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4234701 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IACP
Orgão: Câm. Ferreiros-PE
Provas:

Quatro em cada cinco idosos no Brasil têm demência sem diagnóstico

Quatro de cada cinco brasileiros idosos convivem

com demência, sem nunca receberem diagnóstico

médico formal. A informação é de pesquisa

conduzida por estudiosos da Unifesp

(Universidade Federal de São Paulo) teve

participação de 5.249 pessoas, acompanhadas

pelo Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos

Brasileiros (ELSI-Brasil). O alto índice de

subnotificação já havia sido apontado por

levantamento feito pelo Relatório Nacional sobre a

Demência em 2024, pelo Ministério da Saúde. A

pesquisa recente, publicada na revista

científica International Journal of Geriatric

Psychiatry, confirmou que 83,1% dos

participantes convivem com condição neurológica

e não tinham diagnóstico prévio. O estudo ainda

ressalta desigualdades pautadas por região e

condição socioeconômica. As ocorrências do

quadro foram mais observadas entre pessoas

analfabetas (93,9%) e moradores de regiões mais

pobres (90,2%). Nas regiões mais ricas do país, o

percentual de ausência de diagnóstico foi cerca

de 76%. O Ministério da Saúde estima que,

atualmente, 2,5 milhões de brasileiros convivam

com demência. Considerando a subnotificação

identificada pelo estudo, 2 milhões delas ainda

não entraram na conta. A estimativa é de que, até

2050, o número pode triplicar e pode representar

um dos maiores desafios para o sistema de saúde

nos próximos anos. Os autores do artigo

defendem que o diagnóstico preciso é essencial

para o manejo clínico adequado, permitindo

melhor planejamento dos pacientes e familiares. A

demência é um quadro irreversível, mas, se

diagnosticada precocemente, pode ser atenuada

combinando tratamento com medicamentos para

estabilizar a cognição e controlar sintomas, com

terapias não farmacológicas.

Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br>Acesso em 28 de Maio de 2026.

Embora apresente predominância da função referencial da linguagem, o texto também evidencia preocupação em sensibilizar o leitor para a gravidade do problema social discutido. Essa característica pode ser observada principalmente no(a):
 

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4234700 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IACP
Orgão: Câm. Ferreiros-PE
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Quatro em cada cinco idosos no Brasil têm demência sem diagnóstico

Quatro de cada cinco brasileiros idosos convivem

com demência, sem nunca receberem diagnóstico

médico formal. A informação é de pesquisa

conduzida por estudiosos da Unifesp

(Universidade Federal de São Paulo) teve

participação de 5.249 pessoas, acompanhadas

pelo Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos

Brasileiros (ELSI-Brasil). O alto índice de

subnotificação já havia sido apontado por

levantamento feito pelo Relatório Nacional sobre a

Demência em 2024, pelo Ministério da Saúde. A

pesquisa recente, publicada na revista

científica International Journal of Geriatric

Psychiatry, confirmou que 83,1% dos

participantes convivem com condição neurológica

e não tinham diagnóstico prévio. O estudo ainda

ressalta desigualdades pautadas por região e

condição socioeconômica. As ocorrências do

quadro foram mais observadas entre pessoas

analfabetas (93,9%) e moradores de regiões mais

pobres (90,2%). Nas regiões mais ricas do país, o

percentual de ausência de diagnóstico foi cerca

de 76%. O Ministério da Saúde estima que,

atualmente, 2,5 milhões de brasileiros convivam

com demência. Considerando a subnotificação

identificada pelo estudo, 2 milhões delas ainda

não entraram na conta. A estimativa é de que, até

2050, o número pode triplicar e pode representar

um dos maiores desafios para o sistema de saúde

nos próximos anos. Os autores do artigo

defendem que o diagnóstico preciso é essencial

para o manejo clínico adequado, permitindo

melhor planejamento dos pacientes e familiares. A

demência é um quadro irreversível, mas, se

diagnosticada precocemente, pode ser atenuada

combinando tratamento com medicamentos para

estabilizar a cognição e controlar sintomas, com

terapias não farmacológicas.

Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br>Acesso em 28 de Maio de 2026.

No segmento “[...], 2 milhões delas ainda não entraram na conta.” (linhas 26 e 27), verifica-se um recurso expressivo que afasta momentaneamente o Texto da linguagem estritamente técnica. Esse efeito estilístico ocorre por meio de:
 

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4234699 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IACP
Orgão: Câm. Ferreiros-PE
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Quatro em cada cinco idosos no Brasil têm demência sem diagnóstico

Quatro de cada cinco brasileiros idosos convivem

com demência, sem nunca receberem diagnóstico

médico formal. A informação é de pesquisa

conduzida por estudiosos da Unifesp

(Universidade Federal de São Paulo) teve

participação de 5.249 pessoas, acompanhadas

pelo Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos

Brasileiros (ELSI-Brasil). O alto índice de

subnotificação já havia sido apontado por

levantamento feito pelo Relatório Nacional sobre a

Demência em 2024, pelo Ministério da Saúde. A

pesquisa recente, publicada na revista

científica International Journal of Geriatric

Psychiatry, confirmou que 83,1% dos

participantes convivem com condição neurológica

e não tinham diagnóstico prévio. O estudo ainda

ressalta desigualdades pautadas por região e

condição socioeconômica. As ocorrências do

quadro foram mais observadas entre pessoas

analfabetas (93,9%) e moradores de regiões mais

pobres (90,2%). Nas regiões mais ricas do país, o

percentual de ausência de diagnóstico foi cerca

de 76%. O Ministério da Saúde estima que,

atualmente, 2,5 milhões de brasileiros convivam

com demência. Considerando a subnotificação

identificada pelo estudo, 2 milhões delas ainda

não entraram na conta. A estimativa é de que, até

2050, o número pode triplicar e pode representar

um dos maiores desafios para o sistema de saúde

nos próximos anos. Os autores do artigo

defendem que o diagnóstico preciso é essencial

para o manejo clínico adequado, permitindo

melhor planejamento dos pacientes e familiares. A

demência é um quadro irreversível, mas, se

diagnosticada precocemente, pode ser atenuada

combinando tratamento com medicamentos para

estabilizar a cognição e controlar sintomas, com

terapias não farmacológicas.

Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br>Acesso em 28 de Maio de 2026.

Assinale a alternativa em que o emprego da crase está correto, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa:
 

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4234698 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IACP
Orgão: Câm. Ferreiros-PE
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Quatro em cada cinco idosos no Brasil têm demência sem diagnóstico

Quatro de cada cinco brasileiros idosos convivem

com demência, sem nunca receberem diagnóstico

médico formal. A informação é de pesquisa

conduzida por estudiosos da Unifesp

(Universidade Federal de São Paulo) teve

participação de 5.249 pessoas, acompanhadas

pelo Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos

Brasileiros (ELSI-Brasil). O alto índice de

subnotificação já havia sido apontado por

levantamento feito pelo Relatório Nacional sobre a

Demência em 2024, pelo Ministério da Saúde. A

pesquisa recente, publicada na revista

científica International Journal of Geriatric

Psychiatry, confirmou que 83,1% dos

participantes convivem com condição neurológica

e não tinham diagnóstico prévio. O estudo ainda

ressalta desigualdades pautadas por região e

condição socioeconômica. As ocorrências do

quadro foram mais observadas entre pessoas

analfabetas (93,9%) e moradores de regiões mais

pobres (90,2%). Nas regiões mais ricas do país, o

percentual de ausência de diagnóstico foi cerca

de 76%. O Ministério da Saúde estima que,

atualmente, 2,5 milhões de brasileiros convivam

com demência. Considerando a subnotificação

identificada pelo estudo, 2 milhões delas ainda

não entraram na conta. A estimativa é de que, até

2050, o número pode triplicar e pode representar

um dos maiores desafios para o sistema de saúde

nos próximos anos. Os autores do artigo

defendem que o diagnóstico preciso é essencial

para o manejo clínico adequado, permitindo

melhor planejamento dos pacientes e familiares. A

demência é um quadro irreversível, mas, se

diagnosticada precocemente, pode ser atenuada

combinando tratamento com medicamentos para

estabilizar a cognição e controlar sintomas, com

terapias não farmacológicas.

Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br>Acesso em 28 de Maio de 2026.

Analise o trecho retirado do texto:
“A demência é um quadro irreversível, mas, se diagnosticada precocemente, pode ser atenuada...” (linhas 33 a 35)

As vírgulas empregadas isolam a oração “se diagnosticada precocemente”. Nesse contexto, o uso da pontuação:
 

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4234697 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IACP
Orgão: Câm. Ferreiros-PE
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Quatro em cada cinco idosos no Brasil têm demência sem diagnóstico

Quatro de cada cinco brasileiros idosos convivem

com demência, sem nunca receberem diagnóstico

médico formal. A informação é de pesquisa

conduzida por estudiosos da Unifesp

(Universidade Federal de São Paulo) teve

participação de 5.249 pessoas, acompanhadas

pelo Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos

Brasileiros (ELSI-Brasil). O alto índice de

subnotificação já havia sido apontado por

levantamento feito pelo Relatório Nacional sobre a

Demência em 2024, pelo Ministério da Saúde. A

pesquisa recente, publicada na revista

científica International Journal of Geriatric

Psychiatry, confirmou que 83,1% dos

participantes convivem com condição neurológica

e não tinham diagnóstico prévio. O estudo ainda

ressalta desigualdades pautadas por região e

condição socioeconômica. As ocorrências do

quadro foram mais observadas entre pessoas

analfabetas (93,9%) e moradores de regiões mais

pobres (90,2%). Nas regiões mais ricas do país, o

percentual de ausência de diagnóstico foi cerca

de 76%. O Ministério da Saúde estima que,

atualmente, 2,5 milhões de brasileiros convivam

com demência. Considerando a subnotificação

identificada pelo estudo, 2 milhões delas ainda

não entraram na conta. A estimativa é de que, até

2050, o número pode triplicar e pode representar

um dos maiores desafios para o sistema de saúde

nos próximos anos. Os autores do artigo

defendem que o diagnóstico preciso é essencial

para o manejo clínico adequado, permitindo

melhor planejamento dos pacientes e familiares. A

demência é um quadro irreversível, mas, se

diagnosticada precocemente, pode ser atenuada

combinando tratamento com medicamentos para

estabilizar a cognição e controlar sintomas, com

terapias não farmacológicas.

Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br>Acesso em 28 de Maio de 2026.

Analise o trecho retirado do Texto:

“Os autores do artigo defendem que o diagnóstico preciso é essencial para o manejo clínico adequado, [...]” (linhas 30 a 32)
A oração subordinada introduzida pela conjunção “que”, no período a que pertence, exerce função sintática de::
 

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4234696 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IACP
Orgão: Câm. Ferreiros-PE
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Quatro em cada cinco idosos no Brasil têm demência sem diagnóstico

Quatro de cada cinco brasileiros idosos convivem

com demência, sem nunca receberem diagnóstico

médico formal. A informação é de pesquisa

conduzida por estudiosos da Unifesp

(Universidade Federal de São Paulo) teve

participação de 5.249 pessoas, acompanhadas

pelo Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos

Brasileiros (ELSI-Brasil). O alto índice de

subnotificação já havia sido apontado por

levantamento feito pelo Relatório Nacional sobre a

Demência em 2024, pelo Ministério da Saúde. A

pesquisa recente, publicada na revista

científica International Journal of Geriatric

Psychiatry, confirmou que 83,1% dos

participantes convivem com condição neurológica

e não tinham diagnóstico prévio. O estudo ainda

ressalta desigualdades pautadas por região e

condição socioeconômica. As ocorrências do

quadro foram mais observadas entre pessoas

analfabetas (93,9%) e moradores de regiões mais

pobres (90,2%). Nas regiões mais ricas do país, o

percentual de ausência de diagnóstico foi cerca

de 76%. O Ministério da Saúde estima que,

atualmente, 2,5 milhões de brasileiros convivam

com demência. Considerando a subnotificação

identificada pelo estudo, 2 milhões delas ainda

não entraram na conta. A estimativa é de que, até

2050, o número pode triplicar e pode representar

um dos maiores desafios para o sistema de saúde

nos próximos anos. Os autores do artigo

defendem que o diagnóstico preciso é essencial

para o manejo clínico adequado, permitindo

melhor planejamento dos pacientes e familiares. A

demência é um quadro irreversível, mas, se

diagnosticada precocemente, pode ser atenuada

combinando tratamento com medicamentos para

estabilizar a cognição e controlar sintomas, com

terapias não farmacológicas.

Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br>Acesso em 28 de Maio de 2026.

Assinale a alternativa em que todas as palavras retiradas ou formadas a partir do Texto estão grafadas de acordo com o atual norma-padrão e obedecem corretamente às regras de acentuação gráfica:
 

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4234695 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IACP
Orgão: Câm. Ferreiros-PE
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Quatro em cada cinco idosos no Brasil têm demência sem diagnóstico

Quatro de cada cinco brasileiros idosos convivem

com demência, sem nunca receberem diagnóstico

médico formal. A informação é de pesquisa

conduzida por estudiosos da Unifesp

(Universidade Federal de São Paulo) teve

participação de 5.249 pessoas, acompanhadas

pelo Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos

Brasileiros (ELSI-Brasil). O alto índice de

subnotificação já havia sido apontado por

levantamento feito pelo Relatório Nacional sobre a

Demência em 2024, pelo Ministério da Saúde. A

pesquisa recente, publicada na revista

científica International Journal of Geriatric

Psychiatry, confirmou que 83,1% dos

participantes convivem com condição neurológica

e não tinham diagnóstico prévio. O estudo ainda

ressalta desigualdades pautadas por região e

condição socioeconômica. As ocorrências do

quadro foram mais observadas entre pessoas

analfabetas (93,9%) e moradores de regiões mais

pobres (90,2%). Nas regiões mais ricas do país, o

percentual de ausência de diagnóstico foi cerca

de 76%. O Ministério da Saúde estima que,

atualmente, 2,5 milhões de brasileiros convivam

com demência. Considerando a subnotificação

identificada pelo estudo, 2 milhões delas ainda

não entraram na conta. A estimativa é de que, até

2050, o número pode triplicar e pode representar

um dos maiores desafios para o sistema de saúde

nos próximos anos. Os autores do artigo

defendem que o diagnóstico preciso é essencial

para o manejo clínico adequado, permitindo

melhor planejamento dos pacientes e familiares. A

demência é um quadro irreversível, mas, se

diagnosticada precocemente, pode ser atenuada

combinando tratamento com medicamentos para

estabilizar a cognição e controlar sintomas, com

terapias não farmacológicas.

Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br>Acesso em 28 de Maio de 2026.

O Texto apresenta dados e estimativas sobre o aumento dos casos de demência. Com base nessas informações, assinale a alternativa que representa corretamente qual é o principal objetivo do autor:
 

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4234694 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IACP
Orgão: Câm. Ferreiros-PE
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Quatro em cada cinco idosos no Brasil têm demência sem diagnóstico

Quatro de cada cinco brasileiros idosos convivem

com demência, sem nunca receberem diagnóstico

médico formal. A informação é de pesquisa

conduzida por estudiosos da Unifesp

(Universidade Federal de São Paulo) teve

participação de 5.249 pessoas, acompanhadas

pelo Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos

Brasileiros (ELSI-Brasil). O alto índice de

subnotificação já havia sido apontado por

levantamento feito pelo Relatório Nacional sobre a

Demência em 2024, pelo Ministério da Saúde. A

pesquisa recente, publicada na revista

científica International Journal of Geriatric

Psychiatry, confirmou que 83,1% dos

participantes convivem com condição neurológica

e não tinham diagnóstico prévio. O estudo ainda

ressalta desigualdades pautadas por região e

condição socioeconômica. As ocorrências do

quadro foram mais observadas entre pessoas

analfabetas (93,9%) e moradores de regiões mais

pobres (90,2%). Nas regiões mais ricas do país, o

percentual de ausência de diagnóstico foi cerca

de 76%. O Ministério da Saúde estima que,

atualmente, 2,5 milhões de brasileiros convivam

com demência. Considerando a subnotificação

identificada pelo estudo, 2 milhões delas ainda

não entraram na conta. A estimativa é de que, até

2050, o número pode triplicar e pode representar

um dos maiores desafios para o sistema de saúde

nos próximos anos. Os autores do artigo

defendem que o diagnóstico preciso é essencial

para o manejo clínico adequado, permitindo

melhor planejamento dos pacientes e familiares. A

demência é um quadro irreversível, mas, se

diagnosticada precocemente, pode ser atenuada

combinando tratamento com medicamentos para

estabilizar a cognição e controlar sintomas, com

terapias não farmacológicas.

Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br>Acesso em 28 de Maio de 2026.

Ao apresentar os dados relativos à subnotificação dos casos de demência no Brasil, o Texto constrói uma argumentação que ultrapassa a simples exposição estatística, articulando aspectos sociais, econômicos e estruturais do sistema de saúde. Nesse sentido, assinale a alternativa que traduz adequadamente a principal tese sustentada pelos autores da pesquisa mencionada:
 

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4234663 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IACP
Orgão: Câm. Ferreiros-PE

OMS destaca AVC como prioridade global de saúde pública

Durante a 79ª Assembleia Mundial da Saúde,

realizada entre os dias 18 e 23 de maio deste

ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS)

aprovou uma resolução que apela por uma ação

global mais robusta para reduzir o impacto do

AVC por meio da prevenção, dos cuidados

agudos, da reabilitação e da melhoria da

preparação dos sistemas de saúde. O tema veio à

tona na reunião de 22 de maio e reconhece o

AVC como uma das principais ameaças à saúde

mundial. De acordo com dados da OMS, nos

últimos 20 anos, o risco de AVC ao longo da vida

aumentou 50%, com 1 em cada 4 adultos com

expectativa de sofrer um AVC durante a vida. Em

2021, o AVC foi a terceira principal causa de

morte e incapacidade no mundo, representando

cerca de 93,8 milhões de casos, incluindo 11,

milhões de novos casos globalmente. De acordo

com o neurologista Daniel Damiani, membro da

Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do

Estado de São Paulo (AHOSP), existe uma série

de etapas na condução do AVC, o que justifica a

atenção aos cuidados e prevenção a este quadro.

"Desde a prevenção primária até a detecção, o

diagnóstico precoce, o encaminhamento para

centros de referência que são capazes de tratar

de AVC", descreve o especialista. "E depois todo

o cuidado pós-AVC, que inclui a reabilitação com

fisioterapia, com fonoaudiologia, uma equipe

multidisciplinar empenhada e bem treinada nesse

papel de reabilitação desses pacientes",

prossegue Damiani. A expectativa das

organizações envolvidas é que a resolução

impulsione novos investimentos em prevenção,

estrutura hospitalar, capacitação profissional e

conscientização da população sobre os sinais de

alerta do AVC, contribuindo para diagnósticos

mais rápidos e melhores desfechos clínicos.

Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br Acesso em 28 de Maio de 2026.

No Texto, predomina a função da linguagem voltada para a transmissão objetiva de informações sobre o AVC e sobre as medidas aprovadas pela OMS. Dessa forma, no trecho “Em 2021, o AVC foi a terceira principal causa de morte e incapacidade no mundo, [...]” (linhas 14 a 16), destaca-se predominantemente a função:
 

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4234662 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IACP
Orgão: Câm. Ferreiros-PE

OMS destaca AVC como prioridade global de saúde pública

Durante a 79ª Assembleia Mundial da Saúde,

realizada entre os dias 18 e 23 de maio deste

ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS)

aprovou uma resolução que apela por uma ação

global mais robusta para reduzir o impacto do

AVC por meio da prevenção, dos cuidados

agudos, da reabilitação e da melhoria da

preparação dos sistemas de saúde. O tema veio à

tona na reunião de 22 de maio e reconhece o

AVC como uma das principais ameaças à saúde

mundial. De acordo com dados da OMS, nos

últimos 20 anos, o risco de AVC ao longo da vida

aumentou 50%, com 1 em cada 4 adultos com

expectativa de sofrer um AVC durante a vida. Em

2021, o AVC foi a terceira principal causa de

morte e incapacidade no mundo, representando

cerca de 93,8 milhões de casos, incluindo 11,

milhões de novos casos globalmente. De acordo

com o neurologista Daniel Damiani, membro da

Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do

Estado de São Paulo (AHOSP), existe uma série

de etapas na condução do AVC, o que justifica a

atenção aos cuidados e prevenção a este quadro.

"Desde a prevenção primária até a detecção, o

diagnóstico precoce, o encaminhamento para

centros de referência que são capazes de tratar

de AVC", descreve o especialista. "E depois todo

o cuidado pós-AVC, que inclui a reabilitação com

fisioterapia, com fonoaudiologia, uma equipe

multidisciplinar empenhada e bem treinada nesse

papel de reabilitação desses pacientes",

prossegue Damiani. A expectativa das

organizações envolvidas é que a resolução

impulsione novos investimentos em prevenção,

estrutura hospitalar, capacitação profissional e

conscientização da população sobre os sinais de

alerta do AVC, contribuindo para diagnósticos

mais rápidos e melhores desfechos clínicos.

Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br Acesso em 28 de Maio de 2026.

No trecho “‘[...], uma equipe multidisciplinar empenhada e bem treinada nesse papel de reabilitação desses  pacientes’, [...]” (linhas 29 a 31), a construção evidencia uma característica importante da organização textual. O paralelismo presente no segmento destacado ocorre porque:
 

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