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Texto 1

SANSIL, Madu. Às vezes esqueço como respirar. Goiânia: Mondru, 2024. p. 88.
Lançamento da Mondru Editora, às vezes esqueço como respirar é a estreia na poesia da professora, pesquisadora e multiartista pernambucana Madu Sansil, que nos convida a um mergulho intenso na complexidade do sentir humano.
O título já é explicativo: o corpo do eu lírico deixa de respirar pela pletora de emoções que o atingem de uma vez só. Na poesia de Sansil, isso é mais do que evidente, já que os textos perpassam temas como ansiedade, síndrome da impostora, perdas e relações abusivas. Entretanto, o leitor vai percebendo que, conforme a obra vai se concebendo, a voz poética passa a comportar o ar e os mecanismos respiratórios perdidos pelo corpo.
Isso se vê, por exemplo, no poema “parestesia” (p. 23), que diz: “na loucura / vou me abraçar a todos os demônios que me invadem. / faremos nossas juras e morreremos assim: / fantasiando sonho de realidade”.
[...]
O tom bem-humorado está presente ao longo de todo o livro, refletindo uma poética ferida, marcada, mas em busca de se reconstruir. Não se trata de uma mera tentativa de equilibrar a obra, mas de testar outros pontos de vista para nossas falhas, como exercício de elaboração.
às vezes esqueço como respirar revela as muitas camadas entre o trágico e o cômico, sendo um livro que dialoga, certamente, com as questões de nossos tempos. Madu Sansil busca, na formulação poética, meios de se “lembrar de respirar” – ou talvez, mais do que isso, de se lembrar do próprio corpo.
Laura Redfern Navarro
Poeta, jornalista e pesquisadora.
Disponível em: https://diplomatique.org.br/miscelanea-64/. Acesso em: 18 fev. 26. [Adaptado].
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Texto 1

SANSIL, Madu. Às vezes esqueço como respirar. Goiânia: Mondru, 2024. p. 88.
Lançamento da Mondru Editora, às vezes esqueço como respirar é a estreia na poesia da professora, pesquisadora e multiartista pernambucana Madu Sansil, que nos convida a um mergulho intenso na complexidade do sentir humano.
O título já é explicativo: o corpo do eu lírico deixa de respirar pela pletora de emoções que o atingem de uma vez só. Na poesia de Sansil, isso é mais do que evidente, já que os textos perpassam temas como ansiedade, síndrome da impostora, perdas e relações abusivas. Entretanto, o leitor vai percebendo que, conforme a obra vai se concebendo, a voz poética passa a comportar o ar e os mecanismos respiratórios perdidos pelo corpo.
Isso se vê, por exemplo, no poema “parestesia” (p. 23), que diz: “na loucura / vou me abraçar a todos os demônios que me invadem. / faremos nossas juras e morreremos assim: / fantasiando sonho de realidade”.
[...]
O tom bem-humorado está presente ao longo de todo o livro, refletindo uma poética ferida, marcada, mas em busca de se reconstruir. Não se trata de uma mera tentativa de equilibrar a obra, mas de testar outros pontos de vista para nossas falhas, como exercício de elaboração.
às vezes esqueço como respirar revela as muitas camadas entre o trágico e o cômico, sendo um livro que dialoga, certamente, com as questões de nossos tempos. Madu Sansil busca, na formulação poética, meios de se “lembrar de respirar” – ou talvez, mais do que isso, de se lembrar do próprio corpo.
Laura Redfern Navarro
Poeta, jornalista e pesquisadora.
Disponível em: https://diplomatique.org.br/miscelanea-64/. Acesso em: 18 fev. 26. [Adaptado].
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Texto 1

SANSIL, Madu. Às vezes esqueço como respirar. Goiânia: Mondru, 2024. p. 88.
Lançamento da Mondru Editora, às vezes esqueço como respirar é a estreia na poesia da professora, pesquisadora e multiartista pernambucana Madu Sansil, que nos convida a um mergulho intenso na complexidade do sentir humano.
O título já é explicativo: o corpo do eu lírico deixa de respirar pela pletora de emoções que o atingem de uma vez só. Na poesia de Sansil, isso é mais do que evidente, já que os textos perpassam temas como ansiedade, síndrome da impostora, perdas e relações abusivas. Entretanto, o leitor vai percebendo que, conforme a obra vai se concebendo, a voz poética passa a comportar o ar e os mecanismos respiratórios perdidos pelo corpo.
Isso se vê, por exemplo, no poema “parestesia” (p. 23), que diz: “na loucura / vou me abraçar a todos os demônios que me invadem. / faremos nossas juras e morreremos assim: / fantasiando sonho de realidade”.
[...]
O tom bem-humorado está presente ao longo de todo o livro, refletindo uma poética ferida, marcada, mas em busca de se reconstruir. Não se trata de uma mera tentativa de equilibrar a obra, mas de testar outros pontos de vista para nossas falhas, como exercício de elaboração.
às vezes esqueço como respirar revela as muitas camadas entre o trágico e o cômico, sendo um livro que dialoga, certamente, com as questões de nossos tempos. Madu Sansil busca, na formulação poética, meios de se “lembrar de respirar” – ou talvez, mais do que isso, de se lembrar do próprio corpo.
Laura Redfern Navarro
Poeta, jornalista e pesquisadora.
Disponível em: https://diplomatique.org.br/miscelanea-64/. Acesso em: 18 fev. 26. [Adaptado].
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Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
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Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
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Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
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Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
I. A palavra “convivência” é acentuada por se tratar de paroxítona terminada em ditongo.
II. A palavra “conteúdo” é acentuada pelo fato de o “u” ser tônico e formar hiato com a vogal anterior.
III. A palavra “diária” é acentuada pelo fato de o “a” ser tônico e formar hiato com a vogal anterior.
Está correto o que se afirma apenas em
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Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
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Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
I. Em “observá-los”, o pronome “-los” classifica-se como pessoal oblíquo átono, que retoma os frequentadores observados pelo narrador, exercendo a função de objeto direto do verbo.
II. O acento gráfico em “observá-los” justifica-se porque, com a ênclise, o verbo passa a ser uma oxítona terminada em “a”, exigindo acento agudo segundo as normas ortográficas do português.
III. Em “larga-o no pratinho” e “guardá-las na bolsa”, os pronomes destacados retomam, respectivamente, “o bolo” e “as velas”, sendo ambos classificados como pronomes pessoais oblíquos átonos.
Está correto o que se afirma em
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Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
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