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Analise a levada rítmica apresentada no trecho abaixo:

Assinale a alternativa na qual consta o nome do ritmo correspondente à levada acima.
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Assinale a alternativa correta.
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A nota mais grave em um acorde em posição original (terças sobrepostas) se chama fundamental. As outras notas têm o nome do intervalo que formam com a fundamental.
Considerando o exposto, analise o acorde abaixo:

Assinale a alternativa que corresponde à classificação correta do acorde apresentado.
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Relacione cada tonalidade a seguir com o número de acidentes da sua armadura de clave:
Coluna 1 Tonalidade
1. Lá Maior
2. Lá bemol menor
3. Ré bemol Maior
4. Mi menor
5. Fá sustenido Maior
Coluna 2 Armaduras
( ) 7 bemóis
( ) 1 sustenido
( ) 3 sustenidos
( ) 5 bemóis
( ) 6 sustenidos
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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Penna e Marinho (2008) apresentam o re-arranjo como uma proposta para ressignificar e recriar músicas, como “uma estratégia criativa, que promove a reapropriação ativa de uma música brasileira, popular, da vivência do aluno. É bastante simples, mas é uma estratégia estruturada e fundamentada, orientada por uma finalidade pedagógica, que, a partir de um roteiro de ação, pode gerar incontáveis produções distintas”.
(PENNA, Maura. Música(s) e seu ensino. Porto Alegre: Sulina, 2008. Pág. 161.)
Sobre o re-arranjo, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Swanwick apresenta as dez funções da música elaboradas por Alan Merriam, quais sejam: expressão emocional; prazer estético; diversão; comunicação; representação simbólica; resposta física; reforço da conformidade a normas sociais; validação de instituições sociais e rituais religiosos; contribuição para a continuidade e estabilidade da cultura; e, preservação da integração social. Discutindo essas funções, Swanwick afirma que “a música realmente tem essas várias funções em diferentes épocas [...]”. Entretanto, as funções da educação musical são, de certa forma, diferentes das funções da música [...].
(SWANWICK, Keith. Ensinando música musicalmente. São Paulo: Moderna, 2003. Pág. 47.)
As funções apontadas por Swanwick como sendo aquelas não apropriadas à educação musical são, EXCETO:
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Na grande virada que deu início à idade moderna, nos séculos XVI e XVII, a visão cartesiana/newtoniana exerce grande influência no pensamento ocidental. Nesse paradigma, o mundo é concebido como máquina, construída de peças variadas que se conectam como engrenagens.
(FONTERRADA, M. De tramas e fios: um ensaio sobre música e educação. São Paulo: Editora da UNESP, 2005. Pág. 335.)
Essa concepção de mundo se expressa na música a partir:
I. Da introdução de compassos na escrita musical, reflexo da valorização das medidas exatas.
II. Da adoção do temperamento igual, um sistema de afinação estável.
III. Da fabricação de instrumentos musicais com maiores posibilidades técnicas e de controle.
IV. De pesquisas sociológicas sobre a origem da música, influenciadas pela teoria evolucionista.
Está correto o que se afirma apenas em
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Swanwick, em seu livro “Ensinando Música Musicalmente”, propõe “três princípios simples de ação que, devidamente compreendidos e tomados seriamente, podem informar todo o ensino musical, seja nas salas de aulas em escolas e faculdades, em ensino instrumental em estúdios ou em ambientes menos formais. Esses princípios têm sua origem na premissa básica de que a música é uma forma simbólica, rica em potencial metafórico”.
(SWANWICK, Keith. Ensinando música musicalmente. São Paulo: Moderna, 2003. Pág. 57.)
Considerando o exposto, analise as afirmativas a seguir.
I. Os princípios de ação são considerar a música como discurso; o discurso dos alunos; e, a fluência no início e no final do processo educativo.
II. A fluência de que fala Swanwick significa a habilidade auditiva de imaginar a música, associada à habilidade de controlar um instrumento ou a voz.
III. O discurso dos alunos entendido como conversação musical pode se desenvolver colocando em contato atividades de composição, performance e apreciação.
Está correto o que se afirma em
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Para pensar a educação musical diante da diversidade, tomamos como base o multiculturalismo, definido por Ana Canen (2002, Pág. 175) como um “movimento teórico e político que busca respostas para os desafios da pluralidade cultural nos campos do saber”. O multiculturalismo “teve início em países nos quais a diversidade cultural é vista como um problema para a construção da unidade nacional”, unidade esta que se vincula à “imposição de uma cultura, dita superior, a todos os membros da sociedade” (Gonçalves; Silva, 2000, Pág. 20). Assim, a preocupação com a multiculturalidade resulta dos desafios colocados por sociedades cada vez mais plurais e menos homogêneas, em que convivem diversas etnias, hábitos culturais e valores diferenciados – por vezes em conflitos”.
(PENNA, Maura. Música(s) e seu ensino. Porto Alegre: Sulina, 2008. Pág. 85.)
Por seu caráter político uma proposta de ensino de música baseada nos princípios da multiculturalidade precisa, EXCETO:
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Por si mesma, a partitura não é, portanto, música; é apenas uma representação simbólica – sem dúvida imensamente útil para o registro, previsão e comunicação, permitindo “fixar o texto musical” e repeti-lo, além de ajudar a “perceber sua estrutura e organização”. [...] A partitura, por si só, é música potencial, virtual, pretendida, mas não concretizada, pois, nas palavras de Schafer (1991, p. 307): “música é algo que soa. Se não há som, não é música”.
(PENNA, Maura. Música(s) e seu ensino. Porto Alegre: Sulina, 2008. Pág. 51.)
Considerando o exposto, pode-se afirmar que Penna (2008) faz a crítica à:
I. Primazia da música não notada em detrimento da música notada.
II. Noção de que ser músico ou saber música se relaciona à capacidade de ler uma partitura.
III. Histórica dicotomia entre música erudita e música popular.
Está correto o que se afirma apenas em
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