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As pesquisas sobre o papel da farinha de mandioca na formação
do mundo Atlântico moderno destacam duas ideias centrais e
convergentes. A primeira diz respeito a como alguns aspectos
fundamentais das sociedades que viviam no continente antes da
invasão europeia não apenas persistiram, mas foram plenamente
incorporados às que se fundaram depois, no contexto da
colonização.
Nesse sentido, o caso particular da farinha de mandioca e de suas tecnologias de produção constituem um bom exemplo de como milênios de conhecimento e desenvolvimentos tecnológicos indígenas foram postos a serviço da constituição dos grandes impérios coloniais modernos, e, em especial, o português. Ao colocarmos o mesmo problema da perspectiva inversa, encontraremos a farinha de mandioca e, com ela, um corpo milenar de saberes ameríndios, no centro da explicação sobre a constituição histórica do capitalismo.
Adaptado de Lara de Melo dos Santos, “A farinha de mandioca e a formação do mundo atlântico na época moderna”, in: História das mercadorias: trabalho, meio ambiente e capitalismo mundial (séculos XVI-XIX) [recurso eletrônico] São Leopoldo: Casa Leiria, 2023, p 231.
Considerando a pesquisa citada na perspectiva do movimento de populações e mercadorias no tempo e no espaço e seus significados históricos, avalie as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) O texto indica que saberes e tecnologias indígenas, como a produção da farinha de mandioca, participaram de processos históricos amplos ligados à formação do mundo atlântico e das economias coloniais.
( ) O trecho sugere que, no contexto da colonização europeia, os conhecimentos produtivos indígenas foram substituídos por técnicas e saberes trazidos da Europa, considerados superiores pelos colonizadores em razão de sua suposta maior racionalidade e grau de civilização.
( ) A análise apresentada permite compreender que a circulação de produtos, técnicas e conhecimentos entre diferentes sociedades contribuiu para a formação de estruturas econômicas mais amplas, relacionadas ao desenvolvimento do capitalismo.
As afirmativas são, respectivamente,
Nesse sentido, o caso particular da farinha de mandioca e de suas tecnologias de produção constituem um bom exemplo de como milênios de conhecimento e desenvolvimentos tecnológicos indígenas foram postos a serviço da constituição dos grandes impérios coloniais modernos, e, em especial, o português. Ao colocarmos o mesmo problema da perspectiva inversa, encontraremos a farinha de mandioca e, com ela, um corpo milenar de saberes ameríndios, no centro da explicação sobre a constituição histórica do capitalismo.
Adaptado de Lara de Melo dos Santos, “A farinha de mandioca e a formação do mundo atlântico na época moderna”, in: História das mercadorias: trabalho, meio ambiente e capitalismo mundial (séculos XVI-XIX) [recurso eletrônico] São Leopoldo: Casa Leiria, 2023, p 231.
Considerando a pesquisa citada na perspectiva do movimento de populações e mercadorias no tempo e no espaço e seus significados históricos, avalie as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) O texto indica que saberes e tecnologias indígenas, como a produção da farinha de mandioca, participaram de processos históricos amplos ligados à formação do mundo atlântico e das economias coloniais.
( ) O trecho sugere que, no contexto da colonização europeia, os conhecimentos produtivos indígenas foram substituídos por técnicas e saberes trazidos da Europa, considerados superiores pelos colonizadores em razão de sua suposta maior racionalidade e grau de civilização.
( ) A análise apresentada permite compreender que a circulação de produtos, técnicas e conhecimentos entre diferentes sociedades contribuiu para a formação de estruturas econômicas mais amplas, relacionadas ao desenvolvimento do capitalismo.
As afirmativas são, respectivamente,
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Embora seja uma urbanização recente, a região do Campos de São
José tem uma longa história de ocupação humana. Assim como em
outras áreas da região leste de São José dos Campos, foi
encontrado um sítio arqueológico num topo de uma colina do
recém- -inaugurado loteamento Altos de São José, bairro vizinho.
Segundo o arqueólogo responsável, as peças recolhidas naquele
sítio indicam que ali habitavam indígenas pré-cabralinos,
caçadores-coletores, do tronco linguístico tupi-guarani. Há mais de
500 anos, portanto, esses indígenas nomearam essas terras, suas
árvores e frutos, bem como seus rios e peixes. Alguns desses nomes
permanecem nos dias de hoje, embora não nos atentemos a isto.
https://ecomuseu.org.br/wp-content/uploads/2025/05/02-LIVRO_-ECOMUSEU-CSJENTRE-MEMORIAS-E-PERSPECTIVAS.pdf 29-30
Considerando o conceito de historicidade no tempo e no espaço, é correto afirmar que o texto
https://ecomuseu.org.br/wp-content/uploads/2025/05/02-LIVRO_-ECOMUSEU-CSJENTRE-MEMORIAS-E-PERSPECTIVAS.pdf 29-30
Considerando o conceito de historicidade no tempo e no espaço, é correto afirmar que o texto
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Em uma turma de 5º ano do Ensino Fundamental, um professor
hipotético precisa elaborar um material para reforçar as distinções
entre os pretéritos perfeito, imperfeito e mais-que-prefeito na
Língua Portuguesa.
Para tal, considerando as orientações do MEC quanto ao ensino da Língua Portuguesa na abordagem discursiva, esse professor poderia propor a seguinte atividade:
Para tal, considerando as orientações do MEC quanto ao ensino da Língua Portuguesa na abordagem discursiva, esse professor poderia propor a seguinte atividade:
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Leia o texto a seguir:
Nos anos 1980, os limites do ensino e aprendizagem da língua escrita se ampliam (...), o que exigiu, consequentemente, reformulação de objetivos e introdução de novas práticas no ensino da língua escrita na escola, de que é exemplo a grande ênfase que se passa a atribuir ao desenvolvimento de habilidades de leitura e de escrita de uma gama ampla e variada de gêneros textuais. Surge então o termo letramento, que se associa ao termo alfabetização para designar uma aprendizagem inicial escrita entendida não apenas como a aprendizagem da tecnologia da escrita – do sistema alfabético e suas convenções –, mas também como, de forma abrangente, a introdução da criança às práticas sociais da língua escrita.
(SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2018. p. 26-27)
O surgimento do termo letramento nas práticas de alfabetização, de acordo com o texto, está associado
Nos anos 1980, os limites do ensino e aprendizagem da língua escrita se ampliam (...), o que exigiu, consequentemente, reformulação de objetivos e introdução de novas práticas no ensino da língua escrita na escola, de que é exemplo a grande ênfase que se passa a atribuir ao desenvolvimento de habilidades de leitura e de escrita de uma gama ampla e variada de gêneros textuais. Surge então o termo letramento, que se associa ao termo alfabetização para designar uma aprendizagem inicial escrita entendida não apenas como a aprendizagem da tecnologia da escrita – do sistema alfabético e suas convenções –, mas também como, de forma abrangente, a introdução da criança às práticas sociais da língua escrita.
(SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2018. p. 26-27)
O surgimento do termo letramento nas práticas de alfabetização, de acordo com o texto, está associado
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Observe atentamente o cartaz de campanha de divulgação do
SAEB 2025, feita pelo governo do estado do Rio Grande do Sul:
(https://educacao.rs.gov.br/saeb acesso em 21.1.26)
Desde a publicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais, em 1997, orienta-se o ensino da Língua Portuguesa a partir dos gêneros textuais.
Um professor, ciente do potencial discursivo do trabalho por gêneros textuais em suas aulas, ao utilizar esse cartaz de campanha, com uma turma de 5º ano do Ensino Fundamental, poderia explorar:
(https://educacao.rs.gov.br/saeb acesso em 21.1.26)
Desde a publicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais, em 1997, orienta-se o ensino da Língua Portuguesa a partir dos gêneros textuais.
Um professor, ciente do potencial discursivo do trabalho por gêneros textuais em suas aulas, ao utilizar esse cartaz de campanha, com uma turma de 5º ano do Ensino Fundamental, poderia explorar:
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Leia a definição do “Compromisso Nacional Criança Alfabetizada”
a seguir:
O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada tem como finalidade garantir o direito à alfabetização das crianças brasileiras até o final do 2º ano do ensino fundamental e foca a recuperação das aprendizagens das crianças do 3º, 4º e 5º ano afetadas pela pandemia. O Compromisso estabelece, entre seus princípios, a promoção da equidade educacional, sendo considerados aspectos regionais, socioeconômicos, étnico-raciais e de gênero; a colaboração entre os entes federativos; e o fortalecimento das formas de cooperação entre estados e municípios.
(https://www.gov.br/mec/pt-br/crianca-alfabetizada acesso em 20.1.26)
Uma informação que se pode depreender a partir da definição desse programa governamental é que trata-se de um compromisso
O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada tem como finalidade garantir o direito à alfabetização das crianças brasileiras até o final do 2º ano do ensino fundamental e foca a recuperação das aprendizagens das crianças do 3º, 4º e 5º ano afetadas pela pandemia. O Compromisso estabelece, entre seus princípios, a promoção da equidade educacional, sendo considerados aspectos regionais, socioeconômicos, étnico-raciais e de gênero; a colaboração entre os entes federativos; e o fortalecimento das formas de cooperação entre estados e municípios.
(https://www.gov.br/mec/pt-br/crianca-alfabetizada acesso em 20.1.26)
Uma informação que se pode depreender a partir da definição desse programa governamental é que trata-se de um compromisso
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Leia atentamente o trecho inicial de um informativo publicado
pelo MEC acerca do Plano Nacional de Alfabetização.
Ao longo da atual gestão tornou-se usual utilizar-se de um adágio que sintetiza a importância fundamental da alfabetização: “É preciso aprender a ler para então ler para aprender”. Sob esse prisma, portanto, é possível ter uma noção da gravidade e dos impactos negativos de uma crise de aprendizagem nos primeiros anos da trajetória escolar.
https://www.gov.br/mec/pt-br/acesso-a-informacao/institucional/estruturaorganizacional/orgaos-especificos-singulares/secretaria-dealfabetizacao/copy_of_programas-e-acoes acesso em 20.1.26
No sentido do que está exposto, é correto afirmar que a existência de um plano de alfabetização para todo o território nacional contribui para
Ao longo da atual gestão tornou-se usual utilizar-se de um adágio que sintetiza a importância fundamental da alfabetização: “É preciso aprender a ler para então ler para aprender”. Sob esse prisma, portanto, é possível ter uma noção da gravidade e dos impactos negativos de uma crise de aprendizagem nos primeiros anos da trajetória escolar.
https://www.gov.br/mec/pt-br/acesso-a-informacao/institucional/estruturaorganizacional/orgaos-especificos-singulares/secretaria-dealfabetizacao/copy_of_programas-e-acoes acesso em 20.1.26
No sentido do que está exposto, é correto afirmar que a existência de um plano de alfabetização para todo o território nacional contribui para
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Assinale a opção em que o termo sublinhado foi substituído
adequadamente por outra expressão com o mesmo significado
original.
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Assinale a opção que indica a frase em que a modificação da voz ativa para a voz passiva está correta.
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Assinale a frase que mostra uma oposição entre os segmentos que a compõem.
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