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4241821 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Bragança Paulista-SP
Transparência, o melhor antídoto contra a corrupção
A Controladoria-Geral da União (CGU) acredita que a transparência é o melhor antídoto contra a corrupção, uma vez que ela é um importante mecanismo indutor para que os gestores públicos ajam com responsabilidade. Quando as informações sobre a arrecadação e a destinação do dinheiro público circulam de forma clara e acessível, cria-se um ambiente em que as decisões precisam ser justificadas e prestadas contas à população.
Uma gestão pública transparente permite à sociedade, com informações, colaborar no controle das ações de seus governantes, com o intuito de checar se os recursos públicos estão sendo usados como deveriam. Esse acompanhamento não se restringe aos órgãos de fiscalização: o cidadão que consulta portais oficiais, questiona contratos e acompanha obras também exerce uma forma de vigilância sobre o uso do que pertence a todos.
Por isso, a participação social é tratada como um complemento necessário ao trabalho técnico dos órgãos de controle. Ao instituir canais de diálogo com diferentes segmentos da sociedade civil, o poder público busca fortalecer os mecanismos democráticos e promover uma atuação conjunta na implementação das políticas públicas, aproximando quem paga os tributos das decisões sobre onde e como aplicá-los.
BRASIL. Controladoria-Geral da União (CGU). Transparência Pública. Brasília, DF: CGU, [2024]. Disponível em: https://www.gov.br/cgu/pt-br/assuntos/transparencia-publica. Acesso em: 9 jul. 2026. (Texto adaptado.)
Julgue os itens quanto aos efeitos de sentido e à análise sintática de trechos do texto. Registre (V) para verdadeiro e (F) para falso.

(   ) A expressão "com informações", isolada por vírgulas em "permite à sociedade, com informações, colaborar no controle", constitui adjunto deslocado cuja supressão mantém íntegra a estrutura do período.
(   ) Em "cria-se um ambiente", a partícula "se" indica sujeito indeterminado, razão por que o verbo permanece invariável na terceira pessoa do singular, sem sujeito a que se prenda.
(   ) A locução "de forma clara e acessível", em "as informações... circulam de forma clara e acessível", funciona como adjunto adverbial de modo e reforça a condição de que o texto faz depender o controle.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
 

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4241820 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Bragança Paulista-SP
Transparência, o melhor antídoto contra a corrupção
A Controladoria-Geral da União (CGU) acredita que a transparência é o melhor antídoto contra a corrupção, uma vez que ela é um importante mecanismo indutor para que os gestores públicos ajam com responsabilidade. Quando as informações sobre a arrecadação e a destinação do dinheiro público circulam de forma clara e acessível, cria-se um ambiente em que as decisões precisam ser justificadas e prestadas contas à população.
Uma gestão pública transparente permite à sociedade, com informações, colaborar no controle das ações de seus governantes, com o intuito de checar se os recursos públicos estão sendo usados como deveriam. Esse acompanhamento não se restringe aos órgãos de fiscalização: o cidadão que consulta portais oficiais, questiona contratos e acompanha obras também exerce uma forma de vigilância sobre o uso do que pertence a todos.
Por isso, a participação social é tratada como um complemento necessário ao trabalho técnico dos órgãos de controle. Ao instituir canais de diálogo com diferentes segmentos da sociedade civil, o poder público busca fortalecer os mecanismos democráticos e promover uma atuação conjunta na implementação das políticas públicas, aproximando quem paga os tributos das decisões sobre onde e como aplicá-los.
BRASIL. Controladoria-Geral da União (CGU). Transparência Pública. Brasília, DF: CGU, [2024]. Disponível em: https://www.gov.br/cgu/pt-br/assuntos/transparencia-publica. Acesso em: 9 jul. 2026. (Texto adaptado.)
Associe cada conectivo empregado no texto (primeira coluna) ao valor lógico-semântico que ele instaura no contexto (segunda coluna)
Primeira coluna (conectivos)
1."Quando", em "Quando as informações... circulam de forma clara e acessível, cria-se um ambiente...".
2."uma vez que", em "a transparência é o melhor antídoto..., uma vez que ela é um importante mecanismo indutor...".
3."Ao", em "Ao instituir canais de diálogo..., o poder público busca fortalecer os mecanismos democráticos...".
Segunda coluna (valores)
(   ) Introduz o motivo que fundamenta a afirmação avaliativa formulada na oração anterior.
(   ) Exprime a circunstância cuja realização condiciona o surgimento do ambiente de responsabilização descrito na sequência.
(   ) Marca a circunstância simultânea no interior da qual se realiza o propósito atribuído ao poder público.


Após análise, assinale a sequência correta.
 

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4241819 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Bragança Paulista-SP
Transparência, o melhor antídoto contra a corrupção
A Controladoria-Geral da União (CGU) acredita que a transparência é o melhor antídoto contra a corrupção, uma vez que ela é um importante mecanismo indutor para que os gestores públicos ajam com responsabilidade. Quando as informações sobre a arrecadação e a destinação do dinheiro público circulam de forma clara e acessível, cria-se um ambiente em que as decisões precisam ser justificadas e prestadas contas à população.
Uma gestão pública transparente permite à sociedade, com informações, colaborar no controle das ações de seus governantes, com o intuito de checar se os recursos públicos estão sendo usados como deveriam. Esse acompanhamento não se restringe aos órgãos de fiscalização: o cidadão que consulta portais oficiais, questiona contratos e acompanha obras também exerce uma forma de vigilância sobre o uso do que pertence a todos.
Por isso, a participação social é tratada como um complemento necessário ao trabalho técnico dos órgãos de controle. Ao instituir canais de diálogo com diferentes segmentos da sociedade civil, o poder público busca fortalecer os mecanismos democráticos e promover uma atuação conjunta na implementação das políticas públicas, aproximando quem paga os tributos das decisões sobre onde e como aplicá-los.
BRASIL. Controladoria-Geral da União (CGU). Transparência Pública. Brasília, DF: CGU, [2024]. Disponível em: https://www.gov.br/cgu/pt-br/assuntos/transparencia-publica. Acesso em: 9 jul. 2026. (Texto adaptado.)
A respeito da finalidade predominante do texto e da função que suas partes exercem na construção do sentido global, avalie as afirmativas a seguir.

I.Embora se organize a partir de informações institucionais da CGU, o texto subordina esses dados a uma tese avaliativa sobre o valor da transparência, o que faz predominar a orientação argumentativa sobre a expositiva.

II.A progressão dos parágrafos obedece a encadeamento dedutivo, no qual a definição de transparência funciona como premissa maior da qual se deduz, por necessidade lógica, a conclusão sobre a participação social.

III.O terceiro parágrafo opera por ampliação, deslocando o eixo do controle exercido pelo cidadão individual para a dimensão coletiva da participação social, sem romper com a tese antes sustentada.


É correto o que se afirma em:
 

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4241783 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: TJ-MS
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Texto para responder à questão.

Comunicação

É importante saber o nome das coisas. Ou, pelo menos, saber comunicar o que você quer. Imagine-se entrando numa loja para comprar um… um… como é mesmo o nome?

“Posso ajudá-lo, cavalheiro?”

“Pode. Eu quero um daqueles, daqueles…”

“Pois não?”

“Um… como é mesmo o nome?”

“Sim?”

“Pomba! Um… um… Que cabeça a minha. A palavra me escapou por completo. É uma coisa simples, conhecidíssima.”

“Sim, senhor.”

“O senhor vai dar risada quando souber.”

“Sim, senhor.”

“Olha, é pontuda, certo?”

“O quê, cavalheiro?”

“Isso que eu quero. Tem uma ponta assim, entende? Depois vem assim, assim, faz uma volta, aí vem reto de novo, e na outra ponta tem uma espécie de encaixe, entende? Na ponta tem outra volta, só que esta é mais fechada. E tem um, um… Uma espécie de, como é que se diz? De sulco. Um sulco onde encaixa a outra ponta; a pontuda, de sorte que o, a, o negócio, entende, fica fechado. É isso. Uma coisa pontuda que fecha. Entende?”

[...]

“Não! Escuta aqui. Vamos tentar de novo…”

“Tentemos por outro lado. Para o que serve?”

“Serve assim para prender. Entende? Uma coisa pontuda que prende. Você enfia a ponta pontuda por aqui, encaixa a ponta no sulco e prende as duas partes de uma coisa.”

“Certo. Esse instrumento que o senhor procura funciona mais ou menos como um gigantesco alfinete de segurança e…”

“Mas é isso! É isso! Um alfinete de segurança!”

“Mas do jeito que o senhor descrevia parecia uma coisa enorme, cavalheiro!”

“É que eu sou meio expansivo. Me vê aí um… um… como é mesmo o nome?”

(VERISSIMO, Luis Fernando. Comunicação. Amor brasileiro. Rio de Janeiro: Editora José Olympio, 1977. p. 143-145. Fragmento.)

Considerando os aspectos morfológicos da língua portuguesa, assinale, a seguir, o termo destacado que se diferencia dos demais quanto à classe de palavras a que pertence.
 

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4241782 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: TJ-MS
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Texto para responder à questão.

Comunicação

É importante saber o nome das coisas. Ou, pelo menos, saber comunicar o que você quer. Imagine-se entrando numa loja para comprar um… um… como é mesmo o nome?

“Posso ajudá-lo, cavalheiro?”

“Pode. Eu quero um daqueles, daqueles…”

“Pois não?”

“Um… como é mesmo o nome?”

“Sim?”

“Pomba! Um… um… Que cabeça a minha. A palavra me escapou por completo. É uma coisa simples, conhecidíssima.”

“Sim, senhor.”

“O senhor vai dar risada quando souber.”

“Sim, senhor.”

“Olha, é pontuda, certo?”

“O quê, cavalheiro?”

“Isso que eu quero. Tem uma ponta assim, entende? Depois vem assim, assim, faz uma volta, aí vem reto de novo, e na outra ponta tem uma espécie de encaixe, entende? Na ponta tem outra volta, só que esta é mais fechada. E tem um, um… Uma espécie de, como é que se diz? De sulco. Um sulco onde encaixa a outra ponta; a pontuda, de sorte que o, a, o negócio, entende, fica fechado. É isso. Uma coisa pontuda que fecha. Entende?”

[...]

“Não! Escuta aqui. Vamos tentar de novo…”

“Tentemos por outro lado. Para o que serve?”

“Serve assim para prender. Entende? Uma coisa pontuda que prende. Você enfia a ponta pontuda por aqui, encaixa a ponta no sulco e prende as duas partes de uma coisa.”

“Certo. Esse instrumento que o senhor procura funciona mais ou menos como um gigantesco alfinete de segurança e…”

“Mas é isso! É isso! Um alfinete de segurança!”

“Mas do jeito que o senhor descrevia parecia uma coisa enorme, cavalheiro!”

“É que eu sou meio expansivo. Me vê aí um… um… como é mesmo o nome?”

(VERISSIMO, Luis Fernando. Comunicação. Amor brasileiro. Rio de Janeiro: Editora José Olympio, 1977. p. 143-145. Fragmento.)

De acordo com a narrativa apresentada, pode-se compreender que:
 

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4241781 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: TJ-MS
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Texto para responder à questão.

Políticas de troca e a prevenção de conflitos nas relações de consumo

As relações de consumo não se encerram no momento da venda. Em muitos casos, é justamente no pós-venda que a qualidade da relação entre consumidor e fornecedor é efetivamente testada.

Trocas, devoluções, reclamações sobre vícios, solicitações de cancelamento e pedidos de reembolso são situações comuns na rotina empresarial. Apesar disso, muitas empresas ainda tratam esses temas de forma improvisada, sem política clara, sem padronização interna e sem adequado registro dos atendimentos.

Esse cenário aumenta o risco de conflito. Não necessariamente porque o fornecedor tenha agido de má-fé, mas porque a ausência de clareza gera insegurança, frustração e ruído comunicacional.

Nesse contexto, a política de troca deve ser compreendida não apenas como uma regra comercial, mas como um instrumento de governança, transparência e prevenção de riscos nas relações de consumo.

A transparência é um dos pilares das relações de consumo. O consumidor precisa compreender, antes ou no momento da contratação, quais são as condições aplicáveis à aquisição do produto ou serviço.

No caso das trocas, essa transparência é especialmente relevante porque muitas divergências decorrem da confusão entre situações juridicamente distintas.

Há diferença entre troca por liberalidade comercial, troca decorrente de vício do produto e direito de arrependimento em compras realizadas fora do estabelecimento comercial.

A troca por liberalidade é aquela oferecida pelo fornecedor como política interna, em situações nas quais não há, necessariamente, defeito ou vício. É comum em lojas físicas que permitem a troca de roupas, calçados ou presentes por tamanho, cor ou modelo, desde que respeitadas determinadas condições.

Já a reclamação por vício do produto ou serviço envolve hipótese diversa, relacionada à inadequação, defeito de funcionamento, problema de qualidade ou desconformidade com a oferta.

O direito de arrependimento, por sua vez, possui aplicação própria nas contratações realizadas fora do estabelecimento comercial, especialmente em compras pela internet, telefone ou aplicativos.

Quando a empresa não comunica essas diferenças, o consumidor pode acreditar que toda solicitação de troca segue a mesma lógica. Do outro lado, o fornecedor pode negar pedidos de forma genérica, sem explicar adequadamente a razão da negativa.

A transparência, portanto, não apenas informa. Ela reduz expectativas desalinhadas.

(Por: Victor Hugo Souza Tosta. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.) 

Considerando os termos destacados do texto apresentado, sobre os aspectos fonológicos da língua portuguesa, analise as afirmativas a seguir.

I. No vocábulo “ainda”, a divisão silábica correta evidencia um hiato.

II. Na palavra “encerram”, ocorre dígrafo consonantal e dígrafo vocálico.

III. No termo “justamente”, o número de letras é diferente do número de fonemas.

IV. A forma “própia” é aceita pela norma-padrão como variante prosódica de “própria”.

Está correto o que se afirma em

 

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4241780 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: TJ-MS
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Texto para responder à questão.

Políticas de troca e a prevenção de conflitos nas relações de consumo

As relações de consumo não se encerram no momento da venda. Em muitos casos, é justamente no pós-venda que a qualidade da relação entre consumidor e fornecedor é efetivamente testada.

Trocas, devoluções, reclamações sobre vícios, solicitações de cancelamento e pedidos de reembolso são situações comuns na rotina empresarial. Apesar disso, muitas empresas ainda tratam esses temas de forma improvisada, sem política clara, sem padronização interna e sem adequado registro dos atendimentos.

Esse cenário aumenta o risco de conflito. Não necessariamente porque o fornecedor tenha agido de má-fé, mas porque a ausência de clareza gera insegurança, frustração e ruído comunicacional.

Nesse contexto, a política de troca deve ser compreendida não apenas como uma regra comercial, mas como um instrumento de governança, transparência e prevenção de riscos nas relações de consumo.

A transparência é um dos pilares das relações de consumo. O consumidor precisa compreender, antes ou no momento da contratação, quais são as condições aplicáveis à aquisição do produto ou serviço.

No caso das trocas, essa transparência é especialmente relevante porque muitas divergências decorrem da confusão entre situações juridicamente distintas.

Há diferença entre troca por liberalidade comercial, troca decorrente de vício do produto e direito de arrependimento em compras realizadas fora do estabelecimento comercial.

A troca por liberalidade é aquela oferecida pelo fornecedor como política interna, em situações nas quais não há, necessariamente, defeito ou vício. É comum em lojas físicas que permitem a troca de roupas, calçados ou presentes por tamanho, cor ou modelo, desde que respeitadas determinadas condições.

Já a reclamação por vício do produto ou serviço envolve hipótese diversa, relacionada à inadequação, defeito de funcionamento, problema de qualidade ou desconformidade com a oferta.

O direito de arrependimento, por sua vez, possui aplicação própria nas contratações realizadas fora do estabelecimento comercial, especialmente em compras pela internet, telefone ou aplicativos.

Quando a empresa não comunica essas diferenças, o consumidor pode acreditar que toda solicitação de troca segue a mesma lógica. Do outro lado, o fornecedor pode negar pedidos de forma genérica, sem explicar adequadamente a razão da negativa.

A transparência, portanto, não apenas informa. Ela reduz expectativas desalinhadas.

(Por: Victor Hugo Souza Tosta. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.) 

Do ponto de vista das características textuais, é correto afirmar que o texto:
 

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4241779 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: TJ-MS
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Texto para responder à questão.

Políticas de troca e a prevenção de conflitos nas relações de consumo

As relações de consumo não se encerram no momento da venda. Em muitos casos, é justamente no pós-venda que a qualidade da relação entre consumidor e fornecedor é efetivamente testada.

Trocas, devoluções, reclamações sobre vícios, solicitações de cancelamento e pedidos de reembolso são situações comuns na rotina empresarial. Apesar disso, muitas empresas ainda tratam esses temas de forma improvisada, sem política clara, sem padronização interna e sem adequado registro dos atendimentos.

Esse cenário aumenta o risco de conflito. Não necessariamente porque o fornecedor tenha agido de má-fé, mas porque a ausência de clareza gera insegurança, frustração e ruído comunicacional.

Nesse contexto, a política de troca deve ser compreendida não apenas como uma regra comercial, mas como um instrumento de governança, transparência e prevenção de riscos nas relações de consumo.

A transparência é um dos pilares das relações de consumo. O consumidor precisa compreender, antes ou no momento da contratação, quais são as condições aplicáveis à aquisição do produto ou serviço.

No caso das trocas, essa transparência é especialmente relevante porque muitas divergências decorrem da confusão entre situações juridicamente distintas.

Há diferença entre troca por liberalidade comercial, troca decorrente de vício do produto e direito de arrependimento em compras realizadas fora do estabelecimento comercial.

A troca por liberalidade é aquela oferecida pelo fornecedor como política interna, em situações nas quais não há, necessariamente, defeito ou vício. É comum em lojas físicas que permitem a troca de roupas, calçados ou presentes por tamanho, cor ou modelo, desde que respeitadas determinadas condições.

Já a reclamação por vício do produto ou serviço envolve hipótese diversa, relacionada à inadequação, defeito de funcionamento, problema de qualidade ou desconformidade com a oferta.

O direito de arrependimento, por sua vez, possui aplicação própria nas contratações realizadas fora do estabelecimento comercial, especialmente em compras pela internet, telefone ou aplicativos.

Quando a empresa não comunica essas diferenças, o consumidor pode acreditar que toda solicitação de troca segue a mesma lógica. Do outro lado, o fornecedor pode negar pedidos de forma genérica, sem explicar adequadamente a razão da negativa.

A transparência, portanto, não apenas informa. Ela reduz expectativas desalinhadas.

(Por: Victor Hugo Souza Tosta. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.) 

Releia o 2º§: “Trocas, devoluções, reclamações sobre vícios, solicitações de cancelamento e pedidos de reembolso são situações comuns na rotina empresarial. Apesar disso, muitas empresas ainda tratam esses temas de forma improvisada, sem política clara, sem padronização interna e sem adequado registro dos atendimentos.”. Assinale, a seguir, a afirmativa que está de acordo com o sentido expresso pela estrutura e conteúdo apresentados no trecho destacado.
 

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4241748 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Sumidouro-RJ
A rotina de Carlos como Agente de Combate a Endemias começa cedo. Com seu colete e bolsa a tiracolo, ele percorre as ruas do bairro da Esperança não apenas como um fiscal, mas como um educador e amigo da vizinhança. Em uma de suas visitas, Carlos bateu à porta de Dona Rita. Com um sorriso acolhedor, ela o convidou para entrar. Durante a vistoria no quintal, Carlos encontrou um pequeno pratinho de planta com água parada.
— Dona Rita, a senhora sabe que esse acúmulo de água é o berçário perfeito para o mosquito da dengue, não é? — disse ele, em tom de orientação, esvaziando o recipiente.
A moradora, surpresa, agradeceu o alerta. Carlos explicou que o trabalho do agente só tem sucesso quando a comunidade se envolve. Ele ressaltou:
— Nós orientamos, mas a prevenção é um dever de todos. Se cada um fizer a sua parte, nossa saúde estará intacta.
O diálogo é a principal ferramenta de Carlos, pois informar é o primeiro passo para erradicar as doenças. Ao se despedir, ele entregou um panfleto que continha a imagem do mosquito riscado com um grande "X" vermelho JUNTO À FRASE: DENGUE: AQUI NÃO. 

Ao final do texto, é citado que o panfleto contém a imagem do mosquito riscado com um grande "X" vermelho JUNTO À FRASE "DENGUE: AQUI NÃO". O uso simultâneo de imagens e palavras escritas para transmitir uma mensagem à população classifica-se como:
 

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4241747 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FRONTE
Orgão: Pref. Sumidouro-RJ
A rotina de Carlos como Agente de Combate a Endemias começa cedo. Com seu colete e bolsa a tiracolo, ele percorre as ruas do bairro da Esperança não apenas como um fiscal, mas como um educador e amigo da vizinhança. Em uma de suas visitas, Carlos bateu à porta de Dona Rita. Com um sorriso acolhedor, ela o convidou para entrar. Durante a vistoria no quintal, Carlos encontrou um pequeno pratinho de planta com água parada.
— Dona Rita, a senhora sabe que esse acúmulo de água é o berçário perfeito para o mosquito da dengue, não é? — disse ele, em tom de orientação, esvaziando o recipiente.
A moradora, surpresa, agradeceu o alerta. Carlos explicou que o trabalho do agente só tem sucesso quando a comunidade se envolve. Ele ressaltou:
— Nós orientamos, mas a prevenção é um dever de todos. Se cada um fizer a sua parte, nossa saúde estará intacta.
O diálogo é a principal ferramenta de Carlos, pois informar é o primeiro passo para erradicar as doenças. Ao se despedir, ele entregou um panfleto que continha a imagem do mosquito riscado com um grande "X" vermelho JUNTO À FRASE: DENGUE: AQUI NÃO. 
No trecho "...Carlos encontrou um pequeno pratinho...", a palavra em destaque exerce a função de atribuir uma característica ao objeto encontrado. Gramaticalmente, essa palavra classifica-se como:
 

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