Foram encontradas 355.429 questões.
Observe as duas imagens a seguir:
Embora muito semelhantes, as imagens pertencem a gêneros textuais diferentes. A capa do gibi da Turma da Mônica associa-se ao cartaz de divulgação da série “Stranger Things” por meio de uma relação de
Embora muito semelhantes, as imagens pertencem a gêneros textuais diferentes. A capa do gibi da Turma da Mônica associa-se ao cartaz de divulgação da série “Stranger Things” por meio de uma relação de
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O texto a seguir é o início de uma crônica. Leia-o:
Notícia de jornal
Fernando Sabino
Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.
Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.
Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome. (...)
(https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15836/noticia-de-jornal. Acesso em 22.1.26)
Dentre as opções a seguir, assinale aquela que reescreve a oração sublinhada no primeiro parágrafo do texto acima, mantendo-se o sentido que ela expressa no contexto do período.
Notícia de jornal
Fernando Sabino
Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.
Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.
Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome. (...)
(https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15836/noticia-de-jornal. Acesso em 22.1.26)
Dentre as opções a seguir, assinale aquela que reescreve a oração sublinhada no primeiro parágrafo do texto acima, mantendo-se o sentido que ela expressa no contexto do período.
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Leia o texto:
Por que caem tantas árvores em São Paulo?
Moradores da cidade de São Paulo enfrentam transtornos com o grande número de quedas de árvore após a forte chuva da segunda-feira (16). A tempestade com rajadas de vento de mais de 50 km/h deixou uma pessoa morta e pelo menos oito feridas. O Corpo de Bombeiros registrou a queda de ao menos 177 árvores durante a tarde.
Mas por que tantas quedas? Especialistas consultados pelo UOL apontam os motivos que provocam tamanha destruição.
A combinação de chuva e vento fortes tem um potencial arrasador. "Ventos acima de 60 km por hora podem derrubar árvores boas e ruins", afirma o agrônomo Demóstenes Ferreira da Silva Filho, professor do Departamento de Ciências Florestais da Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz - Universidade de São Paulo).
RAMALHOSO, Wellington. Disponível em: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2016/05/17/por-que-tantasarvores-caem-em-sao-paulo.htm. Acesso em 17/02/2022.
A reportagem é um gênero textual jornalístico de caráter informativo.
Dada essa característica, assinale a opção em que se revela a função da linguagem predominante no trecho de reportagem em análise nesta questão.
Por que caem tantas árvores em São Paulo?
Moradores da cidade de São Paulo enfrentam transtornos com o grande número de quedas de árvore após a forte chuva da segunda-feira (16). A tempestade com rajadas de vento de mais de 50 km/h deixou uma pessoa morta e pelo menos oito feridas. O Corpo de Bombeiros registrou a queda de ao menos 177 árvores durante a tarde.
Mas por que tantas quedas? Especialistas consultados pelo UOL apontam os motivos que provocam tamanha destruição.
A combinação de chuva e vento fortes tem um potencial arrasador. "Ventos acima de 60 km por hora podem derrubar árvores boas e ruins", afirma o agrônomo Demóstenes Ferreira da Silva Filho, professor do Departamento de Ciências Florestais da Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz - Universidade de São Paulo).
RAMALHOSO, Wellington. Disponível em: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2016/05/17/por-que-tantasarvores-caem-em-sao-paulo.htm. Acesso em 17/02/2022.
A reportagem é um gênero textual jornalístico de caráter informativo.
Dada essa característica, assinale a opção em que se revela a função da linguagem predominante no trecho de reportagem em análise nesta questão.
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Leia o texto a seguir:
“Ninguém sabe. Mas tem teorias, e cada linguista acredita em uma. Sim, tem gangues de linguistas e elas brigam sobre esse assunto (a verdade não é bem assim, mas eu gosto de falar em gangues de linguistas porque faz parecer que a faculdade de Letras foi mais animada do que ela de fato era). A primeira gangue defende que a função primordial da linguagem era apelativa. O macaco queria pedir algo. “Pega ali aquela banana?”. Ou seja, a linguagem nasce na segunda pessoa: pega. Faz. Sai. Volta. Nessa teoria, o ser humano é um macaco preguiçoso. Mas outros linguistas defendem que a função primordial da língua é a expressiva. A linguagem nasce da vontade do macaco de falar o que tá sentindo. “Que vontade de comer uma banana”. Ou seja, ela nasce na primeira pessoa. Eu. Nessa teoria, o ser humano é um macaco carente. Mas outros linguistas dizem que não é uma coisa nem outra. Ela é referencial. Para eles, a fala nasce na terceira pessoa: “Eles tão brigando por causa da banana”. Nessa teoria, o ser humano é sobretudo um fofoqueiro. Ele fala porque não consegue segurar o ímpeto de comentar a vida alheia. Mas tem uma quarta teoria, que é a minha preferida. A função primordial da língua não é nem apelativa nem expressiva nem referencial: ela é fática. Fático é tudo aquilo que a gente diz só pra fazer barulho. Tudo aquilo que não significa nada além de Tô aqui. Alô. Som. Testando. Fala. Podecrer. Tamo junto. É. Ô! Ihh. Ãrrã. Complicado. É cada uma que me aparece. Não repara a bagunça. Calor, né? E esse tempo que não firma? A gente vai se falando. Pra essa gangue, a principal função da linguagem é preencher o silêncio insuportável da existência.”
(DUVIVIER, Gregório. O céu da Língua. Rio de Janeiro, Paddock, 2025.p. 23-24.)
A pontuação pode servir como recurso expressivo em um texto e, mesmo sua ausência, pode manifestar intenções discursivas. Considerando isso, assinale a afirmativa em que se comenta adequadamente a presença ou a ausência de sinais de pontuação no texto de Gregório Duvivier em análise nesta questão.
“Ninguém sabe. Mas tem teorias, e cada linguista acredita em uma. Sim, tem gangues de linguistas e elas brigam sobre esse assunto (a verdade não é bem assim, mas eu gosto de falar em gangues de linguistas porque faz parecer que a faculdade de Letras foi mais animada do que ela de fato era). A primeira gangue defende que a função primordial da linguagem era apelativa. O macaco queria pedir algo. “Pega ali aquela banana?”. Ou seja, a linguagem nasce na segunda pessoa: pega. Faz. Sai. Volta. Nessa teoria, o ser humano é um macaco preguiçoso. Mas outros linguistas defendem que a função primordial da língua é a expressiva. A linguagem nasce da vontade do macaco de falar o que tá sentindo. “Que vontade de comer uma banana”. Ou seja, ela nasce na primeira pessoa. Eu. Nessa teoria, o ser humano é um macaco carente. Mas outros linguistas dizem que não é uma coisa nem outra. Ela é referencial. Para eles, a fala nasce na terceira pessoa: “Eles tão brigando por causa da banana”. Nessa teoria, o ser humano é sobretudo um fofoqueiro. Ele fala porque não consegue segurar o ímpeto de comentar a vida alheia. Mas tem uma quarta teoria, que é a minha preferida. A função primordial da língua não é nem apelativa nem expressiva nem referencial: ela é fática. Fático é tudo aquilo que a gente diz só pra fazer barulho. Tudo aquilo que não significa nada além de Tô aqui. Alô. Som. Testando. Fala. Podecrer. Tamo junto. É. Ô! Ihh. Ãrrã. Complicado. É cada uma que me aparece. Não repara a bagunça. Calor, né? E esse tempo que não firma? A gente vai se falando. Pra essa gangue, a principal função da linguagem é preencher o silêncio insuportável da existência.”
(DUVIVIER, Gregório. O céu da Língua. Rio de Janeiro, Paddock, 2025.p. 23-24.)
A pontuação pode servir como recurso expressivo em um texto e, mesmo sua ausência, pode manifestar intenções discursivas. Considerando isso, assinale a afirmativa em que se comenta adequadamente a presença ou a ausência de sinais de pontuação no texto de Gregório Duvivier em análise nesta questão.
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Leia o texto a seguir, publicado em outubro de 2024:
Comissão de Educação aprova projeto que proíbe uso de celular em escolas
Uso fica proibido inclusive no recreio e crianças de até dez anos não poderão sequer portar consigo o aparelho
30/10/2024 - 15:02 Fonte: Agência Câmara de Notícias
A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que proíbe o uso de telefone celular e de outros aparelhos eletrônicos portáteis por alunos da educação básica em escolas públicas e particulares, inclusive no recreio e nos intervalos entre as aulas.
Além de proibir o uso, o texto proíbe também o porte de celular por alunos da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental, para que se protejam crianças de até 10 anos de idade de possíveis abusos.
A proposta autoriza, por outro lado, o uso de celular em sala de aula para fins estritamente pedagógicos, em todos os anos da educação básica. Permite, ainda, o uso para fins de acessibilidade, inclusão e condições médicas.
(https://www.camara.leg.br/noticias/1106874-comissao-de-educacao-aprovaprojeto-que-proibe-uso-de-celular-em-escolas - acesso em 31.10.24)
Assinale a opção que apresenta uma razão pela qual se pode afirmar que se trata de um texto pertencente ao gênero “notícia”.
Comissão de Educação aprova projeto que proíbe uso de celular em escolas
Uso fica proibido inclusive no recreio e crianças de até dez anos não poderão sequer portar consigo o aparelho
30/10/2024 - 15:02 Fonte: Agência Câmara de Notícias
A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que proíbe o uso de telefone celular e de outros aparelhos eletrônicos portáteis por alunos da educação básica em escolas públicas e particulares, inclusive no recreio e nos intervalos entre as aulas.
Além de proibir o uso, o texto proíbe também o porte de celular por alunos da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental, para que se protejam crianças de até 10 anos de idade de possíveis abusos.
A proposta autoriza, por outro lado, o uso de celular em sala de aula para fins estritamente pedagógicos, em todos os anos da educação básica. Permite, ainda, o uso para fins de acessibilidade, inclusão e condições médicas.
(https://www.camara.leg.br/noticias/1106874-comissao-de-educacao-aprovaprojeto-que-proibe-uso-de-celular-em-escolas - acesso em 31.10.24)
Assinale a opção que apresenta uma razão pela qual se pode afirmar que se trata de um texto pertencente ao gênero “notícia”.
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Observe o texto a seguir.

(https://www.threads.com/@coisadeprof/post/C-0-rQovL5k acesso em 21.1.26)
A pragmática é a área linguística responsável pela análise dos significados que extrapolam a matéria textual concreta, mobilizando conhecimentos contextuais e sociais capazes de nos fazer alcançar e/ou interpretar os textos que nos cercam.
A interpretação correta da postagem de Instagram em análise nessa questão depende de conhecimentos pragmáticos que estão corretamente descritos em uma das opções a seguir. Assinale-a.
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De acordo com a Base Nacional Comum Curricular, o tratamento
das práticas de produção de textos na escola compreende
dimensões inter-relacionadas às práticas de uso e reflexão, tais
como: desenvolver estratégias de planejamento, revisão, edição,
reescrita/redesign e avaliação de textos, considerando-se sua
adequação aos contextos em que foram produzidos, ao modo
(escrito ou oral; imagem estática ou em movimento etc.), à
variedade linguística e/ou semioses apropriadas a esse contexto,
os enunciadores envolvidos, o gênero, o suporte, a esfera/ campo
de circulação, adequação à norma-padrão etc.
(https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-em-tempointegral/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal.pdf p. 78. acesso em 21.1.26)
Dessa forma, a reescritura de textos na escola tem particular relevância na formação dos estudantes por ampliar sua capacidade de
(https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-em-tempointegral/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal.pdf p. 78. acesso em 21.1.26)
Dessa forma, a reescritura de textos na escola tem particular relevância na formação dos estudantes por ampliar sua capacidade de
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A seguir, apresenta-se um trecho do livro “Casa de Alvenaria”, obra
literária escrita em primeira pessoa por Carolina Maria de Jesus,
catadora de lixo e moradora da Favela do Canindé (SP). Leia-o
atentamente:
4 de setembro de 1960
Levantei as 6 horas, preparei a refeição matinal. Eu não vou sair (...) Estou apreciando Osasco por causa da tranquilidade, e o ar puro, da a impressão que eu sai do inferno, e estou no céu. Os visinhos olha-me e sorri, as crianças são em numeros menors porque não vivem nas ruas. Na favela as crianças pareçem numerosas por causa dos barracões ser unidos.
(JESUS, Carolina Maria de. Casa de Alvenaria, volume 1: Osasco. São Paulo: Cia das Letras, 2021. p. 37)
Assinale a opção em que se avalia de modo correto a importância de se trabalhar, na escola, textos como o diário escrito por Carolina Maria de Jesus.
4 de setembro de 1960
Levantei as 6 horas, preparei a refeição matinal. Eu não vou sair (...) Estou apreciando Osasco por causa da tranquilidade, e o ar puro, da a impressão que eu sai do inferno, e estou no céu. Os visinhos olha-me e sorri, as crianças são em numeros menors porque não vivem nas ruas. Na favela as crianças pareçem numerosas por causa dos barracões ser unidos.
(JESUS, Carolina Maria de. Casa de Alvenaria, volume 1: Osasco. São Paulo: Cia das Letras, 2021. p. 37)
Assinale a opção em que se avalia de modo correto a importância de se trabalhar, na escola, textos como o diário escrito por Carolina Maria de Jesus.
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Leia o texto a seguir.
Tomando-se a linguagem como atividade discursiva, o texto como unidade de ensino e a noção de gramática como relativa ao conhecimento que o falante tem de sua linguagem, as atividades curriculares em Língua Portuguesa correspondem, principalmente, a atividades discursivas: uma prática constante de escuta de textos orais e leitura de textos escritos e de produção de textos orais e escritos, que devem permitir, por meio da análise e reflexão sobre os múltiplos aspectos envolvidos, a expansão e construção de instrumentos que permitam ao aluno, progressivamente, ampliar sua competência discursiva.
(BRASIL, Ministério da Educação, (1998). Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental. Brasília, MEC/SEF. p. 27)
Desde a publicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais, a escuta e a produção de gêneros textuais orais passaram a figurar oficialmente nos manuais de ensino.
Assinale a opção que apresenta uma das razões da importância do trabalho com gêneros orais na escola.
Tomando-se a linguagem como atividade discursiva, o texto como unidade de ensino e a noção de gramática como relativa ao conhecimento que o falante tem de sua linguagem, as atividades curriculares em Língua Portuguesa correspondem, principalmente, a atividades discursivas: uma prática constante de escuta de textos orais e leitura de textos escritos e de produção de textos orais e escritos, que devem permitir, por meio da análise e reflexão sobre os múltiplos aspectos envolvidos, a expansão e construção de instrumentos que permitam ao aluno, progressivamente, ampliar sua competência discursiva.
(BRASIL, Ministério da Educação, (1998). Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental. Brasília, MEC/SEF. p. 27)
Desde a publicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais, a escuta e a produção de gêneros textuais orais passaram a figurar oficialmente nos manuais de ensino.
Assinale a opção que apresenta uma das razões da importância do trabalho com gêneros orais na escola.
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Leia o texto a seguir.
...na escola, aprende-se a ler para, efetivamente, ler fora dela, ou seja, na família, no trabalho, no grupo social. Isso nos coloca o desafio de fazer a leitura extrapolar sua finalidade estritamente pedagógica. Na escola, o professor é o parceiro, o mediador, o articulador de muitas e diferentes leituras, de muitos e diferentes textos. Agindo assim, é o responsável pela interdisciplinaridade, na medida em que faz incursões pelos diferentes campos do conhecimento.
(SARDAGNA; Célio Antônio. Estratégias de leitura. Editora UNIASSELVI: Santa Catarina, 2016. p. 45)
Ao se destacar que a leitura deve extrapolar sua finalidade estritamente pedagógica, atribui-se, ao ato de ler, uma função
...na escola, aprende-se a ler para, efetivamente, ler fora dela, ou seja, na família, no trabalho, no grupo social. Isso nos coloca o desafio de fazer a leitura extrapolar sua finalidade estritamente pedagógica. Na escola, o professor é o parceiro, o mediador, o articulador de muitas e diferentes leituras, de muitos e diferentes textos. Agindo assim, é o responsável pela interdisciplinaridade, na medida em que faz incursões pelos diferentes campos do conhecimento.
(SARDAGNA; Célio Antônio. Estratégias de leitura. Editora UNIASSELVI: Santa Catarina, 2016. p. 45)
Ao se destacar que a leitura deve extrapolar sua finalidade estritamente pedagógica, atribui-se, ao ato de ler, uma função
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