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Foram encontradas 4.894 questões.

1369912 Ano: 2008
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Não poderíamos encontrar no Brasil, em todo o século XIX, escritor mais ajustado à via de comunicação fácil do que Joaquim Manoel de Macedo. O pequeno valor literário da sua obra é principalmente social, pelo fato de ele ter se esforçado em transpor a um gênero novo entre nós os tipos, as cenas, a vida de uma sociedade em fase de estabilização, lançando mão de estilo, construção, recursos narrativos os mais próximos possíveis da maneira de ser e falar das pessoas que o iriam ler. Ajustando-se estritamente ao meio fluminense do tempo, proporcionou aos leitores duas coisas que lhe garantiram popularidade e, ao mesmo tempo, a modesta imortalidade que desfruta: narrativa cujo cenário e personagens eram familiares, de todo dia; peripécias e sentimentos enredados e poéticos, de acordo com as necessidades médias de sonho e de aventura. Enquanto fornecia elementos gratos à sensibilidade do público, ia extraindo deles as consequências que não ocorrem no quotidiano e, desta forma, influindo no gosto, dando estilo às aspirações literárias do burguês carioca. E, assim como Alencar inventou um mito heróico, Macedo deu origem a um mito sentimental, a Moreninha, padroeira de namoros que ainda faz sonhar as adolescentes.

Antonio Candido. Formação da literatura brasileira, v. II. Belo
Horizonte: Itatiaia, 2000, p. 122 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item.

O texto descreve uma época da literatura brasileira em que a prosa romântica nacional enfrentava uma contradição essencial: o gênero romanesco já estava consolidado no país durante o Romantismo, mas a burguesia brasileira, público-alvo do romance, estava ainda “em fase de estabilização”, como mencionado.

 

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1369895 Ano: 2008
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Cidadezinha qualquer

Casas entre bananeiras
Mulheres entre laranjeiras
Pomar amor cantar.

Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.

Devagar ... as janelas olham.

Eta vida besta, meu Deus.

Carlos Drummond de Andrade. Seleta em prosa e
verso. Rio de Janeiro: Record, 1995, p. 137.

Julgue o próximo item, considerando o poema acima, de Carlos Drummond de Andrade.

No poema, a descrição ressalta o espaço campestre e idílico do bucolismo árcade.

 

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1369894 Ano: 2008
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Cidadezinha qualquer

Casas entre bananeiras
Mulheres entre laranjeiras
Pomar amor cantar.

Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.

Devagar ... as janelas olham.

Eta vida besta, meu Deus.

Carlos Drummond de Andrade. Seleta em prosa e
verso. Rio de Janeiro: Record, 1995, p. 137.

Julgue o próximo item, considerando o poema acima, de Carlos Drummond de Andrade.

Em “Pomar amor cantar”, a justaposição das palavras evoca, em tom irônico, o lirismo tradicional, recusado pelo modernismo em favor de um lirismo associado a temas do cotidiano nacional.

 

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1369893 Ano: 2008
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Cidadezinha qualquer

Casas entre bananeiras
Mulheres entre laranjeiras
Pomar amor cantar.

Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.

Devagar ... as janelas olham.

Eta vida besta, meu Deus.

Carlos Drummond de Andrade. Seleta em prosa e
verso. Rio de Janeiro: Record, 1995, p. 137.

Julgue o próximo item, considerando o poema acima, de Carlos Drummond de Andrade.

No poema, o tipo de rima dos versos 1 e 2 e a repetição da palavra “devagar” contribuem para a composição do tema do poema, sintetizado no verso final: “Eta vida besta, meu Deus”.

 

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1369892 Ano: 2008
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Cidadezinha qualquer

Casas entre bananeiras
Mulheres entre laranjeiras
Pomar amor cantar.

Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.

Devagar ... as janelas olham.

Eta vida besta, meu Deus.

Carlos Drummond de Andrade. Seleta em prosa e
verso. Rio de Janeiro: Record, 1995, p. 137.

Julgue o próximo item, considerando o poema acima, de Carlos Drummond de Andrade.

A fim de que o verso “Um homem vai devagar” tenha significado no domínio da Física, deve-se definir um referencial, e, se esse referencial for inercial, a primeira lei de Newton é válida.

 

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1369891 Ano: 2008
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Cidadezinha qualquer

Casas entre bananeiras
Mulheres entre laranjeiras
Pomar amor cantar.

Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.

Devagar ... as janelas olham.

Eta vida besta, meu Deus.

Carlos Drummond de Andrade. Seleta em prosa e
verso. Rio de Janeiro: Record, 1995, p. 137.

Julgue o próximo item, considerando o poema acima, de Carlos Drummond de Andrade.

Integrando a função poética, predominante, o último verso do poema, que expressa um comentário, contrasta com os versos anteriores, que são predominantemente descritivos.

 

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1078179 Ano: 2008
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ITA
Orgão: ITA
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Os romances de Machado de Assis e os de Graciliano Ramos são exemplos bem acabados da forte presença do realismo na Literatura Brasileira. Entretanto, há diferenças bem marcantes entre a ficção realista do século XIX e a ficção de cunho realista da geração de 30. Algumas delas são:
I. As obras realistas do século XIX (em particular os romances de Machado de Assis) retratam a burguesia rica, enquanto os romances de Graciliano Ramos retratam apenas os retirantes vítimas da seca.
II. No século XIX, o realismo tem preferência pela temática do adultério feminino e do triângulo amoroso, tema este que não é central nas obras da geração de 30, que se preocupam mais com a desigualdade social.
III. Os romances machadianos são urbanos; as obras de Graciliano Ramos retratam, em geral, os ambientes rurais do Nordeste.
IV. No realismo do século XIX, as personagens, em geral, são mesquinhas, vis e medíocres. Já na ficção realista dos anos 30, as personagens são, sobretudo, produtos de um meio social adverso e injusto.
Está(ão) correta(s)
 

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1070594 Ano: 2008
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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Assim se explicam a minha estada debaixo da janela de Capitu e a passagem de um cavaleiro, um dandy, como então dizíamos. Montava um belo cavalo alazão, firme na sela, rédea na mão esquerda, a direita à cinta, botas de verniz, figura e postura esbeltas: a cara não me era desconhecida. Tinham passado outros, e ainda outros viriam atrás; todos iam às suas namoradas. Era uso do tempo namorar a cavalo. Relê Alencar: “Porque um estudante (dizia um dos seus personagens de teatro de 1858) não pode estar sem estas duas coisas, um cavalo e uma namorada”. Relê Álvares de Azevedo. Uma das suas poesias é destinada a contar (1851) que residia em Catumbi, e, para ver a namorada no Catete, alugara um cavalo por três mil-réis...
Machado de Assis. Dom Casmurro.
Considerando-se o excerto no contexto da obra a que pertence, pode-se afirmar corretamente que as referências a Alencar e a Álvares de Azevedo revelam que, em Dom Casmurro, Machado de Assis
 

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1014412 Ano: 2008
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Teresina-PI

A obra de Monteiro Lobato como um todo

 

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1005505 Ano: 2008
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: PM-MG
Orgão: PM-MG
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De acordo com as características dos personagens da obra “O Sorriso do Lagarto”, de João Ubaldo Ribeiro, numere a segunda coluna de acordo com a primeira:

1. João Pedroso ( ) padre, amigo do protagonista

2. Ana Clara ( ) biólogo excêntrico, alcóolatra

3. Ângelo Marcos ( ) político corrupto e sem caráter

4. Lúcio Nemésio ( ) pseudônimo: Suzanna Fleischman

5. Monteirinho ( ) “Santinho”

6. Bará ( ) médico-pesquisador

A seqüência numérica CORRETA (de cima para baixo) é:

 

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