A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva
da Educação Inclusiva (2008), reconhecida como importante marco para a educação inclusiva no Brasil, considera que são estudantes com deficiência aqueles que apresentam impedimentos de longo prazo de natureza física,
mental, intelectual ou sensorial, que, em interação com
De acordo com o art. 4º do Decreto nº 5.626/2005, a formação de docentes para o ensino de Libras nas séries
finais do Ensino Fundamental, no Ensino Médio e na
Educação Superior deve ocorrer em cursos de
Alvez, Ferreira e Damázio (2010) apontam que a educação escolar de pessoas surdas remonta a aproximadamente dois séculos, quando se instaurou um embate
político e epistemológico. Esse confronto ganhou destaque nas políticas públicas, nos debates, nas pesquisas
científicas e nas práticas pedagógicas.
O embate ocorria entre duas concepções principais, a
saber:
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma
perspectiva defendida pelo documento Política nacional
de educação especial na perspectiva da educação inclusiva (Ministério da Educação/Secretaria de Educação
Especial, 2008).
Conforme o artigo 9º da Resolução CNE/CEB nº 4/2009
(Diretrizes Operacionais para Atendimento Educacional
Especializado na Educação Básica), a elaboração e a
execução do plano de AEE (Atendimento Educacional
Especializado) são de competência
Conforme o artigo 60 – A da Lei nº 9.394/1996 (Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional), assinale a
alternativa correta a respeito da educação de surdos.
Sassaki (2007) afirma que “Os conceitos são fundamentais para o entendimento das práticas sociais. Eles
moldam nossas ações. E nos permitem analisar nossos
programas, serviços e políticas sociais, pois os conceitos
acompanham a evolução de certos valores éticos, como
aqueles em torno da pessoa com deficiência”. Nesse
contexto, o autor apresenta um conceito que “tem consistido no esforço de inserir na sociedade pessoas com deficiência que alcançaram um nível de competência compatível com os padrões sociais vigentes”. Sassaki considera
que esse conceito tem o mérito de inserir socialmente a
pessoa com deficiência, “mas desde que ela esteja de
alguma forma capacitada a superar as barreiras físicas,
programáticas e atitudinais nela existentes”.