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TEXTO3
"Negrinha era uma pobre órfã de sete anos. Preta? Não; fusca, mulatinha escura, de cabelos
ruços e olhos assustados.
Nascera na senzala, de mãe escrava, e seus primeiros anos vivera-os pelos cantos escuros da
cozinha, sobre velha esteira e trapos imundos. Sempre escondida, que a patroa não gostava de
crianças.
Excelente senhora, a patroa. Gorda, rica, dona do mundo, amimada dos padres, com lugar certo
na igreja e camarote de luxo reservado no céu.
[...]
A excelente dona Inácia era mestra na arte de judiar de crianças. Vinha da escravidão, fora
senhora de escravos - e daquelas ferozes, amigas de ouvir cantar o bolo e zera ao regime novo - essa
indecência de negro igual.
(Lobato, M. Negrinha. In: Moricone, I. Os cem melhores contos brasileiros do século.
Rio de Janeiro: Objetiva, 2000, p. 78 (adaptado)
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TEXTO3
"Negrinha era uma pobre órfã de sete anos. Preta? Não; fusca, mulatinha escura, de cabelos
ruços e olhos assustados.
Nascera na senzala, de mãe escrava, e seus primeiros anos vivera-os pelos cantos escuros da
cozinha, sobre velha esteira e trapos imundos. Sempre escondida, que a patroa não gostava de
crianças.
Excelente senhora, a patroa. Gorda, rica, dona do mundo, amimada dos padres, com lugar certo
na igreja e camarote de luxo reservado no céu.
[...]
A excelente dona Inácia era mestra na arte de judiar de crianças. Vinha da escravidão, fora
senhora de escravos - e daquelas ferozes, amigas de ouvir cantar o bolo e zera ao regime novo - essa
indecência de negro igual.
(Lobato, M. Negrinha. In: Moricone, I. Os cem melhores contos brasileiros do século.
Rio de Janeiro: Objetiva, 2000, p. 78 (adaptado)
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TEXTO3
"Negrinha era uma pobre órfã de sete anos. Preta? Não; fusca, mulatinha escura, de cabelos
ruços e olhos assustados.
Nascera na senzala, de mãe escrava, e seus primeiros anos vivera-os pelos cantos escuros da
cozinha, sobre velha esteira e trapos imundos. Sempre escondida, que a patroa não gostava de
crianças.
Excelente senhora, a patroa. Gorda, rica, dona do mundo, amimada dos padres, com lugar certo
na igreja e camarote de luxo reservado no céu.
[...]
A excelente dona Inácia era mestra na arte de judiar de crianças. Vinha da escravidão, fora
senhora de escravos - e daquelas ferozes, amigas de ouvir cantar o bolo e zera ao regime novo - essa
indecência de negro igual.
(Lobato, M. Negrinha. In: Moricone, I. Os cem melhores contos brasileiros do século.
Rio de Janeiro: Objetiva, 2000, p. 78 (adaptado)
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TEXTO 2
A Semiótica, a mais jovem ciência a despontar no horizonte das chamadas ciências humanas, teve um
peculiar nascimento, assim como apresenta, na atual fase do seu desenvolvimento histórico, uma
aparência não menos singular. A primeira peculiaridade reside no fato de ter tido, na realidade três
origens ou sementes lançadas quase simultaneamente no tempo, mas distintas no espaço e na
paternidade: uma nos EUA, outra na União Soviética e a terceira na França.
(Santaella, Lúcia. O que é semiótica. São Paulo Brasiliense, 2009, p. 15 adaptado)
I. Na expressão "uma aparência não menos singular", o adjetivo "singular" concorda em número com aparência.
II. Na oração "A Semiótica [...] teve um peculiar nascimento", o verbo está no singular porque concorda com o núcleo do objeto direto..
III. No trecho "[...] mas distintas no espaço e na paternidade" o termo destacado concorda em número e gênero com três origens ou sementes.
IV. No trecho "A primeira peculiaridade reside no fato de ter tido, na realidade, três origens ou sementes" a forma verbal "reside" está no singular, porque concorda com o núcleo do objeto direto.
Estão CORRETAS:
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TEXTO 2
A Semiótica, a mais jovem ciência a despontar no horizonte das chamadas ciências humanas, teve um
peculiar nascimento, assim como apresenta, na atual fase do seu desenvolvimento histórico, uma
aparência não menos singular. A primeira peculiaridade reside no fato de ter tido, na realidade três
origens ou sementes lançadas quase simultaneamente no tempo, mas distintas no espaço e na
paternidade: uma nos EUA, outra na União Soviética e a terceira na França.
(Santaella, Lúcia. O que é semiótica. São Paulo Brasiliense, 2009, p. 15 adaptado)
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TEXTO 2
A Semiótica, a mais jovem ciência a despontar no horizonte das chamadas ciências humanas, teve um
peculiar nascimento, assim como apresenta, na atual fase do seu desenvolvimento histórico, uma
aparência não menos singular. A primeira peculiaridade reside no fato de ter tido, na realidade três
origens ou sementes lançadas quase simultaneamente no tempo, mas distintas no espaço e na
paternidade: uma nos EUA, outra na União Soviética e a terceira na França.
(Santaella, Lúcia. O que é semiótica. São Paulo Brasiliense, 2009, p. 15 adaptado)
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TEXTO 1
Jornal, revista, cinema, rádio e televisão são meios de comunicação de massa. Em virtude dos recentes
aperfeiçoamentos técnicos na produção de livros e da expansão do consumo destes, parece ser
legítima a inclusão do livro moderno de grande tiragem nesta categoria. As histórias em quadrinhos
constituem, também, um ítem à parte, ao ver dos estudiosos, pois, apesar de apresentadas em jornais,
revistas ou sob a forma de livros, têm numerosas características que as singularizam. São sete, portanto, os meios de comunicação de massa usualmente reconhecidos como tais, na literatura especializada.
Divididos em meios impressos e meios não-impressos (ou audiovisuais), jornal, revista, livro e quadrinhos constituem o primeiro grupo, e cinema, rádio e televisão, o segundo. Outro tipo de distinção
constrata, nos meios de comunicação de massa, o predomínio da imagem com o predomínio da
palavra. Neste caso, os quadrinhos formam com o cinema e a televisão os meios icônicos ou pictoriais,
enquanto o jornal, a revista e o livro compõem o grupo de meios predominantemente verbais.
(Pfromm Neto, Samuel. Comunicação de massas.In: Soares, Magda Becker e Campos, Edson Nascimento.
Técnica de redação. Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 2004, p. 52-53)
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TEXTO 1
Jornal, revista, cinema, rádio e televisão são meios de comunicação de massa. Em virtude dos recentes
aperfeiçoamentos técnicos na produção de livros e da expansão do consumo destes, parece ser
legítima a inclusão do livro moderno de grande tiragem nesta categoria. As histórias em quadrinhos
constituem, também, um ítem à parte, ao ver dos estudiosos, pois, apesar de apresentadas em jornais,
revistas ou sob a forma de livros, têm numerosas características que as singularizam. São sete, portanto, os meios de comunicação de massa usualmente reconhecidos como tais, na literatura especializada.
Divididos em meios impressos e meios não-impressos (ou audiovisuais), jornal, revista, livro e quadrinhos constituem o primeiro grupo, e cinema, rádio e televisão, o segundo. Outro tipo de distinção
constrata, nos meios de comunicação de massa, o predomínio da imagem com o predomínio da
palavra. Neste caso, os quadrinhos formam com o cinema e a televisão os meios icônicos ou pictoriais,
enquanto o jornal, a revista e o livro compõem o grupo de meios predominantemente verbais.
(Pfromm Neto, Samuel. Comunicação de massas.In: Soares, Magda Becker e Campos, Edson Nascimento.
Técnica de redação. Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 2004, p. 52-53)
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TEXTO 1
Jornal, revista, cinema, rádio e televisão são meios de comunicação de massa. Em virtude dos recentes
aperfeiçoamentos técnicos na produção de livros e da expansão do consumo destes, parece ser
legítima a inclusão do livro moderno de grande tiragem nesta categoria. As histórias em quadrinhos
constituem, também, um ítem à parte, ao ver dos estudiosos, pois, apesar de apresentadas em jornais,
revistas ou sob a forma de livros, têm numerosas características que as singularizam. São sete, portanto, os meios de comunicação de massa usualmente reconhecidos como tais, na literatura especializada.
Divididos em meios impressos e meios não-impressos (ou audiovisuais), jornal, revista, livro e quadrinhos constituem o primeiro grupo, e cinema, rádio e televisão, o segundo. Outro tipo de distinção
constrata, nos meios de comunicação de massa, o predomínio da imagem com o predomínio da
palavra. Neste caso, os quadrinhos formam com o cinema e a televisão os meios icônicos ou pictoriais,
enquanto o jornal, a revista e o livro compõem o grupo de meios predominantemente verbais.
(Pfromm Neto, Samuel. Comunicação de massas.In: Soares, Magda Becker e Campos, Edson Nascimento.
Técnica de redação. Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 2004, p. 52-53)
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