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Qual é a origem da palavra “tarifa”?

Por Amanda Nascimento

A palavra vem do árabe ta'rif, que significa "notificação", "informação" ou "definição". Nos

tempos medievais da Península Arábica, o termo fazia referência a uma tabela ou lista de taxas

a serem pagas.

É uma herança do Império Islâmico, que se estendeu da Ásia .... Europa e, entre os séculos

e 13, foi uma superpotência que permaneceu na vanguarda da pesquisa científica global.

Usando de base os conhecimentos gregos, persas e andinos, os árabes deixaram contribuições

na medicina, na física, nas artes e na matemática.

Parte desse legado ficou marcada na língua. Além de "tarifa", palavras como "alquimia",

"algarismo" e "algoritmo" carregam o artigo "al" até hoje. No céu, dezenas de estrelas têm nomes

árabes, como Betelgeuse ("mão do gigante") e Aldebaran ("o seguidor").

A expansão do Império levou o termo a outras partes do globo. "Ta'rif", assim como tantos

outros, acabou sendo adotado por comerciantes europeus que tiveram contato com mercadores

de língua árabe no Mediterrâneo.

A palavra ainda passou pelo italiano, como "tariffa", e chegou até nós graças aos espanhóis.

"Tarifa", inclusive, é o nome de uma cidade na Espanha, bem ao sul da Península Ibérica, perto

do Estreito de Gibraltar.

Há quem diga que o nome do lugar pode ter vindo das taxas cobradas aos navios, mas as

principais fontes apontam para uma referência .... ilha de Tarif, na costa da cidade. Ela, por sua

vez, recebeu esse nome no ano 710 por ter abrigado .... primeiras tropas do comandante Tarif

ibn Malik. Tarif servia ao general Talik, responsável pela conquista da Península Ibérica durante

a dinastia Omíada, que governou o Império Islâmico entre 661 e 750.

O primeiro uso documentado da palavra "tarifa" na língua inglesa ("tariff") remonta a 1592,

mas, neste caso, referia-se a uma tabela aritmética. Foi no século 17 que o termo passou a

designar, no idioma, uma lista de impostos sobre importações.

Já em sua forma mais contemporânea, "tarifa" corresponde comumente ao preço cobrado

pela prestação de um serviço ou uso de um bem. Ela foi descrita como "a palavra mais bonita

do dicionário" pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A palavra ganhou manchetes

ao redor do mundo, principalmente no Brasil, pelos tarifaços impostos por ele.

Desde sua volta à Casa Branca, Trump tem investido pesado em tarifas sobre produtos

estrangeiros. O objetivo principal do tarifaço seria proteger a indústria nacional americana.

________ também outras ocasiões em que as tarifas norte-americanas provocaram

conflitos ao longo da história. Em 1828, os estados do Norte dos EUA fizeram lobby para que o

governo aprovasse impostos elevados sobre produtos importados, para proteger a nascente

indústria do país (concentrada na região). Isso enfureceu os estados do Sul, ________ economia

era predominantemente agrária e ________ ainda dependiam dos produtos da Europa. Os

sulistas batizaram esse imposto de "Tarifa das Abominações". As tensões econômicas entre Norte

e Sul seriam, décadas depois, um dos motores para a Guerra Civil dos EUA (1861–1865).

(Disponível em: super.abril.com.br/historia/qual-e-a-origem-da-palavra-tarifa/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

A respeito da tipologia do texto, é correto afirmar que se trata de um texto predominantemente:
 

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Como as cidades criaram a escrita e a gramática

Por Mayra Trinca

Estamos tão acostumados a organizar palavras e frases de acordo com as regras do

português que muitas vezes esquecemos de um detalhe: a gramática não é algo intrínseco às

línguas. Um idioma pode existir muito bem sem ela. Assim como a escrita e os dicionários, a

gramática é considerada uma ferramenta que aumenta as possibilidades de usar uma língua.

Na linguística, essas três ferramentas são chamadas de tecnologias de linguagem. E elas

só surgiram com as revoluções urbanas que deram origem ___ cidades. A professora Carolina

Rodríguez-Alcalá, do Laboratório de Estudos Urbanos da Unicamp, explica que essas tecnologias

de linguagem são formas de fixar uma língua no tempo, do mesmo modo que as cidades fixam

as pessoas na cidade. E há uma “coincidência histórica” entre elas.

Os primeiros signos escritos (versões antigas de letras e palavras) ainda não apresentavam

um sistema bem articulado. Eles surgiram no período Neolítico, cerca de 8 mil anos atrás, na

região da Mesopotâmia. Esses registros coincidem com os primeiros assentamentos

permanentes, que também ainda não tinham exatamente as características de uma cidade.

Segundo Rodríguez, o desenvolvimento da escrita e de assentamentos urbanos passou por

um longo processo, que durou séculos ou milênios. “Até que houve um salto qualitativo o qual

chamamos de revolução da escrita e revolução urbana”, explica a pesquisadora. O exemplo mais

conhecido – por ser o mais antigo e bem preservado até então – é o da escrita cuneiforme em

Uruk, considerada a primeira cidade da História, há 5 mil anos.

“O surgimento da escrita está associado ___ cidade, mas a história urbana é também uma

história do Estado como forma política de organização estreitamente ligada ao mercado e ao

comércio”, continua Rodríguez. Com o aumento da concentração de pessoas nas cidades, houve

uma especialização do trabalho e crescimento das trocas comerciais, que exigiam alguma forma

de registro para driblar o esquecimento de quem estava em dívida com quem.

E essa é uma das características que diferenciam sociedades com e sem escrita: a

necessidade de anotar a posse, o acúmulo e a troca de bens. Em lugares com invernos mais

rigorosos, como é o caso de boa parte do hemisfério norte, essa forma de organização social

surge como uma estratégia de sobrevivência. Já nas regiões tropicais, como na América do Sul,

o clima mais constante e a alta biodiversidade tornam o estoque de alimentos dispensável.

“Não é porque certas sociedades foram mais inteligentes que elas desenvolveram a escrita”,

explica Rodríguez. “Mas é porque isso responde ___ uma necessidade colocada por essas formas

de vida”. E ainda que a Mesopotâmia seja o caso mais popular, outras sociedades se urbanizaram

e desenvolveram suas formas de registro e de escrita mais ou menos ao mesmo tempo, como o

Egito, a Índia, a China ou o México e o Peru, no caso das Américas.

Com o desenvolvimento dos Estados, surgiu a necessidade de regras de organização sociais,

como as leis, e a centralização do poder na figura dos reis e governantes. A partir daí, a escrita

deixa de ser uma ferramenta de memória e ganha também a função de mensagem e registro.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/como-as-cidades-criaram-a-escrita-e-a-gramatica/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Considerando os trechos a seguir, retirados do texto, assinale a alternativa na qual a palavra “que” tenha sido empregada como uma conjunção integrante.
 

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Como as cidades criaram a escrita e a gramática

Por Mayra Trinca

Estamos tão acostumados a organizar palavras e frases de acordo com as regras do

português que muitas vezes esquecemos de um detalhe: a gramática não é algo intrínseco às

línguas. Um idioma pode existir muito bem sem ela. Assim como a escrita e os dicionários, a

gramática é considerada uma ferramenta que aumenta as possibilidades de usar uma língua.

Na linguística, essas três ferramentas são chamadas de tecnologias de linguagem. E elas

só surgiram com as revoluções urbanas que deram origem ___ cidades. A professora Carolina

Rodríguez-Alcalá, do Laboratório de Estudos Urbanos da Unicamp, explica que essas tecnologias

de linguagem são formas de fixar uma língua no tempo, do mesmo modo que as cidades fixam

as pessoas na cidade. E há uma “coincidência histórica” entre elas.

Os primeiros signos escritos (versões antigas de letras e palavras) ainda não apresentavam

um sistema bem articulado. Eles surgiram no período Neolítico, cerca de 8 mil anos atrás, na

região da Mesopotâmia. Esses registros coincidem com os primeiros assentamentos

permanentes, que também ainda não tinham exatamente as características de uma cidade.

Segundo Rodríguez, o desenvolvimento da escrita e de assentamentos urbanos passou por

um longo processo, que durou séculos ou milênios. “Até que houve um salto qualitativo o qual

chamamos de revolução da escrita e revolução urbana”, explica a pesquisadora. O exemplo mais

conhecido – por ser o mais antigo e bem preservado até então – é o da escrita cuneiforme em

Uruk, considerada a primeira cidade da História, há 5 mil anos.

“O surgimento da escrita está associado ___ cidade, mas a história urbana é também uma

história do Estado como forma política de organização estreitamente ligada ao mercado e ao

comércio”, continua Rodríguez. Com o aumento da concentração de pessoas nas cidades, houve

uma especialização do trabalho e crescimento das trocas comerciais, que exigiam alguma forma

de registro para driblar o esquecimento de quem estava em dívida com quem.

E essa é uma das características que diferenciam sociedades com e sem escrita: a

necessidade de anotar a posse, o acúmulo e a troca de bens. Em lugares com invernos mais

rigorosos, como é o caso de boa parte do hemisfério norte, essa forma de organização social

surge como uma estratégia de sobrevivência. Já nas regiões tropicais, como na América do Sul,

o clima mais constante e a alta biodiversidade tornam o estoque de alimentos dispensável.

“Não é porque certas sociedades foram mais inteligentes que elas desenvolveram a escrita”,

explica Rodríguez. “Mas é porque isso responde ___ uma necessidade colocada por essas formas

de vida”. E ainda que a Mesopotâmia seja o caso mais popular, outras sociedades se urbanizaram

e desenvolveram suas formas de registro e de escrita mais ou menos ao mesmo tempo, como o

Egito, a Índia, a China ou o México e o Peru, no caso das Américas.

Com o desenvolvimento dos Estados, surgiu a necessidade de regras de organização sociais,

como as leis, e a centralização do poder na figura dos reis e governantes. A partir daí, a escrita

deixa de ser uma ferramenta de memória e ganha também a função de mensagem e registro.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/como-as-cidades-criaram-a-escrita-e-a-gramatica/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Considerando os trechos a seguir, retirados do texto, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando cada expressão sublinhada à sua respectiva função sintática.

Coluna 1
1. Adjunto adnominal.
2. Complemento nominal.

Coluna 2
( ) “o desenvolvimento da escrita e de assentamentos urbanos passou por um longo processo”.
( ) “ainda não tinham exatamente as características de uma cidade”.
( ) “essa forma de organização social surge como uma estratégia de sobrevivência”.
( ) “e a centralização do poder na figura dos reis e governantes”.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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Como as cidades criaram a escrita e a gramática

Por Mayra Trinca

Estamos tão acostumados a organizar palavras e frases de acordo com as regras do

português que muitas vezes esquecemos de um detalhe: a gramática não é algo intrínseco às

línguas. Um idioma pode existir muito bem sem ela. Assim como a escrita e os dicionários, a

gramática é considerada uma ferramenta que aumenta as possibilidades de usar uma língua.

Na linguística, essas três ferramentas são chamadas de tecnologias de linguagem. E elas

só surgiram com as revoluções urbanas que deram origem ___ cidades. A professora Carolina

Rodríguez-Alcalá, do Laboratório de Estudos Urbanos da Unicamp, explica que essas tecnologias

de linguagem são formas de fixar uma língua no tempo, do mesmo modo que as cidades fixam

as pessoas na cidade. E há uma “coincidência histórica” entre elas.

Os primeiros signos escritos (versões antigas de letras e palavras) ainda não apresentavam

um sistema bem articulado. Eles surgiram no período Neolítico, cerca de 8 mil anos atrás, na

região da Mesopotâmia. Esses registros coincidem com os primeiros assentamentos

permanentes, que também ainda não tinham exatamente as características de uma cidade.

Segundo Rodríguez, o desenvolvimento da escrita e de assentamentos urbanos passou por

um longo processo, que durou séculos ou milênios. “Até que houve um salto qualitativo o qual

chamamos de revolução da escrita e revolução urbana”, explica a pesquisadora. O exemplo mais

conhecido – por ser o mais antigo e bem preservado até então – é o da escrita cuneiforme em

Uruk, considerada a primeira cidade da História, há 5 mil anos.

“O surgimento da escrita está associado ___ cidade, mas a história urbana é também uma

história do Estado como forma política de organização estreitamente ligada ao mercado e ao

comércio”, continua Rodríguez. Com o aumento da concentração de pessoas nas cidades, houve

uma especialização do trabalho e crescimento das trocas comerciais, que exigiam alguma forma

de registro para driblar o esquecimento de quem estava em dívida com quem.

E essa é uma das características que diferenciam sociedades com e sem escrita: a

necessidade de anotar a posse, o acúmulo e a troca de bens. Em lugares com invernos mais

rigorosos, como é o caso de boa parte do hemisfério norte, essa forma de organização social

surge como uma estratégia de sobrevivência. Já nas regiões tropicais, como na América do Sul,

o clima mais constante e a alta biodiversidade tornam o estoque de alimentos dispensável.

“Não é porque certas sociedades foram mais inteligentes que elas desenvolveram a escrita”,

explica Rodríguez. “Mas é porque isso responde ___ uma necessidade colocada por essas formas

de vida”. E ainda que a Mesopotâmia seja o caso mais popular, outras sociedades se urbanizaram

e desenvolveram suas formas de registro e de escrita mais ou menos ao mesmo tempo, como o

Egito, a Índia, a China ou o México e o Peru, no caso das Américas.

Com o desenvolvimento dos Estados, surgiu a necessidade de regras de organização sociais,

como as leis, e a centralização do poder na figura dos reis e governantes. A partir daí, a escrita

deixa de ser uma ferramenta de memória e ganha também a função de mensagem e registro.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/como-as-cidades-criaram-a-escrita-e-a-gramatica/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Considerando os trechos a seguir, retirados do texto, assinale a alternativa em que o trecho apresentado pode ser transposto para a voz passiva.
 

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Como as cidades criaram a escrita e a gramática

Por Mayra Trinca

Estamos tão acostumados a organizar palavras e frases de acordo com as regras do

português que muitas vezes esquecemos de um detalhe: a gramática não é algo intrínseco às

línguas. Um idioma pode existir muito bem sem ela. Assim como a escrita e os dicionários, a

gramática é considerada uma ferramenta que aumenta as possibilidades de usar uma língua.

Na linguística, essas três ferramentas são chamadas de tecnologias de linguagem. E elas

só surgiram com as revoluções urbanas que deram origem ___ cidades. A professora Carolina

Rodríguez-Alcalá, do Laboratório de Estudos Urbanos da Unicamp, explica que essas tecnologias

de linguagem são formas de fixar uma língua no tempo, do mesmo modo que as cidades fixam

as pessoas na cidade. E há uma “coincidência histórica” entre elas.

Os primeiros signos escritos (versões antigas de letras e palavras) ainda não apresentavam

um sistema bem articulado. Eles surgiram no período Neolítico, cerca de 8 mil anos atrás, na

região da Mesopotâmia. Esses registros coincidem com os primeiros assentamentos

permanentes, que também ainda não tinham exatamente as características de uma cidade.

Segundo Rodríguez, o desenvolvimento da escrita e de assentamentos urbanos passou por

um longo processo, que durou séculos ou milênios. “Até que houve um salto qualitativo o qual

chamamos de revolução da escrita e revolução urbana”, explica a pesquisadora. O exemplo mais

conhecido – por ser o mais antigo e bem preservado até então – é o da escrita cuneiforme em

Uruk, considerada a primeira cidade da História, há 5 mil anos.

“O surgimento da escrita está associado ___ cidade, mas a história urbana é também uma

história do Estado como forma política de organização estreitamente ligada ao mercado e ao

comércio”, continua Rodríguez. Com o aumento da concentração de pessoas nas cidades, houve

uma especialização do trabalho e crescimento das trocas comerciais, que exigiam alguma forma

de registro para driblar o esquecimento de quem estava em dívida com quem.

E essa é uma das características que diferenciam sociedades com e sem escrita: a

necessidade de anotar a posse, o acúmulo e a troca de bens. Em lugares com invernos mais

rigorosos, como é o caso de boa parte do hemisfério norte, essa forma de organização social

surge como uma estratégia de sobrevivência. Já nas regiões tropicais, como na América do Sul,

o clima mais constante e a alta biodiversidade tornam o estoque de alimentos dispensável.

“Não é porque certas sociedades foram mais inteligentes que elas desenvolveram a escrita”,

explica Rodríguez. “Mas é porque isso responde ___ uma necessidade colocada por essas formas

de vida”. E ainda que a Mesopotâmia seja o caso mais popular, outras sociedades se urbanizaram

e desenvolveram suas formas de registro e de escrita mais ou menos ao mesmo tempo, como o

Egito, a Índia, a China ou o México e o Peru, no caso das Américas.

Com o desenvolvimento dos Estados, surgiu a necessidade de regras de organização sociais,

como as leis, e a centralização do poder na figura dos reis e governantes. A partir daí, a escrita

deixa de ser uma ferramenta de memória e ganha também a função de mensagem e registro.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/como-as-cidades-criaram-a-escrita-e-a-gramatica/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Sobre o trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa INCORRETA.

“Já nas regiões tropicais, como na América do Sul, o clima mais constante e a alta biodiversidade tornam o estoque de alimentos dispensável”.
 

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Como as cidades criaram a escrita e a gramática

Por Mayra Trinca

Estamos tão acostumados a organizar palavras e frases de acordo com as regras do

português que muitas vezes esquecemos de um detalhe: a gramática não é algo intrínseco às

línguas. Um idioma pode existir muito bem sem ela. Assim como a escrita e os dicionários, a

gramática é considerada uma ferramenta que aumenta as possibilidades de usar uma língua.

Na linguística, essas três ferramentas são chamadas de tecnologias de linguagem. E elas

só surgiram com as revoluções urbanas que deram origem ___ cidades. A professora Carolina

Rodríguez-Alcalá, do Laboratório de Estudos Urbanos da Unicamp, explica que essas tecnologias

de linguagem são formas de fixar uma língua no tempo, do mesmo modo que as cidades fixam

as pessoas na cidade. E há uma “coincidência histórica” entre elas.

Os primeiros signos escritos (versões antigas de letras e palavras) ainda não apresentavam

um sistema bem articulado. Eles surgiram no período Neolítico, cerca de 8 mil anos atrás, na

região da Mesopotâmia. Esses registros coincidem com os primeiros assentamentos

permanentes, que também ainda não tinham exatamente as características de uma cidade.

Segundo Rodríguez, o desenvolvimento da escrita e de assentamentos urbanos passou por

um longo processo, que durou séculos ou milênios. “Até que houve um salto qualitativo o qual

chamamos de revolução da escrita e revolução urbana”, explica a pesquisadora. O exemplo mais

conhecido – por ser o mais antigo e bem preservado até então – é o da escrita cuneiforme em

Uruk, considerada a primeira cidade da História, há 5 mil anos.

“O surgimento da escrita está associado ___ cidade, mas a história urbana é também uma

história do Estado como forma política de organização estreitamente ligada ao mercado e ao

comércio”, continua Rodríguez. Com o aumento da concentração de pessoas nas cidades, houve

uma especialização do trabalho e crescimento das trocas comerciais, que exigiam alguma forma

de registro para driblar o esquecimento de quem estava em dívida com quem.

E essa é uma das características que diferenciam sociedades com e sem escrita: a

necessidade de anotar a posse, o acúmulo e a troca de bens. Em lugares com invernos mais

rigorosos, como é o caso de boa parte do hemisfério norte, essa forma de organização social

surge como uma estratégia de sobrevivência. Já nas regiões tropicais, como na América do Sul,

o clima mais constante e a alta biodiversidade tornam o estoque de alimentos dispensável.

“Não é porque certas sociedades foram mais inteligentes que elas desenvolveram a escrita”,

explica Rodríguez. “Mas é porque isso responde ___ uma necessidade colocada por essas formas

de vida”. E ainda que a Mesopotâmia seja o caso mais popular, outras sociedades se urbanizaram

e desenvolveram suas formas de registro e de escrita mais ou menos ao mesmo tempo, como o

Egito, a Índia, a China ou o México e o Peru, no caso das Américas.

Com o desenvolvimento dos Estados, surgiu a necessidade de regras de organização sociais,

como as leis, e a centralização do poder na figura dos reis e governantes. A partir daí, a escrita

deixa de ser uma ferramenta de memória e ganha também a função de mensagem e registro.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/como-as-cidades-criaram-a-escrita-e-a-gramatica/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Considerando a norma-padrão da Língua Portuguesa, analise as seguintes propostas de alteração em trechos retirados do texto:

I. Em “a gramática não é algo intrínseco às línguas”, é possível substituir “intrínseco” por “inerente”.
II. Em “Eles surgiram no período Neolítico, cerca de 8 mil anos atrás, na região da Mesopotâmia”, é possível substituir “cerca de” por “há aproximadamente”.
III. Em “por ser o mais antigo e bem preservado até então”, é possível substituir “bem” por “melhor”.

Quais propostas NÃO acarretam alterações de sentido ou incorreções ao período?
 

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Como as cidades criaram a escrita e a gramática

Por Mayra Trinca

Estamos tão acostumados a organizar palavras e frases de acordo com as regras do

português que muitas vezes esquecemos de um detalhe: a gramática não é algo intrínseco às

línguas. Um idioma pode existir muito bem sem ela. Assim como a escrita e os dicionários, a

gramática é considerada uma ferramenta que aumenta as possibilidades de usar uma língua.

Na linguística, essas três ferramentas são chamadas de tecnologias de linguagem. E elas

só surgiram com as revoluções urbanas que deram origem ___ cidades. A professora Carolina

Rodríguez-Alcalá, do Laboratório de Estudos Urbanos da Unicamp, explica que essas tecnologias

de linguagem são formas de fixar uma língua no tempo, do mesmo modo que as cidades fixam

as pessoas na cidade. E há uma “coincidência histórica” entre elas.

Os primeiros signos escritos (versões antigas de letras e palavras) ainda não apresentavam

um sistema bem articulado. Eles surgiram no período Neolítico, cerca de 8 mil anos atrás, na

região da Mesopotâmia. Esses registros coincidem com os primeiros assentamentos

permanentes, que também ainda não tinham exatamente as características de uma cidade.

Segundo Rodríguez, o desenvolvimento da escrita e de assentamentos urbanos passou por

um longo processo, que durou séculos ou milênios. “Até que houve um salto qualitativo o qual

chamamos de revolução da escrita e revolução urbana”, explica a pesquisadora. O exemplo mais

conhecido – por ser o mais antigo e bem preservado até então – é o da escrita cuneiforme em

Uruk, considerada a primeira cidade da História, há 5 mil anos.

“O surgimento da escrita está associado ___ cidade, mas a história urbana é também uma

história do Estado como forma política de organização estreitamente ligada ao mercado e ao

comércio”, continua Rodríguez. Com o aumento da concentração de pessoas nas cidades, houve

uma especialização do trabalho e crescimento das trocas comerciais, que exigiam alguma forma

de registro para driblar o esquecimento de quem estava em dívida com quem.

E essa é uma das características que diferenciam sociedades com e sem escrita: a

necessidade de anotar a posse, o acúmulo e a troca de bens. Em lugares com invernos mais

rigorosos, como é o caso de boa parte do hemisfério norte, essa forma de organização social

surge como uma estratégia de sobrevivência. Já nas regiões tropicais, como na América do Sul,

o clima mais constante e a alta biodiversidade tornam o estoque de alimentos dispensável.

“Não é porque certas sociedades foram mais inteligentes que elas desenvolveram a escrita”,

explica Rodríguez. “Mas é porque isso responde ___ uma necessidade colocada por essas formas

de vida”. E ainda que a Mesopotâmia seja o caso mais popular, outras sociedades se urbanizaram

e desenvolveram suas formas de registro e de escrita mais ou menos ao mesmo tempo, como o

Egito, a Índia, a China ou o México e o Peru, no caso das Américas.

Com o desenvolvimento dos Estados, surgiu a necessidade de regras de organização sociais,

como as leis, e a centralização do poder na figura dos reis e governantes. A partir daí, a escrita

deixa de ser uma ferramenta de memória e ganha também a função de mensagem e registro.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/como-as-cidades-criaram-a-escrita-e-a-gramatica/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Considerando a norma-padrão da Língua Portuguesa no que diz respeito à regência, analise as seguintes propostas de alteração em trechos retirados do texto:

I. Em “a gramática é considerada uma ferramenta que aumenta as possibilidades de usar uma língua”, substituir “possibilidades” por “formas”.
II. Em “o desenvolvimento da escrita e de assentamentos urbanos passou por um longo processo, que durou séculos ou milênios”, substituir a forma verbal “durou” por “perdurou”.
III. Em “para driblar o esquecimento de quem estava em dívida com quem”, substituir “estava em dívida” por “tinha dívida”.

Quais propostas NÃO acarretam alteração de regência no trecho?
 

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Estamos tão acostumados a organizar palavras e frases de acordo com as regras do

português que muitas vezes esquecemos de um detalhe: a gramática não é algo intrínseco às

línguas. Um idioma pode existir muito bem sem ela. Assim como a escrita e os dicionários, a

gramática é considerada uma ferramenta que aumenta as possibilidades de usar uma língua.

Na linguística, essas três ferramentas são chamadas de tecnologias de linguagem. E elas

só surgiram com as revoluções urbanas que deram origem ___ cidades. A professora Carolina

Rodríguez-Alcalá, do Laboratório de Estudos Urbanos da Unicamp, explica que essas tecnologias

de linguagem são formas de fixar uma língua no tempo, do mesmo modo que as cidades fixam

as pessoas na cidade. E há uma “coincidência histórica” entre elas.

Os primeiros signos escritos (versões antigas de letras e palavras) ainda não apresentavam

um sistema bem articulado. Eles surgiram no período Neolítico, cerca de 8 mil anos atrás, na

região da Mesopotâmia. Esses registros coincidem com os primeiros assentamentos

permanentes, que também ainda não tinham exatamente as características de uma cidade.

Segundo Rodríguez, o desenvolvimento da escrita e de assentamentos urbanos passou por

um longo processo, que durou séculos ou milênios. “Até que houve um salto qualitativo o qual

chamamos de revolução da escrita e revolução urbana”, explica a pesquisadora. O exemplo mais

conhecido – por ser o mais antigo e bem preservado até então – é o da escrita cuneiforme em

Uruk, considerada a primeira cidade da História, há 5 mil anos.

“O surgimento da escrita está associado ___ cidade, mas a história urbana é também uma

história do Estado como forma política de organização estreitamente ligada ao mercado e ao

comércio”, continua Rodríguez. Com o aumento da concentração de pessoas nas cidades, houve

uma especialização do trabalho e crescimento das trocas comerciais, que exigiam alguma forma

de registro para driblar o esquecimento de quem estava em dívida com quem.

E essa é uma das características que diferenciam sociedades com e sem escrita: a

necessidade de anotar a posse, o acúmulo e a troca de bens. Em lugares com invernos mais

rigorosos, como é o caso de boa parte do hemisfério norte, essa forma de organização social

surge como uma estratégia de sobrevivência. Já nas regiões tropicais, como na América do Sul,

o clima mais constante e a alta biodiversidade tornam o estoque de alimentos dispensável.

“Não é porque certas sociedades foram mais inteligentes que elas desenvolveram a escrita”,

explica Rodríguez. “Mas é porque isso responde ___ uma necessidade colocada por essas formas

de vida”. E ainda que a Mesopotâmia seja o caso mais popular, outras sociedades se urbanizaram

e desenvolveram suas formas de registro e de escrita mais ou menos ao mesmo tempo, como o

Egito, a Índia, a China ou o México e o Peru, no caso das Américas.

Com o desenvolvimento dos Estados, surgiu a necessidade de regras de organização sociais,

como as leis, e a centralização do poder na figura dos reis e governantes. A partir daí, a escrita

deixa de ser uma ferramenta de memória e ganha também a função de mensagem e registro.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/como-as-cidades-criaram-a-escrita-e-a-gramatica/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos a seguir, retirados do texto.

•  “E elas só surgiram com as revoluções urbanas que deram origem ___ cidades”.
• “O surgimento da escrita está associado ___ cidade”.
• “Mas é porque isso responde ___ uma necessidade colocada por essas formas de vida”.
 

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Por Mayra Trinca

Estamos tão acostumados a organizar palavras e frases de acordo com as regras do

português que muitas vezes esquecemos de um detalhe: a gramática não é algo intrínseco às

línguas. Um idioma pode existir muito bem sem ela. Assim como a escrita e os dicionários, a

gramática é considerada uma ferramenta que aumenta as possibilidades de usar uma língua.

Na linguística, essas três ferramentas são chamadas de tecnologias de linguagem. E elas

só surgiram com as revoluções urbanas que deram origem ___ cidades. A professora Carolina

Rodríguez-Alcalá, do Laboratório de Estudos Urbanos da Unicamp, explica que essas tecnologias

de linguagem são formas de fixar uma língua no tempo, do mesmo modo que as cidades fixam

as pessoas na cidade. E há uma “coincidência histórica” entre elas.

Os primeiros signos escritos (versões antigas de letras e palavras) ainda não apresentavam

um sistema bem articulado. Eles surgiram no período Neolítico, cerca de 8 mil anos atrás, na

região da Mesopotâmia. Esses registros coincidem com os primeiros assentamentos

permanentes, que também ainda não tinham exatamente as características de uma cidade.

Segundo Rodríguez, o desenvolvimento da escrita e de assentamentos urbanos passou por

um longo processo, que durou séculos ou milênios. “Até que houve um salto qualitativo o qual

chamamos de revolução da escrita e revolução urbana”, explica a pesquisadora. O exemplo mais

conhecido – por ser o mais antigo e bem preservado até então – é o da escrita cuneiforme em

Uruk, considerada a primeira cidade da História, há 5 mil anos.

“O surgimento da escrita está associado ___ cidade, mas a história urbana é também uma

história do Estado como forma política de organização estreitamente ligada ao mercado e ao

comércio”, continua Rodríguez. Com o aumento da concentração de pessoas nas cidades, houve

uma especialização do trabalho e crescimento das trocas comerciais, que exigiam alguma forma

de registro para driblar o esquecimento de quem estava em dívida com quem.

E essa é uma das características que diferenciam sociedades com e sem escrita: a

necessidade de anotar a posse, o acúmulo e a troca de bens. Em lugares com invernos mais

rigorosos, como é o caso de boa parte do hemisfério norte, essa forma de organização social

surge como uma estratégia de sobrevivência. Já nas regiões tropicais, como na América do Sul,

o clima mais constante e a alta biodiversidade tornam o estoque de alimentos dispensável.

“Não é porque certas sociedades foram mais inteligentes que elas desenvolveram a escrita”,

explica Rodríguez. “Mas é porque isso responde ___ uma necessidade colocada por essas formas

de vida”. E ainda que a Mesopotâmia seja o caso mais popular, outras sociedades se urbanizaram

e desenvolveram suas formas de registro e de escrita mais ou menos ao mesmo tempo, como o

Egito, a Índia, a China ou o México e o Peru, no caso das Américas.

Com o desenvolvimento dos Estados, surgiu a necessidade de regras de organização sociais,

como as leis, e a centralização do poder na figura dos reis e governantes. A partir daí, a escrita

deixa de ser uma ferramenta de memória e ganha também a função de mensagem e registro.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/como-as-cidades-criaram-a-escrita-e-a-gramatica/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. Já nos primeiros assentamentos permanentes surgiram os primeiros sistemas de escrita estruturados.
II. É possível inferir que existe uma relação entre o nível de organização e complexidade da língua e o nível de organização e complexidade da comunidade em que ela é utilizada.
III. As sociedades com e sem escrita não são diferenciadas por sua capacidade intelectual, mas pelas estratégias necessárias, em muitos casos, para garantir a sobrevivência.

Quais estão corretas?
 

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4260480 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas

Segurança e saúde no trabalho em instituições federais de ensino superior no Brasil

Por Gustavo Caetano e Carlos Sérgio da Silva

As IFES, entre elas, as Universidades Federais (UF) e os Institutos Federais de Educação,

Ciência e Tecnologia (IF), são entidades responsáveis ________ promover o ensino, a pesquisa

e a extensão, conforme art. 207 da Constituição Federal (1988) do Brasil.

Essas instituições, em resumo, cumprem um papel estratégico no desenvolvimento do país,

promovendo conhecimento, principalmente ________ pesquisas. Estas, por sua vez, trazem não

só crescimento social, mas também econômico e cultural e têm como princípio incondicional ....

pluralidade de ideias e concepções.

Devido .... complexidade que envolve o mundo acadêmico, as IFES possuem diversos

ambientes físicos. Neles, existem não só máquinas e equipamentos (nos laboratórios de

graduação, de pesquisas e nas oficinas), como também há atividades e produtos (tais como

substâncias químicas, físicas e biológicas) que dão origem a riscos à saúde e à integridade física

da comunidade universitária e, em alguns casos, de toda a população residente ao redor dos

campi, como nos casos onde as pesquisas envolvem materiais radioativos, pois nessas situações

pode ocorrer uma contaminação pelo ar, envolvendo grandes áreas.

No plano nacional e internacional, tais situações de perigos e riscos são objetos de estudos.

Segundo descrevem Venables e Allender (2007, p. 165), “as universidades têm necessidades

complexas por causa dos perigos associados à pesquisa”. As pesquisas, sim, necessitam de

medidas de ações de segurança e saúde no trabalho (SST) e meio ambiente, todavia, deve-se

ter em mente que os perigos e riscos também advêm de fontes que não se restringem somente

a elas, como é o caso de atividades de manutenção, reformas e ampliações dos campi, por

exemplo.

Nesse cenário, recentemente no Brasil houve acidentes que se tornaram públicos. Em 20

uma explosão na sala de polimento de amostras do Laboratório Multiusuário do Programa de

Engenharia Metalúrgica e de Materiais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) teve

como consequência três feridos. Em decorrência dessa situação, houve a necessidade de

acionamento da Brigada de Incêndio e do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro

(UFRJ, 2018). Meses depois, um incêndio de grandes proporções atingiu o Museu Nacional,

instituição ________ gestão da UFRJ.

Nesse momento, já é possível não só reconhecer a importância das IFES para o Brasil, mas

também admitir que essas instituições necessitam de SST, área considerada multidisciplinar e

que, em essência, tem como meta garantir a saúde e a integridade física de todos os envolvidos.

Este estudo, em resumo, engloba toda a comunidade universitária e os ambientes físicos das

IFES, instituições vinculadas .... Administração Pública Federal (APF).

Cabe ainda esclarecer que, segundo o art. 8º da Portaria Normativa nº 3 (Brasil, 2013),

ações de promoção de saúde no âmbito da APF devem constar em planos, programas, projetos

e ações gerenciais dos órgãos. Ainda, no art. 9º da supracitada Portaria (Brasil, 2013) consta

que as ações de promoção da saúde devem contemplar abordagens coletivas que possam

influenciar ou modificar hábitos individuais e culturas organizacionais. Logo, analisar as

condições de trabalho das IFES também colabora para o acompanhamento da efetividade das

políticas de SST até então implantadas na APF ou, ainda, para propor mudanças no rumo dessas

ações.

(Disponível em: researchgate.net/publication/343307265 – texto adaptado especialmente para esta prova)

Assinale a alternativa que indica quantas outras alterações seriam obrigatoriamente necessárias no período a seguir, retirado do texto, caso a palavra “área” fosse substituída por “áreas”.

“Área esta que, por sua vez, é considerada multidisciplinar e que, em essência, tem como meta garantir a saúde e a integridade física de todos os envolvidos”.
 

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