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4257620 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Imbituva-PR
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Embora estivesse cansado, o candidato compareceu à prova.
A oração destacada estabelece, em relação à oração principal, uma ideia de:
 

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4257619 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Imbituva-PR
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Assinale a alternativa em que a divisão silábica está CORRETA:
 

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4257618 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Imbituva-PR
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João estudou bastante para a prova, por isso conseguiu uma boa nota.
A expressão destacada acima estabelece, entre as duas orações, uma relação de:
 

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4257592 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Imbituva-PR
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Considerando a norma-padrão da Língua Portuguesa, complete a lacuna com a alternativa que apresenta a forma verbal CORRETA:
Se todos os candidatos _______________ os documentos corretamente, a conferência será concluída mais rapidamente.
 

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4257591 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Imbituva-PR
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Ao final da reunião, o diretor afirmou que a equipe teve uma atuação notável, destacando o empenho de todos os servidores na realização do projeto.
No contexto apresentado, a palavra notável significa:
 

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4257590 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Imbituva-PR
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Em um cartaz de orientação ao público, é importante empregar corretamente a flexão de número das palavras para garantir clareza na comunicação. Nesse sentido, assinale a alternativa em que todas as palavras estão CORRETAMENTE flexionadas no plural, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa:
 

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4257589 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Imbituva-PR
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Leia a frase abaixo e assinale a alternativa que apresenta apenas palavras variáveis:
“Ontem, os alunos dedicados resolveram duas atividades com muita atenção.”
 

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4257588 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Imbituva-PR
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Para preservar o meio ambiente, é necessário que cada cidadão colabore com pequenas atitudes no dia a dia.
No contexto apresentado, a palavra colabore pode ser substituída, sem alteração significativa de sentido, por:
 

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Há mais de quinhentos anos a língua

portuguesa foi trazida ao Brasil. Nos séculos XVI a XVIII

foi rotulada como “o português no Brasil”, pois era

inteiramente lusitana, e não tinha superado as línguas

indígenas. A partir do século XIX, a língua portuguesa

tornou-se majoritária, começou a distanciar-se do

português europeu, sendo então denominada

“português do Brasil”. A partir dos anos 80 do século

XX, suprime-se a preposição “do”, e começamos a falar

em “português brasileiro”. Sinaliza-se com isso que

novos distanciamentos tinham ocorrido, servindo a

expressão para designar a identidade linguística dos

brasileiros. E o idioma que tem servido de espaço de

comunicação para os milhões de habitantes que o

Brasil tem hoje é incontestavelmente isso: o

português brasileiro.

As línguas naturais são o ponto mais alto de

nossa identidade como indivíduos e como

participantes de uma sociedade. Que o digam os

quinhentos mil visitantes anuais do Museu da Língua

Portuguesa localizado em São Paulo! Tem sido

proveitoso testemunhar a emoção desses visitantes

por se verem ali representados, por toparem ali com

sua identidade.

Quando pensamos no nome de um livro que

descreve a língua, a primeira palavra que nos ocorre é

“gramática”.

A Gramática é uma ciência milenar. Surgiu

associada a preocupações filosóficas e literárias, e

desenvolveu descrições da língua que, com o tempo,

acabaram constituindo um tema autônomo de

estudo. Hoje, teríamos dificuldade em excluí-la dos

nossos currículos escolares e do conjunto de

conhecimentos que esperamos encontrar nas

pessoas cultas. No domínio da língua portuguesa, as

primeiras gramáticas apareceram no século XVI,

motivadas pela preocupação de dignificar a língua

em face do latim e de educar os jovens no

conhecimento das variedades mais prestigiadas.

Começou assim uma tradição que atravessou os

séculos e criou a necessidade de grandes manuais de

referência.

As gramáticas resultam habitualmente do

trabalho individual, fundamentando-se na língua

literária.

Para começo de conversa, não acho que os

escritores trabalham para nos abastecer de regras

gramaticais. Eles exploram ao máximo as

potencialidades da língua, segundo um projeto

estético próprio. Ora, as regularidades que as

gramáticas identificam devem fundamentar-se no

uso comum da língua, quando conversamos, quando

lemos jornais, como cidadãos de uma democracia.

Isso não exclui a fruição das obras literárias, mas é

uma completa inversão de propósitos fundamentar-

nos nelas para descrever uma língua.

O objetivo das boas gramáticas é desvelar o

conhecimento linguístico armazenado na mente dos

falantes, desde o cidadão analfabeto até o escritor

laureado.

Ataliba de Castilho. Nova gramática do português brasileiro. São Paulo: Contexto, 2010 (com adaptações).

Seria coerente com as ideias do texto iniciar o penúltimo parágrafo da seguinte maneira:
 

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Há mais de quinhentos anos a língua

portuguesa foi trazida ao Brasil. Nos séculos XVI a XVIII

foi rotulada como “o português no Brasil”, pois era

inteiramente lusitana, e não tinha superado as línguas

indígenas. A partir do século XIX, a língua portuguesa

tornou-se majoritária, começou a distanciar-se do

português europeu, sendo então denominada

“português do Brasil”. A partir dos anos 80 do século

XX, suprime-se a preposição “do”, e começamos a falar

em “português brasileiro”. Sinaliza-se com isso que

novos distanciamentos tinham ocorrido, servindo a

expressão para designar a identidade linguística dos

brasileiros. E o idioma que tem servido de espaço de

comunicação para os milhões de habitantes que o

Brasil tem hoje é incontestavelmente isso: o

português brasileiro.

As línguas naturais são o ponto mais alto de

nossa identidade como indivíduos e como

participantes de uma sociedade. Que o digam os

quinhentos mil visitantes anuais do Museu da Língua

Portuguesa localizado em São Paulo! Tem sido

proveitoso testemunhar a emoção desses visitantes

por se verem ali representados, por toparem ali com

sua identidade.

Quando pensamos no nome de um livro que

descreve a língua, a primeira palavra que nos ocorre é

“gramática”.

A Gramática é uma ciência milenar. Surgiu

associada a preocupações filosóficas e literárias, e

desenvolveu descrições da língua que, com o tempo,

acabaram constituindo um tema autônomo de

estudo. Hoje, teríamos dificuldade em excluí-la dos

nossos currículos escolares e do conjunto de

conhecimentos que esperamos encontrar nas

pessoas cultas. No domínio da língua portuguesa, as

primeiras gramáticas apareceram no século XVI,

motivadas pela preocupação de dignificar a língua

em face do latim e de educar os jovens no

conhecimento das variedades mais prestigiadas.

Começou assim uma tradição que atravessou os

séculos e criou a necessidade de grandes manuais de

referência.

As gramáticas resultam habitualmente do

trabalho individual, fundamentando-se na língua

literária.

Para começo de conversa, não acho que os

escritores trabalham para nos abastecer de regras

gramaticais. Eles exploram ao máximo as

potencialidades da língua, segundo um projeto

estético próprio. Ora, as regularidades que as

gramáticas identificam devem fundamentar-se no

uso comum da língua, quando conversamos, quando

lemos jornais, como cidadãos de uma democracia.

Isso não exclui a fruição das obras literárias, mas é

uma completa inversão de propósitos fundamentar-

nos nelas para descrever uma língua.

O objetivo das boas gramáticas é desvelar o

conhecimento linguístico armazenado na mente dos

falantes, desde o cidadão analfabeto até o escritor

laureado.

Ataliba de Castilho. Nova gramática do português brasileiro. São Paulo: Contexto, 2010 (com adaptações).

Assinale a alternativa que apresenta uma reescrita gramaticalmente correta para o primeiro período do texto, sem alteração do seu sentido original.
 

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