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O termo “odontólogo”, presente na crônica de Stanislaw, é um
termo erudito, equivalente a “dentista”.
Entre os termos a seguir, assinale aquele que mostra significação correta.
Entre os termos a seguir, assinale aquele que mostra significação correta.
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Os segmentos abaixo, retirados da crônica de Stanislaw, tiveram
termos substituídos por equivalentes.
Assinale a frase em que essa substituição foi realizada de forma correta e conveniente.
Assinale a frase em que essa substituição foi realizada de forma correta e conveniente.
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ATENÇÃO: O texto abaixo é o início de uma pequena narrativa de
Stanislaw Ponte Preta. Use-o para responder à próxima questão.
“Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo
dia ela passava na fronteira montada na lambreta, com um bruto
saco atrás da lambreta. O pessoal da alfândega – tudo malandro
velho – começou a desconfiar da velhinha.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal
da alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal
perguntou assim pra ela:
Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com
esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e
mais os outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu:
É areia!
Aí quem sorriu foi o fiscal.”
Assinale a opção em que os segmentos destacados estão em sequência cronológica.
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ATENÇÃO: use o fragmento textual abaixo, retirado do Sermão
da Sexagésima, que aborda o tema do estilo dos pregadores,
para responder à próxima questão.
“O pregador há de ser como quem semeia e não como quem
ladrilha ou azuleja. Ordenado, mas como as estrelas: As estrelas,
permanecendo na sua ordem. Todas as estrelas estão por sua
ordem; mas é ordem que faz influência, não é ordem que faça
lavor. Não fez Deus o céu em xadrez de estrelas, como os
pregadores fazem o céu em xadrez de palavras. Se de uma parte
há de estar branco, da outra há de estar negro; se de uma parte
dizem luz, da outra hão de dizem sombra; se de uma parte dizem
desceu, da outra hão de dizer subiu. Basta que não havemos de ver
num sermão duas palavras em paz? Todas hão de estar sempre em
fronteira com seu contrário?”
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Uma das marcas mais fortes da literatura machadiana é a correção
gramatical.
Assinale a frase abaixo que respeita integralmente a norma culta.
Assinale a frase abaixo que respeita integralmente a norma culta.
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ATENÇÃO: use o trecho abaixo, do famoso romance Dom
Casmurro, de Machado de Assis, que narra o dia do casamento
de Bentinho e Capitu, para responder à próxima questão.
“Pois sejamos felizes de uma vez, antes que o leitor pegue em
si, morto de esperar, e vá espairecer a outra parte; casemo-nos.
Foi em 1865, uma tarde de março, por sinal chovia. Quando
chegamos ao alto da Tijuca, onde era o nosso ninho de noivos, o
céu recolheu a chuva e acendeu as estrelas, não só as já
conhecidas, mas ainda as que só serão descobertas daqui a muitos
séculos. Foi grande fineza e não foi única. São Pedro, que tem as
chaves do céu, abriu-nos as portas dele, fez-nos entrar, e depois
de tocar-nos com o báculo, recitou alguns versículos da sua
primeira epístola: “As mulheres sejam sujeitas a seus maridos...
Não seja o adorno delas o enfeite dos cabelos riçados ou as rendas
de ouro, mas o homem que está escondido no coração... Do
mesmo modo, vós, maridos, coabitai com elas, tratando-as com
honra, como a vasos mais fracos, e herdeiras convosco da graça da
vida...” Em seguida, fez sinal aos anjos, e eles entoaram um trecho
do Cântico, tão concertadamente, que desmentiram a hipótese do
tenor italiano, se a execução fosse na terra; mas era no céu. A
música ia com o texto, como se houvessem nascido juntos, à
maneira de uma ópera de Wagner. Depois, visitamos uma parte
daquele lugar infinito. Descansa que não farei descrição alguma, nem a língua humana possui formas idôneas para tanto.”
“Depois, visitamos uma parte daquele lugar infinito. Descansa que não farei descrição alguma, nem a língua humana possui formas idôneas para tanto.”
Assinale a afirmação correta sobre a estruturação descritiva de um texto, com base nesse segmento.
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ATENÇÃO: use o trecho abaixo, do famoso romance Dom
Casmurro, de Machado de Assis, que narra o dia do casamento
de Bentinho e Capitu, para responder à próxima questão.
“Pois sejamos felizes de uma vez, antes que o leitor pegue em
si, morto de esperar, e vá espairecer a outra parte; casemo-nos.
Foi em 1865, uma tarde de março, por sinal chovia. Quando
chegamos ao alto da Tijuca, onde era o nosso ninho de noivos, o
céu recolheu a chuva e acendeu as estrelas, não só as já
conhecidas, mas ainda as que só serão descobertas daqui a muitos
séculos. Foi grande fineza e não foi única. São Pedro, que tem as
chaves do céu, abriu-nos as portas dele, fez-nos entrar, e depois
de tocar-nos com o báculo, recitou alguns versículos da sua
primeira epístola: “As mulheres sejam sujeitas a seus maridos...
Não seja o adorno delas o enfeite dos cabelos riçados ou as rendas
de ouro, mas o homem que está escondido no coração... Do
mesmo modo, vós, maridos, coabitai com elas, tratando-as com
honra, como a vasos mais fracos, e herdeiras convosco da graça da
vida...” Em seguida, fez sinal aos anjos, e eles entoaram um trecho
do Cântico, tão concertadamente, que desmentiram a hipótese do
tenor italiano, se a execução fosse na terra; mas era no céu. A
música ia com o texto, como se houvessem nascido juntos, à
maneira de uma ópera de Wagner. Depois, visitamos uma parte
daquele lugar infinito. Descansa que não farei descrição alguma, nem a língua humana possui formas idôneas para tanto.”
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ATENÇÃO: use o trecho abaixo, do famoso romance Dom
Casmurro, de Machado de Assis, que narra o dia do casamento
de Bentinho e Capitu, para responder à próxima questão.
“Pois sejamos felizes de uma vez, antes que o leitor pegue em
si, morto de esperar, e vá espairecer a outra parte; casemo-nos.
Foi em 1865, uma tarde de março, por sinal chovia. Quando
chegamos ao alto da Tijuca, onde era o nosso ninho de noivos, o
céu recolheu a chuva e acendeu as estrelas, não só as já
conhecidas, mas ainda as que só serão descobertas daqui a muitos
séculos. Foi grande fineza e não foi única. São Pedro, que tem as
chaves do céu, abriu-nos as portas dele, fez-nos entrar, e depois
de tocar-nos com o báculo, recitou alguns versículos da sua
primeira epístola: “As mulheres sejam sujeitas a seus maridos...
Não seja o adorno delas o enfeite dos cabelos riçados ou as rendas
de ouro, mas o homem que está escondido no coração... Do
mesmo modo, vós, maridos, coabitai com elas, tratando-as com
honra, como a vasos mais fracos, e herdeiras convosco da graça da
vida...” Em seguida, fez sinal aos anjos, e eles entoaram um trecho
do Cântico, tão concertadamente, que desmentiram a hipótese do
tenor italiano, se a execução fosse na terra; mas era no céu. A
música ia com o texto, como se houvessem nascido juntos, à
maneira de uma ópera de Wagner. Depois, visitamos uma parte
daquele lugar infinito. Descansa que não farei descrição alguma, nem a língua humana possui formas idôneas para tanto.”
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Read Text I and answer the question that follows.
Text I
Multiliteracy: the new basic skill for the 21st century classroom
We increasingly engage with texts that draw meaning beyond
written words from other sources. Images, sound, video clips and
gestures (alone and in combination) all play central roles in how
we communicate and interpret content.
This multimedia approach is especially evident in online
platforms and social media, where a single piece of content may
blend written language with videos, graphics, photos and other
visual elements. This change requires us to rethink what we mean
by literacy.
Nearly 30 years ago, a group of scholars, the New London
Group, recognised the need for a broader understanding of
literacy after observing a growing gap between the literacy needs
students faced outside of school and the print-based practices still
dominant in classrooms.
They introduced a concept of multiliteracies which
acknowledges that we now engage with texts that use multiple
modes of communication. We engage with these texts in different
media environments, each with their own practices and strategies.
The concept incorporates the literacy skills needed to acquire,
interpret, produce and evaluate the multimodal and multimedia
texts we encounter today.
For literacy education, this shift means updating classroom
aims, content and activities. The group developed a pedagogical
framework to help schools respond to the growing inequalities and
rapid changes in technology and the textual landscape.
The process starts with examining pupils’ everyday literacy
practices and experiences together. Then these practices are
approached analytically by introducing a metalanguage for
discussing the resources they use to create meaning. Students can
use this metalanguage to critically evaluate their literacy practices
which helps them understand how different modes of
communication work and how to use them effectively.
The pedagogy of multiliteracies also emphasises the design
and production of multimodal texts and collaborative learning in
linguistically and culturally diverse groups, rather than individual
reading activities. […]
Multiliteracies are already included in many European
curricula, and the European framework for key competencies for
lifelong learning defines literacy in a way that aligns with the
concept of multiliteracies. These policy documents and guidelines
provide a foundation for integrating multiliteracies into literacy
education.
Yet, research shows that there is still work to be done to
incorporate teaching multimodal literacy practices into
mainstream literacy education. While many teachers do include
multimodal texts in their classroom activities, tensions between
multimodal and traditional practices still exist.
Studies point out the huge challenges teachers face when they
adapt their teaching to the redefined literacies, and there are
concerns about teachers’ preparedness to teach multiliteracies.
They need support with training and appropriate materials. Teacher educators and policy makers must ensure that teachers
have substantial and concrete support.
Adapted from https://school-education.ec.europa.eu/en/discover/expertviews/multiliteracy-new-basic-skill-21st-century-classroom
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Leia o trecho inicial do prefácio do livro “As mentiras que os
homens contam”, de Luís Fernando Veríssimo:
“Nós nunca mentimos. Quando mentimos, é para o bem de vocês. Verdade. Começa na infância, quando a gente diz para a mãe que está sentindo uma coisa estranha, bem aqui, e não pode ir à aula sob pena de morrer no caminho. Se fôssemos sinceros e disséssemos que não tínhamos feito a lição de casa e por isso não podíamos enfrentar a professora a mãe teria uma grande decepção. Assim, lhe dávamos a alegria de se preocupar conosco, que é a coisa que mãe mais gosta, e a poupávamos de descobrir a nossa falta de caráter. Melhor um doente do que um vagabundo. E se ela não acreditasse, e nos mandasse ir à escola de qualquer jeito, ainda tínhamos um trunfo sentimental. “Então vou ter que inventar uma história para a professora”, querendo dizer vou ter que mentir para outra mulher como se ela fosse você. “Está bem, fica em casa estudando!” E ficávamos em casa, fazendo tudo menos estudar, dando-lhe todas as razões para dizer que não nos aguentava mais, que é outra coisa que mãe também adora.”
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015)
Quanto aos elementos apresentados no prefácio do livro para justificar as razões pelas quais os homens mentem, Veríssimo parece querer defender que, para os homens, a mentira é uma condição que está relacionada às regras sociais de modo
“Nós nunca mentimos. Quando mentimos, é para o bem de vocês. Verdade. Começa na infância, quando a gente diz para a mãe que está sentindo uma coisa estranha, bem aqui, e não pode ir à aula sob pena de morrer no caminho. Se fôssemos sinceros e disséssemos que não tínhamos feito a lição de casa e por isso não podíamos enfrentar a professora a mãe teria uma grande decepção. Assim, lhe dávamos a alegria de se preocupar conosco, que é a coisa que mãe mais gosta, e a poupávamos de descobrir a nossa falta de caráter. Melhor um doente do que um vagabundo. E se ela não acreditasse, e nos mandasse ir à escola de qualquer jeito, ainda tínhamos um trunfo sentimental. “Então vou ter que inventar uma história para a professora”, querendo dizer vou ter que mentir para outra mulher como se ela fosse você. “Está bem, fica em casa estudando!” E ficávamos em casa, fazendo tudo menos estudar, dando-lhe todas as razões para dizer que não nos aguentava mais, que é outra coisa que mãe também adora.”
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015)
Quanto aos elementos apresentados no prefácio do livro para justificar as razões pelas quais os homens mentem, Veríssimo parece querer defender que, para os homens, a mentira é uma condição que está relacionada às regras sociais de modo
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