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4256935 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Buriti Alegre-GO
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Texto 2
Medo da eternidade
Clarice Lispector
Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade.
Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas. Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:
— Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira.
— Como não acaba? — Parei um instante na rua, perplexa.
— Não acaba nunca, e pronto. — Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazêla durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta.
Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.
— E agora que é que eu faço? — perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver.
— Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.
— Perder a eternidade? Nunca.
O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola.
— Acabou-se o docinho. E agora?
— Agora mastigue para sempre.
Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito. Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar.
Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia.
— Olha só o que me aconteceu! — disse eu em fingidos espanto e tristeza. — Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!
— Já lhe disse — repetiu minha irmã — que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.
Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra da boca por acaso.
Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.
Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/5889/medo-daeternidade. Acesso em: 6 jul. 2026.
O texto se constrói a partir de uma lembrança de infância, aparentemente banal, para conduzir o leitor a uma experiência de sentido que ultrapassa o episódio narrado. Considerando a articulação entre o relato pessoal e os efeitos de sentido que o texto produz, e considerando as marcas linguísticas do texto, a função comunicativa desse texto é
 

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4256934 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Buriti Alegre-GO
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Texto 1
Em defesa da comida de verdade
Com base em pesquisas sobre saúde e nutrição, foram anunciadas diretrizes alimentares que tratam como venenos os ultraprocessados e os açúcares adicionados.
Quando se fala em alimentação de qualidade, que promova a manutenção da saúde, não tem muito jeito de contrariar a sabedoria popular nem aqueles conhecimentos passados de pais para filhos. Dar preferência a comidas de verdade, descascar mais e desembalar menos podem ser entendidas como as principais práticas das refeições saudáveis.
E isso até mesmo nos Estados Unidos, tradicionalmente conhecidos como “a terra do fast-food” devido ao estilo de vida ligado à comida calórica e rica em gorduras hidrogenadas, açúcar e sódio. O país anunciou nesta semana um novo conjunto de diretrizes alimentares que, com base em pesquisas sobre saúde e nutrição, tratam os ultraprocessados e os açúcares adicionados como venenos.
Entre as principais recomendações está a de reduzir drasticamente a ingestão de carboidratos refinados altamente processados, alimentos como pão branco, tortilhas com farinha refinada e biscoitos salgados – justamente o que se desembala. Ainda foi elevado o rigor em relação ao consumo de açúcares adicionados, que deve ser feito somente por crianças com 10 anos ou mais – a referência, até então, eram os 2 anos. A recomendação é evitar bebidas açucaradas.
As novas diretrizes alimentares destacam também a importância de dar prioridade à ingestão de frutas, vegetais e proteínas, de fontes animais, como carne vermelha, aves, frutos do mar, ovos e laticínios; e vegetais, aquilo que se descasca, como leguminosas, nozes, sojas e sementes. Isso, lá nos Estados Unidos, que têm uma das mais altas taxas de obesidade e diabetes 2 do mundo desenvolvido.
Por aqui, uma nação ainda em desenvolvimento, as contradições são enormes também quando falamos de alimentação de qualidade – enquanto 600 mil crianças passam fome, 400 mil enfrentam obesidade. Crianças e adolescentes consomem mais ultraprocessados, presentes entre 77% e 89% no padrão alimentar de menores, do que verduras e legumes (de 64% a 73%), mostrou estudo recente da USP.
Ou seja, o Brasil está na contramão do que é saudável e, por isso, também precisa desembalar menos e descascar mais para comer melhor.
Editorial “O Tempo”. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/editorial/2026/1/9/em-defesa-da-comidade-verdade. Acesso em: 6 jul. 2026. 
Na construção do texto, o autor mobiliza diferentes estratégias argumentativas para sustentar a tese defendida. No trecho “Por aqui, uma nação ainda em desenvolvimento, as contradições são enormes também quando falamos de alimentação de qualidade – enquanto 600 mil crianças passam fome, 400 mil enfrentam obesidade. Crianças e adolescentes consomem mais ultraprocessados, presentes entre 77% e 89% no padrão alimentar de menores, do que verduras e legumes (de 64% a 73%), mostrou estudo recente da USP.”, depreende-se que o tipo de argumento que predomina é o de
 

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4256933 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Buriti Alegre-GO
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Texto 1
Em defesa da comida de verdade
Com base em pesquisas sobre saúde e nutrição, foram anunciadas diretrizes alimentares que tratam como venenos os ultraprocessados e os açúcares adicionados.
Quando se fala em alimentação de qualidade, que promova a manutenção da saúde, não tem muito jeito de contrariar a sabedoria popular nem aqueles conhecimentos passados de pais para filhos. Dar preferência a comidas de verdade, descascar mais e desembalar menos podem ser entendidas como as principais práticas das refeições saudáveis.
E isso até mesmo nos Estados Unidos, tradicionalmente conhecidos como “a terra do fast-food” devido ao estilo de vida ligado à comida calórica e rica em gorduras hidrogenadas, açúcar e sódio. O país anunciou nesta semana um novo conjunto de diretrizes alimentares que, com base em pesquisas sobre saúde e nutrição, tratam os ultraprocessados e os açúcares adicionados como venenos.
Entre as principais recomendações está a de reduzir drasticamente a ingestão de carboidratos refinados altamente processados, alimentos como pão branco, tortilhas com farinha refinada e biscoitos salgados – justamente o que se desembala. Ainda foi elevado o rigor em relação ao consumo de açúcares adicionados, que deve ser feito somente por crianças com 10 anos ou mais – a referência, até então, eram os 2 anos. A recomendação é evitar bebidas açucaradas.
As novas diretrizes alimentares destacam também a importância de dar prioridade à ingestão de frutas, vegetais e proteínas, de fontes animais, como carne vermelha, aves, frutos do mar, ovos e laticínios; e vegetais, aquilo que se descasca, como leguminosas, nozes, sojas e sementes. Isso, lá nos Estados Unidos, que têm uma das mais altas taxas de obesidade e diabetes 2 do mundo desenvolvido.
Por aqui, uma nação ainda em desenvolvimento, as contradições são enormes também quando falamos de alimentação de qualidade – enquanto 600 mil crianças passam fome, 400 mil enfrentam obesidade. Crianças e adolescentes consomem mais ultraprocessados, presentes entre 77% e 89% no padrão alimentar de menores, do que verduras e legumes (de 64% a 73%), mostrou estudo recente da USP.
Ou seja, o Brasil está na contramão do que é saudável e, por isso, também precisa desembalar menos e descascar mais para comer melhor.
Editorial “O Tempo”. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/editorial/2026/1/9/em-defesa-da-comidade-verdade. Acesso em: 6 jul. 2026. 
O editorial é um gênero que circula no âmbito da esfera jornalística. Considerando as marcas linguísticas do texto, a característica que marca o gênero é a
 

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4256912 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Buriti Alegre-GO
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Texto 4
O quanto da sua vida é baseado na internet?
Thiarlley Valadares
WhatsApp, Instagram, Pinterest. Twitter, para alguns. Facebook virou coisa "de gente velha". Snapchat ainda existe? Tumblr pra ler, Spotify para ouvir, YouTube para assistir; tantos blogs nessa interwebs que já nem dá pra contar – nunca deu, na verdade. Eu sei que parece hipócrita uma crônica num blog, dentro da internet, fazer uma análise sobre como vivemos aqui na web. Mas, ei, é pra isso que estamos aqui! Se não pudermos usar do ciberespaço para criticar o uso do próprio por nós mesmos, qual o ponto?
Enquanto conversava com um amigo de infância – nos conhecemos desde a sexta série – comentamos sobre como estão alguns de nossos colegas do ensino médio, até que foi mencionado que há muito não via um deles pessoalmente. "A gente acha que ver as pessoas na internet é o suficiente, né" disse ele, após rir. Depois que ele foi embora, coloquei-me a pensar nessa frase. Desde a faculdade que estudo sobre internet e suas nuances, então, frases e discussões do tipo sempre ficam martelando na minha cabeça.
E aí, pensei naquele clichê que já falamos mil vezes e, ainda assim, insistimos em não levar a sério. O quanto da sua vida é baseada no que se vê na internet? O quanto você mostra ou deixa de mostrar nas fotos do Instagram, nos tweets, nos stories?
Falando por mim mesma – e eu adoro essa frase, pois, por quem mais eu poderia falar? – sou um completo desastre. Minha conta no twitter, por exemplo, é o maior livro aberto da minha vida. Passo horas analisando meu perfil do Instagram e pensando: "Será que as fotos combinam? Se uma pessoa que não me conhece olhar o meu perfil, o que ela vai achar? Que eu sou legal? Que pareço capenga?". Passo horas na conta do blog buscando novos seguidores, novas curtidas e visualizações, com a desculpa que é um investimento de tempo, buscando o crescimento do Apenas.
Mas... será?
Analisando o meu próprio consumo com um olhar social e, por que não, pós-moderno, percebi que falhei como ser humano enquanto ser social, inserido na internet. Afinal, o que faz de um perfil adequado para ser acessado? Por que eu devo almejar um perfil com X seguidores? Se as minhas fotos não combinam, então eu falhei como usuária daquela rede? Tudo da minha vida deve ser, mesmo, publicado no twitter? Eu devo alguma satisfação aos meus seguidores?
As respostas para cada uma dessas perguntas são óbvias e nós sabemos, mas fingimos que não. Guardamos lá no fundo da consciência que não devemos nada a ninguém e que não deveria importar quantos nos seguem, quantos nos curtem, quantos nos veem.
E, de novo, parece clichê, parece óbvio, mas por que a gente não se escuta? Por que é tão difícil deixar o celular para ler um bom livro? Apreciar uma ida a uma praça, o tempo com alguém querido ou até mesmo um tempo de ócio consigo mesmo?
Porque nos foi dito que a vida não para. Que enquanto "eles dormem" precisamos garantir nosso diferencial. Então nos iludimos, com aplicativos, sites e cursos on-line para crescimento pessoal e profissional quando, na verdade, só perdemos tempo.
Não vou concluir dizendo o que você deve ou não fazer. Usando o meu exemplo, irei continuar refletindo nos conselhos que dei a mim mesma, deixando o aplicativo do notas do celular, onde escrevi inicialmente essa crônica, de lado para um tempo de ócio ao lado do meu namorado.
Parece hipocrisia toda essa narrativa enquanto ele joga no celular à espera que eu termine? Parece.
Porque é.
Disponível em: https://www.apenasfugindo.com/2020/01/cronica-o-quanto-dasua-vida-e-baseado.html. Acesso em: 5 jul. 2026. 
No texto, a autora desenvolve uma argumentação que mescla experiências pessoais e questionamentos sobre o comportamento digital. Considerando o encadeamento das ideias, a tese central defendida é a de
 

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4256911 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Buriti Alegre-GO
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Texto 4
O quanto da sua vida é baseado na internet?
Thiarlley Valadares
WhatsApp, Instagram, Pinterest. Twitter, para alguns. Facebook virou coisa "de gente velha". Snapchat ainda existe? Tumblr pra ler, Spotify para ouvir, YouTube para assistir; tantos blogs nessa interwebs que já nem dá pra contar – nunca deu, na verdade. Eu sei que parece hipócrita uma crônica num blog, dentro da internet, fazer uma análise sobre como vivemos aqui na web. Mas, ei, é pra isso que estamos aqui! Se não pudermos usar do ciberespaço para criticar o uso do próprio por nós mesmos, qual o ponto?
Enquanto conversava com um amigo de infância – nos conhecemos desde a sexta série – comentamos sobre como estão alguns de nossos colegas do ensino médio, até que foi mencionado que há muito não via um deles pessoalmente. "A gente acha que ver as pessoas na internet é o suficiente, né" disse ele, após rir. Depois que ele foi embora, coloquei-me a pensar nessa frase. Desde a faculdade que estudo sobre internet e suas nuances, então, frases e discussões do tipo sempre ficam martelando na minha cabeça.
E aí, pensei naquele clichê que já falamos mil vezes e, ainda assim, insistimos em não levar a sério. O quanto da sua vida é baseada no que se vê na internet? O quanto você mostra ou deixa de mostrar nas fotos do Instagram, nos tweets, nos stories?
Falando por mim mesma – e eu adoro essa frase, pois, por quem mais eu poderia falar? – sou um completo desastre. Minha conta no twitter, por exemplo, é o maior livro aberto da minha vida. Passo horas analisando meu perfil do Instagram e pensando: "Será que as fotos combinam? Se uma pessoa que não me conhece olhar o meu perfil, o que ela vai achar? Que eu sou legal? Que pareço capenga?". Passo horas na conta do blog buscando novos seguidores, novas curtidas e visualizações, com a desculpa que é um investimento de tempo, buscando o crescimento do Apenas.
Mas... será?
Analisando o meu próprio consumo com um olhar social e, por que não, pós-moderno, percebi que falhei como ser humano enquanto ser social, inserido na internet. Afinal, o que faz de um perfil adequado para ser acessado? Por que eu devo almejar um perfil com X seguidores? Se as minhas fotos não combinam, então eu falhei como usuária daquela rede? Tudo da minha vida deve ser, mesmo, publicado no twitter? Eu devo alguma satisfação aos meus seguidores?
As respostas para cada uma dessas perguntas são óbvias e nós sabemos, mas fingimos que não. Guardamos lá no fundo da consciência que não devemos nada a ninguém e que não deveria importar quantos nos seguem, quantos nos curtem, quantos nos veem.
E, de novo, parece clichê, parece óbvio, mas por que a gente não se escuta? Por que é tão difícil deixar o celular para ler um bom livro? Apreciar uma ida a uma praça, o tempo com alguém querido ou até mesmo um tempo de ócio consigo mesmo?
Porque nos foi dito que a vida não para. Que enquanto "eles dormem" precisamos garantir nosso diferencial. Então nos iludimos, com aplicativos, sites e cursos on-line para crescimento pessoal e profissional quando, na verdade, só perdemos tempo.
Não vou concluir dizendo o que você deve ou não fazer. Usando o meu exemplo, irei continuar refletindo nos conselhos que dei a mim mesma, deixando o aplicativo do notas do celular, onde escrevi inicialmente essa crônica, de lado para um tempo de ócio ao lado do meu namorado.
Parece hipocrisia toda essa narrativa enquanto ele joga no celular à espera que eu termine? Parece.
Porque é.
Disponível em: https://www.apenasfugindo.com/2020/01/cronica-o-quanto-dasua-vida-e-baseado.html. Acesso em: 5 jul. 2026. 
A crônica é um gênero textual que, em geral, parte de situações comuns do dia a dia. Sua função social é
 

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4256910 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Buriti Alegre-GO
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Imagem 1

Enunciado 4640225-1

Disponível em: https://incrivel.club/articles/20-placas-e-cartazes-que-saoum-desafio-para-quem-le-mas-um-prato-cheio-para-o-bom-humor-1131410/. Acesso em: 4 jul. 2026.

Considerando a acentuação gráfica da palavra “agrotóxico”, o emprego do acento agudo é justificado pelo fato de se tratar de uma palavra
 

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4256909 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Buriti Alegre-GO
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Imagem 1

Enunciado 4640224-1

Disponível em: https://incrivel.club/articles/20-placas-e-cartazes-que-saoum-desafio-para-quem-le-mas-um-prato-cheio-para-o-bom-humor-1131410/. Acesso em: 4 jul. 2026.

Considerando a relação entre fala e escrita na língua portuguesa, o desvio cometido pelo produtor da placa pode ser explicado pelo fato de que a
 

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4256908 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Buriti Alegre-GO
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Leia o texto a seguir.

Emoção em família: mãe e filha se formam juntas na faculdade
As britânicas Vicki Lawlor, de 43 anos, e sua filha Hannah, de 21, se formaram juntas na Universidade de Stirling, na Escócia, nessa semana (06/2021). A emoção de receber o diploma ao mesmo tempo levou mãe e filha a planejar uma festa no jardim de sua casa para comemorar a dupla conquista. Em entrevista ao Daily Mail, Vicki disse: “É uma coincidência estarmos nos formando juntas. Levei um pouco mais de tempo do que Hannah para concluir meu curso e não foi uma jornada fácil, mas tê-la ao meu lado e compartilhar experiências semelhantes de cumprimento de prazos e conclusão de tarefas foi muito gratificante”. Vicki concluiu o bacharelado em Ciências, enquanto Hannah se formou como bacharel em Artes.
Disponível em: https://entretenimento.r7.com/virtz/fotos/emocao-emfamilia-mae-e-filha-se-formam-juntas-na-faculdade-25062021/. Acesso em: 4 jul. 2026.


Considerando a estrutura e a linguagem empregadas no texto, a finalidade da mensagem é a de
 

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4256907 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Buriti Alegre-GO
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Texto 2
O Brasil descobriu, finalmente, o problema da Educação. O que, até dois anos atrás, era uma “nota só” de um político está aos poucos se transformando na nota principal de todos. É uma boa notícia, e um enorme desafio: como sair do vício do abandono ou mesmo da aversão para a prioridade à Educação, quando o próprio conceito de Educação está em mutação. Com os novos avanços, tanto científicos sobre o cérebro como tecnológicos sobre a teleinformática, os velhos sistemas de pedagogia entraram em crise. Antes que cirurgias neuroinformacionais sejam capazes de implantar chips de conhecimento no cérebro, será preciso mudar a escola e o principal desafio é inventar o professor das primeiras décadas do século XXI. [...]
BUARQUE, Cristovam. A invenção do professor. Profissão Mestre, nov. 2008.
No trecho “como sair do vício do abandono ou mesmo da aversão para a prioridade à Educação”, a palavra destacada possui relação com a pauta educacional abordada no texto. Sem prejuízo do sentido original, a palavra que pode ser substituir o termo em destaque é
 

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4256906 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Buriti Alegre-GO
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Texto 2
O Brasil descobriu, finalmente, o problema da Educação. O que, até dois anos atrás, era uma “nota só” de um político está aos poucos se transformando na nota principal de todos. É uma boa notícia, e um enorme desafio: como sair do vício do abandono ou mesmo da aversão para a prioridade à Educação, quando o próprio conceito de Educação está em mutação. Com os novos avanços, tanto científicos sobre o cérebro como tecnológicos sobre a teleinformática, os velhos sistemas de pedagogia entraram em crise. Antes que cirurgias neuroinformacionais sejam capazes de implantar chips de conhecimento no cérebro, será preciso mudar a escola e o principal desafio é inventar o professor das primeiras décadas do século XXI. [...]
BUARQUE, Cristovam. A invenção do professor. Profissão Mestre, nov. 2008.
No texto, o autor desenvolve uma argumentação que articula constatações e desafios. Considerando o encadeamento das ideias, o ponto de vista central defendido pelo autor é o de que o(a)
 

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