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Foram encontradas 5.028 questões.

2288416 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
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O poema Morte e vida severina, de João Cabral de Melo Neto, reafirma uma característica muito presente na literatura brasileira modernista. Essa característica é
 

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2288005 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
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A narrativa de O tronco, de Bernardo Élis, passa-se em 1918, em um local fictício, a Vila do Duro, durante a luta de Trombas e Formoso. Por tratar do funcionamento de sistemas pré-capitalistas via coerção extraeconômica, a narrativa de O tronco
 

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2287603 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
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Em Os Maias, romance de Eça de Queiroz, cujas ações se passam em Lisboa, no ano de 1875, essa cidade, capital do Estado português, é também uma personagem do romance, porque
 

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2286688 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
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Composta de treze contos, a obra Laços de família é exemplar das narrativas introspectivas elaboradas por Clarice Lispector, nas quais a autora busca sondar o universo interior das personagens. Essa afirmação se justifica, na referida obra, porque
 

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2282708 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
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A malandragem é um tema comum à Literatura Brasileira. Em O noviço, de Martins Pena, esse tema é visitado de modo a configurar-se na conduta da personagem Ambrósio, esposo de Florência. Na peça de Martins Pena, é conhecido o episódio em que Ambrósio convence Florência a enviar seus sobrinhos Carlos ao convento. A intenção de Ambrósio era
 

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2282585 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
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Em sua obra poética, Afonso Félix de Sousa, poeta goiano posterior ao Modernismo, frequentemente
 

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2281668 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
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A obra O auto da compadecida, de Ariano Suassuna, é uma comédia escrita com recursos da intertextualidade, uma vez que seu enredo
 

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2278459 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFG
Orgão: Pref. Caldas Novas-GO
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A prosa literária brasileira possui obras de ampla circulação no âmbito escolar que contribuem para a compreensão dos costumes e valores da sociedade brasileira do século XIX e XX e possibilitam interessantes debates interdisciplinares. Exemplifica esta afirmação o romance
 

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2236586 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
Considere o texto abaixo para responder ao item.
DE PONTA A PONTA TUDO É PRAIA-PALMA
Thiago Amud
De ponta a ponta tudo é praia-palma
Quebranto na vertente das montanhas
As aves evasivas embalsamadas
País de saúva e mar, vivi pra te desvelar
Mercúrio, chumbo e césio nas aguadas
Quilombos entocados na caliça
As alegrias azinhavrando as almas
País de febre e luar, morri pra te decantar
Quando olhei a terra inteira ardendo em vasto fogaréu
Eu vi que o Morro da Mangueira parecia um inferno no céu
Grassou Saturno, tudo está em transe
O Presidente Zambo, a musa louca
Mas súbito as nascentes destilam sangue
País que agoniza luz, teu nome é a minha cruz
Não permita Deus que valhas menos que teu coração
Teus flancos de maracangalhas, tua língua de Grande Sertão
(AMUD, Thiago. De ponta a ponta tudo é praia-palma. Edição: L.PE – Universal Pub. Produção: JR Tostoi. Rio de Janeiro: Delira Música, 2013.)
Considerando o texto “De ponta a ponta tudo é praia-palma”, canção do compositor brasileiro Thiago Amud, é correto afirmar que:
 

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2236581 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
Considere o texto abaixo para responder ao item.
Meus buritizais levados de verdes
Anderson Cunha
A derradeira...
A derradeira
Lágrima de dor
Teimou e caiu
Ai saudade, eu não sei esquecer
Lágrima de dor
Teimou e caiu
Ai saudade, eu não sei esquecer
Aquela estrela...
Aquela estrela
Marvada chegou
Tinhosa e vil
De mim levou meu bem querer
Aquela estrela ô
Tinhosa e vil
De mim levou meu bem querer
Minha pele é solidão
O meu colo, bem querer
Lágrima de dor
Teimou e caiu
Ai saudade, eu não sei esquecer
Aquela estrela ô
Tinhosa e vil
De mim levou meu bem querer
“(...) Era a Mulher, que falava. Ah, e a Mulher rogava: – Que
trouxessem o corpo daquele rapaz moço, vistoso, o dos olhos muito verdes... Eu
desguisei. Eu deixei minhas lágrimas virem, e ordenando: – ‘Traz Diadorim!’ (...)
Diadorim, Diadorim, oh, ah, meus buritizais levados de verdes... (...)
Sufoquei, numa estrangulação de dó. Constante o que a
Mulher disse: carecia de se lavar e vestir o corpo.
Piedade, como que ela mesma, embebendo toalha,
limpou as faces de Diadorim, casca de tão grosso sangue, repisado. (...)
Eu dizendo que a Mulher ia lavar o corpo dele. Ela rezava rezas da Bahia.
Mandou todo o mundo sair. Eu fiquei. (...) Não me mostrou de propósito o corpo.
E disse...
Diadorim – nu de tudo. E ela disse:
– ‘A Deus dada. Pobrezinha...’ (...)
Como em todo o tempo antes eu não contei ao senhor – e mercê peço: – mas para
o senhor divulgar comigo, a par, justo o travo de tanto segredo, sabendo somente
no átimo em que eu também só soube... Que Diadorim era o corpo de uma
mulher, moça perfeita... (...)
Eu estendi as mãos para tocar naquele corpo, e estremeci,
retirando as mãos para trás (...) E a Mulher estendeu a toalha,recobrindo as partes.
Mas aqueles olhos eu beijei, e as faces, a boca. (...) E eu não sabia por que nome
chamar; eu exclamei me doendo:
– ‘Meu amor!...’ ”
Texto extraído do livro Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa
Sobre o romance Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa, e sua apropriação pela canção popular brasileira contemporânea, em Meus buritizais levados de verdes, de Anderson Cunha, analise as afirmativas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
I. Na trama de citações da canção Meus Buritizais levados de verdes, há uma referência à personagem Diadorim (“Diadorim, oh, ah, meus
buritizais levados de verdes”), mas também uma citação textual direta à clássica canção do sertão, Asa Branca (“Quando o verde dos teus olhos/ Se espalhar na plantação”).
II. Embora a saudade seja tema de ambos os textos, Meus buritizais levados de verdes e Grande Sertão: Veredas, é possível verificar um sentimento de plenitude e realização do desejo pelos amantes nos versos: “Minha pele é solidão/ O meu colo, bem querer” e no trecho citado: “Mas aqueles olhos eu beijei, e as faces, a boca. (...) E eu não sabia por que nome chamar; eu exclamei me doendo: – ‘Meu amor!...’ ”
III. Meus buritizais levados de verdes tematiza uma das principais problemáticas do romance Grande Sertão: Veredas: a presença do maligno, a mistura entre bem e mal, o que é sintetizado na metáfora da “estrela tinhosa e vil”.
IV. A cena clássica da morte de Diadorim, para a qual toda a narrativa de Riobaldo converge, é recuperada pela canção, decorrendo disso o seu teor dramático e trágico, corroborando a impossibilidade de realização do amor sintetizada no romance “até que ponto esses olhos, sempre havendo, aquela beleza verde, me adoecido, tão impossível.” (p. 36).
 

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