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OMS destaca AVC como prioridade global de saúde pública
Durante a 79ª Assembleia Mundial da Saúde,
realizada entre os dias 18 e 23 de maio deste
ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS)
aprovou uma resolução que apela por uma ação
global mais robusta para reduzir o impacto do
AVC por meio da prevenção, dos cuidados
agudos, da reabilitação e da melhoria da
preparação dos sistemas de saúde. O tema veio à
tona na reunião de 22 de maio e reconhece o
AVC como uma das principais ameaças à saúde
mundial. De acordo com dados da OMS, nos
últimos 20 anos, o risco de AVC ao longo da vida
aumentou 50%, com 1 em cada 4 adultos com
expectativa de sofrer um AVC durante a vida. Em
2021, o AVC foi a terceira principal causa de
morte e incapacidade no mundo, representando
cerca de 93,8 milhões de casos, incluindo 11,
milhões de novos casos globalmente. De acordo
com o neurologista Daniel Damiani, membro da
Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do
Estado de São Paulo (AHOSP), existe uma série
de etapas na condução do AVC, o que justifica a
atenção aos cuidados e prevenção a este quadro.
"Desde a prevenção primária até a detecção, o
diagnóstico precoce, o encaminhamento para
centros de referência que são capazes de tratar
de AVC", descreve o especialista. "E depois todo
o cuidado pós-AVC, que inclui a reabilitação com
fisioterapia, com fonoaudiologia, uma equipe
multidisciplinar empenhada e bem treinada nesse
papel de reabilitação desses pacientes",
prossegue Damiani. A expectativa das
organizações envolvidas é que a resolução
impulsione novos investimentos em prevenção,
estrutura hospitalar, capacitação profissional e
conscientização da população sobre os sinais de
alerta do AVC, contribuindo para diagnósticos
mais rápidos e melhores desfechos clínicos.
Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br Acesso em 28 de Maio de 2026.
Provas
OMS destaca AVC como prioridade global de saúde pública
Durante a 79ª Assembleia Mundial da Saúde,
realizada entre os dias 18 e 23 de maio deste
ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS)
aprovou uma resolução que apela por uma ação
global mais robusta para reduzir o impacto do
AVC por meio da prevenção, dos cuidados
agudos, da reabilitação e da melhoria da
preparação dos sistemas de saúde. O tema veio à
tona na reunião de 22 de maio e reconhece o
AVC como uma das principais ameaças à saúde
mundial. De acordo com dados da OMS, nos
últimos 20 anos, o risco de AVC ao longo da vida
aumentou 50%, com 1 em cada 4 adultos com
expectativa de sofrer um AVC durante a vida. Em
2021, o AVC foi a terceira principal causa de
morte e incapacidade no mundo, representando
cerca de 93,8 milhões de casos, incluindo 11,
milhões de novos casos globalmente. De acordo
com o neurologista Daniel Damiani, membro da
Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do
Estado de São Paulo (AHOSP), existe uma série
de etapas na condução do AVC, o que justifica a
atenção aos cuidados e prevenção a este quadro.
"Desde a prevenção primária até a detecção, o
diagnóstico precoce, o encaminhamento para
centros de referência que são capazes de tratar
de AVC", descreve o especialista. "E depois todo
o cuidado pós-AVC, que inclui a reabilitação com
fisioterapia, com fonoaudiologia, uma equipe
multidisciplinar empenhada e bem treinada nesse
papel de reabilitação desses pacientes",
prossegue Damiani. A expectativa das
organizações envolvidas é que a resolução
impulsione novos investimentos em prevenção,
estrutura hospitalar, capacitação profissional e
conscientização da população sobre os sinais de
alerta do AVC, contribuindo para diagnósticos
mais rápidos e melhores desfechos clínicos.
Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br Acesso em 28 de Maio de 2026.
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Durante a 79ª Assembleia Mundial da Saúde,
realizada entre os dias 18 e 23 de maio deste
ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS)
aprovou uma resolução que apela por uma ação
global mais robusta para reduzir o impacto do
AVC por meio da prevenção, dos cuidados
agudos, da reabilitação e da melhoria da
preparação dos sistemas de saúde. O tema veio à
tona na reunião de 22 de maio e reconhece o
AVC como uma das principais ameaças à saúde
mundial. De acordo com dados da OMS, nos
últimos 20 anos, o risco de AVC ao longo da vida
aumentou 50%, com 1 em cada 4 adultos com
expectativa de sofrer um AVC durante a vida. Em
2021, o AVC foi a terceira principal causa de
morte e incapacidade no mundo, representando
cerca de 93,8 milhões de casos, incluindo 11,
milhões de novos casos globalmente. De acordo
com o neurologista Daniel Damiani, membro da
Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do
Estado de São Paulo (AHOSP), existe uma série
de etapas na condução do AVC, o que justifica a
atenção aos cuidados e prevenção a este quadro.
"Desde a prevenção primária até a detecção, o
diagnóstico precoce, o encaminhamento para
centros de referência que são capazes de tratar
de AVC", descreve o especialista. "E depois todo
o cuidado pós-AVC, que inclui a reabilitação com
fisioterapia, com fonoaudiologia, uma equipe
multidisciplinar empenhada e bem treinada nesse
papel de reabilitação desses pacientes",
prossegue Damiani. A expectativa das
organizações envolvidas é que a resolução
impulsione novos investimentos em prevenção,
estrutura hospitalar, capacitação profissional e
conscientização da população sobre os sinais de
alerta do AVC, contribuindo para diagnósticos
mais rápidos e melhores desfechos clínicos.
Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br Acesso em 28 de Maio de 2026.
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OMS destaca AVC como prioridade global de saúde pública
Durante a 79ª Assembleia Mundial da Saúde,
realizada entre os dias 18 e 23 de maio deste
ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS)
aprovou uma resolução que apela por uma ação
global mais robusta para reduzir o impacto do
AVC por meio da prevenção, dos cuidados
agudos, da reabilitação e da melhoria da
preparação dos sistemas de saúde. O tema veio à
tona na reunião de 22 de maio e reconhece o
AVC como uma das principais ameaças à saúde
mundial. De acordo com dados da OMS, nos
últimos 20 anos, o risco de AVC ao longo da vida
aumentou 50%, com 1 em cada 4 adultos com
expectativa de sofrer um AVC durante a vida. Em
2021, o AVC foi a terceira principal causa de
morte e incapacidade no mundo, representando
cerca de 93,8 milhões de casos, incluindo 11,
milhões de novos casos globalmente. De acordo
com o neurologista Daniel Damiani, membro da
Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do
Estado de São Paulo (AHOSP), existe uma série
de etapas na condução do AVC, o que justifica a
atenção aos cuidados e prevenção a este quadro.
"Desde a prevenção primária até a detecção, o
diagnóstico precoce, o encaminhamento para
centros de referência que são capazes de tratar
de AVC", descreve o especialista. "E depois todo
o cuidado pós-AVC, que inclui a reabilitação com
fisioterapia, com fonoaudiologia, uma equipe
multidisciplinar empenhada e bem treinada nesse
papel de reabilitação desses pacientes",
prossegue Damiani. A expectativa das
organizações envolvidas é que a resolução
impulsione novos investimentos em prevenção,
estrutura hospitalar, capacitação profissional e
conscientização da população sobre os sinais de
alerta do AVC, contribuindo para diagnósticos
mais rápidos e melhores desfechos clínicos.
Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br Acesso em 28 de Maio de 2026.
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OMS destaca AVC como prioridade global de saúde pública
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ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS)
aprovou uma resolução que apela por uma ação
global mais robusta para reduzir o impacto do
AVC por meio da prevenção, dos cuidados
agudos, da reabilitação e da melhoria da
preparação dos sistemas de saúde. O tema veio à
tona na reunião de 22 de maio e reconhece o
AVC como uma das principais ameaças à saúde
mundial. De acordo com dados da OMS, nos
últimos 20 anos, o risco de AVC ao longo da vida
aumentou 50%, com 1 em cada 4 adultos com
expectativa de sofrer um AVC durante a vida. Em
2021, o AVC foi a terceira principal causa de
morte e incapacidade no mundo, representando
cerca de 93,8 milhões de casos, incluindo 11,
milhões de novos casos globalmente. De acordo
com o neurologista Daniel Damiani, membro da
Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do
Estado de São Paulo (AHOSP), existe uma série
de etapas na condução do AVC, o que justifica a
atenção aos cuidados e prevenção a este quadro.
"Desde a prevenção primária até a detecção, o
diagnóstico precoce, o encaminhamento para
centros de referência que são capazes de tratar
de AVC", descreve o especialista. "E depois todo
o cuidado pós-AVC, que inclui a reabilitação com
fisioterapia, com fonoaudiologia, uma equipe
multidisciplinar empenhada e bem treinada nesse
papel de reabilitação desses pacientes",
prossegue Damiani. A expectativa das
organizações envolvidas é que a resolução
impulsione novos investimentos em prevenção,
estrutura hospitalar, capacitação profissional e
conscientização da população sobre os sinais de
alerta do AVC, contribuindo para diagnósticos
mais rápidos e melhores desfechos clínicos.
Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br Acesso em 28 de Maio de 2026.
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OMS destaca AVC como prioridade global de saúde pública
Durante a 79ª Assembleia Mundial da Saúde,
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ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS)
aprovou uma resolução que apela por uma ação
global mais robusta para reduzir o impacto do
AVC por meio da prevenção, dos cuidados
agudos, da reabilitação e da melhoria da
preparação dos sistemas de saúde. O tema veio à
tona na reunião de 22 de maio e reconhece o
AVC como uma das principais ameaças à saúde
mundial. De acordo com dados da OMS, nos
últimos 20 anos, o risco de AVC ao longo da vida
aumentou 50%, com 1 em cada 4 adultos com
expectativa de sofrer um AVC durante a vida. Em
2021, o AVC foi a terceira principal causa de
morte e incapacidade no mundo, representando
cerca de 93,8 milhões de casos, incluindo 11,
milhões de novos casos globalmente. De acordo
com o neurologista Daniel Damiani, membro da
Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do
Estado de São Paulo (AHOSP), existe uma série
de etapas na condução do AVC, o que justifica a
atenção aos cuidados e prevenção a este quadro.
"Desde a prevenção primária até a detecção, o
diagnóstico precoce, o encaminhamento para
centros de referência que são capazes de tratar
de AVC", descreve o especialista. "E depois todo
o cuidado pós-AVC, que inclui a reabilitação com
fisioterapia, com fonoaudiologia, uma equipe
multidisciplinar empenhada e bem treinada nesse
papel de reabilitação desses pacientes",
prossegue Damiani. A expectativa das
organizações envolvidas é que a resolução
impulsione novos investimentos em prevenção,
estrutura hospitalar, capacitação profissional e
conscientização da população sobre os sinais de
alerta do AVC, contribuindo para diagnósticos
mais rápidos e melhores desfechos clínicos.
Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br Acesso em 28 de Maio de 2026.
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OMS destaca AVC como prioridade global de saúde pública
Durante a 79ª Assembleia Mundial da Saúde,
realizada entre os dias 18 e 23 de maio deste
ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS)
aprovou uma resolução que apela por uma ação
global mais robusta para reduzir o impacto do
AVC por meio da prevenção, dos cuidados
agudos, da reabilitação e da melhoria da
preparação dos sistemas de saúde. O tema veio à
tona na reunião de 22 de maio e reconhece o
AVC como uma das principais ameaças à saúde
mundial. De acordo com dados da OMS, nos
últimos 20 anos, o risco de AVC ao longo da vida
aumentou 50%, com 1 em cada 4 adultos com
expectativa de sofrer um AVC durante a vida. Em
2021, o AVC foi a terceira principal causa de
morte e incapacidade no mundo, representando
cerca de 93,8 milhões de casos, incluindo 11,
milhões de novos casos globalmente. De acordo
com o neurologista Daniel Damiani, membro da
Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do
Estado de São Paulo (AHOSP), existe uma série
de etapas na condução do AVC, o que justifica a
atenção aos cuidados e prevenção a este quadro.
"Desde a prevenção primária até a detecção, o
diagnóstico precoce, o encaminhamento para
centros de referência que são capazes de tratar
de AVC", descreve o especialista. "E depois todo
o cuidado pós-AVC, que inclui a reabilitação com
fisioterapia, com fonoaudiologia, uma equipe
multidisciplinar empenhada e bem treinada nesse
papel de reabilitação desses pacientes",
prossegue Damiani. A expectativa das
organizações envolvidas é que a resolução
impulsione novos investimentos em prevenção,
estrutura hospitalar, capacitação profissional e
conscientização da população sobre os sinais de
alerta do AVC, contribuindo para diagnósticos
mais rápidos e melhores desfechos clínicos.
Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br Acesso em 28 de Maio de 2026.
Provas
OMS destaca AVC como prioridade global de saúde pública
Durante a 79ª Assembleia Mundial da Saúde,
realizada entre os dias 18 e 23 de maio deste
ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS)
aprovou uma resolução que apela por uma ação
global mais robusta para reduzir o impacto do
AVC por meio da prevenção, dos cuidados
agudos, da reabilitação e da melhoria da
preparação dos sistemas de saúde. O tema veio à
tona na reunião de 22 de maio e reconhece o
AVC como uma das principais ameaças à saúde
mundial. De acordo com dados da OMS, nos
últimos 20 anos, o risco de AVC ao longo da vida
aumentou 50%, com 1 em cada 4 adultos com
expectativa de sofrer um AVC durante a vida. Em
2021, o AVC foi a terceira principal causa de
morte e incapacidade no mundo, representando
cerca de 93,8 milhões de casos, incluindo 11,
milhões de novos casos globalmente. De acordo
com o neurologista Daniel Damiani, membro da
Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do
Estado de São Paulo (AHOSP), existe uma série
de etapas na condução do AVC, o que justifica a
atenção aos cuidados e prevenção a este quadro.
"Desde a prevenção primária até a detecção, o
diagnóstico precoce, o encaminhamento para
centros de referência que são capazes de tratar
de AVC", descreve o especialista. "E depois todo
o cuidado pós-AVC, que inclui a reabilitação com
fisioterapia, com fonoaudiologia, uma equipe
multidisciplinar empenhada e bem treinada nesse
papel de reabilitação desses pacientes",
prossegue Damiani. A expectativa das
organizações envolvidas é que a resolução
impulsione novos investimentos em prevenção,
estrutura hospitalar, capacitação profissional e
conscientização da população sobre os sinais de
alerta do AVC, contribuindo para diagnósticos
mais rápidos e melhores desfechos clínicos.
Fonte adaptada: https://www.cnnbrasil.com.br Acesso em 28 de Maio de 2026.
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Texto para o item.
Por que tantas indústrias estão trocando
as capitais pelo interior do Brasil
Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém-publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.
Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro-Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.
“Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.
Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Texto para o item.
Por que tantas indústrias estão trocando
as capitais pelo interior do Brasil
Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém-publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.
Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro-Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.
“Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.
Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.
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