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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Não poderíamos encontrar no Brasil, em todo o século XIX, escritor mais ajustado à via de comunicação fácil do que Joaquim Manoel de Macedo. O pequeno valor literário da sua obra é principalmente social, pelo fato de ele ter se esforçado em transpor a um gênero novo entre nós os tipos, as cenas, a vida de uma sociedade em fase de estabilização, lançando mão de estilo, construção, recursos narrativos os mais próximos possíveis da maneira de ser e falar das pessoas que o iriam ler. Ajustando-se estritamente ao meio fluminense do tempo, proporcionou aos leitores duas coisas que lhe garantiram popularidade e, ao mesmo tempo, a modesta imortalidade que desfruta: narrativa cujo cenário e personagens eram familiares, de todo dia; peripécias e sentimentos enredados e poéticos, de acordo com as necessidades médias de sonho e de aventura. Enquanto fornecia elementos gratos à sensibilidade do público, ia extraindo deles as consequências que não ocorrem no quotidiano e, desta forma, influindo no gosto, dando estilo às aspirações literárias do burguês carioca. E, assim como Alencar inventou um mito heróico, Macedo deu origem a um mito sentimental, a Moreninha, padroeira de namoros que ainda faz sonhar as adolescentes.
Antonio Candido. Formação da literatura brasileira, v. II. Belo
Horizonte: Itatiaia, 2000, p. 122 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item.
O texto descreve uma época da literatura brasileira em que a prosa romântica nacional enfrentava uma contradição essencial: o gênero romanesco já estava consolidado no país durante o Romantismo, mas a burguesia brasileira, público-alvo do romance, estava ainda “em fase de estabilização”, como mencionado.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Cidadezinha qualquer
Casas entre bananeiras
Mulheres entre laranjeiras
Pomar amor cantar.
Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.
Devagar ... as janelas olham.
Eta vida besta, meu Deus.
Carlos Drummond de Andrade. Seleta em prosa e
verso. Rio de Janeiro: Record, 1995, p. 137.
Julgue o próximo item, considerando o poema acima, de Carlos Drummond de Andrade.
No poema, a descrição ressalta o espaço campestre e idílico do bucolismo árcade.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Cidadezinha qualquer
Casas entre bananeiras
Mulheres entre laranjeiras
Pomar amor cantar.
Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.
Devagar ... as janelas olham.
Eta vida besta, meu Deus.
Carlos Drummond de Andrade. Seleta em prosa e
verso. Rio de Janeiro: Record, 1995, p. 137.
Julgue o próximo item, considerando o poema acima, de Carlos Drummond de Andrade.
Em “Pomar amor cantar”, a justaposição das palavras evoca, em tom irônico, o lirismo tradicional, recusado pelo modernismo em favor de um lirismo associado a temas do cotidiano nacional.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Cidadezinha qualquer
Casas entre bananeiras
Mulheres entre laranjeiras
Pomar amor cantar.
Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.
Devagar ... as janelas olham.
Eta vida besta, meu Deus.
Carlos Drummond de Andrade. Seleta em prosa e
verso. Rio de Janeiro: Record, 1995, p. 137.
Julgue o próximo item, considerando o poema acima, de Carlos Drummond de Andrade.
No poema, o tipo de rima dos versos 1 e 2 e a repetição da palavra “devagar” contribuem para a composição do tema do poema, sintetizado no verso final: “Eta vida besta, meu Deus”.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Cidadezinha qualquer
Casas entre bananeiras
Mulheres entre laranjeiras
Pomar amor cantar.
Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.
Devagar ... as janelas olham.
Eta vida besta, meu Deus.
Carlos Drummond de Andrade. Seleta em prosa e
verso. Rio de Janeiro: Record, 1995, p. 137.
Julgue o próximo item, considerando o poema acima, de Carlos Drummond de Andrade.
A fim de que o verso “Um homem vai devagar” tenha significado no domínio da Física, deve-se definir um referencial, e, se esse referencial for inercial, a primeira lei de Newton é válida.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Cidadezinha qualquer
Casas entre bananeiras
Mulheres entre laranjeiras
Pomar amor cantar.
Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.
Devagar ... as janelas olham.
Eta vida besta, meu Deus.
Carlos Drummond de Andrade. Seleta em prosa e
verso. Rio de Janeiro: Record, 1995, p. 137.
Julgue o próximo item, considerando o poema acima, de Carlos Drummond de Andrade.
Integrando a função poética, predominante, o último verso do poema, que expressa um comentário, contrasta com os versos anteriores, que são predominantemente descritivos.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Teresina-PI
A obra de Monteiro Lobato como um todo
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De acordo com as características dos personagens da obra “O Sorriso do Lagarto”, de João Ubaldo Ribeiro, numere a segunda coluna de acordo com a primeira:
1. João Pedroso ( ) padre, amigo do protagonista
2. Ana Clara ( ) biólogo excêntrico, alcóolatra
3. Ângelo Marcos ( ) político corrupto e sem caráter
4. Lúcio Nemésio ( ) pseudônimo: Suzanna Fleischman
5. Monteirinho ( ) “Santinho”
6. Bará ( ) médico-pesquisador
A seqüência numérica CORRETA (de cima para baixo) é:
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