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Homem de 50 anos, com IMC de 27kg/m² e quadro de hipertensão arterial de difícil controle, em uso
de propranolol, enalapril e anlodipina, procurou a emergência por elevação assintomática da pressão
arterial. O exame físico não apresentou alterações relevantes. Os exames laboratoriais demonstraram
hemoglobina = 12g/dL, creatinina = 1,2mg/dL, sódio = 138mEq/L e potássio = 3,2mEq/L. Na investigação
laboratorial adicional, houve aumento de renina e aldosterona, coletados com a técnica adequada. A
etiologia mais provavelmente associada à hipertensão secundária, nesse caso, é:
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Mulher de 33 anos, com diagnóstico definitivo de lúpus eritematoso sistêmico e história pregressa de
nefrite lúpica, procurou atendimento médico por adinamia, fraqueza e sonolência diurna. Ao exame físico,
apresentava estrias violáceas, giba e fácies em “lua cheia”, (PA) = 120x80mmHg deitada e 90x60mmHg
em pé. O laboratório mostrou hemoglobina = 10g/dL, leucócitos = 12.000/mm³, com 8% de bastões,
glicemia = 60mg/dL, creatinina = 1,6mg/dL, sódio = 130mEq/L e potássio = 4,0mEq/L. Considerando o
diagnóstico mais provável, a melhor conduta é:
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Mulher de 46 anos, ASA I, foi internada para realização de mastectomia, evoluindo com um
sangramento maior do que o habitual, estando, no pós-operatório, taquicárdica e dispneica. Os exames
revelaram Hb = 7g/dL e Ht = 21%. Foram infundidos dois concentrados de hemácias e, cerca de 90
minutos após o término da transfusão, a paciente evoluiu com dispneia, tosse seca, taquipneia (30irpm) e
diminuição progressiva da saturação de O2, atualmente 82%, com O2 sob máscara a 6L/min. A ausculta
pulmonar, que antes era normal, mostrava estertores bolhosos bilateralmente, mais proeminentes em
bases. A PA = 140x80mmHg e a FC = 120bpm. Os pulsos carotídeos eram de boa amplitude e não havia
alterações em cabeça e pescoço. Foi passado cateter de Swan-Ganz que evidenciou débito cardíaco =
4L/min, pressão de oclusão da artéria pulmonar levemente reduzida = 16mmHg e aumento da resistência
vascular periférica. A complicação mais provável relacionada à transfusão é:
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Mulher de 49 anos, alcoolista, há meses apresentou dificuldade progressiva para deambular e
desequilíbrio. Apresentava marcha espástica, diminuição de força em membros inferiores, hiper-reflexia,
sinal de Babinski bilateral, alteração da sensibilidade vibratória e noção de posição segmentar. As
alterações que mais apresentam relação com o diagnóstico do caso são:
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Homem de 66 anos, tabagista de 40 maços-ano, com diagnóstico recente de carcinoma epidermoide
de pulmão, ainda sem tratamento oncológico, foi encaminhado à emergência após consulta no
ambulatório de oncologia clínica por piora da dispneia há cinco dias. Referiu que, há três semanas,
iniciou quadro de edema facial, cefaleia e tonteira, e, nas últimas 24 horas, evoluiu com piora importante
da cefaleia, rouquidão e ortopneia. Ao exame, encontrou-se sonolento e dispneico, sem tolerância ao
decúbito dorsal, com PA = 130x80mmHg, FC = 98bpm e saturação = 88% em ar ambiente. Notou-se
edema de face e membros superiores, pletora facial, que piorou com a elevação dos braços, estridor em
repouso, turgência jugular a 90° e circulação colateral em parede torácica anterior. Considerando a
emergência oncológica descrita, a conduta terapêutica mais adequada no momento é:
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Homem de 76 anos, com diagnóstico de insuficiência cardíaca de fração de ejeção preservada por
amiloidose por transtirretina (ATTR), procurou a emergência queixando-se de oligúria, piora do edema
periférico e dispneia aos pequenos esforços. Na admissão, verificaram-se PA = 90x60mmHg e FC =
68bpm. Ao exame, apresentou-se acordado e orientado, com extremidades aquecidas, edema de
membros inferiores 3+/4+, ascite, hepatomegalia e turgência jugular patológica. A ausculta cardíaca foi
normal, exceto por hipofonese de bulhas, e a ausculta respiratória evidenciou estertores crepitantes em
ambas as bases pulmonares. Os exames laboratoriais de admissão evidenciaram creatinina = 2,5mg/dL
e ureia = 110mg/dL, e o exame de urina demonstrou fração de excreção de sódio = 0,4%. A fisiopatologia
mais provável da doença renal e a conduta inicial mais adequada, respectivamente, são:
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Idosa de 73 anos, com obesidade, hipertensão e diabetes, encontra-se internada na enfermaria de
cirurgia vascular em pós-operatório imediato de endarterectomia de carótida direita. Relata dispneia e
palpitações há 15 minutos. No momento, encontra-se acordada e orientada, com PA = 100x60mmHg e
FC = 160bpm. O exame do aparelho cardiovascular só revela taquicardia, e a ausculta respiratória
apresentando discreta estertoração fina em bases pulmonares. Um eletrocardiograma é prontamente
realizado e evidencia taquicardia de complexo QRS estreito, intervalo RR regular e presença de ondas P
retrógradas. Considerando o diagnóstico eletrocardiográfico mais provável, a medida inicial mais
adequada é:
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Mulher de 25 anos, em tratamento quimioterápico por osteossarcoma, foi encaminhada à emergência
pelo seu oncologista após realização de exames laboratoriais que evidenciaram piora de função renal.
Não apresentou queixas objetivas, exceto por náuseas. Os exames revelaram hemoglobina = 8,5g/dL,
leucócitos = 3500células/mm³, com 35% de neutrófilos, plaquetas = 60mil/mm³, creatinina = 2,8mg/dL,
ureia = 62mg/dL, sódio = 130mEq/L, potássio = 3,1mEq/L, magnésio = 0,8mg/dL e cálcio = 7,8mg/dL. A
medicação quimioterápica mais provavelmente associada à injúria renal, nesse caso, é:
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Mulher de 55 anos, sem comorbidades conhecidas, procurou a emergência devido à diplopia e
dificuldade de deambular iniciadas há cinco dias. Negou febre ou sintomas sistêmicos. O exame
neurológico evidenciou força preservada nos membros inferiores, com reflexos aquileu e patelar abolidos,
sensibilidade superficial e profunda inalteradas, marcha atáxica além de oftalmoparesia bilateral. Os
exames laboratoriais e a tomografia computadorizada de crânio foram normais. A análise do líquido
cefalorraquidiano evidenciou celularidade = 2leucócitos/mm³, proteínas = 240mg/dL e glicose = 60mg/dL.
Considerando o diagnóstico mais provável, a conduta mais adequada é:
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Homem de 44 anos, hipertenso, foi levado à emergência pela esposa devido à dispneia e sonolência.
Ela relata que, há cinco dias, o paciente queixa-se de dor precordial opressiva, sem relação com
esforços, que piora com a respiração e em decúbito dorsal. Hoje pela manhã, referiu melhora da dor, mas
evoluiu há uma hora com torpor e dispneia em repouso. Apresenta-se com PA = 80x50mmHg e FC =
110bpm. O exame cardiovascular evidencia abafamento de bulhas cardíacas e turgência jugular
patológica. Considerando o diagnóstico mais provável, ao realizar a ultrassonografia à beira-leito, as
alterações mais provavelmente presentes são:
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