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Em cada campo de experiências, são definidos objetivos
de aprendizagem e desenvolvimento organizados em três
grupos por faixa etária. Assinale a alternativa que apresenta
corretamente os três grupos de faixa etária.
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- Educação Infantil
- PsicopedagogiaTeorias do desenvolvimento e da aprendizagemPsicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem
- PsicopedagogiaTeorias do desenvolvimento e da aprendizagemPiaget: Psicologia Genética
- Jogos e suas Características: Pedagógicos, de Raciocínio e Psicomotor
- O Processo de Socialização
O professor da Educação Infantil decidiu trabalhar um jogo
da memória pela primeira vez com a sua turma de 5 anos.
Como todas as crianças nunca haviam jogado antes, ele criou
um momento importante antes do jogo para fazer combinados,
explicar as regras e o modo de jogar a toda a turma, considerando
o essencial para a primeira aula com esse recurso, já que com
o tempo as crianças vão ficando mais familiarizadas com o
jogo. Neste exemplo citado, o desenvolvimento oportunizado às
crianças é observado como:
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O atendimento educacional especializado (AEE) tem como
função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos
e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena
participação dos alunos, considerando suas necessidades
específicas. As atividades desenvolvidas no AEE diferenciam-se
daquelas realizadas na sala de aula comum e complementam
e/ou suplementam a formação dos alunos com vistas ao
desenvolvimento da:
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- Avaliação EducacionalAvaliação Escolar e suas Implicações Pedagógicas
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
- Temas Educacionais PedagógicosTendências Pedagógicas
Leia o encaminhamento de aula abaixo.
O professor entrou na sala exatamente às sete horas, ligou o projetor e pediu silêncio antes mesmo de cumprimentar a turma; em seguida, escreveu no quadro os objetivos da aula – todos formulados de maneira precisa, como “identificar”, “reconhecer” e “responder corretamente” – explicando que ao final haveria um teste para verificar se cada aluno havia atingido o desempenho esperado. Sem abrir espaço para perguntas, iniciou a explicação seguindo rigorosamente os slides preparados, lendo conceitos definidos previamente no material didático e exemplificando da mesma forma padronizada para todos. Os alunos copiavam, atentos ao tempo e às instruções, sabendo que deveriam reproduzir exatamente aquilo que fora apresentado. Após a exposição, Carlos distribuiu uma folha de exercícios de múltipla escolha, orientando que resolvessem individualmente e em silêncio, pois aquela atividade serviria de treino para a avaliação final. Ao término da aula, recolheu as folhas, anotou os resultados e esclareceu que os que não alcançassem a nota mínima fariam atividades de reforço, encerrando a aula satisfeito por ter seguido corretamente o plano e garantido a eficiência do processo.
O trabalho pedagógico relatado acima pertence à tendência pedagógica:
O professor entrou na sala exatamente às sete horas, ligou o projetor e pediu silêncio antes mesmo de cumprimentar a turma; em seguida, escreveu no quadro os objetivos da aula – todos formulados de maneira precisa, como “identificar”, “reconhecer” e “responder corretamente” – explicando que ao final haveria um teste para verificar se cada aluno havia atingido o desempenho esperado. Sem abrir espaço para perguntas, iniciou a explicação seguindo rigorosamente os slides preparados, lendo conceitos definidos previamente no material didático e exemplificando da mesma forma padronizada para todos. Os alunos copiavam, atentos ao tempo e às instruções, sabendo que deveriam reproduzir exatamente aquilo que fora apresentado. Após a exposição, Carlos distribuiu uma folha de exercícios de múltipla escolha, orientando que resolvessem individualmente e em silêncio, pois aquela atividade serviria de treino para a avaliação final. Ao término da aula, recolheu as folhas, anotou os resultados e esclareceu que os que não alcançassem a nota mínima fariam atividades de reforço, encerrando a aula satisfeito por ter seguido corretamente o plano e garantido a eficiência do processo.
O trabalho pedagógico relatado acima pertence à tendência pedagógica:
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A Pedagogia Tradicional prioriza a transmissão de
conhecimentos acumulados, colocando o professor como
autoridade máxima e centro do processo educativo. A
passividade do aluno e a avaliação por repetição são marcas
dessa abordagem, que coincide com o método jesuítico. Uma
evidência didático-pedagógica comum a esses dois métodos é:
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Considerando os direitos de aprendizagem e
desenvolvimento, a BNCC estabelece cinco campos de
experiência, nos quais as crianças podem aprender e se
desenvolver. É um dos campos de experiência previstos na
BNCC:
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- Educação InfantilConcepções de Educação Infantil
- PsicopedagogiaTeorias do desenvolvimento e da aprendizagemPsicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem
A aprendizagem na Educação Infantil leva em consideração
o desenvolvimento integral das crianças nas diferentes áreas,
incluindo a cognitiva, a social, a afetiva, a motora, a lúdica, a
imaginária, entre outras. Neste sentido, orientando-se pelas
teorias psicológicas associadas ao desenvolvimento da
aprendizagem, uma contribuição da Psicologia Tradicional na
educação foi:
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A Gramática em Movimento: Integração Morfossintática e a Construção de Sentidos no Ensino de Língua Portuguesa
A articulação morfossintática no ensino de Língua Portuguesa tem assumido papel central nas discussões contemporâneas
sobre formação linguística e desenvolvimento da competência comunicativa. Em vez de tratar morfologia e sintaxe como conteúdos
fragmentados e desvinculados das práticas reais de linguagem, as abordagens atuais defendem uma perspectiva integrada, na
qual a estrutura das palavras e suas funções nos enunciados são analisadas em contextos concretos de uso. Dessa forma, o es
tudo gramatical deixa de ocupar posição meramente classificatória e passa a contribuir para a compreensão dos efeitos de sentido
produzidos nos textos.
Sob o ponto de vista teórico, a morfossintaxe articula conhecimentos relacionados à formação das palavras, às classes
gramaticais e às funções sintáticas desempenhadas nos enunciados. Paralelamente, perspectivas funcionalistas compreendem a
gramática como resultado das necessidades comunicativas presentes nas interações sociais, considerando que escolhas linguísticas não ocorrem de maneira aleatória. Nesse contexto, a análise linguística propõe substituir práticas baseadas exclusivamente
na memorização de regras por procedimentos reflexivos que permitam ao estudante compreender como determinados recursos
estruturais influenciam a construção textual e a organização dos discursos.
No âmbito da prática pedagógica, a articulação entre teoria e ensino exige metodologias que integrem leitura, escrita e reflexão
linguística. Sequências didáticas organizadas a partir de gêneros textuais, análise de variações linguísticas e estudo dos efeitos de
sentido produzidos pela prosódia constituem estratégias relevantes para o desenvolvimento da consciência morfossintática. Além
disso, a mediação docente assume caráter dialógico, favorecendo debates sobre escolhas lexicais, estruturas sintáticas e adequação comunicativa em diferentes contextos sociais de interação.
A consolidação dessa perspectiva depende, contudo, de processos formativos que possibilitem ao professor compreender a
gramática como instrumento de interpretação e produção de sentidos. Quando a articulação morfossintática é trabalhada de forma
contextualizada, os conteúdos gramaticais passam a contribuir efetivamente para o aprimoramento da leitura, da escrita e da argumentação. Assim, o ensino de Língua Portuguesa amplia sua função social e formativa, permitindo que o estudante desenvolva
maior autonomia discursiva e capacidade crítica diante das múltiplas práticas de linguagem presentes na sociedade contemporânea.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018./ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de lín
guas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola Editorial, 2007./TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática.
14. ed. São Paulo: Cortez, 2013./MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008./NE
VES, Maria Helena de Moura. Gramática de usos do português. São Paulo: Editora Unesp, 2011.
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A Gramática em Movimento: Integração Morfossintática e a Construção de Sentidos no Ensino de Língua Portuguesa
A articulação morfossintática no ensino de Língua Portuguesa tem assumido papel central nas discussões contemporâneas
sobre formação linguística e desenvolvimento da competência comunicativa. Em vez de tratar morfologia e sintaxe como conteúdos
fragmentados e desvinculados das práticas reais de linguagem, as abordagens atuais defendem uma perspectiva integrada, na
qual a estrutura das palavras e suas funções nos enunciados são analisadas em contextos concretos de uso. Dessa forma, o es
tudo gramatical deixa de ocupar posição meramente classificatória e passa a contribuir para a compreensão dos efeitos de sentido
produzidos nos textos.
Sob o ponto de vista teórico, a morfossintaxe articula conhecimentos relacionados à formação das palavras, às classes
gramaticais e às funções sintáticas desempenhadas nos enunciados. Paralelamente, perspectivas funcionalistas compreendem a
gramática como resultado das necessidades comunicativas presentes nas interações sociais, considerando que escolhas linguísticas não ocorrem de maneira aleatória. Nesse contexto, a análise linguística propõe substituir práticas baseadas exclusivamente
na memorização de regras por procedimentos reflexivos que permitam ao estudante compreender como determinados recursos
estruturais influenciam a construção textual e a organização dos discursos.
No âmbito da prática pedagógica, a articulação entre teoria e ensino exige metodologias que integrem leitura, escrita e reflexão
linguística. Sequências didáticas organizadas a partir de gêneros textuais, análise de variações linguísticas e estudo dos efeitos de
sentido produzidos pela prosódia constituem estratégias relevantes para o desenvolvimento da consciência morfossintática. Além
disso, a mediação docente assume caráter dialógico, favorecendo debates sobre escolhas lexicais, estruturas sintáticas e adequação comunicativa em diferentes contextos sociais de interação.
A consolidação dessa perspectiva depende, contudo, de processos formativos que possibilitem ao professor compreender a
gramática como instrumento de interpretação e produção de sentidos. Quando a articulação morfossintática é trabalhada de forma
contextualizada, os conteúdos gramaticais passam a contribuir efetivamente para o aprimoramento da leitura, da escrita e da argumentação. Assim, o ensino de Língua Portuguesa amplia sua função social e formativa, permitindo que o estudante desenvolva
maior autonomia discursiva e capacidade crítica diante das múltiplas práticas de linguagem presentes na sociedade contemporânea.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018./ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de lín
guas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola Editorial, 2007./TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática.
14. ed. São Paulo: Cortez, 2013./MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008./NE
VES, Maria Helena de Moura. Gramática de usos do português. São Paulo: Editora Unesp, 2011.
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- Ensino das DisciplinasLíngua Portuguesa
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e Aprendizagem
A Gramática em Movimento: Integração Morfossintática e a Construção de Sentidos no Ensino de Língua Portuguesa
A articulação morfossintática no ensino de Língua Portuguesa tem assumido papel central nas discussões contemporâneas
sobre formação linguística e desenvolvimento da competência comunicativa. Em vez de tratar morfologia e sintaxe como conteúdos
fragmentados e desvinculados das práticas reais de linguagem, as abordagens atuais defendem uma perspectiva integrada, na
qual a estrutura das palavras e suas funções nos enunciados são analisadas em contextos concretos de uso. Dessa forma, o es
tudo gramatical deixa de ocupar posição meramente classificatória e passa a contribuir para a compreensão dos efeitos de sentido
produzidos nos textos.
Sob o ponto de vista teórico, a morfossintaxe articula conhecimentos relacionados à formação das palavras, às classes
gramaticais e às funções sintáticas desempenhadas nos enunciados. Paralelamente, perspectivas funcionalistas compreendem a
gramática como resultado das necessidades comunicativas presentes nas interações sociais, considerando que escolhas linguísticas não ocorrem de maneira aleatória. Nesse contexto, a análise linguística propõe substituir práticas baseadas exclusivamente
na memorização de regras por procedimentos reflexivos que permitam ao estudante compreender como determinados recursos
estruturais influenciam a construção textual e a organização dos discursos.
No âmbito da prática pedagógica, a articulação entre teoria e ensino exige metodologias que integrem leitura, escrita e reflexão
linguística. Sequências didáticas organizadas a partir de gêneros textuais, análise de variações linguísticas e estudo dos efeitos de
sentido produzidos pela prosódia constituem estratégias relevantes para o desenvolvimento da consciência morfossintática. Além
disso, a mediação docente assume caráter dialógico, favorecendo debates sobre escolhas lexicais, estruturas sintáticas e adequação comunicativa em diferentes contextos sociais de interação.
A consolidação dessa perspectiva depende, contudo, de processos formativos que possibilitem ao professor compreender a
gramática como instrumento de interpretação e produção de sentidos. Quando a articulação morfossintática é trabalhada de forma
contextualizada, os conteúdos gramaticais passam a contribuir efetivamente para o aprimoramento da leitura, da escrita e da argumentação. Assim, o ensino de Língua Portuguesa amplia sua função social e formativa, permitindo que o estudante desenvolva
maior autonomia discursiva e capacidade crítica diante das múltiplas práticas de linguagem presentes na sociedade contemporânea.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018./ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de lín
guas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola Editorial, 2007./TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática.
14. ed. São Paulo: Cortez, 2013./MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008./NE
VES, Maria Helena de Moura. Gramática de usos do português. São Paulo: Editora Unesp, 2011.
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