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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IFF
O séc. XX instaura um corte na episteme do século que o antecede ao modificar radicalmente o rumo dos estudos literários. Em vez da concepção de literatura como epifenômeno social ou como ramo de uma ciência hegemônica da qual todas as outras disciplinas derivassem, ou, ainda, como projeção narcísica do sujeito fruidor, dá-se ênfase agora à produção do discurso e às diferenciações discursivas e, em consequência, às indagações acerca da especificidade da literatura e da relação que esta mantém com a “realidade”, em contraposição a outras modalidades de discurso. Nesse contexto, surgem duas linhas de abordagem do literário, conforme a orientação teórica que as caracteriza predominantemente: as abordagens de cunho prevalentemente linguístico e as de cunho prevalentemente cultural, como as distingue Luiz Costa Lima, sem, contudo, deixar de assinalar os traços comuns que as correlacionam.
Sônia Lúcia Ramalho de Farias Graphos v 10,
n º 2 João Pessoa, dez /2008 (com adaptações)
A abordagem literária de cunho prevalentemente cultural mencionada no texto inclui
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IFF
O texto a seguir é um trecho de uma entrevista concedida por Janet M. Paterson à revista Aletria.
Aletria — Vários críticos, tais como Lacan, Derrida, Levinas, Deleuze, Lévi-Strauss, Bhabha e Spivak, têm discutido a questão da alteridade e as implicações das teorizações baseadas nas percepções do outro. Quais são as bases teóricas de sua pesquisa sobre figurações da alteridade?
Janet M. Paterson — O trabalho do sociossemioticista francês Eric Landowski forneceu o arcabouço conceitual de meu livro. Em Présences de l’Autre: essais de socio-sémiotique, Landowski estuda casos reais de alteridade em Paris, tais como os moradores de rua ou os artistas da região do Centre Pompidou. Isso lhe permitiu elaborar uma metodologia extremamente requintada e precisa que me pareceu muito útil. Mencionarei alguns de seus principais conceitos: a distinção entre diferença e alteridade (distinção que permite a Landowski conceituar alteridade); a necessidade de um grupo de referência (um grupo social dominante) para a existência de qualquer forma de alteridade; e a complexidade dos vários tipos de relações estabelecidas com o outro. Acima de tudo, eu era continuamente lembrada de que na literatura, assim como na sociedade, a alteridade é sempre uma construção.
Na teoria literária, a emergência da noção de alteridade vincula-se teoricamente de modo mais expressivo aos textos produzidos no
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IFF
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Taubaté-SP
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Santana do Matos-RN
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UECE
Orgão: SECULT-CE
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UECE
Orgão: SECULT-CE
( ) A “Academia Francesa” do Ceará é uma das expressões da ebulição intelectual que caracterizava a época e teve vida de 1872 a 1875, fundada por jovens intelectuais da província nortista, como Rocha Lima, Tomás Pompeu, Araripe Júnior, Capistrano de Abreu, dentre outros.
( ) A “Academia Francesa” do Ceará foi um desdobramento de outra associação, de 1870, a “Padaria Espiritual”.
( ) O “Gabinete de Leitura” foi uma associação que surgiu antes da “Fênix Estudantil”.
( ) Os pontos altos dos movimentos de cunho filosófico e literário no Ceará, surgiram, na segunda metade do Século XIX, conforme a sequência: primeiramente, a “Fênix Estudantil”, depois a “Academia Francesa” do Ceará, seguida pelo “Gabinete de Leitura”, e, mais tarde, a “Padaria Espiritual”.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UECE
Orgão: SECULT-CE
( ) Antônio Sales = o Félix Guanabarino
( ) Marcos Serrano = o Rodolfo Teófilo
( ) Manoel Sabino Batista = o Satyro Alegrete
( ) Adolfo Ferreira Caminha = o Moacyr Jurema
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UECE
Orgão: SECULT-CE
I. A teoria literária estuda os gêneros literários, que tradicionalmente se dizem épico, lírico e dramático.
II. O gênero épico apresentativo, narrativo, se faz por acréscimo de partes, conta uma estória, apresenta fatos, com adição de cada parte.
III. O gênero lírico é o gênero das emoções fortes, do teatro, dos discursos, do debate na TV, que apela para o público, mobiliza-o, passa para eletricidade, empolgação. Na tragédia, vai às lágrimas; na comédia, solta gargalhadas.
IV. O gênero dramático, como o próprio nome diz, é subjetivo e musical, canta e embala, fala de si e quase sempre para si mesmo, suave, tende a um isolamento.
V. Apesar de sua genealogia histórica longa, a teoria dos gêneros não foi ainda resolvida pela crítica literária, pois a multiplicidade de nomes que o gênero assumiu atesta a confusão que cerca este problema.
É correto o que se afirma somente em
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UECE
Orgão: SECULT-CE
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