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Assinale a alternativa em cujo período a palavra
destacada introduz o sentido de consequência.
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Assinale a alternativa em que a palavra “casa” é
empregada em sentido próprio, literal.
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Leia os enunciados abaixo:
(I) Li um livro muito interessante.
(II) Fiz referência às folhas amareladas do livro.
Juntando os enunciados I e II num só período, fica correta a seguinte alternativa:
(I) Li um livro muito interessante.
(II) Fiz referência às folhas amareladas do livro.
Juntando os enunciados I e II num só período, fica correta a seguinte alternativa:
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Assinale a alternativa cuja lacuna pode ser
preenchida corretamente com “à”.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Óculos escuros
O azul é mais profundo, o verde é mais
denso, o asfalto é mais escuro. Todas as cores se
fortalecem, ganham relevo, se acentuam diante
dos olhos, como se a vida fosse mais colorida e
olhar em volta fosse uma brincadeira muito
interessante, como quando a gente é criança e
descobre todas as possibilidades de um carrinho.
Não tem como dizer que não fica mais
bonito. Fica. Fica e faz bem para a visão. O sol
não bate tão forte, a luminosidade não dói, nem
faz a gente quase fechar os olhos. Não, olhamos
em volta como se fosse normal ser assim, como
se os óculos escuros fossem algo naturalmente
ligado à nossa cabeça, e não um artefato preso
atrás das orelhas.
Não faço a menor ideia de quem foi o
inventor dos óculos escuros, mas foi um gênio. E
ele não precisa ficar triste, se eu não sei o nome
dele, também não sei o nome do inventor da roda
ou de quem domesticou o fogo.
Nem por isso a roda e o fogo não foram
fundamentais para o progresso da humanidade.
Sem eles onde será que estaríamos? E sem a
lança, o arco e a flecha? Também não sei quem
foram os inventores desses instrumentos
essenciais para o ser humano se tornar o dono das
savanas.
Como dizia Raul Seixas, “quem não tem
colírio usa óculos escuros”. É só mais uma
utilidade para um instrumento de mil e uma
utilidades. Serve para esconder olho roxo, para
amenizar ressaca, para não deixar ver para quem
estamos olhando, para ocultar a lágrima de um
velório.
Nos dias de sol, os óculos escuros
ganham mais relevância. São bonitos, facilitam
enfrentar a luminosidade, nos deixam mais
simpáticos, mais inclusivos, mais na moda. É
como se a vida girasse entre festa e poesia, e num
mundo mais colorido, a luz tivesse um papel milagroso com que fizesse a paz algo possível no
mundo real.
Além disso, os óculos escuros protegem
os olhos.
MENDONÇA, Antonio Penteado. Óculos escuros.
Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2025/09/12/oc
ulos-escuros/>.
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Óculos escuros
O azul é mais profundo, o verde é mais
denso, o asfalto é mais escuro. Todas as cores se
fortalecem, ganham relevo, se acentuam diante
dos olhos, como se a vida fosse mais colorida e
olhar em volta fosse uma brincadeira muito
interessante, como quando a gente é criança e
descobre todas as possibilidades de um carrinho.
Não tem como dizer que não fica mais
bonito. Fica. Fica e faz bem para a visão. O sol
não bate tão forte, a luminosidade não dói, nem
faz a gente quase fechar os olhos. Não, olhamos
em volta como se fosse normal ser assim, como
se os óculos escuros fossem algo naturalmente
ligado à nossa cabeça, e não um artefato preso
atrás das orelhas.
Não faço a menor ideia de quem foi o
inventor dos óculos escuros, mas foi um gênio. E
ele não precisa ficar triste, se eu não sei o nome
dele, também não sei o nome do inventor da roda
ou de quem domesticou o fogo.
Nem por isso a roda e o fogo não foram
fundamentais para o progresso da humanidade.
Sem eles onde será que estaríamos? E sem a
lança, o arco e a flecha? Também não sei quem
foram os inventores desses instrumentos
essenciais para o ser humano se tornar o dono das
savanas.
Como dizia Raul Seixas, “quem não tem
colírio usa óculos escuros”. É só mais uma
utilidade para um instrumento de mil e uma
utilidades. Serve para esconder olho roxo, para
amenizar ressaca, para não deixar ver para quem
estamos olhando, para ocultar a lágrima de um
velório.
Nos dias de sol, os óculos escuros
ganham mais relevância. São bonitos, facilitam
enfrentar a luminosidade, nos deixam mais
simpáticos, mais inclusivos, mais na moda. É
como se a vida girasse entre festa e poesia, e num
mundo mais colorido, a luz tivesse um papel milagroso com que fizesse a paz algo possível no
mundo real.
Além disso, os óculos escuros protegem
os olhos.
MENDONÇA, Antonio Penteado. Óculos escuros.
Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2025/09/12/oc
ulos-escuros/>.
Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita do trecho acima com a pontuação totalmente correta, mantendo o seu mesmo sentido básico.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Óculos escuros
O azul é mais profundo, o verde é mais
denso, o asfalto é mais escuro. Todas as cores se
fortalecem, ganham relevo, se acentuam diante
dos olhos, como se a vida fosse mais colorida e
olhar em volta fosse uma brincadeira muito
interessante, como quando a gente é criança e
descobre todas as possibilidades de um carrinho.
Não tem como dizer que não fica mais
bonito. Fica. Fica e faz bem para a visão. O sol
não bate tão forte, a luminosidade não dói, nem
faz a gente quase fechar os olhos. Não, olhamos
em volta como se fosse normal ser assim, como
se os óculos escuros fossem algo naturalmente
ligado à nossa cabeça, e não um artefato preso
atrás das orelhas.
Não faço a menor ideia de quem foi o
inventor dos óculos escuros, mas foi um gênio. E
ele não precisa ficar triste, se eu não sei o nome
dele, também não sei o nome do inventor da roda
ou de quem domesticou o fogo.
Nem por isso a roda e o fogo não foram
fundamentais para o progresso da humanidade.
Sem eles onde será que estaríamos? E sem a
lança, o arco e a flecha? Também não sei quem
foram os inventores desses instrumentos
essenciais para o ser humano se tornar o dono das
savanas.
Como dizia Raul Seixas, “quem não tem
colírio usa óculos escuros”. É só mais uma
utilidade para um instrumento de mil e uma
utilidades. Serve para esconder olho roxo, para
amenizar ressaca, para não deixar ver para quem
estamos olhando, para ocultar a lágrima de um
velório.
Nos dias de sol, os óculos escuros
ganham mais relevância. São bonitos, facilitam
enfrentar a luminosidade, nos deixam mais
simpáticos, mais inclusivos, mais na moda. É
como se a vida girasse entre festa e poesia, e num
mundo mais colorido, a luz tivesse um papel milagroso com que fizesse a paz algo possível no
mundo real.
Além disso, os óculos escuros protegem
os olhos.
MENDONÇA, Antonio Penteado. Óculos escuros.
Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2025/09/12/oc
ulos-escuros/>.
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Assinale a alternativa que apresenta
corretamente, entre parênteses, o sentido
expresso pela palavra destacada.
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Assinale a alternativa cujo enunciado apresenta
todas as palavras grafadas corretamente, de
acordo com as normas vigentes em Língua
Portuguesa.
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“O entrevistador perguntou ao candidato:
– Qual é a sua pretensão salarial a partir de hoje?”
Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita correta correspondente ao trecho acima, incluindo a pontuação.
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