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Foram encontradas 355.429 questões.

4124597 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Pref. São José Campos-SP
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O termo “odontólogo”, presente na crônica de Stanislaw, é um termo erudito, equivalente a “dentista”.
Entre os termos a seguir, assinale aquele que mostra significação correta.
 

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4124596 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Pref. São José Campos-SP
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Os segmentos abaixo, retirados da crônica de Stanislaw, tiveram termos substituídos por equivalentes.

Assinale a frase em que essa substituição foi realizada de forma correta e conveniente.
 

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4124595 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Pref. São José Campos-SP
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ATENÇÃO: O texto abaixo é o início de uma pequena narrativa de Stanislaw Ponte Preta. Use-o para responder à próxima questão.


    “Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava na fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha.
    Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela:
     Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
    A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu:
    É areia!
    Aí quem sorriu foi o fiscal.”
O texto de Stanislaw Ponte Preta é classificado como uma narrativa, estrutura textual caracterizada pela evolução cronológica de ações.

Assinale a opção em que os segmentos destacados estão em sequência cronológica.
 

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4124593 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Pref. São José Campos-SP
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ATENÇÃO: use o fragmento textual abaixo, retirado do Sermão da Sexagésima, que aborda o tema do estilo dos pregadores, para responder à próxima questão. 


    “O pregador há de ser como quem semeia e não como quem ladrilha ou azuleja. Ordenado, mas como as estrelas: As estrelas, permanecendo na sua ordem. Todas as estrelas estão por sua ordem; mas é ordem que faz influência, não é ordem que faça lavor. Não fez Deus o céu em xadrez de estrelas, como os pregadores fazem o céu em xadrez de palavras. Se de uma parte há de estar branco, da outra há de estar negro; se de uma parte dizem luz, da outra hão de dizem sombra; se de uma parte dizem desceu, da outra hão de dizer subiu. Basta que não havemos de ver num sermão duas palavras em paz? Todas hão de estar sempre em fronteira com seu contrário?”
No fragmento, há uma referência específica ao seguinte tipo de linguagem figurada:
 

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4124591 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Pref. São José Campos-SP
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Uma das marcas mais fortes da literatura machadiana é a correção gramatical.

Assinale a frase abaixo que respeita integralmente a norma culta.
 

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4124590 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Pref. São José Campos-SP
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ATENÇÃO: use o trecho abaixo, do famoso romance Dom Casmurro, de Machado de Assis, que narra o dia do casamento de Bentinho e Capitu, para responder à próxima questão.


    “Pois sejamos felizes de uma vez, antes que o leitor pegue em si, morto de esperar, e vá espairecer a outra parte; casemo-nos. Foi em 1865, uma tarde de março, por sinal chovia. Quando chegamos ao alto da Tijuca, onde era o nosso ninho de noivos, o céu recolheu a chuva e acendeu as estrelas, não só as já conhecidas, mas ainda as que só serão descobertas daqui a muitos séculos. Foi grande fineza e não foi única. São Pedro, que tem as chaves do céu, abriu-nos as portas dele, fez-nos entrar, e depois de tocar-nos com o báculo, recitou alguns versículos da sua primeira epístola: “As mulheres sejam sujeitas a seus maridos... Não seja o adorno delas o enfeite dos cabelos riçados ou as rendas de ouro, mas o homem que está escondido no coração... Do mesmo modo, vós, maridos, coabitai com elas, tratando-as com honra, como a vasos mais fracos, e herdeiras convosco da graça da vida...” Em seguida, fez sinal aos anjos, e eles entoaram um trecho do Cântico, tão concertadamente, que desmentiram a hipótese do tenor italiano, se a execução fosse na terra; mas era no céu. A música ia com o texto, como se houvessem nascido juntos, à maneira de uma ópera de Wagner. Depois, visitamos uma parte daquele lugar infinito. Descansa que não farei descrição alguma, nem a língua humana possui formas idôneas para tanto.”
Leia com atenção o fragmento do texto:

“Depois, visitamos uma parte daquele lugar infinito. Descansa que não farei descrição alguma, nem a língua humana possui formas idôneas para tanto.”

Assinale a afirmação correta sobre a estruturação descritiva de um texto, com base nesse segmento.
 

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4124589 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Pref. São José Campos-SP
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ATENÇÃO: use o trecho abaixo, do famoso romance Dom Casmurro, de Machado de Assis, que narra o dia do casamento de Bentinho e Capitu, para responder à próxima questão.


    “Pois sejamos felizes de uma vez, antes que o leitor pegue em si, morto de esperar, e vá espairecer a outra parte; casemo-nos. Foi em 1865, uma tarde de março, por sinal chovia. Quando chegamos ao alto da Tijuca, onde era o nosso ninho de noivos, o céu recolheu a chuva e acendeu as estrelas, não só as já conhecidas, mas ainda as que só serão descobertas daqui a muitos séculos. Foi grande fineza e não foi única. São Pedro, que tem as chaves do céu, abriu-nos as portas dele, fez-nos entrar, e depois de tocar-nos com o báculo, recitou alguns versículos da sua primeira epístola: “As mulheres sejam sujeitas a seus maridos... Não seja o adorno delas o enfeite dos cabelos riçados ou as rendas de ouro, mas o homem que está escondido no coração... Do mesmo modo, vós, maridos, coabitai com elas, tratando-as com honra, como a vasos mais fracos, e herdeiras convosco da graça da vida...” Em seguida, fez sinal aos anjos, e eles entoaram um trecho do Cântico, tão concertadamente, que desmentiram a hipótese do tenor italiano, se a execução fosse na terra; mas era no céu. A música ia com o texto, como se houvessem nascido juntos, à maneira de uma ópera de Wagner. Depois, visitamos uma parte daquele lugar infinito. Descansa que não farei descrição alguma, nem a língua humana possui formas idôneas para tanto.”
O segmento “Pois sejamos felizes de uma vez, antes que o leitor pegue em si, morto de esperar, e vá espairecer a outra parte; casemo-nos.” indica algo sobre a estrutura narrativa do texto. Podemos afirmar que o narrador do romance é
 

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4124588 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Pref. São José Campos-SP
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ATENÇÃO: use o trecho abaixo, do famoso romance Dom Casmurro, de Machado de Assis, que narra o dia do casamento de Bentinho e Capitu, para responder à próxima questão.


    “Pois sejamos felizes de uma vez, antes que o leitor pegue em si, morto de esperar, e vá espairecer a outra parte; casemo-nos. Foi em 1865, uma tarde de março, por sinal chovia. Quando chegamos ao alto da Tijuca, onde era o nosso ninho de noivos, o céu recolheu a chuva e acendeu as estrelas, não só as já conhecidas, mas ainda as que só serão descobertas daqui a muitos séculos. Foi grande fineza e não foi única. São Pedro, que tem as chaves do céu, abriu-nos as portas dele, fez-nos entrar, e depois de tocar-nos com o báculo, recitou alguns versículos da sua primeira epístola: “As mulheres sejam sujeitas a seus maridos... Não seja o adorno delas o enfeite dos cabelos riçados ou as rendas de ouro, mas o homem que está escondido no coração... Do mesmo modo, vós, maridos, coabitai com elas, tratando-as com honra, como a vasos mais fracos, e herdeiras convosco da graça da vida...” Em seguida, fez sinal aos anjos, e eles entoaram um trecho do Cântico, tão concertadamente, que desmentiram a hipótese do tenor italiano, se a execução fosse na terra; mas era no céu. A música ia com o texto, como se houvessem nascido juntos, à maneira de uma ópera de Wagner. Depois, visitamos uma parte daquele lugar infinito. Descansa que não farei descrição alguma, nem a língua humana possui formas idôneas para tanto.”
No trecho “Pois sejamos felizes de uma vez, antes que o leitor pegue em si, morto de esperar, e vá espairecer a outra parte; casemo-nos.”, há uma alusão indireta a um tipo de leitor, que é o leitor
 

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4124535 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Pref. São José Campos-SP
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Read Text I and answer the question that follows.
Text I
Multiliteracy: the new basic skill for the 21st century classroom


    We increasingly engage with texts that draw meaning beyond written words from other sources. Images, sound, video clips and gestures (alone and in combination) all play central roles in how we communicate and interpret content.
    This multimedia approach is especially evident in online platforms and social media, where a single piece of content may blend written language with videos, graphics, photos and other visual elements. This change requires us to rethink what we mean by literacy.
    Nearly 30 years ago, a group of scholars, the New London Group, recognised the need for a broader understanding of literacy after observing a growing gap between the literacy needs students faced outside of school and the print-based practices still dominant in classrooms.

    They introduced a concept of multiliteracies which acknowledges that we now engage with texts that use multiple modes of communication. We engage with these texts in different media environments, each with their own practices and strategies.
    The concept incorporates the literacy skills needed to acquire, interpret, produce and evaluate the multimodal and multimedia texts we encounter today.
    For literacy education, this shift means updating classroom aims, content and activities. The group developed a pedagogical framework to help schools respond to the growing inequalities and rapid changes in technology and the textual landscape.

    The process starts with examining pupils’ everyday literacy practices and experiences together. Then these practices are approached analytically by introducing a metalanguage for discussing the resources they use to create meaning. Students can use this metalanguage to critically evaluate their literacy practices which helps them understand how different modes of communication work and how to use them effectively.
    The pedagogy of multiliteracies also emphasises the design and production of multimodal texts and collaborative learning in linguistically and culturally diverse groups, rather than individual reading activities. […]
    Multiliteracies are already included in many European curricula, and the European framework for key competencies for lifelong learning defines literacy in a way that aligns with the concept of multiliteracies. These policy documents and guidelines provide a foundation for integrating multiliteracies into literacy education.

    Yet, research shows that there is still work to be done to incorporate teaching multimodal literacy practices into mainstream literacy education. While many teachers do include multimodal texts in their classroom activities, tensions between multimodal and traditional practices still exist.
    Studies point out the huge challenges teachers face when they adapt their teaching to the redefined literacies, and there are concerns about teachers’ preparedness to teach multiliteracies. They need support with training and appropriate materials. Teacher educators and policy makers must ensure that teachers have substantial and concrete support.
Adapted from https://school-education.ec.europa.eu/en/discover/expertviews/multiliteracy-new-basic-skill-21st-century-classroom


The word “lifelong” (9th paragraph) is formed by:
 

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Leia o trecho inicial do prefácio do livro “As mentiras que os homens contam”, de Luís Fernando Veríssimo:

    “Nós nunca mentimos. Quando mentimos, é para o bem de vocês. Verdade. Começa na infância, quando a gente diz para a mãe que está sentindo uma coisa estranha, bem aqui, e não pode ir à aula sob pena de morrer no caminho. Se fôssemos sinceros e disséssemos que não tínhamos feito a lição de casa e por isso não podíamos enfrentar a professora a mãe teria uma grande decepção. Assim, lhe dávamos a alegria de se preocupar conosco, que é a coisa que mãe mais gosta, e a poupávamos de descobrir a nossa falta de caráter. Melhor um doente do que um vagabundo. E se ela não acreditasse, e nos mandasse ir à escola de qualquer jeito, ainda tínhamos um trunfo sentimental. “Então vou ter que inventar uma história para a professora”, querendo dizer vou ter que mentir para outra mulher como se ela fosse você. “Está bem, fica em casa estudando!” E ficávamos em casa, fazendo tudo menos estudar, dando-lhe todas as razões para dizer que não nos aguentava mais, que é outra coisa que mãe também adora.”
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015)

Quanto aos elementos apresentados no prefácio do livro para justificar as razões pelas quais os homens mentem, Veríssimo parece querer defender que, para os homens, a mentira é uma condição que está relacionada às regras sociais de modo
 

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