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Texto para a questão:
“David da Vinci”, o menino gênio mexicano com QI
superior ao de Einstein
Com 10 anos de idade, David Camacho oferece conferências
em universidades e para organismos internacionais, irá em
breve publicar um livro e criou um aplicativo para combater
o bullying que sofreu na escola.
David Camacho provavelmente não irá gostar
do título desta reportagem.
Primeiramente, porque não se identifica com
a descrição de "menino gênio", embora seu quociente
de inteligência (QI) de 162 esteja muito acima dos 130
fixados pela Organização Mundial da Saúde (OMS)
como mínimo para considerar uma pessoa com altas
habilidades ou intelectualmente superdotado.
"Os gênios já estão no túmulo e, se foram gênios, é porque fizeram coisas geniais", explica ele, modestamente.
Em segundo lugar, porque ele admite que não
lhe agrada muito ser comparado com outras mentes
brilhantes, como a dos físicos Stephen Hawking (1942-
2018) ou Albert Einstein (1879-1955), que tinham QI
estimado de 160.
"Tenho 10 anos e estou apenas começando",
prossegue ele. "Talvez eu seja um gênio quando tiver
70 anos, mas quando tiver feito coisas geniais na vida,
certo?"
Mas existe, sim, um gênio que serve de inspiração para o menino. Ele chegou a adotar seu sobrenome nas redes sociais, onde é conhecido como "David
da Vinci".
"Minha professora do jardim da infância me
ensinava muito sobre Leonardo da Vinci [1452-1519] e
como ele era polímata: alguém que combina as ciências, tecnologia, engenharia, matemática, artes, ciências humanas... de tudo um pouco", recorda ele.
"Fiquei impressionado com a sua história, até
que disse: 'Quero ser como ele', para fazer grandes coisas."
E, por enquanto, David parece estar bem encaminhado rumo a este sonho.
Eloquente, sempre sorrindo e com um discurso articulado e surpreendente para sua pouca
idade, este menino de Querétaro, na região central do
México, conta casualmente que oferece conferências
em universidades e para organismos internacionais. E
está a ponto de publicar um livro.
Atualmente, David Camacho estuda em uma
escola internacional online, que o certificará para poder entrar na universidade. Ele fala espanhol, inglês,
francês e alemão e começou a estudar russo, português
e italiano.
Ele garante que é "um orgulho" ter um quociente de inteligência tão alto e o que ele mais aprecia
em ser uma criança com altas habilidades é poder entender tudo rápido e aprender de forma acelerada.
"Não são muitas as pessoas que nascem assim, de forma que eu gostaria de usar isso em favor das
crianças e do bem-estar da humanidade, deixar a minha marca", afirma ele.
Mas ele acredita que nem todos entendem o
que é ser um menino gênio.
"Muitas pessoas pensam que devemos saber
tudo, mas não somos adivinhos, é preciso que nos ensinem. Não significa que temos todas as respostas do
universo."
Sua mãe, Claudia Flores, recorda as primeiras
indicações que a fizeram pensar que havia algo especial
com David.
"Fazíamos uma longa viagem na estrada e ele
sabia cerca de 40 canções infantis", relembra ela.
"Nós o mandamos para a escola e ele ficou feliz por 15 dias. Mas, depois, começou a pedir: 'Me
passe para as crianças maiores, quero aprender mais'."
"Aquilo me entediava muito", confirma ele.
Mas o momento decisivo chegou com a pandemia de covid-19. Sua mãe se sentou ao seu lado enquanto ele fazia as aulas online e percebeu que era verdade que ele aprendia muito rapidamente, em comparação com as outras crianças.
Mas, apesar de todas as suas conquistas, chegar até aqui não foi fácil para David. Ele conta que sofreu muito naquela que era a escola dos seus sonhos.
"As outras crianças não entendiam por que
alguém que acabava de entrar na escola conseguia saber mais coisas do que eles, nem como podia fazer tantas coisas", explica ele. "E a sua forma de demonstrar
isso era me fazendo bullying."
Ele decidiu recentemente aproveitar esta má
experiência para dar a volta por cima e empregá-la para
desenvolver o aplicativo Macayos, que estará disponível ao longo deste ano. Ele o define como "a primeira
plataforma digital mexicana criada com inteligência artificial, que ensina às crianças, de forma divertida, capacidades para saber gerenciar suas emoções". David
Camacho pede a todos os que praticam bullying com
crianças como ele que sejam empáticos e inclusivos.
Durante toda a entrevista, David Camacho
fala com muita rapidez. Ele pula de um tema para outro com facilidade e retorna, se achar que se esqueceu de
mencionar algo importante.
Claudia Flores reconhece que ser mãe de um
menino como ele é um grande desafio. "Ser a mãe de
Edgar David Camacho Flores é muito fácil, pois ele é um
menino tranquilo, nobre e amoroso. Mas ser mãe de
David da Vinci é o desafio, pois ele é acelerado, anda
correndo..."
"Eu digo que ele tem dois esquilos naquela
cabecinha. Mas ele responde que não, que tem um
computador quântico", conclui a mãe, sorrindo.
Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/05/04/david-da-vinci-o-menino-genio-mexicano-com-qisuperior-ao-de-einstein.ghtml [adaptado]
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“David da Vinci”, o menino gênio mexicano com QI
superior ao de Einstein
Com 10 anos de idade, David Camacho oferece conferências
em universidades e para organismos internacionais, irá em
breve publicar um livro e criou um aplicativo para combater
o bullying que sofreu na escola.
David Camacho provavelmente não irá gostar
do título desta reportagem.
Primeiramente, porque não se identifica com
a descrição de "menino gênio", embora seu quociente
de inteligência (QI) de 162 esteja muito acima dos 130
fixados pela Organização Mundial da Saúde (OMS)
como mínimo para considerar uma pessoa com altas
habilidades ou intelectualmente superdotado.
"Os gênios já estão no túmulo e, se foram gênios, é porque fizeram coisas geniais", explica ele, modestamente.
Em segundo lugar, porque ele admite que não
lhe agrada muito ser comparado com outras mentes
brilhantes, como a dos físicos Stephen Hawking (1942-
2018) ou Albert Einstein (1879-1955), que tinham QI
estimado de 160.
"Tenho 10 anos e estou apenas começando",
prossegue ele. "Talvez eu seja um gênio quando tiver
70 anos, mas quando tiver feito coisas geniais na vida,
certo?"
Mas existe, sim, um gênio que serve de inspiração para o menino. Ele chegou a adotar seu sobrenome nas redes sociais, onde é conhecido como "David
da Vinci".
"Minha professora do jardim da infância me
ensinava muito sobre Leonardo da Vinci [1452-1519] e
como ele era polímata: alguém que combina as ciências, tecnologia, engenharia, matemática, artes, ciências humanas... de tudo um pouco", recorda ele.
"Fiquei impressionado com a sua história, até
que disse: 'Quero ser como ele', para fazer grandes coisas."
E, por enquanto, David parece estar bem encaminhado rumo a este sonho.
Eloquente, sempre sorrindo e com um discurso articulado e surpreendente para sua pouca
idade, este menino de Querétaro, na região central do
México, conta casualmente que oferece conferências
em universidades e para organismos internacionais. E
está a ponto de publicar um livro.
Atualmente, David Camacho estuda em uma
escola internacional online, que o certificará para poder entrar na universidade. Ele fala espanhol, inglês,
francês e alemão e começou a estudar russo, português
e italiano.
Ele garante que é "um orgulho" ter um quociente de inteligência tão alto e o que ele mais aprecia
em ser uma criança com altas habilidades é poder entender tudo rápido e aprender de forma acelerada.
"Não são muitas as pessoas que nascem assim, de forma que eu gostaria de usar isso em favor das
crianças e do bem-estar da humanidade, deixar a minha marca", afirma ele.
Mas ele acredita que nem todos entendem o
que é ser um menino gênio.
"Muitas pessoas pensam que devemos saber
tudo, mas não somos adivinhos, é preciso que nos ensinem. Não significa que temos todas as respostas do
universo."
Sua mãe, Claudia Flores, recorda as primeiras
indicações que a fizeram pensar que havia algo especial
com David.
"Fazíamos uma longa viagem na estrada e ele
sabia cerca de 40 canções infantis", relembra ela.
"Nós o mandamos para a escola e ele ficou feliz por 15 dias. Mas, depois, começou a pedir: 'Me
passe para as crianças maiores, quero aprender mais'."
"Aquilo me entediava muito", confirma ele.
Mas o momento decisivo chegou com a pandemia de covid-19. Sua mãe se sentou ao seu lado enquanto ele fazia as aulas online e percebeu que era verdade que ele aprendia muito rapidamente, em comparação com as outras crianças.
Mas, apesar de todas as suas conquistas, chegar até aqui não foi fácil para David. Ele conta que sofreu muito naquela que era a escola dos seus sonhos.
"As outras crianças não entendiam por que
alguém que acabava de entrar na escola conseguia saber mais coisas do que eles, nem como podia fazer tantas coisas", explica ele. "E a sua forma de demonstrar
isso era me fazendo bullying."
Ele decidiu recentemente aproveitar esta má
experiência para dar a volta por cima e empregá-la para
desenvolver o aplicativo Macayos, que estará disponível ao longo deste ano. Ele o define como "a primeira
plataforma digital mexicana criada com inteligência artificial, que ensina às crianças, de forma divertida, capacidades para saber gerenciar suas emoções". David
Camacho pede a todos os que praticam bullying com
crianças como ele que sejam empáticos e inclusivos.
Durante toda a entrevista, David Camacho
fala com muita rapidez. Ele pula de um tema para outro com facilidade e retorna, se achar que se esqueceu de
mencionar algo importante.
Claudia Flores reconhece que ser mãe de um
menino como ele é um grande desafio. "Ser a mãe de
Edgar David Camacho Flores é muito fácil, pois ele é um
menino tranquilo, nobre e amoroso. Mas ser mãe de
David da Vinci é o desafio, pois ele é acelerado, anda
correndo..."
"Eu digo que ele tem dois esquilos naquela
cabecinha. Mas ele responde que não, que tem um
computador quântico", conclui a mãe, sorrindo.
Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/05/04/david-da-vinci-o-menino-genio-mexicano-com-qisuperior-ao-de-einstein.ghtml [adaptado]
"Nós o mandamos para a escola (...).”
Caso o verbo em destaque fosse flexionado no pretérito mais-que-perfeito do modo indicativo, mantendose o mesmo número e pessoa, a correta transcrição da frase seria:
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- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
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“David da Vinci”, o menino gênio mexicano com QI
superior ao de Einstein
Com 10 anos de idade, David Camacho oferece conferências
em universidades e para organismos internacionais, irá em
breve publicar um livro e criou um aplicativo para combater
o bullying que sofreu na escola.
David Camacho provavelmente não irá gostar
do título desta reportagem.
Primeiramente, porque não se identifica com
a descrição de "menino gênio", embora seu quociente
de inteligência (QI) de 162 esteja muito acima dos 130
fixados pela Organização Mundial da Saúde (OMS)
como mínimo para considerar uma pessoa com altas
habilidades ou intelectualmente superdotado.
"Os gênios já estão no túmulo e, se foram gênios, é porque fizeram coisas geniais", explica ele, modestamente.
Em segundo lugar, porque ele admite que não
lhe agrada muito ser comparado com outras mentes
brilhantes, como a dos físicos Stephen Hawking (1942-
2018) ou Albert Einstein (1879-1955), que tinham QI
estimado de 160.
"Tenho 10 anos e estou apenas começando",
prossegue ele. "Talvez eu seja um gênio quando tiver
70 anos, mas quando tiver feito coisas geniais na vida,
certo?"
Mas existe, sim, um gênio que serve de inspiração para o menino. Ele chegou a adotar seu sobrenome nas redes sociais, onde é conhecido como "David
da Vinci".
"Minha professora do jardim da infância me
ensinava muito sobre Leonardo da Vinci [1452-1519] e
como ele era polímata: alguém que combina as ciências, tecnologia, engenharia, matemática, artes, ciências humanas... de tudo um pouco", recorda ele.
"Fiquei impressionado com a sua história, até
que disse: 'Quero ser como ele', para fazer grandes coisas."
E, por enquanto, David parece estar bem encaminhado rumo a este sonho.
Eloquente, sempre sorrindo e com um discurso articulado e surpreendente para sua pouca
idade, este menino de Querétaro, na região central do
México, conta casualmente que oferece conferências
em universidades e para organismos internacionais. E
está a ponto de publicar um livro.
Atualmente, David Camacho estuda em uma
escola internacional online, que o certificará para poder entrar na universidade. Ele fala espanhol, inglês,
francês e alemão e começou a estudar russo, português
e italiano.
Ele garante que é "um orgulho" ter um quociente de inteligência tão alto e o que ele mais aprecia
em ser uma criança com altas habilidades é poder entender tudo rápido e aprender de forma acelerada.
"Não são muitas as pessoas que nascem assim, de forma que eu gostaria de usar isso em favor das
crianças e do bem-estar da humanidade, deixar a minha marca", afirma ele.
Mas ele acredita que nem todos entendem o
que é ser um menino gênio.
"Muitas pessoas pensam que devemos saber
tudo, mas não somos adivinhos, é preciso que nos ensinem. Não significa que temos todas as respostas do
universo."
Sua mãe, Claudia Flores, recorda as primeiras
indicações que a fizeram pensar que havia algo especial
com David.
"Fazíamos uma longa viagem na estrada e ele
sabia cerca de 40 canções infantis", relembra ela.
"Nós o mandamos para a escola e ele ficou feliz por 15 dias. Mas, depois, começou a pedir: 'Me
passe para as crianças maiores, quero aprender mais'."
"Aquilo me entediava muito", confirma ele.
Mas o momento decisivo chegou com a pandemia de covid-19. Sua mãe se sentou ao seu lado enquanto ele fazia as aulas online e percebeu que era verdade que ele aprendia muito rapidamente, em comparação com as outras crianças.
Mas, apesar de todas as suas conquistas, chegar até aqui não foi fácil para David. Ele conta que sofreu muito naquela que era a escola dos seus sonhos.
"As outras crianças não entendiam por que
alguém que acabava de entrar na escola conseguia saber mais coisas do que eles, nem como podia fazer tantas coisas", explica ele. "E a sua forma de demonstrar
isso era me fazendo bullying."
Ele decidiu recentemente aproveitar esta má
experiência para dar a volta por cima e empregá-la para
desenvolver o aplicativo Macayos, que estará disponível ao longo deste ano. Ele o define como "a primeira
plataforma digital mexicana criada com inteligência artificial, que ensina às crianças, de forma divertida, capacidades para saber gerenciar suas emoções". David
Camacho pede a todos os que praticam bullying com
crianças como ele que sejam empáticos e inclusivos.
Durante toda a entrevista, David Camacho
fala com muita rapidez. Ele pula de um tema para outro com facilidade e retorna, se achar que se esqueceu de
mencionar algo importante.
Claudia Flores reconhece que ser mãe de um
menino como ele é um grande desafio. "Ser a mãe de
Edgar David Camacho Flores é muito fácil, pois ele é um
menino tranquilo, nobre e amoroso. Mas ser mãe de
David da Vinci é o desafio, pois ele é acelerado, anda
correndo..."
"Eu digo que ele tem dois esquilos naquela
cabecinha. Mas ele responde que não, que tem um
computador quântico", conclui a mãe, sorrindo.
Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/05/04/david-da-vinci-o-menino-genio-mexicano-com-qisuperior-ao-de-einstein.ghtml [adaptado]
“(...) para combater o bullying que sofreu na escola.”
A função sintática do pronome relativo em destaque é a de:
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“David da Vinci”, o menino gênio mexicano com QI
superior ao de Einstein
Com 10 anos de idade, David Camacho oferece conferências
em universidades e para organismos internacionais, irá em
breve publicar um livro e criou um aplicativo para combater
o bullying que sofreu na escola.
David Camacho provavelmente não irá gostar
do título desta reportagem.
Primeiramente, porque não se identifica com
a descrição de "menino gênio", embora seu quociente
de inteligência (QI) de 162 esteja muito acima dos 130
fixados pela Organização Mundial da Saúde (OMS)
como mínimo para considerar uma pessoa com altas
habilidades ou intelectualmente superdotado.
"Os gênios já estão no túmulo e, se foram gênios, é porque fizeram coisas geniais", explica ele, modestamente.
Em segundo lugar, porque ele admite que não
lhe agrada muito ser comparado com outras mentes
brilhantes, como a dos físicos Stephen Hawking (1942-
2018) ou Albert Einstein (1879-1955), que tinham QI
estimado de 160.
"Tenho 10 anos e estou apenas começando",
prossegue ele. "Talvez eu seja um gênio quando tiver
70 anos, mas quando tiver feito coisas geniais na vida,
certo?"
Mas existe, sim, um gênio que serve de inspiração para o menino. Ele chegou a adotar seu sobrenome nas redes sociais, onde é conhecido como "David
da Vinci".
"Minha professora do jardim da infância me
ensinava muito sobre Leonardo da Vinci [1452-1519] e
como ele era polímata: alguém que combina as ciências, tecnologia, engenharia, matemática, artes, ciências humanas... de tudo um pouco", recorda ele.
"Fiquei impressionado com a sua história, até
que disse: 'Quero ser como ele', para fazer grandes coisas."
E, por enquanto, David parece estar bem encaminhado rumo a este sonho.
Eloquente, sempre sorrindo e com um discurso articulado e surpreendente para sua pouca
idade, este menino de Querétaro, na região central do
México, conta casualmente que oferece conferências
em universidades e para organismos internacionais. E
está a ponto de publicar um livro.
Atualmente, David Camacho estuda em uma
escola internacional online, que o certificará para poder entrar na universidade. Ele fala espanhol, inglês,
francês e alemão e começou a estudar russo, português
e italiano.
Ele garante que é "um orgulho" ter um quociente de inteligência tão alto e o que ele mais aprecia
em ser uma criança com altas habilidades é poder entender tudo rápido e aprender de forma acelerada.
"Não são muitas as pessoas que nascem assim, de forma que eu gostaria de usar isso em favor das
crianças e do bem-estar da humanidade, deixar a minha marca", afirma ele.
Mas ele acredita que nem todos entendem o
que é ser um menino gênio.
"Muitas pessoas pensam que devemos saber
tudo, mas não somos adivinhos, é preciso que nos ensinem. Não significa que temos todas as respostas do
universo."
Sua mãe, Claudia Flores, recorda as primeiras
indicações que a fizeram pensar que havia algo especial
com David.
"Fazíamos uma longa viagem na estrada e ele
sabia cerca de 40 canções infantis", relembra ela.
"Nós o mandamos para a escola e ele ficou feliz por 15 dias. Mas, depois, começou a pedir: 'Me
passe para as crianças maiores, quero aprender mais'."
"Aquilo me entediava muito", confirma ele.
Mas o momento decisivo chegou com a pandemia de covid-19. Sua mãe se sentou ao seu lado enquanto ele fazia as aulas online e percebeu que era verdade que ele aprendia muito rapidamente, em comparação com as outras crianças.
Mas, apesar de todas as suas conquistas, chegar até aqui não foi fácil para David. Ele conta que sofreu muito naquela que era a escola dos seus sonhos.
"As outras crianças não entendiam por que
alguém que acabava de entrar na escola conseguia saber mais coisas do que eles, nem como podia fazer tantas coisas", explica ele. "E a sua forma de demonstrar
isso era me fazendo bullying."
Ele decidiu recentemente aproveitar esta má
experiência para dar a volta por cima e empregá-la para
desenvolver o aplicativo Macayos, que estará disponível ao longo deste ano. Ele o define como "a primeira
plataforma digital mexicana criada com inteligência artificial, que ensina às crianças, de forma divertida, capacidades para saber gerenciar suas emoções". David
Camacho pede a todos os que praticam bullying com
crianças como ele que sejam empáticos e inclusivos.
Durante toda a entrevista, David Camacho
fala com muita rapidez. Ele pula de um tema para outro com facilidade e retorna, se achar que se esqueceu de
mencionar algo importante.
Claudia Flores reconhece que ser mãe de um
menino como ele é um grande desafio. "Ser a mãe de
Edgar David Camacho Flores é muito fácil, pois ele é um
menino tranquilo, nobre e amoroso. Mas ser mãe de
David da Vinci é o desafio, pois ele é acelerado, anda
correndo..."
"Eu digo que ele tem dois esquilos naquela
cabecinha. Mas ele responde que não, que tem um
computador quântico", conclui a mãe, sorrindo.
Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/05/04/david-da-vinci-o-menino-genio-mexicano-com-qisuperior-ao-de-einstein.ghtml [adaptado]
“(...) se achar que se esqueceu de mencionar algo importante.”
Sobre o fragmento, afirma-se:
I. O primeiro “se” é uma conjunção subordinativa que confere valor de condição à oração.
II. O segundo “se” é uma partícula apassivadora, ligada por meio de próclise ao verbo a que se refere.
III. A próclise do segundo “se” é justificada pela atratividade exercida pela conjunção integrante.
Está(ão) correta(s):
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“David da Vinci”, o menino gênio mexicano com QI
superior ao de Einstein
Com 10 anos de idade, David Camacho oferece conferências
em universidades e para organismos internacionais, irá em
breve publicar um livro e criou um aplicativo para combater
o bullying que sofreu na escola.
David Camacho provavelmente não irá gostar
do título desta reportagem.
Primeiramente, porque não se identifica com
a descrição de "menino gênio", embora seu quociente
de inteligência (QI) de 162 esteja muito acima dos 130
fixados pela Organização Mundial da Saúde (OMS)
como mínimo para considerar uma pessoa com altas
habilidades ou intelectualmente superdotado.
"Os gênios já estão no túmulo e, se foram gênios, é porque fizeram coisas geniais", explica ele, modestamente.
Em segundo lugar, porque ele admite que não
lhe agrada muito ser comparado com outras mentes
brilhantes, como a dos físicos Stephen Hawking (1942-
2018) ou Albert Einstein (1879-1955), que tinham QI
estimado de 160.
"Tenho 10 anos e estou apenas começando",
prossegue ele. "Talvez eu seja um gênio quando tiver
70 anos, mas quando tiver feito coisas geniais na vida,
certo?"
Mas existe, sim, um gênio que serve de inspiração para o menino. Ele chegou a adotar seu sobrenome nas redes sociais, onde é conhecido como "David
da Vinci".
"Minha professora do jardim da infância me
ensinava muito sobre Leonardo da Vinci [1452-1519] e
como ele era polímata: alguém que combina as ciências, tecnologia, engenharia, matemática, artes, ciências humanas... de tudo um pouco", recorda ele.
"Fiquei impressionado com a sua história, até
que disse: 'Quero ser como ele', para fazer grandes coisas."
E, por enquanto, David parece estar bem encaminhado rumo a este sonho.
Eloquente, sempre sorrindo e com um discurso articulado e surpreendente para sua pouca
idade, este menino de Querétaro, na região central do
México, conta casualmente que oferece conferências
em universidades e para organismos internacionais. E
está a ponto de publicar um livro.
Atualmente, David Camacho estuda em uma
escola internacional online, que o certificará para poder entrar na universidade. Ele fala espanhol, inglês,
francês e alemão e começou a estudar russo, português
e italiano.
Ele garante que é "um orgulho" ter um quociente de inteligência tão alto e o que ele mais aprecia
em ser uma criança com altas habilidades é poder entender tudo rápido e aprender de forma acelerada.
"Não são muitas as pessoas que nascem assim, de forma que eu gostaria de usar isso em favor das
crianças e do bem-estar da humanidade, deixar a minha marca", afirma ele.
Mas ele acredita que nem todos entendem o
que é ser um menino gênio.
"Muitas pessoas pensam que devemos saber
tudo, mas não somos adivinhos, é preciso que nos ensinem. Não significa que temos todas as respostas do
universo."
Sua mãe, Claudia Flores, recorda as primeiras
indicações que a fizeram pensar que havia algo especial
com David.
"Fazíamos uma longa viagem na estrada e ele
sabia cerca de 40 canções infantis", relembra ela.
"Nós o mandamos para a escola e ele ficou feliz por 15 dias. Mas, depois, começou a pedir: 'Me
passe para as crianças maiores, quero aprender mais'."
"Aquilo me entediava muito", confirma ele.
Mas o momento decisivo chegou com a pandemia de covid-19. Sua mãe se sentou ao seu lado enquanto ele fazia as aulas online e percebeu que era verdade que ele aprendia muito rapidamente, em comparação com as outras crianças.
Mas, apesar de todas as suas conquistas, chegar até aqui não foi fácil para David. Ele conta que sofreu muito naquela que era a escola dos seus sonhos.
"As outras crianças não entendiam por que
alguém que acabava de entrar na escola conseguia saber mais coisas do que eles, nem como podia fazer tantas coisas", explica ele. "E a sua forma de demonstrar
isso era me fazendo bullying."
Ele decidiu recentemente aproveitar esta má
experiência para dar a volta por cima e empregá-la para
desenvolver o aplicativo Macayos, que estará disponível ao longo deste ano. Ele o define como "a primeira
plataforma digital mexicana criada com inteligência artificial, que ensina às crianças, de forma divertida, capacidades para saber gerenciar suas emoções". David
Camacho pede a todos os que praticam bullying com
crianças como ele que sejam empáticos e inclusivos.
Durante toda a entrevista, David Camacho
fala com muita rapidez. Ele pula de um tema para outro com facilidade e retorna, se achar que se esqueceu de
mencionar algo importante.
Claudia Flores reconhece que ser mãe de um
menino como ele é um grande desafio. "Ser a mãe de
Edgar David Camacho Flores é muito fácil, pois ele é um
menino tranquilo, nobre e amoroso. Mas ser mãe de
David da Vinci é o desafio, pois ele é acelerado, anda
correndo..."
"Eu digo que ele tem dois esquilos naquela
cabecinha. Mas ele responde que não, que tem um
computador quântico", conclui a mãe, sorrindo.
Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/05/04/david-da-vinci-o-menino-genio-mexicano-com-qisuperior-ao-de-einstein.ghtml [adaptado]
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Texto para a questão:
“David da Vinci”, o menino gênio mexicano com QI
superior ao de Einstein
Com 10 anos de idade, David Camacho oferece conferências
em universidades e para organismos internacionais, irá em
breve publicar um livro e criou um aplicativo para combater
o bullying que sofreu na escola.
David Camacho provavelmente não irá gostar
do título desta reportagem.
Primeiramente, porque não se identifica com
a descrição de "menino gênio", embora seu quociente
de inteligência (QI) de 162 esteja muito acima dos 130
fixados pela Organização Mundial da Saúde (OMS)
como mínimo para considerar uma pessoa com altas
habilidades ou intelectualmente superdotado.
"Os gênios já estão no túmulo e, se foram gênios, é porque fizeram coisas geniais", explica ele, modestamente.
Em segundo lugar, porque ele admite que não
lhe agrada muito ser comparado com outras mentes
brilhantes, como a dos físicos Stephen Hawking (1942-
2018) ou Albert Einstein (1879-1955), que tinham QI
estimado de 160.
"Tenho 10 anos e estou apenas começando",
prossegue ele. "Talvez eu seja um gênio quando tiver
70 anos, mas quando tiver feito coisas geniais na vida,
certo?"
Mas existe, sim, um gênio que serve de inspiração para o menino. Ele chegou a adotar seu sobrenome nas redes sociais, onde é conhecido como "David
da Vinci".
"Minha professora do jardim da infância me
ensinava muito sobre Leonardo da Vinci [1452-1519] e
como ele era polímata: alguém que combina as ciências, tecnologia, engenharia, matemática, artes, ciências humanas... de tudo um pouco", recorda ele.
"Fiquei impressionado com a sua história, até
que disse: 'Quero ser como ele', para fazer grandes coisas."
E, por enquanto, David parece estar bem encaminhado rumo a este sonho.
Eloquente, sempre sorrindo e com um discurso articulado e surpreendente para sua pouca
idade, este menino de Querétaro, na região central do
México, conta casualmente que oferece conferências
em universidades e para organismos internacionais. E
está a ponto de publicar um livro.
Atualmente, David Camacho estuda em uma
escola internacional online, que o certificará para poder entrar na universidade. Ele fala espanhol, inglês,
francês e alemão e começou a estudar russo, português
e italiano.
Ele garante que é "um orgulho" ter um quociente de inteligência tão alto e o que ele mais aprecia
em ser uma criança com altas habilidades é poder entender tudo rápido e aprender de forma acelerada.
"Não são muitas as pessoas que nascem assim, de forma que eu gostaria de usar isso em favor das
crianças e do bem-estar da humanidade, deixar a minha marca", afirma ele.
Mas ele acredita que nem todos entendem o
que é ser um menino gênio.
"Muitas pessoas pensam que devemos saber
tudo, mas não somos adivinhos, é preciso que nos ensinem. Não significa que temos todas as respostas do
universo."
Sua mãe, Claudia Flores, recorda as primeiras
indicações que a fizeram pensar que havia algo especial
com David.
"Fazíamos uma longa viagem na estrada e ele
sabia cerca de 40 canções infantis", relembra ela.
"Nós o mandamos para a escola e ele ficou feliz por 15 dias. Mas, depois, começou a pedir: 'Me
passe para as crianças maiores, quero aprender mais'."
"Aquilo me entediava muito", confirma ele.
Mas o momento decisivo chegou com a pandemia de covid-19. Sua mãe se sentou ao seu lado enquanto ele fazia as aulas online e percebeu que era verdade que ele aprendia muito rapidamente, em comparação com as outras crianças.
Mas, apesar de todas as suas conquistas, chegar até aqui não foi fácil para David. Ele conta que sofreu muito naquela que era a escola dos seus sonhos.
"As outras crianças não entendiam por que
alguém que acabava de entrar na escola conseguia saber mais coisas do que eles, nem como podia fazer tantas coisas", explica ele. "E a sua forma de demonstrar
isso era me fazendo bullying."
Ele decidiu recentemente aproveitar esta má
experiência para dar a volta por cima e empregá-la para
desenvolver o aplicativo Macayos, que estará disponível ao longo deste ano. Ele o define como "a primeira
plataforma digital mexicana criada com inteligência artificial, que ensina às crianças, de forma divertida, capacidades para saber gerenciar suas emoções". David
Camacho pede a todos os que praticam bullying com
crianças como ele que sejam empáticos e inclusivos.
Durante toda a entrevista, David Camacho
fala com muita rapidez. Ele pula de um tema para outro com facilidade e retorna, se achar que se esqueceu de
mencionar algo importante.
Claudia Flores reconhece que ser mãe de um
menino como ele é um grande desafio. "Ser a mãe de
Edgar David Camacho Flores é muito fácil, pois ele é um
menino tranquilo, nobre e amoroso. Mas ser mãe de
David da Vinci é o desafio, pois ele é acelerado, anda
correndo..."
"Eu digo que ele tem dois esquilos naquela
cabecinha. Mas ele responde que não, que tem um
computador quântico", conclui a mãe, sorrindo.
Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/05/04/david-da-vinci-o-menino-genio-mexicano-com-qisuperior-ao-de-einstein.ghtml [adaptado]
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4244243
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fundação La Salle
Orgão: Pref. Não-Me-Toque-RS
Disciplina: Português
Banca: Fundação La Salle
Orgão: Pref. Não-Me-Toque-RS
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Golpe da falsa central telefônica
O golpe da falsa central telefônica é uma tática em que o fraudador liga para a vítima e diz ser
funcionário de um banco ou de uma empresa. A conversa geralmente ocorre por ligação convencional, mas
também pode envolver contatos por SMS e aplicativos de mensagens como o WhatsApp.
As principais narrativas incluem: uma ............ financeira (realizada ou suspeita); pedido de .............
de dados; ou ............... de irregularidade na conta do cliente.
Entre as faces mais conhecidas do golpe estão as mensagens de texto enviadas no celular da vítima
com textos como “Compra de R$ 1.450 aprovada. Não reconhece? Ligue 0800…”. O número fornecido
costuma ser de uma falsa central telefônica.
No entanto, também pode ocorrer de o contato mostrado na tela do celular ser o do banco, mas,
quando o cliente atende, a ligação migra para uma central clandestina.
Para resolver o suposto problema, a vítima é orientada a fornecer dados sigilosos, como senhas e
códigos, ou a realizar transferências de dinheiro. É um dos golpes mais registrados no país nos últimos anos,
segundo alerta da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
Em dezembro de 2025, uma quadrilha de Cachoeirinha, na Região Metropolitana, foi alvo de operação
policial. Em agosto de 2023, um morador de Alvorada, na Região Metropolitana, perdeu R$ 90 mil ao contatar
golpistas após receber uma mensagem de texto no celular.
Ligações a clientes solicitando documentos, senhas, dados cadastrais, estornos ou transferências
não fazem parte dos procedimentos das instituições financeiras. Por isso, nunca informe ou digite senhas
quando a ligação não tiver sido iniciada por você. Não envie fotos dos seus documentos ou do seu rosto.
Não retorne chamadas para números 0800 enviados por SMS ou mensagens. Utilize sempre os
canais oficiais do banco ou fale com o seu gerente. Mesmo que, ao receber uma ligação, o contato mostrado
na tela do celular seja o do banco ou empresa, tome cuidado, pois em alguns casos os golpistas conseguem
redirecionar a chamada para uma central clandestina. Outra orientação é não clicar em links recebidos por
mensagens.
Instituições financeiras podem ligar para confirmar movimentações suspeitas, mas nunca solicitam
senhas, token ou outros dados pessoais nessas ligações. Tampouco pedem que clientes façam
transferências, Pix ou qualquer tipo de pagamento.
Tenha atenção a ofertas de serviços e produtos com preço abaixo do mercado e a ligações com senso
de urgência. Frases como “você precisa regularizar sua situação agora” ou “você reconhece essa compra
feita no seu cartão?” são características desse tipo de golpe.
Caso atenda a uma ligação, desligue imediatamente após o primeiro pedido de informação sigilosa.
Se ficar na dúvida sobre algum problema, busque os canais oficiais do banco ou empresa ou procure a sede
física para esclarecer a situação.
Disponível em < https://gauchazh.clicrbs.com.br/seguranca/noticia/2026/02/golpe-da-falsa-central-telefonica-usa-ligacao-e-sms-para-enganar-vitimas-veja-detalhes-e-como-se-proteger-cmlv7wkei01w0016k9z87u12q.html> (adaptado).
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4244242
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fundação La Salle
Orgão: Pref. Não-Me-Toque-RS
Disciplina: Português
Banca: Fundação La Salle
Orgão: Pref. Não-Me-Toque-RS
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Golpe da falsa central telefônica
O golpe da falsa central telefônica é uma tática em que o fraudador liga para a vítima e diz ser
funcionário de um banco ou de uma empresa. A conversa geralmente ocorre por ligação convencional, mas
também pode envolver contatos por SMS e aplicativos de mensagens como o WhatsApp.
As principais narrativas incluem: uma ............ financeira (realizada ou suspeita); pedido de .............
de dados; ou ............... de irregularidade na conta do cliente.
Entre as faces mais conhecidas do golpe estão as mensagens de texto enviadas no celular da vítima
com textos como “Compra de R$ 1.450 aprovada. Não reconhece? Ligue 0800…”. O número fornecido
costuma ser de uma falsa central telefônica.
No entanto, também pode ocorrer de o contato mostrado na tela do celular ser o do banco, mas,
quando o cliente atende, a ligação migra para uma central clandestina.
Para resolver o suposto problema, a vítima é orientada a fornecer dados sigilosos, como senhas e
códigos, ou a realizar transferências de dinheiro. É um dos golpes mais registrados no país nos últimos anos,
segundo alerta da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
Em dezembro de 2025, uma quadrilha de Cachoeirinha, na Região Metropolitana, foi alvo de operação
policial. Em agosto de 2023, um morador de Alvorada, na Região Metropolitana, perdeu R$ 90 mil ao contatar
golpistas após receber uma mensagem de texto no celular.
Ligações a clientes solicitando documentos, senhas, dados cadastrais, estornos ou transferências
não fazem parte dos procedimentos das instituições financeiras. Por isso, nunca informe ou digite senhas
quando a ligação não tiver sido iniciada por você. Não envie fotos dos seus documentos ou do seu rosto.
Não retorne chamadas para números 0800 enviados por SMS ou mensagens. Utilize sempre os
canais oficiais do banco ou fale com o seu gerente. Mesmo que, ao receber uma ligação, o contato mostrado
na tela do celular seja o do banco ou empresa, tome cuidado, pois em alguns casos os golpistas conseguem
redirecionar a chamada para uma central clandestina. Outra orientação é não clicar em links recebidos por
mensagens.
Instituições financeiras podem ligar para confirmar movimentações suspeitas, mas nunca solicitam
senhas, token ou outros dados pessoais nessas ligações. Tampouco pedem que clientes façam
transferências, Pix ou qualquer tipo de pagamento.
Tenha atenção a ofertas de serviços e produtos com preço abaixo do mercado e a ligações com senso
de urgência. Frases como “você precisa regularizar sua situação agora” ou “você reconhece essa compra
feita no seu cartão?” são características desse tipo de golpe.
Caso atenda a uma ligação, desligue imediatamente após o primeiro pedido de informação sigilosa.
Se ficar na dúvida sobre algum problema, busque os canais oficiais do banco ou empresa ou procure a sede
física para esclarecer a situação.
Disponível em < https://gauchazh.clicrbs.com.br/seguranca/noticia/2026/02/golpe-da-falsa-central-telefonica-usa-ligacao-e-sms-para-enganar-vitimas-veja-detalhes-e-como-se-proteger-cmlv7wkei01w0016k9z87u12q.html> (adaptado).
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4244241
Ano: 2026
Disciplina: Português
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Golpe da falsa central telefônica
O golpe da falsa central telefônica é uma tática em que o fraudador liga para a vítima e diz ser
funcionário de um banco ou de uma empresa. A conversa geralmente ocorre por ligação convencional, mas
também pode envolver contatos por SMS e aplicativos de mensagens como o WhatsApp.
As principais narrativas incluem: uma ............ financeira (realizada ou suspeita); pedido de .............
de dados; ou ............... de irregularidade na conta do cliente.
Entre as faces mais conhecidas do golpe estão as mensagens de texto enviadas no celular da vítima
com textos como “Compra de R$ 1.450 aprovada. Não reconhece? Ligue 0800…”. O número fornecido
costuma ser de uma falsa central telefônica.
No entanto, também pode ocorrer de o contato mostrado na tela do celular ser o do banco, mas,
quando o cliente atende, a ligação migra para uma central clandestina.
Para resolver o suposto problema, a vítima é orientada a fornecer dados sigilosos, como senhas e
códigos, ou a realizar transferências de dinheiro. É um dos golpes mais registrados no país nos últimos anos,
segundo alerta da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
Em dezembro de 2025, uma quadrilha de Cachoeirinha, na Região Metropolitana, foi alvo de operação
policial. Em agosto de 2023, um morador de Alvorada, na Região Metropolitana, perdeu R$ 90 mil ao contatar
golpistas após receber uma mensagem de texto no celular.
Ligações a clientes solicitando documentos, senhas, dados cadastrais, estornos ou transferências
não fazem parte dos procedimentos das instituições financeiras. Por isso, nunca informe ou digite senhas
quando a ligação não tiver sido iniciada por você. Não envie fotos dos seus documentos ou do seu rosto.
Não retorne chamadas para números 0800 enviados por SMS ou mensagens. Utilize sempre os
canais oficiais do banco ou fale com o seu gerente. Mesmo que, ao receber uma ligação, o contato mostrado
na tela do celular seja o do banco ou empresa, tome cuidado, pois em alguns casos os golpistas conseguem
redirecionar a chamada para uma central clandestina. Outra orientação é não clicar em links recebidos por
mensagens.
Instituições financeiras podem ligar para confirmar movimentações suspeitas, mas nunca solicitam
senhas, token ou outros dados pessoais nessas ligações. Tampouco pedem que clientes façam
transferências, Pix ou qualquer tipo de pagamento.
Tenha atenção a ofertas de serviços e produtos com preço abaixo do mercado e a ligações com senso
de urgência. Frases como “você precisa regularizar sua situação agora” ou “você reconhece essa compra
feita no seu cartão?” são características desse tipo de golpe.
Caso atenda a uma ligação, desligue imediatamente após o primeiro pedido de informação sigilosa.
Se ficar na dúvida sobre algum problema, busque os canais oficiais do banco ou empresa ou procure a sede
física para esclarecer a situação.
Disponível em < https://gauchazh.clicrbs.com.br/seguranca/noticia/2026/02/golpe-da-falsa-central-telefonica-usa-ligacao-e-sms-para-enganar-vitimas-veja-detalhes-e-como-se-proteger-cmlv7wkei01w0016k9z87u12q.html> (adaptado).
I – Segundo a Federação Brasileira de Bancos, clientes que se recusarem a fornecer os dados durante a ligação poderão ter suas contas temporariamente bloqueadas.
II – O texto orienta o leitor a desconfiar de preços muito baixos, pois eles podem ser um indício de golpe.
III – O texto corrobora que o golpe da central telefônica ocorre exclusivamente por aplicativos de mensagens.
De acordo com o texto, qual(is) pode(m) ser considerada(s) correta(s)?
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4244240
Ano: 2026
Disciplina: Português
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Golpe da falsa central telefônica
O golpe da falsa central telefônica é uma tática em que o fraudador liga para a vítima e diz ser funcionário de um banco ou de uma empresa. A conversa geralmente ocorre por ligação convencional, mas também pode envolver contatos por SMS e aplicativos de mensagens como o WhatsApp.
As principais narrativas incluem: uma ............ financeira (realizada ou suspeita); pedido de ............. de dados; ou ............... de irregularidade na conta do cliente.
Entre as faces mais conhecidas do golpe estão as mensagens de texto enviadas no celular da vítima com textos como “Compra de R$ 1.450 aprovada. Não reconhece? Ligue 0800…”. O número fornecido costuma ser de uma falsa central telefônica.
No entanto, também pode ocorrer de o contato mostrado na tela do celular ser o do banco, mas, quando o cliente atende, a ligação migra para uma central clandestina.
Para resolver o suposto problema, a vítima é orientada a fornecer dados sigilosos, como senhas e códigos, ou a realizar transferências de dinheiro. É um dos golpes mais registrados no país nos últimos anos, segundo alerta da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
Em dezembro de 2025, uma quadrilha de Cachoeirinha, na Região Metropolitana, foi alvo de operação policial. Em agosto de 2023, um morador de Alvorada, na Região Metropolitana, perdeu R$ 90 mil ao contatar golpistas após receber uma mensagem de texto no celular.
Ligações a clientes solicitando documentos, senhas, dados cadastrais, estornos ou transferências não fazem parte dos procedimentos das instituições financeiras. Por isso, nunca informe ou digite senhas quando a ligação não tiver sido iniciada por você. Não envie fotos dos seus documentos ou do seu rosto.
Não retorne chamadas para números 0800 enviados por SMS ou mensagens. Utilize sempre os canais oficiais do banco ou fale com o seu gerente. Mesmo que, ao receber uma ligação, o contato mostrado na tela do celular seja o do banco ou empresa, tome cuidado, pois em alguns casos os golpistas conseguem redirecionar a chamada para uma central clandestina. Outra orientação é não clicar em links recebidos por mensagens.
Instituições financeiras podem ligar para confirmar movimentações suspeitas, mas nunca solicitam senhas, token ou outros dados pessoais nessas ligações. Tampouco pedem que clientes façam transferências, Pix ou qualquer tipo de pagamento.
Tenha atenção a ofertas de serviços e produtos com preço abaixo do mercado e a ligações com senso de urgência. Frases como “você precisa regularizar sua situação agora” ou “você reconhece essa compra feita no seu cartão?” são características desse tipo de golpe.
Caso atenda a uma ligação, desligue imediatamente após o primeiro pedido de informação sigilosa. Se ficar na dúvida sobre algum problema, busque os canais oficiais do banco ou empresa ou procure a sede física para esclarecer a situação.
Disponível em < https://gauchazh.clicrbs.com.br/seguranca/noticia/2026/02/golpe-da-falsa-central-telefonica-usa-ligacao-e-sms-para-enganar-vitimas-veja-detalhes-e-como-se-proteger-cmlv7wkei01w0016k9z87u12q.html> (adaptado).
Atente-se à palavra em negrito. Após, numere a segunda coluna de acordo com a primeira.
1 - pronome
2 - preposição
3 - conjunção
( ) “para a vítima”
( ) “pedido de informação sigilosa”
( ) “iniciada por você”
( ) “estornos ou transferências”
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
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