assustar quem presencia
Uma pessoa cai no chão, perde a consciência e o corpo
começa a se mover de forma descontrolada. A cena
causa medo, silêncio e, muitas vezes, atitudes
impulsivas. Em situações como essa, informação é
cuidado e faz toda a diferença para a segurança de
quem está passando pela crise.
Segundo Débora Lima, fisioterapeuta especialista em
neurologia e professora da UNISUAM, uma convulsão
ocorre quando há uma descarga elétrica anormal no
cérebro, o que provoca alterações súbitas no movimento,
consciência e comportamento do indivíduo. "Dentre os
sinais mais comuns que podemos observar, temos:
perda de consciência, queda súbita, rigidez do corpo
(fase tônica) seguida de movimentos repetitivos e
involuntários dos braços e pernas (fase clônica)", explica.
Durante a crise, ainda podem surgir outros sinais que
aumentam a apreensão de quem está por perto, como
olhos revirados, salivação excessiva, espuma pela boca,
respiração irregular e, às vezes, eliminação involuntária
de urina ou fezes.
Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão
acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos
sinais do corpo, segundo a profissional. "A pessoa pode
relatar uma aura (que é uma sensação estranha, como
cheiro diferente, tontura ou formigamento), indicando que
uma convulsão está prestes a começar."
Como ajudar
Ao presenciar uma convulsão, a primeira atitude deve
ser conter o impulso de intervir de forma brusca: não se
deve tentar imobilizar o corpo, já que isso pode causar
lesões musculares, luxações ou fraturas na pessoa em
crise. Outros comportamentos comuns também precisam
ser evitados:
• Nunca se deve colocar objetos ou dedos na boca da
pessoa. "Isso não evita que ela 'engula a língua' (o que é
um mito) e pode causar fraturas dentárias, engasgo ou
mordidas graves";
• Oferecer líquidos, alimentos ou medicamentos é igualmente contraindicado, já que aumenta o risco de aspiração pulmonar.
"A primeira conduta é proteger a pessoa contra lesões",
orienta Débora. Isso envolve cuidados simples, como
afastar objetos, colocar algo macio sob a cabeça e, se
possível, deitar a pessoa de lado para evitar que saliva
ou vômito sejam aspirados para os pulmões.
"É importante afrouxar roupas apertadas no pescoço,
como gravatas ou colarinhos, e marcar o tempo da crise, pois crises com duração maior que 5 minutos podem
indicar estado de mal epiléptico, uma emergência
médica", alerta.
Depois que a convulsão termina, o cuidado deve
continuar, isso porque após a crise, a pessoa entra no
chamado período pós-ictal, caracterizado por confusão
mental, sonolência, dor de cabeça e desorientação.
Nesse momento, a orientação é clara: "mantenha a
pessoa deitada de lado, observe sua respiração, fale de
forma calma e não force que ela se levante".
Atenção redobrada é necessária se surgirem sinais de
gravidade, como sangramentos, quedas ou ferimentos.
"Se a pessoa não recuperar a consciência, tiver outra
crise em seguida ou apresentar dificuldade respiratória, o
serviço de emergência deve ser acionado
imediatamente."
"Crianças, idosos e gestantes são mais vulneráveis a
complicações", afirma. "Em crianças, convulsões podem
estar associadas à febre alta (convulsão febril) e devem
ser sempre avaliadas por um profissional de saúde". Nos
idosos, o risco de traumatismos cranianos, fraturas e
causas neurológicas graves (como AVC) é maior, o que
exige avaliação médica mesmo após crises
aparentemente simples. Já nas gestantes, a convulsão
pode estar relacionada à eclâmpsia, uma condição grave
associada à hipertensão da gravidez, que coloca em
risco tanto a mãe quanto o bebê. Nesses casos, a
convulsão é sempre uma emergência médica.
(Júlia Custódio. Disponível em:
https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-agir-ao-presenciar-uma-cri
se-convulsiva/. Acesso em 09 mar. 2026.)
I. O texto é organizado em duas grandes partes: a primeira, composta por quatro parágrafos, tem como objetivo principal introduzir o tema para o(a) leitor(a), apresentando de modo mais panorâmico o que é uma crise convulsiva, quais sinais ela dá antes e durante o acontecimento; a segunda parte tem como foco principal explicar e orientar o(a) interlocutor(a) a respeito de como agir diante de uma pessoa em crise convulsiva.
II. O título do texto é objetivo e direto, indicando para o(a) leitor(a) o foco que será dado ao tema. Ele é seguido pelo subtítulo que delimita esse foco, ou seja, enquanto o título apresenta de modo mais amplo − como agir diante de uma crise convulsiva −, o subtítulo delimita esse "como", focando na importância de saber agir. Ambos se complementam.
III. O discurso de autoridade, nesse caso em análise, é irrelevante porque o texto foi publicado em um veículo de comunicação não especializado na área da saúde, ou seja, em uma revista popular. As contribuições da fisioterapeuta apenas dificultam o entendimento do público-leitor, especialmente pelo uso da linguagem científica.
É correto o que se afirma em:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Fim da escala 6×1 e combate ao feminicídio ganham as
ruas do Carnaval de Salvador na tradicional Mudança do
Garcia
A irreverência, alegria e luta popular ganharam mais
força em Salvador nesta segunda-feira (16) com a
tradicional Mudança do Garcia. A manifestação, que é a
mais antiga do Carnaval da Bahia, completa oficialmente
96 anos e reúne gerações que percorrem o Circuito
Riachão — do Largo do Garcia até o Campo Grande —
no ritmo de blocos percussivos, charangas e minitrios.
Para os sindicatos, que também desfilam juntos na festa,
este ano a defesa do fim da escala 6×1 e o
enfrentamento ao feminicídio são algumas das principais
bandeiras de luta que ganham as ruas durante a folia.
[...]
(Disponível em:
https://www.brasildefato.com.br/2026/02/16/fim-da-escala-6x1-e-comba
te-ao-feminicidio-ganham-as-ruas-do-carnaval-de-salvador-na-tradicion
al-mudanca-do-garcia/. Acesso em: 23 fev. 2026. Adaptado.)
( ) O Carnaval é um evento que ultrapassa a festividade e se torna espaço de lutas sociais.
( ) Os temas sociais do Carnaval em Salvador foram unicamente "fim da escala 6x1" e a luta contra o feminicídio.
( ) Mudança do Garcia é o nome da mais antiga manifestação carnavalesca da Bahia.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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