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“Parassocial” é eleita Palavra do Ano de 2025
pelo Dicionário de Cambridge; entenda o que
significa
Termo escolhido aponta o avanço de vínculos
unilaterais entre fãs, influenciadores e chatbots
O Dicionário de Cambridge escolheu
“parassocial” como a Palavra do Ano de 2025,
termo usado para descrever relações unilaterais
em que uma pessoa sente intimidade com
alguém que não a conhece, como celebridades,
influenciadores e até chatbots de inteligência
artificial (IA)
Segundo o dicionário britânico, o
interesse pela palavra disparou no último ano,
acompanhando a discussão sobre a influência de
criadores de conteúdos digitais e casos recentes
de comportamentos obsessivos entre seguidores.
Para linguistas, o tema ganhou força justamente
porque espelha uma era em que a intimidade
aparente com figuras públicas se tornou parte do
cotidiano.
O fenômeno cresce à medida que a
cultura do fandom ganha novas camadas e vem
sendo utilizada até como estratégia de marketing,
segundo o estudo “Marketing de influenciadores e
relações parassociais”, realizado pelo
departamento de Humanidades e Ciências
Sociais da University of California, EUA.
Nos podcasts, essa aproximação também
cresce. De acordo com o dicionário, a
espontaneidade, a fala imperfeita e o tom íntimo
dos apresentadores têm funcionado como
substitutos de amizades reais, criando a
sensação de convivência contínua.
No entanto, foi a IA que levou o debate a
outro patamar. Com o avanço dos chatbots,
alguns usuários passaram a tratar ferramentas
como o ChatGPT como confidentes, amigos e até
possíveis parceiros românticos. O Cambridge
alerta que essas conexões podem ser
emocionalmente significativas, e, em certos
casos, problemáticas, abrindo discussões sobre
dependência emocional, privacidade e limites
éticos.
Para Colin McIntosh, do Dicionário de
Cambridge, a escolha sintetiza o momento atual.
“Parassocial captura o espírito de 2025”, afirmou.
Ele explicou que um termo antes restrito ao meio
acadêmico entrou no vocabulário cotidiano.
“Milhões de pessoas estão envolvidas em
relações parassociais, e muitas outras observam
seu crescimento”, disse.
A psicóloga Simone Schnall, da
Universidade de Cambridge, avaliou que essas
relações estão redefinindo o significado de
celebridade e o modo como pessoas comuns
interagem online. Segundo ela, a queda de
confiança na mídia tradicional incentivou o público
a buscar “autoridades individuais”, como influenciadores e youtubers, considerados mais
acessíveis e autênticos.
Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/parassocial-e-eleita-palavra-do-ano-de-2025-
pelo-dicionario-de-cambridge-entenda-o-que-significanprei/. Acesso em 30/11/2025. Excerto.
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pelo Dicionário de Cambridge; entenda o que
significa
Termo escolhido aponta o avanço de vínculos
unilaterais entre fãs, influenciadores e chatbots
O Dicionário de Cambridge escolheu
“parassocial” como a Palavra do Ano de 2025,
termo usado para descrever relações unilaterais
em que uma pessoa sente intimidade com
alguém que não a conhece, como celebridades,
influenciadores e até chatbots de inteligência
artificial (IA)
Segundo o dicionário britânico, o
interesse pela palavra disparou no último ano,
acompanhando a discussão sobre a influência de
criadores de conteúdos digitais e casos recentes
de comportamentos obsessivos entre seguidores.
Para linguistas, o tema ganhou força justamente
porque espelha uma era em que a intimidade
aparente com figuras públicas se tornou parte do
cotidiano.
O fenômeno cresce à medida que a
cultura do fandom ganha novas camadas e vem
sendo utilizada até como estratégia de marketing,
segundo o estudo “Marketing de influenciadores e
relações parassociais”, realizado pelo
departamento de Humanidades e Ciências
Sociais da University of California, EUA.
Nos podcasts, essa aproximação também
cresce. De acordo com o dicionário, a
espontaneidade, a fala imperfeita e o tom íntimo
dos apresentadores têm funcionado como
substitutos de amizades reais, criando a
sensação de convivência contínua.
No entanto, foi a IA que levou o debate a
outro patamar. Com o avanço dos chatbots,
alguns usuários passaram a tratar ferramentas
como o ChatGPT como confidentes, amigos e até
possíveis parceiros românticos. O Cambridge
alerta que essas conexões podem ser
emocionalmente significativas, e, em certos
casos, problemáticas, abrindo discussões sobre
dependência emocional, privacidade e limites
éticos.
Para Colin McIntosh, do Dicionário de
Cambridge, a escolha sintetiza o momento atual.
“Parassocial captura o espírito de 2025”, afirmou.
Ele explicou que um termo antes restrito ao meio
acadêmico entrou no vocabulário cotidiano.
“Milhões de pessoas estão envolvidas em
relações parassociais, e muitas outras observam
seu crescimento”, disse.
A psicóloga Simone Schnall, da
Universidade de Cambridge, avaliou que essas
relações estão redefinindo o significado de
celebridade e o modo como pessoas comuns
interagem online. Segundo ela, a queda de
confiança na mídia tradicional incentivou o público
a buscar “autoridades individuais”, como influenciadores e youtubers, considerados mais
acessíveis e autênticos.
Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/parassocial-e-eleita-palavra-do-ano-de-2025-
pelo-dicionario-de-cambridge-entenda-o-que-significanprei/. Acesso em 30/11/2025. Excerto.
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pelo Dicionário de Cambridge; entenda o que
significa
Termo escolhido aponta o avanço de vínculos
unilaterais entre fãs, influenciadores e chatbots
O Dicionário de Cambridge escolheu
“parassocial” como a Palavra do Ano de 2025,
termo usado para descrever relações unilaterais
em que uma pessoa sente intimidade com
alguém que não a conhece, como celebridades,
influenciadores e até chatbots de inteligência
artificial (IA)
Segundo o dicionário britânico, o
interesse pela palavra disparou no último ano,
acompanhando a discussão sobre a influência de
criadores de conteúdos digitais e casos recentes
de comportamentos obsessivos entre seguidores.
Para linguistas, o tema ganhou força justamente
porque espelha uma era em que a intimidade
aparente com figuras públicas se tornou parte do
cotidiano.
O fenômeno cresce à medida que a
cultura do fandom ganha novas camadas e vem
sendo utilizada até como estratégia de marketing,
segundo o estudo “Marketing de influenciadores e
relações parassociais”, realizado pelo
departamento de Humanidades e Ciências
Sociais da University of California, EUA.
Nos podcasts, essa aproximação também
cresce. De acordo com o dicionário, a
espontaneidade, a fala imperfeita e o tom íntimo
dos apresentadores têm funcionado como
substitutos de amizades reais, criando a
sensação de convivência contínua.
No entanto, foi a IA que levou o debate a
outro patamar. Com o avanço dos chatbots,
alguns usuários passaram a tratar ferramentas
como o ChatGPT como confidentes, amigos e até
possíveis parceiros românticos. O Cambridge
alerta que essas conexões podem ser
emocionalmente significativas, e, em certos
casos, problemáticas, abrindo discussões sobre
dependência emocional, privacidade e limites
éticos.
Para Colin McIntosh, do Dicionário de
Cambridge, a escolha sintetiza o momento atual.
“Parassocial captura o espírito de 2025”, afirmou.
Ele explicou que um termo antes restrito ao meio
acadêmico entrou no vocabulário cotidiano.
“Milhões de pessoas estão envolvidas em
relações parassociais, e muitas outras observam
seu crescimento”, disse.
A psicóloga Simone Schnall, da
Universidade de Cambridge, avaliou que essas
relações estão redefinindo o significado de
celebridade e o modo como pessoas comuns
interagem online. Segundo ela, a queda de
confiança na mídia tradicional incentivou o público
a buscar “autoridades individuais”, como influenciadores e youtubers, considerados mais
acessíveis e autênticos.
Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/parassocial-e-eleita-palavra-do-ano-de-2025-
pelo-dicionario-de-cambridge-entenda-o-que-significanprei/. Acesso em 30/11/2025. Excerto.
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significa
Termo escolhido aponta o avanço de vínculos
unilaterais entre fãs, influenciadores e chatbots
O Dicionário de Cambridge escolheu
“parassocial” como a Palavra do Ano de 2025,
termo usado para descrever relações unilaterais
em que uma pessoa sente intimidade com
alguém que não a conhece, como celebridades,
influenciadores e até chatbots de inteligência
artificial (IA)
Segundo o dicionário britânico, o
interesse pela palavra disparou no último ano,
acompanhando a discussão sobre a influência de
criadores de conteúdos digitais e casos recentes
de comportamentos obsessivos entre seguidores.
Para linguistas, o tema ganhou força justamente
porque espelha uma era em que a intimidade
aparente com figuras públicas se tornou parte do
cotidiano.
O fenômeno cresce à medida que a
cultura do fandom ganha novas camadas e vem
sendo utilizada até como estratégia de marketing,
segundo o estudo “Marketing de influenciadores e
relações parassociais”, realizado pelo
departamento de Humanidades e Ciências
Sociais da University of California, EUA.
Nos podcasts, essa aproximação também
cresce. De acordo com o dicionário, a
espontaneidade, a fala imperfeita e o tom íntimo
dos apresentadores têm funcionado como
substitutos de amizades reais, criando a
sensação de convivência contínua.
No entanto, foi a IA que levou o debate a
outro patamar. Com o avanço dos chatbots,
alguns usuários passaram a tratar ferramentas
como o ChatGPT como confidentes, amigos e até
possíveis parceiros românticos. O Cambridge
alerta que essas conexões podem ser
emocionalmente significativas, e, em certos
casos, problemáticas, abrindo discussões sobre
dependência emocional, privacidade e limites
éticos.
Para Colin McIntosh, do Dicionário de
Cambridge, a escolha sintetiza o momento atual.
“Parassocial captura o espírito de 2025”, afirmou.
Ele explicou que um termo antes restrito ao meio
acadêmico entrou no vocabulário cotidiano.
“Milhões de pessoas estão envolvidas em
relações parassociais, e muitas outras observam
seu crescimento”, disse.
A psicóloga Simone Schnall, da
Universidade de Cambridge, avaliou que essas
relações estão redefinindo o significado de
celebridade e o modo como pessoas comuns
interagem online. Segundo ela, a queda de
confiança na mídia tradicional incentivou o público
a buscar “autoridades individuais”, como influenciadores e youtubers, considerados mais
acessíveis e autênticos.
Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/parassocial-e-eleita-palavra-do-ano-de-2025-
pelo-dicionario-de-cambridge-entenda-o-que-significanprei/. Acesso em 30/11/2025. Excerto.
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significa
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O Dicionário de Cambridge escolheu
“parassocial” como a Palavra do Ano de 2025,
termo usado para descrever relações unilaterais
em que uma pessoa sente intimidade com
alguém que não a conhece, como celebridades,
influenciadores e até chatbots de inteligência
artificial (IA)
Segundo o dicionário britânico, o
interesse pela palavra disparou no último ano,
acompanhando a discussão sobre a influência de
criadores de conteúdos digitais e casos recentes
de comportamentos obsessivos entre seguidores.
Para linguistas, o tema ganhou força justamente
porque espelha uma era em que a intimidade
aparente com figuras públicas se tornou parte do
cotidiano.
O fenômeno cresce à medida que a
cultura do fandom ganha novas camadas e vem
sendo utilizada até como estratégia de marketing,
segundo o estudo “Marketing de influenciadores e
relações parassociais”, realizado pelo
departamento de Humanidades e Ciências
Sociais da University of California, EUA.
Nos podcasts, essa aproximação também
cresce. De acordo com o dicionário, a
espontaneidade, a fala imperfeita e o tom íntimo
dos apresentadores têm funcionado como
substitutos de amizades reais, criando a
sensação de convivência contínua.
No entanto, foi a IA que levou o debate a
outro patamar. Com o avanço dos chatbots,
alguns usuários passaram a tratar ferramentas
como o ChatGPT como confidentes, amigos e até
possíveis parceiros românticos. O Cambridge
alerta que essas conexões podem ser
emocionalmente significativas, e, em certos
casos, problemáticas, abrindo discussões sobre
dependência emocional, privacidade e limites
éticos.
Para Colin McIntosh, do Dicionário de
Cambridge, a escolha sintetiza o momento atual.
“Parassocial captura o espírito de 2025”, afirmou.
Ele explicou que um termo antes restrito ao meio
acadêmico entrou no vocabulário cotidiano.
“Milhões de pessoas estão envolvidas em
relações parassociais, e muitas outras observam
seu crescimento”, disse.
A psicóloga Simone Schnall, da
Universidade de Cambridge, avaliou que essas
relações estão redefinindo o significado de
celebridade e o modo como pessoas comuns
interagem online. Segundo ela, a queda de
confiança na mídia tradicional incentivou o público
a buscar “autoridades individuais”, como influenciadores e youtubers, considerados mais
acessíveis e autênticos.
Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/parassocial-e-eleita-palavra-do-ano-de-2025-
pelo-dicionario-de-cambridge-entenda-o-que-significanprei/. Acesso em 30/11/2025. Excerto.
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“parassocial” como a Palavra do Ano de 2025,
termo usado para descrever relações unilaterais
em que uma pessoa sente intimidade com
alguém que não a conhece, como celebridades,
influenciadores e até chatbots de inteligência
artificial (IA)
Segundo o dicionário britânico, o
interesse pela palavra disparou no último ano,
acompanhando a discussão sobre a influência de
criadores de conteúdos digitais e casos recentes
de comportamentos obsessivos entre seguidores.
Para linguistas, o tema ganhou força justamente
porque espelha uma era em que a intimidade
aparente com figuras públicas se tornou parte do
cotidiano.
O fenômeno cresce à medida que a
cultura do fandom ganha novas camadas e vem
sendo utilizada até como estratégia de marketing,
segundo o estudo “Marketing de influenciadores e
relações parassociais”, realizado pelo
departamento de Humanidades e Ciências
Sociais da University of California, EUA.
Nos podcasts, essa aproximação também
cresce. De acordo com o dicionário, a
espontaneidade, a fala imperfeita e o tom íntimo
dos apresentadores têm funcionado como
substitutos de amizades reais, criando a
sensação de convivência contínua.
No entanto, foi a IA que levou o debate a
outro patamar. Com o avanço dos chatbots,
alguns usuários passaram a tratar ferramentas
como o ChatGPT como confidentes, amigos e até
possíveis parceiros românticos. O Cambridge
alerta que essas conexões podem ser
emocionalmente significativas, e, em certos
casos, problemáticas, abrindo discussões sobre
dependência emocional, privacidade e limites
éticos.
Para Colin McIntosh, do Dicionário de
Cambridge, a escolha sintetiza o momento atual.
“Parassocial captura o espírito de 2025”, afirmou.
Ele explicou que um termo antes restrito ao meio
acadêmico entrou no vocabulário cotidiano.
“Milhões de pessoas estão envolvidas em
relações parassociais, e muitas outras observam
seu crescimento”, disse.
A psicóloga Simone Schnall, da
Universidade de Cambridge, avaliou que essas
relações estão redefinindo o significado de
celebridade e o modo como pessoas comuns
interagem online. Segundo ela, a queda de
confiança na mídia tradicional incentivou o público
a buscar “autoridades individuais”, como influenciadores e youtubers, considerados mais
acessíveis e autênticos.
Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/parassocial-e-eleita-palavra-do-ano-de-2025-
pelo-dicionario-de-cambridge-entenda-o-que-significanprei/. Acesso em 30/11/2025. Excerto.
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significa
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O Dicionário de Cambridge escolheu
“parassocial” como a Palavra do Ano de 2025,
termo usado para descrever relações unilaterais
em que uma pessoa sente intimidade com
alguém que não a conhece, como celebridades,
influenciadores e até chatbots de inteligência
artificial (IA)
Segundo o dicionário britânico, o
interesse pela palavra disparou no último ano,
acompanhando a discussão sobre a influência de
criadores de conteúdos digitais e casos recentes
de comportamentos obsessivos entre seguidores.
Para linguistas, o tema ganhou força justamente
porque espelha uma era em que a intimidade
aparente com figuras públicas se tornou parte do
cotidiano.
O fenômeno cresce à medida que a
cultura do fandom ganha novas camadas e vem
sendo utilizada até como estratégia de marketing,
segundo o estudo “Marketing de influenciadores e
relações parassociais”, realizado pelo
departamento de Humanidades e Ciências
Sociais da University of California, EUA.
Nos podcasts, essa aproximação também
cresce. De acordo com o dicionário, a
espontaneidade, a fala imperfeita e o tom íntimo
dos apresentadores têm funcionado como
substitutos de amizades reais, criando a
sensação de convivência contínua.
No entanto, foi a IA que levou o debate a
outro patamar. Com o avanço dos chatbots,
alguns usuários passaram a tratar ferramentas
como o ChatGPT como confidentes, amigos e até
possíveis parceiros românticos. O Cambridge
alerta que essas conexões podem ser
emocionalmente significativas, e, em certos
casos, problemáticas, abrindo discussões sobre
dependência emocional, privacidade e limites
éticos.
Para Colin McIntosh, do Dicionário de
Cambridge, a escolha sintetiza o momento atual.
“Parassocial captura o espírito de 2025”, afirmou.
Ele explicou que um termo antes restrito ao meio
acadêmico entrou no vocabulário cotidiano.
“Milhões de pessoas estão envolvidas em
relações parassociais, e muitas outras observam
seu crescimento”, disse.
A psicóloga Simone Schnall, da
Universidade de Cambridge, avaliou que essas
relações estão redefinindo o significado de
celebridade e o modo como pessoas comuns
interagem online. Segundo ela, a queda de
confiança na mídia tradicional incentivou o público
a buscar “autoridades individuais”, como influenciadores e youtubers, considerados mais
acessíveis e autênticos.
Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/parassocial-e-eleita-palavra-do-ano-de-2025-
pelo-dicionario-de-cambridge-entenda-o-que-significanprei/. Acesso em 30/11/2025. Excerto.
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pelo Dicionário de Cambridge; entenda o que
significa
Termo escolhido aponta o avanço de vínculos
unilaterais entre fãs, influenciadores e chatbots
O Dicionário de Cambridge escolheu
“parassocial” como a Palavra do Ano de 2025,
termo usado para descrever relações unilaterais
em que uma pessoa sente intimidade com
alguém que não a conhece, como celebridades,
influenciadores e até chatbots de inteligência
artificial (IA)
Segundo o dicionário britânico, o
interesse pela palavra disparou no último ano,
acompanhando a discussão sobre a influência de
criadores de conteúdos digitais e casos recentes
de comportamentos obsessivos entre seguidores.
Para linguistas, o tema ganhou força justamente
porque espelha uma era em que a intimidade
aparente com figuras públicas se tornou parte do
cotidiano.
O fenômeno cresce à medida que a
cultura do fandom ganha novas camadas e vem
sendo utilizada até como estratégia de marketing,
segundo o estudo “Marketing de influenciadores e
relações parassociais”, realizado pelo
departamento de Humanidades e Ciências
Sociais da University of California, EUA.
Nos podcasts, essa aproximação também
cresce. De acordo com o dicionário, a
espontaneidade, a fala imperfeita e o tom íntimo
dos apresentadores têm funcionado como
substitutos de amizades reais, criando a
sensação de convivência contínua.
No entanto, foi a IA que levou o debate a
outro patamar. Com o avanço dos chatbots,
alguns usuários passaram a tratar ferramentas
como o ChatGPT como confidentes, amigos e até
possíveis parceiros românticos. O Cambridge
alerta que essas conexões podem ser
emocionalmente significativas, e, em certos
casos, problemáticas, abrindo discussões sobre
dependência emocional, privacidade e limites
éticos.
Para Colin McIntosh, do Dicionário de
Cambridge, a escolha sintetiza o momento atual.
“Parassocial captura o espírito de 2025”, afirmou.
Ele explicou que um termo antes restrito ao meio
acadêmico entrou no vocabulário cotidiano.
“Milhões de pessoas estão envolvidas em
relações parassociais, e muitas outras observam
seu crescimento”, disse.
A psicóloga Simone Schnall, da
Universidade de Cambridge, avaliou que essas
relações estão redefinindo o significado de
celebridade e o modo como pessoas comuns
interagem online. Segundo ela, a queda de
confiança na mídia tradicional incentivou o público
a buscar “autoridades individuais”, como influenciadores e youtubers, considerados mais
acessíveis e autênticos.
Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/parassocial-e-eleita-palavra-do-ano-de-2025-
pelo-dicionario-de-cambridge-entenda-o-que-significanprei/. Acesso em 30/11/2025. Excerto.
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Universo está ficando sem novas estrelas?
Observações feitas nas últimas décadas indicam que o
Universo pode ter ultrapassado seu período de maior
atividade. Um dos sinais desse processo é a diminuição
gradual na formação de novas estrelas, ainda que o
número total de astros continue extremamente elevado,
estimado em até um septilhão.
Segundo o consenso científico, o Universo tem cerca de
13,8 bilhões de anos, e as primeiras estrelas surgiram
logo após o Big Bang. Muitas delas, inclusive na Via
Láctea, têm idade superior a 13 bilhões de anos, o que
mostra que a formação estelar começou muito cedo na
história cósmica.
As estrelas se originam em nebulosas, grandes nuvens
de gás e poeira que, sob ação da gravidade, dão origem
às protoestrelas. Quando o núcleo atinge altas
temperaturas, inicia-se a fusão nuclear, que transforma
hidrogênio em hélio, liberando energia e marcando a
entrada da estrela na fase estável conhecida como
sequência principal.
Cerca de 90% das estrelas do Universo pertencem a
essa fase, incluindo o Sol. Elas variam bastante em
massa e, ao longo do tempo, consomem seu
combustível. Estrelas menores envelhecem lentamente,
enquanto as mais massivas têm fins violentos,
explodindo em supernovas.
Estudos indicam que o pico da formação estelar ocorreu
há aproximadamente 10 bilhões de anos, no período
chamado de Meio-dia Cósmico. Desde então, as
galáxias vêm formando estrelas em um ritmo cada vez
menor. Análises recentes de milhões de galáxias
mostram uma queda gradual em suas temperaturas, o
que reforça a redução da atividade de nascimento
estelar.
Uma das teorias sobre o destino final do Universo é a
morte térmica, ou Grande Congelamento, segundo a
qual a expansão contínua levará à dispersão da energia,
ao esgotamento do combustível estelar e ao fim da
formação de novas estrelas. Apesar disso, estimativas
apontam que o nascimento de estrelas continuará por
dezenas de trilhões de anos, restando ainda um longo
período para observar o céu estrelado.
Fonte:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn98n731qqwo.adaptado.
Assinale a alternativa correta a respeito da oração destacada.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O Universo está ficando sem novas estrelas?
Observações feitas nas últimas décadas indicam que o
Universo pode ter ultrapassado seu período de maior
atividade. Um dos sinais desse processo é a diminuição
gradual na formação de novas estrelas, ainda que o
número total de astros continue extremamente elevado,
estimado em até um septilhão.
Segundo o consenso científico, o Universo tem cerca de
13,8 bilhões de anos, e as primeiras estrelas surgiram
logo após o Big Bang. Muitas delas, inclusive na Via
Láctea, têm idade superior a 13 bilhões de anos, o que
mostra que a formação estelar começou muito cedo na
história cósmica.
As estrelas se originam em nebulosas, grandes nuvens
de gás e poeira que, sob ação da gravidade, dão origem
às protoestrelas. Quando o núcleo atinge altas
temperaturas, inicia-se a fusão nuclear, que transforma
hidrogênio em hélio, liberando energia e marcando a
entrada da estrela na fase estável conhecida como
sequência principal.
Cerca de 90% das estrelas do Universo pertencem a
essa fase, incluindo o Sol. Elas variam bastante em
massa e, ao longo do tempo, consomem seu
combustível. Estrelas menores envelhecem lentamente,
enquanto as mais massivas têm fins violentos,
explodindo em supernovas.
Estudos indicam que o pico da formação estelar ocorreu
há aproximadamente 10 bilhões de anos, no período
chamado de Meio-dia Cósmico. Desde então, as
galáxias vêm formando estrelas em um ritmo cada vez
menor. Análises recentes de milhões de galáxias
mostram uma queda gradual em suas temperaturas, o
que reforça a redução da atividade de nascimento
estelar.
Uma das teorias sobre o destino final do Universo é a
morte térmica, ou Grande Congelamento, segundo a
qual a expansão contínua levará à dispersão da energia,
ao esgotamento do combustível estelar e ao fim da
formação de novas estrelas. Apesar disso, estimativas
apontam que o nascimento de estrelas continuará por
dezenas de trilhões de anos, restando ainda um longo
período para observar o céu estrelado.
Fonte:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn98n731qqwo.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto às estratégias de leitura e à compreensão textual.
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