A abordagem crítico-emancipatória afirma que a Educação Física escolar é deficiente quando não aborda uma
concepção crítico-progressista, quando desconsidera
as experiências externas dos educandos e quando se
resume a transmitir procedimentos de limitadas modalidades esportivas ou atividades de condicionamento
físico.
Segundo a abordagem crítico-emancipatória, o ensino
do esporte na escola deve se orientar pelas categorias
trabalho, interação e linguagem, partindo da premissa de
que o estudante é um
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) expressa
uma proposta de ensino em que as finalidades da Educação Física na escola estejam voltadas a assegurar
aos estudantes, entre outros aspectos, a apropriação e a
utilização da cultura corporal de movimento em diversas
finalidades humanas, favorecendo
A aula de Educação Física na escola é um cenário onde
as manifestações de bullying podem ocorrer. O bullying
manifesta-se de duas formas: direta e indireta. O professor desse componente curricular precisa conhecer
as diferentes formas de manifestação desse comportamento e agir no sentido de extingui-lo.
Segundo Maldonado e Neira (“O lugar da cultura negra,
afro-brasileira e indígena nas aulas de Educação Física”,
2021), o objetivo das aulas de Educação Física, no âmbito
das relações étnico-raciais e na perspectiva de uma educação antirracista, perpassa a construção de narrativas e
imaginários que visam à desconstrução de pensamentos
sobre as culturas negra, afro-brasileira e indígena que as
O Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, é mencionado
como um lugar fundado com o objetivo de oferecer uma
educação diferenciada e moderna à elite carioca e foi
uma das escolas pioneiras a introduzir a Educação Física
no currículo.
No século XIX, o seu currículo era diferenciado do das
demais escolas brasileiras da época porque incluía a
música, o desenho e
De acordo com Mendes, Vilaronga e Zerbato (2014), o
modelo de trabalho em coensino, que envolve o trabalho
em parceria entre o professor da Educação Especial e o
professor de ensino comum, é baseado na abordagem
social porque pressupõe que a escola deve ser
Guerra, em Sala e Aciem (2013), apresenta que alguns
autores diferenciam deficiência auditiva e surdez de acordo com o nível de perda auditiva. Outros, porém, defendem o uso do termo “surdo” independentemente do grau
de perda, uma vez que estão envolvidas questões relativas aos aspectos de
Mantoan (2015), ao discutir conceitos sobre como promover a inclusão escolar, aponta que o ensino individualizado para alunos que apresentam déficits intelectuais
e dificuldades de aprendizagem, por exemplo, não corresponde aos princípios inclusivos, pois não podemos
diferenciar um estudante em função de sua deficiência.
Com base nesse pensamento da autora, qual deve ser a
proposta pedagógica de uma escola inclusiva?
De acordo com Quadros e Schmiedt (2006), ao optar
pela educação bilíngue, a escola assume decisões político-pedagógicas que dizem respeito ao papel atribuído
a cada língua no processo educativo. Nesse contexto,
a instituição estabelece uma política linguística em que
duas línguas passam a coexistir.
Diante disso, qual decisão se torna fundamental para a
organização dessa proposta?