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Foram encontradas 5.028 questões.

2537980 Ano: 2016
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Erechim-RS
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A qual conto da obra Papéis Avulsos, de Machado de Assis, pertence o trecho abaixo?

“As crônicas da vila de Itaguaí dizem que em tempos remotos vivera ali um certo médico, o Dr. Simão Bacamarte, filho da nobreza da terra e o maior dos médicos do Brasil, de Portugal e das Espanhas. Estudara em Coimbra e Pádua. Aos trinta e quatro anos regressou ao Brasil, não podendo el-rei alcançar dele que ficasse em Coimbra, regendo a universidade, ou em Lisboa, expedindo os negócios da monarquia.”

 

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2537979 Ano: 2016
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Erechim-RS
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De acordo com GONZAGA, são características do Realismo, EXCETO:

 

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2537978 Ano: 2016
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Erechim-RS
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Segundo GONZAGA, a importância do Arcadismo para a nossa história literária reside:

 

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2533011 Ano: 2016
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UFF
Orgão: Pref. Niterói-RJ
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Texto 4
Jogos florais I
Minha terra tem palmeiras
onde canta o tico-tico.
Enquanto isso o sabiá
vive comendo o meu fubá.
Ficou moderno o Brasil
ficou moderno o milagre:
a água já não vira vinho,
vira direto vinagre.
Jogos florais II
Minha terra tem Palmares
memória cala-te já.
Peço licença poética
Belém capital Pará.
Bem, meus prezados senhores
dado o avançado da hora
errata e efeitos do vinho
o poeta sai de fininho.
(será mesmo com dois esses
que se escreve paçarinho?)
(CACASO, Antônio Carlos de Brito. IN HOLLANDA,
Heloísa Buarque de. (org.). 26 poetas hoje. Rio de Janeiro: Labor, 1976, p. 35.)
A característica que marca o gênero literário predominante no texto 4 é:
 

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2530857 Ano: 2016
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Santa Rita-PB
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Leia e responda: “Esse estilo de época tem como uma de suas características mais notáveis as antíteses e ambivalências que se manifestam
refletindo uma perspectiva de visão de mundo atormentada em dilemas, tais como céu e inferno e os planos do profano e do sagrado”
Estamos tratando do seguinte estilo:
 

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2530847 Ano: 2016
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Leia os excertos abaixo.
(...) Ler implica troca de sentidos não só entre o escritor e o leitor, mas também com a sociedade onde ambos estão localizados, pois os sentidos são resultado de compartimento de visões do mundo entre os homens no tempo e no espaço. (...) Aprendemos a ler literatura do mesmo modo como aprendemos tudo mais, isto é, ninguém nasce sabendo ler literatura. Esse aprendizado pode ser bem ou malsucedido, dependendo da maneira como foi efetivado, mas não deixará de trazer consequências para a formação do leitor.
(COSSON, R. Letramento Literário. São Paulo: Contexto, 2009.)
De fato, a leitura é jogo de espelhos, avanço espetacular. Reencontramos ao ler. Todo o saber – saber fixado, institucionalizado, saber móvel, vestígios e migalhas – trabalha o texto oferecido à decifração. Não há jamais compreensão autônoma, sentido constituído, imposto pelo livro em leitura. A biblioteca cultural serve tanto para escrever quanto para ler. Chega mesmo a ser, creio eu, a condição de possibilidade da construção do sentido.
(GOULEMOT, J.M. Da leitura como produção de sentidos. In CHARTIER, R. Práticas da Leitura. São Paulo: Estação Liberdade, 2011.)
Se uma obra literária é concebida como uma sucessão de ações sobre o entendimento de um leitor, então uma interpretação da obra pode ser uma história desse encontro, com seus altos e baixos: diversas convenções ou expectativas são postas em jogo, ligações são postuladas, e expectativas derrotadas ou confirmadas. Interpretar uma obra é contar uma história de leitura.
(CULLER, J. Teoria Literária: uma introdução. São Paulo: Becca, 1999.)
Os autores acima referenciados defendem ideias afins acerca da construção de sentido e do processo de formação do leitor literário.
Tais ideias rejeitam
 

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2530706 Ano: 2016
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Leia a letra da canção abaixo:
Mariana foi pro mar
Mariana foi pro mar
Deixou seus bens mais valiosos com o cachorro
E foi viajar, foi de coração
Pois o marido saiu pra comprar cigarros e desapareceu
Foi visto no Japão, com a vizinha, sua ex-melhor amiga
Mariana foi ao chão
E ela pensou por muitas vezes
Se usava sua mauser ou o gás de seu fogão
Mas seu último direito, ela viu que era um erro
Mariana foi pro mar
Mariana se cansou Olhou o que restava de sua vida, sem direito a pensão
Sem um puto pra gastar, sempre foi moça mimada
Mas tinha em si a vocação do lar
E foi numa tarde de domingo que ganhou tudo no bingo
Sorte no jogo azar no amor
E sua bagagem estava pronta, parecia que sabia
Do seu prêmio de consolação
Mudou o itinerário, trocou o funerário
Pelo atraso do avião
Uma lágrima de sal, percorre o seu rosto
misturando-se ao creme facial
Onde foi que ela errou, se acreditava na sinceridade
De sua vida conjugal
E se ela pensava muitas vezes
Se usava uma pistola ou o gás do seu fogão
Mas ela mudou o itinerário, trocou o obituário
Pelo atraso do avião
Hoje ela desfila pela areia
Com total desprezo pelos machos de plantão
Ela está bem diferente, ama ser independente
Mariana foi pro mar
Edgar Scandurra
Disponível em: <https://www.vagalume.com.br/ira/mariana-foi-pro-mar.html>. Acesso em: 16 set. 2016.
A letra da canção escrita por Edgar Scandurra apresenta uma visão do papel da mulher contemporânea que mescla ironia, humor e mazelas pessoais/sociais, assim como os versos de
 

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2530625 Ano: 2016
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Analise os poemas 1 e 2, para resolução da questão.
Poema 1
O Laço de fita
Não sabes, criança? 'Stou louco de amores...
Prendi meus afetos, formosa Pepita.
Mas onde? No templo, no espaço, nas névoas?!
Não rias, prendi-me
Num laço de fita.
Na selva sombria de tuas madeixas,
Nos negros cabelos da moça bonita,
Fingindo a serpente qu'enlaça a folhagem,
Formoso enroscava-se
O laço de fita.
Meu ser, que voava nas luzes da festa,
Qual pássaro bravo, que os ares agita,
Eu vi de repente cativo, submisso
Rolar prisioneiro
Num laço de fita.
E agora enleada na tênue cadeia
Debalde minh'alma se embate, se irrita...
O braço, que rompe cadeias de ferro,
Não quebra teus elos,
Ó laço de fita!
Meu Deusl As falenas têm asas de opala,
Os astros se libram na plaga infinita.
Os anjos repousam nas penas brilhantes...
Mas tu... tens por asas
Um laço de fita.
Há pouco voavas na célere valsa,
Na valsa que anseia, que estua e palpita.
Por que é que tremeste? Não eram meus lábios...
Beijava-te apenas...
Teu laço de fita.
Mas ai! findo o baile, despindo os adornos
N'alcova onde a vela ciosa... crepita,
Talvez da cadeia libertes as tranças
Mas eu... fico preso
No laço de fita.
Pois bem! Quando um dia na sombra do vale
Abrirem-me a cova... formosa Pepita!
Ao menos arranca meus louros da fronte,
E dá-me por c'roa...
Teu laço de fita.
ALVES, Castro. Espumas Flutuantes.São Paulo: Ática, 2002.
Poema 2
Namorados
O rapaz chegou-se para junto da moça e disse:
-Antônia, ainda não me acostumei com o seu corpo, com sua cara.
A moça olhou de lado e esperou.
-Você não sabe quando a gente é criança e de repente vê uma lagarta listrada?
A moça se lembrava:
-A gente fica olhando...
A meninice brincou de novo nos olhos dela.
O rapaz prosseguiu com muita doçura:
-Antônia, você parece uma lagarta listrada.
A moça arregalou os olhos, fez exclamações.
O rapaz concluiu:
-Antônia, você é engraçada! Você parece louca.
BANDEIRA, Manuel. Libertinagem & Estrela da manhã. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2000.
Sobre os dois poemas, são feitas as seguintes afirmações:
I. Os poemas apresentam uma visão aparentemente antagônica em relação à idealização amorosa. No poema 1, há exaltação ao sentimento amoroso, tido como algo inesperado e único. Enquanto que no poema 2, há a banalização da relação amorosa, retratada com rispidez pelo eu lírico.
II. Apesar de não ser um dos exemplos da vertente condoreira, o poema O Laço de fita traz uma das constantes alegorias de Castro Alves, o embate entre estar cativo e o desejo de liberdade.
III. Os versos do poema 1 compõem a lírica amorosa do poeta baiano e mantêm uma das grandes características da poesia romântica de Castro Alves, a sensualidade.
Estão corretas as afirmativas
 

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2529635 Ano: 2016
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
Provas:
Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não catarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.
Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
Não direi os suspiros ao anoitecer (...),
não fugirei para as ilhas, nem serei raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens
presentes, a vida presente.
(Carlos Drummond de Andrade)
São obras representativas da literatura produzida por autores nordestinos:
 

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2529375 Ano: 2016
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Santa Rita-PB
Provas:
Leia o texto abaixo atentamente, que servirá de base para a questão.
“Quando hoje acordei, ainda fazia escuro
(Embora a manhã ainda estivesse avançada).
Chovia.
Chovia uma triste chuva de resignação.
Como contraste e consolo ao calor tempestuoso da noite.
Então me levantei,
Bebi o café que eu mesmo preparei.
Depois me deitei novamente, acendi um cigarro e fiquei pensando...
- Humildemente pensando na vida e nas mulheres que amei”
(Manuel Bandeira, “Poema só para Jaime Ovalle”.)
Assinale a opção cuja declaração melhor sintetiza a perspectiva e o estado d’alma do eu-lírico:
 

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