Paciente 36 anos, primípara, na 36ª semana de gravidez, sendo acompanhada no pré-natal de alto risco por
diabetes mellitus gestacional com apenas orientações de mudanças do estilo de vida. Durante o pré-natal, todos
os perfis glicêmicos foram normais. Nessa consulta veio trazendo o resultado de novo perfil glicêmico: jejum – 93
mg/dL; 1h pós-café - 126 mg/dL; 1h pós-almoço - 128 mg/dL; 1h pós-jantar - 132 mg/dL. O médico assistente
solicitou um perfil biofísico fetal (PBF) cujo resultado: movimento corporal fetal – presença de três movimentos
fetais; movimento respiratório fetal – um movimento com duração de 40 segundos; tônus fetal – um movimento
de abertura e fechamento das mãos; maior bolsão – 3 cm; e a cardiotocografia abaixo.
Analise o PBF e assinale a alternativa CORRETA que representa o valor final do exame, segundo os critérios
clássicos de Manning.
Paciente 25 anos, primigesta e nulípara, chega a emergência obstétrica na 31ª semana de gravidez, com queixa
de dor em baixo ventre. Refere gestação gemelar. Traz ultrassonografia (USG) realizada com 12 semanas
evidenciando sinal do lambda. Ao exame: dinâmica uterina 2 contrações/ 10 minutos/ 40 segundos, batimentos
cardio fetais de 136 bpm e 156 bpm e pressão arterial de 120 x 70 mmHg. O toque vaginal evidenciou colo
posterior e pérvio 2 cm de dilatação, com 80% de apagamento, primeiro feto cefálico e bolsa das águas íntegra.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à conduta a ser adotada.
Paciente 35 anos, tercigesta e primípara (cesariana anterior), chega a emergência obstétrica na 37ª semana de
gravidez, com queixa de dor em baixo ventre. Refere estar fazendo pré-natal na unidade básica de saúde, sem
intercorrência. Nega outras queixas, uso de medicações e refere desejo pelo parto vaginal. No cartão de pré-natal
apresenta uma curva glicêmica realizada com 75g de dextrosol com resultado: jejum 87 mg/dL; 1h 185 mg/dL;
2h 155 mg/dL. O médico assistente solicita um hemoglicoteste (HGT) e uma ultrassonografia (USG). HGT: 233
mg/dL (após uma hora de jejum). USG: peso fetal estimado no percentil 92 e maior bolsão de 8,1 cm. Ao exame:
dinâmica uterina ausente, batimentos cardio fetais de 136 bpm e pressão arterial de 120 x 70 mmHg. O toque
vaginal evidenciou colo anterior e pérvio 3 cm de dilatação, com 80% de apagamento, cefálico e insinuado, bolsa
das águas íntegra.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à conduta a ser adotada.
Paciente 30 anos, secundigesta e primípara, chega ao pré-natal na 26ª semana de gravidez, assintomática para
segunda consulta pré-natal, trazendo os exames de rotina, realizados na semana anterior. A curva glicêmica
realizada com 75g de dextrosol teve como resultado: jejum 87 mg/dL; 1h 185 mg/dL; 2h 155 mg/dL. Assinale a alternativa CORRETA quanto ao diagnóstico e quantos valores encontram-se alterados.
Diante de um quadro de intoxicação por sulfato de magnésio (MgSO4) realizado em gestante na 31ª semana de
gravidez para neuroproteção fetal, sem diagnóstico de pré-eclâmpsia.
Assinale a alternativa que representa a conduta inicial CORRETA, diante de um quadro sugestivo de
intoxicação pelo magnésio.
Analise as alternativas abaixo e assinale a CORRETA, com relação à suplementação de vitaminas durante o prénatal, baseada nas evidências atuais, não apenas considerando o que o Ministério da Saúde do Brasil recomenda
atualmente.
Paciente 26 anos, na 30ª semana, secundigesta e um aborto anterior, chega na emergência obstétrica referindo
perda de líquido há 19 horas. Após anamnese detalhada do médico assistente, paciente refere que a perda foi
súbita de um líquido transparente, cheirando a água sanitária, escorrendo pelas pernas e se acumulando do
chão. Negava outras queixas. Ao exame clínico, temperatura axilar de 36,5oC e frequência cardíaca materna de
80 bpm. Ao exame obstétrico: dinâmica uterina ausente, toque vaginal não realizado e ausente líquido amniótico
pelo exame especular e manobra de valsava. Realizada ultrassonografia a qual foi normal (líquido amniótico e
vitalidade fetal).
Assinale a alternativa que NÃO complementará o diagnóstico baseado nas evidências.
Paciente 25 anos, secundigesta e primípara, com acompanhamento pré-natal de baixo risco bem realizado e sem
intercorrências. Vem para acompanhamento pré-natal na 33ª semana de gravidez, quando é percebida uma AFU
de 28 cm. Foi submetida a uma ultrassonografia que evidenciou uma circunferência abdominal no percentil 8
para idade gestacional, o índice de pulsatilidade da artéria cerebral média fetal no percentil 10, da artéria
umbilical no percentil 50 e da média das artérias uterinas no percentil 50. Observando as ultrassonografias
anteriores, tanto o peso fetal estimado quanto a circunferência abdominal vêm com os percentis variando entre 5
e 10.
Qual a hipótese diagnóstica e a conduta provavelmente CORRETAS?
Paciente 22 anos, tercigesta, secundípara, 33ª semana de gravidez e chegou à emergência obstétrica referindo
náusea e vômitos. No cartão de pré-natal, observa-se: tipagem sanguínea A negativo; Coombs indireto negativo.
Nunca fez imunoglobulina anti-D nas gestações anteriores.
Após o nascimento, para prevenção do recém-nascido em uma próxima gestação, qual a melhor conduta
CORRETA?