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Leia o texto a seguir.
Disponível em: https://www.institutoclaro.org.br/educacao/nossasnovidades/reportagens/tirinhas-da-turma-do-snoopy-ajudam-a-trabalharhabilidades-socioemocionais/. Acesso em: 4 jul. 2026.
Considerando o diálogo entre os personagens, o ponto de interrogação, no último painel,
Disponível em: https://www.institutoclaro.org.br/educacao/nossasnovidades/reportagens/tirinhas-da-turma-do-snoopy-ajudam-a-trabalharhabilidades-socioemocionais/. Acesso em: 4 jul. 2026.
Considerando o diálogo entre os personagens, o ponto de interrogação, no último painel,
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Texto 1
A princesa e a ervilha
Era uma vez um príncipe que queria se casar com uma
princesa, mas tinha de ser uma princesa verdadeira. Por isso,
foi viajar pelo mundo afora para encontrar uma, mas havia
sempre qualquer coisa que não estava certa. Viu muitas
princesas, mas nunca tinha a certeza de serem genuínas. Havia
sempre qualquer coisa, isto ou aquilo, que não parecia estar
como devia ser. Por fim, regressou à casa, muito abatido,
porque queria uma princesa verdadeira.
Uma noite houve uma terrível tempestade; os trovões
ribombavam, os raios rasgavam o céu e a chuva caía em
torrentes; era apavorante. Chovia desabaladamente. No meio
disso tudo, alguém bateu à porta e o velho rei foi abrir.
Deparou com uma princesa. Mas, meu Deus! o estado em que
ela estava! A água escorria-lhe pelos cabelos e pela roupa e
saía pelas biqueiras e pela parte de trás dos sapatos. No
entanto, ela afirmou que era uma princesa de verdade.
— Bem, já vamos ver isso — pensou a velha rainha. Não disse
uma palavra, mas foi ao quarto de hóspedes, desmanchou a
cama toda e pôs uma pequena ervilha no colchão. Depois
empilhou mais vinte colchões e vinte cobertores por cima. A
princesa iria dormir nessa cama.
De manhã, perguntaram-lhe se tinha dormido bem.
— Oh, pessimamente! Não preguei olho em toda a noite! Só
Deus sabe o que havia na cama, mas senti uma coisa dura que
me encheu de nódoas negras. Foi horrível.
Hans Christian Andersen
Disponível em: https://niveasalgado.com.br/a-princesa-e-a-ervilha-uma-otimahistorinha-para-dormir/#google_vignette. [Adaptado]. Acesso em: 4 jul. 2026.
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Texto 1
A princesa e a ervilha
Era uma vez um príncipe que queria se casar com uma
princesa, mas tinha de ser uma princesa verdadeira. Por isso,
foi viajar pelo mundo afora para encontrar uma, mas havia
sempre qualquer coisa que não estava certa. Viu muitas
princesas, mas nunca tinha a certeza de serem genuínas. Havia
sempre qualquer coisa, isto ou aquilo, que não parecia estar
como devia ser. Por fim, regressou à casa, muito abatido,
porque queria uma princesa verdadeira.
Uma noite houve uma terrível tempestade; os trovões
ribombavam, os raios rasgavam o céu e a chuva caía em
torrentes; era apavorante. Chovia desabaladamente. No meio
disso tudo, alguém bateu à porta e o velho rei foi abrir.
Deparou com uma princesa. Mas, meu Deus! o estado em que
ela estava! A água escorria-lhe pelos cabelos e pela roupa e
saía pelas biqueiras e pela parte de trás dos sapatos. No
entanto, ela afirmou que era uma princesa de verdade.
— Bem, já vamos ver isso — pensou a velha rainha. Não disse
uma palavra, mas foi ao quarto de hóspedes, desmanchou a
cama toda e pôs uma pequena ervilha no colchão. Depois
empilhou mais vinte colchões e vinte cobertores por cima. A
princesa iria dormir nessa cama.
De manhã, perguntaram-lhe se tinha dormido bem.
— Oh, pessimamente! Não preguei olho em toda a noite! Só
Deus sabe o que havia na cama, mas senti uma coisa dura que
me encheu de nódoas negras. Foi horrível.
Hans Christian Andersen
Disponível em: https://niveasalgado.com.br/a-princesa-e-a-ervilha-uma-otimahistorinha-para-dormir/#google_vignette. [Adaptado]. Acesso em: 4 jul. 2026.
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Tratando-se à concordância nominal, a alternativa incorreta é:
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A respeito da correta ortografia, marque os itens com (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a
alternativa correspondente.
( ) A expressão “acerca de” equivale a respeito de, sobre. “Há cerca de” indica tempo transcorrido e “cerca de” significa aproximadamente.
( ) Usamos “senão” como conjunção alternativa (= ou), ou adversativa (= mas) e também com o valor de exceto. “Se não” é conjunção condicional (= caso), ou integrante se seguida de advérbio de negação.
( ) A afirmação “ao encontro de” significa a favor de, na direção de. Já “de encontro a” indica contrariedade, em oposição.
( ) Utilizaremos “ao invés de” para indicar ao contrário de e “em vez de”, no sentido de no lugar de.
( ) A expressão “acerca de” equivale a respeito de, sobre. “Há cerca de” indica tempo transcorrido e “cerca de” significa aproximadamente.
( ) Usamos “senão” como conjunção alternativa (= ou), ou adversativa (= mas) e também com o valor de exceto. “Se não” é conjunção condicional (= caso), ou integrante se seguida de advérbio de negação.
( ) A afirmação “ao encontro de” significa a favor de, na direção de. Já “de encontro a” indica contrariedade, em oposição.
( ) Utilizaremos “ao invés de” para indicar ao contrário de e “em vez de”, no sentido de no lugar de.
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Dadas as orações:
I- Por que o trânsito está parado?
II- Os valores porque ele se guia são éticos.
III- Entender o porquê é o primeiro passo.
IV- Gabriel não assistiu ao jogo, por que?
O uso dos porquês está correto:
I- Por que o trânsito está parado?
II- Os valores porque ele se guia são éticos.
III- Entender o porquê é o primeiro passo.
IV- Gabriel não assistiu ao jogo, por que?
O uso dos porquês está correto:
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Em significação das palavras, os pares grande/amplo; doce/salgado; despensa/dispensa;
cocho/coxo, são respectivamente:
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Aludindo-se a figuras de linguagem, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a
alternativa correta.
Coluna I.
A- Eufemismo.
B- Antítese.
C- Hipérbole.
D- Metáfora.
E- Prosopopeia.
Coluna II.
1- É o emprego de expressões ou palavras com o sentido exagerado, extrapolado. Baseia-se no exagero da mensagem.
2- É a figura que consiste no emprego de termos ou pensamentos em oposição, de forma que faça sobressair um pelo outro. Ressalta relações de contraste, de oposição entre os termos, entre as ideias.
3- É a translação do sentido próprio de uma palavra para outro, por analogia ou por semelhança. É usar uma palavra pela outra por força de uma comparação mental. É uma comparação, pelo fato de existirem características pertencentes a um objeto ou ser que se adapta a outro, sem a presença explícita de conectivo comparativo.
4- É atribuir qualidades humanas a seres inanimados, personificando-os.
5- Consiste no emprego de palavras ou expressões com o objetivo de diminuir o impacto da mensagem. É o abrandamento da força de uma ideia, de uma mensagem.
Coluna I.
A- Eufemismo.
B- Antítese.
C- Hipérbole.
D- Metáfora.
E- Prosopopeia.
Coluna II.
1- É o emprego de expressões ou palavras com o sentido exagerado, extrapolado. Baseia-se no exagero da mensagem.
2- É a figura que consiste no emprego de termos ou pensamentos em oposição, de forma que faça sobressair um pelo outro. Ressalta relações de contraste, de oposição entre os termos, entre as ideias.
3- É a translação do sentido próprio de uma palavra para outro, por analogia ou por semelhança. É usar uma palavra pela outra por força de uma comparação mental. É uma comparação, pelo fato de existirem características pertencentes a um objeto ou ser que se adapta a outro, sem a presença explícita de conectivo comparativo.
4- É atribuir qualidades humanas a seres inanimados, personificando-os.
5- Consiste no emprego de palavras ou expressões com o objetivo de diminuir o impacto da mensagem. É o abrandamento da força de uma ideia, de uma mensagem.
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A palavra “ultra-hiperbólico” está hifenizada devidamente, o que não ocorre na escrita do
vocábulo:
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Leia o texto para responder àquestão.
A fita métrica do amor. (Martha Medeiros).
Como se mede uma pessoa?
Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento.
Ela é enorme para você quando fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e
respeito, quando olha nos olhos e sorri destravada.
É pequena para você quando só pensa em si mesma, quando se comporta de uma maneira
pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de
mais importante entre duas pessoas: a amizade.
Uma pessoa é gigante para você quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas
para o seu crescimento, quando sonha junto.
É pequena quando desvia do assunto.
Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro,
quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si
mesma.
Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês.
Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode
crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas: será que ela que mudou ou será que o
amor é traiçoeiro nas suas medições?
Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande. Uma ausência
pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.
É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos
olhos. Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, e sim de ações e reações,
de expectativas e frustrações.
Uma pessoa é única ao estender a mão e, ao recolhê-la inesperadamente, se torna mais uma. O
egoísmo unifica os insignificantes.
Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande. É a sua
sensibilidade sem tamanho.
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