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3287641 Ano: 2024
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
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A questão é baseada nos textos 1, 2 e 3.

TEXTO 1

Fios de ouro

Quando Halima, a suave, desembarcou nas águas marítimas brasileiras, em 1852, a idade dela era de 12 anos. Da aldeia dela parece que só Halima sobreviveu em um tempo de viagem que durou quase dois meses. Das lembranças da travessia, Halima conseguia falar pouco. Séculos depois, pedaços de relatos viriam compor uma memória esgarçada, que seus descendentes recontam como histórias de família. E eu que chamo Halima, trago em meu nome, a lembrança daquela que na linhagem familiar materna, foi a mãe de minha tataravó.

Assim reconto a história de Halima:

Halima em solo africano, lugar impreciso por falta de informações históricas, portanto vazios de nossa história e de nossa memória, pertencia a um clã, em que um dos signos de beleza de um corpo era o cabelo. A arte de tecer cabelos era exercida por mulheres mais velhas que imprimiam aos penteados as regras sociais do grupo. [...]

EVARISTO, Conceição. Histórias de leves enganos e parecenças. Rio de Janeiro: Malê, 2017. p.49.

TEXTO 2

Contadora de histórias

Venha, minha avó

Traga sua memória

Vamos relembrar

Pegadas de nossa história

Solte a fumaça da cultura

Pelo cachimbo do saber

Fale para nossas crianças

Das lutas que tivemos que viver

Sentimos o genocídio

Atravessadas

Pela espada da opressão

Estupro, morte, invasão

Tem sangue das parentas pelo chão

Estamos em guerra

Mas nossa caminhada não se encerra

Porque sempre terá quem conte uma história

Narrando cenas de dor e de glória

Sob a fumaça da memória

KAMBEBA, Márcia Wayna. De almas e águas kunhãs. São Paulo: Jandaíra, 2023. p.157.

TEXTO 3


– Suspende, monstro! disse ela encarando o assassino com majestade; não cometas um novo crime, não mates teu filho!
– Meu filho?! respondeu, levantando-se, D. Luiz: e quem és tu que assim me falas?
– Sou a filha do cacique da tribo tupi, que deute hospitalidade nas praias desertas da Jureia, onde havia a tua nau naufragado, e onde por meu pai foste livre não só da morte, como de cair em poder dos Botocudos, cuja crueldade não te havia (de) poupar; mas em vez de reconhecer o benefício, seduziste sua filha única e a abandonaste depois de a perder.
Sabendo ela então que um fruto do seu desgraçado amor alimentava-se em seu ventre e conhecendo o desprezo e a execração a que esse pobre inocente seria votado desde o seu nascimento por toda a tribo, correu após teus passos. Errante andou muito tempo, crendo achar-te a cada dia que ela via o sol.
Seu filho nasceu nesta triste lide; n’uma noite de tempestade [...]. Abatida pela dor e pela doença, a desgraçada mãe afrouxou da atividade; não podendo fazer longas marchas para poupar seu filhinho, ela parou algum tempo n’um sítio em que achou cômodos para vida; foi aí que a tua gente a apanhou e trouxe para a vivenda dos brancos, onde ela se resignou a viver na escravidão: essa mãe desamparada que procurava incansável o pai de seu filho, sou eu, [...].
CASTRO, Ana Luísa de Azevedo. D. Narcisa de Villar: legenda do tempo colonial. Rio de Janeiro: Tipografia Paula Brito, 1859. p.108.
A representação e a autorrepresentação de mulheres negras ou indígenas implica considerar, entre outros aspectos, o tratamento literário de interconexões entre território e identidade. Uma leitura dos textos 1, 2 e 3, a partir dessa premissa, permite identificar a
 

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3287640 Ano: 2024
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
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A questão é baseada nos textos 1, 2 e 3.

TEXTO 1

Fios de ouro

Quando Halima, a suave, desembarcou nas águas marítimas brasileiras, em 1852, a idade dela era de 12 anos. Da aldeia dela parece que só Halima sobreviveu em um tempo de viagem que durou quase dois meses. Das lembranças da travessia, Halima conseguia falar pouco. Séculos depois, pedaços de relatos viriam compor uma memória esgarçada, que seus descendentes recontam como histórias de família. E eu que chamo Halima, trago em meu nome, a lembrança daquela que na linhagem familiar materna, foi a mãe de minha tataravó.

Assim reconto a história de Halima:

Halima em solo africano, lugar impreciso por falta de informações históricas, portanto vazios de nossa história e de nossa memória, pertencia a um clã, em que um dos signos de beleza de um corpo era o cabelo. A arte de tecer cabelos era exercida por mulheres mais velhas que imprimiam aos penteados as regras sociais do grupo. [...]

EVARISTO, Conceição. Histórias de leves enganos e parecenças. Rio de Janeiro: Malê, 2017. p.49.

TEXTO 2

Contadora de histórias

Venha, minha avó

Traga sua memória

Vamos relembrar

Pegadas de nossa história

Solte a fumaça da cultura

Pelo cachimbo do saber

Fale para nossas crianças

Das lutas que tivemos que viver

Sentimos o genocídio

Atravessadas

Pela espada da opressão

Estupro, morte, invasão

Tem sangue das parentas pelo chão

Estamos em guerra

Mas nossa caminhada não se encerra

Porque sempre terá quem conte uma história

Narrando cenas de dor e de glória

Sob a fumaça da memória

KAMBEBA, Márcia Wayna. De almas e águas kunhãs. São Paulo: Jandaíra, 2023. p.157.

TEXTO 3


– Suspende, monstro! disse ela encarando o assassino com majestade; não cometas um novo crime, não mates teu filho!
– Meu filho?! respondeu, levantando-se, D. Luiz: e quem és tu que assim me falas?
– Sou a filha do cacique da tribo tupi, que deute hospitalidade nas praias desertas da Jureia, onde havia a tua nau naufragado, e onde por meu pai foste livre não só da morte, como de cair em poder dos Botocudos, cuja crueldade não te havia (de) poupar; mas em vez de reconhecer o benefício, seduziste sua filha única e a abandonaste depois de a perder.
Sabendo ela então que um fruto do seu desgraçado amor alimentava-se em seu ventre e conhecendo o desprezo e a execração a que esse pobre inocente seria votado desde o seu nascimento por toda a tribo, correu após teus passos. Errante andou muito tempo, crendo achar-te a cada dia que ela via o sol.
Seu filho nasceu nesta triste lide; n’uma noite de tempestade [...]. Abatida pela dor e pela doença, a desgraçada mãe afrouxou da atividade; não podendo fazer longas marchas para poupar seu filhinho, ela parou algum tempo n’um sítio em que achou cômodos para vida; foi aí que a tua gente a apanhou e trouxe para a vivenda dos brancos, onde ela se resignou a viver na escravidão: essa mãe desamparada que procurava incansável o pai de seu filho, sou eu, [...].
CASTRO, Ana Luísa de Azevedo. D. Narcisa de Villar: legenda do tempo colonial. Rio de Janeiro: Tipografia Paula Brito, 1859. p.108.
O texto 3 é um fragmento retirado do romance D. Narcisa de Villar, de Ana Luísa de Azevedo Castro, cuja publicação se deu inicialmente como folhetim em A marmota e, posteriormente, em livro. A narrativa originalmente de 1858 está situada no contexto da ficção romântica brasileira; contudo, de acordo com a leitura do texto 3, a autora se diferencia do indianismo habitualmente praticado à época ao
 

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3287639 Ano: 2024
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
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A questão é baseada nos textos 1, 2 e 3.

TEXTO 1

Fios de ouro

Quando Halima, a suave, desembarcou nas águas marítimas brasileiras, em 1852, a idade dela era de 12 anos. Da aldeia dela parece que só Halima sobreviveu em um tempo de viagem que durou quase dois meses. Das lembranças da travessia, Halima conseguia falar pouco. Séculos depois, pedaços de relatos viriam compor uma memória esgarçada, que seus descendentes recontam como histórias de família. E eu que chamo Halima, trago em meu nome, a lembrança daquela que na linhagem familiar materna, foi a mãe de minha tataravó.

Assim reconto a história de Halima:

Halima em solo africano, lugar impreciso por falta de informações históricas, portanto vazios de nossa história e de nossa memória, pertencia a um clã, em que um dos signos de beleza de um corpo era o cabelo. A arte de tecer cabelos era exercida por mulheres mais velhas que imprimiam aos penteados as regras sociais do grupo. [...]

EVARISTO, Conceição. Histórias de leves enganos e parecenças. Rio de Janeiro: Malê, 2017. p.49.

TEXTO 2

Contadora de histórias

Venha, minha avó

Traga sua memória

Vamos relembrar

Pegadas de nossa história

Solte a fumaça da cultura

Pelo cachimbo do saber

Fale para nossas crianças

Das lutas que tivemos que viver

Sentimos o genocídio

Atravessadas

Pela espada da opressão

Estupro, morte, invasão

Tem sangue das parentas pelo chão

Estamos em guerra

Mas nossa caminhada não se encerra

Porque sempre terá quem conte uma história

Narrando cenas de dor e de glória

Sob a fumaça da memória

KAMBEBA, Márcia Wayna. De almas e águas kunhãs. São Paulo: Jandaíra, 2023. p.157.

TEXTO 3


– Suspende, monstro! disse ela encarando o assassino com majestade; não cometas um novo crime, não mates teu filho!
– Meu filho?! respondeu, levantando-se, D. Luiz: e quem és tu que assim me falas?
– Sou a filha do cacique da tribo tupi, que deute hospitalidade nas praias desertas da Jureia, onde havia a tua nau naufragado, e onde por meu pai foste livre não só da morte, como de cair em poder dos Botocudos, cuja crueldade não te havia (de) poupar; mas em vez de reconhecer o benefício, seduziste sua filha única e a abandonaste depois de a perder.
Sabendo ela então que um fruto do seu desgraçado amor alimentava-se em seu ventre e conhecendo o desprezo e a execração a que esse pobre inocente seria votado desde o seu nascimento por toda a tribo, correu após teus passos. Errante andou muito tempo, crendo achar-te a cada dia que ela via o sol.
Seu filho nasceu nesta triste lide; n’uma noite de tempestade [...]. Abatida pela dor e pela doença, a desgraçada mãe afrouxou da atividade; não podendo fazer longas marchas para poupar seu filhinho, ela parou algum tempo n’um sítio em que achou cômodos para vida; foi aí que a tua gente a apanhou e trouxe para a vivenda dos brancos, onde ela se resignou a viver na escravidão: essa mãe desamparada que procurava incansável o pai de seu filho, sou eu, [...].
CASTRO, Ana Luísa de Azevedo. D. Narcisa de Villar: legenda do tempo colonial. Rio de Janeiro: Tipografia Paula Brito, 1859. p.108.
A literatura produzida por mulheres hoje no Brasil, em particular negras e indígenas, tal como se observa nos textos 1 e 2, tem se caracterizado por um movimento de construção e elaboração pautado na:
 

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3287638 Ano: 2024
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
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A questão é baseada nos textos 1, 2 e 3.

TEXTO 1

Fios de ouro

Quando Halima, a suave, desembarcou nas águas marítimas brasileiras, em 1852, a idade dela era de 12 anos. Da aldeia dela parece que só Halima sobreviveu em um tempo de viagem que durou quase dois meses. Das lembranças da travessia, Halima conseguia falar pouco. Séculos depois, pedaços de relatos viriam compor uma memória esgarçada, que seus descendentes recontam como histórias de família. E eu que chamo Halima, trago em meu nome, a lembrança daquela que na linhagem familiar materna, foi a mãe de minha tataravó.

Assim reconto a história de Halima:

Halima em solo africano, lugar impreciso por falta de informações históricas, portanto vazios de nossa história e de nossa memória, pertencia a um clã, em que um dos signos de beleza de um corpo era o cabelo. A arte de tecer cabelos era exercida por mulheres mais velhas que imprimiam aos penteados as regras sociais do grupo. [...]

EVARISTO, Conceição. Histórias de leves enganos e parecenças. Rio de Janeiro: Malê, 2017. p.49.

TEXTO 2

Contadora de histórias

Venha, minha avó

Traga sua memória

Vamos relembrar

Pegadas de nossa história

Solte a fumaça da cultura

Pelo cachimbo do saber

Fale para nossas crianças

Das lutas que tivemos que viver

Sentimos o genocídio

Atravessadas

Pela espada da opressão

Estupro, morte, invasão

Tem sangue das parentas pelo chão

Estamos em guerra

Mas nossa caminhada não se encerra

Porque sempre terá quem conte uma história

Narrando cenas de dor e de glória

Sob a fumaça da memória

KAMBEBA, Márcia Wayna. De almas e águas kunhãs. São Paulo: Jandaíra, 2023. p.157.

TEXTO 3


– Suspende, monstro! disse ela encarando o assassino com majestade; não cometas um novo crime, não mates teu filho!
– Meu filho?! respondeu, levantando-se, D. Luiz: e quem és tu que assim me falas?
– Sou a filha do cacique da tribo tupi, que deute hospitalidade nas praias desertas da Jureia, onde havia a tua nau naufragado, e onde por meu pai foste livre não só da morte, como de cair em poder dos Botocudos, cuja crueldade não te havia (de) poupar; mas em vez de reconhecer o benefício, seduziste sua filha única e a abandonaste depois de a perder.
Sabendo ela então que um fruto do seu desgraçado amor alimentava-se em seu ventre e conhecendo o desprezo e a execração a que esse pobre inocente seria votado desde o seu nascimento por toda a tribo, correu após teus passos. Errante andou muito tempo, crendo achar-te a cada dia que ela via o sol.
Seu filho nasceu nesta triste lide; n’uma noite de tempestade [...]. Abatida pela dor e pela doença, a desgraçada mãe afrouxou da atividade; não podendo fazer longas marchas para poupar seu filhinho, ela parou algum tempo n’um sítio em que achou cômodos para vida; foi aí que a tua gente a apanhou e trouxe para a vivenda dos brancos, onde ela se resignou a viver na escravidão: essa mãe desamparada que procurava incansável o pai de seu filho, sou eu, [...].
CASTRO, Ana Luísa de Azevedo. D. Narcisa de Villar: legenda do tempo colonial. Rio de Janeiro: Tipografia Paula Brito, 1859. p.108.
Em 2024, a escritora Conceição Evaristo se tornou a primeira mulher negra a tomar posse na Academia Mineira de Letras e Ailton Krenak, o primeiro indígena a integrar a Academia Brasileira de Letras. Ao romper com uma longa história de exclusão de indígenas e negros/as dos meios literários no Brasil, as academias de letras têm paulatinamente reconhecido a importância da contribuição de línguas, usos, formas e expressões dos diferentes povos que historicamente constituíram o país.
Nesse contexto, produções contemporâneas têm assinalado a importância das memórias na reconfiguração do atual cenário cultural. O papel desempenhado pela literatura nesse processo aparece indicado, nos textos 1 e 2, por um tratamento literário da memória que se caracteriza pela
 

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3285896 Ano: 2024
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDEP
Orgão: HRTN-MG
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões 4 e 5.

Construção

Amou daquela vez como se fosse o último

Beijou sua mulher como se fosse a única

E cada filho seu como se fosse o pródigo

E atravessou a rua com seu passo bêbado

Subiu a construção como se fosse sólido

Ergueu no patamar quatro paredes mágicas

Tijolo com tijolo num desenho lógico

Seus olhos embotados de cimento e tráfego

[...]

E tropeçou no céu como se ouvisse música

E flutuou no ar como se fosse sábado

E se acabou no chão feito um pacote tímido

Agonizou no meio do passeio náufrago

Morreu na contramão atrapalhando o público

BUARQUE, Chico. Construção.

Disponível em: https://www.letras.mus.br/chico-buarque/45124/.

Acesso em: 3 maio 2024. [Fragmento]

Nessa canção de Chico Buarque, a última palavra de cada verso

 

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3284447 Ano: 2024
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Água Santa-RS
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Leia o poema abaixo e, a seguir, complete as lacunas do trecho subsequente.

No meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.

O poema acima, intitulado No meio do caminho, foi escrito por ____________________, representante do _____________ brasileiro.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
 

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3277699 Ano: 2024
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Adustina-BA
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Marque a alternativa, que esteja em desacordo, o representante com a escola literária.
 

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Em se tratando de representante e escola literária, marque a alternativa incorreta.
 

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3272532 Ano: 2024
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: IF-SUL Minas
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Analise as assertivas abaixo acerca do Barroco literário brasileiro:

I. Focou exclusivamente temas religiosos. II. Explorou a economia açucareira. III. Apresentou estilos literários como o cultismo e o conceptismo. IV. Ignorou a diversidade cultural do Brasil.

Quais estão corretas?
 

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3272531 Ano: 2024
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: IF-SUL Minas
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Sobre determinado período literário no Brasil, analise as características abaixo:

• Rompimento com a tradição clássica europeia e greco-romana.
• Maior liberdade formal.
• Valorização da cultura nacional, especialmente a cultura indígena.
• Subjetivismo e egocentrismo.

As características acima definem qual período literário brasileiro?
 

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