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4234760 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNEAL
Texto CB2A1
        A incorporação de novas tecnologias no setor público deixou de ser uma mera tendência para se tornar uma necessidade imperativa de modernização estatal. A inteligência artificial (IA) surge nesse cenário não apenas como uma ferramenta de automação, mas como um elemento transformador da própria atividade administrativa. Para o profissional do direito, compreender como os algoritmos interagem com os princípios constitucionais da administração pública é fundamental. Não se trata apenas de eficiência técnica, mas da preservação das garantias fundamentais do cidadão frente ao Estado digital.
        Entre os princípios constitucionais, a eficiência é, sem dúvida, o maior motor para a adoção da IA na gestão pública. A capacidade de processar grandes volumes de dados, agilizar execuções fiscais, realizar triagens em processos licitatórios e otimizar o atendimento ao cidadão é inquestionável. A IA permite que a administração pública realize mais com menos recursos e atinja a finalidade pública com presteza e rendimento funcional.
        No entanto, a busca pela eficiência não pode atropelar a segurança jurídica. A celeridade processual obtida por meio de robôs não deve suprimir o devido processo legal administrativo. Advogados que atuam nessa área devem estar atentos à natureza dos atos que estão sendo automatizados. Atos vinculados, que possuem requisitos objetivos definidos em lei, são candidatos ideais para a automação. Já os atos discricionários, que exigem juízo de valor e oportunidade, apresentam desafios complexos quando delegados a uma máquina.
        A automação não retira do Estado a responsabilidade pela higidez do ato. Pelo contrário, ela exige um controle prévio muito mais rigoroso sobre os parâmetros de programação do software. O advogado moderno precisa entender que a defesa do administrado, muitas vezes, passará pela auditoria dos critérios utilizados pelo algoritmo para deferir ou indeferir um pleito.
Internet: <https://legale.com.br>  (com adaptações).

Em relação a aspectos linguísticos do texto CB2A1, julgue o seguinte item.

Estariam mantidos a correção gramatical e os sentidos originais do texto caso o período "A inteligência artificial (IA) surge nesse cenário não apenas como uma ferramenta de automação, mas como um elemento transformador da própria atividade administrativa." (primeiro parágrafo) fosse reescrito da seguinte forma: A inteligência artificial (IA) surge nesse cenário não apenas como um elemento transformador da própria atividade administrativa, mas também como uma ferramenta de automação.

 

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4234759 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNEAL
Texto CB2A1
        A incorporação de novas tecnologias no setor público deixou de ser uma mera tendência para se tornar uma necessidade imperativa de modernização estatal. A inteligência artificial (IA) surge nesse cenário não apenas como uma ferramenta de automação, mas como um elemento transformador da própria atividade administrativa. Para o profissional do direito, compreender como os algoritmos interagem com os princípios constitucionais da administração pública é fundamental. Não se trata apenas de eficiência técnica, mas da preservação das garantias fundamentais do cidadão frente ao Estado digital.
        Entre os princípios constitucionais, a eficiência é, sem dúvida, o maior motor para a adoção da IA na gestão pública. A capacidade de processar grandes volumes de dados, agilizar execuções fiscais, realizar triagens em processos licitatórios e otimizar o atendimento ao cidadão é inquestionável. A IA permite que a administração pública realize mais com menos recursos e atinja a finalidade pública com presteza e rendimento funcional.
        No entanto, a busca pela eficiência não pode atropelar a segurança jurídica. A celeridade processual obtida por meio de robôs não deve suprimir o devido processo legal administrativo. Advogados que atuam nessa área devem estar atentos à natureza dos atos que estão sendo automatizados. Atos vinculados, que possuem requisitos objetivos definidos em lei, são candidatos ideais para a automação. Já os atos discricionários, que exigem juízo de valor e oportunidade, apresentam desafios complexos quando delegados a uma máquina.
        A automação não retira do Estado a responsabilidade pela higidez do ato. Pelo contrário, ela exige um controle prévio muito mais rigoroso sobre os parâmetros de programação do software. O advogado moderno precisa entender que a defesa do administrado, muitas vezes, passará pela auditoria dos critérios utilizados pelo algoritmo para deferir ou indeferir um pleito.
Internet: <https://legale.com.br>  (com adaptações).

Em relação a aspectos linguísticos do texto CB2A1, julgue o seguinte item.

Os vocábulos "inteligência", "área" e "prévio" são acentuados graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica.

 

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4234758 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNEAL
Texto CB2A1
        A incorporação de novas tecnologias no setor público deixou de ser uma mera tendência para se tornar uma necessidade imperativa de modernização estatal. A inteligência artificial (IA) surge nesse cenário não apenas como uma ferramenta de automação, mas como um elemento transformador da própria atividade administrativa. Para o profissional do direito, compreender como os algoritmos interagem com os princípios constitucionais da administração pública é fundamental. Não se trata apenas de eficiência técnica, mas da preservação das garantias fundamentais do cidadão frente ao Estado digital.
        Entre os princípios constitucionais, a eficiência é, sem dúvida, o maior motor para a adoção da IA na gestão pública. A capacidade de processar grandes volumes de dados, agilizar execuções fiscais, realizar triagens em processos licitatórios e otimizar o atendimento ao cidadão é inquestionável. A IA permite que a administração pública realize mais com menos recursos e atinja a finalidade pública com presteza e rendimento funcional.
        No entanto, a busca pela eficiência não pode atropelar a segurança jurídica. A celeridade processual obtida por meio de robôs não deve suprimir o devido processo legal administrativo. Advogados que atuam nessa área devem estar atentos à natureza dos atos que estão sendo automatizados. Atos vinculados, que possuem requisitos objetivos definidos em lei, são candidatos ideais para a automação. Já os atos discricionários, que exigem juízo de valor e oportunidade, apresentam desafios complexos quando delegados a uma máquina.
        A automação não retira do Estado a responsabilidade pela higidez do ato. Pelo contrário, ela exige um controle prévio muito mais rigoroso sobre os parâmetros de programação do software. O advogado moderno precisa entender que a defesa do administrado, muitas vezes, passará pela auditoria dos critérios utilizados pelo algoritmo para deferir ou indeferir um pleito.
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Julgue o item a seguir, relativo ao texto CB2A1 e às ideias nele veiculadas.

No período "A celeridade processual obtida por meio de robôs não deve suprimir o devido processo legal administrativo." (terceiro parágrafo), o segmento "obtida por meio de robôs" restringe o sentido de "celeridade processual", especificando a forma por meio da qual ela é alcançada, sem alterar a relação de oposição estabelecida no período imediatamente anterior.

 

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4234757 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNEAL
Texto CB2A1
        A incorporação de novas tecnologias no setor público deixou de ser uma mera tendência para se tornar uma necessidade imperativa de modernização estatal. A inteligência artificial (IA) surge nesse cenário não apenas como uma ferramenta de automação, mas como um elemento transformador da própria atividade administrativa. Para o profissional do direito, compreender como os algoritmos interagem com os princípios constitucionais da administração pública é fundamental. Não se trata apenas de eficiência técnica, mas da preservação das garantias fundamentais do cidadão frente ao Estado digital.
        Entre os princípios constitucionais, a eficiência é, sem dúvida, o maior motor para a adoção da IA na gestão pública. A capacidade de processar grandes volumes de dados, agilizar execuções fiscais, realizar triagens em processos licitatórios e otimizar o atendimento ao cidadão é inquestionável. A IA permite que a administração pública realize mais com menos recursos e atinja a finalidade pública com presteza e rendimento funcional.
        No entanto, a busca pela eficiência não pode atropelar a segurança jurídica. A celeridade processual obtida por meio de robôs não deve suprimir o devido processo legal administrativo. Advogados que atuam nessa área devem estar atentos à natureza dos atos que estão sendo automatizados. Atos vinculados, que possuem requisitos objetivos definidos em lei, são candidatos ideais para a automação. Já os atos discricionários, que exigem juízo de valor e oportunidade, apresentam desafios complexos quando delegados a uma máquina.
        A automação não retira do Estado a responsabilidade pela higidez do ato. Pelo contrário, ela exige um controle prévio muito mais rigoroso sobre os parâmetros de programação do software. O advogado moderno precisa entender que a defesa do administrado, muitas vezes, passará pela auditoria dos critérios utilizados pelo algoritmo para deferir ou indeferir um pleito.
Internet: <https://legale.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item a seguir, relativo ao texto CB2A1 e às ideias nele veiculadas.

Entende-se das ideias estabelecidas no primeiro parágrafo que a atuação do profissional do direito baseada na IA ultrapassa aspectos operacionais, envolvendo também a proteção de direitos fundamentais.

 

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4234756 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNEAL
Texto CB2A1
        A incorporação de novas tecnologias no setor público deixou de ser uma mera tendência para se tornar uma necessidade imperativa de modernização estatal. A inteligência artificial (IA) surge nesse cenário não apenas como uma ferramenta de automação, mas como um elemento transformador da própria atividade administrativa. Para o profissional do direito, compreender como os algoritmos interagem com os princípios constitucionais da administração pública é fundamental. Não se trata apenas de eficiência técnica, mas da preservação das garantias fundamentais do cidadão frente ao Estado digital.
        Entre os princípios constitucionais, a eficiência é, sem dúvida, o maior motor para a adoção da IA na gestão pública. A capacidade de processar grandes volumes de dados, agilizar execuções fiscais, realizar triagens em processos licitatórios e otimizar o atendimento ao cidadão é inquestionável. A IA permite que a administração pública realize mais com menos recursos e atinja a finalidade pública com presteza e rendimento funcional.
        No entanto, a busca pela eficiência não pode atropelar a segurança jurídica. A celeridade processual obtida por meio de robôs não deve suprimir o devido processo legal administrativo. Advogados que atuam nessa área devem estar atentos à natureza dos atos que estão sendo automatizados. Atos vinculados, que possuem requisitos objetivos definidos em lei, são candidatos ideais para a automação. Já os atos discricionários, que exigem juízo de valor e oportunidade, apresentam desafios complexos quando delegados a uma máquina.
        A automação não retira do Estado a responsabilidade pela higidez do ato. Pelo contrário, ela exige um controle prévio muito mais rigoroso sobre os parâmetros de programação do software. O advogado moderno precisa entender que a defesa do administrado, muitas vezes, passará pela auditoria dos critérios utilizados pelo algoritmo para deferir ou indeferir um pleito.
Internet: <https://legale.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item a seguir, relativo ao texto CB2A1 e às ideias nele veiculadas.

Depreende-se da leitura do texto que a incorporação da IA no setor público elimina conflitos entre eficiência administrativa e garantias fundamentais do cidadão.

 

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4234755 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNEAL
Texto CB2A1
        A incorporação de novas tecnologias no setor público deixou de ser uma mera tendência para se tornar uma necessidade imperativa de modernização estatal. A inteligência artificial (IA) surge nesse cenário não apenas como uma ferramenta de automação, mas como um elemento transformador da própria atividade administrativa. Para o profissional do direito, compreender como os algoritmos interagem com os princípios constitucionais da administração pública é fundamental. Não se trata apenas de eficiência técnica, mas da preservação das garantias fundamentais do cidadão frente ao Estado digital.
        Entre os princípios constitucionais, a eficiência é, sem dúvida, o maior motor para a adoção da IA na gestão pública. A capacidade de processar grandes volumes de dados, agilizar execuções fiscais, realizar triagens em processos licitatórios e otimizar o atendimento ao cidadão é inquestionável. A IA permite que a administração pública realize mais com menos recursos e atinja a finalidade pública com presteza e rendimento funcional.
        No entanto, a busca pela eficiência não pode atropelar a segurança jurídica. A celeridade processual obtida por meio de robôs não deve suprimir o devido processo legal administrativo. Advogados que atuam nessa área devem estar atentos à natureza dos atos que estão sendo automatizados. Atos vinculados, que possuem requisitos objetivos definidos em lei, são candidatos ideais para a automação. Já os atos discricionários, que exigem juízo de valor e oportunidade, apresentam desafios complexos quando delegados a uma máquina.
        A automação não retira do Estado a responsabilidade pela higidez do ato. Pelo contrário, ela exige um controle prévio muito mais rigoroso sobre os parâmetros de programação do software. O advogado moderno precisa entender que a defesa do administrado, muitas vezes, passará pela auditoria dos critérios utilizados pelo algoritmo para deferir ou indeferir um pleito.
Internet: <https://legale.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item a seguir, relativo ao texto CB2A1 e às ideias nele veiculadas.

Quanto à tipologia, o texto classifica-se como predominantemente injuntivo, pois orienta o leitor acerca dos procedimentos necessários para a implementação da IA na administração pública.

 

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4234754 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNEAL
Texto CB2A1
        A incorporação de novas tecnologias no setor público deixou de ser uma mera tendência para se tornar uma necessidade imperativa de modernização estatal. A inteligência artificial (IA) surge nesse cenário não apenas como uma ferramenta de automação, mas como um elemento transformador da própria atividade administrativa. Para o profissional do direito, compreender como os algoritmos interagem com os princípios constitucionais da administração pública é fundamental. Não se trata apenas de eficiência técnica, mas da preservação das garantias fundamentais do cidadão frente ao Estado digital.
        Entre os princípios constitucionais, a eficiência é, sem dúvida, o maior motor para a adoção da IA na gestão pública. A capacidade de processar grandes volumes de dados, agilizar execuções fiscais, realizar triagens em processos licitatórios e otimizar o atendimento ao cidadão é inquestionável. A IA permite que a administração pública realize mais com menos recursos e atinja a finalidade pública com presteza e rendimento funcional.
        No entanto, a busca pela eficiência não pode atropelar a segurança jurídica. A celeridade processual obtida por meio de robôs não deve suprimir o devido processo legal administrativo. Advogados que atuam nessa área devem estar atentos à natureza dos atos que estão sendo automatizados. Atos vinculados, que possuem requisitos objetivos definidos em lei, são candidatos ideais para a automação. Já os atos discricionários, que exigem juízo de valor e oportunidade, apresentam desafios complexos quando delegados a uma máquina.
        A automação não retira do Estado a responsabilidade pela higidez do ato. Pelo contrário, ela exige um controle prévio muito mais rigoroso sobre os parâmetros de programação do software. O advogado moderno precisa entender que a defesa do administrado, muitas vezes, passará pela auditoria dos critérios utilizados pelo algoritmo para deferir ou indeferir um pleito.
Internet: <https://legale.com.br>  (com adaptações).

Julgue o item a seguir, relativo ao texto CB2A1 e às ideias nele veiculadas.

Entende-se da leitura do terceiro parágrafo que, por dependerem menos de critérios objetivos definidos em lei, os atos discricionários são os mais adequados para automação.

 

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4234735 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IACP
Orgão: Câm. Ferreiros-PE
Para limpar o teto, remova o pó com vassoura envolta em pano de _____, garantindo segurança com cabos _____. Para manchas, aplique solução de água morna com detergente neutro ou vinagre com bicarbonato, usando esponja macia, sem encharcar. Para mofo, use água sanitária diluída, finalizando com tinta _____.
Preenchem adequadamente as lacunas acima as respectivas palavras:
 

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4234703 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IACP
Orgão: Câm. Ferreiros-PE
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Quatro em cada cinco idosos no Brasil têm demência sem diagnóstico

Quatro de cada cinco brasileiros idosos convivem

com demência, sem nunca receberem diagnóstico

médico formal. A informação é de pesquisa

conduzida por estudiosos da Unifesp

(Universidade Federal de São Paulo) teve

participação de 5.249 pessoas, acompanhadas

pelo Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos

Brasileiros (ELSI-Brasil). O alto índice de

subnotificação já havia sido apontado por

levantamento feito pelo Relatório Nacional sobre a

Demência em 2024, pelo Ministério da Saúde. A

pesquisa recente, publicada na revista

científica International Journal of Geriatric

Psychiatry, confirmou que 83,1% dos

participantes convivem com condição neurológica

e não tinham diagnóstico prévio. O estudo ainda

ressalta desigualdades pautadas por região e

condição socioeconômica. As ocorrências do

quadro foram mais observadas entre pessoas

analfabetas (93,9%) e moradores de regiões mais

pobres (90,2%). Nas regiões mais ricas do país, o

percentual de ausência de diagnóstico foi cerca

de 76%. O Ministério da Saúde estima que,

atualmente, 2,5 milhões de brasileiros convivam

com demência. Considerando a subnotificação

identificada pelo estudo, 2 milhões delas ainda

não entraram na conta. A estimativa é de que, até

2050, o número pode triplicar e pode representar

um dos maiores desafios para o sistema de saúde

nos próximos anos. Os autores do artigo

defendem que o diagnóstico preciso é essencial

para o manejo clínico adequado, permitindo

melhor planejamento dos pacientes e familiares. A

demência é um quadro irreversível, mas, se

diagnosticada precocemente, pode ser atenuada

combinando tratamento com medicamentos para

estabilizar a cognição e controlar sintomas, com

terapias não farmacológicas.

Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br>Acesso em 28 de Maio de 2026.

Considerando a situação comunicativa do Texto, pode-se afirmar corretamente que:
 

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4234702 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IACP
Orgão: Câm. Ferreiros-PE
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Quatro em cada cinco idosos no Brasil têm demência sem diagnóstico

Quatro de cada cinco brasileiros idosos convivem

com demência, sem nunca receberem diagnóstico

médico formal. A informação é de pesquisa

conduzida por estudiosos da Unifesp

(Universidade Federal de São Paulo) teve

participação de 5.249 pessoas, acompanhadas

pelo Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos

Brasileiros (ELSI-Brasil). O alto índice de

subnotificação já havia sido apontado por

levantamento feito pelo Relatório Nacional sobre a

Demência em 2024, pelo Ministério da Saúde. A

pesquisa recente, publicada na revista

científica International Journal of Geriatric

Psychiatry, confirmou que 83,1% dos

participantes convivem com condição neurológica

e não tinham diagnóstico prévio. O estudo ainda

ressalta desigualdades pautadas por região e

condição socioeconômica. As ocorrências do

quadro foram mais observadas entre pessoas

analfabetas (93,9%) e moradores de regiões mais

pobres (90,2%). Nas regiões mais ricas do país, o

percentual de ausência de diagnóstico foi cerca

de 76%. O Ministério da Saúde estima que,

atualmente, 2,5 milhões de brasileiros convivam

com demência. Considerando a subnotificação

identificada pelo estudo, 2 milhões delas ainda

não entraram na conta. A estimativa é de que, até

2050, o número pode triplicar e pode representar

um dos maiores desafios para o sistema de saúde

nos próximos anos. Os autores do artigo

defendem que o diagnóstico preciso é essencial

para o manejo clínico adequado, permitindo

melhor planejamento dos pacientes e familiares. A

demência é um quadro irreversível, mas, se

diagnosticada precocemente, pode ser atenuada

combinando tratamento com medicamentos para

estabilizar a cognição e controlar sintomas, com

terapias não farmacológicas.

Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br>Acesso em 28 de Maio de 2026.

Das livres passagem criadas a partir do Texto, assinale a alternativa em que a colocação pronominal está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa:
 

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