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I.A população assistiu a reportagem sobre a retirada das vítimas do terremoto dos escombros. As equipes do exterior chegaram em Caracas assim que foram convocadas. Elas obedecem as orientações locais e esperam poder ajudar nessa tragédia.
II.O prefeito respondeu às perguntas dos jornalistas e lhes informou a respeito das providências tomadas para socorrer as vítimas do desastre. Ele disse que não se esqueceu dos seus eleitores.
III.Mesmo com a diminuição das chances de encontrar sobreviventes a cada hora, equipes de resgate ainda conseguem encontrar pessoas vivas em montanhas de destroços, oferecendo às famílias angustiadas um breve sopro de esperança.
É correta a regência verbal em:
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I.Senhora Diretora, solicitamos, por meio deste ofício, a aquisição de novos livros para a biblioteca da escola. A biblioteca, importante espaço de aprendizagem, necessita de obras atualizadas para atender melhor aos estudantes. Contamos com a atenção de Vossa Senhoria e agradecemos a colaboração.
II.Os estudantes, embora estivessem cansados após a viagem, participaram da atividade com entusiasmo e fizeram perguntas durante toda a apresentação, demonstrando interesse pelo conteúdo e aproveitando a oportunidade para aprender mais.
III.Na escola, os alunos do 6.º ano leram Lígia Bojunga; os do 7º Conceição Evaristo; e os do 8º Manoel de Barros. Ao final das aulas, todos, participaram da roda de conversa sobre as leituras, compartilhando o que aprenderam.
É correto o uso de pontuação em:
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Leia com atenção a crônica Vista cansada e depois analise as afirmativas acerca do texto. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
"Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou.
Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não-vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.
Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.
Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprindo o rito, pode ser também que ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.
Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de fato, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença."
(Crônica de Otto Lara Resende, publicada originalmente no jornal Folha de S. Paulo, em 23 de fevereiro de 1992.)
( ) O tema central do texto é o automatismo humano diante do cotidiano. O autor faz uma crítica sutil e profunda sobre como se deixa de notar as pessoas e coisas simplesmente porque elas se tornaram familiares.
( ) O autor cita Ernest Hemingway que tentava olhar tudo como se fosse pela última vez. Otto Lara Resende, autor da crônica, concorda e estabelece uma valorização do olhar de despedida, destacando que ele traz curiosidade e vida.
( ) O cronista afirma que "o hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem". Em contrapartida, os poetas e as crianças mantêm o olhar limpo, sendo capazes de enxergar o que os adultos já não conseguem notar na correria do dia a dia.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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01. O ensino dos gêneros textuais deve possibilitar para as crianças participar de práticas sociais de linguagem, considerando as finalidades comunicativas, os interlocutores, os suportes e os contextos de circulação dos textos.
02. O trabalho com gêneros orais e escritos favorece o desenvolvimento integrado das capacidades de leitura, produção textual, oralidade e análise linguística, em situações significativas de comunicação.
03. A diversidade de gêneros textuais amplia as oportunidades de interação com diferentes formas de organização discursiva, contribuindo para a formação de leitores e produtores de textos em variados contextos sociais.
A soma das afirmativas CORRETAS é:
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I. Sob a perspectiva sociopolítica, o texto evidencia o conflito de interesses e a perda de controle ético na delegação dos processos regulatórios à própria IA.
II. O termo I.A. é empregado duas vezes na mesma frase com papéis sintático-semânticos distintos: como agente regulador e como objeto regulado.
III. Os traços fisionômicos do robô secundarizam a intenção do autor, servindo apenas como elemento decorativo que corrobora a idoneidade da máquina na redação dos marcos regulatórios.
Está CORRETO o que se afirma em:
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- OrtografiaFormação e Estrutura das Palavras
- FonologiaEncontros Consonantais: Dígrafos
- FonologiaFonemas e Letras
- Morfologia

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- SintaxeColocação Pronominal
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “se”
- MorfologiaPronomes

(1ª parte): Sintaticamente, o pronome se funciona como objeto indireto do verbo preocupe, indicando que a ação verbal recai sobre o próprio emissor da mensagem.
(2ª parte): A presença do advérbio Não antes do verbo exige gramaticalmente a colocação do pronome se em próclise por se tratar de palavra atrativa.
(3ª parte): No plano da sintaxe do período composto, a frase atua como oração subordinada substantiva subjetiva em relação à fala seguinte.
Pode-se afirmar que:
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