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4 razões pelas quais as veias ficam mais visíveis com a idade
Por Gessika Cristiny Santos de Oliveira
Veias mais visíveis com a idade são uma preocupação comum para muitas pessoas,
especialmente quando mãos, braços e pernas começam a apresentar vasos mais aparentes.
_______ essa mudança possa causar dúvidas, ela costuma estar relacionada ao processo natural
de envelhecimento. Alterações na pele, na circulação e até nos hormônios influenciam diretamente
a aparência das veias, tornando-as mais perceptíveis ao longo dos anos.
Uma das principais razões para esse fenômeno é a mudança gradual da estrutura da pele.
Com o passar do tempo, a camada de gordura sob a pele tende a diminuir, reduzindo a cobertura
natural que escondia os vasos sanguíneos.
A pele depende de proteínas como colágeno e elastina para manter firmeza e elasticidade.
Com o avanço da idade, a produção dessas substâncias diminui naturalmente, tornando a pele
mais fina e menos resistente.
Essas alterações provocam diversos efeitos que favorecem a visualização dos vasos
sanguíneos:
• Perda de elasticidade, que reduz a sustentação dos tecidos.
• Diminuição do colágeno, responsável pela firmeza da pele.
• Maior transparência da pele, principalmente em áreas expostas.
• Aspecto mais delicado da superfície cutânea, destacando estruturas internas.
As próprias veias passam por transformações ao longo da vida. As paredes venosas podem
perder parte da sua elasticidade, enquanto as válvulas internas ficam menos eficientes para
conduzir o sangue corretamente. Quando isso acontece, pode ocorrer um acúmulo maior de
sangue em determinadas regiões, causando dilatação dos vasos. _______, as veias podem
parecer mais largas, elevadas e perceptíveis sob a pele. Esse processo é mais comum em pessoas
que permanecem muito tempo em pé ou possuem predisposição genética para problemas
circulatórios.
Na maioria dos casos, veias mais aparentes fazem parte do envelhecimento natural e não
representam um problema de saúde. _______, é importante observar se existem sintomas
adicionais que indiquem alguma alteração na circulação. Sinais como dor frequente, inchaço,
sensação de peso nas pernas, mudanças na coloração da pele ou aparecimento repentino de veias
muito dilatadas devem ser avaliados por um profissional. Um diagnóstico adequado ajuda a
diferenciar mudanças normais da idade de condições que podem exigir tratamento específico.
Manter hábitos saudáveis, praticar atividades físicas regularmente e proteger a pele da exposição
excessiva ao sol também contribui para preservar a saúde vascular ao longo dos anos.
(Disponível em: https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/4-razoes-pelas-quais-as-veias-ficam-mais-visiveis-com-a-idade/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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4 razões pelas quais as veias ficam mais visíveis com a idade
Por Gessika Cristiny Santos de Oliveira
Veias mais visíveis com a idade são uma preocupação comum para muitas pessoas,
especialmente quando mãos, braços e pernas começam a apresentar vasos mais aparentes.
_______ essa mudança possa causar dúvidas, ela costuma estar relacionada ao processo natural
de envelhecimento. Alterações na pele, na circulação e até nos hormônios influenciam diretamente
a aparência das veias, tornando-as mais perceptíveis ao longo dos anos.
Uma das principais razões para esse fenômeno é a mudança gradual da estrutura da pele.
Com o passar do tempo, a camada de gordura sob a pele tende a diminuir, reduzindo a cobertura
natural que escondia os vasos sanguíneos.
A pele depende de proteínas como colágeno e elastina para manter firmeza e elasticidade.
Com o avanço da idade, a produção dessas substâncias diminui naturalmente, tornando a pele
mais fina e menos resistente.
Essas alterações provocam diversos efeitos que favorecem a visualização dos vasos
sanguíneos:
• Perda de elasticidade, que reduz a sustentação dos tecidos.
• Diminuição do colágeno, responsável pela firmeza da pele.
• Maior transparência da pele, principalmente em áreas expostas.
• Aspecto mais delicado da superfície cutânea, destacando estruturas internas.
As próprias veias passam por transformações ao longo da vida. As paredes venosas podem
perder parte da sua elasticidade, enquanto as válvulas internas ficam menos eficientes para
conduzir o sangue corretamente. Quando isso acontece, pode ocorrer um acúmulo maior de
sangue em determinadas regiões, causando dilatação dos vasos. _______, as veias podem
parecer mais largas, elevadas e perceptíveis sob a pele. Esse processo é mais comum em pessoas
que permanecem muito tempo em pé ou possuem predisposição genética para problemas
circulatórios.
Na maioria dos casos, veias mais aparentes fazem parte do envelhecimento natural e não
representam um problema de saúde. _______, é importante observar se existem sintomas
adicionais que indiquem alguma alteração na circulação. Sinais como dor frequente, inchaço,
sensação de peso nas pernas, mudanças na coloração da pele ou aparecimento repentino de veias
muito dilatadas devem ser avaliados por um profissional. Um diagnóstico adequado ajuda a
diferenciar mudanças normais da idade de condições que podem exigir tratamento específico.
Manter hábitos saudáveis, praticar atividades físicas regularmente e proteger a pele da exposição
excessiva ao sol também contribui para preservar a saúde vascular ao longo dos anos.
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- FonologiaEncontros Vocálicos: Ditongo, Tritongo, Hiato
4 razões pelas quais as veias ficam mais visíveis com a idade
Por Gessika Cristiny Santos de Oliveira
Veias mais visíveis com a idade são uma preocupação comum para muitas pessoas,
especialmente quando mãos, braços e pernas começam a apresentar vasos mais aparentes.
_______ essa mudança possa causar dúvidas, ela costuma estar relacionada ao processo natural
de envelhecimento. Alterações na pele, na circulação e até nos hormônios influenciam diretamente
a aparência das veias, tornando-as mais perceptíveis ao longo dos anos.
Uma das principais razões para esse fenômeno é a mudança gradual da estrutura da pele.
Com o passar do tempo, a camada de gordura sob a pele tende a diminuir, reduzindo a cobertura
natural que escondia os vasos sanguíneos.
A pele depende de proteínas como colágeno e elastina para manter firmeza e elasticidade.
Com o avanço da idade, a produção dessas substâncias diminui naturalmente, tornando a pele
mais fina e menos resistente.
Essas alterações provocam diversos efeitos que favorecem a visualização dos vasos
sanguíneos:
• Perda de elasticidade, que reduz a sustentação dos tecidos.
• Diminuição do colágeno, responsável pela firmeza da pele.
• Maior transparência da pele, principalmente em áreas expostas.
• Aspecto mais delicado da superfície cutânea, destacando estruturas internas.
As próprias veias passam por transformações ao longo da vida. As paredes venosas podem
perder parte da sua elasticidade, enquanto as válvulas internas ficam menos eficientes para
conduzir o sangue corretamente. Quando isso acontece, pode ocorrer um acúmulo maior de
sangue em determinadas regiões, causando dilatação dos vasos. _______, as veias podem
parecer mais largas, elevadas e perceptíveis sob a pele. Esse processo é mais comum em pessoas
que permanecem muito tempo em pé ou possuem predisposição genética para problemas
circulatórios.
Na maioria dos casos, veias mais aparentes fazem parte do envelhecimento natural e não
representam um problema de saúde. _______, é importante observar se existem sintomas
adicionais que indiquem alguma alteração na circulação. Sinais como dor frequente, inchaço,
sensação de peso nas pernas, mudanças na coloração da pele ou aparecimento repentino de veias
muito dilatadas devem ser avaliados por um profissional. Um diagnóstico adequado ajuda a
diferenciar mudanças normais da idade de condições que podem exigir tratamento específico.
Manter hábitos saudáveis, praticar atividades físicas regularmente e proteger a pele da exposição
excessiva ao sol também contribui para preservar a saúde vascular ao longo dos anos.
(Disponível em: https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/4-razoes-pelas-quais-as-veias-ficam-mais-visiveis-com-a-idade/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Sobre a acentuação gráfica de palavras retiradas do texto, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A palavra “fenômeno” segue a mesma regra de acentuação de “válvulas”.
( ) A palavra “também” é acentuada por ser uma paroxítona terminada em -em.
( ) A palavra “saúde” recebe acento gráfico devido à presença de um hiato.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Veias mais visíveis com a idade são uma preocupação comum para muitas pessoas,
especialmente quando mãos, braços e pernas começam a apresentar vasos mais aparentes.
_______ essa mudança possa causar dúvidas, ela costuma estar relacionada ao processo natural
de envelhecimento. Alterações na pele, na circulação e até nos hormônios influenciam diretamente
a aparência das veias, tornando-as mais perceptíveis ao longo dos anos.
Uma das principais razões para esse fenômeno é a mudança gradual da estrutura da pele.
Com o passar do tempo, a camada de gordura sob a pele tende a diminuir, reduzindo a cobertura
natural que escondia os vasos sanguíneos.
A pele depende de proteínas como colágeno e elastina para manter firmeza e elasticidade.
Com o avanço da idade, a produção dessas substâncias diminui naturalmente, tornando a pele
mais fina e menos resistente.
Essas alterações provocam diversos efeitos que favorecem a visualização dos vasos
sanguíneos:
• Perda de elasticidade, que reduz a sustentação dos tecidos.
• Diminuição do colágeno, responsável pela firmeza da pele.
• Maior transparência da pele, principalmente em áreas expostas.
• Aspecto mais delicado da superfície cutânea, destacando estruturas internas.
As próprias veias passam por transformações ao longo da vida. As paredes venosas podem
perder parte da sua elasticidade, enquanto as válvulas internas ficam menos eficientes para
conduzir o sangue corretamente. Quando isso acontece, pode ocorrer um acúmulo maior de
sangue em determinadas regiões, causando dilatação dos vasos. _______, as veias podem
parecer mais largas, elevadas e perceptíveis sob a pele. Esse processo é mais comum em pessoas
que permanecem muito tempo em pé ou possuem predisposição genética para problemas
circulatórios.
Na maioria dos casos, veias mais aparentes fazem parte do envelhecimento natural e não
representam um problema de saúde. _______, é importante observar se existem sintomas
adicionais que indiquem alguma alteração na circulação. Sinais como dor frequente, inchaço,
sensação de peso nas pernas, mudanças na coloração da pele ou aparecimento repentino de veias
muito dilatadas devem ser avaliados por um profissional. Um diagnóstico adequado ajuda a
diferenciar mudanças normais da idade de condições que podem exigir tratamento específico.
Manter hábitos saudáveis, praticar atividades físicas regularmente e proteger a pele da exposição
excessiva ao sol também contribui para preservar a saúde vascular ao longo dos anos.
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Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as palavras aos seus possíveis sentidos.
Coluna 1
1. Gradual.
2. Delicado.
3. Repentino.
4. Adequado.
Coluna 2
( ) De constituição fina e sutil.
( ) Que ocorre em etapas sucessivas.
( ) Conveniente para determinada situação.
( ) Que acontece de maneira inesperada.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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4 razões pelas quais as veias ficam mais visíveis com a idade
Por Gessika Cristiny Santos de Oliveira
Veias mais visíveis com a idade são uma preocupação comum para muitas pessoas,
especialmente quando mãos, braços e pernas começam a apresentar vasos mais aparentes.
_______ essa mudança possa causar dúvidas, ela costuma estar relacionada ao processo natural
de envelhecimento. Alterações na pele, na circulação e até nos hormônios influenciam diretamente
a aparência das veias, tornando-as mais perceptíveis ao longo dos anos.
Uma das principais razões para esse fenômeno é a mudança gradual da estrutura da pele.
Com o passar do tempo, a camada de gordura sob a pele tende a diminuir, reduzindo a cobertura
natural que escondia os vasos sanguíneos.
A pele depende de proteínas como colágeno e elastina para manter firmeza e elasticidade.
Com o avanço da idade, a produção dessas substâncias diminui naturalmente, tornando a pele
mais fina e menos resistente.
Essas alterações provocam diversos efeitos que favorecem a visualização dos vasos
sanguíneos:
• Perda de elasticidade, que reduz a sustentação dos tecidos.
• Diminuição do colágeno, responsável pela firmeza da pele.
• Maior transparência da pele, principalmente em áreas expostas.
• Aspecto mais delicado da superfície cutânea, destacando estruturas internas.
As próprias veias passam por transformações ao longo da vida. As paredes venosas podem
perder parte da sua elasticidade, enquanto as válvulas internas ficam menos eficientes para
conduzir o sangue corretamente. Quando isso acontece, pode ocorrer um acúmulo maior de
sangue em determinadas regiões, causando dilatação dos vasos. _______, as veias podem
parecer mais largas, elevadas e perceptíveis sob a pele. Esse processo é mais comum em pessoas
que permanecem muito tempo em pé ou possuem predisposição genética para problemas
circulatórios.
Na maioria dos casos, veias mais aparentes fazem parte do envelhecimento natural e não
representam um problema de saúde. _______, é importante observar se existem sintomas
adicionais que indiquem alguma alteração na circulação. Sinais como dor frequente, inchaço,
sensação de peso nas pernas, mudanças na coloração da pele ou aparecimento repentino de veias
muito dilatadas devem ser avaliados por um profissional. Um diagnóstico adequado ajuda a
diferenciar mudanças normais da idade de condições que podem exigir tratamento específico.
Manter hábitos saudáveis, praticar atividades físicas regularmente e proteger a pele da exposição
excessiva ao sol também contribui para preservar a saúde vascular ao longo dos anos.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
4 razões pelas quais as veias ficam mais visíveis com a idade
Por Gessika Cristiny Santos de Oliveira
Veias mais visíveis com a idade são uma preocupação comum para muitas pessoas,
especialmente quando mãos, braços e pernas começam a apresentar vasos mais aparentes.
_______ essa mudança possa causar dúvidas, ela costuma estar relacionada ao processo natural
de envelhecimento. Alterações na pele, na circulação e até nos hormônios influenciam diretamente
a aparência das veias, tornando-as mais perceptíveis ao longo dos anos.
Uma das principais razões para esse fenômeno é a mudança gradual da estrutura da pele.
Com o passar do tempo, a camada de gordura sob a pele tende a diminuir, reduzindo a cobertura
natural que escondia os vasos sanguíneos.
A pele depende de proteínas como colágeno e elastina para manter firmeza e elasticidade.
Com o avanço da idade, a produção dessas substâncias diminui naturalmente, tornando a pele
mais fina e menos resistente.
Essas alterações provocam diversos efeitos que favorecem a visualização dos vasos
sanguíneos:
• Perda de elasticidade, que reduz a sustentação dos tecidos.
• Diminuição do colágeno, responsável pela firmeza da pele.
• Maior transparência da pele, principalmente em áreas expostas.
• Aspecto mais delicado da superfície cutânea, destacando estruturas internas.
As próprias veias passam por transformações ao longo da vida. As paredes venosas podem
perder parte da sua elasticidade, enquanto as válvulas internas ficam menos eficientes para
conduzir o sangue corretamente. Quando isso acontece, pode ocorrer um acúmulo maior de
sangue em determinadas regiões, causando dilatação dos vasos. _______, as veias podem
parecer mais largas, elevadas e perceptíveis sob a pele. Esse processo é mais comum em pessoas
que permanecem muito tempo em pé ou possuem predisposição genética para problemas
circulatórios.
Na maioria dos casos, veias mais aparentes fazem parte do envelhecimento natural e não
representam um problema de saúde. _______, é importante observar se existem sintomas
adicionais que indiquem alguma alteração na circulação. Sinais como dor frequente, inchaço,
sensação de peso nas pernas, mudanças na coloração da pele ou aparecimento repentino de veias
muito dilatadas devem ser avaliados por um profissional. Um diagnóstico adequado ajuda a
diferenciar mudanças normais da idade de condições que podem exigir tratamento específico.
Manter hábitos saudáveis, praticar atividades físicas regularmente e proteger a pele da exposição
excessiva ao sol também contribui para preservar a saúde vascular ao longo dos anos.
(Disponível em: https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/4-razoes-pelas-quais-as-veias-ficam-mais-visiveis-com-a-idade/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando os elementos coesivos utilizados para a construção do sentido do texto, as lacunas das linhas 03, 21 e 26 devem ser preenchidas, correta e respectivamente, por:
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Entre ciência e afeto: por que os nossos animais também cuidam
Por Arthur Guerra
Outro dia, vi um vídeo que me emocionou. Uma mulher idosa, internada em um hospital
havia semanas, recebe uma visita inesperada: seus gatos, trazidos pelo filho dela. As cenas me
desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou. Por algum tempo, a doença
pareceu perder espaço para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais.
Em minha prática clínica, aprendi que nem todo cuidado se resume a uma prescrição
médica. Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados no
Instituto HC Perdizes, muitos deles, em estado terminal, afastados de seus familiares e, não
raro, sozinhos no quarto. Já pude testemunhar, de perto, o que esses encontros produzem. O
isolamento se rompe, a emoção toma conta, a ansiedade e o medo diminuem e os pacientes
voltam a se sentir amados.
A ciência vem confirmando algo que, intuitivamente, já sabemos: o contato com animais
reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um
hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina. Ou seja, esse é um recurso
com efeitos terapêuticos.
Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão,
ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações. Cresce também
o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da
ansiedade e da depressão. Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de
suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras.
Animais de suporte emocional não substituem tratamentos. Mas eles reforçam a sensação
de não estar sozinho. Em saúde mental, isso pode mudar tudo.
Talvez seja por isso que aquele vídeo tenha me marcado tanto. Afinal de contas ▲ ele mostra
algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos
devolver a sensação de estar vivos ★ E isso é muito.
(Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2026/05/dr-arthur-guerra-entre-ciencia-e-afeto-por-que-os-nossos-animais-tambem-cuidam/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
Assinale a alternativa que apresenta os sinais de pontuação que substituem, correta e respectivamente, os símbolos ▲, ■ e ★ no trecho abaixo, retirado do texto:
“Afinal de contas ▲ ele mostra algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos devolver a sensação de estar vivos ★E isso é muito”.
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Entre ciência e afeto: por que os nossos animais também cuidam
Por Arthur Guerra
Outro dia, vi um vídeo que me emocionou. Uma mulher idosa, internada em um hospital
havia semanas, recebe uma visita inesperada: seus gatos, trazidos pelo filho dela. As cenas me
desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou. Por algum tempo, a doença
pareceu perder espaço para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais.
Em minha prática clínica, aprendi que nem todo cuidado se resume a uma prescrição
médica. Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados no
Instituto HC Perdizes, muitos deles, em estado terminal, afastados de seus familiares e, não
raro, sozinhos no quarto. Já pude testemunhar, de perto, o que esses encontros produzem. O
isolamento se rompe, a emoção toma conta, a ansiedade e o medo diminuem e os pacientes
voltam a se sentir amados.
A ciência vem confirmando algo que, intuitivamente, já sabemos: o contato com animais
reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um
hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina. Ou seja, esse é um recurso
com efeitos terapêuticos.
Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão,
ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações. Cresce também
o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da
ansiedade e da depressão. Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de
suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras.
Animais de suporte emocional não substituem tratamentos. Mas eles reforçam a sensação
de não estar sozinho. Em saúde mental, isso pode mudar tudo.
Talvez seja por isso que aquele vídeo tenha me marcado tanto. Afinal de contas ▲ ele mostra
algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos
devolver a sensação de estar vivos ★ E isso é muito.
(Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2026/05/dr-arthur-guerra-entre-ciencia-e-afeto-por-que-os-nossos-animais-tambem-cuidam/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
Entre ciência e afeto: por que os nossos animais também cuidam
Por Arthur Guerra
Outro dia, vi um vídeo que me emocionou. Uma mulher idosa, internada em um hospital
havia semanas, recebe uma visita inesperada: seus gatos, trazidos pelo filho dela. As cenas me
desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou. Por algum tempo, a doença
pareceu perder espaço para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais.
Em minha prática clínica, aprendi que nem todo cuidado se resume a uma prescrição
médica. Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados no
Instituto HC Perdizes, muitos deles, em estado terminal, afastados de seus familiares e, não
raro, sozinhos no quarto. Já pude testemunhar, de perto, o que esses encontros produzem. O
isolamento se rompe, a emoção toma conta, a ansiedade e o medo diminuem e os pacientes
voltam a se sentir amados.
A ciência vem confirmando algo que, intuitivamente, já sabemos: o contato com animais
reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um
hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina. Ou seja, esse é um recurso
com efeitos terapêuticos.
Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão,
ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações. Cresce também
o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da
ansiedade e da depressão. Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de
suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras.
Animais de suporte emocional não substituem tratamentos. Mas eles reforçam a sensação
de não estar sozinho. Em saúde mental, isso pode mudar tudo.
Talvez seja por isso que aquele vídeo tenha me marcado tanto. Afinal de contas ▲ ele mostra
algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos
devolver a sensação de estar vivos ★ E isso é muito.
(Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2026/05/dr-arthur-guerra-entre-ciencia-e-afeto-por-que-os-nossos-animais-tambem-cuidam/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
Sobre o trecho retirado do texto “o contato com animais reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina”, analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta.
I. O sujeito das formas verbais “reduz”, “diminui” e “pode aumentar” é o termo “o contato com animais”.
II. As expressões “níveis de cortisol” e “a percepção de estresse” exercem a função de objeto direto de formas verbais do trecho.
III. A expressão “como a ocitocina” exerce função de adjunto adverbial de modo, pois indica a maneira como o hormônio atua no organismo humano.
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Entre ciência e afeto: por que os nossos animais também cuidam
Por Arthur Guerra
Outro dia, vi um vídeo que me emocionou. Uma mulher idosa, internada em um hospital
havia semanas, recebe uma visita inesperada: seus gatos, trazidos pelo filho dela. As cenas me
desarmaram: o rosto dela, antes sério e cansado, se iluminou. Por algum tempo, a doença
pareceu perder espaço para dar lugar ao cuidado e ao vínculo com aqueles animais.
Em minha prática clínica, aprendi que nem todo cuidado se resume a uma prescrição
médica. Meu cão Franc foi treinado para dar suporte emocional a pacientes internados no
Instituto HC Perdizes, muitos deles, em estado terminal, afastados de seus familiares e, não
raro, sozinhos no quarto. Já pude testemunhar, de perto, o que esses encontros produzem. O
isolamento se rompe, a emoção toma conta, a ansiedade e o medo diminuem e os pacientes
voltam a se sentir amados.
A ciência vem confirmando algo que, intuitivamente, já sabemos: o contato com animais
reduz níveis de cortisol, diminui a percepção de estresse e pode aumentar a liberação de um
hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, como a ocitocina. Ou seja, esse é um recurso
com efeitos terapêuticos.
Não por acaso, esse efeito tem sido incorporado ao cuidado de pessoas com depressão,
ansiedade, fobias ou em situações de isolamento prolongado, como internações. Cresce também
o número de profissionais que incorporam animais de apoio emocional ao cuidado clínico da
ansiedade e da depressão. Em 2023, só nos Estados Unidos, havia mais de 115 mil animais de
suporte emocional registrados – em sua maioria cães, mas há de tudo, até pavões e cobras.
Animais de suporte emocional não substituem tratamentos. Mas eles reforçam a sensação
de não estar sozinho. Em saúde mental, isso pode mudar tudo.
Talvez seja por isso que aquele vídeo tenha me marcado tanto. Afinal de contas ▲ ele mostra
algo simples e poderoso ■ o vínculo com um animal que nos dá amor incondicional pode nos
devolver a sensação de estar vivos ★ E isso é muito.
(Disponível em: https://forbes.com.br/colunas/2026/05/dr-arthur-guerra-entre-ciencia-e-afeto-por-que-os-nossos-animais-tambem-cuidam/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
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